El vergon de mi sobrino 4

Depois do que aconteceu, me sentei fingindo sono e embriaguez. Meu sobrinho se divertia dançando com a namorada dele, com as amigas dela e, no geral, com toda mulher que estivesse por ali, incluindo algumas amigas da madrasta dele e as vizinhas. Era mais que óbvio que o garoto dava o cock pra todas — se não pra todas, pra uma boa parte delas. Dava pra perceber pelo jeito que a maioria olhava pra ele, bobas. Senti uma verdadeira inveja e admiração pelo meu sobrinho. A real é que já não me importava mais que ele estivesse comendo a minha mulher; a ideia me excitava pra caralho, mas a verdade é que eu queria continuar espiando. Eram quase quatro da manhã quando nos despedimos. Meu sobrinho deu um beijo na bochecha da irmã dele, um na madrasta, e um aperto de mão e um abraço no pai. Disse que esperava poder voltar pra casa logo e que era um prazer rever a família. Depois disso, meu sobrinho me ajudou a subir no carro, já que eu tava muito "bêbado" pra dirigir. Então ele me acomodou no banco de trás pra eu poder deitar um pouco, enquanto a gente chegava em casa. O trajeto da casa do meu cunhado até a minha era uns quarenta minutos de carro. Meu sobrinho se ofereceu pra dirigir, porque minha mulher tinha bebido um pouco. Eu não reclamei e, assim que entrei no carro, fingi que tava dormindo. Enquanto ele dirigia, percebi a mão do meu sobrinho passando da alavanca de câmbio pra perna da minha mulher e indo além. Ao mesmo tempo, minha esposa ficava de olho pra ver se eu tava dormindo, e depois levou a mão dela pra entreperna do meu sobrinho, que eu imaginei já estar com o cock pra fora e completamente duro. Enquanto isso, comecei a fingir um ronco leve, pra eles saberem que eu tava dormindo. Meu sobrinho começou a perguntar se eu tava bem lá atrás, e eu respondi com outro ronco. "Que bom", disse meu sobrinho. "Tio", ele falou, "você se importa se sua mulher chupar meu cock enquanto eu dirijo?" "Seu filho da puta", pensei, e ronquei de novo. "Já ouviu, puta? Seu marido corno não liga", ele disse pra minha mulher. Respondeu com "obrigada, meu amor", enquanto virava pra me olhar e se inclinava pra chupar a pica do sobrinho dela. Hummm, essa pica tem gosto de quem tava se divertindo. Isso mesmo, putinha, limpa bem porque as vadias que eu comi na festa deixaram ela grudenta. Falava isso enquanto dava pra ouvir minha mulher limpando, chupando e, de vez em quando, engasgando. Meu sobrinho dirigia com cuidado e foi diminuindo a velocidade aos poucos, sem conseguir enxergar onde a gente tava, mas chegou uma hora que parou completamente e reclinou um pouco o banco, de modo que minha mulher se aproximou ainda mais. Meu sobrinho esticou o braço e era óbvio que tava masturbando minha esposa. Vem, tia, disse meu sobrinho, vamos sair e eu arrebento essa sua bunda do jeito que você gosta. Nada me daria mais prazer, sobrinho lindo, mas na rua é perigoso, vamos pra casa e lá a gente pode... Como resposta, minha mulher levou um tapa na bunda que ecoou pelo carro inteiro. Te dei uma ordem, tira essa sua bunda de puta do carro e coloca as mãos no capô. Minha mulher já era uma escrava sem vontade própria, então obedeceu na hora. Meu sobrinho também saiu, os dois fecharam as portas e eu consegui me levantar um pouco, o suficiente pra ver minha mulher se apoiando no capô do carro, empinando a bunda. Meu sobrinho levantou o vestido dela, arrancou a calcinha violentamente e, de uma só vez, enfiou a pica toda no cu da minha mulher. Eu não conseguia acreditar até onde ia o domínio que meu sobrinho tinha sobre as mulheres ao redor dele, era quase mágico. O carro balançava com as estocadas selvagens que meu sobrinho dava no cu da tia dele. Eu ouvia claramente as cadeiras dele batendo na bunda da tia, minha mulher gemendo e gritando pra ele arrebentar o cu dela. Não ficaram transando muito, foram só uns cinco minutos. Até hoje acho que meu sobrinho fez aquilo só pra dominar minha mulher e mostrar quem manda. Depois disso, subiram de novo e voltamos pra casa. Durante todo o caminho, minha mulher foi abraçada no meu sobrinho, com a cabeça apoiada no ombro dele, como se fossem um casal de apaixonados.
Chegamos em casa e, enquanto minha mulher abria a porta, meu sobrinho me ajudou a sair do carro e me levou pro sofá da sala. Assim que eu me deitei lá, minha mulher saiu do nosso quarto com um travesseiro e um lençol. Enquanto se inclinava pra arrumar minha cabeça no travesseiro, o sobrinho não parava de passar a mão na bunda dela. "Dá boa noite pro tio, titia", dito isso, minha mulher se inclinou e me beijou na testa: "Boa noite, meu amor". Ouvi uma palmada. "Fala pra ele que essa noite você vai ficar comigo. Nosso sobrinho vai cuidar de mim hoje pra você poder descansar, meu bem." Dito isso, os dois foram pro nosso quarto e eu pude ouvir eles trepando por pelo menos umas duas horas. Adormeci e só acordei quando ouvi a porta do meu quarto abrir e meu sobrinho sair peladão e entrar no quarto dele. Levantei na surdina e espiei no meu quarto: o cheiro de sexo era absurdo, minha mulher dormia exausta de pernas abertas, sem o menor cuidado, como se não ligasse que eu soubesse. Esperma escorria da buceta e do cu dela. Voltei e dormi de novo. Pensei que meu sobrinho só ia ficar mais duas semanas e que eu ia tentar aproveitar ao máximo, então comecei a pensar em como ser testemunha de tudo que pudesse. Na manhã seguinte, acordei. Minha mulher tava limpando o quarto, com umas olheiras enormes como se tivesse passado a noite acordada, mas ao mesmo tempo parecia tão feliz quanto sempre. Me deu bom dia, fez meu café da manhã e sentou comigo enquanto tomava um café.
Ao ver meu sobrinho rondando por aí, fiquei curioso e perguntei por ele: "Cadê o Carlos?" "Saiu um pouco, disse que precisava fazer um exercício e foi dar uma volta no bairro." "Que bom", falei, e terminei meu café da manhã. Aproveitando que era domingo, resolvi sair no quintal e dar uma arrumada no jardim. Fui na garagem e notei que minhas ferramentas de jardinagem estavam meio enferrujadas, então decidi dar uma passada rápida na loja de ferragens. No caminho, vi meu sobrinho, ele ia trotando pela calçada, vestindo uma camisa de manga curta branca e uma calça de moletom. Por causa da corrida, o suor fazia a roupa grudar no corpo dele. Quando me viu, me cumprimentou, e eu retribuí o gesto. Depois de comprar umas coisas na loja, voltei pra casa. Encontrei meu sobrinho de novo no caminho, dessa vez bem perto de casa, ele estava conversando com uma das nossas vizinhas, a Estefânia. Estefânia era uma mulher de uns trinta e cinco anos, meio gordinha, com peitos médios, pernas longas e uma bunda boa, embora nada disso aparecesse muito, porque ela usava vestidos bem largos que não grudavam no corpo. Era casada e tinha uma filha que tinha acabado de fazer quinze anos. Pelo que vi, meu sobrinho tava mostrando todo o seu charme, a mulher sorria e conversava animadamente com ele. Pra quem não soubesse das manias do meu sobrinho, não tinha nada de suspeito; pra mim, que o conhecia bem, era sinal de que Estefânia logo conheceria ele melhor. De qualquer forma, me aproximei e cumprimentei os dois. A vizinha me contou que o marido dela estava fora da cidade e que ela precisava de ajuda pra mover uns móveis, e que meu sobrinho, sendo um rapaz forte, talvez pudesse dar uma mão, se a gente permitisse, claro. Respondi que não tinha problema nenhum, que se eu tivesse um tempinho livre também ajudaria, mas que naquele momento estava meio ocupado. Falei pro Carlos se comportar e obedecer a Estefânia. Depois disso, liguei o carro e fui pra casa. Assim que cheguei, soube que Podia perder muito tempo, saí e fui pra casa dos vizinhos. Não tinha muita gente na rua, o que agradeci, não queria ser pego espiando os vizinhos. Entrei no terreno da casa e procurei uma janela. A primeira janela dava pra sala, não tinha ninguém lá. Fui pra próxima, era uma espécie de escritório, nada. Já tava quase desistindo e voltando, quando ouvi umas vozes. "E este é o último", disse minha vizinha. Voltei pra primeira janela. Minha vizinha tava vestindo um top preto e um short jeans que chegava no meio da coxa, bem diferente dos vestidos largos que ela usava normalmente. Meu sobrinho carregava um sofá individual, que colocou onde a vizinha mandou. Parece que minha vizinha tinha lavado os sofás no quintal e agora precisava colocá-los no lugar. Minha vizinha chegou perto do meu sobrinho e ofereceu um copo d'água. "Muito obrigado, vizinha", disse meu sobrinho. Pegou o copo e começou a beber, parte da água escorreu pelo pescoço dele. A vizinha ofereceu mais. Meu sobrinho disse que sim, que tava fazendo um calor danado, enquanto sorria pra ela. A vizinha foi pra cozinha pegar mais água, enquanto meu sobrinho passava a mão no volume e tirava a camisa. A vizinha voltou pra sala e olhou pro meu sobrinho com atenção enquanto oferecia o copo d'água. Meu sobrinho pegou o copo e, ao mesmo tempo, acariciou de leve a mão da vizinha. Bebeu e deixou a água escorrer pelo pescoço e pelo torso. "Nossa, que calor, hein, vizinha?" "É, vizinho, tá um calorão", disse Estefânia enquanto se abanava com as mãos. O volume na calça do meu sobrinho já tava bem evidente. Meu sobrinho passou a camisa pelo torso, se secando, mas principalmente mostrando a barriga chapada e definida. A vizinha olhava vidrada pro meu sobrinho, passando o olhar do torso dele pro volume na calça. Meu sobrinho percebeu isso, colocou o copo numa mesinha, chegou perto da vizinha e beijou ela de surpresa. A vizinha não fez nenhum gesto de resistência, pelo contrário, respondeu o beijo na hora. do meu sobrinho, que logo passou os braços em volta do pescoço dela, enquanto ele envolvia a cintura dela com uma das mãos e, com a mão livre, começava a apalpar os peitos dela. Meu sobrinho puxou o top da vizinha pra cima, revelando um par de tetas redondas com os mamilos azulados bem duros, pedindo guerra. Ele parou de beijá-la e desceu pelo pescoço, lambendo e beijando, até os peitos dela e se agarrou neles, enquanto a mão dele já tinha encontrado caminho dentro do short da vizinha. Ela só gemia, com a cabeça jogada pra trás e os olhos fechados. Em menos do que se imagina, meu sobrinho já tinha tirado o top dela e se posicionado atrás, desabotoando e puxando o short pra baixo. Num piscar de olhos, Estefânia estava pelada na sala dela, completamente à mercê do meu sobrinho. As bundas dela eram redondas e brancas, não tão boas quanto as da minha mulher, mas bem apetitosas, e a buceta dela era coberta por uma moita grossa de pelo preto que subia quase até o umbigo. Isso pareceu excitar meu sobrinho, que rapidamente derrubou a vizinha num dos sofás e se dedicou a chupar a buceta peluda dela. A vizinha gemia e gritava de prazer: "Ahhh, assim, vizinho, assim, aí, chupa mais". Meu sobrinho se levantou e puxou a calça junto com a cueca pra baixo, liberando o pau monstruoso dele, e a vizinha reagiu abrindo os olhos com uma mistura de medo e tesão. Pensei que ele ia mandar ela chupar, mas em vez disso, com força e sem cerimônia nenhuma, enfiou o pau até a metade, arrancando um grito dela e fazendo a vizinha jogar a cabeça pra trás. "Aiiii, vizinho! Tá rasgando minha buceta, aiii, com cuidado", "Aguenta, vizinha, já vai ver como você vai gostar", disse meu sobrinho, ofegante. "Ai, ai, ai, você é um touro, meu amor! Tá me enchendo toda!" Aí meu sobrinho respondeu enfiando o resto da pica toda no fundo da buceta da Estefânia, enquanto beijava ela de um jeito mais obsceno que a própria fodida. A vizinha passou os braços em volta do pescoço do meu sobrinho, e quando ele sentiu isso, começou a levantar ela. Senti a vizinha cruzar as pernas atrás do quadril do meu sobrinho, e em segundos já estavam transando de pé. Se antes eu sentia inveja do meu sobrinho, agora sentia admiração genuína. Era inacreditável a energia e a força que o jovem garanhão tinha. Por um momento, quis falar com ele e confessar que sabia de tudo e que não estava bravo, mas queria que ele me contasse suas aventuras, que me deixasse ser testemunha delas. Mas não sabia como ele reagiria, além de não ser o momento. Continuei escondido, olhando e ouvindo. Ai, assim, assim, Carlos! Como você me preenche, te sinto até o fundo. Cê gosta de como eu te como? Adoro, meu amor, me dá mais forte. Meu sobrinho fazia a vizinha pular com as cadeiradas, o suor cobria os dois e ela uivava de prazer. Assim que te vi, soube que ia acabar te comendo, vagabunda. Dá pra ver que seu marido não serve pra isso. Não, ninguém me come tão bem quanto você, meu amor, me dá forte, já tô gozando. Ao ouvir isso, meu sobrinho colocou a vizinha em cima de um dos sofás e avançou com raiva. Aiiiiii, aiiiiii, me rasga, me come, me enche toda, Carlos, minha vida! Meu sobrinho deu mais algumas estocadas e finalizou com uma firme enfiada de quadril, enquanto pegava os peitos da vizinha e apertava forte, gemendo de prazer. A vizinha limpou bem a pica dele, depois conversaram um pouco, se vestiram e combinaram de se encontrar de novo. Saí rápido, fui pra casa e no caminho encontrei a filha da vizinha voltando da escola. Cumprimentei educadamente e pensei: você vai encontrar sua mãe bem satisfeita.

7 comentários - El vergon de mi sobrino 4

Hermano que buen relato, espero la parte 5 y por favor subelo a ELITERELATOS.COM.