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No fim de semana seguinte não apareceu ninguém por aqui, já tava quase um mês sem dar uma foda, com meu irmão não tinha transado de novo desde a última vez que contei pra vocês, no meu quarto. Essa merda de não ter carro era um saco, eu já não aguentava mais ficar sozinha, então no fim de semana seguinte peguei o trem pra casa, pra ver meus pais, amigos, irmão e, principalmente, meu namorado.
Naquele fim de semana, a gente teve que se organizar um pouco pra sair. No fim, acabei saindo com a Sofia e as amigas dela e o Sergio, mas lá pela meia-noite a gente encontrou meu irmão, a Mônica, o Luís e outros amigos e amigas. A Sofia já tinha se agarrado no braço do Luís. A gente sempre ia pros mesmos lugares, então não era difícil se encontrar.
Sofia ficou de mal humor e vazou pra casa, Luis lá se envolveu com a mina nova, depois umas duas da manhã a Mônica chamou eu e o Sérgio pra ir na casa dela tomar a última, parece que os pais dela não estavam.
Fomos nós quatro pra lá, eu e o Sergio, a Moni e meu irmão.
Quando cheguei na casa dele, como já imaginava, meu irmão pegou um pouco de álcool. O Sergio não curte essas paradas, e eu também não gosto que tirem isso na frente dele. Então, pedindo desculpas, a gente vazou pra casa. O Sergio ficou puto da vida com isso e falou que queria ir embora. Ele me deixou em casa primeiro e me deu um beijo na boca. Pô, vou pra casa pra transar e me deparo com essa merda.
Já tava quase um mês sem dar uma foda, na cama, gosto de dormir com pijama de verão, sem sutiã, comecei a acariciar a buceta, aaaaaah que delícia, pelo menos quero que dure, vou mexer um pouco nas minhas tetonas e brincar com elas, vou meter um dedo bem devagar, pra durar um tempão, não quero gozar ainda, tô muito tesuda, tesuda demais.
Depois de um tempo brincando com meus joguinhos na cama, ouço uns barulhos, parecem risadas, e entram no meu quarto a Mônica e meu irmão, totalmente chapados.
— Mas o que vocês estão fazendo, são loucos?, eu disse, tirando a mão da buceta, eles não puderam me ver porque eu estava coberta.
– desculpa, maninha, meu irmão falou se jogando pra me dar dois beijos
— se o papai e a mamãe se levantarem, você vai ficar careca.
— Vem, Carlos, vamos embora, disse a Mônica.
— Cê não quer dormir com ela hoje?, falou meu irmão, se jogando na cama do meu lado.
— mas se tem dois quartos livres, ela disse Mônica
—anda que vai bem, falo pra Mônica
– vem aqui com a gente, meu irmão disse pra ela.
Mônica se aproximou, lembro que ela tava usando uma calça jeans e uma blusa de gola alta sem manga azul, e sentou na cama com a gente.
— minhas duas gostosas, disse meu irmão.
Ele sentou na cama atrás da Mônica, virou o rosto dela pra ele e deu um beijão na boca dela.
– verdade que minha namorada é gostosa, ela me disse
– sim, muito gostosa, falei pra ela, ainda tinha os bicos durinhos e dava pra ver através da pijama fina
Ela levantou o moletom e me mostrou os peitos enfiados num sutiã preto, tava uma gostosa com aquele cabelão cacheado que ela tem.
—olha que peitos gostosos ela tem, ele me disse acariciando os dois peitos
— as da sua irmã são mais bonitas, ele me falou
Não sei o que eles estavam querendo, me dar um show erótico ou algo assim, e estavam conseguindo.
– Quer pegar nelas?, meu irmão me perguntou.
– não, vão embora daqui.
Não me deram a mínima bola. Ele levantou o sutiã dela pra cima e começaram a se pegar ali mesmo, enquanto ele apalpava os peitos lindos dela, nem grandes nem pequenos, a um metro de mim. Não podia fazer escândalo nenhum pra não acordar meus pais, não sabia o que fazer e, pra piorar, tava com um tesão danado. Não sabia se ia embora e deixava os dois lá na minha cama ou o que fazer. A Mônica tirou a camiseta do meu irmão, e ele tirou o suéter dela, deixando ela só de sutiã por cima dos peitos. Bom, bom... e agora? Não sabia onde me enfiar.
— vou embora, falei pra elas me levantando.
Mônica se colocou atrás de mim, enfiou a mão pelo meu pijama e pegou nos meus dois peitos.
— Não quer nos ver foder?, ele disse enquanto amassava meus peitos.
— Não, Mônica, porra, isso é muito forte, que barato que eles estavam.
Meu irmão ficou na minha frente, e os dois me deixaram no meio, feito um sanduíche.
– essa não vai a lugar nenhum.
E dito isso, começou a me beijar no pescoço, a Mônica passando a mão nas minhas tetas, porra, um pouco mais e eu não ia conseguir parar.
— Olha que peitos mais lindos que sua irmã tem, disse Mônica para Carlos, levantando meu pijama com uma mão e apalpando meus peitos com a outra.
— ah, que gostosas, falou meu irmão
– pega nelas, são perfeitas, grandes, duras, olha que bicos
É que…
– Vamos, apalpa os peitos dela, não tem problema nenhum, porque tocar nos peitos dela não dá nada.
— Ei, não tenho nada pra falar, não?, falei pra eles.
Mónica desceu uma mão e enfiou por baixo da minha calcinha, igual da outra vez, só que agora desceu até meu buraquinho, que tava escorrendo igual uma fonte, e enfiou um dedinho.
– Fica quieta, morrendo de vontade que teu irmão passe a mão nas tuas tetas.
Dito isso, começou a me beijar nas orelhas, que jeito de chupar as orelhas, depois no pescoço e enquanto com o dedo na minha buceta, meu irmão começou a pegar nos meus peitos, apertava bem com as mãos e puxava eles pra cima
—Essa já tá tão gostosa quanto a gente, ou até mais, disse a Mônica.
— Adoro essas tetas, disse meu irmão.
– quer ver a pica do seu irmão?
— Nãaaaaao
– Você não gosta de como eu meto a mão na sua buceta enquanto ele apalpa seus peitos?
– Siiiiii. ahhhhhhh
– Não tem problema nenhum em ver a pica dele, Carlos, abaixa as calças.
E dito isso, meu irmão baixou a cueca dele e ficou com o pau todo apontando pro teto. Mônica puxou meu pijama e calcinha pra baixo, deixando minha buceta no ar.
– chega mais e passa a pica na rachadinha dela, ele falou pro meu irmão.
Continuavam do mesmo jeito, meu irmão na frente, elas atrás, acariciando minha buceta, os dois me segurando. A gente tava de pé no meio do quarto, meu irmão chegou perto e encostou a pica na minha buceta.
– aaaaaaahhhhh, Jadee
– você gostou?, viu que pau que seu irmão tem?
– Sim,
– É grande
– Adoro passar por essa rachadinha, disse meu irmão.
– Coloca na entrada e mexe um pouquinho pra cima e pra baixo.
– Ahhhhhh, continua, continua, eu falei
— Cê gosta? — disse a Mônica.
– Siiiiii
– Quer que seu próprio irmão te coma, Mônica?
– Siiiiiiiiiii, tô doida pra isso
– Nunca teve uma pica tão grande pra você
– É uma puta de peitão, disse meu irmão
— Tá escorrendo a puta, disse a Mônica.
Do jeito que tava, a Mônica tirou a calça e ficou só de fio-dental preto, ainda com o sutiã por cima dos peitos dela.
– pois é, capaz que você fique na vontade, kkkkk.
E aí ele se aproximou do meu irmão, me separou dele, se abaixou e enfiou a pica toda na boca – uhmmmmmmmmmmmm. Que delícia, essa aqui é só minha.
Fiquei ali parada, com os peitos de fora, a calça do pijama no chão junto com a minha calcinha, vendo a cena. Que jeito de chupar um pau, hein. Ela dava um tapa no cabelão cacheado dela, jogava pra um lado enquanto chupava a rola.
– Já viu como se chupa uma rola?, meu irmão me disse.
– ela morre de vontade de te chupar, disse Mônica
– vocês são uns filhos da puta!!!!!!!!!!
— Se quer esta aqui, disse Mônica, chega mais e passa a mão na minha bunda.
Estava de quatro, me aproximei e toquei naquele cuzinho lindo de modelo, que macio, enquanto ela chupava a pica do meu irmão.
– me beija, ela disse.
Comecei a dar uns beijinhos na bunda dela.
– tira o fio dental, puta!!!!!
Comecei a puxar pra baixo, aí ela me ajudou a tirar quando chegou na altura dos joelhos. Fiquei ali parada olhando ela chupar ele, enquanto eu segurava a calcinha fio dental dela na mão que nem uma otária.
– come minha bunda, ela me disse abrindo ela com uma mão.
Era minha primeira vez chupando a bunda de uma mina, como ela parecia apertadinha.
— Sua irmãzinha chupa bem a bunda, a Mônica falou pra ele
– é uma boa puta
— que língua quentinha você tem, já não aguento mais.
Derribo meu irmão no quarto e ele ficou por cima, enfiando toda a pica dele.
– ahhhhhh, que pau, que gostoso.
Era uma delícia ver aquela gostosa cavalgando na pica do meu irmão.
— Shhhhhhh, vocês tão fazendo muito barulho, vamos pra baixo, ele disse.
Meu irmão levou a Mónica transando com o pau dentro, foi assim pelo corredor e desceu as escadas. Eu vesti o pijama inteiro, pelo menos assim meus pais não ouviam a gente lá embaixo na sala. Meu irmão se jogou no sofá e a outra não parava de gemer.
– siiiim, siiiiiim, me fode, vem Marta, pega nos meus peitos, pega neles.
Adorava aqueles peitos dela, menores que os meus, mas bem cuidados que ela tinha. Eu apertava eles por trás, enquanto ela cavalgava no meu irmão, e se acabou em cima dele.
– vamos ver como você chupa.
Engoli a pica do meu irmão ali no sofá, sob o olhar atento da Mônica.
– nunca tinha visto uma mina tão puta que morre de vontade de chupar a pica do próprio irmão.
Tudo que a Mônica falava me deixava mais com tesão e eu continuei comendo ela. Agora foi ela quem ficou atrás, abaixou minha calça de pijama e começou a chupar minha bunda.
– que buceta de puta, com certeza vários caras já te comeram aqui
Deus ia me gozar de um momento pro outro.
— Deita no sofá, me disse a Mônica.
— Essa quer dar, disse meu irmão.
– fica por cima dela e passa a pica na rachinha, sem enfiar!!!!
— Ah, que bucetinha gostosa, disse meu irmão, olha como ela esfrega meu pau.
– Ahhhhhh, ahhhhh, eu falei, ME COME, ME COME!!!!!!!!!!!!
— Não ouvi direito, diz que é uma puta, que quer que eu meta, disse Mônica.
– SOU UMA VADIA, DEIXA EU SER COMIDA PELO MEU PRÓPRIO IRMÃO, SIIIIIM, NÃO AGUENTO MAIS.
Peguei na pica do meu irmão e enfiei um pouquinho
– aaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiiiiiiiim
– Quem te deu permissão pra foder com meu namorado? Tira essa pica pra fora.
Meu irmão tirou a pica dele e sentou no sofá.
— Se quiser foder agora, vai ter que ser pelo cu, disse a Mônica.
— Você é uma puta, eu falei enquanto me colocava submissa de quatro no sofá.
– esfrega ela no cu e na buceta
– você vai me matar, porra, eu disse pra ele enquanto mexia a cintura em círculos com o pau do meu irmão brincando na minha buceta e no meu cu
– vai, METE NESSA BUCETA NO CU DELA, sua puta
– SIIIIIIIII, ME COME.
Ele meteu em nada, já tava molhadinha, até o cu tava encharcado.
-ahaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiii, me dá no cu, no cu.
Deu uns cinco ou seis vai e vem, secos, de repente.
—Tira ela do cu, disse a Mônica, meu irmão tirou.
– queeeeeeeeeeeeeee? Eu falei, rebolando minha bunda em círculos procurando a piroca dele.
– essa vadia perdida, essa puta, disse Mônica se colocando atrás de mim e enfiando dois dedos na minha buceta por trás, na posição de quatro que eu estava.
— Já sabia que era uma putinha, disse meu irmão.
Mônica pegou a rola do meu irmão que brincava entre minhas pernas, bateu uma punheta nela um pouquinho, sentia as batidinhas dela nas minhas coxas e depois enfiou ela na minha buceta.
– aaaaaaah, que delícia, gritei quase gozando
Vamos foder essa putinha, come ela.
– siiiiiiiiii, me fode, me fode, sou uma puta.
Mônica se colocou na minha frente e abriu as pernas bem na minha cara, meu irmão me comia de quatro e eu tinha a buceta da Moni bem ali na minha frente.
– chupa minha buceta, ela disse puxando meu cabelo pra dentro da rachadinha dela
– ahhhhhh, puta, assim que se faz, assim que se faz,
– ahhhhh, que delícia, que delícia, que buceta mais gostosa, falei eu
– você gosta?, Carlos ENFIA NO CU!!!!!!!!.
De novo ele enfiou no meu cu, eu já ia gozar
– SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, MAAAAAAAAAAAISSSSSSSS, ARREBENTA MEU CÚUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
Gozei enquanto a Mônica esmagava minha cara contra a boceta dela com as duas mãos, e ela gozava junto comigo.
– AHHHHHHHHHHH,!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PUTAAAAAAAAAA, PUTAAAAAAAAAAA ZORRRRRAAAAAAAAAAAA,!!!!!!!!
Ficamos um instante ofegantes as duas, mas meu irmão continuava furando meu cu. Me virei e tirei o pau dele de dentro de mim. Mônica se levantou, agarrou a rola do meu irmão e começou a bater uma pra ele.
– Vem aqui, ele me disse, quero bater uma pra você e quero que goze na sua cara, quero ver sua cara cheia do leite do seu irmão.
Eu fiquei de quatro, meti na boca o pau que tinha acabado de estar no meu cu, e a Mônica batia uma pra ele.
— GOZA NA MINHA BOCA, GOZA NA MINHA BOCA, eu pedia enquanto a Mónica continuava na dela.
– Sim, vamos gozar na boca dela, na boca da puta gostosa da sua irmã, goza na boca da sua irmãzinha.
Dito isso, meu irmão gozou na minha cara.
– TOMAAAAAAAAAAA MEU LEITEEEEEEEEEEEEEIRMÃZINHAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!
– AÍÍÍÍÍÍ, AÍÍÍÍÍÍÍ, CORRE NA MINHA CARA
– GOZA TUDO, GOZA TUDO.
Ela deixou minha cara toda melada de porra, tinha pra todo lado, no olho, na boca caiu dois jatos. A Mônica se abaixou onde tava e limpou todo o leitinho com a boca dela, foi maravilhoso sentir a língua dela por toda a cara, enquanto meu irmão caía exausto no sofá.
Depois fui pra cama e deixei os dois no sofá. No dia seguinte, tinha combinado com o Sergio de ir tomar um negócio e me acompanhar até a estação. Sei lá, talvez peça pro meu irmão me levar e a Mônica ir junto também pra ele não voltar sozinho.
continua
fonte: marqueze.net
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No fim de semana seguinte não apareceu ninguém por aqui, já tava quase um mês sem dar uma foda, com meu irmão não tinha transado de novo desde a última vez que contei pra vocês, no meu quarto. Essa merda de não ter carro era um saco, eu já não aguentava mais ficar sozinha, então no fim de semana seguinte peguei o trem pra casa, pra ver meus pais, amigos, irmão e, principalmente, meu namorado.
Naquele fim de semana, a gente teve que se organizar um pouco pra sair. No fim, acabei saindo com a Sofia e as amigas dela e o Sergio, mas lá pela meia-noite a gente encontrou meu irmão, a Mônica, o Luís e outros amigos e amigas. A Sofia já tinha se agarrado no braço do Luís. A gente sempre ia pros mesmos lugares, então não era difícil se encontrar.
Sofia ficou de mal humor e vazou pra casa, Luis lá se envolveu com a mina nova, depois umas duas da manhã a Mônica chamou eu e o Sérgio pra ir na casa dela tomar a última, parece que os pais dela não estavam.
Fomos nós quatro pra lá, eu e o Sergio, a Moni e meu irmão.
Quando cheguei na casa dele, como já imaginava, meu irmão pegou um pouco de álcool. O Sergio não curte essas paradas, e eu também não gosto que tirem isso na frente dele. Então, pedindo desculpas, a gente vazou pra casa. O Sergio ficou puto da vida com isso e falou que queria ir embora. Ele me deixou em casa primeiro e me deu um beijo na boca. Pô, vou pra casa pra transar e me deparo com essa merda.
Já tava quase um mês sem dar uma foda, na cama, gosto de dormir com pijama de verão, sem sutiã, comecei a acariciar a buceta, aaaaaah que delícia, pelo menos quero que dure, vou mexer um pouco nas minhas tetonas e brincar com elas, vou meter um dedo bem devagar, pra durar um tempão, não quero gozar ainda, tô muito tesuda, tesuda demais.
Depois de um tempo brincando com meus joguinhos na cama, ouço uns barulhos, parecem risadas, e entram no meu quarto a Mônica e meu irmão, totalmente chapados.
— Mas o que vocês estão fazendo, são loucos?, eu disse, tirando a mão da buceta, eles não puderam me ver porque eu estava coberta.
– desculpa, maninha, meu irmão falou se jogando pra me dar dois beijos
— se o papai e a mamãe se levantarem, você vai ficar careca.
— Vem, Carlos, vamos embora, disse a Mônica.
— Cê não quer dormir com ela hoje?, falou meu irmão, se jogando na cama do meu lado.
— mas se tem dois quartos livres, ela disse Mônica
—anda que vai bem, falo pra Mônica
– vem aqui com a gente, meu irmão disse pra ela.
Mônica se aproximou, lembro que ela tava usando uma calça jeans e uma blusa de gola alta sem manga azul, e sentou na cama com a gente.
— minhas duas gostosas, disse meu irmão.
Ele sentou na cama atrás da Mônica, virou o rosto dela pra ele e deu um beijão na boca dela.
– verdade que minha namorada é gostosa, ela me disse
– sim, muito gostosa, falei pra ela, ainda tinha os bicos durinhos e dava pra ver através da pijama fina
Ela levantou o moletom e me mostrou os peitos enfiados num sutiã preto, tava uma gostosa com aquele cabelão cacheado que ela tem.
—olha que peitos gostosos ela tem, ele me disse acariciando os dois peitos
— as da sua irmã são mais bonitas, ele me falou
Não sei o que eles estavam querendo, me dar um show erótico ou algo assim, e estavam conseguindo.
– Quer pegar nelas?, meu irmão me perguntou.
– não, vão embora daqui.
Não me deram a mínima bola. Ele levantou o sutiã dela pra cima e começaram a se pegar ali mesmo, enquanto ele apalpava os peitos lindos dela, nem grandes nem pequenos, a um metro de mim. Não podia fazer escândalo nenhum pra não acordar meus pais, não sabia o que fazer e, pra piorar, tava com um tesão danado. Não sabia se ia embora e deixava os dois lá na minha cama ou o que fazer. A Mônica tirou a camiseta do meu irmão, e ele tirou o suéter dela, deixando ela só de sutiã por cima dos peitos. Bom, bom... e agora? Não sabia onde me enfiar.
— vou embora, falei pra elas me levantando.
Mônica se colocou atrás de mim, enfiou a mão pelo meu pijama e pegou nos meus dois peitos.
— Não quer nos ver foder?, ele disse enquanto amassava meus peitos.
— Não, Mônica, porra, isso é muito forte, que barato que eles estavam.
Meu irmão ficou na minha frente, e os dois me deixaram no meio, feito um sanduíche.
– essa não vai a lugar nenhum.
E dito isso, começou a me beijar no pescoço, a Mônica passando a mão nas minhas tetas, porra, um pouco mais e eu não ia conseguir parar.
— Olha que peitos mais lindos que sua irmã tem, disse Mônica para Carlos, levantando meu pijama com uma mão e apalpando meus peitos com a outra.
— ah, que gostosas, falou meu irmão
– pega nelas, são perfeitas, grandes, duras, olha que bicos
É que…
– Vamos, apalpa os peitos dela, não tem problema nenhum, porque tocar nos peitos dela não dá nada.
— Ei, não tenho nada pra falar, não?, falei pra eles.
Mónica desceu uma mão e enfiou por baixo da minha calcinha, igual da outra vez, só que agora desceu até meu buraquinho, que tava escorrendo igual uma fonte, e enfiou um dedinho.
– Fica quieta, morrendo de vontade que teu irmão passe a mão nas tuas tetas.
Dito isso, começou a me beijar nas orelhas, que jeito de chupar as orelhas, depois no pescoço e enquanto com o dedo na minha buceta, meu irmão começou a pegar nos meus peitos, apertava bem com as mãos e puxava eles pra cima
—Essa já tá tão gostosa quanto a gente, ou até mais, disse a Mônica.
— Adoro essas tetas, disse meu irmão.
– quer ver a pica do seu irmão?
— Nãaaaaao
– Você não gosta de como eu meto a mão na sua buceta enquanto ele apalpa seus peitos?
– Siiiiii. ahhhhhhh
– Não tem problema nenhum em ver a pica dele, Carlos, abaixa as calças.
E dito isso, meu irmão baixou a cueca dele e ficou com o pau todo apontando pro teto. Mônica puxou meu pijama e calcinha pra baixo, deixando minha buceta no ar.
– chega mais e passa a pica na rachadinha dela, ele falou pro meu irmão.
Continuavam do mesmo jeito, meu irmão na frente, elas atrás, acariciando minha buceta, os dois me segurando. A gente tava de pé no meio do quarto, meu irmão chegou perto e encostou a pica na minha buceta.
– aaaaaaahhhhh, Jadee
– você gostou?, viu que pau que seu irmão tem?
– Sim,
– É grande
– Adoro passar por essa rachadinha, disse meu irmão.
– Coloca na entrada e mexe um pouquinho pra cima e pra baixo.
– Ahhhhhh, continua, continua, eu falei
— Cê gosta? — disse a Mônica.
– Siiiiii
– Quer que seu próprio irmão te coma, Mônica?
– Siiiiiiiiiii, tô doida pra isso
– Nunca teve uma pica tão grande pra você
– É uma puta de peitão, disse meu irmão
— Tá escorrendo a puta, disse a Mônica.
Do jeito que tava, a Mônica tirou a calça e ficou só de fio-dental preto, ainda com o sutiã por cima dos peitos dela.
– pois é, capaz que você fique na vontade, kkkkk.
E aí ele se aproximou do meu irmão, me separou dele, se abaixou e enfiou a pica toda na boca – uhmmmmmmmmmmmm. Que delícia, essa aqui é só minha.
Fiquei ali parada, com os peitos de fora, a calça do pijama no chão junto com a minha calcinha, vendo a cena. Que jeito de chupar um pau, hein. Ela dava um tapa no cabelão cacheado dela, jogava pra um lado enquanto chupava a rola.
– Já viu como se chupa uma rola?, meu irmão me disse.
– ela morre de vontade de te chupar, disse Mônica
– vocês são uns filhos da puta!!!!!!!!!!
— Se quer esta aqui, disse Mônica, chega mais e passa a mão na minha bunda.
Estava de quatro, me aproximei e toquei naquele cuzinho lindo de modelo, que macio, enquanto ela chupava a pica do meu irmão.
– me beija, ela disse.
Comecei a dar uns beijinhos na bunda dela.
– tira o fio dental, puta!!!!!
Comecei a puxar pra baixo, aí ela me ajudou a tirar quando chegou na altura dos joelhos. Fiquei ali parada olhando ela chupar ele, enquanto eu segurava a calcinha fio dental dela na mão que nem uma otária.
– come minha bunda, ela me disse abrindo ela com uma mão.
Era minha primeira vez chupando a bunda de uma mina, como ela parecia apertadinha.
— Sua irmãzinha chupa bem a bunda, a Mônica falou pra ele
– é uma boa puta
— que língua quentinha você tem, já não aguento mais.
Derribo meu irmão no quarto e ele ficou por cima, enfiando toda a pica dele.
– ahhhhhh, que pau, que gostoso.
Era uma delícia ver aquela gostosa cavalgando na pica do meu irmão.
— Shhhhhhh, vocês tão fazendo muito barulho, vamos pra baixo, ele disse.
Meu irmão levou a Mónica transando com o pau dentro, foi assim pelo corredor e desceu as escadas. Eu vesti o pijama inteiro, pelo menos assim meus pais não ouviam a gente lá embaixo na sala. Meu irmão se jogou no sofá e a outra não parava de gemer.
– siiiim, siiiiiim, me fode, vem Marta, pega nos meus peitos, pega neles.
Adorava aqueles peitos dela, menores que os meus, mas bem cuidados que ela tinha. Eu apertava eles por trás, enquanto ela cavalgava no meu irmão, e se acabou em cima dele.
– vamos ver como você chupa.
Engoli a pica do meu irmão ali no sofá, sob o olhar atento da Mônica.
– nunca tinha visto uma mina tão puta que morre de vontade de chupar a pica do próprio irmão.
Tudo que a Mônica falava me deixava mais com tesão e eu continuei comendo ela. Agora foi ela quem ficou atrás, abaixou minha calça de pijama e começou a chupar minha bunda.
– que buceta de puta, com certeza vários caras já te comeram aqui
Deus ia me gozar de um momento pro outro.
— Deita no sofá, me disse a Mônica.
— Essa quer dar, disse meu irmão.
– fica por cima dela e passa a pica na rachinha, sem enfiar!!!!
— Ah, que bucetinha gostosa, disse meu irmão, olha como ela esfrega meu pau.
– Ahhhhhh, ahhhhh, eu falei, ME COME, ME COME!!!!!!!!!!!!
— Não ouvi direito, diz que é uma puta, que quer que eu meta, disse Mônica.
– SOU UMA VADIA, DEIXA EU SER COMIDA PELO MEU PRÓPRIO IRMÃO, SIIIIIM, NÃO AGUENTO MAIS.
Peguei na pica do meu irmão e enfiei um pouquinho
– aaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiiiiiiiim
– Quem te deu permissão pra foder com meu namorado? Tira essa pica pra fora.
Meu irmão tirou a pica dele e sentou no sofá.
— Se quiser foder agora, vai ter que ser pelo cu, disse a Mônica.
— Você é uma puta, eu falei enquanto me colocava submissa de quatro no sofá.
– esfrega ela no cu e na buceta
– você vai me matar, porra, eu disse pra ele enquanto mexia a cintura em círculos com o pau do meu irmão brincando na minha buceta e no meu cu
– vai, METE NESSA BUCETA NO CU DELA, sua puta
– SIIIIIIIII, ME COME.
Ele meteu em nada, já tava molhadinha, até o cu tava encharcado.
-ahaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiii, me dá no cu, no cu.
Deu uns cinco ou seis vai e vem, secos, de repente.
—Tira ela do cu, disse a Mônica, meu irmão tirou.
– queeeeeeeeeeeeeee? Eu falei, rebolando minha bunda em círculos procurando a piroca dele.
– essa vadia perdida, essa puta, disse Mônica se colocando atrás de mim e enfiando dois dedos na minha buceta por trás, na posição de quatro que eu estava.
— Já sabia que era uma putinha, disse meu irmão.
Mônica pegou a rola do meu irmão que brincava entre minhas pernas, bateu uma punheta nela um pouquinho, sentia as batidinhas dela nas minhas coxas e depois enfiou ela na minha buceta.
– aaaaaaah, que delícia, gritei quase gozando
Vamos foder essa putinha, come ela.
– siiiiiiiiii, me fode, me fode, sou uma puta.
Mônica se colocou na minha frente e abriu as pernas bem na minha cara, meu irmão me comia de quatro e eu tinha a buceta da Moni bem ali na minha frente.
– chupa minha buceta, ela disse puxando meu cabelo pra dentro da rachadinha dela
– ahhhhhh, puta, assim que se faz, assim que se faz,
– ahhhhh, que delícia, que delícia, que buceta mais gostosa, falei eu
– você gosta?, Carlos ENFIA NO CU!!!!!!!!.
De novo ele enfiou no meu cu, eu já ia gozar
– SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, MAAAAAAAAAAAISSSSSSSS, ARREBENTA MEU CÚUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU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Gozei enquanto a Mônica esmagava minha cara contra a boceta dela com as duas mãos, e ela gozava junto comigo.
– AHHHHHHHHHHH,!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PUTAAAAAAAAAA, PUTAAAAAAAAAAA ZORRRRRAAAAAAAAAAAA,!!!!!!!!
Ficamos um instante ofegantes as duas, mas meu irmão continuava furando meu cu. Me virei e tirei o pau dele de dentro de mim. Mônica se levantou, agarrou a rola do meu irmão e começou a bater uma pra ele.
– Vem aqui, ele me disse, quero bater uma pra você e quero que goze na sua cara, quero ver sua cara cheia do leite do seu irmão.
Eu fiquei de quatro, meti na boca o pau que tinha acabado de estar no meu cu, e a Mônica batia uma pra ele.
— GOZA NA MINHA BOCA, GOZA NA MINHA BOCA, eu pedia enquanto a Mónica continuava na dela.
– Sim, vamos gozar na boca dela, na boca da puta gostosa da sua irmã, goza na boca da sua irmãzinha.
Dito isso, meu irmão gozou na minha cara.
– TOMAAAAAAAAAAA MEU LEITEEEEEEEEEEEEEIRMÃZINHAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!
– AÍÍÍÍÍÍ, AÍÍÍÍÍÍÍ, CORRE NA MINHA CARA
– GOZA TUDO, GOZA TUDO.
Ela deixou minha cara toda melada de porra, tinha pra todo lado, no olho, na boca caiu dois jatos. A Mônica se abaixou onde tava e limpou todo o leitinho com a boca dela, foi maravilhoso sentir a língua dela por toda a cara, enquanto meu irmão caía exausto no sofá.
Depois fui pra cama e deixei os dois no sofá. No dia seguinte, tinha combinado com o Sergio de ir tomar um negócio e me acompanhar até a estação. Sei lá, talvez peça pro meu irmão me levar e a Mônica ir junto também pra ele não voltar sozinho.
continua
fonte: marqueze.net
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