Mis Amigos VIII

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No fim de semana seguinte não apareceu ninguém por aqui, já tava quase um mês sem dar uma foda, com meu irmão não tinha transado de novo desde a última vez que contei pra vocês no meu quarto. Essa merda de não ter carro era um saco, eu já não aguentava mais sozinha, então no fim de semana seguinte peguei o trem pra casa, pra ver meus pais, amigos, irmão e, principalmente, meu namorado.

Naquele fim de semana, a gente teve que se organizar um pouco pra sair. No fim, acabei saindo com a Sofia e as amigas dela e o Sergio, mas à meia-noite a gente encontrou meu irmão, a Mônica, o Luís e outros amigos e amigas. A Sofia já tinha se agarrado no braço do Luís. A gente sempre ia pros mesmos lugares, então não era difícil se encontrar.

Sofia ficou de mal humor e vazou pra casa, Luis lá se envolveu com a menina nova, depois umas duas da manhã a Mônica chamou eu e o Sergio pra ir na casa dela tomar a última, parece que os pais dela não estavam.

Nós quatro fomos pra lá, eu e o Sergio, a Moni e meu irmão.

Quando cheguei na casa dele, como eu já imaginava, meu irmão pegou um pouco de álcool. O Sergio não curte essas paradas, e eu também não gosto que tirem isso na frente dele, então pedindo desculpas, a gente foi embora pra casa. O Sergio ficou muito puto com isso e falou que queria ir pra casa dele. Ele me deixou em casa primeiro e me deu um beijo na boca, olha só, eu venho pra trepar em casa e me deparo com essa merda.

Já tava quase um mês sem dar uma foda, na cama, gosto de dormir com pijama de verão, sem sutiã, comecei a acariciar a buceta, aaaaaah que delícia, pelo menos quero que dure, vou mexendo um pouco nas minhas tetonas e brincando com elas, vou meter um dedo longo, pra durar um bom tempo, não quero gozar ainda, tô muito tesuda, tesuda demais.

Depois de um tempinho brincando com meus joguinhos na cama, ouço uns barulhos, tipo risadas, e entram no meu quarto a Mônica e meu irmão, completamente chapados.

— Mas o que vocês estão fazendo, são loucos?, eu disse, tirando a mão da buceta, eles não puderam me ver porque eu estava coberta.

– desculpa, maninha, meu irmão falou se jogando pra me dar dois beijos

— assim que papai e mamãe se levantarem, tu vai ficar careca,

— Vem, Carlos, vamos embora, disse a Mônica.

— Cê não quer dormir com ela hoje?, falou meu irmão, se jogando na minha cama do meu lado.

— mas se tem dois quartos vagos, ela disse Mônica

— Anda que vai bem, falo pra Mônica

– vem aqui com a gente, meu irmão disse pra ela.

Mônica se aproximou, lembro que ela tava usando uma calça jeans e uma blusa de gola alta sem manga azul, e sentou na cama com a gente.

— minhas duas gostosas, disse meu irmão.

Ele sentou na cama atrás da Mônica, virou o rosto dela pra ele e deu um beijão.

– verdade que minha namorada é gostosa, ela me disse

— sim, muito gostosa, falei pra ela, ainda tinha os bicos durinhos e dava pra ver através do pijama fino.

Ela levantou o moletom e me mostrou os peitos enfiados num sutiã preto, tava uma gostosa com aquele cabelo comprido e cacheado dela.

— olha que peitos gostosos ela tem, ele me disse acariciando os dois peitos

— as da sua irmã são mais bonitas, ele me disse

Não sei o que eles estavam querendo, me dar um recital erótico ou algo assim, e estavam conseguindo.

— Quer pegar nelas? — meu irmão me perguntou.

— não, vão embora daqui.

Não me deram a mínima bola. Ele levantou o sutiã dela pra cima e começaram a se pegar ali mesmo, enquanto ele apalpava os peitos lindos dela, nem grandes nem pequenos, a um metro de mim. Não podia fazer escândalo pra não acordar meus pais, não sabia o que fazer e ainda por cima tava com um tesão danado. Não sabia se ia embora e deixava eles lá na minha cama ou o que fazer. A Mônica tirou a camiseta do meu irmão, e ele tirou o suéter dela, deixando ela só de sutiã por cima dos peitos. Bom, bom... o que eu faço? Não sabia onde me enfiar.

— vou embora, falei pra eles me levantando.

Mônica ficou atrás de mim, enfiou a mão pelo meu pijama e pegou nas minhas duas tetas.

— Você não quer nos ver foder?, ela disse enquanto amassava meus peitos.

— Não, Mônica, porra, isso é muito forte, que barato que elas tavam.

Meu irmão ficou na minha frente, e os dois me deixaram no meio, feito um sanduíche.

– essa não vai a lugar nenhum.

E dito isso, começou a me beijar no pescoço, a Mônica passando a mão nas minhas tetas, porra, um pouco mais e eu não ia conseguir parar.

— Olha que peitos mais gostosos sua irmã tem, disse a Mônica pro Carlos levantando minha camisola com uma mão e apalpando meus peitos com a outra.

— ah, que gostosas, falou meu irmão

– pega nelas, são perfeitas, grandes, duras, olha que bicos

É que…

– Vamos, pega nos peitos dela, não tem problema nenhum, pode pegar.

— Ei, não tenho nada a dizer, tá? Falei pra eles.

Mónica desceu uma mão e enfiou por dentro da minha calcinha, igual da outra vez, só que agora desceu até meu buraquinho, que tava escorrendo igual uma fonte, e enfiou um dedinho.

– Fica quieta, tá morrendo de vontade de que teu irmão passe a mão nas tuas tetas.

Dito isso, começou a me beijar nas orelhas, que jeito de chupar as orelhas, depois no pescoço e enquanto com o dedo na minha buceta, meu irmão começou a pegar nos meus peitos, agarrava bem com as mãos e puxava eles pra cima.

— essa já tá tão gostosa quanto a gente, ou até mais, disse a Mônica

— Adoro essas tetas, disse meu irmão.

– quer ver a pica do seu irmão?

— Nããããooooo

– Você não gosta de como eu meto a mão na sua buceta enquanto ele apalpa seus peitos?

– Siiiiii. ahhhhhhh

– Não tem nada demais ver a pica dele, Carlos, abaixa as calças.

E dito isso, meu irmão baixou a calça dele e ficou com o pau todo apontando pro teto. Mônica puxou meu pijama e calcinha pra baixo, deixando minha buceta no ar.

– chega mais e passa essa pica na rachadinha dela, ele falou pro meu irmão.

Continuavam do mesmo jeito, meu irmão na frente, elas atrás, acariciando minha buceta, os dois me segurando. A gente tava de pé no meio do quarto, meu irmão chegou perto e encostou a piroca na minha buceta.

– aaaaaaahhhh, Jadeee

– você gostou?, viu que pau que seu irmão tem?

– Sim,

– É grande.

– Adoro passar nessa rachinha, disse meu irmão.

– Coloca na entrada e mexe um pouquinho pra cima e pra baixo.

– Ahhhhhh, continua, continua, eu falei

— Cê gosta? — disse a Mônica.

– Siiiiim

– Quer que seu próprio irmão te coma?, disse Mônica

– Siiiiiiiii, tô doida pra isso

– Nunca teve uma pica tão grande pra você

– É uma puta de peitão, disse meu irmão

— A buceta tá escorrendo, a putinha, disse a Mônica.

Do jeito que tava, Mônica tirou a calça e ficou só de fio-dental preto, ainda com o sutiã por cima dos peitos.

– pois é, capaz que você fique na vontade, hahaha.

E aí ele se aproximou do meu irmão, me separou dele, se abaixou e enfiou a pica toda na boca – uhmmmmmmmmmmmm. Que gostoso, essa aqui é só minha.

Fiquei ali parada, com os peitos de fora, a calça do pijama no chão junto com a calcinha, vendo a cena. Que jeito de chupar uma pica, hein. Ela dava um tapa no cabelão cacheado dela e jogava pra um lado enquanto chupava o pau.

– Já viu como se chupa uma pica?, meu irmão me disse.

– ela morre de vontade de te chupar, disse a Mônica

– vocês são uns filhos da puta!!!!!!!!!!

— Se quer essa aqui, disse Mônica, chega mais e passa a mão na minha bunda.

Eu tava de quatro, me aproximei e passei a mão naquele cuzinho pequeno e gostoso de modelo, que macio, enquanto ela chupava o pau do meu irmão.

– me beija, ela disse.

Comecei a dar uns beijinhos na bunda dela.

– tira o fio dental, puta !!!!!.

Comecei a puxar pra baixo, aí ela me ajudou a tirar quando chegou na altura dos joelhos. Fiquei ali parada olhando ela chupar ele, enquanto eu segurava a calcinha fio dental dela na mão que nem uma idiota.

– come minha buceta, ela me disse abrindo ela com uma mão.

Era a primeira vez que eu chupava a bunda de uma mina, como ela parecia apertadinha.

— sua irmãzinha chupa bem essa buceta, a Mônica falou pra ele

– é uma boa puta

— que língua quentinha você tem, já não aguento mais.

Joguei meu irmão no quarto e montei em cima dele, enfiando toda a pica.

– ahhhhhh, que pau, que gostoso.

Era uma delícia ver aquela gostosa cavalgando na pica do meu irmão

— Shhhhhhh, vocês tão fazendo muito barulho, vamos pra baixo, ele disse.

Meu irmão levou a Mônica transando com o pau dentro, foi assim pelo corredor e desceu as escadas. Eu coloquei o pijama inteiro, pelo menos assim meus pais não ouviam a gente lá embaixo na sala. Meu irmão se jogou no sofá e a outra não parava de gemer.

– siiiim, siiiiiim, me fode, vem Marta, pega nos meus peitos, pega neles.

Adorava aqueles peitos, menores que os meus, mas ela cuidava tão bem deles. Eu apertava eles por trás, enquanto ela cavalgava no meu irmão, e se acabou em cima dele.

– vamos ver como você chupa.

Engoli a pica do meu irmão ali no sofá, sob o olhar atento da Mônica.

– nunca tinha visto uma mina tão puta que morre de vontade de chupar a pica do próprio irmão.

Tudo que a Mônica falava me deixava mais excitada e eu continuei chupando ela, agora foi ela quem ficou atrás, baixou minha calça de pijama e começou a chupar minha buceta.

– que buceta de puta, com certeza vários caras já te comeram aqui

Deus ia me gozar a qualquer momento.

— Deita no sofá, a Mônica me disse.

— Essa aí quer dar, disse meu irmão.

– fica por cima dela e passa a pica na rachinha, sem enfiar!!!!

— Ah, que bucetinha gostosa, disse meu irmão, olha como ela esfrega meu pau

– Ahhhhhh, ahhhhh, eu falei, ME COME, ME COME!!!!!!!!!!!!

— Não ouvi direito, diz que é uma puta, que quer que eu meta, disse Mônica.

– SOU UMA VADIA, DEIXA MEU PRÓPRIO IRMÃO ME COMER, SIIIIIM, NÃO AGUENTO MAAAAAIS.

Peguei na pica do meu irmão e enfiei um pouquinho.

– ahhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiii

– Quem te deu permissão pra dar pra cima do meu namorado?, tira a pica pra fora.

Meu irmão tirou a pica dele e sentou no sofá.

– Se quiser foder agora, vai ter que ser pelo cu, disse Mônica.

— Você é uma puta, eu disse enquanto me colocava de quatro no sofá, toda submissa.

– esfrega ela no cu e na buceta

– você vai me matar, porra, falei enquanto mexia a cintura em círculos com a pica do meu irmão brincando na minha buceta e no meu cu

– anda, METE NESSA BUCETA DE PUTA,

– SIIIIIIIII, ME COME.

Enfiou em nada, tava toda molhada, até a buceta tava encharcada.

-ahaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiii, me dá no cu, no cu.

Deu umas cinco ou seis reboladas, secas, de repente.

—Tira ela do cu, disse a Mônica, meu irmão tirou ela.

– quêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê? Eu disse, rebolando a bunda em círculos procurando a pica dele.

– essa vadia perdida, essa puta, disse Mônica se colocando atrás de mim e enfiando dois dedos na minha buceta por trás, na posição de quatro que eu estava.

— Já sabia que era uma putinha, disse meu irmão.

Mônica pegou a rola do meu irmão que brincava entre minhas pernas, bateu uma punheta nela um pouquinho, sentia as batidinhas dela nas minhas coxas e depois enfiou no meu cuzinho.

– aaaaaaah, que delícia, eu gritei quase gozando

Vamos foder essa putinha, come ela.

– siiiiiiiiii, me fode, me fode, sou uma puta.

Mônica se colocou na minha frente e abriu as pernas bem na minha cara, meu irmão me comia de quatro e eu tinha a buceta da Moni bem ali.

—me chupa a buceta, ela disse puxando meu cabelo pra dentro do buraquinho dela

– ahhhhhh, puta, é assim que se faz, é assim que se faz,

– ahhhhh, que delícia, que delícia, que buceta mais gostosa, falei eu

– você gosta?, Carlos METE NO CU DELA!!!!!!!!.

De novo ele enfiou no meu cu, eu já ia gozar.

– SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, MAAAAAAAAAAAISSSSSSSS, ARREBENTA MINHA BUCETAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!

Gozei enquanto a Mônica esmagava minha cara contra a boceta dela com as duas mãos, e ela gozava junto comigo.

– AHHHHHHHHHHH,!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PUTAAAAAAAAAA, PUTAAAAAAAAAAA ZORRRRRAAAAAAAAAAAA,!!!!!!!!

Ficamos um tempinho ofegantes as duas, mas meu irmão continuava furando meu cu. Me virei e tirei ele de dentro de mim. Mônica se levantou, pegou na pica do meu irmão e começou a bater uma pra ele.

– Vem aqui, ele me disse, quero bater uma pra você e quero que goze na sua cara, quero ver seu rosto todo melado de porra do seu irmão.

Eu fiquei de quatro, enfiei o pau que tinha acabado de estar no meu cu na minha boca e a Mônica batia uma pra ele.

– GOZA NA MINHA BOCA, GOZA NA MINHA BOCA, eu pedia enquanto a Mônica continuava no que estava fazendo

– Sim, vamos gozar na boca dela, na boca da puta gostosa da sua irmã, goza na boca da sua irmãzinha.

Dito isso, meu irmão gozou na minha cara.

– TOMAAAAAAAAAAA MEU LEITEEEEEEEEEEEEEIRMÃZINHAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!

– AÍÍÍÍÍÍ, AÍÍÍÍÍÍÍÍ, CORRE NA MINHA CARA

– GOZA TUDO, GOZA TUDO.

Ela deixou minha cara toda melada de porra, tinha pra todo lado, no olho, na boca caiu dois jatos, a Mônica se abaixou onde tava e limpou todo o leitinho com a boca dela, foi maravilhoso sentir a língua dela por toda a cara, enquanto meu irmão caía exausto no sofá.

Depois fui pra cama e deixei os dois no sofá. No dia seguinte, tinha combinado com o Sergio de ir tomar um negócio e me acompanhar até a estação. Sei lá, talvez peça pro meu irmão me levar e a Mónica ir junto também pra ele não voltar sozinho.
continua

fonte: marqueze.net

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