
Compartilho esse relato que encontrei há vários anos.

Esquiando com a Mamãe.
Meu nome é Jorge, e vou contar o que rolou com a minha mãe durante umas férias de inverno com toda a minha família.
Minha família mora em Madri, num bairro residencial famoso, e é formada pelo meu irmão Toño, de 15 anos, meu pai Antonio, de 55, e minha mãe Laura, de 44. A gente vive numa boa, porque meu pai é um diretor importante de uma multinacional. Minha mãe não trabalha. Meu irmão e eu estudamos, eu já tô na faculdade, e nossa educação dá pra classificar como conservadora.
Hoje eu tenho 18 anos, meço 1,90m e tenho um corpo atlético, graças aos vários esportes que pratico. Minha relação com o sexo oposto é normal, ou melhor, bem-sucedida, com várias experiências boas e gratificantes.
Beleza, vou direto ao ponto. Depois do último Natal, meu pai deu pra toda a família uma semana de férias em Baqueira-Beret, uma estação de esqui famosa nos Pirineus, porque os objetivos da empresa dele foram cumpridos, trazendo uma grana boa.
A gente tinha reservado dois quartos num hotel de luxo na estação, quase na beira das pistas. Num dormiria eu e meu irmão, e no outro meus pais.
Meu irmão Toño chegou da viagem meio mal, por causa de um vírus que pegou, provavelmente gripe. Ele tava com febre alta, mas intermitente, quase sempre subia no fim da tarde. O médico diagnosticou uma semana de recuperação, mas mesmo assim ele insistiu em vir, porque adora esquiar.
Como vocês devem saber, esse ano não nevou muito na Espanha, então as pistas estavam bem carecas. Só algumas se mantinham graças aos canhões de neve artificial. Provavelmente foi isso que causou a queda do meu pai, que, apesar de ser um esquiador foda, teve que ser levado de maca até o hotel. O médico disse que ele tinha uma torção no joelho bem forte e que teria que ficar de repouso por uns dias. com um curativo bem forte. Ele tinha que se locomover com umas muletas que emprestaram pra ele no hotel.
Pra piorar, meu irmão piorou à tarde, a febre subiu bastante e ele teve que deitar cedo. Parecia que a viagem tava amaldiçoada.
Com esse cenário, durante o jantar meu pai sugeriu:
— Jorge, é melhor você dormir no meu quarto. Já que nem eu nem seu irmão podemos esquiar amanhã. Eu trouxe uns livros e o notebook, então vou aproveitar pra dormir, acordar tarde e ler.
Minha mãe não gostou muito da ideia. Mas meu pai insistiu:
— Sem discussão, é melhor assim, Laura. O Toño não tá bem, e não vamos estragar tudo pra todo mundo depois da expectativa que a gente tinha. Vocês podem esquiar bem cedo, que é quando a neve tá melhor e tem menos gente, e assim não vão nos incomodar (a verdade é que quando esqueamos, toda minha família acorda bem cedo, é tradição).
Minha mãe aceitou meio contrariada.
Naquela noite, fui deitar cedo. Eu dormia só de cueca, e fiquei vendo um pouco a TV que tinha no quarto. Minha mãe entrou no banheiro. Eu nunca tinha reparado nela como mulher. Ela era bem recatada e, além disso, era minha mãe!
Apesar dos seus esplêndidos 44 anos, era bem gostosa, morena, com 1,65 de altura e um corpo voluptuoso e generoso, mas bem trabalhado na academia. Resumindo, ela tava muito boa pra idade dela.
Quando ela saiu do banheiro com um conjunto de sutiã e calcinha preta, balançando os peitões e mexendo a bunda ritmadamente em busca do camisola, meu pau reagiu e, apesar do parentesco, ficou duro igual a um pau.
Enquanto ela vestia o camisola, fiquei admirando a rabuda dela por uns segundos, e aquela imagem das carnes generosas e firmes cobertas só por uma calcinha ficou gravada no meu cérebro. Tanto que não conseguia baixar minha ereção. Só ia conseguir baixar batendo uma punheta, mas me dava vergonha, então fiquei besta, olhando pra TV até que Mamãe me disse:
- Jorge, apaga isso, que amanhã vamos acordar cedo.
Obedeci mamãe e desliguei a TV, mas continuei com uma ereção de cavalo, muito nervoso pela presença tão próxima da minha mãe, e assim, com esse cenário todo, acabei dormindo.
De madrugada, acordei com um formigamento nos ovos, era uma delícia gostosa, pensei que fosse sonho, mas não. Quem estava provocando era a bunda da mamãe. Meu pau estava entre as bandas dela. Me afastei todo assustado, pensando que minha mãe tinha percebido e com a sensação de estar prestes a gozar.
Tirei minha cueca e conferi o estado do meu pau. Estava duro como pedra e meus ovos doíam. Nesse momento, minha mãe jogou a bunda para trás, deixando meu pau de novo entre as nádegas dela. Não sei como, mas a camisola dela tinha subido e a única peça que separava meu rabo da bunda dela era aquela calcinha preta.
Parecia que, bem sutilmente, a bunda dela se mexia devagar e se aproximava mais de mim.
Não sei como, minha estaca ardente se enfiou entre as coxas dela, ficando na altura da buceta dela. Meu pau pulsava tão rápido quanto meu coração. A umidade da buceta dela, o calor das coxas, aquele roçar sutil... ahhhh, ahhhhhhh, ahhhh... que gostoso. De novo senti um formigamento nos ovos e não consegui evitar gozar bem gostoso nas pernas da mamãe (tava há uns dias sem bater uma).
Todo envergonhado, tirei meu pau e, entre remorsos, acabei dormindo profundamente. A próxima coisa que lembro foi a voz da minha mãe, vestida e já pronta para esquiar:
- Acorda, dorminhoco, vambora, te espero lá embaixo.
Acordei pensando que tudo tinha sido sonho, mas uma mancha enorme de porra nos lençóis brancos da cama me trouxe de volta à realidade.
Naquele dia, quase não vi minha mãe. Fiquei esquiando o dia inteiro, até fecharem as pistas às 17:00. Caí várias vezes. Não estava muito concentrado, não parava de pensar no que tinha acontecido, mas no fim me convenci de que deve ter sido um acidente, com certeza minha mãe não ficou sabendo do que aconteceu e, se fosse assim, o melhor para nós dois seria esquecer tudo.
Quando cheguei, depois de tomar um bom banho, descansei um pouco e desci até a cafeteria do hotel, onde toda a minha família estava reunida. Toño começou a se sentir mal de novo, porque a febre estava subindo, e foi para o quarto dele. Meus pais e eu jantamos e depois batemos um papo, tomando uma dose perto de uma lareira enorme que o hotel tinha.
— Bom, vou dormir — falei pra eles —, amanhã quero aproveitar bem o dia. Meus pais pediram outra dose. Pareciam bem felizes.
Subi pro meu quarto, fiquei confortável e me deitei, ligando a TV que tinha na frente da cama. Tava passando um filme de ação. Sem perceber, os minutos passaram, e minha mãe entrou pra se deitar.
— Ainda acordado? — perguntou.
Pegou umas coisas no armário dela e foi pro banheiro.
Eu desliguei a TV e a luz, deixando só um abajurzinho na mesa de cabeceira aceso. Umas meia hora depois, ela saiu. Eu fingi que tava dormindo, mas percebi que ela tinha vestido uma camisola bem curtinha e meio transparente, sem calcinha por baixo, e dava pra ver claramente os pelinhos da buceta dela e umas auréolas enormes em volta dos mamilos.

—Esta noite me vesti mais fresquinha porque o quarto tá um calorão, disse ela.
Eu não respondi e continuei fingindo que tava dormindo, mas meu pau se esticou sem eu conseguir evitar, pensando que onde minha mãe tava com calor era lá dentro da boceta enorme dela.
Ela apagou a luz do criado-mudo e se deitou. Eu não conseguia dormir, tava muito nervoso, e pelo que eu ouvia, minha mãe também, porque não parava de se revirar na cama, indo de um lado pro outro.
Depois de uns 30 minutos mais ou menos, ouvi ela dizer: — Jorge, você tá dormindo?
E se aproximando de mim, colocou a mão no meu peito e falou de novo com uma voz bem melosa: — Jorginho, filho, você tá dormindo?
Eu tava tão nervoso que não conseguia nem falar, ainda mais quando a mão dela começou a deslizar pelo meu peito pra baixo. Minha respiração começou a acelerar, achei que meu coração ia sair do lugar, e quando minha mãe chegou no objetivo dela e segurou meu pau com força, foi aí que eu consegui falar: — Óhhhhhh, mamããããã.
Então, virando pra ela, beijei ela nos lábios, enfiando minha língua na boca dela num beijo interminável, bem safado.
— Ai, filho, que grosso que você tem, é maior que o do papai. Me perdoa, mas não sei o que tá dando em mim. Ai, amor, que tesão que eu tô, ai, meu menino……
Mamãe não soltava a presa dela, puxando meu prepúcio pra baixo e acariciando minha glande, e descendo até minhas bolas. Eu desci minha mão pelas costas dela até chegar na bunda linda dela, abri caminho entre as nádegas dela até chegar na boceta molhada dela, enfiando um dos meus dedos. Ela deu um pulo, agarrou meu pau com mais força e puxou ele até eu ficar bem em cima dela.
Comecei a chupar os peitos dela, sem pressa mas sem parar, passando de um mamilo pro outro. Ela me envolveu com as pernas e, colocando meu pau na entrada da boceta dela, foi rolando a penetração, devagar mas com firmeza, até o fundo.
Enquanto eu metia, os quadris dela começaram a girar e se mexer de um jeito frenético. Não sei se eu tava comendo ela, ou se era ela que tava me comendo. Eu continuei... focado nas tetonas enormes dela. De repente, ela disse:
- Ai! amor, aiiii!!!!……, que gostoso……. que gostosão………… Ai amor……….., vou gozar, to gozando, to gozando, AHHHHHHHHHHHHHHHH, AHHHHHHHH….
O corpo dela começou a tremer igual pudim, e ela teve um orgasmo longo e muito intenso. Notei que a buceta dela jorrou uma quantidade enorme de fluido, que me molhou até as bolas, e aos poucos ela começou a relaxar e respirar mais tranquila.
Mas eu ainda não tinha terminado, sem tirar ela, comecei a bombar de novo. Tava super excitado, amassando as tetonas dela. Peguei as pernas dela e levantei até colocar nos meus ombros, fazendo a penetração ficar mais profunda. Nessa posição quase acrobática e depois de 5 minutos metendo fogo na puta da minha mãe, ela começou a gemer de novo:
- AHHHH, AHHHHH, você vai arrancar pela garganta, filho. Me fode, filho da puta, me fode. Faz de corno do seu pai, Assim, Assim, ... AHHHH, AHHHHHHHH…..
Ela começou a tremer de novo, me avisando de um novo orgasmo, igual da outra vez, mas dessa vez não deixei ela gozar sozinha e depositei uma boa quantidade de leite dentro da buceta dela. Me afastei dela e caí exausto do lado.
Ela, enquanto recuperava o fôlego, disse: - Não se preocupa com nada, filho, eu tomo precauções. Eu, exausto, nem consegui responder, e caí no sono profundo.
Na manhã seguinte, quando acordei, igual ao dia anterior, minha mãe já tinha levantado. Desci pra tomar café, e de vez em quando nossos olhares se cruzavam com certa cumplicidade, sem que ninguém pudesse suspeitar do que rolava.
Depois de um dia muito parecido com o anterior, a última noite ia trazer novidades. Quando chegamos no quarto, primeiro tomei banho e depois a mamãe. Eu me deitei pelado com o pau bem duro, pensando no que com certeza íamos fazer de novo. Mamãe saiu do banho com uma toalha cobrindo ela toda, chegou perto da cama, deixou cair e ficou Totalmente pelada, num pulo só ela se enfiou debaixo dos lençóis. Não teve palavra, não falamos nada. Me joguei em cima dela, a gente se fundiu num beijo forte e nossas mãos exploraram com vontade cada canto do corpo. De vez em quando escapava um gemidinho dela. Eu, por minha vez, beijava sem parar: os peitos dela, a boca, o umbigo... e assim, aos poucos, fui me posicionando no 69.
Ela enfiou meio sem jeito meu pau na boca, dava pra ver que não curtia muito e que não tinha lá muita habilidade. Comecei a chupar cada cantinho da buceta dela, primeiro provocando o clitóris com a língua e depois mordendo e sugando os lábios. Fiquei assim por uns minutos, até que, separando a bunda dela com as mãos, descobri o cu apertado e escuro, que também comecei a atacar com minha língua de cobra, até deixar bem molinho, a ponto de minha língua entrar fácil. Enquanto isso, com o queixo, continuava esfregando a buceta dela. Foi aí que ela disse:
— Filho, o que você tá fazendo comigo? O que você tá fazendo? Ahhhhhh... Ahhhhhhhhh... Mas que puta que eu sou, vou gozar na boca do meu próprio filho... Ahhhhh... AAAAAAAhhh...
Aí ela começou a chupar meu pau com mais força, como se tivesse com pressa, até que explodiu num orgasmo escandaloso, que me deixou a cara toda melada com os sucos dela.
Mamãe já estava começando a relaxar quando eu falei:
— Mami, eu ainda não terminei.
Dito isso, virei ela e coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela, deixando aquela rabuda espetacular toda à minha disposição. Peguei meu pau e encostei na entrada do cu dela.

—Nada disso, ela disse, você tem muito grande e vai me machucar.
Mas com um empurrão enfiei a cabeçona do meu pau. Aiiii, Aiiii... ela reclamou. Amor, com cuidado, é muito apertado, Ahhhhhhh... Ahhhhhh...
E eu tive cuidado, mas de não deixar nem um centímetro pra fora. Apoiei minhas mãos dos dois lados e, como se estivesse fazendo flexões, fui enfiando a ferramenta toda. Primeiro ela reclamava: Tá doendo, tá queimando... Ahhhhh... É muito grande. Cuidado, filho, Ahhhhhhh... Ahhhhhhhhh... Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh
Depois ela mesma separou as nádegas, permitindo que a penetração fosse cada vez mais fundo, até acompanhando minhas estocadas.
_ Aí..., Ahhhh... O que você tá fazendo comigo, filho, que gostoso... Ahhhhh... Vou gozar AHHHH..
— Te comer no cu, mamãe, como se fosse uma putinha. Você é uma safada...
Senti um formigamento nos ovos que já conhecia, tirei meu pau do cu dela e pude ver um tremendo “O” desenhado no ânus dela. Não aguentei mais, me dei umas duas sacudidas e meu jovem rabo começou a cuspir porra no centro do alvo, que se abria e fechava como se quisesse engolir cada gota.
Mamãe fechou a bunda com as mãos e eu caí exausto ao lado dela.
— Não vou conseguir sentar por uma semana, ela disse, mas valeu a pena.
Eu estava exausto, nem conseguia falar, só disse: Caralho, que foda, mamãe.
De manhã acordamos abraçados. Comecei a passar a mão nela de novo. Queria uma trepada matinal, mas a porta tocou, era o corno do meu pai chamando a gente:
— O que houve, dorminhocos, já são mais de 10 horas.
Minha mãe pulou da cama e se vestiu rápido. Meu prazer foi pro saco.
Eu nem quis descer pra tomar café.
Umas 2 horas depois, minha mãe voltou a subir pro quarto.
— O que aconteceu? Seu pai vai ficar desconfiado. Vamos, temos que arrumar as malas.
Abracei ela forte e enfiei minha língua na boca dela.
— Não pode, filho, agora não.
Mas continuei beijando ela e apalpando os peitos dela.
— Isso é uma loucura, não pode, não pode. repetiu com pouca confiança.
— Tira a roupa, eu falei.
Sem dizer um pio, ela ficou pelada na minha frente. Fiquei observando ela por uns segundos, virei ela de costas e ali mesmo, apoiada no batente da porta, meti nela.
Ela gritava que nem uma puta, eu segurava firme os peitos dela e enfiava com força. Desci minha mão até a barriga dela, onde sentia as investidas do meu pau.
— Vou gozar, vou gozar AHHHH, amor AHHHHHH.....................................
O corpo dela tremeu igual a um pudim, eu já conhecia aquela sensação. Ela ficou empalada no meu pau, e fui tirando ele babando da caverna dela. Mamãe não aguentava ficar em pé, as pernas dela tremiam.
— Agora você vai chupar ele, eu falei.
Ela não disse nada, caiu de joelhos na minha frente, acho que porque as pernas não seguravam ela. Mas ver minha mãe de joelhos tão submissa, com a boca aberta a poucos centímetros do meu pau, foi uma sensação alucinante. Não aguentei mais. Me masturbei umas quantas vezes e meu pau parecia uma fonte, começaram a sair jorros de leite de todos os tamanhos que caíram na cara dela, boca, cabelo, peitos....

De novo a porta tocou, e de novo era meu pai: "Vocês estão aí?"
Minha mãe correu pro banheiro com a roupa dela, e eu, escondendo a prova do crime, abri a porta e falei: "Vim pegar meu MP3, mãe, acho que tá no banheiro." E vazei.
Desde então, venho comendo minha mãe com uma certa frequência. Sempre que posso, mas menos do que eu gostaria. O que mais curto é meter no cu dela, embora ela não seja muito fã, mas aos poucos o cu dela se acostumou com o tamanho da minha pica. Além disso, ela se acostumou a se esfregar no clitóris quando eu tô metendo fogo, e goza igual uma égua. Só de pensar na raba dela, já fico duro que nem uma tora. Agora mesmo tô excitado pra caralho, então vou deixar vocês pra bater uma punheta em homenagem a ela.
Fim.


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