SEGREDOS NOS SUBÚRBIOS
CAPÍTULO 01


Elvira estacionou o carro ao lado da casa nova, naquela vila particular nos subúrbios. Ao descer, admirou a paisagem ao redor, era uma vista incrível. Quatro casas formavam aquela rua privada, com a floresta cercando o lugar e trazendo tranquilidade para os moradores.
Os filhos dela também desceram do carro, embora um pouco menos animados que a mãe. Jesús era o caçula, tinha 18 anos e, apesar disso, era muito apegado à mãe, o que às vezes o fazia brigar com a irmã. O garoto era baixinho, o que às vezes fazia os outros zoarem ele.
Carla era dois anos mais velha que o irmão, com 20 anos, corpo magro, peitos pequenos, mas uma bunda e umas pernas que a garota adorava exibir.
— Ideia genial a gente se mudar pro meio do nada. Como é que a gente vai se divertir se tudo é longe daqui? — disse Carla, sem disfarçar a raiva.
Desde o divórcio, a garota agia de forma hostil com a mãe e, por tabela, com o irmão. Elvira suspirou e ignorou as reclamações da filha, não queria começar outra briga.
A situação da família era meio complicada. Elvira e o marido já estavam separados há um tempo quando ele apareceu com a notícia de que tinha uma amante e queria o divórcio. Depois do processo e graças a um bom advogado, Elvira recebeu uma boa grana do ex-marido, o que permitiu comprar essa casa em outro estado. Ela queria se afastar o máximo possível do ex, e ele deixou ela ficar com a guarda dos filhos, já que não queria assumir responsabilidade por eles.
O filho não reclamou muito quando soube das notícias, o garoto sempre foi muito apegado à mãe e raramente discutia com ela.
Carla, por outro lado, parecia estar sempre brigando com a mãe e o irmão. A garota idealizava muito o pai, apesar dos erros e defeitos óbvios dele. Carla queria ficar com o pai, mas ele não queria saber de nada. ver com os filhos. A garota tinha colocado a culpa da separação na mãe, o que provocou mais uma daquelas brigas clássicas delas. Elvira esperava que a mudança de casa e de ambiente resolvesse a relação com a filha.
— Gente, por que não entram na casa e escolhem o quarto de vocês? — disse Elvira.
— Não adianta escolher, Jesus vai pegar o que estiver mais perto do seu quarto. — disse Carla. A garota sempre implicava com o irmão por causa da proximidade com a mãe.
— Quanto mais longe do seu, melhor. Assim não vou ouvir quando você trouxer seus namorados pra casa. — respondeu Jesus.
— Já chega, os dois! É um lugar novo, um novo começo, então, pelo amor de Deus, tentem se dar melhor, ok? — Elvira cortou os filhos.
Os dois ficaram calados e seguiram em direção à casa nova. Elvira suspirou enquanto os via se afastar. Ela realmente esperava que essa fosse uma mudança positiva e que a relação da família melhorasse. De repente, uma voz a tirou dos pensamentos.
— Oi. Bem-vinda ao bairro. — disse uma mulher que se aproximava de Elvira. A mulher tinha mais ou menos a mesma idade que ela, já que Elvira tinha 46 anos.
— Me chamo Teresa. Moro com meu marido e meus dois filhos na casa grande do centro. Espero que vocês gostem do lugar. — a desconhecida se apresentou.
— Oi. O lugar parece incrível. Tenho certeza de que vamos gostar muito e nos dar bem. — respondeu Elvira.
— Também espero isso. Somos muito unidos aqui no condomínio, e se precisarem de qualquer coisa, não hesitem em pedir. Estávamos morrendo de vontade de conhecer vocês. Vocês são os Bautista, né? — perguntou Teresa.
— Ah, não. Somos os Rodríguez. Me chamo Elvira, e meus filhos são Jesus e Carla. — respondeu Elvira.
— Acho que deve ter um engano. Nos disseram que a casa tinha sido vendida para a família Bautista. — respondeu Teresa, com uma certa preocupação.
— O senhor Bautista me vendeu a casa. Éramos colegas de trabalho, mas ele foi promovido para um cargo melhor fora do país e me ofereceu a casa. — explicou Elvira.
— Ah, entendi. Bem Bom, vou deixar ela terminar de desencaixotar as coisas. Depois vou com meu marido visitar ela e levar umas coisinhas de boas-vindas. Até mais - disse Teresa, antes de ir embora.
Elvira achou estranho que, ao mencionar que não eram os Bautista, Teresa ficou preocupada e se despediu meio apressada. Talvez fosse só imaginação dela. A mulher foi pra casa terminar a mudança e garantir que os filhos não tivessem se matado entre si.
Como tinham prometido naquela noite, Teresa e o marido, Jorge, foram visitá-la e dar as boas-vindas. Eram um casal bem curioso, porque o cara era bem mais velho que a mulher, devia estar lá pelos 60 e poucos. Assim como a esposa, Jorge também mostrou uma certa decepção ao saber que não era a família Bautista.
- Acontece que eu sou corretor de imóveis e tinha vendido a casa pra família Bautista. Ele nunca me avisou que ia vender pra você. Não se preocupa, não tem problema nenhum, é só que acho meio sem educação ele não ter me informado. Mas de qualquer forma, vocês estão aqui e é isso que importa. Vou fazer de tudo pra vocês se sentirem bem-vindos - disse Jorge. - Você vai ver como todos os vizinhos são unidos. Seus vizinhos do lado são a dona Rocío e o filho dela, Javier. A casa seguinte é a nossa, moramos com nossos filhos Manuel e Andrea. A última casa é do Alberto e das filhas dele, Mônica e Karina. No próximo fim de semana, vamos fazer um churrasco na minha casa pra todo mundo se conhecer. Espero que sua estadia aqui seja a mais agradável possível.
- Muito obrigada por toda a atenção. Fico feliz em ver que é uma comunidade unida e com famílias diversas - respondeu Elvira.
- E o melhor de tudo é que todos os filhos têm idades parecidas. Com certeza vão virar bons amigos logo também - disse Teresa.
Depois que eles foram embora, Elvira ficou pensativa por um momento. Era muito estranha a decepção que tinham mostrado em relação aos ausência da família Bautista, como se tivessem criado muita expectativa de que fossem eles que se mudassem pra lá. Lembrava que o senhor Bautista era muito agradável e, pra inveja dela, muito apegado à família. Talvez fosse por isso que tinham se decepcionado, esperavam uma família unida e perfeita e, no lugar, receberam uma quebrada e separada. Elvira desejava de todo coração que essa nova fase trouxesse união e harmonia pra sua família.
No dia seguinte, Jesus estava sozinho em casa. A mãe dele tinha saído pra resolver umas coisas do trabalho e levou a irmã junto pra arrumar a matrícula dela na faculdade. Ainda tinha coisas pra desempacotar e cantos da casa pra arrumar, então o garoto decidiu botar a mão na massa.
Jesus gostava de ajudar em casa, o que deixava a mãe dele muito feliz. Desde pequeno, era muito apegado a ela e sempre buscava agradá-la e fazê-la feliz. A relação com a irmã tinha sido boa no começo, mas com o passar dos anos eles se distanciaram e as brigas eram frequentes. Em parte, era por causa da devoção dela ao pai, apesar dos defeitos e problemas óbvios dele. O garoto já tinha percebido há muito tempo que tipo de pessoa o pai era, e por isso era mais próximo da mãe.
Jesus examinou o quintal dos fundos da casa. Era grande e tinha uma piscina de tamanho regular, que com certeza seria perfeita pra aguentar o calor do verão. Só que agora ela estava vazia e cheia de folhas de árvore.
Querendo estreá-la o mais rápido possível, começou o trabalho de limpeza. Depois de várias horas, estava terminando a tarefa quando achou ouvir o som de um mergulho. O barulho parecia vir da casa ao lado. Uma cerca de tela separava os quintais vizinhos, e uma trepadeira de folhas dava privacidade pra cada lugar.
Intrigado, o garoto se aproximou da cerca e afastou algumas folhas pra ver quem estava aproveitando a um delicioso mergulhão.
Era a vizinha dele, Dona Rocío, que naquele momento estava enfiada num biquíni minúsculo que fez o pau do garoto despertar. A mulher parecia mais nova que a mãe dele, com uns 42 anos. Tinha um corpo muito bem cuidado, uma bunda divina e peitos de tamanho médio.
O menino ficou maravilhado com a vizinha que nadava despreocupada na piscina dela. Depois de alguns minutos, a mulher saiu e se deitou numa das duas cadeiras do local para pegar sol. Rocío pegou uma garrafa de protetor solar e começou a passar no corpo todo. O melhor aconteceu quando, sem nenhum pudor, ela tirou a parte de cima do biquíni.
Os peitos magníficos dela ficaram à mostra, com mamilos grandes e pontudos. A pele bronzeada e sem marcas parecia indicar que essa era uma prática comum para ela.
Jesus não perdeu tempo e rapidamente tirou o pau para bater uma punheta diante da visão maravilhosa.
Embora o garoto fosse virgem, não era a primeira vez que via um corpo nu de perto. Várias vezes ele tinha espionado a mãe e a irmã quando tomavam banho, mais por curiosidade, mas isso não o impediu de bater umas punhetas em homenagem a elas.
Uns minutos depois, uma voz chamou de dentro de casa.
— Mãe? Você está na piscina? — disse a voz.
— Sim, estou aqui, filho. — respondeu a mulher.
Em seguida, apareceu um jovem de sunga e sem camisa. Era Javier, o filho de Rocío. A mulher não fez o menor esforço para se cobrir e continuou lá, deitada com os peitos de fora.
— Você sempre com seus banhos de sol, mãe. Espero que tenha passado protetor suficiente — disse o jovem.
— Sabe que tenho que manter meu bronzeado, filho. Só faltou nas costas, então se você for tão gentil... — disse Rocío entregando a garrafa para o filho.
O jovem se ajoelhou ao lado da mãe, bloqueando a vista de Jesus daqueles peitos lindos.
— Há pouco encontrei o Manuel. Ele disse que ao Parece que algo aconteceu e não foram os Bautista que se mudaram pra casa ao lado — disse o garoto.
— Sim, Teresa nos contou sobre isso. É uma pena, mas pelo lado bom, os filhos têm idades parecidas com as de vocês. Vamos esperar pra ver o que rola — respondeu a mulher.
— Manuel tirou uma foto deles quando chegaram. Parecem legais, tomara que a gente se dê bem — disse Javier.
Aquela conversa pareceu muito estranha pra Jesus, o que será que eles queriam dizer com tudo aquilo? O som de risadas o tirou dos pensamentos e ele voltou a atenção pro casal.
— Chega. Você é um safado. Não pode me deixar em paz um minuto? — disse Rocío entre risadas.
— Desculpa, mãe, mas você sabe que isso não é possível — disse o garoto.
Jesus não conseguia ver o que eles faziam que causava tanta diversão.
— Pelo menos me deixa pegar um sol um pouco. Vai dar um mergulho. A água tá uma delícia — disse Rocío.
— Tenho uma ideia melhor. Por que a gente não vai junto? — ao dizer isso, o garoto carregou a mãe nos braços e se jogou com ela na piscina. O casal emergiu alguns segundos depois morrendo de rir.
Jesus sentia uma certa inveja ao ver como eles se davam bem. Elvira e ele tinham sido assim tão unidos durante a infância, mas com o passar dos anos a relação com a mãe já não era mais a mesma e ultimamente passavam muito pouco tempo juntos. Desde o divórcio, a mãe tinha focado toda a atenção em Carla, pra tentar consertar a relação entre as duas, deixando o garoto de lado.
Muitas vezes o garoto tinha sido motivo de piada, especialmente por parte da irmã, por ser um "filhinho da mamãe", como costumavam chamá-lo. O garoto não ligava nem um pouco, amava a mãe e adorava passar tempo com ela.
De novo, os sons do casal o tiraram dos devaneios, mas dessa vez eram sons de gemidos.
De volta à piscina, Rocío estava agarrada no pescoço de Javier, de olhos fechados, soltando gemidinhos. O garoto segurava a mãe com uma mano, enquanto a outra se mexia rápido debaixo d'água. Jesus tinha uma ideia do que podia estar rolando, mas era algo impossível de acreditar.
Os gemidos da Rocío aumentaram até que ela soltou um gemido maior e seu corpo ficou tenso. A mulher abriu os olhos e, se aproximando do filho, deu um beijo erótico nos lábios dele.
Jesus não conseguia acreditar no que via, e o que veio a seguir foi ainda mais chocante.
— Você não tem jeito, Javier. Já não posso nem tomar sol em paz. — disse Rocío enquanto o filho a tirava da piscina no colo.
— Como quiser, vou voltar pra piscina enquanto você continua tomando sol. — disse Javier, colocando a mãe de volta na cadeira.
— Nem pensar. Você já me esquentou, então não vai embora até eu ficar satisfeita. — respondeu a mulher e, se aproximando da sunga do filho, tirou ela, deixando a rola dura dele no ar.
Rocío lambeu os lábios e, de uma só bocada, fez a rola do filho desaparecer dentro da boca dela. O garoto soltou um gemido de prazer enquanto a mãe devorava a rola dele. A mulher tirou ela toda e depois enfiou de novo, aumentando a velocidade do boquete.
Jesus estava completamente pasmo com o que via, segurando a própria rola pulsante na mão, implorando por alívio. O jovem começou de novo a se masturbar enquanto assistia à cena na frente dele.
— Ah, mamãe, que gostoso, seus boquetes são os melhores. — gemeu o garoto, passando a mão nos cabelos da mãe.
— Mmm, e sua rola é a melhor, filho. — respondeu Rocío, parando por um momento.
A mulher continuou curtindo a rola do filho, lambendo a grossura dela enquanto com uma mão acariciava os testículos inchados dele. Rocío adorava chupar a rola do Javier, amava ouvir os gemidos do filho enquanto enfiava tudo na boca.
Jesus estava chocado com o espetáculo. Tendo acesso à internet, já tinha visto todo tipo de conteúdo pornográfico, inclusive incesto, mas sempre pensou que não passavam de meras fantasias. Nunca lhe passou pela cabeça que existissem famílias que realmente praticassem aquilo, e agora tinha a prova cabal diante dos olhos.
Os ataques de Rocío ao pau do seu primogênito aumentaram de intensidade, e agora ela estava usando seus peitos incríveis para agradar o garoto. Javier adorava as tetas da mãe, e senti-las apertando o pau dele era o que mais gostava.
O pau duro deslizava entre as tetas de Rocío enquanto ela dava leves chupões na cabeça roxa dele quando ela aparecia entre os seios.
Rocío só conseguia sorrir ao ver o filho grunhindo e gemendo por causa das atenções dela. Como uma boa mãe, se preocupava com a felicidade do filho e sabia que nada o deixava mais feliz do que aquilo.
Finalmente, o garoto não aguentou mais e explodiu, jorrando a porra toda sobre os peitos da mãe.
A mulher lambeu os peitos cobertos pelo sêmen do filho até limpar cada gota. Ao terminar, notou que o pau do filho ainda continuava duro.
— Puxa, parece que você ainda quer continuar dando guerra, hein? — disse a mãe, safada.
— É que estou animado com o churrasco de domingo e em conhecer melhor os novos vizinhos. A garota da nova família é realmente gostosa. — respondeu o garoto.
— Sério? Você está tentando me deixar com ciúmes? — respondeu a mulher, indignada.
— De jeito nenhum, mãe. Você sabe que sempre será a número um pra mim, e que sempre estarei de pau duro pra te satisfazer. — respondeu Javier, abraçando a mãe.
— Mmm, que bom que você diz isso, filho, porque preciso de você dentro de mim. — disse Rocío.
Javier se separou da mãe e se deitou na espreguiçadeira, com o pau apontando para o céu. Sem perder um instante, Rocío se acomodou sobre o filho e, de uma sentada, enfiou o pau inteiro dentro da buceta. A mulher nem se incomodou ao receber toda aquela vara de carne dentro dela, parecia já estar acostumada.
Logo Rocío começou a subir e descer no pau do filho, enquanto o garoto se ocupava chupando os peitos da mãe dele. Ficaram vários minutos nessa posição, com Javier apalpando e acariciando a bunda da mãe e ajudando ela a enfiar mais o pau dele dentro dela.
Roció decidiu mudar de posição e se levantou pra se virar, ficando de costas pro filho e de frente pro Jesus. O garoto observou com atenção como a mulher novamente enfiava o pau de Javier dentro da sua buceta molhada e aberta.
Dessa vez, as mãos do garoto foram direto pros peitos da mãe, que balançavam no ritmo das sentadas que ela dava no filho.
-Uffff, como eu amo seu pau, Javi. Mmmm, cê gosta dos peitos da mamãe?- perguntou Roció.
-Sim, mamãe. Amo seus peitos, mmmm, e também adoro sua buceta, uffff.- respondeu o garoto.
Jesus se masturbava com força, curtindo o espetáculo proibido que presenciava.
Num movimento inesperado, Javier pegou a mãe pela cintura e, sem tirar o pau, fez ela deitar de lado na espreguiçadeira. Javier pegou uma das pernas da mãe e levantou bem alto pra deixar as enfiadas mais profundas.
Pra sorte de Jesus, agora ele podia ver em detalhes como o pau do garoto entrava e saía da buceta da mãe.
Os gemidos de Roció eram incríveis, e o garoto se dedicou ainda mais à punheta. A mulher gozava enquanto o pau do filho a penetrava com força, soltando gemidos sem nenhum pudor.
-ahhh, siiiim, que delícia, Javi, maaaaais, maaaaais, não para, uffffff, mais forte filho.- pedia a madura aos gritos.
-Sim, mamãe, goza, toma tudo, mmmmm, ahhhh- respondeu o garoto, atendendo aos pedidos da mãe e enterrando o máximo que podia o pau dentro da buceta dela.
-AHHHH, siiiiiim, já tô quase, continuaaaa.... vou gozar filho, ahghhhghhhh.- a mãe soltou um gemido intenso enquanto o orgasmo tomava conta do corpo dela.
O filho também não aguentou mais e gozou, enchendo a buceta dela com o leite dele.
-Ohhhhh, siiiim, mamãe.- aquele gemido não veio do Javier, mas do Jesus, que também tinha gozado junto. Para o casal incestuoso. O jovem tinha fechado os olhos imaginando o rosto da mãe e gozou, espalhando o esperma pelo jardim.
Seu gemido involuntário passou despercebido pelos vizinhos, já que eles estavam ocupados aproveitando seus próprios orgasmos.
Mãe e filho ficaram exaustos na espreguiçadeira, trocando beijos ternos enquanto o pau do garoto perdia a rigidez e escorregava para fora da buceta da mãe. A buceta da Rocío estava escorrendo com o esperma do filho e os próprios fluidos.
— Olha só como você me deixou. — disse a madura, observando o resultado do encontro sexual.
— Se quiser, trago algo pra te limpar. — disse Javier.
— Claro que não, sabe que nada me dá mais prazer do que sentir seu sêmen escorrendo pela minha buceta. Agora, seja um bom filho e vá pegar algo pra beber, pra recuperarmos as forças. — disse Rocío.
Enquanto a mulher se acomodava para tomar sol nua, com a buceta escorrendo esperma, o garoto entrou em casa para cumprir a ordem da mãe.
Jesus ajeitou o pau dentro da calça e foi terminar seu serviço. Durante toda a tarde, sua mente continuou revivendo as imagens que tinha visto.
O garoto entrou na própria casa, onde as vozes da mãe e da irmã anunciavam o retorno delas. Como sempre, estavam discutindo.
O menino não sabia o motivo da briga e nem se importava; sua mente ainda estava perdida, lembrando do que tinha presenciado no jardim ao lado.
A discussão terminou quando a irmã saiu furiosa para o quarto, batendo a porta com raiva.
Elvira cumprimentou o filho, e ele respondeu distraidamente. A mulher disse que tinha trazido almoço para ele, mas o garoto se desculpou, alegando que não estava com fome, e foi para o quarto. Rocío se preocupou com a atitude do filho, mas ele disse que só estava cansado depois de limpar a piscina e que comeria mais tarde. Ela agradeceu pela ajuda e deu um beijo carinhoso na bochecha dele. Chico deu um pulo quando sentiu os lábios da mãe tocarem sua pele e sumiu correndo pro quarto.
Elvira soltou mais um daqueles suspiros de resignação, cada vez mais frequentes. Parecia que suas tentativas de unir a família eram em vão. Mesmo assim, a mulher não ia desistir, precisava continuar tentando. Ela foi até o jardim e observou satisfeita o trabalho incrível de limpeza que Jesus tinha feito. Ouviu o barulho de risadas no jardim ao lado e imaginou que os vizinhos estavam se divertindo. Como ela queria poder rir assim junto com os filhos. Talvez depois perguntasse a eles qual era o segredo pra se darem tão bem.
No quarto dele, Jesus continuava deitado na cama, mergulhado nos próprios pensamentos. A imagem dos vizinhos transando era tudo que conseguia pensar.
Eles transavam com muita paixão e luxúria, pareciam um casal que já tava junto há um tempão e sabia exatamente o que o outro gostava. O amor entre os dois era evidente. Jesus se perguntou há quanto tempo eles estavam juntos e, mais importante, como tinham virado amantes.
Lá no fundo, um desejo começou a se formar, um desejo escondido que até aquele dia ele nem sabia que podia ser possível. Deitado em silêncio na escuridão, Jesus se perguntou se talvez ele também pudesse desenvolver uma relação assim com a mãe.
CONTINUA…


Saudações, fiéis leitores. Sejam bem-vindos a essa nova saga de incesto. Espero que seja do agrado de vocês. Essa nova história é uma adaptação do conto escrito pelo usuário YKN4949 do Literotica.
Deixo o link pra quem quiser ler o original em inglês: https://www.literotica.com/s/secrets-of-the-suburbs-ch-01
Como sempre, agradeço pelos pontos e comentários.
Lembrem-se: se curtem incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
CAPÍTULO 01


Elvira estacionou o carro ao lado da casa nova, naquela vila particular nos subúrbios. Ao descer, admirou a paisagem ao redor, era uma vista incrível. Quatro casas formavam aquela rua privada, com a floresta cercando o lugar e trazendo tranquilidade para os moradores.
Os filhos dela também desceram do carro, embora um pouco menos animados que a mãe. Jesús era o caçula, tinha 18 anos e, apesar disso, era muito apegado à mãe, o que às vezes o fazia brigar com a irmã. O garoto era baixinho, o que às vezes fazia os outros zoarem ele.
Carla era dois anos mais velha que o irmão, com 20 anos, corpo magro, peitos pequenos, mas uma bunda e umas pernas que a garota adorava exibir.
— Ideia genial a gente se mudar pro meio do nada. Como é que a gente vai se divertir se tudo é longe daqui? — disse Carla, sem disfarçar a raiva.
Desde o divórcio, a garota agia de forma hostil com a mãe e, por tabela, com o irmão. Elvira suspirou e ignorou as reclamações da filha, não queria começar outra briga.
A situação da família era meio complicada. Elvira e o marido já estavam separados há um tempo quando ele apareceu com a notícia de que tinha uma amante e queria o divórcio. Depois do processo e graças a um bom advogado, Elvira recebeu uma boa grana do ex-marido, o que permitiu comprar essa casa em outro estado. Ela queria se afastar o máximo possível do ex, e ele deixou ela ficar com a guarda dos filhos, já que não queria assumir responsabilidade por eles.
O filho não reclamou muito quando soube das notícias, o garoto sempre foi muito apegado à mãe e raramente discutia com ela.
Carla, por outro lado, parecia estar sempre brigando com a mãe e o irmão. A garota idealizava muito o pai, apesar dos erros e defeitos óbvios dele. Carla queria ficar com o pai, mas ele não queria saber de nada. ver com os filhos. A garota tinha colocado a culpa da separação na mãe, o que provocou mais uma daquelas brigas clássicas delas. Elvira esperava que a mudança de casa e de ambiente resolvesse a relação com a filha.
— Gente, por que não entram na casa e escolhem o quarto de vocês? — disse Elvira.
— Não adianta escolher, Jesus vai pegar o que estiver mais perto do seu quarto. — disse Carla. A garota sempre implicava com o irmão por causa da proximidade com a mãe.
— Quanto mais longe do seu, melhor. Assim não vou ouvir quando você trouxer seus namorados pra casa. — respondeu Jesus.
— Já chega, os dois! É um lugar novo, um novo começo, então, pelo amor de Deus, tentem se dar melhor, ok? — Elvira cortou os filhos.
Os dois ficaram calados e seguiram em direção à casa nova. Elvira suspirou enquanto os via se afastar. Ela realmente esperava que essa fosse uma mudança positiva e que a relação da família melhorasse. De repente, uma voz a tirou dos pensamentos.
— Oi. Bem-vinda ao bairro. — disse uma mulher que se aproximava de Elvira. A mulher tinha mais ou menos a mesma idade que ela, já que Elvira tinha 46 anos.
— Me chamo Teresa. Moro com meu marido e meus dois filhos na casa grande do centro. Espero que vocês gostem do lugar. — a desconhecida se apresentou.
— Oi. O lugar parece incrível. Tenho certeza de que vamos gostar muito e nos dar bem. — respondeu Elvira.
— Também espero isso. Somos muito unidos aqui no condomínio, e se precisarem de qualquer coisa, não hesitem em pedir. Estávamos morrendo de vontade de conhecer vocês. Vocês são os Bautista, né? — perguntou Teresa.
— Ah, não. Somos os Rodríguez. Me chamo Elvira, e meus filhos são Jesus e Carla. — respondeu Elvira.
— Acho que deve ter um engano. Nos disseram que a casa tinha sido vendida para a família Bautista. — respondeu Teresa, com uma certa preocupação.
— O senhor Bautista me vendeu a casa. Éramos colegas de trabalho, mas ele foi promovido para um cargo melhor fora do país e me ofereceu a casa. — explicou Elvira.
— Ah, entendi. Bem Bom, vou deixar ela terminar de desencaixotar as coisas. Depois vou com meu marido visitar ela e levar umas coisinhas de boas-vindas. Até mais - disse Teresa, antes de ir embora.
Elvira achou estranho que, ao mencionar que não eram os Bautista, Teresa ficou preocupada e se despediu meio apressada. Talvez fosse só imaginação dela. A mulher foi pra casa terminar a mudança e garantir que os filhos não tivessem se matado entre si.
Como tinham prometido naquela noite, Teresa e o marido, Jorge, foram visitá-la e dar as boas-vindas. Eram um casal bem curioso, porque o cara era bem mais velho que a mulher, devia estar lá pelos 60 e poucos. Assim como a esposa, Jorge também mostrou uma certa decepção ao saber que não era a família Bautista.
- Acontece que eu sou corretor de imóveis e tinha vendido a casa pra família Bautista. Ele nunca me avisou que ia vender pra você. Não se preocupa, não tem problema nenhum, é só que acho meio sem educação ele não ter me informado. Mas de qualquer forma, vocês estão aqui e é isso que importa. Vou fazer de tudo pra vocês se sentirem bem-vindos - disse Jorge. - Você vai ver como todos os vizinhos são unidos. Seus vizinhos do lado são a dona Rocío e o filho dela, Javier. A casa seguinte é a nossa, moramos com nossos filhos Manuel e Andrea. A última casa é do Alberto e das filhas dele, Mônica e Karina. No próximo fim de semana, vamos fazer um churrasco na minha casa pra todo mundo se conhecer. Espero que sua estadia aqui seja a mais agradável possível.
- Muito obrigada por toda a atenção. Fico feliz em ver que é uma comunidade unida e com famílias diversas - respondeu Elvira.
- E o melhor de tudo é que todos os filhos têm idades parecidas. Com certeza vão virar bons amigos logo também - disse Teresa.
Depois que eles foram embora, Elvira ficou pensativa por um momento. Era muito estranha a decepção que tinham mostrado em relação aos ausência da família Bautista, como se tivessem criado muita expectativa de que fossem eles que se mudassem pra lá. Lembrava que o senhor Bautista era muito agradável e, pra inveja dela, muito apegado à família. Talvez fosse por isso que tinham se decepcionado, esperavam uma família unida e perfeita e, no lugar, receberam uma quebrada e separada. Elvira desejava de todo coração que essa nova fase trouxesse união e harmonia pra sua família.
No dia seguinte, Jesus estava sozinho em casa. A mãe dele tinha saído pra resolver umas coisas do trabalho e levou a irmã junto pra arrumar a matrícula dela na faculdade. Ainda tinha coisas pra desempacotar e cantos da casa pra arrumar, então o garoto decidiu botar a mão na massa.
Jesus gostava de ajudar em casa, o que deixava a mãe dele muito feliz. Desde pequeno, era muito apegado a ela e sempre buscava agradá-la e fazê-la feliz. A relação com a irmã tinha sido boa no começo, mas com o passar dos anos eles se distanciaram e as brigas eram frequentes. Em parte, era por causa da devoção dela ao pai, apesar dos defeitos e problemas óbvios dele. O garoto já tinha percebido há muito tempo que tipo de pessoa o pai era, e por isso era mais próximo da mãe.
Jesus examinou o quintal dos fundos da casa. Era grande e tinha uma piscina de tamanho regular, que com certeza seria perfeita pra aguentar o calor do verão. Só que agora ela estava vazia e cheia de folhas de árvore.
Querendo estreá-la o mais rápido possível, começou o trabalho de limpeza. Depois de várias horas, estava terminando a tarefa quando achou ouvir o som de um mergulho. O barulho parecia vir da casa ao lado. Uma cerca de tela separava os quintais vizinhos, e uma trepadeira de folhas dava privacidade pra cada lugar.
Intrigado, o garoto se aproximou da cerca e afastou algumas folhas pra ver quem estava aproveitando a um delicioso mergulhão.
Era a vizinha dele, Dona Rocío, que naquele momento estava enfiada num biquíni minúsculo que fez o pau do garoto despertar. A mulher parecia mais nova que a mãe dele, com uns 42 anos. Tinha um corpo muito bem cuidado, uma bunda divina e peitos de tamanho médio.
O menino ficou maravilhado com a vizinha que nadava despreocupada na piscina dela. Depois de alguns minutos, a mulher saiu e se deitou numa das duas cadeiras do local para pegar sol. Rocío pegou uma garrafa de protetor solar e começou a passar no corpo todo. O melhor aconteceu quando, sem nenhum pudor, ela tirou a parte de cima do biquíni.
Os peitos magníficos dela ficaram à mostra, com mamilos grandes e pontudos. A pele bronzeada e sem marcas parecia indicar que essa era uma prática comum para ela.
Jesus não perdeu tempo e rapidamente tirou o pau para bater uma punheta diante da visão maravilhosa.
Embora o garoto fosse virgem, não era a primeira vez que via um corpo nu de perto. Várias vezes ele tinha espionado a mãe e a irmã quando tomavam banho, mais por curiosidade, mas isso não o impediu de bater umas punhetas em homenagem a elas.
Uns minutos depois, uma voz chamou de dentro de casa.
— Mãe? Você está na piscina? — disse a voz.
— Sim, estou aqui, filho. — respondeu a mulher.
Em seguida, apareceu um jovem de sunga e sem camisa. Era Javier, o filho de Rocío. A mulher não fez o menor esforço para se cobrir e continuou lá, deitada com os peitos de fora.
— Você sempre com seus banhos de sol, mãe. Espero que tenha passado protetor suficiente — disse o jovem.
— Sabe que tenho que manter meu bronzeado, filho. Só faltou nas costas, então se você for tão gentil... — disse Rocío entregando a garrafa para o filho.
O jovem se ajoelhou ao lado da mãe, bloqueando a vista de Jesus daqueles peitos lindos.
— Há pouco encontrei o Manuel. Ele disse que ao Parece que algo aconteceu e não foram os Bautista que se mudaram pra casa ao lado — disse o garoto.
— Sim, Teresa nos contou sobre isso. É uma pena, mas pelo lado bom, os filhos têm idades parecidas com as de vocês. Vamos esperar pra ver o que rola — respondeu a mulher.
— Manuel tirou uma foto deles quando chegaram. Parecem legais, tomara que a gente se dê bem — disse Javier.
Aquela conversa pareceu muito estranha pra Jesus, o que será que eles queriam dizer com tudo aquilo? O som de risadas o tirou dos pensamentos e ele voltou a atenção pro casal.
— Chega. Você é um safado. Não pode me deixar em paz um minuto? — disse Rocío entre risadas.
— Desculpa, mãe, mas você sabe que isso não é possível — disse o garoto.
Jesus não conseguia ver o que eles faziam que causava tanta diversão.
— Pelo menos me deixa pegar um sol um pouco. Vai dar um mergulho. A água tá uma delícia — disse Rocío.
— Tenho uma ideia melhor. Por que a gente não vai junto? — ao dizer isso, o garoto carregou a mãe nos braços e se jogou com ela na piscina. O casal emergiu alguns segundos depois morrendo de rir.
Jesus sentia uma certa inveja ao ver como eles se davam bem. Elvira e ele tinham sido assim tão unidos durante a infância, mas com o passar dos anos a relação com a mãe já não era mais a mesma e ultimamente passavam muito pouco tempo juntos. Desde o divórcio, a mãe tinha focado toda a atenção em Carla, pra tentar consertar a relação entre as duas, deixando o garoto de lado.
Muitas vezes o garoto tinha sido motivo de piada, especialmente por parte da irmã, por ser um "filhinho da mamãe", como costumavam chamá-lo. O garoto não ligava nem um pouco, amava a mãe e adorava passar tempo com ela.
De novo, os sons do casal o tiraram dos devaneios, mas dessa vez eram sons de gemidos.
De volta à piscina, Rocío estava agarrada no pescoço de Javier, de olhos fechados, soltando gemidinhos. O garoto segurava a mãe com uma mano, enquanto a outra se mexia rápido debaixo d'água. Jesus tinha uma ideia do que podia estar rolando, mas era algo impossível de acreditar.
Os gemidos da Rocío aumentaram até que ela soltou um gemido maior e seu corpo ficou tenso. A mulher abriu os olhos e, se aproximando do filho, deu um beijo erótico nos lábios dele.
Jesus não conseguia acreditar no que via, e o que veio a seguir foi ainda mais chocante.
— Você não tem jeito, Javier. Já não posso nem tomar sol em paz. — disse Rocío enquanto o filho a tirava da piscina no colo.
— Como quiser, vou voltar pra piscina enquanto você continua tomando sol. — disse Javier, colocando a mãe de volta na cadeira.
— Nem pensar. Você já me esquentou, então não vai embora até eu ficar satisfeita. — respondeu a mulher e, se aproximando da sunga do filho, tirou ela, deixando a rola dura dele no ar.
Rocío lambeu os lábios e, de uma só bocada, fez a rola do filho desaparecer dentro da boca dela. O garoto soltou um gemido de prazer enquanto a mãe devorava a rola dele. A mulher tirou ela toda e depois enfiou de novo, aumentando a velocidade do boquete.
Jesus estava completamente pasmo com o que via, segurando a própria rola pulsante na mão, implorando por alívio. O jovem começou de novo a se masturbar enquanto assistia à cena na frente dele.
— Ah, mamãe, que gostoso, seus boquetes são os melhores. — gemeu o garoto, passando a mão nos cabelos da mãe.
— Mmm, e sua rola é a melhor, filho. — respondeu Rocío, parando por um momento.
A mulher continuou curtindo a rola do filho, lambendo a grossura dela enquanto com uma mão acariciava os testículos inchados dele. Rocío adorava chupar a rola do Javier, amava ouvir os gemidos do filho enquanto enfiava tudo na boca.
Jesus estava chocado com o espetáculo. Tendo acesso à internet, já tinha visto todo tipo de conteúdo pornográfico, inclusive incesto, mas sempre pensou que não passavam de meras fantasias. Nunca lhe passou pela cabeça que existissem famílias que realmente praticassem aquilo, e agora tinha a prova cabal diante dos olhos.
Os ataques de Rocío ao pau do seu primogênito aumentaram de intensidade, e agora ela estava usando seus peitos incríveis para agradar o garoto. Javier adorava as tetas da mãe, e senti-las apertando o pau dele era o que mais gostava.
O pau duro deslizava entre as tetas de Rocío enquanto ela dava leves chupões na cabeça roxa dele quando ela aparecia entre os seios.
Rocío só conseguia sorrir ao ver o filho grunhindo e gemendo por causa das atenções dela. Como uma boa mãe, se preocupava com a felicidade do filho e sabia que nada o deixava mais feliz do que aquilo.
Finalmente, o garoto não aguentou mais e explodiu, jorrando a porra toda sobre os peitos da mãe.
A mulher lambeu os peitos cobertos pelo sêmen do filho até limpar cada gota. Ao terminar, notou que o pau do filho ainda continuava duro.
— Puxa, parece que você ainda quer continuar dando guerra, hein? — disse a mãe, safada.
— É que estou animado com o churrasco de domingo e em conhecer melhor os novos vizinhos. A garota da nova família é realmente gostosa. — respondeu o garoto.
— Sério? Você está tentando me deixar com ciúmes? — respondeu a mulher, indignada.
— De jeito nenhum, mãe. Você sabe que sempre será a número um pra mim, e que sempre estarei de pau duro pra te satisfazer. — respondeu Javier, abraçando a mãe.
— Mmm, que bom que você diz isso, filho, porque preciso de você dentro de mim. — disse Rocío.
Javier se separou da mãe e se deitou na espreguiçadeira, com o pau apontando para o céu. Sem perder um instante, Rocío se acomodou sobre o filho e, de uma sentada, enfiou o pau inteiro dentro da buceta. A mulher nem se incomodou ao receber toda aquela vara de carne dentro dela, parecia já estar acostumada.
Logo Rocío começou a subir e descer no pau do filho, enquanto o garoto se ocupava chupando os peitos da mãe dele. Ficaram vários minutos nessa posição, com Javier apalpando e acariciando a bunda da mãe e ajudando ela a enfiar mais o pau dele dentro dela.
Roció decidiu mudar de posição e se levantou pra se virar, ficando de costas pro filho e de frente pro Jesus. O garoto observou com atenção como a mulher novamente enfiava o pau de Javier dentro da sua buceta molhada e aberta.
Dessa vez, as mãos do garoto foram direto pros peitos da mãe, que balançavam no ritmo das sentadas que ela dava no filho.
-Uffff, como eu amo seu pau, Javi. Mmmm, cê gosta dos peitos da mamãe?- perguntou Roció.
-Sim, mamãe. Amo seus peitos, mmmm, e também adoro sua buceta, uffff.- respondeu o garoto.
Jesus se masturbava com força, curtindo o espetáculo proibido que presenciava.
Num movimento inesperado, Javier pegou a mãe pela cintura e, sem tirar o pau, fez ela deitar de lado na espreguiçadeira. Javier pegou uma das pernas da mãe e levantou bem alto pra deixar as enfiadas mais profundas.
Pra sorte de Jesus, agora ele podia ver em detalhes como o pau do garoto entrava e saía da buceta da mãe.
Os gemidos de Roció eram incríveis, e o garoto se dedicou ainda mais à punheta. A mulher gozava enquanto o pau do filho a penetrava com força, soltando gemidos sem nenhum pudor.
-ahhh, siiiim, que delícia, Javi, maaaaais, maaaaais, não para, uffffff, mais forte filho.- pedia a madura aos gritos.
-Sim, mamãe, goza, toma tudo, mmmmm, ahhhh- respondeu o garoto, atendendo aos pedidos da mãe e enterrando o máximo que podia o pau dentro da buceta dela.
-AHHHH, siiiiiim, já tô quase, continuaaaa.... vou gozar filho, ahghhhghhhh.- a mãe soltou um gemido intenso enquanto o orgasmo tomava conta do corpo dela.
O filho também não aguentou mais e gozou, enchendo a buceta dela com o leite dele.
-Ohhhhh, siiiim, mamãe.- aquele gemido não veio do Javier, mas do Jesus, que também tinha gozado junto. Para o casal incestuoso. O jovem tinha fechado os olhos imaginando o rosto da mãe e gozou, espalhando o esperma pelo jardim.
Seu gemido involuntário passou despercebido pelos vizinhos, já que eles estavam ocupados aproveitando seus próprios orgasmos.
Mãe e filho ficaram exaustos na espreguiçadeira, trocando beijos ternos enquanto o pau do garoto perdia a rigidez e escorregava para fora da buceta da mãe. A buceta da Rocío estava escorrendo com o esperma do filho e os próprios fluidos.
— Olha só como você me deixou. — disse a madura, observando o resultado do encontro sexual.
— Se quiser, trago algo pra te limpar. — disse Javier.
— Claro que não, sabe que nada me dá mais prazer do que sentir seu sêmen escorrendo pela minha buceta. Agora, seja um bom filho e vá pegar algo pra beber, pra recuperarmos as forças. — disse Rocío.
Enquanto a mulher se acomodava para tomar sol nua, com a buceta escorrendo esperma, o garoto entrou em casa para cumprir a ordem da mãe.
Jesus ajeitou o pau dentro da calça e foi terminar seu serviço. Durante toda a tarde, sua mente continuou revivendo as imagens que tinha visto.
O garoto entrou na própria casa, onde as vozes da mãe e da irmã anunciavam o retorno delas. Como sempre, estavam discutindo.
O menino não sabia o motivo da briga e nem se importava; sua mente ainda estava perdida, lembrando do que tinha presenciado no jardim ao lado.
A discussão terminou quando a irmã saiu furiosa para o quarto, batendo a porta com raiva.
Elvira cumprimentou o filho, e ele respondeu distraidamente. A mulher disse que tinha trazido almoço para ele, mas o garoto se desculpou, alegando que não estava com fome, e foi para o quarto. Rocío se preocupou com a atitude do filho, mas ele disse que só estava cansado depois de limpar a piscina e que comeria mais tarde. Ela agradeceu pela ajuda e deu um beijo carinhoso na bochecha dele. Chico deu um pulo quando sentiu os lábios da mãe tocarem sua pele e sumiu correndo pro quarto.
Elvira soltou mais um daqueles suspiros de resignação, cada vez mais frequentes. Parecia que suas tentativas de unir a família eram em vão. Mesmo assim, a mulher não ia desistir, precisava continuar tentando. Ela foi até o jardim e observou satisfeita o trabalho incrível de limpeza que Jesus tinha feito. Ouviu o barulho de risadas no jardim ao lado e imaginou que os vizinhos estavam se divertindo. Como ela queria poder rir assim junto com os filhos. Talvez depois perguntasse a eles qual era o segredo pra se darem tão bem.
No quarto dele, Jesus continuava deitado na cama, mergulhado nos próprios pensamentos. A imagem dos vizinhos transando era tudo que conseguia pensar.
Eles transavam com muita paixão e luxúria, pareciam um casal que já tava junto há um tempão e sabia exatamente o que o outro gostava. O amor entre os dois era evidente. Jesus se perguntou há quanto tempo eles estavam juntos e, mais importante, como tinham virado amantes.
Lá no fundo, um desejo começou a se formar, um desejo escondido que até aquele dia ele nem sabia que podia ser possível. Deitado em silêncio na escuridão, Jesus se perguntou se talvez ele também pudesse desenvolver uma relação assim com a mãe.
CONTINUA…


Saudações, fiéis leitores. Sejam bem-vindos a essa nova saga de incesto. Espero que seja do agrado de vocês. Essa nova história é uma adaptação do conto escrito pelo usuário YKN4949 do Literotica.
Deixo o link pra quem quiser ler o original em inglês: https://www.literotica.com/s/secrets-of-the-suburbs-ch-01
Como sempre, agradeço pelos pontos e comentários.
Lembrem-se: se curtem incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
3 comentários - Segredos no Subúrbio Cap. 01