Fala galera de p! Dessa vez vim contar uma experiência minha que guardei por um tempão. Espero que gostem, é totalmente real.
Tudo começou no verão de 2012. Lembro que tava um calor do caralho e meus vizinhos, que eram meus amigos, iam viajar e não tinham com quem deixar a casa. Até que um dia antes de irem, me ofereceram pra ficar lá dormindo e perguntaram a mesma coisa pra minha mãe. Ela topou, e eu também. Eu trabalhava na mesma casa, que tinha uma verdureira. Mas não era deles, era da prima da mãe do meu amigo. Só que eu trabalhava lá, fazendo sacos de farinha de rosca, descarregando mercadoria, essas coisas. E tava a serviço de uma mulher chamada Karina. Era a prima da mãe do meu amigo (a tal que eu tinha que cuidar da casa enquanto tava de férias). Ela era muito gente boa e tinha um corpo gostoso. Era daquelas gordibunda que tem uma bunda e uns peitos bons, mas não é gorda. Eu era apaixonado nos peitos dela, era o que mais chamava atenção dos clientes, e ela usava decotes e camisetas que faziam ficar ainda mais evidente. Eu ficava besta com aqueles peitos lindos. Aquele dia passou rápido. Às 19h fechou a verdureira e às 20h meus vizinhos foram pra Mar del Plata. Me deixaram as chaves. E eu fui pra casa. Era uma casa grande e bonita, tinha a casa toda só pra mim. Não deixaram portas trancadas nem nada, porque confiavam em mim. Só trancaram o quarto "de casal", e o resto eu podia usar tudo: ar condicionado, TV, PC, camas, banheiro, etc.
Primeiro, deitei pra ver TV e liguei o ar condicionado. Fiquei um tempão vendo um filme até que pensei "que porra tô fazendo aqui se tenho o PC pra bater umas punhetas?" Aí mesmo me pelotei e fui ligar o PC. Abri uma aba anônima e comecei a ver pornô. Passei a noite toda batendo punheta. Até que de manhã levantei, me vesti e fui pra minha casa tomar café. Depois fui pra verdureira trabalhar como todo dia. Só tinha que deixar a porta dos fundos aberta pra Karina podia passar no banheiro. Assim combinado com a dona. Aquela manhã passou rápido. Depois, ao meio-dia, fechávamos 2 horas pra comer. Eu fui pra minha casa e a Karina tinha que ir pra dela. Era longe, mas ela sempre ia e voltava. Já era 13h e eu fui na casa dos meus vizinhos dar água pros cachorros e, de quebra, liguei o pc e me mandei uma baita punheta. Abro a porta com a chave e entro, e quando passo pelo banheiro, ouço barulhos. Levei um susto, pensei que algum estranho tinha entrado. Não sabia o que fazer, quase peguei o celular pra chamar a polícia, até que ouço de novo uns gemidos saindo do banheiro e vejo a bolsa e a carteira da Karina em cima da mesa. Aí, devagar, me aproximo pra espiar pelo buraco da fechadura do banheiro e vejo a Karina se lavando. E vejo uma coisa que mudou muito minha adolescência. Vejo ela tomando banho. Fiquei impressionado e, quase sem perceber, já tava com o pau duro pra caralho. Ver aqueles peitos perfeitos molhados, ver a buceta dela meio peluda, mas não tanto, molhada, e ela inocente, sem fazer ideia de que alguém tava espiando. Ela se masturbava. Ver como os dedos entravam e saíam da buceta dela, ouvir os gemidos dela. Foi um sonho que até aquele momento eu só via em filme pornô na internet. Quase que quando me toco, vejo que já gozei no chão inteiro, mas não liguei, continuei olhando como ela se masturbava. Até que vejo ela fechar o chuveiro e pegar a toalha. Aí mesmo, fui me afastando devagar até pisar numa coisa viscosa. Sim. Era aquilo. Era meu gozo que deixei no chão quando gozei com aquele espetáculo. Fiquei com muito medo de ser pego. Aí peguei um pano de cozinha e limpei o chão sem fazer barulho. E olhei pela última vez pelo buraco da fechadura e vi de novo aqueles peitos lindos, soltos, e com uma calcinha fio dental azul celeste que entrava fundo na bunda e cobria pouco mais da metade da pussy gorda e gostosa dela. Fiquei duro de novo, mas tive que sair de casa antes que ela percebesse ou ouvisse alguma coisa. Saí, fechei a porta bem devagar e fui pra minha casa, me mandei uma punheta foda e gozei. Tomei banho umas duas vezes e fui "trabalhar", mas só fiquei lá olhando os peitos dela e aquele rabo lindo. Até que vi um pedacinho daquela calcinha fio dental azul celeste que eu tinha visto pela fechadura, e meu pau subiu na hora de novo. Falei que ia no banheiro, então fui correndo bater uma punheta pra baixar a ereção. Quando cheguei no banheiro, vi no cesto de roupa suja duas calcinhas fio dental e uma tanga. Parece que uma fio dental era da Karina, e a outra fio dental e a tanga eram da Nancy, a mãe do meu amigo. Peguei as três, mas vi que uma tinha uma parte meio úmida onde fica a buceta da mulher, então era óbvio que era da Karina. Peguei, coloquei no nariz e fiquei cheirando sem parar, até passei a língua várias vezes. Fiquei louco com aquele cheiro e gosto, e acabei gozando ali no vaso. Depois bati mais uma porque o pau não baixava. Aí arrumei tudo de novo e fui pra verdureira. Tudo seguiu normal na rotina, ela fechou e foi pra casa, e eu fiquei à noite cuidando da casa. Bati várias punhetas durante a noite e dormi. Foi assim durante duas semanas, espiando a Karina todo dia no mesmo horário no banheiro. Por duas semanas. Depois meus vizinhos voltaram e tudo seguiu normal. Devolvi a chave e acabou, mas desde aquele verão minha vida mudou. Mesmo sem ter transado nem nada, vi minha primeira buceta ao vivo e os primeiros peitos. E aprendi o prazer e a adrenalina de espiar alguém pela fechadura enquanto toma banho. Obviamente sabia que era errado, mas não conseguia me segurar quando tinha a chance.
Tenho várias histórias desse tipo. Se eu ver que vocês gostam, vou contar mais. Repito que isso é verdade, algo que realmente aconteceu comigo. E queria compartilhar, espero que gostem, comentem e deixem pontos. Abraços.
Tudo começou no verão de 2012. Lembro que tava um calor do caralho e meus vizinhos, que eram meus amigos, iam viajar e não tinham com quem deixar a casa. Até que um dia antes de irem, me ofereceram pra ficar lá dormindo e perguntaram a mesma coisa pra minha mãe. Ela topou, e eu também. Eu trabalhava na mesma casa, que tinha uma verdureira. Mas não era deles, era da prima da mãe do meu amigo. Só que eu trabalhava lá, fazendo sacos de farinha de rosca, descarregando mercadoria, essas coisas. E tava a serviço de uma mulher chamada Karina. Era a prima da mãe do meu amigo (a tal que eu tinha que cuidar da casa enquanto tava de férias). Ela era muito gente boa e tinha um corpo gostoso. Era daquelas gordibunda que tem uma bunda e uns peitos bons, mas não é gorda. Eu era apaixonado nos peitos dela, era o que mais chamava atenção dos clientes, e ela usava decotes e camisetas que faziam ficar ainda mais evidente. Eu ficava besta com aqueles peitos lindos. Aquele dia passou rápido. Às 19h fechou a verdureira e às 20h meus vizinhos foram pra Mar del Plata. Me deixaram as chaves. E eu fui pra casa. Era uma casa grande e bonita, tinha a casa toda só pra mim. Não deixaram portas trancadas nem nada, porque confiavam em mim. Só trancaram o quarto "de casal", e o resto eu podia usar tudo: ar condicionado, TV, PC, camas, banheiro, etc.
Primeiro, deitei pra ver TV e liguei o ar condicionado. Fiquei um tempão vendo um filme até que pensei "que porra tô fazendo aqui se tenho o PC pra bater umas punhetas?" Aí mesmo me pelotei e fui ligar o PC. Abri uma aba anônima e comecei a ver pornô. Passei a noite toda batendo punheta. Até que de manhã levantei, me vesti e fui pra minha casa tomar café. Depois fui pra verdureira trabalhar como todo dia. Só tinha que deixar a porta dos fundos aberta pra Karina podia passar no banheiro. Assim combinado com a dona. Aquela manhã passou rápido. Depois, ao meio-dia, fechávamos 2 horas pra comer. Eu fui pra minha casa e a Karina tinha que ir pra dela. Era longe, mas ela sempre ia e voltava. Já era 13h e eu fui na casa dos meus vizinhos dar água pros cachorros e, de quebra, liguei o pc e me mandei uma baita punheta. Abro a porta com a chave e entro, e quando passo pelo banheiro, ouço barulhos. Levei um susto, pensei que algum estranho tinha entrado. Não sabia o que fazer, quase peguei o celular pra chamar a polícia, até que ouço de novo uns gemidos saindo do banheiro e vejo a bolsa e a carteira da Karina em cima da mesa. Aí, devagar, me aproximo pra espiar pelo buraco da fechadura do banheiro e vejo a Karina se lavando. E vejo uma coisa que mudou muito minha adolescência. Vejo ela tomando banho. Fiquei impressionado e, quase sem perceber, já tava com o pau duro pra caralho. Ver aqueles peitos perfeitos molhados, ver a buceta dela meio peluda, mas não tanto, molhada, e ela inocente, sem fazer ideia de que alguém tava espiando. Ela se masturbava. Ver como os dedos entravam e saíam da buceta dela, ouvir os gemidos dela. Foi um sonho que até aquele momento eu só via em filme pornô na internet. Quase que quando me toco, vejo que já gozei no chão inteiro, mas não liguei, continuei olhando como ela se masturbava. Até que vejo ela fechar o chuveiro e pegar a toalha. Aí mesmo, fui me afastando devagar até pisar numa coisa viscosa. Sim. Era aquilo. Era meu gozo que deixei no chão quando gozei com aquele espetáculo. Fiquei com muito medo de ser pego. Aí peguei um pano de cozinha e limpei o chão sem fazer barulho. E olhei pela última vez pelo buraco da fechadura e vi de novo aqueles peitos lindos, soltos, e com uma calcinha fio dental azul celeste que entrava fundo na bunda e cobria pouco mais da metade da pussy gorda e gostosa dela. Fiquei duro de novo, mas tive que sair de casa antes que ela percebesse ou ouvisse alguma coisa. Saí, fechei a porta bem devagar e fui pra minha casa, me mandei uma punheta foda e gozei. Tomei banho umas duas vezes e fui "trabalhar", mas só fiquei lá olhando os peitos dela e aquele rabo lindo. Até que vi um pedacinho daquela calcinha fio dental azul celeste que eu tinha visto pela fechadura, e meu pau subiu na hora de novo. Falei que ia no banheiro, então fui correndo bater uma punheta pra baixar a ereção. Quando cheguei no banheiro, vi no cesto de roupa suja duas calcinhas fio dental e uma tanga. Parece que uma fio dental era da Karina, e a outra fio dental e a tanga eram da Nancy, a mãe do meu amigo. Peguei as três, mas vi que uma tinha uma parte meio úmida onde fica a buceta da mulher, então era óbvio que era da Karina. Peguei, coloquei no nariz e fiquei cheirando sem parar, até passei a língua várias vezes. Fiquei louco com aquele cheiro e gosto, e acabei gozando ali no vaso. Depois bati mais uma porque o pau não baixava. Aí arrumei tudo de novo e fui pra verdureira. Tudo seguiu normal na rotina, ela fechou e foi pra casa, e eu fiquei à noite cuidando da casa. Bati várias punhetas durante a noite e dormi. Foi assim durante duas semanas, espiando a Karina todo dia no mesmo horário no banheiro. Por duas semanas. Depois meus vizinhos voltaram e tudo seguiu normal. Devolvi a chave e acabou, mas desde aquele verão minha vida mudou. Mesmo sem ter transado nem nada, vi minha primeira buceta ao vivo e os primeiros peitos. E aprendi o prazer e a adrenalina de espiar alguém pela fechadura enquanto toma banho. Obviamente sabia que era errado, mas não conseguia me segurar quando tinha a chance.
Tenho várias histórias desse tipo. Se eu ver que vocês gostam, vou contar mais. Repito que isso é verdade, algo que realmente aconteceu comigo. E queria compartilhar, espero que gostem, comentem e deixem pontos. Abraços.
2 comentários - A chave na fechadura