Trio impensado: duas gostosas e um brinquedo

Oi, meu nome é Gustavo, pra quem quiser saber, tenho 32 anos, 1,80m de altura, sou moreno de olhos castanhos, casado e com um filho de 3 anos, moro em Belgrano, Capital Federal, Buenos Aires, Argentina.
Vou contar uma história que rolou comigo há um tempo e que abriu minha mente.
Precisei ir ao centro resolver uns trâmites na receita, e enquanto andava pelas ruas estreitas do centro, olhando as mulheres gostosas que desfilam por lá, cruzei olhares com uma criatura angelical.
Como sou um homem casado e apaixonado pela minha mulher, não passei de uns sorrisos mútuos.
Nunca traí minha esposa, mas sempre falei que, se um dia fizesse isso, seria com uma mulher muito mais gostosa que ela, e aquela criatura me ganhava de lavada. Era um anjinho de carne e osso.
Como tava com pressa, e por causa de um sorriso não ia trair minha mulher, segui caminho pra receita.
Depois de passar por várias janelinhas, cheguei na última e, dois segundos depois de entrar na fila, uma voz atrás de mim pergunta se aquela era a fila pra pedir o libre dívida. Enquanto respondo que sim, vou me virando, e quase desmaio quando vejo que era o mesmo anjo da rua. Quero deixar claro que sou muito tímido, e me deu uma gagueira e um tremedeira que eu não sentia desde que era moleque.
Quando consegui falar alguma coisa coerente, começamos uma conversa muito gostosa, na qual ela me contou que era de Santa Rosa, La Pampa, que tinha vindo pra Buenos Aires estudar arquitetura, que morava no Barrio Norte, e que tinha 23 anos.
Nossa conversa foi interrompida pelo trâmite, que terminei e fiquei esperando a Eugênia, já que esse era o nome dela.
Quando ela terminou o trâmite dela, convidei ela pra tomar alguma coisa e continuar conversando. Ela topou, mas como não conhecíamos nada na região, pegamos o metrô e descemos na Coronel Díaz e Santa Fe.
Entramos numa confeitaria legal e, com um par de cocas no meio, conversamos um tempão. A conversa foi muito agradável, era como se a gente se conhecesse desde sempre.
Eram 16h...
G – pra ser sincero, faz muito tempo que não conhecia alguém tão agradável, mas a real é que tenho que continuar trabalhando.
E – também tô adorando, é uma pena que tenha que acabar assim.
E – você não quer ir pro meu apê e continuar conversando?
Meu coração disparou de novo e, gaguejando, falei – adoraria.
Não demoramos muito pra chegar, o apê dele ficava a duas quadras.
Depois de passar pela porta, começamos a nos beijar e tirar a roupa. Quando ele baixou minha calça, me apoiei na parede e ele começou a chupar meu pau. Enfiava minhas bolas na boca e sugava de leve, me dando um prazer incrível.
Quando eu ia gozar, afastei ele. Joguei ele no sofá de couro que estava ao lado, puxei a calcinha fio dental e devorei aquela buceta totalmente depilada.
Passava a língua do cu até o clitóris, brincando um tempo com cada um separado, fiquei nessa até os gemidos dele ficarem bem altos. Virei ele, dei um beijo na boca pra ele sentir o gosto dos próprios sucos e fui descendo até o peito, onde mordi aqueles mamilos duros como pedra, pra continuar descendo e me posicionar entre as pernas dele, totalmente abertas, uma no apoio de braço e a outra no meu ombro.
Comecei a passar a língua nos lábios externos.
Enquanto ele gemia de prazer, molhei um dedo com saliva e fui enfiando no cu dele enquanto brincava alternadamente com o clitóris e os lábios.
Enquanto passava a língua insistente no clitóris, meu dedo anelar entrava e saía rápido do cu dele e o indicador fazia o mesmo na buceta. Em poucos minutos ele começou a gemer muito forte e, tremendo, me afastou e fechou as pernas, se encolhendo no sofá. Me aproximei por trás, de conchinha, enquanto dava beijos no pescoço dele e acariciava a perna. Ele continuava tremendo e respirando ofegante.
E – me dá um minuto
G – fica tranquilo, pode demorar o tempo que precisar que precisar.
E – isso foi maravilhoso – nunca tinha tido um orgasmo tão intenso – por pouco não me mijei toda.
G – o que acontece é que você me inspira (beijo apaixonado)... e falando em inspiração, ainda tô inspirado.
E – coitadinho, se dedicou a mim e ficou ali paradinho esperando.
Nós dois rimos e perguntei se ela tinha camisinha, porque eu não tinha.
E – vem, bombom.
E me pegando pelo pau, me levou pro quarto dela.
E – na mesa de cabeceira tem.
Ao entrar no quarto, nos jogamos na cama e começamos a nos beijar.
Ela pegou um preservativo e colocou em mim. Na hora, virei ela de costas e de conchinha comecei a meter devagar, ela tava muito molhada e não custou nada. Ela, meio virada, me dava beijos muito carinhosos, enquanto eu a penetrava e acariciava os peitos dela. Tava muito tesuda e não ia demorar pra gozar.
Quando senti que a gozada tava querendo sair, coloquei as perninhas dela no ombro e meti bem forte até gozar.
Já mais relaxado, fiquei encantado olhando a carinha de anjo dela com aqueles olhos claros. Enquanto acariciava o rosto e o cabelo dela, a gente trocava uns beijos carinhosos.
Estávamos abraçados nos beijando quando ouvi a porta do apartamento fechar, e assustado perguntei quem poderia ser.
E – não se preocupa, devem ser 17h15, é a hora que o Ignacio chega.
G – seu namorado?
E – não, bobo, somos colegas na faculdade e dividimos o apê.
E – não se preocupa, se a porta tiver fechada, ele não entra.
G – mas nossas roupas ficaram lá.
E – não se preocupa, não dá nada.
Um pequeno silêncio
E – a menos que...
G – a menos que o quê?
E – a menos que você queira.
G – a menos que eu queira o quê?
E – a menos que você queira que ele entre. (risadinhas)
Deitada no meu peito, começa a me beijar e a tocar meu pau, eu lubrifico um dedo nos sucos dela e começo a brincar com ele no cu dela, entrando e saindo bem devagar.
Enquanto isso, ela me conta que, com o Ignacio, o colega dela, eles transavam, mas numa vibe free.
G – ele não fica com ciúmes se você tá com alguém?
E – não, ele também traz garotas e Eu não falo nada. Às vezes eu me masturbo ouvindo vocês.
E - Diz que cheguei tarde, porque senão ele também teria se masturbado, ouvindo a gente.
Enquanto conversávamos, eu dedava o cu dela, e ela massageava minha rola e minhas bolas. Cada segundo que passava, nossa temperatura subia a níveis inimagináveis.
G - Nunca te deu vontade de entrar no quarto dele, quando ele tá com uma mina?
E - Agora tô com vontade de que o Nacho entre e vocês dois me comam.
(Isso me dá por perguntar besteira. Agora vou ter que dividir uma gostosa dessas com um desconhecido.)
G - Meu anjo resultou ser uma putinha.
E - Putinho é você, olha onde tá teu dedinho. Kkkkk
A gente riu meio alto e, enquanto eu continuava dedando ela e ela massageando meu pau, toc toc, a porta se abriu. Nenhum de nós dois tentou se cobrir ou algo assim, continuamos no que estávamos como se nada. E muito quentes.
I - Tudo bem, Euge?
E - Oi, Nacho, sim, tudo mais que bem.
G - Oi.
I - Já tô vendo.
E - Vem, não quer ficar?
I - O que seu amigo vai achar?
E - Pergunta pra ele.
I - Te incomoda?
G - Sei lá, nunca estive numa situação igual, mas no estado que eu tô, não me incomodaria, e a gente só vive uma vez.
Então o Ignacio começou a se despir e a Eugenia foi até ele.
O Ignacio é um gato de uns 25 anos, cabelo curto preto, corpo atlético, com um tanquinho no abdômen.
Deitado na cama, eu me masturbava devagar, enquanto a Eugenia tirava a cueca do Ignacio e engolia o pau dele.
Naquele momento, entendi que aquela anjinha nunca seria só minha, e que eu não trocaria minha esposa e meu filho por ela.
Mas como não sou de outro planeta, me preparei pra aproveitar essa experiência e deixar terminar quando tivesse que terminar.
Chamei a Eugenia.
G - Amor, vem cá, que eu tô ficando entediado.
E - Não fica com ciúme, gostoso, que pra você também tem.
Ela veio até mim e, se virando de cabeça pra baixo em cima de mim, começamos um 69 incrível enquanto eu via o Nacho metendo nela por trás. buceta.
Nacho começou a bombar mais rápido. Eugenia abafava os gemidos no meu pau, enquanto eu engolia os sucos de Eugenia que escorriam pelos lábios dela até chegar no clitóris e daí na minha boca.
Eugenia se vira, me dá um beijo na boca e começa a chupar o pau do Nacho. Perigosamente perto do meu rosto. Perigoso porque fiquei tentado a provar. A Euge percebe, e com a boca dela aproxima o pau do Nacho de mim, não consegui recusar e comecei a chupar junto com a Eugenia, não acreditei, tava chupando o primeiro pau da minha vida e o pior é que tava gostando.
A Euge percebeu que eu tava empolgado e foi colocar uma camisinha pra sentar no meu pau, bem devagar foi enfiando o pau no cu enquanto olhava eu chupando o pau do Nacho.
Quando a Euge começou a cavalgar meu pau a todo galope, entrando e saindo sem dó daquele cuzão gostoso, o Nacho saiu da minha boca, e deitando a Eugenia contra meu peito, meteu na buceta dela. Quando senti o pau do Nacho roçando no meu pau, separado só por uma pele fina, não aguentei mais e gozei, enquanto sentia as contrações no cu da Eugenia, que não parava de gemer. O Nacho gozou em segundos.
Como o Nacho não usava camisinha, quando tirou, da buceta da Euge, escorreu todo o esperma dele nas minhas bolas, isso me deu uma sensação muito estranha.
Tava feliz pelo sexo que tinha tido, com a mulher mais gostosa do mundo, mas ao mesmo tempo confuso por ter gostado tanto de chupar aquele pau.
Nós três nos acomodamos na cabeceira da cama, com a Eugenia no meio, e nós dois beijando e acariciando a Eugenia.
Nisso o Nacho me olha...
N – não sabia que você era bi
G – eu também não e sinceramente não sei o que deu em mim. Na real, não curto homens, mas naquele momento não consegui evitar e, verdade, gostei.
E – não fica se questionando, se gostou, pronto, bola pra frente.
G – mas gosto mais de você, você é linda.
Começo a beijar ela e coloco dois dedos na buceta, quando sinto o esperma Dentro do Nacho, eu tirei eles e coloquei na boca da Eugenia. Ela deixou eles bem limpos e me deu um beijo na boca, passando o sêmen do Ignacio pra mim. Isso me deixou com muito tesão, mesmo meu boneco estar exausto.
Enquanto isso, a Euge ficou masturbando o Nacho e o cara já tava com a pilha recarregada de novo (isso que é bom de ser jovem). Ignacio me olha e fala:
I – Vamos de novo.
G – Agradeço, mas isso aqui não levanta por nada. (apontando pro meu pau)
Eugenia pegou ele e disse:
E – Não me abandona agora, bombom. Olha que você fica sem sobremesa. (falou com aquela carinha de anjo)
G – Se conseguir levantar ele, faço o que você quiser.
E – O que eu quiser?
G – Sim.
E – Se prepara, bombom, relaxa, fecha os olhos e deixa com a gente.
Aí eu percebi que não era a primeira vez que eles faziam um menage.
Ela me colocou no meio da cama, fechei os olhos, abriu minhas pernas, se posicionou no meio e começou a passar a língua nas minhas bolas, na virilha, dava pequenas mordidas no pau todo, quando de repente sinto outra boca.
Enquanto uma boca chupava meu pau, a outra passava a língua no meu cu.
Naquele momento, percebi o que vinha, mas não liguei porque tava adorando.
Sinto um corpo se deitando sobre mim, abro um pouco os olhos e vejo o Nacho se ajeitando num 69. Enquanto a Euge tentava enfiar um dedo no meu cu. Com muita saliva e paciência, foi conseguindo. Enquanto eu e o Nacho chupávamos as picas um do outro, a Euge sugava minhas bolas e me penetrava de boa, já com dois dedos.
Eu tava adorando pra caralho. Os dedos no meu cu tavam fazendo um trabalho foda e a boca do Nacho completava o resto. Quando a Eugenia percebeu que eu tava muito excitado, trocou de lugar com o Ignacio.
A Euge ficou do meu lado e, com aquela carinha de anjo enquanto me beijava, falou:
E – O Nacho vai arrebentar sua tiny ass. Topa?
G – Meu amor, tô me acabando de tesão e morrendo de vontade de experimentar.
A gente se fundiu num beijo muito apaixonado, enquanto o Nacho colocava uma camisinha e apoiava minhas pernas nos ombros dele, e devagarzinho ia me penetrando.
Doeu um pouco enquanto ele ia entrando, mas ter a Euge na minha frente me relaxava. Quando ele enfiou tudo, a Euge explicou que o Nacho ia ficar um tempão parado e que eu contraísse e dilatasse o cu. Que isso ia me dar prazer.
Ela tava certa, em pouco tempo comecei a gostar, e fui me mexendo devagar, o Nacho também começou a se mover e logo tava sendo comido sem dó enquanto a Euge me masturbava.
Vendo meu tesão, a Euge quis participar mais ativamente e, colocando uma camisinha, sentou no meu pau. As estocadas do Nacho faziam eu enfiar a rola até o fundo na Eugenia, que tava como possessa, e num movimento só ela tirou meu pau da buceta e enfiou no cu dela.
Totalmente descontrolada, ela esfregava a buceta na minha barriga, enquanto era sodomizada pelo Nacho de um jeito violento — digo pelo Nacho porque meu pau parecia uma extensão do dele, já que os movimentos vinham dele. Eu tinha assumido uma postura totalmente passiva e tava adorando.
Comecei a sentir que ia cagar e comecei a gozar, na hora senti um líquido escorrendo pela minha barriga — era a Euge se mijando de tanto prazer que tava sentindo.
Quase desmaiada, ela se deitou no meu peito enquanto o Nacho dava as últimas estocadas, e depois tirou devagar.
Ele fez sinal que ia no banheiro, acenou pra mim, fechou a porta e eu fiquei com meu anjo, no meu peito, respirando ofegante e quase apagada.
Umas dez minutos depois, ela levantou a cabeça, olhou nos meus olhos e disse:
E – Te amo
G – Eu também.
E – Gostou de mim?
G – Adorei, nunca gozei tanto na minha vida.
E – Quem você gosta mais, Nacho ou eu?
G – Sem dúvida você, meu amor (beijo). O Nacho não me atrai, é um gato, mas não curto homem.
E – Nunca tinha ficado com um?
G – Não, pra Nada, foi minha primeira experiência.
E – e você gostou de mim?
G – amei. (Beijo)
E – você ficaria só com um homem?
G – acho que não, quando vejo uma mulher, dá vontade de beijar ela, mas quando vejo um cara, não sinto nada. – Talvez dê vontade de tomar umas cervejas ou jogar uma pelada, mas não rola nada sexual. – Já com você, não consigo pensar em outra coisa senão te devorar de beijos.
Beijos, beijos, beijos e mais beijos.

G – você é linda, mas chegou o fim.
Me limpei um pouco, me vesti e fui em direção à porta.
E – a gente se vê outro dia?
G – claro, meu amor, e com um beijo nesses lábios carnudos, me despedi.
Cheguei em casa umas 20h30, dei um beijo na minha mulher, outro no meu filho, jantamos e fui dormir, porque tive um dia de trabalho exaustivo.
Ela me ligou umas duas vezes, mas me fiz de difícil pela minha secretária. Mesmo sendo gostosa, jovem, e eu ter me apaixonado à primeira vista, acho que não vale um casamento.
Quanto à experiência, foi extraordinária.
Os homens continuam sem me atrair, embora agora, quando vejo um cara bonito, fico pensando como ele deve ser. Haha

7 comentários - Trio impensado: duas gostosas e um brinquedo

Excelente experiencia loco. Y te respeto x tu decisión y te felicito. Y con tu señora no lo harías?
Muy bueno!!!! van puntines!!! te invito a visitar mis cuentitos...