Minhas Amigas VII

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Bom, meus pais me levaram pra minha nova cidade. Eu dividia um apê com uma mina que morava a uns 60 km de casa e, pelo que ela me disse, ia todo fim de semana pra cidade dela. O apê tinha só dois quartos, mas era muito bem cuidado, super moderno, não tinha nada a ver com aquele típico apê de estudante.

O primeiro fim de semana passei sozinha no apê, fui no cinema e mais nada pra contar, o trabalho tá bem, só horário da manhã. Liguei pra Sofia pra saber como foi o fim de semana, tava um clima muito ruim, ela falou que não queria sair com essa galera, lógico, meu irmão é o melhor amigo do Luis, a Mónica vai sair com meu irmão, e o Sergio se dá bem com os dois lados, mas antes ele sai com meu irmão e o Luis.

No fim de semana seguinte, a Mônica e meu irmão vieram me ver. Ela tinha que fazer um trabalho de modelo a uns 40 km de onde eu morava, num shopping, e depois passaram aqui. Como já era um pouco tarde, falei pra eles ficarem pra dormir.

O quarto da minha colega de quarto, vamos chamar de Laura, ficava trancado. Tinha um sofá-cama e minha cama de 1,05. Eu ofereci pra eles dormirem juntos, mas não quiseram. Meu irmão disse que ele dormia no sofá-cama e eu e a Mónica na minha cama.

Depois do jantar, a gente foi deitar, eu e a Mónica ficamos conversando sobre tudo. Ela dormiu com uma camiseta que eu deixei pra ela, e eu com um pijama de verão. Não uso sutiã pra dormir porque é muito chato.

– coitada da Sofia, me dá pena

– ela já está passando muito mal, e eu, que sou a melhor amiga dela, falei pra ela

– mas ela é muito gostosa, não vai ter problema pra arrumar outro

– rei morto, rei posto

– você também era muito gostosa, embora já saiba disso.

– obrigado

– nunca pensou no poder que a gente tem só por ser mulher?

– não te entendo, falei pra ela

– Pois é, no mundo, o sexo é o que mais puxa, e a gente, sendo tão gostosa, pode chegar onde quiser e com quem quiser.

– cara, acho que não, falei pra ela

– como não, você escolhe um cara aleatório em qualquer lugar, com ou sem namorada, casado ou solteiro, e sabe que se quiser, pode dar pra ele quando bem entender.

A conversa tava ficando interessante, ela tava coçando minhas costas por cima do pijama enquanto a gente conversava, a gente tava de lado, eu tava de costas pra ela.

— pode me coçar por dentro do pijama, se quiser, eu disse pra ela

– tá bom, mas só um pouquinho, até a gente ir pegando no sono.

Assim ela fez, eu sentia as unhas dela na minha costa, era uma sensação muito gostosa.

— você, por exemplo, irradia uma puta atração sexual nos caras, ela me disse

– e você também

– já, mas você é diferente, não é a modelo típica, tem onde pegar, tem uns peitos lindos, perfeitos

E dizendo isso, passou a mão pra frente e agarrou uma das minhas tetas.

— Isso te incomoda?

– Não

– É que sempre tive curiosidade de tocar nos seus peitos

– Ah, é?

– É, sabe, quando eu tinha 17 anos, tive uma experiência lésbica com minha melhor amiga.

Enquanto dizia isso, continuava me acariciando e apertando meu peito, beliscava e até se distraiu brincando com o mamilo. Já estava muito excitada, era a primeira vez que uma mina me passava a mão.

— Você gostaria de tocar nas minhas?

– Não, acho que não consigo...

– Bom, se você não se importa, eu continuo.

– Não tô nem aí, mas você vai me deixar com o cuzinho ardendo, kkkk

– Kkkkkk

— E como foi o rolê da sua amiga?

— Tá interessada?

– Bom, se quiser me contar

– Não é nada, a gente dormiu junto e acabou se dedando

– Que pesado.

Deslizou a mão pela minha barriguinha, brincou com meu umbigo, chegou até a cintura da minha calcinha e enfiou os dedos um centímetro, só o suficiente pra tocar meus pelinhos pubianos.

– que cuidado tu tem com ele

— Cê gosta? Falei pra ela que já não tava mais depilado, tinha crescido um pouquinho.

– Sim

– Foi o Sérgio que raspou pra mim.

– De jeito nenhum?

— Nem um fio de cabelo.

Passo a mão um pouco mais e tiro ela.

— Bom, já é hora de dormir, disse a Mônica.

– é isso, ainda bem que tirei a mão, senão não saberíamos se eu teria conseguido me controlar se tivesse enfiado ela inteira na sua buceta.

Me custou dormir de tanta excitação que aquilo me deu, nunca fui atraída por garotas, mas quando começam a te acariciar assim, ainda mais com a delicadeza que ela fazia… aff, fico com o tesão só de pensar, acho que vou parar de escrever aqui pra bater uma lembrando daquilo…

No dia seguinte elas foram embora. Era domingo. Liguei pro Sergio da cama, acho que ainda tava com aquele calorão no corpo.

– me diga

– cadê você?

– No carro, acabei de chegar nele, como é que você tá?

– Bom, você já sabe que meu irmão e a Mônica estiveram aqui.

— Sim

– Ei, procura um lugar onde você esteja sozinho, porque tô afim de fazer sexo por telefone. Onde você tá com o carro?

– Na garagem, vou tomar um vermute com a galera do trampo.

– Sabe com quem eu dormi ontem?

– Com a Mônica

— Que esperto.

– Era com a Mônica ou com seu irmão?

– Ele passou a mão em mim

– QUEEEE?, acabei de ficar de pau duro

– Tem alguém na garagem?

— Não, conta, conta

– A gente ficou conversando enquanto ele/ela acariciava minhas costas por cima do pijama

– Do que vocês estavam falando?

– De nós, que estávamos muito gostosas, kkkkk da Sofia

– E o que mais?

– Disse pra ela que não me importava que ela acariciasse minhas costas por dentro

– Tô começando a me acariciar por cima da calça

– Ufffff, sentia as unhas dela na minha costa, tô me molhando só de lembrar

– Onde cê tá?

– Na cama

— O que você tá vestindo?

— Nada, tô pelada, com uma mão segurando o celular e com a outra eu tô acariciando uma buceta.

– Continua, continua

– Ele disse que eu tinha onde pegar, que eu era muito gostosa, que tinha uns peitos muito desejáveis pra qualquer cara e depois me apalpou um peito.

– Como vocês estavam?

– De lado, ela atrás de mim

– E ela tocou na sua buceta na boa

– Ela disse que se eu não me importava

– E você não ligava?

– Não vai ficar com ciúme, né?

– Não, bom, sim, um pouco, sei lá…

– Sigo ou não?

– Sim

— Como você tá?

– Vou meter a mão na calça agora mesmo.

– Bom, ela começou a me tocar, me disse que eu tinha uns peitos lindos

– Isso eu já sei.

– Já tô batendo uma só de pensar nisso

– Continua, continua

– Depois eu desço minha mão até minha calcinha

– Tô batendo uma aqui na garagem

– Você tirou a pica?

— Não, eu meti a mão dentro da calça, vamos lá

– Aí ela enfiou um dedinho pelo elástico da calcinha e ficou tocando nos meus pelinhos.

– Você queria que eu fizesse isso?

— não

, ou então sei lá, tava quente demais, agora queria que ele me enfiasse um dedo igual o que eu tô enfiando em mim

– E ela não fez?

– Como vai sua punheta?

– Bom, falta pouco pra mim.

– Siiim, ele enfiou a mão e encontrou a buceta molhada, eu tava perdida

– Ahhhhhhhh

– Enfiou um dedo na minha buceta, depois tocou meu clitóris e me beijou no ombro.

– Ahhhhhhhhhhhh, só mais um pouquinho

– Passei minha mão pra trás e acariciei a bunda dela, você tinha que ver como era macia, que bucetinha pequena tão perfeita.

— Vou gozar, como tá seu dedo? Tá embaçando até os vidros do carro.

– também tenho ele pronto, enfiei um dedo na bunda dela, tava bem apertadinho e quentinho, e gozei pra caralho enquanto me esfregava a buceta

– Ahhhhhhhhhhhhhh, tô gozandooooooo, siiiiiiiiiiiiiiiim

– Eu também, vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar!!!!!!!!!

– Uff, que delícia, que delícia, fiquei todo melado de porra.

– Desculpa, gostosa

— Vou me limpar um pouco, na maciota

– Você gostou?

– Ahh sim, você me deixou a mil, É de verdade?

– Parte se parte não

– Porra, tanto faz pra mim, que sacana você é, olha só inventar isso logo de manhã cedo.

– Olha, nem tudo é invenção, não cheguei a acariciar a buceta dela nem ela a minha, mas ela tocou no meu pelo e no peito dela, isso já é bem safado.

– Você gostou que eu fizesse isso?

– E ainda me levantei com tesão

– Bom, tenho que ir, amor, senão fica dura de novo. Beijos, te amo, você foi demais.

– Eu também te quero, seu safado.


continua

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