No começo do ano, minha mulher contratou uma mina pra limpar a casa porque, sinceramente, eu e ela quase não ficamos no apê, já que trabalhamos o dia inteiro. Acontece que uma amiga da minha mulher passou o número de uma garota pra vir limpar, ela ligou e combinaram de começar na outra semana. Chegou o dia, segunda-feira, tocam a campainha e eu atendo; uma voz bem sensual, mas meio infantil, dizendo: "oi, sou a Guadalupe, tô procurando a Luana", o nome da minha mulher, e eu respondo: "sim! já vou descer". Quando desço, vejo uma morena gata, uns 20 anos, muito linda, lábios carnudos, uns olhos meio esverdeados acinzentados, franja reta e dois coques. Tava vestida com um tênis esportivo discreto, uma legging com cores fluorescentes bem justa no corpo, que envolvia umas pernas bem grossas e uma bunda bem empinada. De cima não dava pra ver muito porque tava com um moletom meio comprido fechado, tipo canguru. Deixo ela entrar, me apresento: "oi, sou o Marco, tudo bem?", e ela me cumprimenta meio tímida. Chegamos no apê e aviso minha mulher que ela tinha chegado, e elas ficaram conversando, ela explicando tudo. Eu tinha que ir pro trabalho, e durante a viagem inteira fiquei pensando naquela raba empinada, uma vontade de meter de um jeito descarado. O tempo passou, e já entrando na confiança, fiquei em casa porque tinha umas coisas que dava pra fazer de casa e, antes de sair, preferi ficar. Além disso, servia de desculpa pra ficar de olho na gata. Vou pra cozinha e vejo a mina de quatro passando um pano no balcão inferior. Quando vi aquilo, falei: "meu deus, que raba é essa!". Ainda por cima, dava pra ver que ela tinha uma cinturinha perfeita. Ela se levanta e me cumprimenta com um beijo, mas dessa vez mais provocante. E ainda, tava com um top meio comprido que deixava os peitos juntos, e eu não conseguia não olhar porque eram bem exuberantes. Aí ela se apoia no balcão e me diz com uma voz bem sensual: "ai, que calor aqui dentro". enquanto se abanava com a mão, aí eu falo, "vem pra sala que eu ligo o ar" e ela responde, beleza, vou pegar algo pra beber e a gente vai.
Já na sala, sentamos num sofá de três lugares, bem grande, e entre uma conversa e outra, resolvi fazer perguntas mais profundas, tipo se tinha namorado, se era casada ou algo assim, e ela diz, "não, tô sozinha e curto bastante" com uma cara bem safada. De repente, ela levanta e começa a se espreguiçar, ergue os braços, os peitos apareciam cada vez mais, arqueou as costas de um jeito que aquele rabo monumental se destacava, aí me olha com cara de malandra e fala: "cê quer provar?". Na hora pensei, minha mulher não tá, a casa tá vazia, estamos só nós dois, e falo que sim, meio tímido mas ao mesmo tempo ousado.
Ela levanta a blusa e caem aqueles peitos lindos que ela tinha, mamilos pequeninos mas maravilhosos, começo a apertar, junto eles, brinco, lambo, mordo os mamilos e ela começa a se agitar bem devagar; enquanto apalpo os peitos, desço as mãos e seguro a cintura dela, viro ela de costas apoiando meu pau na bunda dela enquanto não paro de apertar os peitos durinhos, ela se vira, já sentindo meu pau duro na bunda dela, e abaixa, se ajoelha, me tira a calça, pega meu pau e fica olhando com muita vontade, me encara e abre a boca, aproximando o pau da boca mas não enfiava, tava me provocando de propósito, eu tava ficando louco, queria meter até a garganta dela, depois dessa frescura, com a língua começa a chupar a cabeça enquanto me masturbava.
Depois de tanta enrolação, ela enfiou meu pau inteiro na boca e eu ouvia ela engasgando, e ainda ajudava segurando a cabeça dela, me recosto no sofá enquanto ela continua de boca ocupada chupando, levanto ela e faço com que coloque os peitos no meu pau e me faça um espanhol, eu tava explodindo de ver a mina fazendo tudo aquilo. Num momento, tiro ela e tiro a legging dela, Deito ela e chupo ela enquanto enfio os dedos, ela tava encharcada, não aguentava mais, tava muito tesuda, ainda por cima já gemia gostoso com uma vozinha que me dava vontade de banhar ela de porra.
Quando pego meu pau, começo a esfregar nele, ela fala com tesão mas meio envergonhada: "não tomo pílula e posso engravidar, mas pode tentar pelo cuzinho" por dentro foi uma festa ouvir isso, tava excitadíssimo x1000, aí falo: "sim, beleza, camisinha também não tenho", já que com minha mulher não usamos. Viro ela e pergunto, de forma maliciosa: "quantos homens passaram por esse cuzinho?" porque sinceramente, se alguém já comeu e não reivindicou esse prêmio, dormiu no ponto; aí ela responde: "só uma pessoa passou por lá" levantando a bunda e mordendo o lábio inferior.
Aí falo: "vem, vai ser o segundo", afasto as nádegas e chupo o cuzinho dela, molho bem, tento abrir aquele cu fechado com a língua enquanto ela se tocava e gemia cada vez mais, enfio um dedo, depois dois pra ir alargando o lugar. Já lubrificada, ela fala toda tesuda: "você me enlouquece, faz meu cuzinho por favor", pego meu pau, bem duro e molhado, primeiro encosto a ponta, apoio e vou empurrando muuuuito devagar enquanto ela; com uma mão segurava minha perna, caso doesse.
Quando já entrou quase todo, começo a bombar bem devagar e conforme ela ia se acostumando; ia aumentando a velocidade até começar a ir muito mais rápido e conseguir sumir com todo meu pau no cuzinho dela; ela subiu em cima de mim, ela por cima, como se mexia, "meu deus" pensava, como essa mina tá me comendo e apesar de não estar penetrando a buceta dela, sentia como ela se molhava toda. Levei ela contra a parede, ela não parou de gemer em nenhum momento.
Num momento ela ajoelha e começa a me masturbar e chupar, aí fala como desesperada: "goza na minha cara" aí não hesito e me masturbo furiosamente Quando eu tava no limite, falei: "se prepara..." Ela de joelhos, se tocando toda, e usei a palavra: buceta. Abre a boca e aaaaaaa... Aquele primeiro jato de porra que saiu voando, sujando a boca dela inteira, entrando na boca, escorrendo nos peitos e ela toda ofegante, se limpando com as mãos cheias de porra e colocando tudo de volta na boca, chupando o que tinha sobrado de porra do meu pau. Fazia tempo que não comia assim, nem com a minha mulher; de vez em quando, quando dá, a gente dá uma trepada com a empregada quando não tem muito o que fazer.
Já na sala, sentamos num sofá de três lugares, bem grande, e entre uma conversa e outra, resolvi fazer perguntas mais profundas, tipo se tinha namorado, se era casada ou algo assim, e ela diz, "não, tô sozinha e curto bastante" com uma cara bem safada. De repente, ela levanta e começa a se espreguiçar, ergue os braços, os peitos apareciam cada vez mais, arqueou as costas de um jeito que aquele rabo monumental se destacava, aí me olha com cara de malandra e fala: "cê quer provar?". Na hora pensei, minha mulher não tá, a casa tá vazia, estamos só nós dois, e falo que sim, meio tímido mas ao mesmo tempo ousado.
Ela levanta a blusa e caem aqueles peitos lindos que ela tinha, mamilos pequeninos mas maravilhosos, começo a apertar, junto eles, brinco, lambo, mordo os mamilos e ela começa a se agitar bem devagar; enquanto apalpo os peitos, desço as mãos e seguro a cintura dela, viro ela de costas apoiando meu pau na bunda dela enquanto não paro de apertar os peitos durinhos, ela se vira, já sentindo meu pau duro na bunda dela, e abaixa, se ajoelha, me tira a calça, pega meu pau e fica olhando com muita vontade, me encara e abre a boca, aproximando o pau da boca mas não enfiava, tava me provocando de propósito, eu tava ficando louco, queria meter até a garganta dela, depois dessa frescura, com a língua começa a chupar a cabeça enquanto me masturbava.
Depois de tanta enrolação, ela enfiou meu pau inteiro na boca e eu ouvia ela engasgando, e ainda ajudava segurando a cabeça dela, me recosto no sofá enquanto ela continua de boca ocupada chupando, levanto ela e faço com que coloque os peitos no meu pau e me faça um espanhol, eu tava explodindo de ver a mina fazendo tudo aquilo. Num momento, tiro ela e tiro a legging dela, Deito ela e chupo ela enquanto enfio os dedos, ela tava encharcada, não aguentava mais, tava muito tesuda, ainda por cima já gemia gostoso com uma vozinha que me dava vontade de banhar ela de porra.
Quando pego meu pau, começo a esfregar nele, ela fala com tesão mas meio envergonhada: "não tomo pílula e posso engravidar, mas pode tentar pelo cuzinho" por dentro foi uma festa ouvir isso, tava excitadíssimo x1000, aí falo: "sim, beleza, camisinha também não tenho", já que com minha mulher não usamos. Viro ela e pergunto, de forma maliciosa: "quantos homens passaram por esse cuzinho?" porque sinceramente, se alguém já comeu e não reivindicou esse prêmio, dormiu no ponto; aí ela responde: "só uma pessoa passou por lá" levantando a bunda e mordendo o lábio inferior.
Aí falo: "vem, vai ser o segundo", afasto as nádegas e chupo o cuzinho dela, molho bem, tento abrir aquele cu fechado com a língua enquanto ela se tocava e gemia cada vez mais, enfio um dedo, depois dois pra ir alargando o lugar. Já lubrificada, ela fala toda tesuda: "você me enlouquece, faz meu cuzinho por favor", pego meu pau, bem duro e molhado, primeiro encosto a ponta, apoio e vou empurrando muuuuito devagar enquanto ela; com uma mão segurava minha perna, caso doesse.
Quando já entrou quase todo, começo a bombar bem devagar e conforme ela ia se acostumando; ia aumentando a velocidade até começar a ir muito mais rápido e conseguir sumir com todo meu pau no cuzinho dela; ela subiu em cima de mim, ela por cima, como se mexia, "meu deus" pensava, como essa mina tá me comendo e apesar de não estar penetrando a buceta dela, sentia como ela se molhava toda. Levei ela contra a parede, ela não parou de gemer em nenhum momento.
Num momento ela ajoelha e começa a me masturbar e chupar, aí fala como desesperada: "goza na minha cara" aí não hesito e me masturbo furiosamente Quando eu tava no limite, falei: "se prepara..." Ela de joelhos, se tocando toda, e usei a palavra: buceta. Abre a boca e aaaaaaa... Aquele primeiro jato de porra que saiu voando, sujando a boca dela inteira, entrando na boca, escorrendo nos peitos e ela toda ofegante, se limpando com as mãos cheias de porra e colocando tudo de volta na boca, chupando o que tinha sobrado de porra do meu pau. Fazia tempo que não comia assim, nem com a minha mulher; de vez em quando, quando dá, a gente dá uma trepada com a empregada quando não tem muito o que fazer.
6 comentários - A Empregada Gostosa