Se é a primeira vez que me lê, bem-vindo; se já me leu antes, muito obrigado. A puberdade foi uma época intensa, lembro que eu ficava excitado com qualquer coisa: um catálogo de lingerie da minha mãe, um comercial de camisinha e com as cenas de sexo nos filmes (por isso gosto de filmes de terror). Eu tinha 14 anos e na escola onde estudava tinha muitas garotas que se desenvolveram rápido, naquela idade já tinham peito e boas curvas. Meus hormônios estavam imparáveis e, como a escola era fácil pra mim, passava o dia todo olhando as meninas e tentando montar com elas uma "mulher perfeita": as pernas de uma, o rosto de outra, a bunda daquela e os peitos dela, algo assim.
Naquela época, eu já morava com minha mãe no apartamento dela e, como ela trabalhava à tarde, eu ficava sozinho e aproveitava pra me masturbar todo dia. Na maioria das vezes, eu batia uma pensando em artistas ou atrizes, mas também gostava de gozar imaginando minhas colegas de escola e, dentro delas, tinha duas que me faziam gozar rapidinho: Perla e Samantha.
Perla era a menos bonita, mas exalava uma vibe sexual que era impossível de esconder. As más línguas diziam que Perla tinha batido uma pra um garoto na sala, que fazia boquete nos professores pra passar de ano e coisas do tipo. Samantha, por outro lado, era a garota mais gostosa da escola, tinha um corpo bem definido, pele branca e uns olhos azuis lindos. Ela não era tão sexual quanto a Perla, mas sabia que era bonita e usava isso como meio de persuasão.
Samantha estava fora do meu alcance, eu não era dos populares. Mas, graças a ela, aprendi que às vezes o inalcançável é só questão de tempo. Saímos da escola, Perla se matriculou na mesma escola que eu e a última notícia que tive de Samantha era que ela tinha engravidado aos 16 e era mãe solteira. Eu já tinha uns 22 anos quando a encontrei por acaso perto da universidade. Por essas datas... eu era uma bagunça completa e não muito responsável ou consciente com a faculdade, já tava arrastando umas matérias e meu horário me fazia ficar na escola o dia inteiro. Eram 8:20 da manhã de uma segunda-feira e o professor já não tinha me deixado entrar na sala (de novo), então fui pra um shopping perto do campus pra pegar um café e alguma coisa pra comer; entro sem muita animação e não encontro nem café nem comida, então decido voltar pra universidade. Na entrada do shopping, lutando pra carregar e arrumar as sacolas num táxi, estava a Samantha. No começo não a reconheci, ela tava diferente, mas assim que percebi que era ela, decidi ajudar. — Oi... Precisa de ajuda? — pergunto primeiro, na esperança de que ela me veja e me reconheça. — Não, obrigada... Tá tudo sob controle — ela fala como autodefesa, sem virar pra me olhar; se abaixa pra pegar uma sacola e eu posso admirar a buceta dela presa nuns leggings pretos, grande e macia, redonda. — Sam... Deixa eu te ajudar... — ela vira, intrigada, eu sorrio. — Oi, você... Como é que cê tá...? — ela fala ao me reconhecer, me dá um beijo na bochecha e um abraço. — Bem, tudo bem. Vou te ajudar. — Valeu — responde e a gente arruma as sacolas no táxi —. Quando chegar em casa, vejo como me viro. — Se não tiver problema, posso ir com você, aproveito pra gente conversar um pouco. — Não, não se preocupa, cê deve ter coisas pra fazer. — Insisto, se não te incomodar, claro. — Bom, tá bem. A gente entra no táxi e começa a se atualizar sobre nossas vidas, mesmo que não fôssemos muito próximos no colégio, a gente conversou algumas vezes. Conto sobre a faculdade e que tô atrasado, ela me conta a rotina cansativa dela. A Samantha trabalhava das 4 da tarde até meia-noite numa farmácia, a mãe dela cuidava do filho dela até aquela hora e o pai dela ia buscá-la depois de deixar a filha em casa. Ela chegava, dormia um pouco e acordava pra preparar e levar o pequeno pra escola, depois voltava pra arrumar as coisas e fazer comida, ia pelo filho dela e esperava a mãe; todos os dias (exceto fins de semana) eram iguais; Sam dizia que o dinheiro dava pros dois, mas que em breve ia arrumar um emprego de secretária com um horário melhor. Fiquei impressionado com a força dela e também fiquei nervoso só de imaginar ela de uniforme de secretária fazendo favores pro chefe. Por causa do trânsito, chegamos quase às 9 na casa dela, ajudei a subir as sacolas pro segundo andar e ela me convidou pra entrar. Sentei na salinha dela enquanto ela arrumava o que tinha comprado, e pude apreciar ela por completo. O corpo dela já não era mais o do colégio, as pernas eram mais grossas sem serem gordas, os peitos eram grandes, mesmo por baixo da blusa e da jaqueta esportiva que ela usava, dava pra ver claramente a redondeza. A bunda dela era espetacular, lembro que no colégio ela tinha pequena e durinha, agora era grande e bem definida; ainda tinha um rostinho lindo e a pele pálida com os olhos azuis causavam um efeito impactante. Ela estava com o cabelo preso num elástico e a legging que vestia era bem justa. — Quer um café? — ela fala quando termina de arrumar tudo e me pega olhando pra bunda dela. — Sim... Obrigado — viro o rosto meio sem graça, afinal ela era minha fantasia da puberdade e eu já tinha gozado litros em homenagem a ela. Ela prepara o café e eu continuo observando, parece que ela tá mexendo e rebolando a bunda gostosa demais, mas caio na real de que é coisa da minha cabeça. — Quem você já viu da escola? — ela pergunta e eu conto uns encontros com ex-colegas, omitindo que tinha comido a Perla um tempo atrás —... Nossa, eu não vi tanta gente... Era uma época boa. Eu sorrio pra ela, começamos a contar histórias e lendas urbanas do colégio. A gente ria pra caralho e foi se aproximando sem perceber. — Sei que é muito cedo mas... Quer uma cerveja? — ela fala entre animada e alegre. Eram 10 da manhã, sim, era muito cedo mas... Que mal tem? Ruim?" —Claro —respondo. Ela caminha até a geladeira, e quando se levanta, a bunda dela passa a poucos centímetros do meu rosto. Senti o calor e comecei a salivar. Sam volta com um six pack, pega uma cerveja e me dá outra. Continuamos conversando e rindo, as histórias deram lugar às fofocas e rumores dos nossos colegas. Mesmo eu nunca tendo bebido tão cedo, a primeira cerveja foi embora rápido. —Ei... E já que estamos na intimidade... Era verdade o que falavam da Perla? —me arrisco a perguntar. —De tudo que falavam dela, o que você quer dizer? —Aquela história de que ela ganhava nota fazendo boquete —falo sem vergonha. Estávamos na metade da segunda cerveja e, talvez por não ter tomado café da manhã, comecei a ficar tonto. Samantha solta uma gargalhada —não, não era verdade... Ela era meio vadia, mas não, era só uma provocadora, às vezes me deixava desconfortável, uma vez até me beijou com mão boba incluída —ela diz e vira o resto da cerveja. Minha cabeça explode e de repente tenho uma ereção fortíssima, não sentia minha pica tão dura assim há um tempo. Não pensei que putaria soasse tão sexy nela. Também termino a cerveja e abro as últimas do pacote. Sam fica olhando pro infinito, com olhos nostálgicos. —Tudo bem? —pergunto, tirando ela do devaneio. —Sim... Só fiquei pensando. —No quê? —Foi uma boa época —ela dá um gole na cerveja —tenho tantas lembranças... Tudo era mais fácil, não tinha tantas preocupações... —diz e depois sorri com aquele sorriso que tinha no colégio, quente e até inocente. —É, bom... Pra mim não foi tão fácil assim —dou um longo gole —mas eu era um mero mortal, um garoto qualquer, você já era a rainha do colégio... A mina mais gostosa. Samantha sorri com indulgência —não seja mentiroso. —É verdade, você era a fantasia de todo mundo. —Todo mundo? —Sim. —Até você? —Fico quieto por um segundo, desconfortável e envergonhado —filho da puta —ela diz com humor —era sua fantasia? Você batia uma pensando em mim? em mim? —meu silêncio é resposta —por isso você não para de olhar pra minha bunda. —Não, eu tô falando se... Mas... —a coragem líquida entra em ação—você era a garota mais linda, tinha umas pernas maravilhosas e naquela época tinha mais peito que todas as minas... Além disso, meus hormônios estavam a mil —ela sorri e toma mais cerveja —e você tem uma bunda espetacular, por isso fico olhando, você é muito gostosa. Ela sorri e balança a cabeça negando —seu mentiroso, eu tô bem feia, antes talvez... Mas depois do meu filho não sou mais bonita —eu tava incrédulo, não sabia se ela tava me enganando ou se realmente pensava aquilo —antes eu era magra e bonita, agora tô mais cheinha. Termino a cerveja de um gole, levanto do sofá e obrigo Samantha a se levantar. —Você tá louca, mulher? Você tá uma delícia, com certeza tem vários querendo te comer... —Sim, mas pelo tesão de ficar com uma milf, não porque eu agrado eles. —Você tá enganada, sério, você não percebe o corpo que tem? Você tem umas pernas lindas e seus olhos... Esses peitos parecem uma delícia e sua bunda... Nossa, que bunda você tem...—minha ereção tava no talo—olha como você me deixa —falo segurando meu pau por cima da calça. —É... Já vi... —ela diz sorrindo e a mão dela se aproxima timidamente da minha calça —você realmente se masturbava pensando em mim? —pergunta com um tom aveludado, cheio de tesão. —Sim... —respondo antes de beijá-la selvagemente. Coloco minhas mãos na bunda dela, massageando bem as nádegas, nossas línguas se movem deliciosamente, ela continua me massageando por cima da calça. Subo uma mão pra abaixar o zíper do casaco esportivo dela, por baixo esperam um par de peitões grandes cobertos só por uma blusa fina de algodão, os bicos apontam excitados como duas lanças de prazer. —Sem sutiã? —pergunto e ela sorri. —É mais confortável assim —responde com as bochechas vermelhas e a voz de putinha passiva. Minhas mãos entram por baixo da blusa e começo a massagear artesanalmente os peitos lindos dela, macios, com um par de bicos Um pouco alargados por dar de mamar pro filho dela. Ela fecha os olhos com a cabeça pra trás, curtindo os carinhos. — Você é um sonho... — sussurro pra ela, ela sorri com safadeza; levantei a blusa liberando o lindo par de peitos que ela tem, branquinhos com os bicos escuros, sem esperar mais minha boca se apossa dos peitos dela, lambendo e chupando, transformando a respiração dela em gemidos e suspiros. Enquanto chupo os peitos dela, minhas mãos se distraem por baixo da legging, massageando a bunda e a buceta dela, molhando meus dedos com os fluidos dela. Fico mais uns minutos curtindo esses peitos e a música erótica dos gemidos dela. Puxo a legging junto com a calcinha até o meio da coxa. — Deixa... Deixa eu chupar você... Antes deixa eu chupar seu pau — ela fala, dando um passo pra trás. A imagem é linda, a garota das minhas fantasias, por quem tive tantos orgasmos, parada na minha frente, a pele branquinha dela só marcada por uma ou outra pinta safada, os bicos atraentes e duros, a legging no meio da perna, os pelinhos cobrindo uma buceta molhada, pronta pro sexo. Ela se ajoelha na minha frente, tira do esconderijo meu pau que pula animado derramando lubrificante transparente da ponta. Samantha olha hipnotizada e começa a me masturbar, morde o lábio inferior e passa a língua discreta no canto da boca. Começa a lamber e chupar a ponta do meu pau, depois enfia ele inteiro, com uma certa desespero e saudade. Ela me faz um boquete delicioso, me empurra pro sofá pra eu sentar, ela continua chupando feliz, lambe minhas bolas de vez em quando. — Ssss... Que pau gostoso você tem... Que sabor delicioso... Você tem ele muito gostoso, amor... — ela fala entre uma chupada e outra — mmm... Que delícia, safado... Faz tempo que não comia um pau tão gostoso... Seguro ela pelo rabo de cavalo e começo a comer a boca dela devagar — engole tudo, putinha — ela chupa no meu ritmo. Ela tira o pau da boca e começa a me masturbar — Foi assim que você imaginou sua fantasia? — ela pergunta cuspindo na cabeça do meu pau, sendo a maior putinha. E promíscua que pudesse. — Na verdade... Você fazia com suas tetas — solto uma mentirinha pra provocar ela. — Filho da puta... — ela diz antes de colocar meu pau entre as tetas dela — Assim, filho da puta? Deixa escorrer um fio de cuspe no meu pau entre os peitos dela pra lubrificar e depois começa a mover pra cima e pra baixo os peitos dela espremendo meu pau entre eles numa russa maravilhosa. — Que puta gostosa... Que tetas deliciosas você tem... — Tá gostando, filho da puta? — aperta mais os peitos dela estrangulando meu pau e depois mexe eles — Vai encher minhas tetas de porra, filho da puta? — Claro que sim, puta... Mas quero te comer primeiro. Ela fica me olhando nos olhos como se esperasse essa frase, sorri docemente. As tetas dela soltam meu pau e ela dá mais umas chupadas profundas e gostosas, tira da boca provocando um estalo forte. A boca dela e a ponta do meu pau ficam unidas por um fio de cuspe e lubrificante. — Vem, vamos transar no quarto — ela me pega pela mão pra me guiar. A gente se beija no caminho e vai arrancando a roupa, quando entramos no quarto estamos completamente pelados e excitados —. Me mostra... Me mostra como você se masturbava pensando em mim... — sussurra e se deita na cama com as pernas abertas. Eu obedeço e começo a bater punheta — hmm... Que gostoso... — ela começa a enfiar dois dedos — era assim que você se tocava?... Queria minhas tetas?... Minha bunda?... Não aguento mais — fica de quatro, puta — eu ordeno. — Claro, coração — ela diz se ajoelhando e apoiando as mãos — assim? — fala safada mexendo a bunda. Eu me jogo enterrando a cara entre as nádegas dela, não acredito que vou comer a bunda que me fez fantasiar tanto quando era moleque. Chupo ela do cu à buceta sugando os lábios da boceta dela, ela geme e fala putaria, eu tô concentrado lambendo e saboreando. — Quer que eu meta? — Sim... Sim, filho da puta... Não me faz esperar... — Me pede, por favor, puta. — Me come... Me come, por favor... Faz tempo que não me comem... Enfia teu pau... Por favor... — não faço ela esperar mais, pego meu pau e ajeito ele na entrada da buceta dela —hum... Me dá duro, coração... —enfio tudo de uma vez —aai... Que gostoso... Me dá duro... Deus que delícia... —começo a meter forte, fazendo as nádegas dela baterem com força, Samantha grita e geme cheia de tesão, empina mais a bunda, eu dou uns tapas nela —assim... Assim... Duro, assim... Sim... Me dá duroo... Dá, dá, dá... Filha da puta... Que gostosoo... Aaaah... Mais, mais, mais... Maais... —sinto a buceta dela se contrair, Samantha grita num orgasmo, minha respiração vira uns grunhidos, ouvir ela me excitava demais e sinto que vou gozar. —Vira —falo depois de tirar ele, mudar de posição talvez me faça durar um pouco mais. Sam se deita e abre bem as pernas, eu me ajeito no meio e enfio sem avisar. Continuo metendo forte, enfiando e tirando meu pau, dou um jeito de chupar um mamilo enquanto como ela gostoso, ela coloca uma mão na minha nuca e me empurra pra continuar chupando o peito dela, fala umas coisas entre gemidos que não entendo, só consigo ouvir meu próprio coração batendo dentro do ouvido. —Não aguento mais, Sam... —começo a grunhir —vou gozar... —Nos peitos... —ouço distorcido —nos peitos... —fala desesperada quase como uma ordem. Saio dela e me ajeito com os joelhos do lado da barriga dela, grunjo batendo punheta rápido, meu orgasmo explode e saem uns 4 ou 5 jorros grossos e cheios. Fecho os olhos meio tonto e quando abro vejo a mina das minhas primeiras fantasias coberta de porra, tem dois jorros quentes de leite nos peitos, um nos lábios e outro no queixo, umas gotas perdidas perto dos olhos azuis dela, a imagem faz saírem mais umas gotas de porra que caem na barriga dela. Ela tá com as bochechas vermelhas e cara de satisfeita. Desabo do lado dela respirando pesado. Do nada Samantha começa a rir, uma risada de alegria, eu rio junto de satisfação. —Fazia séculos que não transava... —fala e com um dedo limpa o sêmen pra depois lamber —Você fode muito gostoso, dá pra ver que tem prática.
—Não muita.
—Foi muito gostoso, eu às vezes me masturbo, mas não é a mesma coisa e é... meio triste.
—Te dou uma mão quando você quiser — Samantha ri de novo.
—Claro, te passo meu número e outro dia a gente volta a... tomar café da manhã — ela pisca um olho pra mim — isso até eu começar a trabalhar e meu horário mudar.
—Fechado — respondo, e a gente levanta da cama. Era quase 1h da tarde e eu tava atrasado pra uma aula importante, ela também tava atrasada e, apesar das indiretas dela pra eu ficar, tive que ir. Ela me passa o número e combinamos de nos ver de novo. Ela me despede na porta, nua, com um beijo.
No caminho pra faculdade, passo um pouco do desodorante que sempre carrego na mochila, mas isso não disfarça o cheiro descarado de sexo que tô exalando. O dia passa tranquilo, durmo numa aula de tão cansado, e à meia-noite mando uma mensagem pra ela: "você é a fantasia que mais me excita... Espero te ver logo."
Foi assim que aconteceu, acreditem ou não.
Naquela época, eu já morava com minha mãe no apartamento dela e, como ela trabalhava à tarde, eu ficava sozinho e aproveitava pra me masturbar todo dia. Na maioria das vezes, eu batia uma pensando em artistas ou atrizes, mas também gostava de gozar imaginando minhas colegas de escola e, dentro delas, tinha duas que me faziam gozar rapidinho: Perla e Samantha.
Perla era a menos bonita, mas exalava uma vibe sexual que era impossível de esconder. As más línguas diziam que Perla tinha batido uma pra um garoto na sala, que fazia boquete nos professores pra passar de ano e coisas do tipo. Samantha, por outro lado, era a garota mais gostosa da escola, tinha um corpo bem definido, pele branca e uns olhos azuis lindos. Ela não era tão sexual quanto a Perla, mas sabia que era bonita e usava isso como meio de persuasão.
Samantha estava fora do meu alcance, eu não era dos populares. Mas, graças a ela, aprendi que às vezes o inalcançável é só questão de tempo. Saímos da escola, Perla se matriculou na mesma escola que eu e a última notícia que tive de Samantha era que ela tinha engravidado aos 16 e era mãe solteira. Eu já tinha uns 22 anos quando a encontrei por acaso perto da universidade. Por essas datas... eu era uma bagunça completa e não muito responsável ou consciente com a faculdade, já tava arrastando umas matérias e meu horário me fazia ficar na escola o dia inteiro. Eram 8:20 da manhã de uma segunda-feira e o professor já não tinha me deixado entrar na sala (de novo), então fui pra um shopping perto do campus pra pegar um café e alguma coisa pra comer; entro sem muita animação e não encontro nem café nem comida, então decido voltar pra universidade. Na entrada do shopping, lutando pra carregar e arrumar as sacolas num táxi, estava a Samantha. No começo não a reconheci, ela tava diferente, mas assim que percebi que era ela, decidi ajudar. — Oi... Precisa de ajuda? — pergunto primeiro, na esperança de que ela me veja e me reconheça. — Não, obrigada... Tá tudo sob controle — ela fala como autodefesa, sem virar pra me olhar; se abaixa pra pegar uma sacola e eu posso admirar a buceta dela presa nuns leggings pretos, grande e macia, redonda. — Sam... Deixa eu te ajudar... — ela vira, intrigada, eu sorrio. — Oi, você... Como é que cê tá...? — ela fala ao me reconhecer, me dá um beijo na bochecha e um abraço. — Bem, tudo bem. Vou te ajudar. — Valeu — responde e a gente arruma as sacolas no táxi —. Quando chegar em casa, vejo como me viro. — Se não tiver problema, posso ir com você, aproveito pra gente conversar um pouco. — Não, não se preocupa, cê deve ter coisas pra fazer. — Insisto, se não te incomodar, claro. — Bom, tá bem. A gente entra no táxi e começa a se atualizar sobre nossas vidas, mesmo que não fôssemos muito próximos no colégio, a gente conversou algumas vezes. Conto sobre a faculdade e que tô atrasado, ela me conta a rotina cansativa dela. A Samantha trabalhava das 4 da tarde até meia-noite numa farmácia, a mãe dela cuidava do filho dela até aquela hora e o pai dela ia buscá-la depois de deixar a filha em casa. Ela chegava, dormia um pouco e acordava pra preparar e levar o pequeno pra escola, depois voltava pra arrumar as coisas e fazer comida, ia pelo filho dela e esperava a mãe; todos os dias (exceto fins de semana) eram iguais; Sam dizia que o dinheiro dava pros dois, mas que em breve ia arrumar um emprego de secretária com um horário melhor. Fiquei impressionado com a força dela e também fiquei nervoso só de imaginar ela de uniforme de secretária fazendo favores pro chefe. Por causa do trânsito, chegamos quase às 9 na casa dela, ajudei a subir as sacolas pro segundo andar e ela me convidou pra entrar. Sentei na salinha dela enquanto ela arrumava o que tinha comprado, e pude apreciar ela por completo. O corpo dela já não era mais o do colégio, as pernas eram mais grossas sem serem gordas, os peitos eram grandes, mesmo por baixo da blusa e da jaqueta esportiva que ela usava, dava pra ver claramente a redondeza. A bunda dela era espetacular, lembro que no colégio ela tinha pequena e durinha, agora era grande e bem definida; ainda tinha um rostinho lindo e a pele pálida com os olhos azuis causavam um efeito impactante. Ela estava com o cabelo preso num elástico e a legging que vestia era bem justa. — Quer um café? — ela fala quando termina de arrumar tudo e me pega olhando pra bunda dela. — Sim... Obrigado — viro o rosto meio sem graça, afinal ela era minha fantasia da puberdade e eu já tinha gozado litros em homenagem a ela. Ela prepara o café e eu continuo observando, parece que ela tá mexendo e rebolando a bunda gostosa demais, mas caio na real de que é coisa da minha cabeça. — Quem você já viu da escola? — ela pergunta e eu conto uns encontros com ex-colegas, omitindo que tinha comido a Perla um tempo atrás —... Nossa, eu não vi tanta gente... Era uma época boa. Eu sorrio pra ela, começamos a contar histórias e lendas urbanas do colégio. A gente ria pra caralho e foi se aproximando sem perceber. — Sei que é muito cedo mas... Quer uma cerveja? — ela fala entre animada e alegre. Eram 10 da manhã, sim, era muito cedo mas... Que mal tem? Ruim?" —Claro —respondo. Ela caminha até a geladeira, e quando se levanta, a bunda dela passa a poucos centímetros do meu rosto. Senti o calor e comecei a salivar. Sam volta com um six pack, pega uma cerveja e me dá outra. Continuamos conversando e rindo, as histórias deram lugar às fofocas e rumores dos nossos colegas. Mesmo eu nunca tendo bebido tão cedo, a primeira cerveja foi embora rápido. —Ei... E já que estamos na intimidade... Era verdade o que falavam da Perla? —me arrisco a perguntar. —De tudo que falavam dela, o que você quer dizer? —Aquela história de que ela ganhava nota fazendo boquete —falo sem vergonha. Estávamos na metade da segunda cerveja e, talvez por não ter tomado café da manhã, comecei a ficar tonto. Samantha solta uma gargalhada —não, não era verdade... Ela era meio vadia, mas não, era só uma provocadora, às vezes me deixava desconfortável, uma vez até me beijou com mão boba incluída —ela diz e vira o resto da cerveja. Minha cabeça explode e de repente tenho uma ereção fortíssima, não sentia minha pica tão dura assim há um tempo. Não pensei que putaria soasse tão sexy nela. Também termino a cerveja e abro as últimas do pacote. Sam fica olhando pro infinito, com olhos nostálgicos. —Tudo bem? —pergunto, tirando ela do devaneio. —Sim... Só fiquei pensando. —No quê? —Foi uma boa época —ela dá um gole na cerveja —tenho tantas lembranças... Tudo era mais fácil, não tinha tantas preocupações... —diz e depois sorri com aquele sorriso que tinha no colégio, quente e até inocente. —É, bom... Pra mim não foi tão fácil assim —dou um longo gole —mas eu era um mero mortal, um garoto qualquer, você já era a rainha do colégio... A mina mais gostosa. Samantha sorri com indulgência —não seja mentiroso. —É verdade, você era a fantasia de todo mundo. —Todo mundo? —Sim. —Até você? —Fico quieto por um segundo, desconfortável e envergonhado —filho da puta —ela diz com humor —era sua fantasia? Você batia uma pensando em mim? em mim? —meu silêncio é resposta —por isso você não para de olhar pra minha bunda. —Não, eu tô falando se... Mas... —a coragem líquida entra em ação—você era a garota mais linda, tinha umas pernas maravilhosas e naquela época tinha mais peito que todas as minas... Além disso, meus hormônios estavam a mil —ela sorri e toma mais cerveja —e você tem uma bunda espetacular, por isso fico olhando, você é muito gostosa. Ela sorri e balança a cabeça negando —seu mentiroso, eu tô bem feia, antes talvez... Mas depois do meu filho não sou mais bonita —eu tava incrédulo, não sabia se ela tava me enganando ou se realmente pensava aquilo —antes eu era magra e bonita, agora tô mais cheinha. Termino a cerveja de um gole, levanto do sofá e obrigo Samantha a se levantar. —Você tá louca, mulher? Você tá uma delícia, com certeza tem vários querendo te comer... —Sim, mas pelo tesão de ficar com uma milf, não porque eu agrado eles. —Você tá enganada, sério, você não percebe o corpo que tem? Você tem umas pernas lindas e seus olhos... Esses peitos parecem uma delícia e sua bunda... Nossa, que bunda você tem...—minha ereção tava no talo—olha como você me deixa —falo segurando meu pau por cima da calça. —É... Já vi... —ela diz sorrindo e a mão dela se aproxima timidamente da minha calça —você realmente se masturbava pensando em mim? —pergunta com um tom aveludado, cheio de tesão. —Sim... —respondo antes de beijá-la selvagemente. Coloco minhas mãos na bunda dela, massageando bem as nádegas, nossas línguas se movem deliciosamente, ela continua me massageando por cima da calça. Subo uma mão pra abaixar o zíper do casaco esportivo dela, por baixo esperam um par de peitões grandes cobertos só por uma blusa fina de algodão, os bicos apontam excitados como duas lanças de prazer. —Sem sutiã? —pergunto e ela sorri. —É mais confortável assim —responde com as bochechas vermelhas e a voz de putinha passiva. Minhas mãos entram por baixo da blusa e começo a massagear artesanalmente os peitos lindos dela, macios, com um par de bicos Um pouco alargados por dar de mamar pro filho dela. Ela fecha os olhos com a cabeça pra trás, curtindo os carinhos. — Você é um sonho... — sussurro pra ela, ela sorri com safadeza; levantei a blusa liberando o lindo par de peitos que ela tem, branquinhos com os bicos escuros, sem esperar mais minha boca se apossa dos peitos dela, lambendo e chupando, transformando a respiração dela em gemidos e suspiros. Enquanto chupo os peitos dela, minhas mãos se distraem por baixo da legging, massageando a bunda e a buceta dela, molhando meus dedos com os fluidos dela. Fico mais uns minutos curtindo esses peitos e a música erótica dos gemidos dela. Puxo a legging junto com a calcinha até o meio da coxa. — Deixa... Deixa eu chupar você... Antes deixa eu chupar seu pau — ela fala, dando um passo pra trás. A imagem é linda, a garota das minhas fantasias, por quem tive tantos orgasmos, parada na minha frente, a pele branquinha dela só marcada por uma ou outra pinta safada, os bicos atraentes e duros, a legging no meio da perna, os pelinhos cobrindo uma buceta molhada, pronta pro sexo. Ela se ajoelha na minha frente, tira do esconderijo meu pau que pula animado derramando lubrificante transparente da ponta. Samantha olha hipnotizada e começa a me masturbar, morde o lábio inferior e passa a língua discreta no canto da boca. Começa a lamber e chupar a ponta do meu pau, depois enfia ele inteiro, com uma certa desespero e saudade. Ela me faz um boquete delicioso, me empurra pro sofá pra eu sentar, ela continua chupando feliz, lambe minhas bolas de vez em quando. — Ssss... Que pau gostoso você tem... Que sabor delicioso... Você tem ele muito gostoso, amor... — ela fala entre uma chupada e outra — mmm... Que delícia, safado... Faz tempo que não comia um pau tão gostoso... Seguro ela pelo rabo de cavalo e começo a comer a boca dela devagar — engole tudo, putinha — ela chupa no meu ritmo. Ela tira o pau da boca e começa a me masturbar — Foi assim que você imaginou sua fantasia? — ela pergunta cuspindo na cabeça do meu pau, sendo a maior putinha. E promíscua que pudesse. — Na verdade... Você fazia com suas tetas — solto uma mentirinha pra provocar ela. — Filho da puta... — ela diz antes de colocar meu pau entre as tetas dela — Assim, filho da puta? Deixa escorrer um fio de cuspe no meu pau entre os peitos dela pra lubrificar e depois começa a mover pra cima e pra baixo os peitos dela espremendo meu pau entre eles numa russa maravilhosa. — Que puta gostosa... Que tetas deliciosas você tem... — Tá gostando, filho da puta? — aperta mais os peitos dela estrangulando meu pau e depois mexe eles — Vai encher minhas tetas de porra, filho da puta? — Claro que sim, puta... Mas quero te comer primeiro. Ela fica me olhando nos olhos como se esperasse essa frase, sorri docemente. As tetas dela soltam meu pau e ela dá mais umas chupadas profundas e gostosas, tira da boca provocando um estalo forte. A boca dela e a ponta do meu pau ficam unidas por um fio de cuspe e lubrificante. — Vem, vamos transar no quarto — ela me pega pela mão pra me guiar. A gente se beija no caminho e vai arrancando a roupa, quando entramos no quarto estamos completamente pelados e excitados —. Me mostra... Me mostra como você se masturbava pensando em mim... — sussurra e se deita na cama com as pernas abertas. Eu obedeço e começo a bater punheta — hmm... Que gostoso... — ela começa a enfiar dois dedos — era assim que você se tocava?... Queria minhas tetas?... Minha bunda?... Não aguento mais — fica de quatro, puta — eu ordeno. — Claro, coração — ela diz se ajoelhando e apoiando as mãos — assim? — fala safada mexendo a bunda. Eu me jogo enterrando a cara entre as nádegas dela, não acredito que vou comer a bunda que me fez fantasiar tanto quando era moleque. Chupo ela do cu à buceta sugando os lábios da boceta dela, ela geme e fala putaria, eu tô concentrado lambendo e saboreando. — Quer que eu meta? — Sim... Sim, filho da puta... Não me faz esperar... — Me pede, por favor, puta. — Me come... Me come, por favor... Faz tempo que não me comem... Enfia teu pau... Por favor... — não faço ela esperar mais, pego meu pau e ajeito ele na entrada da buceta dela —hum... Me dá duro, coração... —enfio tudo de uma vez —aai... Que gostoso... Me dá duro... Deus que delícia... —começo a meter forte, fazendo as nádegas dela baterem com força, Samantha grita e geme cheia de tesão, empina mais a bunda, eu dou uns tapas nela —assim... Assim... Duro, assim... Sim... Me dá duroo... Dá, dá, dá... Filha da puta... Que gostosoo... Aaaah... Mais, mais, mais... Maais... —sinto a buceta dela se contrair, Samantha grita num orgasmo, minha respiração vira uns grunhidos, ouvir ela me excitava demais e sinto que vou gozar. —Vira —falo depois de tirar ele, mudar de posição talvez me faça durar um pouco mais. Sam se deita e abre bem as pernas, eu me ajeito no meio e enfio sem avisar. Continuo metendo forte, enfiando e tirando meu pau, dou um jeito de chupar um mamilo enquanto como ela gostoso, ela coloca uma mão na minha nuca e me empurra pra continuar chupando o peito dela, fala umas coisas entre gemidos que não entendo, só consigo ouvir meu próprio coração batendo dentro do ouvido. —Não aguento mais, Sam... —começo a grunhir —vou gozar... —Nos peitos... —ouço distorcido —nos peitos... —fala desesperada quase como uma ordem. Saio dela e me ajeito com os joelhos do lado da barriga dela, grunjo batendo punheta rápido, meu orgasmo explode e saem uns 4 ou 5 jorros grossos e cheios. Fecho os olhos meio tonto e quando abro vejo a mina das minhas primeiras fantasias coberta de porra, tem dois jorros quentes de leite nos peitos, um nos lábios e outro no queixo, umas gotas perdidas perto dos olhos azuis dela, a imagem faz saírem mais umas gotas de porra que caem na barriga dela. Ela tá com as bochechas vermelhas e cara de satisfeita. Desabo do lado dela respirando pesado. Do nada Samantha começa a rir, uma risada de alegria, eu rio junto de satisfação. —Fazia séculos que não transava... —fala e com um dedo limpa o sêmen pra depois lamber —Você fode muito gostoso, dá pra ver que tem prática.
—Não muita.
—Foi muito gostoso, eu às vezes me masturbo, mas não é a mesma coisa e é... meio triste.
—Te dou uma mão quando você quiser — Samantha ri de novo.
—Claro, te passo meu número e outro dia a gente volta a... tomar café da manhã — ela pisca um olho pra mim — isso até eu começar a trabalhar e meu horário mudar.
—Fechado — respondo, e a gente levanta da cama. Era quase 1h da tarde e eu tava atrasado pra uma aula importante, ela também tava atrasada e, apesar das indiretas dela pra eu ficar, tive que ir. Ela me passa o número e combinamos de nos ver de novo. Ela me despede na porta, nua, com um beijo.
No caminho pra faculdade, passo um pouco do desodorante que sempre carrego na mochila, mas isso não disfarça o cheiro descarado de sexo que tô exalando. O dia passa tranquilo, durmo numa aula de tão cansado, e à meia-noite mando uma mensagem pra ela: "você é a fantasia que mais me excita... Espero te ver logo."
Foi assim que aconteceu, acreditem ou não.
2 comentários - O que sobrou da gostosa