MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 04.5
Me chamo Margarida, tenho 54 anos, sou a mãe do Davi, que é minha adoração. Faz alguns meses que me divorciei do meu marido; não teve nenhum motivo específico, simplesmente com o passar dos anos o amor acabou. Fiquei com a guarda do meu filho e juntos acabamos nos mudando para um condomínio de apartamentos.
Me mudei pra esse lugar por recomendação da minha velha amiga Vitória, que disse que era o lugar perfeito para mulheres como a gente, já que ela também mora aqui com o marido.
O lugar é bem localizado, perto da escola onde meu filho ia estudar e numa área relativamente tranquila, além do aluguel estar dentro do meu orçamento.
O divórcio foi rápido e sem problemas, prova de que já fazia tempo que a gente tinha se distanciado. Cheguei a me preocupar que pudesse afetar meu filho, mas ele não mostrou nem o menor sinal de mudança. Continuava o mesmo de sempre.
Se tem uma coisa que sou grata ao meu ex é por ter me ajudado a gerar um rapaz tão excepcional. Meu filho é um jovem inteligente, perspicaz, gentil, educado e, modéstia à parte, muito gostoso, embora seja verdade que ele tende a ser bem solitário na maior parte do tempo. A verdade é que mesmo assim nunca tive problemas com ele por isso, então não me importava de deixá-lo sozinho enquanto ia trabalhar, que muitas vezes tinha um horário irregular.
Além disso, as vizinhas do condomínio nos receberam de braços abertos. Era uma coisa curiosa, a maioria das inquilinas eram mulheres milf mais ou menos da minha idade. Embora algumas morassem com os maridos e/ou filhos, várias delas estavam sozinhas, seja por divórcio, viuvez ou solteirice.
Independente do estado civil, todas eram atenciosas e amigáveis, incluindo a dona e proprietária do lugar, Dona Elide.
Durante as primeiras semanas, as coisas iam bem; meu filho estava se preparando para entrar na escola, Vitória tinha me arrumado um emprego de médica na clínica onde ela trabalhava, e eu tinha feito muitas amigas boas no condomínio. complexo.
Lembro que uma noite em especial, depois de sair pra beber um pouco com a Vitória, ela me perguntou se eu tinha pensado em arrumar um relacionamento com outro homem. A verdade é que não tava nem um pouco interessada, preferia ficar solteira e me dedicar ao meu filho, não tava afim de depender de homem nenhum.
— E o sexo? Pelo que eu lembro, você era bem fogosa, com certeza deve sentir falta da pica de um homem. — disse Vitória, que como sempre gostava de falar sem papas na língua.
Era verdade que na minha juventude eu era meio fogosa, não no sentido de ser uma puta que transa com qualquer um, mas sim de mente aberta, sempre disposta a experimentar coisas novas. Já tinha praticado anal, chuva dourada, orgias, entre outras coisas. Inclusive, uma vez eu e a Vitória transamos juntas na faculdade.
O passar dos anos e a maternidade tinham apagado aquele fogo interior, e mesmo antes do divórcio eu já quase não transava muito com meu marido, me aliviando com uma punheta de vez em quando.
Enquanto a gente conversava, recebemos uns drinks que dois caras jovens mandaram pra gente, dava pra ver que não passavam dos 20 anos. Recusei o drink educadamente.
— Mas o que que dá nessa juventude de hoje? Esses são uns moleques. Facilmente a gente podia ser mãe deles. — falei pra minha amiga enquanto a gente voltava pra casa.
— Você vai me dizer que nunca pensou em ficar com alguém mais novo que você? Deixa eu te dizer, esses moleques podem ser amantes muito bons. Têm energia de sobra pra te dar uma boa foda e tão dispostos a tudo. Hummm — comentou minha amiga com um certo tesão na voz.
— Como é que você sabe disso, mulher? Se você é casada! — exclamei, surpresa com as palavras da minha amiga. — Não me diga que você traiu seu marido? E com moleques?
— Bah, faz tempo que o desgraçado nem me toca. Tenho certeza que ele também deve ter uma amante por aí. — disse Vitória. — Tem muito jovem por aí disposto a Dar uma canetada em mulheres milf como a gente. Se você tá pronta pra voltar pro jogo, vou te contar tudo.
As palavras da minha amiga me intrigaram, fiquei curiosa pra saber do que ela tava falando. Mas aí meu filho veio na mente. O que ele ia pensar da mãe dele se eu me envolvesse com um homem, e mais novo que eu? Preferi não saber nada daquele mistério.
— Agradeço, Vicky. Mas acho que vou passar por enquanto, tenho que pensar no meu filho. Talvez quando ele for embora eu tenha tempo pra pensar em homens — respondi.
— Como quiser. Vem me ver quando estiver pronta, ou então vai na dona Elide e fala que quer ser uma Madura Anônima — disse Vitória. — Espero que não demore. Tô doida pra você voltar a ser a Promíscua de antes. Quem sabe a gente revive aquele tempo juntas.
Ao dizer isso, a safada meteu a mão dentro da minha calça e foi até minha buceta, onde enfiou dois dedos, fazendo eu gritar de susto. A sem-vergonha saiu rindo enquanto eu morria de vergonha, com medo de alguém ter visto.
Naquela noite, enquanto tava acordada na cama, não consegui evitar de pensar nas palavras da Vitória. Com certeza tava muito curiosa sobre o que ela tinha dito. O que era aquela história de Milf Anônimas? E o que a dona Elide tinha a ver com isso?
Na minha mente vieram aqueles garotões que tinham oferecido os drinks. Minha mão começou a deslizar por baixo dos lençóis até chegar na minha virilha. Me imaginei fodendo com aqueles caras, sendo penetrada pelos dois ao mesmo tempo, chupando as picas deles até me banharem com o leite. Meus dedos entraram no meu sexo ardente, buscando alívio pra essa tesão que tava me consumindo. Pensei também na Vitória, lembrei daquelas épocas juntas quando éramos novas, quando acabamos fodendo no quarto dela. Lembrei de como a gente tinha chupado as bucetas uma da outra num delicioso 69, os dedos dela entrando na minha racha com força e paixão, aquele sabor gostoso que saía da buceta dela, aquele prazer incrível que sentimos ao esfregar juntas as nossas. racha, explodindo num orgasmo desenfreado. Antes que eu percebesse, já tinha quatro dedos bem enfiados na minha racha enquanto esfregava meu clitóris com a outra mão. Continuei me dando prazer até gozar, encharcando os lençóis da minha cama com meus sucos.
Respirando ofegante, a realidade voltou pra mim. Por mais que eu desejasse sentir uma pica me penetrando de novo, meu filho vinha primeiro. Por enquanto, eu continuaria me contentando com meus dedos, eles teriam que bastar pra acalmar meu tesão. Que idiota fui em pensar nisso, o fogo dentro de mim tinha acendido de novo naquela noite e nada poderia apagá-lo. Nada, exceto uma pica boa, grossa e dura.
Umas duas semanas depois, eu estava voltando pra casa depois do trabalho. Era uma noite tranquila e silenciosa. Decidi cortar caminho pela parte de trás do prédio quando, ao me aproximar do barracão, vi alguém saindo correndo de lá. Achando que era um ladrão, segui ele o mais perto que pude, tentando não ser vista. Vi ele ir até os apartamentos e subir para os andares de cima. Já na luz, percebi que era um adolescente, que usava uma máscara no rosto. O garoto ia quase correndo, como se estivesse desesperado pra chegar ao destino. Segui ele até o terceiro andar, onde ele chegou na porta de um apartamento e, em vez de tocar a campainha, deu uns tapas nela.
Me surpreendi ao ver que uma das vizinhas abriu pra ele e que ela também usava uma máscara, mas não só isso: ela vestia um babydoll escandaloso e sensual. A senhora deixou o garoto entrar e fechou a porta.
Fiquei na dúvida por uns minutos, mas, movida pela curiosidade, me aproximei com cuidado e encostei o ouvido na porta. Claramente, pude ouvir o som inconfundível de gemidos de prazer. Estavam fodendo!
Será que era isso que a Vicky queria dizer com MILFs Anônimas? Uma espécie de serviço de gigolôs jovens?
Virei pra ver o número da porta, 306. Era a dona Cláudia, uma senhora simpática Senhora que muitas vezes tinha me pedido pra levar comida pro meu filho enquanto eu tava trabalhando. Continuei escutando lá dentro do apartamento e os gemidos logo deram lugar a palavras sujas e pervertidas que fazia tempo que não ouvia. O que me surpreendeu ainda mais foi que essas palavras vinham da própria senhora. Me afastei dali rápido, incapaz de acreditar que algo assim fosse possível. Corri pra minha casa e entrei como alma que o diabo carrega, tava em estado de choque que até esqueci de ver como meu filho estava. Naquela noite acabei me masturbando mais uma vez, sujando minha cama com meu orgasmo. O choque durou vários dias, onde não tive coragem de olhar na cara da dona Cláudia nem das outras vizinhas. Quantas delas faziam parte disso? Como conseguiam fazer aquilo? Não sentiam nenhum remorso em foder com jovens? Várias delas até tinham filhos da mesma idade ou mais velhos. Peguei uns turnos dobrados no trabalho pra tentar passar o menor tempo possível no condomínio. Assim que consegui me recuperar um pouco, decidi buscar respostas. Fui direto falar com a dona Elide pra ela me explicar o que era tudo aquilo. Abordei ela no apartamento luxuoso dela e perguntei sobre essas "Milf Anônimas". Ela me explicou tudo, como a ideia nasceu, o tipo de serviço, as regras que impunha pras participantes, etc. - Então suponho que você queira participar? Não tem custo nenhum, se é o que você tá pensando, e também não é obrigatório pras inquilinas participarem. Se não quiser entrar, só vou pedir pra você guardar segredo sobre tudo isso. - me disse a Elide. De novo me vi num dilema sobre aceitar uma proposta tão indecente, e mais uma vez meu filho veio à minha mente. Como da outra vez, meu instinto materno falou mais alto que meu tesão e educadamente recusei a proposta. Garanti pra Elide que o segredo tava seguro comigo e fui embora. A normalidade parecia ter voltado pra minha vida. Voltei a socializar com as vizinhas, que pareciam saber que eu já sabia do grupo, mas que não faria parte dele. Várias vezes ouvi elas falando sobre os encontros, mas quando me viam ou eu me aproximava pra conversar, mudavam de assunto. Fiquei grata por esse gesto, porque quanto menos eu soubesse daquele mundo, melhor.
Só minha velha amiga Vitória continuava teimosa e obstinada pra eu entrar nessa.
Num domingo, voltava com ela de um passeio quando ela puxou o assunto de novo.
— Tem certeza que não quer entrar? Pode crer que é uma parada incrível. Hoje teve uma sessão, e se não fosse porque meu marido tava em casa, eu tava de quatro na cama, aproveitando uma boa pica — disse Vitória rindo.
— Que isso, mulher, você é uma puta — falei na lata. — Sei lá. A Elide me contou tudo uns dias atrás, mas ainda não tô segura se quero entrar. Além disso, com meu filho em casa, não teria chance.
— As aulas vão começar logo. Escolhe um dia que você sabe que ele não vai estar e se junta a nós. A Elide sempre topa organizar os encontros pra agradar todo mundo. O de hoje, acho que foi feito especialmente pra Norma poder foder.
— Fala mais baixo, mulher. Alguém pode te ouvir falando essas putarias — falei, baixando o tom de voz.
— Mas se todas sabem o que rola aqui. Não seja caretona, mulher. Te juro, você não faz ideia do que tá perdendo — disse a Vicky, rindo de novo. — Vamos fazer assim: te aviso na próxima vez que tiver um encontro, te passo um endereço na internet e você vai poder me ver dando pra um desses guris. Quem sabe isso não te faz mudar de ideia.
— Não acredito no que você tá dizendo, mulher. Sabia que você não tinha vergonha na cara, mas isso já é demais — respondi, bem chocada.
— Você vai ver, quando ver como um desses caras se comporta na cama, vai mudar de ideia rapidinho — ela disse, quando chegamos no meu apartamento, e depois se despediu.
A verdade é que eu nunca ia admitir... diante dela, mas na verdade eu precisava de uma boa rola. Como se fosse uma adolescente tarada, comecei a me masturbar todo dia. Fazia isso à noite, depois de me certificar de que meu filho estava dormindo, e nas vezes em que ficava sozinha em casa.
Logo meus dedos já não bastavam pra acalmar meu tesão e pensei em comprar um consolo pra me ajudar.
Buscando me conectar um pouco mais com meu filho e decidida a distrair minha mente de toda aquela confusão, pedi uns dias de folga no trabalho pra poder ir pra praia antes das aulas começarem.
David e eu fomos pra uma praia perto da cidade pra um fim de semana de diversão. No começo, percebi que meu filho não tava muito animado com a viagem, mas quando chegou no lugar, ele se empolgou mais. O hotel onde íamos ficar cometeu um erro no quarto e, em vez de duas camas, só tínhamos uma. Como desculpa, nos deram dois passes especiais pra uma área privativa exclusiva da praia do hotel.
No dia seguinte, cedo, fomos pra praia e nos divertimos pra caralho. Me senti mais perto do meu filho do que nunca, nos divertimos muito e consegui esquecer todas as questões que me angustiavam. Depois do almoço, lembramos que ainda não tínhamos usado os passes pra área exclusiva do hotel, então fomos lá ver do que se tratava.
Ao chegar, levamos um baita susto ao descobrir que era nada mais nada menos que uma praia de nudismo. Hesitei sobre como proceder e virei pra olhar pro meu filho.
— O que você quer fazer? — perguntei.
— Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, a gente pode ir embora. — ele respondeu.
— Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres daqui, safado. — respondi rindo.
— Pois a senhora também vai ter o que admirar com os cavalheiros daqui. — ele disse, rindo também.
Nós dois nos olhamos e caímos na gargalhada, no fim decidimos aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo. Novo.
Nos encaminhamos pros vestiários pra tirar os trajes de banho. Ao ficar nua, me olhei num espelho que tinha ali e comecei a duvidar se aquilo tinha sido uma boa ideia.
Me observei com calma no espelho, o tempo tava fazendo efeito no meu corpo. Meus peitos, embora grandes, já estavam meio caídos, tinha uns pneuzinhos que, se não eram exagerados, eram visíveis, e, acima de tudo, minha buceta tava coberta por um matagal de pelos.
Me senti envergonhada de sair pelada e mostrar meu corpo pra toda aquela gente, e principalmente pro meu filho. Respirei fundo, juntei toda a coragem que tinha e saí do vestiário, onde ele me esperava do lado de fora.
Enquanto caminhava na direção dele, percebi que ele tava admirando meu corpo; notei como o pau dele ficou duro. Devo dizer que me senti lisonjeada por ele me achar atraente o bastante pra ter uma ereção, e fiquei corada.
Seguimos juntos pra praia, que tava cheia de gente. Homens e mulheres de todas as idades, raças e corpos. Disfarçadamente, dei uma olhada nos diferentes caras e nos paus deles que tinha pelo lugar. Alguns deles viravam pra me olhar, o que me deu mais confiança. Tava certa de que meu filho também tava se deliciando com todos aqueles peitos e bucetas pelados.
O que mais me surpreendeu foi ver como tinha casais fazendo coisas que, com certeza, na outra praia seriam consideradas indecentes. Mulheres chupando paus, homens enfiando os dedos nas suas mulheres, até dois caras se punhetando um ao outro e um par de mulheres num 69. Parecia que a exclusividade da praia permitia que eles soltassem suas paixões sem serem julgados.
Chegamos num lugar meio afastado e estendemos as toalhas. Resolvi deitar pra pegar um sol por um tempo, aproveitando que, estando pelada, não ia ter marcas de biquíni. Passei um pouco de bronzeador no corpo, mas, obviamente, como não conseguia alcançar minhas costas, pedi ajuda pro meu filho.
Deitei de bruços na toalha, e ele... Começou a passar a loção em mim. Devo admitir que eu estava um pouco molhada depois de todo aquele espetáculo que tinha visto. Senti as mãos do meu filho percorrerem minhas costas até começarem a descer por elas e chegarem na minha bunda. As mãos dele pousaram nas minhas nádegas e o safado ficou apalpando sem vergonha nenhuma. De repente, senti um dos dedos dele deslizar por debaixo da minha bunda até chegar na minha buceta e entrar. Soltei um gritinho de surpresa e meu filho tirou a mão rapidamente. O pobre coitado, envergonhado, me pediu desculpas e foi correndo para o mar. Eu não sabia se tinha sido acidente ou de propósito. Enquanto meu filho continuava se banhando no mar, um casal se aproximou de mim. Eram meio estranhos, porque o homem parecia mais velho que a mulher, que dava para dizer que era uma garota mais ou menos da idade do meu filho. — Boa tarde, senhora, desculpe incomodar, mas queríamos saber se a senhora e seu amante gostariam de nos acompanhar numa reunião mais tarde — disse o cavalheiro. — Estávamos observando vocês e acho que se encaixariam bem no nosso grupo de amigos. — Muito obrigada, mas ele não é meu parceiro, é meu filho — respondi, surpresa. — Justamente por isso vocês se encaixariam bem no nosso grupo. Me chamo Esteban e esta é minha filha Johana. Somos parte de um grupo de pessoas que curtem relações familiares próximas, se a senhora me entende — disse o senhor. — Claro que entendo, mas meu filho e eu não somos desse tipo — respondi, visivelmente chocada. — Ah, que pena, vocês formam um casal bonito. Bom, não vamos tomar mais seu tempo. Desculpe o mal-entendido. Vamos, querida — respondeu o senhor, e, pegando a filha pelo braço, foram embora. Vi os dois se afastarem abraçados, e então a garota deu um beijo quente na boca do pai. Aquilo tinha sido o maior choque da minha vida. Era algo inacreditável, me senti escandalizada e horrorizada com aquela proposta. Como era possível que um pai e sua filha mantivessem uma relação tão proibida? Mas o pior era que, aparentemente, Havia mais como eles no hotel, fazendo uma reunião onde só Deus sabe o que rolaria.
O retorno do meu filho me tirou dos meus pensamentos, me surpreendendo. Ele perguntou sobre o casal e eu menti, dizendo que não era nada importante.
Me deitei para pegar sol e não conseguia parar de pensar naquele casal e no relacionamento escandaloso deles. Durante minha juventude, fiz várias práticas sexuais que na época eram consideradas tabu e mal vistas pela sociedade, mas mesmo assim, o incesto era algo que nunca tinha passado pela minha cabeça. Novamente, senti aquele fogo crescer dentro de mim, o tesão me invadindo, a excitação de imaginar aquele casal junto, e o fato de que meu filho estava até com o pau duro não ajudava em nada.
Já no fim da tarde, nos preparamos para voltar ao hotel quando notei que meu filho ainda estava com o pau todo ereto.
— Mas David, ainda não baixou, filho? — perguntei. — Bendita juventude, divino tesouro. Não posso deixar você andar pela praia com o pau duro. Que tipo de mãe eu seria se permitisse isso? Vamos ter que dar um jeito.
Virei ao redor para garantir que ninguém estava olhando e, fazendo algo que não fazia há anos, peguei no pau do meu filho. Senti ele pulsar na minha mão e comecei a bater uma pra ele. Agora que olhava de perto, percebi que ele tinha um bom pau, não muito comprido, mas bem grosso, e a cabeça roxa aparecia no ritmo da punheta que eu estava dando no meu filho. Ele só aguentou uns dois minutos, e senti ele se tensar e começar a jorrar porra na areia.
Me levantei sem dizer nada e fui para os vestiários. Percebi que um pouco da gozada do David tinha caído na minha mão e, cega pela luxúria, levei à boca para provar. Tinha um sabor delicioso que eu não provava há anos. Ao caminhar em direção à saída, me deparei de novo com Esteban e a filha dele, que naquele momento estava fazendo um boquete no pai. Ao passando perto deles, o senhor piscou um olho pra mim; tinha certeza que ele me viu puxando a rola do meu filho.
De volta ao quarto, ninguém disse nada, mas antes de sair, resolvi esclarecer as coisas com meu filho.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz isso pra te ajudar — falei, envergonhada.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — ele respondeu.
Depois disso, saímos pra nos divertir pelo lugar. Durante toda a noite, parecia que nada tinha acontecido entre a gente. Mas durante a madrugada, enquanto tentava pegar no sono, os eventos do dia se repetiam na minha mente uma e outra vez. Como eu tinha sido capaz de fazer uma punheta no meu filho e depois provar o esperma dele?
Lembrei daquele momento em que as mãos dele percorreram minhas costas e como o dedo dele acabou, por acidente, na minha buceta. Minhas mãos foram direto pro meu sexo e ali mesmo comecei a me masturbar, com meu filho dormindo do lado. Esteban e Johana também vieram à minha mente e, por último, a rola do meu filho, que imaginei levando até a boca. A excitação era tanta que tive que tirar a calcinha e levá-la à boca pra evitar que meu filho ouvisse meus gemidos. Ela já estava molhada com meus sucos, então pude provar a mim mesma e, ao fazer isso, acabei gozando num gemido abafado.
O que estava acontecendo comigo? Isso não podia continuar assim. Antes que eu acabasse cometendo uma loucura, precisava fazer algo a respeito.
Na manhã seguinte, saí pra fazer compras sozinha. Fui até uma sex shop que tinha visto na noite anterior. Ao entrar na loja, estava muito nervosa e envergonhada com tudo que tinha ali. Não era a primeira vez que entrava numa dessas pra comprar brinquedos sexuais, mas já não era mais uma jovenzinha, era uma senhora. Com muita vergonha, escolhi um vibrador e saí de lá depressa.
Esperava que esse brinquedo me ajudasse a acalmar aquele fogo dentro de mim antes que ele se espalhasse e me levasse a cruzar uma linha que não devia. segura de que quer cruzar.
Na noite de domingo, enquanto meu filho estava fora, peguei aquele brinquedo que tinha guardado bem no fundo do meu armário. Antes de começar, me certifiquei de trancar bem a porta do meu quarto, como se fosse uma adolescente de novo.
Era vermelho e parecia um pau de verdade, até tinha um par de bolas na base. Lembrando dos meus tempos de jovem, comecei a brincar com ele. Levei à boca para provar, obviamente não tinha o gosto de um de verdade, mas tinha que servir.
Depois de deixá-lo bem molhado, levei até minha buceta ansiosa. Tava tão quente que enfiei tudo de uma vez. Era incrível sentir minha buceta cheia de novo, o brinquedo foi até o fundo do meu ser. Deixei ele lá dentro por uns minutos, curtindo aquela sensação que tinha esquecido há muito tempo. Continuando com meu trabalho, comecei a meter e tirar o brinquedo da minha buceta ansiosa, recebendo o prazer que procurava e gozando o máximo que podia. Levei minha mão livre até um dos meus peitos e apertei com força, depois belisquei o mamilo.
Meus gemidos ecoavam no silêncio da casa, o brinquedo saía da minha buceta cada vez mais ensopado, e eu amassava meus peitos com mais força.
Buscando o orgasmo, desci minha mão até meu clitóris e esfreguei com fúria, me fazendo gemer ainda mais. Sentia meus sucos escorrendo pelas minhas coxas até molhar os lençóis da minha cama, e com um grito de prazer cheguei ao tão desejado clímax.
Me senti satisfeita graças àquele brinquedo e, esquecendo de tudo, caí num sono profundo.
Tudo tinha voltado ao normal, o consolo me ajudava a acalmar minhas vontades sexuais. Sempre me certificava de usá-lo quando estava sozinha, e como meu filho tinha começado a ir pra escola, tinha as manhãs pra isso.
Eu tinha esquecido completamente de toda a história das milf Anônimas até que uma mensagem da Vicky me fez lembrar de tudo. A safada me avisava que o próximo encontro seria na sexta à noite e eu incluía um endereço de internet onde eu poderia observar tudo.
No dia marcado, cheguei do trabalho à tarde e encontrei a casa vazia; meu filho tinha me avisado que sairia à tarde com uns amigos. Fiquei muito feliz em saber que ele estava fazendo novas amizades e se adaptando bem à escola.
Depois de tirar meu uniforme de médica e vestir uma roupa mais confortável, decidi assistir um pouco de TV para relaxar. Ao olhar as horas, lembrei da mensagem da minha amiga e pensei naqueles jovens que naquele momento estavam a caminho para dar prazer às vizinhas. Espiei pela janela de casa e vi vários deles percorrendo os corredores e se dirigindo às portas das vizinhas, onde eram rapidamente recebidos.
A curiosidade me venceu e fui até o computador; só daria uma olhadinha para ver do que se tratava.
Digitei o endereço e na tela apareceu uma janela onde pude ver o quarto da Vitória. Ela apareceu alguns segundos depois, a safada estava vestida com um conjunto bem sexy, usava meia arrastão com cinta-liga e calcinha de renda, e estava com os peitos de fora. Também usava uma máscara que cobria a parte superior do rosto.
— Oi, meus amores. Bem-vindos a mais uma sessão de sexo ardente. Para esta noite, escolhi 3 looks que tenho certeza que vão gostar. Assim que meu convidado de hoje chegar, podemos começar. Comecem a preparar esses paus e bucetas para o que vem por aí. — disse a safada enquanto colocava um sutiã combinando com o conjunto, e depois finalizava com uma fantasia de freira que, honestamente, a fazia parecer uma de verdade.
Parecia que enquanto eu tinha me apagado, ela tinha aumentado seu repertório. De repente, ouviu-se umas batidas na porta da casa dela, que com certeza eram do amante da vez.
— Parece que meu convidado já chegou. Vou recebê-lo e trazê-lo para começarmos a diversão. Vamos ver que cara ele faz quando me ver. — disse, e então desapareceu da câmera.
Uns dois minutos depois, ela voltou. levando pela mão um rapazinho que também usava uma máscara pra esconder a identidade.
—Queridos fiéis. Hoje temos aqui este jovem pecador, a quem vou ajudar a encontrar o caminho da luz. Jovem, me diga seus pecados. — disse a Vicky, já entrando no personagem.
—Bem, madre, sinto uma atração especial por milf, eu amo, adoro e não consigo parar de pensar nelas. — disse o rapaz, entrando na brincadeira.
—Nossa, isso é algo bem sério. Quer dizer que um corpo maduro como este te excita? — disse a falsa freira, se levantando e mostrando seu conjunto sensual pro garoto. — Essa buceta velha e peluda te dá prazer? Esses peitos caídos fazem seu pau endurecer?
Vicky foi se despindo enquanto falava aquelas palavras e só ficou com o véu na cabeça, a liga e as meias de renda. O garoto observava hipnotizado aquele corpo maduro. Me lembrou do jeito que meu filho me olhou na praia.
Observei o corpo da Vitória, que tinha mudado com os anos. Os peitos dela eram do mesmo tamanho que os meus e igualmente caídos. Ela não era tão gorda quanto eu, mas tinha umas coxas maiores que as minhas. A buceta dela, embora peluda, parecia cuidada, diferente da minha.
—Esse é o diabo te tentando a cometer atos impuros. Precisamos salvar sua alma. Primeiro, deixa eu examinar seu pau. — disse a freira.
O garoto se levantou e se despiu completamente, se mostrando pra câmera. O pau dele já estava duro e, devo dizer, me deixou com muito tesão de ver aquilo, e fiquei com vontade de ter ele na minha frente.
Minha amiga se ajoelhou na frente do garoto, e não foi bem pra rezar.
—Mmm, sim, posso ver que o diabo possuiu esse pau lindo. É meu dever exorcizar esses demônios impuros. — e dizendo isso, levou o pau à boca.
Mesmo tendo dito que só ia observar um momento, não conseguia me afastar daquele espetáculo erótico. Minha mão já tinha descido até minha buceta e, afastando minha calcinha, comecei a me masturbar. Sem dúvida, minha amiga era uma verdadeira... Expert em mamar. Ela devorava aquela pica com maestria, enfiava tudo na boca, passando a língua por todo o tronco até as bolas.
Chupava aquela cabeçona gorda como se fosse uma chupeta e depois engolia tudo de uma bocada só.
— Parece que minha boca não é suficiente pra te livrar desses demônios. Vamos ter que tomar medidas drásticas. — disse Vicky, se levantando e andando até a cama, onde se deitou de lado e levantou uma perna, mostrando toda a sua buceta pra câmera. — Vem cá, mocinho. Fica atrás de mim pra eu poder te livrar do mal que te aflige.
O garoto se posicionou atrás dela, deitado na cama, e se preparou pra penetrar a buceta dela.
— Espera! Eu fiz votos de celibato, então minha buceta pertence ao senhor, mas existem outros caminhos. — disse a freira mais puta que eu já vi.
O garoto entendeu e direcionou a pica até o cu dela, onde foi enfiando devagar até o talo. Depois de meter tudo, começou a tirar lentamente e depois enfiar de novo.
Eu tava excitadíssima e, como estava sozinha, fui pegar meu brinquedo pra me ajudar. Voltei rápido pra não perder nenhum momento da ação e me despi completamente. O garoto continuava bombando a pica dentro do cu da minha amiga, que gemia de prazer.
Olhando pro brinquedo, uma ideia veio à minha mente. Lembrando das minhas velhas práticas, tentei usar o brinquedo no meu cu. Aproximei a ponta da minha bunda e tentei enfiar. O brinquedo foi entrando aos poucos no meu ânus, mas a dor que senti foi maior do que eu aguentava, então tive que desistir. Anos sem sexo anal tinham deixado tudo apertado de novo. Pensei em pegar um pouco de lubrificante, mas precisava gozar desesperadamente, então foquei melhor na minha buceta.
O consolo me penetrou rápido e sem problemas, por causa da minha buceta molhada, e sem tirar os olhos da ação na minha frente, comecei a me masturbar. De volta ao quarto da minha amiga, o garoto continuava penetrando ela, agora mais Rapidamente, enquanto levantava uma perna dela, nos dando uma visão ampla da ação. Na frente, o casal se beijava com luxúria, e dava pra ver como brincavam com as línguas.
A rola grossa e dura dele arrancava gemidos daquela freira promíscua, que soltava obscenidades nada adequadas pra uma irmã.
— Ahhh, isso, mete, fode meu cu com força, mmmm, maaais, rápidooo, não para, ahhhhhhh, ai deussss — gemeu Vicky, chegando ao orgasmo. O garoto soltou um grunhido e eu vi ele encher o cu dela de porra, que começou a escorrer pela bunda dela.
Minha excitação era tanta que, ao ver aquela cena, tive meu primeiro orgasmo da noite.
Conhecendo minha amiga, sabia que aquilo era só o começo. Ela deu um beijo no jovem e se levantou da cama, indo até o armário, onde depois de alguns minutos voltou vestindo o clássico uniforme de empregada francesa. Os peitões enormes dela mal cabiam naquela roupa apertada, as coxas grossas apareciam por baixo de uma saia minúscula. Ela entrou no quarto armada com um espanador e começou a limpar enquanto o garoto observava da cama.
— Não se levante, senhor. Só vim limpar um pouquinho — disse Vicky, tentando imitar um sotaque francês da melhor forma possível.
Ela passou o espanador pra lá e pra cá e, quando ficou na frente do garoto, se inclinou pra pegar a roupa jogada no chão, mostrando toda a bunda nua, já que não usava calcinha. Ficou curvada por alguns segundos, rebolando a raba, até que o garoto captou a mensagem e avançou até ela com a rola de fora.
Pensei que ele fosse meter de novo, mas vi ele se abaixar e enfiar a boca naqueles lábios vaginais. O garoto tava chupando a boceta da minha amiga e parecia fazer muito bem, porque Vicky tava tendo dificuldade pra ficar de pé.
— Mas senhor, o que cê tá fazendo? Eu não sou dessas, sou só a empregada — disse Vicky com o sotaque francês falso e engraçado.
— Qual é, não finge que não gosta. Dá pra ver que você tá adorando — disse o jovem. antes de voltar ao trabalho.
—Não, senhor, ahhh, para pelo amor, mmmmmm, alguém pode vir e nos descobrir — gemia a empregada.
O jovem estava concentrado na sua tarefa e a Vicky teve que se apoiar numa mesa ao lado para não cair. Era incrível ver que um garoto tão novo estava fazendo uma autêntica gostosa como minha amiga tremer, com todos os anos de experiência dela no sexo.
Vi minha amiga se contorcendo e tinha certeza de que ela tinha gozado graças à língua habilidosa do garoto. Ele se levantou e, sem aviso, enfiou a pica dentro da buceta escorrendo dela.
A pica do jovem desapareceu de uma estocada dentro daquela buceta madura, e a Vicky soltou um gemido de prazer.
—Sim, senhor, mete tudo, ahhh, isso. Que delícia — gemia a Vicky abraçada na mesa, que balançava com a força das investidas.
Aquilo devia ser incrível, sentir aquela pica jovem te penetrando, com aquele vigor e poder da juventude. Minha pica de plástico entrava e saía com força da minha buceta, tentando igualar o que eu via na tela. Eu metia com toda a força que podia, tentando enfiar tudo lá dentro, gemendo e bufando enquanto fazia isso. Não demorei muito para gozar de novo enquanto os amantes do vídeo continuavam na sua faina.
Pensei que dessa vez ele ia encher a buceta dela de porra, mas minha amiga fez o jovem parar e tirar a pica da buceta.
—Espera, amor, ainda falta uma roupa. Tenho que agradar meu público e te prometo que você vai gostar — disse a Vicky, fazendo o garoto sentar na cama, colocou uma toalha sobre o pau duro dele e entrou de novo no armário para se trocar.
Não podia acreditar que ela ainda tinha vontade de mais, e ainda mais surpreendente que o jovem ainda aguentava mais porrada. Lembrei do vagabundo do meu ex-marido, que depois de foder por uns minutos e gozar, virava e dormia, me deixando insatisfeita. Era óbvio que o marido da Vitória era igual e ela tinha que recorrer aos jovens para saciar o tesão.
Enquanto Esperava que o jovem se masturbasse devagar com a toalha, suponho que pra não perder a excitação. Eu tava na mesma, porque ainda tinha o consolador enterrado na minha buceta e mexendo ele devagar.
Com certeza era algo que dava muito tesão, saber que tinha centenas de pessoas te observando enquanto você transava, que se masturbavam junto com você, gemendo contigo e com certeza fantasiando em participar do encontro.
A Vicky voltou com outra fantasia, mas rapidamente percebi que era o uniforme de enfermeira que a gente usava no trabalho. A puta ia foder com a roupa de trabalho.
— Mas o que temos aqui? Um jovem paciente, me diga, rapaz, qual é o seu problema? — disse a Vicky, já entrando no personagem de novo.
— Bem, doutora, tenho um inchaço na região genital que não baixa. Acho que preciso de ajuda. — disse o jovem, apontando pra entreperna.
— Acho que vou ter que dar uma olhada. — e dizendo isso, vi ela se ajoelhar na frente do cara e tirar a toalha que cobria o pau lindo e ereto dele. — Nossa, isso é um baita problema. Melhor a gente botar a mão na massa.
A Vicky levou aquele pau de novo pra boca e deu mais um boquete espetacular no cara.
Tirei meu brinquedo encharcado da minha buceta e, tentando imitar o que a Vicky fazia, levei ele até minha boca, copiando o que ela tava fazendo. Senti o gosto familiar dos meus próprios fluidos e fechei os olhos, imaginando que era o pau do jovem que eu tava chupando.
Tentei enfiar ele todo na boca, mas mal cheguei na metade, tirei e fiquei lambendo enquanto ouvia os gemidos do cara na tela, fantasiando que era eu quem tava causando aquele prazer nele.
Terminei limpando todos os meus fluidos daquele consolador e enchi ele todo de saliva.
Abri os olhos e descobri que os dois putos já tavam fodendo de novo. Dessa vez, o cara tava deitado na cama enquanto a Vicky montava no pau ereto dele.
Os peitões enormes da minha amiga balançavam sem controle enquanto Cavalgava o amante dela. O garoto levou as mãos até aqueles balões de carne e os agarrou, amassando eles juntos e fazendo ela gemer.
Acompanhando eles no prazer, levei o brinquedo até minha buceta e enfiei até o fundo, e logo já tava gemendo junto com eles.
Perdi a conta de quantas vezes já tinha gozado só de olhar eles, só me concentrava em aproveitar e alcançar um novo orgasmo.
Na tela, vi que a Vicky se afastava da pica do jovem e, fazendo ele sentar na beirada da cama, se abaixava de novo pra dar mais um boquete. Mas dessa vez foi diferente: pegando os peitões grandes dela, colocou eles em cima da pica do garoto e fez ela sumir no meio.
Começou a bater uma punheta pro jovem usando os peitos enormes, e a ponta do pau aparecia entre eles de vez em quando, onde ela esticava a língua pra lamber a cabeça roxa até que, do nada, o garoto soltou um gemido e jatos de porra saíram disparados da pica dele, banhando os peitos e o rosto da minha amiga, que, como toda uma Promíscua, recebeu tudo com prazer.
Ver como aquele membro ereto espalhava a semente me fez ter um orgasmo final, desejando ser eu quem recebesse aquela gozada incrível.
Coberta de sêmen, a Vicky se virou pra câmera com um sorrisão no rosto.
— Espero que tenham gostado, meus amores, eu aproveitei pra caralho. Até a próxima e batam uma punheta pensando em mim. — disse se despedindo com um beijo na câmera.
A transmissão acabou, a tela ficou preta e eu voltei à realidade. Ainda tinha o consolo enfiado na minha buceta e o chão tava uma zona com todos os sucos que tinham escorrido da minha sessão quente.
Lembrei que meu filho podia chegar a qualquer hora e rapidamente me levantei, lavei o consolo e devolvi pro lugar secreto. Coloquei um roupão e comecei a limpar toda a bagunça que tinha feito.
Consegui terminar na mesma hora que meu filho entrava pela porta, mas ainda tinha um cheirinho de sexo no ar. lugar, esperava que ele não percebesse. Me cumprimentou meio nervoso e foi rápido pro quarto dele.
O comportamento dele me pareceu estranho até que vi o motivo do desconforto; com toda a lida, meu roupão tinha se aberto, deixando meus peitos e buceta de fora. Totalmente envergonhada, fechei ele rapidinho.
De novo, foi difícil pegar no sono naquela noite. Não dava pra negar que tudo que eu tinha visto foi muito excitante, lembrei do pau daquele jovem, da energia com que ele fodia minha amiga, da resistência dele pra aguentar vários encontros, do compromisso em continuar o jogo e daqueles jatos de porra que saíam disparados daquele pau magnífico. Lembrei também da cara de prazer e satisfação da Vitória ao sentir orgasmo atrás de orgasmo, cortesia do jovem amante dela. Podia ser eu, eu podia sentir tudo aquilo, só precisava aceitar ser uma Madura Anônima e teria um pau jovem à minha disposição.
Uma parte de mim ainda hesitava em aceitar, aquela parte que dizia que era errado, que não era certo fazer aquilo, que eu devia pensar no meu filho, na sociedade, na decência. Suspirei no escuro e me resignei a continuar me contentando com meu brinquedo.
Naquela noite, a parte racional venceu a briga contra o instinto. Mas por quanto tempo mais?
Salve. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
CAPÍTULO 04.5
Me chamo Margarida, tenho 54 anos, sou a mãe do Davi, que é minha adoração. Faz alguns meses que me divorciei do meu marido; não teve nenhum motivo específico, simplesmente com o passar dos anos o amor acabou. Fiquei com a guarda do meu filho e juntos acabamos nos mudando para um condomínio de apartamentos.
Me mudei pra esse lugar por recomendação da minha velha amiga Vitória, que disse que era o lugar perfeito para mulheres como a gente, já que ela também mora aqui com o marido.
O lugar é bem localizado, perto da escola onde meu filho ia estudar e numa área relativamente tranquila, além do aluguel estar dentro do meu orçamento.
O divórcio foi rápido e sem problemas, prova de que já fazia tempo que a gente tinha se distanciado. Cheguei a me preocupar que pudesse afetar meu filho, mas ele não mostrou nem o menor sinal de mudança. Continuava o mesmo de sempre.
Se tem uma coisa que sou grata ao meu ex é por ter me ajudado a gerar um rapaz tão excepcional. Meu filho é um jovem inteligente, perspicaz, gentil, educado e, modéstia à parte, muito gostoso, embora seja verdade que ele tende a ser bem solitário na maior parte do tempo. A verdade é que mesmo assim nunca tive problemas com ele por isso, então não me importava de deixá-lo sozinho enquanto ia trabalhar, que muitas vezes tinha um horário irregular.
Além disso, as vizinhas do condomínio nos receberam de braços abertos. Era uma coisa curiosa, a maioria das inquilinas eram mulheres milf mais ou menos da minha idade. Embora algumas morassem com os maridos e/ou filhos, várias delas estavam sozinhas, seja por divórcio, viuvez ou solteirice.
Independente do estado civil, todas eram atenciosas e amigáveis, incluindo a dona e proprietária do lugar, Dona Elide.
Durante as primeiras semanas, as coisas iam bem; meu filho estava se preparando para entrar na escola, Vitória tinha me arrumado um emprego de médica na clínica onde ela trabalhava, e eu tinha feito muitas amigas boas no condomínio. complexo.
Lembro que uma noite em especial, depois de sair pra beber um pouco com a Vitória, ela me perguntou se eu tinha pensado em arrumar um relacionamento com outro homem. A verdade é que não tava nem um pouco interessada, preferia ficar solteira e me dedicar ao meu filho, não tava afim de depender de homem nenhum.
— E o sexo? Pelo que eu lembro, você era bem fogosa, com certeza deve sentir falta da pica de um homem. — disse Vitória, que como sempre gostava de falar sem papas na língua.
Era verdade que na minha juventude eu era meio fogosa, não no sentido de ser uma puta que transa com qualquer um, mas sim de mente aberta, sempre disposta a experimentar coisas novas. Já tinha praticado anal, chuva dourada, orgias, entre outras coisas. Inclusive, uma vez eu e a Vitória transamos juntas na faculdade.
O passar dos anos e a maternidade tinham apagado aquele fogo interior, e mesmo antes do divórcio eu já quase não transava muito com meu marido, me aliviando com uma punheta de vez em quando.
Enquanto a gente conversava, recebemos uns drinks que dois caras jovens mandaram pra gente, dava pra ver que não passavam dos 20 anos. Recusei o drink educadamente.
— Mas o que que dá nessa juventude de hoje? Esses são uns moleques. Facilmente a gente podia ser mãe deles. — falei pra minha amiga enquanto a gente voltava pra casa.
— Você vai me dizer que nunca pensou em ficar com alguém mais novo que você? Deixa eu te dizer, esses moleques podem ser amantes muito bons. Têm energia de sobra pra te dar uma boa foda e tão dispostos a tudo. Hummm — comentou minha amiga com um certo tesão na voz.
— Como é que você sabe disso, mulher? Se você é casada! — exclamei, surpresa com as palavras da minha amiga. — Não me diga que você traiu seu marido? E com moleques?
— Bah, faz tempo que o desgraçado nem me toca. Tenho certeza que ele também deve ter uma amante por aí. — disse Vitória. — Tem muito jovem por aí disposto a Dar uma canetada em mulheres milf como a gente. Se você tá pronta pra voltar pro jogo, vou te contar tudo.
As palavras da minha amiga me intrigaram, fiquei curiosa pra saber do que ela tava falando. Mas aí meu filho veio na mente. O que ele ia pensar da mãe dele se eu me envolvesse com um homem, e mais novo que eu? Preferi não saber nada daquele mistério.
— Agradeço, Vicky. Mas acho que vou passar por enquanto, tenho que pensar no meu filho. Talvez quando ele for embora eu tenha tempo pra pensar em homens — respondi.
— Como quiser. Vem me ver quando estiver pronta, ou então vai na dona Elide e fala que quer ser uma Madura Anônima — disse Vitória. — Espero que não demore. Tô doida pra você voltar a ser a Promíscua de antes. Quem sabe a gente revive aquele tempo juntas.
Ao dizer isso, a safada meteu a mão dentro da minha calça e foi até minha buceta, onde enfiou dois dedos, fazendo eu gritar de susto. A sem-vergonha saiu rindo enquanto eu morria de vergonha, com medo de alguém ter visto.
Naquela noite, enquanto tava acordada na cama, não consegui evitar de pensar nas palavras da Vitória. Com certeza tava muito curiosa sobre o que ela tinha dito. O que era aquela história de Milf Anônimas? E o que a dona Elide tinha a ver com isso?
Na minha mente vieram aqueles garotões que tinham oferecido os drinks. Minha mão começou a deslizar por baixo dos lençóis até chegar na minha virilha. Me imaginei fodendo com aqueles caras, sendo penetrada pelos dois ao mesmo tempo, chupando as picas deles até me banharem com o leite. Meus dedos entraram no meu sexo ardente, buscando alívio pra essa tesão que tava me consumindo. Pensei também na Vitória, lembrei daquelas épocas juntas quando éramos novas, quando acabamos fodendo no quarto dela. Lembrei de como a gente tinha chupado as bucetas uma da outra num delicioso 69, os dedos dela entrando na minha racha com força e paixão, aquele sabor gostoso que saía da buceta dela, aquele prazer incrível que sentimos ao esfregar juntas as nossas. racha, explodindo num orgasmo desenfreado. Antes que eu percebesse, já tinha quatro dedos bem enfiados na minha racha enquanto esfregava meu clitóris com a outra mão. Continuei me dando prazer até gozar, encharcando os lençóis da minha cama com meus sucos.
Respirando ofegante, a realidade voltou pra mim. Por mais que eu desejasse sentir uma pica me penetrando de novo, meu filho vinha primeiro. Por enquanto, eu continuaria me contentando com meus dedos, eles teriam que bastar pra acalmar meu tesão. Que idiota fui em pensar nisso, o fogo dentro de mim tinha acendido de novo naquela noite e nada poderia apagá-lo. Nada, exceto uma pica boa, grossa e dura.
Umas duas semanas depois, eu estava voltando pra casa depois do trabalho. Era uma noite tranquila e silenciosa. Decidi cortar caminho pela parte de trás do prédio quando, ao me aproximar do barracão, vi alguém saindo correndo de lá. Achando que era um ladrão, segui ele o mais perto que pude, tentando não ser vista. Vi ele ir até os apartamentos e subir para os andares de cima. Já na luz, percebi que era um adolescente, que usava uma máscara no rosto. O garoto ia quase correndo, como se estivesse desesperado pra chegar ao destino. Segui ele até o terceiro andar, onde ele chegou na porta de um apartamento e, em vez de tocar a campainha, deu uns tapas nela.
Me surpreendi ao ver que uma das vizinhas abriu pra ele e que ela também usava uma máscara, mas não só isso: ela vestia um babydoll escandaloso e sensual. A senhora deixou o garoto entrar e fechou a porta.
Fiquei na dúvida por uns minutos, mas, movida pela curiosidade, me aproximei com cuidado e encostei o ouvido na porta. Claramente, pude ouvir o som inconfundível de gemidos de prazer. Estavam fodendo!
Será que era isso que a Vicky queria dizer com MILFs Anônimas? Uma espécie de serviço de gigolôs jovens?
Virei pra ver o número da porta, 306. Era a dona Cláudia, uma senhora simpática Senhora que muitas vezes tinha me pedido pra levar comida pro meu filho enquanto eu tava trabalhando. Continuei escutando lá dentro do apartamento e os gemidos logo deram lugar a palavras sujas e pervertidas que fazia tempo que não ouvia. O que me surpreendeu ainda mais foi que essas palavras vinham da própria senhora. Me afastei dali rápido, incapaz de acreditar que algo assim fosse possível. Corri pra minha casa e entrei como alma que o diabo carrega, tava em estado de choque que até esqueci de ver como meu filho estava. Naquela noite acabei me masturbando mais uma vez, sujando minha cama com meu orgasmo. O choque durou vários dias, onde não tive coragem de olhar na cara da dona Cláudia nem das outras vizinhas. Quantas delas faziam parte disso? Como conseguiam fazer aquilo? Não sentiam nenhum remorso em foder com jovens? Várias delas até tinham filhos da mesma idade ou mais velhos. Peguei uns turnos dobrados no trabalho pra tentar passar o menor tempo possível no condomínio. Assim que consegui me recuperar um pouco, decidi buscar respostas. Fui direto falar com a dona Elide pra ela me explicar o que era tudo aquilo. Abordei ela no apartamento luxuoso dela e perguntei sobre essas "Milf Anônimas". Ela me explicou tudo, como a ideia nasceu, o tipo de serviço, as regras que impunha pras participantes, etc. - Então suponho que você queira participar? Não tem custo nenhum, se é o que você tá pensando, e também não é obrigatório pras inquilinas participarem. Se não quiser entrar, só vou pedir pra você guardar segredo sobre tudo isso. - me disse a Elide. De novo me vi num dilema sobre aceitar uma proposta tão indecente, e mais uma vez meu filho veio à minha mente. Como da outra vez, meu instinto materno falou mais alto que meu tesão e educadamente recusei a proposta. Garanti pra Elide que o segredo tava seguro comigo e fui embora. A normalidade parecia ter voltado pra minha vida. Voltei a socializar com as vizinhas, que pareciam saber que eu já sabia do grupo, mas que não faria parte dele. Várias vezes ouvi elas falando sobre os encontros, mas quando me viam ou eu me aproximava pra conversar, mudavam de assunto. Fiquei grata por esse gesto, porque quanto menos eu soubesse daquele mundo, melhor.
Só minha velha amiga Vitória continuava teimosa e obstinada pra eu entrar nessa.
Num domingo, voltava com ela de um passeio quando ela puxou o assunto de novo.
— Tem certeza que não quer entrar? Pode crer que é uma parada incrível. Hoje teve uma sessão, e se não fosse porque meu marido tava em casa, eu tava de quatro na cama, aproveitando uma boa pica — disse Vitória rindo.
— Que isso, mulher, você é uma puta — falei na lata. — Sei lá. A Elide me contou tudo uns dias atrás, mas ainda não tô segura se quero entrar. Além disso, com meu filho em casa, não teria chance.
— As aulas vão começar logo. Escolhe um dia que você sabe que ele não vai estar e se junta a nós. A Elide sempre topa organizar os encontros pra agradar todo mundo. O de hoje, acho que foi feito especialmente pra Norma poder foder.
— Fala mais baixo, mulher. Alguém pode te ouvir falando essas putarias — falei, baixando o tom de voz.
— Mas se todas sabem o que rola aqui. Não seja caretona, mulher. Te juro, você não faz ideia do que tá perdendo — disse a Vicky, rindo de novo. — Vamos fazer assim: te aviso na próxima vez que tiver um encontro, te passo um endereço na internet e você vai poder me ver dando pra um desses guris. Quem sabe isso não te faz mudar de ideia.
— Não acredito no que você tá dizendo, mulher. Sabia que você não tinha vergonha na cara, mas isso já é demais — respondi, bem chocada.
— Você vai ver, quando ver como um desses caras se comporta na cama, vai mudar de ideia rapidinho — ela disse, quando chegamos no meu apartamento, e depois se despediu.
A verdade é que eu nunca ia admitir... diante dela, mas na verdade eu precisava de uma boa rola. Como se fosse uma adolescente tarada, comecei a me masturbar todo dia. Fazia isso à noite, depois de me certificar de que meu filho estava dormindo, e nas vezes em que ficava sozinha em casa.
Logo meus dedos já não bastavam pra acalmar meu tesão e pensei em comprar um consolo pra me ajudar.
Buscando me conectar um pouco mais com meu filho e decidida a distrair minha mente de toda aquela confusão, pedi uns dias de folga no trabalho pra poder ir pra praia antes das aulas começarem.
David e eu fomos pra uma praia perto da cidade pra um fim de semana de diversão. No começo, percebi que meu filho não tava muito animado com a viagem, mas quando chegou no lugar, ele se empolgou mais. O hotel onde íamos ficar cometeu um erro no quarto e, em vez de duas camas, só tínhamos uma. Como desculpa, nos deram dois passes especiais pra uma área privativa exclusiva da praia do hotel.
No dia seguinte, cedo, fomos pra praia e nos divertimos pra caralho. Me senti mais perto do meu filho do que nunca, nos divertimos muito e consegui esquecer todas as questões que me angustiavam. Depois do almoço, lembramos que ainda não tínhamos usado os passes pra área exclusiva do hotel, então fomos lá ver do que se tratava.
Ao chegar, levamos um baita susto ao descobrir que era nada mais nada menos que uma praia de nudismo. Hesitei sobre como proceder e virei pra olhar pro meu filho.
— O que você quer fazer? — perguntei.
— Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, a gente pode ir embora. — ele respondeu.
— Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres daqui, safado. — respondi rindo.
— Pois a senhora também vai ter o que admirar com os cavalheiros daqui. — ele disse, rindo também.
Nós dois nos olhamos e caímos na gargalhada, no fim decidimos aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo. Novo.
Nos encaminhamos pros vestiários pra tirar os trajes de banho. Ao ficar nua, me olhei num espelho que tinha ali e comecei a duvidar se aquilo tinha sido uma boa ideia.
Me observei com calma no espelho, o tempo tava fazendo efeito no meu corpo. Meus peitos, embora grandes, já estavam meio caídos, tinha uns pneuzinhos que, se não eram exagerados, eram visíveis, e, acima de tudo, minha buceta tava coberta por um matagal de pelos.
Me senti envergonhada de sair pelada e mostrar meu corpo pra toda aquela gente, e principalmente pro meu filho. Respirei fundo, juntei toda a coragem que tinha e saí do vestiário, onde ele me esperava do lado de fora.
Enquanto caminhava na direção dele, percebi que ele tava admirando meu corpo; notei como o pau dele ficou duro. Devo dizer que me senti lisonjeada por ele me achar atraente o bastante pra ter uma ereção, e fiquei corada.
Seguimos juntos pra praia, que tava cheia de gente. Homens e mulheres de todas as idades, raças e corpos. Disfarçadamente, dei uma olhada nos diferentes caras e nos paus deles que tinha pelo lugar. Alguns deles viravam pra me olhar, o que me deu mais confiança. Tava certa de que meu filho também tava se deliciando com todos aqueles peitos e bucetas pelados.
O que mais me surpreendeu foi ver como tinha casais fazendo coisas que, com certeza, na outra praia seriam consideradas indecentes. Mulheres chupando paus, homens enfiando os dedos nas suas mulheres, até dois caras se punhetando um ao outro e um par de mulheres num 69. Parecia que a exclusividade da praia permitia que eles soltassem suas paixões sem serem julgados.
Chegamos num lugar meio afastado e estendemos as toalhas. Resolvi deitar pra pegar um sol por um tempo, aproveitando que, estando pelada, não ia ter marcas de biquíni. Passei um pouco de bronzeador no corpo, mas, obviamente, como não conseguia alcançar minhas costas, pedi ajuda pro meu filho.
Deitei de bruços na toalha, e ele... Começou a passar a loção em mim. Devo admitir que eu estava um pouco molhada depois de todo aquele espetáculo que tinha visto. Senti as mãos do meu filho percorrerem minhas costas até começarem a descer por elas e chegarem na minha bunda. As mãos dele pousaram nas minhas nádegas e o safado ficou apalpando sem vergonha nenhuma. De repente, senti um dos dedos dele deslizar por debaixo da minha bunda até chegar na minha buceta e entrar. Soltei um gritinho de surpresa e meu filho tirou a mão rapidamente. O pobre coitado, envergonhado, me pediu desculpas e foi correndo para o mar. Eu não sabia se tinha sido acidente ou de propósito. Enquanto meu filho continuava se banhando no mar, um casal se aproximou de mim. Eram meio estranhos, porque o homem parecia mais velho que a mulher, que dava para dizer que era uma garota mais ou menos da idade do meu filho. — Boa tarde, senhora, desculpe incomodar, mas queríamos saber se a senhora e seu amante gostariam de nos acompanhar numa reunião mais tarde — disse o cavalheiro. — Estávamos observando vocês e acho que se encaixariam bem no nosso grupo de amigos. — Muito obrigada, mas ele não é meu parceiro, é meu filho — respondi, surpresa. — Justamente por isso vocês se encaixariam bem no nosso grupo. Me chamo Esteban e esta é minha filha Johana. Somos parte de um grupo de pessoas que curtem relações familiares próximas, se a senhora me entende — disse o senhor. — Claro que entendo, mas meu filho e eu não somos desse tipo — respondi, visivelmente chocada. — Ah, que pena, vocês formam um casal bonito. Bom, não vamos tomar mais seu tempo. Desculpe o mal-entendido. Vamos, querida — respondeu o senhor, e, pegando a filha pelo braço, foram embora. Vi os dois se afastarem abraçados, e então a garota deu um beijo quente na boca do pai. Aquilo tinha sido o maior choque da minha vida. Era algo inacreditável, me senti escandalizada e horrorizada com aquela proposta. Como era possível que um pai e sua filha mantivessem uma relação tão proibida? Mas o pior era que, aparentemente, Havia mais como eles no hotel, fazendo uma reunião onde só Deus sabe o que rolaria.
O retorno do meu filho me tirou dos meus pensamentos, me surpreendendo. Ele perguntou sobre o casal e eu menti, dizendo que não era nada importante.
Me deitei para pegar sol e não conseguia parar de pensar naquele casal e no relacionamento escandaloso deles. Durante minha juventude, fiz várias práticas sexuais que na época eram consideradas tabu e mal vistas pela sociedade, mas mesmo assim, o incesto era algo que nunca tinha passado pela minha cabeça. Novamente, senti aquele fogo crescer dentro de mim, o tesão me invadindo, a excitação de imaginar aquele casal junto, e o fato de que meu filho estava até com o pau duro não ajudava em nada.
Já no fim da tarde, nos preparamos para voltar ao hotel quando notei que meu filho ainda estava com o pau todo ereto.
— Mas David, ainda não baixou, filho? — perguntei. — Bendita juventude, divino tesouro. Não posso deixar você andar pela praia com o pau duro. Que tipo de mãe eu seria se permitisse isso? Vamos ter que dar um jeito.
Virei ao redor para garantir que ninguém estava olhando e, fazendo algo que não fazia há anos, peguei no pau do meu filho. Senti ele pulsar na minha mão e comecei a bater uma pra ele. Agora que olhava de perto, percebi que ele tinha um bom pau, não muito comprido, mas bem grosso, e a cabeça roxa aparecia no ritmo da punheta que eu estava dando no meu filho. Ele só aguentou uns dois minutos, e senti ele se tensar e começar a jorrar porra na areia.
Me levantei sem dizer nada e fui para os vestiários. Percebi que um pouco da gozada do David tinha caído na minha mão e, cega pela luxúria, levei à boca para provar. Tinha um sabor delicioso que eu não provava há anos. Ao caminhar em direção à saída, me deparei de novo com Esteban e a filha dele, que naquele momento estava fazendo um boquete no pai. Ao passando perto deles, o senhor piscou um olho pra mim; tinha certeza que ele me viu puxando a rola do meu filho.
De volta ao quarto, ninguém disse nada, mas antes de sair, resolvi esclarecer as coisas com meu filho.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz isso pra te ajudar — falei, envergonhada.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — ele respondeu.
Depois disso, saímos pra nos divertir pelo lugar. Durante toda a noite, parecia que nada tinha acontecido entre a gente. Mas durante a madrugada, enquanto tentava pegar no sono, os eventos do dia se repetiam na minha mente uma e outra vez. Como eu tinha sido capaz de fazer uma punheta no meu filho e depois provar o esperma dele?
Lembrei daquele momento em que as mãos dele percorreram minhas costas e como o dedo dele acabou, por acidente, na minha buceta. Minhas mãos foram direto pro meu sexo e ali mesmo comecei a me masturbar, com meu filho dormindo do lado. Esteban e Johana também vieram à minha mente e, por último, a rola do meu filho, que imaginei levando até a boca. A excitação era tanta que tive que tirar a calcinha e levá-la à boca pra evitar que meu filho ouvisse meus gemidos. Ela já estava molhada com meus sucos, então pude provar a mim mesma e, ao fazer isso, acabei gozando num gemido abafado.
O que estava acontecendo comigo? Isso não podia continuar assim. Antes que eu acabasse cometendo uma loucura, precisava fazer algo a respeito.
Na manhã seguinte, saí pra fazer compras sozinha. Fui até uma sex shop que tinha visto na noite anterior. Ao entrar na loja, estava muito nervosa e envergonhada com tudo que tinha ali. Não era a primeira vez que entrava numa dessas pra comprar brinquedos sexuais, mas já não era mais uma jovenzinha, era uma senhora. Com muita vergonha, escolhi um vibrador e saí de lá depressa.
Esperava que esse brinquedo me ajudasse a acalmar aquele fogo dentro de mim antes que ele se espalhasse e me levasse a cruzar uma linha que não devia. segura de que quer cruzar.
Na noite de domingo, enquanto meu filho estava fora, peguei aquele brinquedo que tinha guardado bem no fundo do meu armário. Antes de começar, me certifiquei de trancar bem a porta do meu quarto, como se fosse uma adolescente de novo.
Era vermelho e parecia um pau de verdade, até tinha um par de bolas na base. Lembrando dos meus tempos de jovem, comecei a brincar com ele. Levei à boca para provar, obviamente não tinha o gosto de um de verdade, mas tinha que servir.
Depois de deixá-lo bem molhado, levei até minha buceta ansiosa. Tava tão quente que enfiei tudo de uma vez. Era incrível sentir minha buceta cheia de novo, o brinquedo foi até o fundo do meu ser. Deixei ele lá dentro por uns minutos, curtindo aquela sensação que tinha esquecido há muito tempo. Continuando com meu trabalho, comecei a meter e tirar o brinquedo da minha buceta ansiosa, recebendo o prazer que procurava e gozando o máximo que podia. Levei minha mão livre até um dos meus peitos e apertei com força, depois belisquei o mamilo.
Meus gemidos ecoavam no silêncio da casa, o brinquedo saía da minha buceta cada vez mais ensopado, e eu amassava meus peitos com mais força.
Buscando o orgasmo, desci minha mão até meu clitóris e esfreguei com fúria, me fazendo gemer ainda mais. Sentia meus sucos escorrendo pelas minhas coxas até molhar os lençóis da minha cama, e com um grito de prazer cheguei ao tão desejado clímax.
Me senti satisfeita graças àquele brinquedo e, esquecendo de tudo, caí num sono profundo.
Tudo tinha voltado ao normal, o consolo me ajudava a acalmar minhas vontades sexuais. Sempre me certificava de usá-lo quando estava sozinha, e como meu filho tinha começado a ir pra escola, tinha as manhãs pra isso.
Eu tinha esquecido completamente de toda a história das milf Anônimas até que uma mensagem da Vicky me fez lembrar de tudo. A safada me avisava que o próximo encontro seria na sexta à noite e eu incluía um endereço de internet onde eu poderia observar tudo.
No dia marcado, cheguei do trabalho à tarde e encontrei a casa vazia; meu filho tinha me avisado que sairia à tarde com uns amigos. Fiquei muito feliz em saber que ele estava fazendo novas amizades e se adaptando bem à escola.
Depois de tirar meu uniforme de médica e vestir uma roupa mais confortável, decidi assistir um pouco de TV para relaxar. Ao olhar as horas, lembrei da mensagem da minha amiga e pensei naqueles jovens que naquele momento estavam a caminho para dar prazer às vizinhas. Espiei pela janela de casa e vi vários deles percorrendo os corredores e se dirigindo às portas das vizinhas, onde eram rapidamente recebidos.
A curiosidade me venceu e fui até o computador; só daria uma olhadinha para ver do que se tratava.
Digitei o endereço e na tela apareceu uma janela onde pude ver o quarto da Vitória. Ela apareceu alguns segundos depois, a safada estava vestida com um conjunto bem sexy, usava meia arrastão com cinta-liga e calcinha de renda, e estava com os peitos de fora. Também usava uma máscara que cobria a parte superior do rosto.
— Oi, meus amores. Bem-vindos a mais uma sessão de sexo ardente. Para esta noite, escolhi 3 looks que tenho certeza que vão gostar. Assim que meu convidado de hoje chegar, podemos começar. Comecem a preparar esses paus e bucetas para o que vem por aí. — disse a safada enquanto colocava um sutiã combinando com o conjunto, e depois finalizava com uma fantasia de freira que, honestamente, a fazia parecer uma de verdade.
Parecia que enquanto eu tinha me apagado, ela tinha aumentado seu repertório. De repente, ouviu-se umas batidas na porta da casa dela, que com certeza eram do amante da vez.
— Parece que meu convidado já chegou. Vou recebê-lo e trazê-lo para começarmos a diversão. Vamos ver que cara ele faz quando me ver. — disse, e então desapareceu da câmera.
Uns dois minutos depois, ela voltou. levando pela mão um rapazinho que também usava uma máscara pra esconder a identidade.
—Queridos fiéis. Hoje temos aqui este jovem pecador, a quem vou ajudar a encontrar o caminho da luz. Jovem, me diga seus pecados. — disse a Vicky, já entrando no personagem.
—Bem, madre, sinto uma atração especial por milf, eu amo, adoro e não consigo parar de pensar nelas. — disse o rapaz, entrando na brincadeira.
—Nossa, isso é algo bem sério. Quer dizer que um corpo maduro como este te excita? — disse a falsa freira, se levantando e mostrando seu conjunto sensual pro garoto. — Essa buceta velha e peluda te dá prazer? Esses peitos caídos fazem seu pau endurecer?
Vicky foi se despindo enquanto falava aquelas palavras e só ficou com o véu na cabeça, a liga e as meias de renda. O garoto observava hipnotizado aquele corpo maduro. Me lembrou do jeito que meu filho me olhou na praia.
Observei o corpo da Vitória, que tinha mudado com os anos. Os peitos dela eram do mesmo tamanho que os meus e igualmente caídos. Ela não era tão gorda quanto eu, mas tinha umas coxas maiores que as minhas. A buceta dela, embora peluda, parecia cuidada, diferente da minha.
—Esse é o diabo te tentando a cometer atos impuros. Precisamos salvar sua alma. Primeiro, deixa eu examinar seu pau. — disse a freira.
O garoto se levantou e se despiu completamente, se mostrando pra câmera. O pau dele já estava duro e, devo dizer, me deixou com muito tesão de ver aquilo, e fiquei com vontade de ter ele na minha frente.
Minha amiga se ajoelhou na frente do garoto, e não foi bem pra rezar.
—Mmm, sim, posso ver que o diabo possuiu esse pau lindo. É meu dever exorcizar esses demônios impuros. — e dizendo isso, levou o pau à boca.
Mesmo tendo dito que só ia observar um momento, não conseguia me afastar daquele espetáculo erótico. Minha mão já tinha descido até minha buceta e, afastando minha calcinha, comecei a me masturbar. Sem dúvida, minha amiga era uma verdadeira... Expert em mamar. Ela devorava aquela pica com maestria, enfiava tudo na boca, passando a língua por todo o tronco até as bolas.
Chupava aquela cabeçona gorda como se fosse uma chupeta e depois engolia tudo de uma bocada só.
— Parece que minha boca não é suficiente pra te livrar desses demônios. Vamos ter que tomar medidas drásticas. — disse Vicky, se levantando e andando até a cama, onde se deitou de lado e levantou uma perna, mostrando toda a sua buceta pra câmera. — Vem cá, mocinho. Fica atrás de mim pra eu poder te livrar do mal que te aflige.
O garoto se posicionou atrás dela, deitado na cama, e se preparou pra penetrar a buceta dela.
— Espera! Eu fiz votos de celibato, então minha buceta pertence ao senhor, mas existem outros caminhos. — disse a freira mais puta que eu já vi.
O garoto entendeu e direcionou a pica até o cu dela, onde foi enfiando devagar até o talo. Depois de meter tudo, começou a tirar lentamente e depois enfiar de novo.
Eu tava excitadíssima e, como estava sozinha, fui pegar meu brinquedo pra me ajudar. Voltei rápido pra não perder nenhum momento da ação e me despi completamente. O garoto continuava bombando a pica dentro do cu da minha amiga, que gemia de prazer.
Olhando pro brinquedo, uma ideia veio à minha mente. Lembrando das minhas velhas práticas, tentei usar o brinquedo no meu cu. Aproximei a ponta da minha bunda e tentei enfiar. O brinquedo foi entrando aos poucos no meu ânus, mas a dor que senti foi maior do que eu aguentava, então tive que desistir. Anos sem sexo anal tinham deixado tudo apertado de novo. Pensei em pegar um pouco de lubrificante, mas precisava gozar desesperadamente, então foquei melhor na minha buceta.
O consolo me penetrou rápido e sem problemas, por causa da minha buceta molhada, e sem tirar os olhos da ação na minha frente, comecei a me masturbar. De volta ao quarto da minha amiga, o garoto continuava penetrando ela, agora mais Rapidamente, enquanto levantava uma perna dela, nos dando uma visão ampla da ação. Na frente, o casal se beijava com luxúria, e dava pra ver como brincavam com as línguas.
A rola grossa e dura dele arrancava gemidos daquela freira promíscua, que soltava obscenidades nada adequadas pra uma irmã.
— Ahhh, isso, mete, fode meu cu com força, mmmm, maaais, rápidooo, não para, ahhhhhhh, ai deussss — gemeu Vicky, chegando ao orgasmo. O garoto soltou um grunhido e eu vi ele encher o cu dela de porra, que começou a escorrer pela bunda dela.
Minha excitação era tanta que, ao ver aquela cena, tive meu primeiro orgasmo da noite.
Conhecendo minha amiga, sabia que aquilo era só o começo. Ela deu um beijo no jovem e se levantou da cama, indo até o armário, onde depois de alguns minutos voltou vestindo o clássico uniforme de empregada francesa. Os peitões enormes dela mal cabiam naquela roupa apertada, as coxas grossas apareciam por baixo de uma saia minúscula. Ela entrou no quarto armada com um espanador e começou a limpar enquanto o garoto observava da cama.
— Não se levante, senhor. Só vim limpar um pouquinho — disse Vicky, tentando imitar um sotaque francês da melhor forma possível.
Ela passou o espanador pra lá e pra cá e, quando ficou na frente do garoto, se inclinou pra pegar a roupa jogada no chão, mostrando toda a bunda nua, já que não usava calcinha. Ficou curvada por alguns segundos, rebolando a raba, até que o garoto captou a mensagem e avançou até ela com a rola de fora.
Pensei que ele fosse meter de novo, mas vi ele se abaixar e enfiar a boca naqueles lábios vaginais. O garoto tava chupando a boceta da minha amiga e parecia fazer muito bem, porque Vicky tava tendo dificuldade pra ficar de pé.
— Mas senhor, o que cê tá fazendo? Eu não sou dessas, sou só a empregada — disse Vicky com o sotaque francês falso e engraçado.
— Qual é, não finge que não gosta. Dá pra ver que você tá adorando — disse o jovem. antes de voltar ao trabalho.
—Não, senhor, ahhh, para pelo amor, mmmmmm, alguém pode vir e nos descobrir — gemia a empregada.
O jovem estava concentrado na sua tarefa e a Vicky teve que se apoiar numa mesa ao lado para não cair. Era incrível ver que um garoto tão novo estava fazendo uma autêntica gostosa como minha amiga tremer, com todos os anos de experiência dela no sexo.
Vi minha amiga se contorcendo e tinha certeza de que ela tinha gozado graças à língua habilidosa do garoto. Ele se levantou e, sem aviso, enfiou a pica dentro da buceta escorrendo dela.
A pica do jovem desapareceu de uma estocada dentro daquela buceta madura, e a Vicky soltou um gemido de prazer.
—Sim, senhor, mete tudo, ahhh, isso. Que delícia — gemia a Vicky abraçada na mesa, que balançava com a força das investidas.
Aquilo devia ser incrível, sentir aquela pica jovem te penetrando, com aquele vigor e poder da juventude. Minha pica de plástico entrava e saía com força da minha buceta, tentando igualar o que eu via na tela. Eu metia com toda a força que podia, tentando enfiar tudo lá dentro, gemendo e bufando enquanto fazia isso. Não demorei muito para gozar de novo enquanto os amantes do vídeo continuavam na sua faina.
Pensei que dessa vez ele ia encher a buceta dela de porra, mas minha amiga fez o jovem parar e tirar a pica da buceta.
—Espera, amor, ainda falta uma roupa. Tenho que agradar meu público e te prometo que você vai gostar — disse a Vicky, fazendo o garoto sentar na cama, colocou uma toalha sobre o pau duro dele e entrou de novo no armário para se trocar.
Não podia acreditar que ela ainda tinha vontade de mais, e ainda mais surpreendente que o jovem ainda aguentava mais porrada. Lembrei do vagabundo do meu ex-marido, que depois de foder por uns minutos e gozar, virava e dormia, me deixando insatisfeita. Era óbvio que o marido da Vitória era igual e ela tinha que recorrer aos jovens para saciar o tesão.
Enquanto Esperava que o jovem se masturbasse devagar com a toalha, suponho que pra não perder a excitação. Eu tava na mesma, porque ainda tinha o consolador enterrado na minha buceta e mexendo ele devagar.
Com certeza era algo que dava muito tesão, saber que tinha centenas de pessoas te observando enquanto você transava, que se masturbavam junto com você, gemendo contigo e com certeza fantasiando em participar do encontro.
A Vicky voltou com outra fantasia, mas rapidamente percebi que era o uniforme de enfermeira que a gente usava no trabalho. A puta ia foder com a roupa de trabalho.
— Mas o que temos aqui? Um jovem paciente, me diga, rapaz, qual é o seu problema? — disse a Vicky, já entrando no personagem de novo.
— Bem, doutora, tenho um inchaço na região genital que não baixa. Acho que preciso de ajuda. — disse o jovem, apontando pra entreperna.
— Acho que vou ter que dar uma olhada. — e dizendo isso, vi ela se ajoelhar na frente do cara e tirar a toalha que cobria o pau lindo e ereto dele. — Nossa, isso é um baita problema. Melhor a gente botar a mão na massa.
A Vicky levou aquele pau de novo pra boca e deu mais um boquete espetacular no cara.
Tirei meu brinquedo encharcado da minha buceta e, tentando imitar o que a Vicky fazia, levei ele até minha boca, copiando o que ela tava fazendo. Senti o gosto familiar dos meus próprios fluidos e fechei os olhos, imaginando que era o pau do jovem que eu tava chupando.
Tentei enfiar ele todo na boca, mas mal cheguei na metade, tirei e fiquei lambendo enquanto ouvia os gemidos do cara na tela, fantasiando que era eu quem tava causando aquele prazer nele.
Terminei limpando todos os meus fluidos daquele consolador e enchi ele todo de saliva.
Abri os olhos e descobri que os dois putos já tavam fodendo de novo. Dessa vez, o cara tava deitado na cama enquanto a Vicky montava no pau ereto dele.
Os peitões enormes da minha amiga balançavam sem controle enquanto Cavalgava o amante dela. O garoto levou as mãos até aqueles balões de carne e os agarrou, amassando eles juntos e fazendo ela gemer.
Acompanhando eles no prazer, levei o brinquedo até minha buceta e enfiei até o fundo, e logo já tava gemendo junto com eles.
Perdi a conta de quantas vezes já tinha gozado só de olhar eles, só me concentrava em aproveitar e alcançar um novo orgasmo.
Na tela, vi que a Vicky se afastava da pica do jovem e, fazendo ele sentar na beirada da cama, se abaixava de novo pra dar mais um boquete. Mas dessa vez foi diferente: pegando os peitões grandes dela, colocou eles em cima da pica do garoto e fez ela sumir no meio.
Começou a bater uma punheta pro jovem usando os peitos enormes, e a ponta do pau aparecia entre eles de vez em quando, onde ela esticava a língua pra lamber a cabeça roxa até que, do nada, o garoto soltou um gemido e jatos de porra saíram disparados da pica dele, banhando os peitos e o rosto da minha amiga, que, como toda uma Promíscua, recebeu tudo com prazer.
Ver como aquele membro ereto espalhava a semente me fez ter um orgasmo final, desejando ser eu quem recebesse aquela gozada incrível.
Coberta de sêmen, a Vicky se virou pra câmera com um sorrisão no rosto.
— Espero que tenham gostado, meus amores, eu aproveitei pra caralho. Até a próxima e batam uma punheta pensando em mim. — disse se despedindo com um beijo na câmera.
A transmissão acabou, a tela ficou preta e eu voltei à realidade. Ainda tinha o consolo enfiado na minha buceta e o chão tava uma zona com todos os sucos que tinham escorrido da minha sessão quente.
Lembrei que meu filho podia chegar a qualquer hora e rapidamente me levantei, lavei o consolo e devolvi pro lugar secreto. Coloquei um roupão e comecei a limpar toda a bagunça que tinha feito.
Consegui terminar na mesma hora que meu filho entrava pela porta, mas ainda tinha um cheirinho de sexo no ar. lugar, esperava que ele não percebesse. Me cumprimentou meio nervoso e foi rápido pro quarto dele.
O comportamento dele me pareceu estranho até que vi o motivo do desconforto; com toda a lida, meu roupão tinha se aberto, deixando meus peitos e buceta de fora. Totalmente envergonhada, fechei ele rapidinho.
De novo, foi difícil pegar no sono naquela noite. Não dava pra negar que tudo que eu tinha visto foi muito excitante, lembrei do pau daquele jovem, da energia com que ele fodia minha amiga, da resistência dele pra aguentar vários encontros, do compromisso em continuar o jogo e daqueles jatos de porra que saíam disparados daquele pau magnífico. Lembrei também da cara de prazer e satisfação da Vitória ao sentir orgasmo atrás de orgasmo, cortesia do jovem amante dela. Podia ser eu, eu podia sentir tudo aquilo, só precisava aceitar ser uma Madura Anônima e teria um pau jovem à minha disposição.
Uma parte de mim ainda hesitava em aceitar, aquela parte que dizia que era errado, que não era certo fazer aquilo, que eu devia pensar no meu filho, na sociedade, na decência. Suspirei no escuro e me resignei a continuar me contentando com meu brinquedo.
Naquela noite, a parte racional venceu a briga contra o instinto. Mas por quanto tempo mais?
Salve. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
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