E no dia seguinte, mesma rotina, eu tava limpando de novo o interior de um carro, quando vi minha prima saindo de casa vestida com um macacão de trabalho do posto. A roupa parecia feita sob medida pra ela, o macacão se ajustava perfeitamente ao corpo dela, marcando descaradamente o contorno dos peitos e da bunda dela. Mas o que mais chamou minha atenção foram os lábios da buceta dela, pareciam enormes, comprimidos dentro daquele tecido vermelho.
— Oi, Javi.
— Oi, onde cê vai vestida assim?
— Convenci meu pai a me deixar te ajudar, cê tem muito trabalho e eu preciso ganhar uma grana.
— Bom, não esperava por isso. Quer começar pelo próximo carro, ou prefere me ajudar a terminar esse?
— Prefiro te ajudar, assim vou aprendendo, e também não tô a fim de trabalhar sozinha.
— Então como quiser, tô felizão de ter você aqui comigo.
— E eu de estar com você. São tantas coisas que quero te perguntar…Minha prima e a mãe dela me transformaram num homem II.Dito isso, e entrou no carro, sentando no banco do carona.Pouco vamos limpar se nós dois ficarmos só na parte da frente do carro. —Pensei.— Continue você com a parte da frente, que eu vou pra de trás. — Falei.
— Não, espera, senta aqui comigo, podemos bater um papo, e depois a gente continua trabalhando.
— Como quiser, mas você sabe como seu pai fica comigo quando eu me atraso.
— Não se preocupa, depois a gente recupera o tempo perdido.
— Fala. Do que você queria conversar?
— É sobre ontem, não senti que você ficou de pau duro quando a gente se beijou.
— Vejo que você não tem vergonha de perguntar. — De novo fiquei sem graça com a ousadia dela. — É porque eu tava muito nervoso, depois pensei que foi melhor assim, podia ter te incomodado sentir meu pau duro na sua barriga.
— Mas da primeira vez, quando você me abraçou à força, eu senti ele duro.
— Naquele dia eu tava muito excitado, fora de mim, não é a mesma coisa.
— Quer que a gente se beije de novo?
— Agora?
Ela não respondeu, em silêncio a gente se virou um pro outro e se abraçou, de novo nossas bocas se juntaram. Dessa vez não era um beijo de professora e aluno, era claro que nós dois queríamos aquele beijo igual, nossas bocas pareciam grudadas por algo mais forte que um ímã. E o pau doía comprimido dentro da minha calça.
Sem tirar meus lábios dos dela, minha mão foi buscar o zíper do macacão de trabalho, e puxei até o umbigo. Na hora a boca dela se soltou da minha.
— O que você tá fazendo? — E rapidamente a mão dela fechou o zíper de novo.
— Pensei que você ia deixar eu tocar seus peitos, nunca toquei nuns peitos, e tô morrendo de vontade.
— Tá bom, mas só um pouquinho, mas não pensa que sou uma puta, nenhum homem tocou neles antes. — E a mão dela abaixou de novo aquele maldito zíper.
Ela não tava de sutiã. Nervosa, minha mão entrou pra tocar aqueles peitinhos, pequenos, mas firmes.
— Eles tão bem durinhos, principalmente os bicos, mas que macios, adoro tocar neles.
— Os bicos ficam assim quando eu tô com frio.
— Mas agora não tá frio.
— Eu sei, seu bobo, — disse rindo, — agora é porque você tá tocando, e parece que eu tô gostando.
— Uma Última coisa, por favor, deixa eu chupar elas pra você.
—Tá bom, mas depois disso a gente para. —E eu afasto a roupa do peito dela pra deixar os peitos dela à mostra.
—Você gosta?
—Pergunta besta, tô morrendo de vontade desde a primeira vez que vi eles.
Mesmo sendo inexperiente, minha boca parecia saber o que fazer, tem coisas que vêm no sangue e a gente faz por instinto. Lambi aquela pele sem deixar um milímetro. Depois coloquei um dos bicos duros dela na boca e mordisquei de leve, pra depois chupar ele enquanto minha língua lambia a auréola. Minha prima soltou uns gemidos. Preocupado, tirei a boca.
—O que foi, te machuquei?
—Não, continua, continua agora com a outra teta. A voz dela era quente, o hálito queimava. Nunca tinha ouvido uma mulher falar assim.
—Tá, Javi, para por aqui, tô ficando muito excitada. —A mão dela foi pro meu zíper pra apalpar meu pau por um segundo. —Parece que agora ele endureceu mesmo. —Ela completou rindo.
—Quer ver? Tô explodindo.
—Não, já chega por hoje, além disso, podem nos ver. Melhor a gente continuar com o trabalho.
—Como quiser, mas eu tenho que ir no banheiro.
—Vai fazer xixi?
—É, talvez, depois.
Minha prima não era boba, sabia muito bem que eu ia bater uma, e eu não tinha outra opção pra tentar aliviar a dor nos ovos que tava sentindo nessa altura.
De novo sozinho na frente do espelho, mas agora o reflexo era diferente, eu começava a ver nele um cara com muito mais confiança. Tava passando por uma metamorfose. De novo tirei meu pau, ele tava babando e minha cueca tava molhada.
Pela primeira vez na vida, me masturbei pensando em algo real, tão real que eu tinha chupado os peitos da minha prima, e ela tinha gostado.
Logo gozei me contorcendo de prazer, o espelho recebeu os primeiros jatos de porra, o resto caiu na pia. Não lembrava de ter soltado tanta porra assim, mesmo assim, a dor nos ovos durou mais algumas horas.
Quando voltei Mari tinha terminado de limpar o carro, então a gente se preparou pra começar o próximo.
— Tá se sentindo melhor?
— Pô, não te escapa nada, né? Já tô melhor. Será que as mulheres não passam por algo parecido?
— Minhas amigas dizem que a gente aguenta melhor o tesão do que os homens, acho que deve ser verdade.
— Então as mulheres não se masturbam?
— Tenho amigas que dizem que fazem isso quase todo dia, mas eu já tentei algumas vezes e não sinto o que elas dizem sentir.
— Que interessante é tudo isso do sexo, quanto ainda tenho pra aprender.
— Também não sou nenhuma expert, mas sei um monte de coisas por causa das minhas amigas que têm namorado.
— Bom, parece que já é hora de ir, a tarde passou voando. — Falei rindo.
— Pra mim também, seu sem-vergonha. — Respondeu rindo também. — Aliás, que dia você folga?
— Amanhã, sábado, é meu dia de descanso. Por que a pergunta?
— Se quiser, aparece por aqui amanhã com qualquer desculpa, e eu dou um jeito da gente ficar junto sem perigo de sermos pegos.
— Parece uma boa ideia, venho à tarde, e se me virem chegando, invento alguma desculpa.
— Então, até amanhã.
— Até amanhã, irmã.
Quando voltei pra casa, meus pés pareciam não tocar o chão, tinha a sensação de que podia voar. Na minha cabeça, voltava uma e outra vez a imagem do rosto da minha prima, o olhar dela, a voz, e principalmente os peitos dela. Tudo era maravilhoso, a vida começava a fazer sentido pra mim, e ainda tinha tanto pra descobrir…
Impaciente, esperei pela tarde do dia seguinte. E finalmente chegou a hora. Decidi entrar pela porta dos fundos do pátio, que era por onde os carros entravam pra lavar, mas encontrei ela fechada. Por sorte, minha prima estava lá. Fiz sinal pra ela através das grades, até que ela me viu e veio até mim.
— Oi, Javi, você foi bem pontual. — Disse enquanto entreabria a porta. — Vai pra casa e se esconde no meu quarto, eu vou já.
— Mas não vai ser perigoso? E se alguém Tá me vendo?
—Não se preocupa, meus pais tão ocupados no posto de gasolina, e eu vou dar um jeito de arrumar uma desculpa pra ficar contigo logo.
Feito um ladrão, entrei na casa olhando pra todo lado e me enfiei no quarto da Mari. A cama tava arrumada e em cima dela tinha uns bichinhos de pelúcia, sorri quando vi eles.—Ainda é uma garotinha, —pensei, —Bom, na verdade somos duas crianças.Não precisei esperar mais de 10 minutos para minha prima chegar.
—Pedi pra minha mãe me dar a tarde livre, ela acha que vim me arrumar pra sair.
—Mas, e se ela vier e me encontrar aqui?
—Vou trancar meu quarto com chave, e se ouvirmos algum barulho, você vai e se esconde dentro do armário, igual nos filmes.
Não conseguimos evitar uma risada nervosa ao pensar nisso.
Sentados na beirada da cama, nossas bocas se encontraram sem mais rodeios. Foi um beijo longo, ainda mais apaixonado que o da tarde anterior, e cheio de cumplicidade.
—Melhor a gente se despir logo. —Disse minha prima. —Não temos muito tempo. E enfia sua roupa debaixo da cama.
Mais uma vez, aquela garota me deixava desconcertado com sua ousadia.
—Você quer que a gente se despe? —Perguntei incrédulo.
—Claro, você já me viu pelada, e ontem queria me mostrar a pica. Se o que queremos é explorar nossos corpos, pra que ficar com mais rodeios?
—Como quiser, mas te aviso que estou muito nervoso.
—E como você acha que eu estou?
Rapidamente nos despimos, e dessa vez pude ver o corpo da minha prima em todo seu esplendor. O que posso dizer dele? Era a coisa mais linda que meus olhos já tinham visto. Ainda hoje me lembro, era como um botão de rosa prestes a se abrir. Não era mais uma menina, mas aquele corpo ainda não tinha alcançado o esplendor que teria alguns anos depois. Mas pra mim, era sem dúvida a coisa mais linda que existia na terra naquele momento. Antes de se deitar de barriga pra cima na cama, pegou os bichinhos de pelúcia e os colocou num canto do quarto, virados pra parede, pra não verem o que ia rolar.
—Vem aqui, Javi, deita do meu lado.
Me deitei de barriga pra cima ao lado dela, reparei na minha pica, estava mole, minha prima também percebeu.
—Poxa, hoje ela não endureceu.
—Só preciso relaxar um pouco.
—Então relaxa, vai, deita em cima de mim e faz o mesmo que fez ontem. Gostei muito.
Obedeci sem pensar, e de novo Minhas mãos acariciaram aquelas colinas, colinas que alguns anos depois se transformariam em montanhas. De novo, os gemidos escaparam da boca dela quando minha língua foi escalando até o topo daqueles montes de bunda, pra terminar, chupando os mamilos dela, duros como balas. Tão duros quanto meu pau agora, apoiado na barriga dela.
Pra ser a primeira vez que eu tava com uma mulher, me surpreendi ao me ver fazendo coisas que ninguém tinha me ensinado.
Deixei as tetas de lado por enquanto, o peito da minha prima subia e descia igual um fole, me deitei de novo do lado dela e minha mão deslizou entre as pernas dela. Outro sonho se realizando, tava prestes a tocar uma buceta, a primeira da minha ainda curta vida.
Ao sentir minha mão entre as coxas dela, Mari abriu as pernas instintivamente, senti a umidade nos meus dedos, umidade e calor. Desajeitado, enfiei os dedos dentro daquela racha.
— Cuidado, não enfia os dedos dentro não, pode romper meu hímen. Melhor esperar um pouco, eu te falo o que cê tem que fazer.
Ela sentou na cama, pegou minha mão e guiou até o clitóris dela.
— Tá sentindo um caroço? Então, é ali que cê tem que me tocar.
Assim que meu dedo começou a acariciar aquele ponto, um tremor pareceu percorrer o corpo dela.
— Cê gosta?
— Adoro. — A voz dela tava febril de novo, mais um sussurro. — Minhas amigas falam que os namorados delas fazem com a língua.
— Quer que eu faça?
— Se cê não tiver nojo…
— Cê é boba? Nada em você pode me dar nojo.
Sem mais, deslizei meu corpo até ter aquele objeto de desejo na minha frente. Pela primeira vez, tava vendo uma buceta de verdade, aberta na minha frente, e pra mim. Os lábios vermelhos e depois a entrada da vagina dela, uma vontade louca de meter meu pau ali percorreu meu corpo.
— Que coisa mais linda, nunca vi nada assim. Como eu queria meter em você.
— Não, isso não, por favor, quero continuar virgem por enquanto.
Sem mais, me inclinei sobre aquela flor e comecei a lamber de baixo pra cima, uma e outra vez. O sabor dela... Era levemente salgado, mas não era desagradável.
—No clitóris, Javier, lambe meu grelinho, por favor.
Minha língua procurou aquele montinho, soube que tinha encontrado quando a pélvis de Maria se tensionou, erguendo-se em direção à minha boca.
—Assim, continua aí, esse é o lugar. Eu gosto muito. —A voz dela tinha mudado, parecia ter dificuldade pra formar as palavras.
—Você tá bem?
—Continua, não fala agora, continua, tô morrendo de prazer.
De repente, o corpo todo dela começou a ter convulsões, depois se tensionou e a pélvis se ergueu várias vezes. Era muito difícil acompanhar o ritmo dela sem tirar minha boca da buceta dela.
—Agora, Javi, agora eu tô gozando, isso é o paraíso. Para, para já, não aguento mais.
E de repente o corpo dela voltou à posição normal, enquanto umas convulsões pareciam percorrê-la. Eu deitado do lado dela, olhando assustado, até que finalmente ouvi ela falar.
—Foi fantástico, é a primeira vez que eu gozo de verdade, agora sei do que minhas amigas estavam falando.
—Fico muito feliz por você, nunca tinha visto uma mulher gozar, você me assustou um pouco.
—É o que chamam de orgasmo, Javi, finalmente sei o que é. Você não imagina o quanto eu tô feliz.
—O que você sentiu?
—É difícil explicar, é minha primeira vez. É como se por uns instantes eu tivesse perdido o controle do meu corpo, senti calor e frio ao mesmo tempo, e muita tensão até chegar a um prazer muito intenso. E depois relaxamento, paz, felicidade.
—Bom, eu vou ter que fazer a mesma coisa que ontem, meus ovos tão começando a doer.
—Não seja bobo, eu vou te ajudar a gozar, você mereceu.
Ela se virou pra mim e pegou meu pau com a mão, senti ele aumentar de tamanho.
—Vou bater uma pra você, me fala se eu tô fazendo direito, é a primeira vez que toco num pau.
—Você tem que mover a mão pra cima e pra baixo, não tem mistério.
—Isso eu já sei, minhas amigas me contaram.
—Assim, continua, você tá indo bem, assim devagar.
—Algumas me contaram que fazem isso nos namorados delas com a boca.
—Você teria coragem?
—Posso tentar, não te Não garanto nada.
Sem dizer uma palavra, ela montou em cima de mim, colocando na minha cara a bunda gostosa dela e a buceta entreaberta. Com a mão direita, pegou meu pau e aproximou o rosto dele. Por uns instantes, ficou parada olhando minha cabeça, enquanto com a outra mão acariciava minhas bolas.
— Qual é, tá com nojo de fazer?
— Não é isso, é que nunca tinha visto um pau tão de perto, nem umas bolas, é muito excitante ver essa cabecinha tão vermelha, parece de caramelo.
— Então mete na boca, quero saber como é a sensação, pra mim também é a primeira vez que tão chupando meu pau.
Devagar, ela enfiou na boca até onde dava, e depois tirou de novo, repetindo isso várias vezes seguidas.
— Tá gostando? Tô fazendo direito?
— Sim, tô adorando, mas acho que você devia usar um pouco a língua pra dar mais prazer.
Era a nossa primeira vez, mas nós dois estávamos aprendendo bem rápido. Minha prima já tava mandando muito bem agora, não precisava ser nenhum expert pra saber que aquilo era muito melhor do que qualquer coisa que eu já tinha experimentado até então.
Aquele prazer não tinha comparação com uma simples punheta daquelas que eu batia todo dia. Aquilo era muito maior, embora eu ainda não pudesse comparar com o prazer de meter numa buceta.
Pra completar, a visão das coxas da Maria, da bunda dela e da buceta tão perto da minha cara tava me deixando louco. Acariciei aquela bunda com as duas mãos, e depois a buceta dela. Mas minha prima me interrompeu.
— Não mexe na minha xereca agora, por favor, eu adoro, mas não quero esquentar de novo, além disso, se você fizer isso, não consigo me concentrar no seu pau.
— Tá bom, de qualquer forma, eu tava quase gozando quando você parou.
— Desculpa, vou continuar, mas me avisa, não goza na minha boca.
De novo, minha Mari engoliu o pau, mas por muito pouco tempo. Minha pouca experiência não me deixava segurar o orgasmo por mais tempo.
— Já foi, Mari, tira e continua com a mão, mas se apressa, tô quase.
Dito e feito, mal deu tempo dela pegar no meu pau, e ele gozou dentro da mãozinha dela.
—Continua, gostosa, mais um pouco… Já chega, para, terminei.
Caí pra trás exausto, nunca tinha me sentido tão relaxado e feliz depois de gozar. Quanto à minha prima, ela parecia estar em transe, olhando pro meu pau coberto de porra e tocando com os dedos a que tinha caído na minha barriga. Depois levou um dedo à boca.
—Não pensa que sou uma puta, só quero saber qual é o gosto. É salgado, quer provar?
—Não, por favor.
—É sua porra, não devia te dar nojo.
E enfiou um dedo na minha boca.
—Viu? Não é tão ruim. Tenho uma amiga que deixa o namorado gozar na boca dela. Não sei se um dia vou fazer isso. Quem sabe?
Minha prima se levantou e foi pegar uma toalha.
—Toma, limpa essa barriga, tá todo lambuzado de porra.
—Você gostou do que a gente fez?
—Gostei pra caralho, e agora posso falar sobre isso com minhas amigas, sabendo como é a sensação, mesmo não tendo experimentado tudo ainda.
—E você não gostaria que a gente fosse até o fim? Tô morrendo de vontade de saber como é, sabe, com o pau dentro de uma buceta.
—Acho que você tá esquecendo que somos primos, se fossemos namorados seria diferente. Ou talvez se eu não fosse mais virgem. Mas assim, não dá, no dia que eu me entregar pela primeira vez a um homem, tem que ser por amor.
—Mas você já se entregou pra mim.
—O nosso foi como uma brincadeira, que talvez tenha escapado um pouco do controle, mas adorei. Pode ser que um dia eu peça pra você fazer amor comigo, mas me perdoa, não posso deixar que você seja o primeiro a entrar em mim. E espero que não conte nada disso pros seus amigos.
—Entendo, mesmo que seja difícil aceitar. Espero que a gente repita isso um dia. E quanto ao resto, não se preocupa, eu gosto demais de você pra ficar me gabando às suas custas.
—Eu também quero repetir, mas temos que ser muito discretos.
De novo, estávamos os dois vestidos.
—Vou sair primeiro, e daqui a dois minutos, você sai. —Você, com muito cuidado pra ninguém te ver.
—Tá bom. —Respondi.
Quando minha prima foi embora, contei mentalmente os dois minutos, depois abri devagar a porta do quarto, não tinha ninguém no corredor. Fui na maciota até a porta da rua. Mas, ao passar pela cozinha, uma voz chamou minha atenção.
— Javier!
Virei a cabeça, era minha tia, tava na cozinha. Fiquei sem palavras.
— De onde você saiu? —ela continuou.
— Do quarto da Mari, ela me chamou pra trocar uma lâmpada. —Era óbvio que ela tava percebendo meu nervosismo, mas seguiu falando como se nada tivesse acontecido.
— E não podia ter pedido pro pai dela?
— Talvez não quisesse incomodar ele, e como eu vim pegar uma coisa que esqueci ontem, ela aproveitou a chance.
— Que estranho, há pouco cruzei com ela e ela não me falou nada.
— Bom, tenho que ir. Até amanhã.
— Até amanhã. —Respondeu minha tia Carmen.
Quando saí, procurei minha prima por todo lado, mas não achei. Tava preocupadão, o que ia acontecer quando a mãe dela perguntasse pra ela? A Mari não sabia nada da minha desculpa. Finalmente vi ela, saindo do banheiro do posto de gasolina.
— Javi, minha mãe te viu?
— Sua mãe me pegou quando eu tava saindo, ela tava na cozinha.
— Eu vi ela entrar, mas não deu tempo de fazer nada pra te avisar.
Contei pra minha prima tudo que rolou com a mãe dela.
— Tenho certeza que ela vai desconfiar de algo, enfim, a gente vê o que acontece. Quem eu realmente tenho medo é do meu pai, espero que ela não conte nada pra ele.
— A gente vê o que rola amanhã. Se quiser, liga pra minha casa hoje à noite e me conta o que aconteceu.
— Depois te ligo. Até mais.
— Até mais.
(*) Essa história se passa nos anos 70, numa época marcada pela ditadura e pela religião. Chegar virgem ao casamento era obrigatório pra mulher. E a maior aspiração dela era viver com uma corrente que só permitia ir da cozinha pra cama.O que vai acontecer agora? As coisas podem ficar complicadas… Espero escrever uma terceira parte, tudo depende de vocês. Por isso, espero as opiniões de vocês.
— Oi, Javi.
— Oi, onde cê vai vestida assim?
— Convenci meu pai a me deixar te ajudar, cê tem muito trabalho e eu preciso ganhar uma grana.
— Bom, não esperava por isso. Quer começar pelo próximo carro, ou prefere me ajudar a terminar esse?
— Prefiro te ajudar, assim vou aprendendo, e também não tô a fim de trabalhar sozinha.
— Então como quiser, tô felizão de ter você aqui comigo.
— E eu de estar com você. São tantas coisas que quero te perguntar…Minha prima e a mãe dela me transformaram num homem II.Dito isso, e entrou no carro, sentando no banco do carona.Pouco vamos limpar se nós dois ficarmos só na parte da frente do carro. —Pensei.— Continue você com a parte da frente, que eu vou pra de trás. — Falei.
— Não, espera, senta aqui comigo, podemos bater um papo, e depois a gente continua trabalhando.
— Como quiser, mas você sabe como seu pai fica comigo quando eu me atraso.
— Não se preocupa, depois a gente recupera o tempo perdido.
— Fala. Do que você queria conversar?
— É sobre ontem, não senti que você ficou de pau duro quando a gente se beijou.
— Vejo que você não tem vergonha de perguntar. — De novo fiquei sem graça com a ousadia dela. — É porque eu tava muito nervoso, depois pensei que foi melhor assim, podia ter te incomodado sentir meu pau duro na sua barriga.
— Mas da primeira vez, quando você me abraçou à força, eu senti ele duro.
— Naquele dia eu tava muito excitado, fora de mim, não é a mesma coisa.
— Quer que a gente se beije de novo?
— Agora?
Ela não respondeu, em silêncio a gente se virou um pro outro e se abraçou, de novo nossas bocas se juntaram. Dessa vez não era um beijo de professora e aluno, era claro que nós dois queríamos aquele beijo igual, nossas bocas pareciam grudadas por algo mais forte que um ímã. E o pau doía comprimido dentro da minha calça.
Sem tirar meus lábios dos dela, minha mão foi buscar o zíper do macacão de trabalho, e puxei até o umbigo. Na hora a boca dela se soltou da minha.
— O que você tá fazendo? — E rapidamente a mão dela fechou o zíper de novo.
— Pensei que você ia deixar eu tocar seus peitos, nunca toquei nuns peitos, e tô morrendo de vontade.
— Tá bom, mas só um pouquinho, mas não pensa que sou uma puta, nenhum homem tocou neles antes. — E a mão dela abaixou de novo aquele maldito zíper.
Ela não tava de sutiã. Nervosa, minha mão entrou pra tocar aqueles peitinhos, pequenos, mas firmes.
— Eles tão bem durinhos, principalmente os bicos, mas que macios, adoro tocar neles.
— Os bicos ficam assim quando eu tô com frio.
— Mas agora não tá frio.
— Eu sei, seu bobo, — disse rindo, — agora é porque você tá tocando, e parece que eu tô gostando.
— Uma Última coisa, por favor, deixa eu chupar elas pra você.
—Tá bom, mas depois disso a gente para. —E eu afasto a roupa do peito dela pra deixar os peitos dela à mostra.
—Você gosta?
—Pergunta besta, tô morrendo de vontade desde a primeira vez que vi eles.
Mesmo sendo inexperiente, minha boca parecia saber o que fazer, tem coisas que vêm no sangue e a gente faz por instinto. Lambi aquela pele sem deixar um milímetro. Depois coloquei um dos bicos duros dela na boca e mordisquei de leve, pra depois chupar ele enquanto minha língua lambia a auréola. Minha prima soltou uns gemidos. Preocupado, tirei a boca.
—O que foi, te machuquei?
—Não, continua, continua agora com a outra teta. A voz dela era quente, o hálito queimava. Nunca tinha ouvido uma mulher falar assim.
—Tá, Javi, para por aqui, tô ficando muito excitada. —A mão dela foi pro meu zíper pra apalpar meu pau por um segundo. —Parece que agora ele endureceu mesmo. —Ela completou rindo.
—Quer ver? Tô explodindo.
—Não, já chega por hoje, além disso, podem nos ver. Melhor a gente continuar com o trabalho.
—Como quiser, mas eu tenho que ir no banheiro.
—Vai fazer xixi?
—É, talvez, depois.
Minha prima não era boba, sabia muito bem que eu ia bater uma, e eu não tinha outra opção pra tentar aliviar a dor nos ovos que tava sentindo nessa altura.
De novo sozinho na frente do espelho, mas agora o reflexo era diferente, eu começava a ver nele um cara com muito mais confiança. Tava passando por uma metamorfose. De novo tirei meu pau, ele tava babando e minha cueca tava molhada.
Pela primeira vez na vida, me masturbei pensando em algo real, tão real que eu tinha chupado os peitos da minha prima, e ela tinha gostado.
Logo gozei me contorcendo de prazer, o espelho recebeu os primeiros jatos de porra, o resto caiu na pia. Não lembrava de ter soltado tanta porra assim, mesmo assim, a dor nos ovos durou mais algumas horas.
Quando voltei Mari tinha terminado de limpar o carro, então a gente se preparou pra começar o próximo.
— Tá se sentindo melhor?
— Pô, não te escapa nada, né? Já tô melhor. Será que as mulheres não passam por algo parecido?
— Minhas amigas dizem que a gente aguenta melhor o tesão do que os homens, acho que deve ser verdade.
— Então as mulheres não se masturbam?
— Tenho amigas que dizem que fazem isso quase todo dia, mas eu já tentei algumas vezes e não sinto o que elas dizem sentir.
— Que interessante é tudo isso do sexo, quanto ainda tenho pra aprender.
— Também não sou nenhuma expert, mas sei um monte de coisas por causa das minhas amigas que têm namorado.
— Bom, parece que já é hora de ir, a tarde passou voando. — Falei rindo.
— Pra mim também, seu sem-vergonha. — Respondeu rindo também. — Aliás, que dia você folga?
— Amanhã, sábado, é meu dia de descanso. Por que a pergunta?
— Se quiser, aparece por aqui amanhã com qualquer desculpa, e eu dou um jeito da gente ficar junto sem perigo de sermos pegos.
— Parece uma boa ideia, venho à tarde, e se me virem chegando, invento alguma desculpa.
— Então, até amanhã.
— Até amanhã, irmã.
Quando voltei pra casa, meus pés pareciam não tocar o chão, tinha a sensação de que podia voar. Na minha cabeça, voltava uma e outra vez a imagem do rosto da minha prima, o olhar dela, a voz, e principalmente os peitos dela. Tudo era maravilhoso, a vida começava a fazer sentido pra mim, e ainda tinha tanto pra descobrir…
Impaciente, esperei pela tarde do dia seguinte. E finalmente chegou a hora. Decidi entrar pela porta dos fundos do pátio, que era por onde os carros entravam pra lavar, mas encontrei ela fechada. Por sorte, minha prima estava lá. Fiz sinal pra ela através das grades, até que ela me viu e veio até mim.
— Oi, Javi, você foi bem pontual. — Disse enquanto entreabria a porta. — Vai pra casa e se esconde no meu quarto, eu vou já.
— Mas não vai ser perigoso? E se alguém Tá me vendo?
—Não se preocupa, meus pais tão ocupados no posto de gasolina, e eu vou dar um jeito de arrumar uma desculpa pra ficar contigo logo.
Feito um ladrão, entrei na casa olhando pra todo lado e me enfiei no quarto da Mari. A cama tava arrumada e em cima dela tinha uns bichinhos de pelúcia, sorri quando vi eles.—Ainda é uma garotinha, —pensei, —Bom, na verdade somos duas crianças.Não precisei esperar mais de 10 minutos para minha prima chegar.
—Pedi pra minha mãe me dar a tarde livre, ela acha que vim me arrumar pra sair.
—Mas, e se ela vier e me encontrar aqui?
—Vou trancar meu quarto com chave, e se ouvirmos algum barulho, você vai e se esconde dentro do armário, igual nos filmes.
Não conseguimos evitar uma risada nervosa ao pensar nisso.
Sentados na beirada da cama, nossas bocas se encontraram sem mais rodeios. Foi um beijo longo, ainda mais apaixonado que o da tarde anterior, e cheio de cumplicidade.
—Melhor a gente se despir logo. —Disse minha prima. —Não temos muito tempo. E enfia sua roupa debaixo da cama.
Mais uma vez, aquela garota me deixava desconcertado com sua ousadia.
—Você quer que a gente se despe? —Perguntei incrédulo.
—Claro, você já me viu pelada, e ontem queria me mostrar a pica. Se o que queremos é explorar nossos corpos, pra que ficar com mais rodeios?
—Como quiser, mas te aviso que estou muito nervoso.
—E como você acha que eu estou?
Rapidamente nos despimos, e dessa vez pude ver o corpo da minha prima em todo seu esplendor. O que posso dizer dele? Era a coisa mais linda que meus olhos já tinham visto. Ainda hoje me lembro, era como um botão de rosa prestes a se abrir. Não era mais uma menina, mas aquele corpo ainda não tinha alcançado o esplendor que teria alguns anos depois. Mas pra mim, era sem dúvida a coisa mais linda que existia na terra naquele momento. Antes de se deitar de barriga pra cima na cama, pegou os bichinhos de pelúcia e os colocou num canto do quarto, virados pra parede, pra não verem o que ia rolar.
—Vem aqui, Javi, deita do meu lado.
Me deitei de barriga pra cima ao lado dela, reparei na minha pica, estava mole, minha prima também percebeu.
—Poxa, hoje ela não endureceu.
—Só preciso relaxar um pouco.
—Então relaxa, vai, deita em cima de mim e faz o mesmo que fez ontem. Gostei muito.
Obedeci sem pensar, e de novo Minhas mãos acariciaram aquelas colinas, colinas que alguns anos depois se transformariam em montanhas. De novo, os gemidos escaparam da boca dela quando minha língua foi escalando até o topo daqueles montes de bunda, pra terminar, chupando os mamilos dela, duros como balas. Tão duros quanto meu pau agora, apoiado na barriga dela.
Pra ser a primeira vez que eu tava com uma mulher, me surpreendi ao me ver fazendo coisas que ninguém tinha me ensinado.
Deixei as tetas de lado por enquanto, o peito da minha prima subia e descia igual um fole, me deitei de novo do lado dela e minha mão deslizou entre as pernas dela. Outro sonho se realizando, tava prestes a tocar uma buceta, a primeira da minha ainda curta vida.
Ao sentir minha mão entre as coxas dela, Mari abriu as pernas instintivamente, senti a umidade nos meus dedos, umidade e calor. Desajeitado, enfiei os dedos dentro daquela racha.
— Cuidado, não enfia os dedos dentro não, pode romper meu hímen. Melhor esperar um pouco, eu te falo o que cê tem que fazer.
Ela sentou na cama, pegou minha mão e guiou até o clitóris dela.
— Tá sentindo um caroço? Então, é ali que cê tem que me tocar.
Assim que meu dedo começou a acariciar aquele ponto, um tremor pareceu percorrer o corpo dela.
— Cê gosta?
— Adoro. — A voz dela tava febril de novo, mais um sussurro. — Minhas amigas falam que os namorados delas fazem com a língua.
— Quer que eu faça?
— Se cê não tiver nojo…
— Cê é boba? Nada em você pode me dar nojo.
Sem mais, deslizei meu corpo até ter aquele objeto de desejo na minha frente. Pela primeira vez, tava vendo uma buceta de verdade, aberta na minha frente, e pra mim. Os lábios vermelhos e depois a entrada da vagina dela, uma vontade louca de meter meu pau ali percorreu meu corpo.
— Que coisa mais linda, nunca vi nada assim. Como eu queria meter em você.
— Não, isso não, por favor, quero continuar virgem por enquanto.
Sem mais, me inclinei sobre aquela flor e comecei a lamber de baixo pra cima, uma e outra vez. O sabor dela... Era levemente salgado, mas não era desagradável.
—No clitóris, Javier, lambe meu grelinho, por favor.
Minha língua procurou aquele montinho, soube que tinha encontrado quando a pélvis de Maria se tensionou, erguendo-se em direção à minha boca.
—Assim, continua aí, esse é o lugar. Eu gosto muito. —A voz dela tinha mudado, parecia ter dificuldade pra formar as palavras.
—Você tá bem?
—Continua, não fala agora, continua, tô morrendo de prazer.
De repente, o corpo todo dela começou a ter convulsões, depois se tensionou e a pélvis se ergueu várias vezes. Era muito difícil acompanhar o ritmo dela sem tirar minha boca da buceta dela.
—Agora, Javi, agora eu tô gozando, isso é o paraíso. Para, para já, não aguento mais.
E de repente o corpo dela voltou à posição normal, enquanto umas convulsões pareciam percorrê-la. Eu deitado do lado dela, olhando assustado, até que finalmente ouvi ela falar.
—Foi fantástico, é a primeira vez que eu gozo de verdade, agora sei do que minhas amigas estavam falando.
—Fico muito feliz por você, nunca tinha visto uma mulher gozar, você me assustou um pouco.
—É o que chamam de orgasmo, Javi, finalmente sei o que é. Você não imagina o quanto eu tô feliz.
—O que você sentiu?
—É difícil explicar, é minha primeira vez. É como se por uns instantes eu tivesse perdido o controle do meu corpo, senti calor e frio ao mesmo tempo, e muita tensão até chegar a um prazer muito intenso. E depois relaxamento, paz, felicidade.
—Bom, eu vou ter que fazer a mesma coisa que ontem, meus ovos tão começando a doer.
—Não seja bobo, eu vou te ajudar a gozar, você mereceu.
Ela se virou pra mim e pegou meu pau com a mão, senti ele aumentar de tamanho.
—Vou bater uma pra você, me fala se eu tô fazendo direito, é a primeira vez que toco num pau.
—Você tem que mover a mão pra cima e pra baixo, não tem mistério.
—Isso eu já sei, minhas amigas me contaram.
—Assim, continua, você tá indo bem, assim devagar.
—Algumas me contaram que fazem isso nos namorados delas com a boca.
—Você teria coragem?
—Posso tentar, não te Não garanto nada.
Sem dizer uma palavra, ela montou em cima de mim, colocando na minha cara a bunda gostosa dela e a buceta entreaberta. Com a mão direita, pegou meu pau e aproximou o rosto dele. Por uns instantes, ficou parada olhando minha cabeça, enquanto com a outra mão acariciava minhas bolas.
— Qual é, tá com nojo de fazer?
— Não é isso, é que nunca tinha visto um pau tão de perto, nem umas bolas, é muito excitante ver essa cabecinha tão vermelha, parece de caramelo.
— Então mete na boca, quero saber como é a sensação, pra mim também é a primeira vez que tão chupando meu pau.
Devagar, ela enfiou na boca até onde dava, e depois tirou de novo, repetindo isso várias vezes seguidas.
— Tá gostando? Tô fazendo direito?
— Sim, tô adorando, mas acho que você devia usar um pouco a língua pra dar mais prazer.
Era a nossa primeira vez, mas nós dois estávamos aprendendo bem rápido. Minha prima já tava mandando muito bem agora, não precisava ser nenhum expert pra saber que aquilo era muito melhor do que qualquer coisa que eu já tinha experimentado até então.
Aquele prazer não tinha comparação com uma simples punheta daquelas que eu batia todo dia. Aquilo era muito maior, embora eu ainda não pudesse comparar com o prazer de meter numa buceta.
Pra completar, a visão das coxas da Maria, da bunda dela e da buceta tão perto da minha cara tava me deixando louco. Acariciei aquela bunda com as duas mãos, e depois a buceta dela. Mas minha prima me interrompeu.
— Não mexe na minha xereca agora, por favor, eu adoro, mas não quero esquentar de novo, além disso, se você fizer isso, não consigo me concentrar no seu pau.
— Tá bom, de qualquer forma, eu tava quase gozando quando você parou.
— Desculpa, vou continuar, mas me avisa, não goza na minha boca.
De novo, minha Mari engoliu o pau, mas por muito pouco tempo. Minha pouca experiência não me deixava segurar o orgasmo por mais tempo.
— Já foi, Mari, tira e continua com a mão, mas se apressa, tô quase.
Dito e feito, mal deu tempo dela pegar no meu pau, e ele gozou dentro da mãozinha dela.
—Continua, gostosa, mais um pouco… Já chega, para, terminei.
Caí pra trás exausto, nunca tinha me sentido tão relaxado e feliz depois de gozar. Quanto à minha prima, ela parecia estar em transe, olhando pro meu pau coberto de porra e tocando com os dedos a que tinha caído na minha barriga. Depois levou um dedo à boca.
—Não pensa que sou uma puta, só quero saber qual é o gosto. É salgado, quer provar?
—Não, por favor.
—É sua porra, não devia te dar nojo.
E enfiou um dedo na minha boca.
—Viu? Não é tão ruim. Tenho uma amiga que deixa o namorado gozar na boca dela. Não sei se um dia vou fazer isso. Quem sabe?
Minha prima se levantou e foi pegar uma toalha.
—Toma, limpa essa barriga, tá todo lambuzado de porra.
—Você gostou do que a gente fez?
—Gostei pra caralho, e agora posso falar sobre isso com minhas amigas, sabendo como é a sensação, mesmo não tendo experimentado tudo ainda.
—E você não gostaria que a gente fosse até o fim? Tô morrendo de vontade de saber como é, sabe, com o pau dentro de uma buceta.
—Acho que você tá esquecendo que somos primos, se fossemos namorados seria diferente. Ou talvez se eu não fosse mais virgem. Mas assim, não dá, no dia que eu me entregar pela primeira vez a um homem, tem que ser por amor.
—Mas você já se entregou pra mim.
—O nosso foi como uma brincadeira, que talvez tenha escapado um pouco do controle, mas adorei. Pode ser que um dia eu peça pra você fazer amor comigo, mas me perdoa, não posso deixar que você seja o primeiro a entrar em mim. E espero que não conte nada disso pros seus amigos.
—Entendo, mesmo que seja difícil aceitar. Espero que a gente repita isso um dia. E quanto ao resto, não se preocupa, eu gosto demais de você pra ficar me gabando às suas custas.
—Eu também quero repetir, mas temos que ser muito discretos.
De novo, estávamos os dois vestidos.
—Vou sair primeiro, e daqui a dois minutos, você sai. —Você, com muito cuidado pra ninguém te ver.
—Tá bom. —Respondi.
Quando minha prima foi embora, contei mentalmente os dois minutos, depois abri devagar a porta do quarto, não tinha ninguém no corredor. Fui na maciota até a porta da rua. Mas, ao passar pela cozinha, uma voz chamou minha atenção.
— Javier!
Virei a cabeça, era minha tia, tava na cozinha. Fiquei sem palavras.
— De onde você saiu? —ela continuou.
— Do quarto da Mari, ela me chamou pra trocar uma lâmpada. —Era óbvio que ela tava percebendo meu nervosismo, mas seguiu falando como se nada tivesse acontecido.
— E não podia ter pedido pro pai dela?
— Talvez não quisesse incomodar ele, e como eu vim pegar uma coisa que esqueci ontem, ela aproveitou a chance.
— Que estranho, há pouco cruzei com ela e ela não me falou nada.
— Bom, tenho que ir. Até amanhã.
— Até amanhã. —Respondeu minha tia Carmen.
Quando saí, procurei minha prima por todo lado, mas não achei. Tava preocupadão, o que ia acontecer quando a mãe dela perguntasse pra ela? A Mari não sabia nada da minha desculpa. Finalmente vi ela, saindo do banheiro do posto de gasolina.
— Javi, minha mãe te viu?
— Sua mãe me pegou quando eu tava saindo, ela tava na cozinha.
— Eu vi ela entrar, mas não deu tempo de fazer nada pra te avisar.
Contei pra minha prima tudo que rolou com a mãe dela.
— Tenho certeza que ela vai desconfiar de algo, enfim, a gente vê o que acontece. Quem eu realmente tenho medo é do meu pai, espero que ela não conte nada pra ele.
— A gente vê o que rola amanhã. Se quiser, liga pra minha casa hoje à noite e me conta o que aconteceu.
— Depois te ligo. Até mais.
— Até mais.
(*) Essa história se passa nos anos 70, numa época marcada pela ditadura e pela religião. Chegar virgem ao casamento era obrigatório pra mulher. E a maior aspiração dela era viver com uma corrente que só permitia ir da cozinha pra cama.O que vai acontecer agora? As coisas podem ficar complicadas… Espero escrever uma terceira parte, tudo depende de vocês. Por isso, espero as opiniões de vocês.
9 comentários - Mi Prima y su Madre me convirtieron en un hombre parte 2
Sigue así, continúa la historia