Oi, aqui é o H e a história de um neto mimado pela avó com suas mãos macias. Desde que me lembro, morei com minha avó, uma mulher idosa, claro, com seios caídos, magra e cabelo curto... uma vovó em todos os sentidos. Eu costumava passar tempo com ela quando não tinha nada pra fazer (não tenho muita vida social, digamos) e acompanhava ela assistindo às suas novelas. Ela tinha um hábito estranho de pedir pra ela coçar minhas costas, e ela aceitava sem reclamar, era esquisito, mas nada demais. Até que um dia, meus pais estavam trabalhando à noite e me deixaram sozinho em casa, aconteceu algo que, nossa, me deu um prazer danado.
Tudo transcorria tranquilo, ela vendo as novelas enquanto coçava minhas costas. Teve um momento em que deu uma coceira na minha barriga e eu cocei, mas logo pedi pra minha avó se ela podia coçar ali também. Ela levantou a sobrancelha, mas só isso. Essa ação me deixou a mil e meu pau começou a acordar do seu sono. Eu não fazia nada pra esconder e minha vó também não parecia se importar muito. Ela me dizia que já me viu pelado quando era bebê, que não seria nada novo pra ela. Eu me sentia desconfortável, mas ao mesmo tempo com um sentimento de ganância, querendo mais... então decidi ir com tudo.
Eu fui dizendo pra ela ir descendo, até que chegou na minha pelve. Aí eu comecei a coçar por cima da roupa, na parte de cima da minha cueca, e depois perguntei se ela podia coçar ali. Ela levantou a sobrancelha de novo, mas não recusou. Eu pedi pra descer mais, e ela fez. Meu pau estava super ereto, mas isso levou pra outro nível. Eu sentia as mãos enrugadas dela batendo na minha juba abundante de pelos pubianos, de novo e de novo. Eu estava feliz pra caralho, e como não? Minha avó, minha protetora a vida toda, estava metendo a mão em mim, seu neto. Ela continuou na dela, até que com os dedos tocou no tronco do meu pau. Aí foi quando ela rapidamente tirou a mão, virou pra me olhar e disse explicitamente: é, você cresceu mesmo" eu soltei uma gargalhada e disse pra ela continuar porque meu pau estava coçando. Ela recusou, disse que isso já era ir longe demais. Eu, no calor do momento, insisti e tentei convencê-la dizendo que estávamos sozinhos, que isso ia ser nosso segredo e que se ela fizesse, eu ia gostar ainda mais dela... pelo visto minha avó era das mulheres fáceis, porque a única coisa que ela disse foi "isso fica entre nós e mais ninguém". Eu, com um sorriso estampado no rosto, disse sim. Ela meteu a mão de novo no meu boxer e começou o sobe e desce. Meu pau peludo já estava quente, aí ela vem com aquelas mãos macias e enrugadas e envolve ele. Eu estava quase não me aguentando, olhava pra ela e depois pro meu pau ereto (agora me dá risada porque naquela vez dava pra ver mais as veias na mão dela do que no meu amigo). Ela soltou um "gosta, né?" e eu só respondi com a cabeça. Ela fazia devagar, não tínhamos pressa, fazia com a mão toda. Eu estava no paraíso, mas ainda tinha medo de sermos descobertos, então pedi pra ela fazer só com a ponta dos dedos, como eu faço, já que meu pau é pequeno e minha mão é muito grande. Ela não entendeu como, então não pensei duas vezes: tirei até minhas bolas pra fora, peguei a mão dela com a minha e comecei a me masturbar. Comecei devagar, mas rapidamente aumentei o ritmo. Eu estava louco de prazer, usando minha avó como uma boneca. A mão dela junto com a minha faziam um trio perfeito com meu pau, subindo e descendo rapidamente, até que eu explodi e minha porra voou pelo ar e caiu de volta em nossas mãos. Ela tirou as mãos e se limpou com uns guardanapos. Eu só subi o boxer e disse: "Obrigado, te amo muito". Ela só sorriu. Aí percebi que tinha um pouco de porra no rosto dela. Ela limpou com o dedo e comeu. Isso me deixou chocado, mas ao mesmo tempo excitado. Comentei se a gente podia fazer de novo outra hora, e ela respondeu que sim. Dei um beijo na bochecha dela e fui pro meu quarto porque ele disse que estava com sono, eu continuei batendo uma a noite toda. Deixem seus comentários, com prazer vou lê-los. Ainda tenho muitas histórias para contar, se quiserem saber mais detalhes vamos conversar em privado. Aqui é H, até a próxima.
Tudo transcorria tranquilo, ela vendo as novelas enquanto coçava minhas costas. Teve um momento em que deu uma coceira na minha barriga e eu cocei, mas logo pedi pra minha avó se ela podia coçar ali também. Ela levantou a sobrancelha, mas só isso. Essa ação me deixou a mil e meu pau começou a acordar do seu sono. Eu não fazia nada pra esconder e minha vó também não parecia se importar muito. Ela me dizia que já me viu pelado quando era bebê, que não seria nada novo pra ela. Eu me sentia desconfortável, mas ao mesmo tempo com um sentimento de ganância, querendo mais... então decidi ir com tudo.
Eu fui dizendo pra ela ir descendo, até que chegou na minha pelve. Aí eu comecei a coçar por cima da roupa, na parte de cima da minha cueca, e depois perguntei se ela podia coçar ali. Ela levantou a sobrancelha de novo, mas não recusou. Eu pedi pra descer mais, e ela fez. Meu pau estava super ereto, mas isso levou pra outro nível. Eu sentia as mãos enrugadas dela batendo na minha juba abundante de pelos pubianos, de novo e de novo. Eu estava feliz pra caralho, e como não? Minha avó, minha protetora a vida toda, estava metendo a mão em mim, seu neto. Ela continuou na dela, até que com os dedos tocou no tronco do meu pau. Aí foi quando ela rapidamente tirou a mão, virou pra me olhar e disse explicitamente: é, você cresceu mesmo" eu soltei uma gargalhada e disse pra ela continuar porque meu pau estava coçando. Ela recusou, disse que isso já era ir longe demais. Eu, no calor do momento, insisti e tentei convencê-la dizendo que estávamos sozinhos, que isso ia ser nosso segredo e que se ela fizesse, eu ia gostar ainda mais dela... pelo visto minha avó era das mulheres fáceis, porque a única coisa que ela disse foi "isso fica entre nós e mais ninguém". Eu, com um sorriso estampado no rosto, disse sim. Ela meteu a mão de novo no meu boxer e começou o sobe e desce. Meu pau peludo já estava quente, aí ela vem com aquelas mãos macias e enrugadas e envolve ele. Eu estava quase não me aguentando, olhava pra ela e depois pro meu pau ereto (agora me dá risada porque naquela vez dava pra ver mais as veias na mão dela do que no meu amigo). Ela soltou um "gosta, né?" e eu só respondi com a cabeça. Ela fazia devagar, não tínhamos pressa, fazia com a mão toda. Eu estava no paraíso, mas ainda tinha medo de sermos descobertos, então pedi pra ela fazer só com a ponta dos dedos, como eu faço, já que meu pau é pequeno e minha mão é muito grande. Ela não entendeu como, então não pensei duas vezes: tirei até minhas bolas pra fora, peguei a mão dela com a minha e comecei a me masturbar. Comecei devagar, mas rapidamente aumentei o ritmo. Eu estava louco de prazer, usando minha avó como uma boneca. A mão dela junto com a minha faziam um trio perfeito com meu pau, subindo e descendo rapidamente, até que eu explodi e minha porra voou pelo ar e caiu de volta em nossas mãos. Ela tirou as mãos e se limpou com uns guardanapos. Eu só subi o boxer e disse: "Obrigado, te amo muito". Ela só sorriu. Aí percebi que tinha um pouco de porra no rosto dela. Ela limpou com o dedo e comeu. Isso me deixou chocado, mas ao mesmo tempo excitado. Comentei se a gente podia fazer de novo outra hora, e ela respondeu que sim. Dei um beijo na bochecha dela e fui pro meu quarto porque ele disse que estava com sono, eu continuei batendo uma a noite toda. Deixem seus comentários, com prazer vou lê-los. Ainda tenho muitas histórias para contar, se quiserem saber mais detalhes vamos conversar em privado. Aqui é H, até a próxima.
6 comentários - Minha vó me mima