Quando Flor descobriu que Pedro ia sair do dançando, ficou super triste — não ia mais poder tocar ele nem sentir o corpo dele. Ninguém sabia, mas desde a primeira vez que encostou no corpo de Pedro, sentiu algo especial, uma quentura talvez. Nunca tinha tentado avançar porque achava ele muito bem com a Paula, e eles já eram amigos. Então, só se contentava em tocar e roçar nele nos ensaios e nas apresentações. Mas dessa vez era diferente: ela queria fazer algo mais. Ele ia embora, e ela só ia vê-lo nas turnês da peça. Nos ensaios, sempre tinha a coach e a assistente por perto, não dava pra fazer nada. E na turnê, os colegas estavam sempre juntos. Ela não sabia quando "atacar" o Pedro.

Chega o último baile e eu pensei que ela já tinha perdido a chance. A gala rola, eles dançam, Pedro se despede e saem da pista. Quando tão indo pros camarins, Flor pensou: é agora ou nunca. Pedro entra no camarim dele e Flor, em vez de seguir pro dela, entra atrás de Pedro e fecha a porta. "O que cê tá fazendo, Flor?" se ouve o Pedro falar. Flor se joga nos braços dele e abraça forte.

Nada, Pedro, vou sentir sua falta", diz Flor com voz chorosa, enquanto usa seus dotes de atriz e chora um pouquinho, fazendo biquinho. "Bom, Flor, não é pra tanto, a gente vai se ver do mesmo jeito", diz Pedro, surpreso com a reação dela. —Flor: "Já sei, mas mesmo assim agora vai ser diferente" (ela abraçava ele forte, enquanto falava no ouvido dele e começava a roçar a perna no volume dele). Pedro já não sabia o que dizer e também não queria ser mau amigo e mandar ela embora. Começou a sentir o roçar e ouvir a Flor no ouvido, o que o deixava nervoso e cada vez mais excitado, já que fazia tempo que não comia a Paula porque nunca tinham tempo, com os filhos era impossível, e já estavam há várias semanas sem nada. Aquele roçar com a Flor estava deixando ele desconfortável e, ao mesmo tempo, gostando. Flor, percebendo o desconforto e o nervosismo de Pedro, continua com o plano e vai roçando mais, cada vez sentindo um pouco mais o volume e percebendo que Pedro estava ficando excitado, e dá uma risadinha. Entre palavras e biquinho, Flor olhou pra Pedro e de repente meteu um beijo na boca dele. Pedro a afastou —Pedro: "O que você tá fazendo, Flor? É louca? A gente é amigo?" —Flor: "Haha, louca nada" *com uma mão agarra o volume dele e olha na cara dele* "Não sabia que com suas amigas o pau ficava duro." Flor de novo meteu um beijo nele, e aí Pedro não ligou mais pra nada, nem que ela fosse amiga. Agarrou ela pela nuca e continuou o beijo, metendo a língua e segurando ela firme. Pegou ela no colo e encostou na parede, beijando enquanto agarrava a bunda dela. Flor tava adorando e também apertava o corpo dela contra o dele. Flor desceu as pernas no chão e virou Pedro. Agora ele ficou contra a parede. Ela deu um sorrisinho, se ajoelhou, desabotoou a calça dele e puxou pra baixo. Pedro tava bem duro. Flor deu um beijo por cima da cueca e também puxou pra baixo. Mordeu o lábio e olhou pra ele. Agarrou o pau e começou a dar beijinhos, passando a língua até chegar na ponta. Aí enfiou a ponta na boca e começou a chupar, devagar. Chupava e olhava nos olhos dele. Pedro Tava no paraíso olhando a Flor com a carinha de anjo dela chupando, e a Flor tava aproveitando como nunca, a pica que ela sempre quis tava chupando. -Flor: “que *lambe* yummy *lambe* pica *lambe* gostosa” -Pedro: “cê tá gostando, Flor? hoje é toda sua” Pedro pega ela pela cabeça e começa a meter cada vez mais fundo, ela não faz nenhum esforço pra ele parar.

Ela tava toda entregue pra ele, Pedro faz ela chupar tudo e tira o pau da boca dela todo babado, com fios de saliva que a Flor tira com a boca e dá risada: “ai que bruto” e mete o pau na boca de novo. Continuaram assim até que Pedro sentiu que ia explodir, então agarrou ela pela cintura, encostou na parede e puxou de uma vez a legging e a calcinha fio dental, se abaixou, chupou um pouco a buceta e o cu dela — Pedro: “hmm... como você tá molhadinha, agora vai sentir ele todinho dentro” — Flor: “ai... ai... me come, Pepe, me come do jeito que você não faz com a sua mulher”

se acomoda atrás dela e enfia a pica nela, usa a palavra: buceta, vai devagar e começa a acelerar o ritmo, agora Flor tava no auge, a pica que ela tanto esperava já era dela, ela curtia ao máximo “ai...ai...mmm...sim...sim assim” Pedro tapava a boca dela pra ela não gritar, metia forte enquanto dava uns tapas na bunda dela, agarrou ela bem pela cintura e metia com força, Flor entre os gemidos virou um pouco a cabeça e falou “me come pelo cu, quero sentir ela toda dentro do meu rabinho” Pedro ao ouvir isso meteu mais forte ainda, saiu de dentro dela, cuspiu no cu dela e encaixou a pica na entrada da raba, começou enfiando devagar, até que de uma vez enfiou tudo com força



Flor deu um grito, já não ligava mais se alguém ouvia ou não, ela só curtia, tava no paraíso dela. “Aí siiiim, arrebenta bem forteeee, igual a Paulita não deixa!” Pedro pegou e meteu bem forte, quando sentiu que ia gozar, saiu de dentro da Flor. Ela virou e se ajoelhou: “Agora sim, me dá toda essa porra, garanhão.” Bateu uma punheta nele e chupou olhando nos olhos dele.

Pedro gozou como não fazia há muito tempo, e Flor saboreou tudo e engoliu. Levantou a calcinha fio dental e a calça, sorriu pro Pedro, deu um "tchau" e foi embora. Pedro se vestiu e, sem acreditar, sentou no camarim dele pra pensar em tudo que tinha rolado com a "amiga" dele.

Chega o último baile e eu pensei que ela já tinha perdido a chance. A gala rola, eles dançam, Pedro se despede e saem da pista. Quando tão indo pros camarins, Flor pensou: é agora ou nunca. Pedro entra no camarim dele e Flor, em vez de seguir pro dela, entra atrás de Pedro e fecha a porta. "O que cê tá fazendo, Flor?" se ouve o Pedro falar. Flor se joga nos braços dele e abraça forte.

Nada, Pedro, vou sentir sua falta", diz Flor com voz chorosa, enquanto usa seus dotes de atriz e chora um pouquinho, fazendo biquinho. "Bom, Flor, não é pra tanto, a gente vai se ver do mesmo jeito", diz Pedro, surpreso com a reação dela. —Flor: "Já sei, mas mesmo assim agora vai ser diferente" (ela abraçava ele forte, enquanto falava no ouvido dele e começava a roçar a perna no volume dele). Pedro já não sabia o que dizer e também não queria ser mau amigo e mandar ela embora. Começou a sentir o roçar e ouvir a Flor no ouvido, o que o deixava nervoso e cada vez mais excitado, já que fazia tempo que não comia a Paula porque nunca tinham tempo, com os filhos era impossível, e já estavam há várias semanas sem nada. Aquele roçar com a Flor estava deixando ele desconfortável e, ao mesmo tempo, gostando. Flor, percebendo o desconforto e o nervosismo de Pedro, continua com o plano e vai roçando mais, cada vez sentindo um pouco mais o volume e percebendo que Pedro estava ficando excitado, e dá uma risadinha. Entre palavras e biquinho, Flor olhou pra Pedro e de repente meteu um beijo na boca dele. Pedro a afastou —Pedro: "O que você tá fazendo, Flor? É louca? A gente é amigo?" —Flor: "Haha, louca nada" *com uma mão agarra o volume dele e olha na cara dele* "Não sabia que com suas amigas o pau ficava duro." Flor de novo meteu um beijo nele, e aí Pedro não ligou mais pra nada, nem que ela fosse amiga. Agarrou ela pela nuca e continuou o beijo, metendo a língua e segurando ela firme. Pegou ela no colo e encostou na parede, beijando enquanto agarrava a bunda dela. Flor tava adorando e também apertava o corpo dela contra o dele. Flor desceu as pernas no chão e virou Pedro. Agora ele ficou contra a parede. Ela deu um sorrisinho, se ajoelhou, desabotoou a calça dele e puxou pra baixo. Pedro tava bem duro. Flor deu um beijo por cima da cueca e também puxou pra baixo. Mordeu o lábio e olhou pra ele. Agarrou o pau e começou a dar beijinhos, passando a língua até chegar na ponta. Aí enfiou a ponta na boca e começou a chupar, devagar. Chupava e olhava nos olhos dele. Pedro Tava no paraíso olhando a Flor com a carinha de anjo dela chupando, e a Flor tava aproveitando como nunca, a pica que ela sempre quis tava chupando. -Flor: “que *lambe* yummy *lambe* pica *lambe* gostosa” -Pedro: “cê tá gostando, Flor? hoje é toda sua” Pedro pega ela pela cabeça e começa a meter cada vez mais fundo, ela não faz nenhum esforço pra ele parar.

Ela tava toda entregue pra ele, Pedro faz ela chupar tudo e tira o pau da boca dela todo babado, com fios de saliva que a Flor tira com a boca e dá risada: “ai que bruto” e mete o pau na boca de novo. Continuaram assim até que Pedro sentiu que ia explodir, então agarrou ela pela cintura, encostou na parede e puxou de uma vez a legging e a calcinha fio dental, se abaixou, chupou um pouco a buceta e o cu dela — Pedro: “hmm... como você tá molhadinha, agora vai sentir ele todinho dentro” — Flor: “ai... ai... me come, Pepe, me come do jeito que você não faz com a sua mulher”

se acomoda atrás dela e enfia a pica nela, usa a palavra: buceta, vai devagar e começa a acelerar o ritmo, agora Flor tava no auge, a pica que ela tanto esperava já era dela, ela curtia ao máximo “ai...ai...mmm...sim...sim assim” Pedro tapava a boca dela pra ela não gritar, metia forte enquanto dava uns tapas na bunda dela, agarrou ela bem pela cintura e metia com força, Flor entre os gemidos virou um pouco a cabeça e falou “me come pelo cu, quero sentir ela toda dentro do meu rabinho” Pedro ao ouvir isso meteu mais forte ainda, saiu de dentro dela, cuspiu no cu dela e encaixou a pica na entrada da raba, começou enfiando devagar, até que de uma vez enfiou tudo com força



Flor deu um grito, já não ligava mais se alguém ouvia ou não, ela só curtia, tava no paraíso dela. “Aí siiiim, arrebenta bem forteeee, igual a Paulita não deixa!” Pedro pegou e meteu bem forte, quando sentiu que ia gozar, saiu de dentro da Flor. Ela virou e se ajoelhou: “Agora sim, me dá toda essa porra, garanhão.” Bateu uma punheta nele e chupou olhando nos olhos dele.

Pedro gozou como não fazia há muito tempo, e Flor saboreou tudo e engoliu. Levantou a calcinha fio dental e a calça, sorriu pro Pedro, deu um "tchau" e foi embora. Pedro se vestiu e, sem acreditar, sentou no camarim dele pra pensar em tudo que tinha rolado com a "amiga" dele.
4 comentários - Flor Vigna dá tchau pra Pedro Alfonso