O Segredo de Jaqueline (Parte 2)

(...)

Ela olha desorientada pelas janelas como se tivesse acabado de acordar, limpa os cantos da boca com as costas da mão —. É... Aqui à direita, no portão branco — diz finalmente, ofegante.Ela começa a arrumar a roupa, eu guardo meu pau ainda duro dentro da calça. Chegamos em casa. Descemos do táxi e pergunto quanto é, o motorista cobra barato por causa do show. Ficamos de pé na frente da porta enquanto Jaque procura as chaves na bolsa, o táxi ainda não foi embora, olho pra trás, o motorista tá vidrado nas pernas da Jaque, tenho a impressão de que ela sabe que ele tá olhando. Pego a beirada da saia dela com cuidado e levanto de uma vez pra ele ver aquela bunda gostosa; Jaque abaixa a saia depois de meio segundo com as chaves na mão. Me olha com um sorriso safado, enfia a chave na fechadura, o táxi finalmente vai embora, aquele velho vai bater uma punheta pensando na Jaqueline.

Finalmente entramos na casa dela, ouço um barulho leve de água caindo — merda — fala Jaque e sai correndo pra parte de trás da casa.

Fico esperando na sala olhando a casa, tem umas fotos da família na parede, uma com os pais dela, a mãe dela é bem gostosa, me pergunto se é tão puta quanto a filha, talvez seja até mais. Tem uma foto onde a Wendy aparece, tem fotos da Jaqueline com a roupa de salsa, uma saia curta feita de tiras de pano com brilho, a parte da frente tem duas partes ligadas por um monte de fitas (não sei explicar direito). Ando um pouco pela sala, o sofá parece confortável, a cozinha é separada por um balcão. É uma casa legal, tem um corredor (por onde a Jaque foi correndo) e três quartos.

Volto pra sala pra olhar as fotos.

— Desculpa — fala Jaque quando chega na sala — tô com um problema numa torneira, não fecha direito e vaza água quando a caixa d'água enche.

— Relaxa — falo sorrindo, olho as pernas dela, já tirou as meias e os saltos, os pés dela são lindos e mesmo não sendo fetichista, dá vontade de lamber.

— Tem uma pizzaria perto, quer pedir uma pizza... pra daqui a pouco?

— Claro — respondo e ela vai cozinha onde está o telefone.

Vou seguindo ela de perto, ela pega o telefone e digita o número de memória, eu fico atrás dela, bem perto; consigo ouvir os tons da chamada, abraço ela por trás, ouve-se alguém atender do outro lado, beijo o pescoço dela e minha mão vai direto pra bunda dela, ela se afasta e vira com um sorriso safado tampando o bocal do telefone.

—Fica quieto, vou pedir a pizza... —fala sussurrando e se vira —sim... Pois é... —chego perto dela por trás, rapidamente enfio a mão por baixo da saia deslizando por dentro da calcinha dela direto na buceta molhada—qui... Queria fazer um pedido... —ela tenta se afastar, com a outra mão seguro ela num abraço, com uma firme no peito dela —sim... —meto dois dedos e encosto minha ereção nela —não... Sim... De pe... Ah pepperoni —tiro os dedos escorrendo e rapidamente me agacho e sumo com a calcinha transparente dela do rabo; me encaixo entre as pernas dela e começo a lamber a buceta dela como um verdadeiro cavalheiro, porque é falta de educação comer uma buceta sem chupar primeiro—. Ah... Sim... Ru... Rua... Ah... Rua... Já... Já têm meu endereço... —na minha língua, que vai saboreando passeando pelo clitóris dela, se juntam dois dedos que penetram a vagina lubrificada dela —sim-obrigada —fala o mais rápido que consegue, desliga o telefone e os gemidos dela viram gritinhos de prazer.

Ela coloca a mão na minha cabeça me empurrando mais pra dentro da buceta dela, eu continuo lambendo e chupando, os pelinhos dela fazem cócegas, tenho o queixo cheio dos fluidos dela; ela aperta mais minha cabeça, começo a ficar sem ar, com um tremor ela me puxa pelo cabelo pra me levantar.

—Você é louco —fala com os olhos acesos de tesão e putaria antes de me beijar e lamber os fluidos dela do meu queixo.

Eu respondo ao beijo e minha mão volta a masturbar ela enquanto a levo em direção à bancada que separa a cozinha da sala; ela tá com a calcinha enroscada num tornozelo.

—Sobe —mando, ela senta na beirada da barra—enquanto a pizza não chega, vou comer um petisco —digo abrindo as pernas dela
formando um "M" com a buceta dela escorrendo no centro —tira o sutiã,
mas deixa o suéter que tá frio.

—Que cavalheiro —comenta enquanto beijo a barriga dela até chegar
na buceta dela.

Começo a passar minha língua na buceta dela enquanto olho diretamente
nos olhos dela, o sorrisão dela vira a careta de uma puta nojenta.
Ela tira o sutiã como mandei e vejo os bicos dos peitos dela durinhos, começa a
amassar as tetas dela no ritmo do oral. Fecho os olhos curtindo o gosto do
sexo safado dela, com meus dedos abro a buceta dela e meto minha língua o mais fundo
que dá, acelero o ritmo, chupo os lábios da buceta dela, ela geme de prazer
enquanto aperta os bicos dos peitos dela, mexo minha língua igual uma cobra dançando na
umidade da buceta dela, meto dois dedos.

—Aaay... Ahh... Que gostoso... —mexo rápido meus dedos. Afasto
meu rosto um segundo e cuspo direto na buceta dela —aaaahh —grita enquanto
aperta as tetas dela com força. Tiro meus dedos e dou uns tapinhas com a
palma da mão no clitóris dela, ela geme igual uma louca. Volto a enfiar meus
dedos nela, passo a língua por dentro da coxa dela, ela levanta uma perna,
eu continuo passando a língua até chegar no pé dela, meto o dedão dela na minha
boca —mmm... Aah —passo a língua na sola do pé dela, ela sorri agradecida.
Minha boca volta pro clitóris dela, mexo as mãos igual doida —aaay... Deus...
Sim... Assim... Mais... Mais... Mais, mais, mais... Aaah.

Sinto que as paredes da buceta dela começam a inchar, tiro
meus dedos, Jaqueline treme e mexe a cintura dela, fecha as pernas e quando
abre, uns jatos saem voando da buceta dela molhando a perna da minha calça.

—Pô... Esse é um truque lindo —falo fascinado, ela
junta os joelhos meio envergonhada —amei —falo com um sorriso.

Abro as pernas dela e beijo ela enquanto meus dedos voltam pra
buceta dela. Depois do beijo escolho o peito maior dela (sempre tem um maior) e começo a chupá-la enquanto a masturbo. Ela joga a cabeça pra trás, os peitos dela têm um gosto delicioso com um toque leve de perfume.

A campainha toca. Ela não percebe, continuo na minha tarefa e a campainha toca de novo. Eu paro. Ela vira pra porta. Toca pela terceira vez.

— A pizza — ela diz, voltando a si — já vai! — grita pra não tocarem de novo, se afasta de mim, arruma o suéter rápido enquanto vai até a porta.

No caminho pra sala, vou me despindo devagar e me sento na poltrona pra esperar. Ela paga e fecha a porta, se vira e me vê ali sentado, com minha rola dura entre as mãos, olhando pra as pernas dela.

— Tá gostando do que vê? — pergunto sorrindo.

— Paisagem bonita — responde olhando pra minha rola.

— Aposto que o entregador gostou da sua paisagem — falo, passando o olho por todo o corpo dela.

Os bicos dos peitos dela marcam no suéter e ela tem poucos botões abotoados, os peitos estão quase saindo, a saia está mais pra cima, tipo minissaia de puta, a calcinha dela está no tornozelo e as coxas todas meladas.

— Ele é bem novinho (18 anos), mas devia dar uma chupadinha de gorjeta, cê não acha?

— Não — respondo, e ela fica me olhando surpresa — essa é a única buceta que você vai chupar — deixo claro, mexendo meu pau duro — tira a roupa. Ela sorri obediente, coloca a pizza na outra poltrona e tira o suéter e a saia — vem cá.

Ela fica na minha frente, os peitos dela parecem ter crescido, faço ela virar de costas, tem uma bunda linda, dou um tapa nela, ela se inclina jogando a bunda bem na minha cara; sinto um cheirinho leve de perfume, acho que é tão puta que passou uma gota na bunda.

Ela se vira e fica de joelhos entre minhas pernas. Pega minha pica com uma mão e da boca dela escorre um fio de cuspe que molha meu pau, começa a me masturbar, chupa primeiro minhas bolas, sugando; passa a língua por todo o tronco quente do meu pau e com a ponta brinca no olho da cabeça. Começa a chupar, primeiro devagar depois mais rápido, como se fosse
a comida favorita dela, engole tudo inteiro.

O cabelo dela atrapalha minha visão. Junto todo o cabelo dela
numa mão e puxo um pouco, tomando controle da chupada, movimento a cabeça dela
pra cima e pra baixo cada vez mais rápido, ela mexe a língua cada vez que sente
meu pau inteiro; enfio pressionando a cabeça dela pra minha rola tocar
a garganta dela, ela aguenta mais do que muitas amigas aguentaram, tiro
e ela dá uma baita golfada de ar.

Deixo a cabeça dela quieta e começo a mexer minha cintura
fodendo a boca dela como se fosse a bunda dela — que puta que tu é, que gostoso tu mama —
falo excitado, ela olha nos meus olhos e pisca um olho — puta — falo levantando ela — sobe.

Ela coloca as pernas, uma de cada lado da minha cintura e de
uma sentada só enfio até o fundo. Ela começa a rebolar como louca,
roçando o clitóris dela no meu pelo aparado, só se ouve um constante:
"ah, ah, ah, ah..." minha boca domina um dos peitos dela, minha mão
vai até a bunda dela, apertando as nádegas.

— Mordisca... Mordisca meus peitos... — ela fala ofegante e eu
obedeço, dou pequenas mordidas nos bicos dos peitos dela e começo a dar tapas na bunda — mais
forte... Me bate mais forte, cara... — obedeço e bato mais forte em cada nádega — assim... Ahh... Aaah... — ela começa a rebolar mais rápido, mordisco o pescoço dela — aai... Deus... Ah, ah, ah... — ela puxa meu cabelo e mexe a cintura
numa velocidade tão alta que meu pau sai duas ou três vezes da buceta molhada dela.

Pego dois dedos e enfio na boca dela, ela chupa eles
como se fosse outra rola, mexo a cintura pra meu pau entrar mais
nela. Ela treme e morde meus dedos com força — maldita puta — falo
tirando meus dedos da boca dela — tu vai pagar por isso.

Agarro as nádegas dela e abro, começo a mexer a bunda dela
pra cima e pra baixo rápido, movendo a bunda aberta.

— Mmmm... Assim... Mais... MAIS... — agora ela começa a dar
sentadas no meu pau, puxa meu cabelo pra ter apoio melhor, dou mais tapas na bunda.

— Aah... Quero você De costas... —consigo dizer entre os tapas na bunda dela e os gemidos.

Ela se levanta rápida, como se não quisesse perder nem um segundo de sexo, vira de costas me dando a bunda, se apoiando na mesa de centro.

Fico atrás dela e não faço ela esperar mais, enfio tudo de uma vez e começo a bombar forte e rápido, a bunda dela é linda, um coração perfeito que engole meu pau sem parar. Vejo o cuzinho suculento dela pedindo um pouco de pau também.

Tiro a língua e da minha boca deixo cair umas gotas de cuspe direto no cu, dou um tapa na bunda e deixo minha mão sobre ela, com o polegar começo a pressionar o cuzinho dela, continuo metendo forte — enfia... Enfia logo... — atendo ao pedido dela e enfio o dedo inteiro no cu dela — aaaah... Sim, que gostoso... — continuo metendo na buceta dela com o dedo no cu, dou tapas na bunda, vejo que as nádegas tão começando a ficar meio vermelhas — assim... Mais forte... Mais... Forte... Assim... Assim... Já tô perto... Sim, sim, sim... Já tô perto... Mais... Me come gostoso... Me come... Já tô perto, já tô perto, já tô pertinho... Já a... — o corpo dela começa a tremer, ela cai de joelhos, meu pau sai dela, ouço um jorrinho cair no chão. Me sento no sofá com o pau tremendo. Ela levanta sorrindo e me beija —. Quero mais... Vamos pro meu quarto?

Eu ainda não tinha gozado (bendita juventude), quanto mais lubrificação, mais aguenta, por isso é importante molhar a sua mina, como um verdadeiro cavalheiro —. Vamos — falo sorrindo e começamos a andar. Quando passamos pelas fotos, paro — posso te comer com isso? — pergunto apontando pra foto dela com a roupa de dança.

Jaqueline sorri como uma criança que ganha permissão pra comer doce antes do jantar, me pega pela mão e me leva correndo pro quarto dela, abafando um grito de empolgação. O quarto é bem de menina, com muito rosa e tons pastel, tem duas estantes, uma com livros da faculdade e outra com obras variadas, nas prateleiras de cima tem várias coisas, presentes de ex-românticos, imagino. Na porta tem um Espelho alto que reflete a cabeceira da cama.

Jaque vai direto pro closet e pega um cabide coberto com uma capa de vestido — me espera aqui... Fica à vontade.

— Te quero de fio dental, amor, não esquece — seguro ela na porta. Ela vai até uma gaveta da cômoda e depois de uns segundos pega alguma coisa escondendo no punho, pega também uns saltos. Me dá um beijo e sai pra porta do lado (o banheiro), fecha e eu fico sozinho.

A cama é confortável. No geral, o quarto tá arrumado, tudo no seu lugar. No meu xereta, vejo que ela tem duas escovas, uma arrumadinha na penteadeira e a outra largada na cama, parece nova.

A porta do banheiro abre e vejo Jaqueline caminhando numa roupa sexy e bem sem vergonha.

— Gostou? — pergunta retoricamente enquanto dá uma volta devagar, rebolando.

A mudança no corpo dela é nítida, a saia que na foto batia no joelho agora cobre só a buceta; os peitos explodiram dentro daquele emaranhado de fitas (tipo de um corset), os nós nem fecham direito, deixando um decote até a barriga; as pernas dela se erguem nos saltos destacando os músculos, com essas pernas dava pra foder de pé ou de quatro a noite inteira.

— Adorei — respondo esticando as mãos pra tocar as pernas dela — deixa eu ver sua raba, amor — falo virando ela. Ela se abaixa só um pouquinho pra mostrar, dá pra ver o fio fininho da calcinha entre as nádegas, uma tira de renda envolve o quadril dela com um lacinho na base da coluna. Dou um tapa na bunda dela — fecha a porta, amor, quero te comer.

— Mas não tem ninguém pra...

— Fecha a porta, me obedece, amor.

Ela obedece e ao fechar a porta vê o reflexo dela, fica se olhando sem acreditar. Um sonho realizado.


Continua...

Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3062424/El-Secreto-de-Jaqueline-Parte-3.html

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