Depois daquela noite em que comi minha tia, não consegui mais chegar perto dela, porque meu tio tirou uns dias de folga e não saiu de casa pra nada. Então, só podia dar uns amassos nela quando tava na cozinha ou aproveitava qualquer descuido do meu tio pra pegar nas tetas dela, até que chegou sexta-feira, quando meu tio saiu de novo cedinho.
Naquele dia, eu tava acordando e, quando fui pro banheiro, trombei com meu tio saindo do quarto dele. Cumprimentei ele e, como vi que já tava vestido, perguntei se ia sair.
- Vai sair, tio..?
- Sim, vou com uns amigos ver uns negócios. Sua tia ainda tá dormindo. Fala pra ela que deixei dinheiro na cômoda.
Falei que sim e entrei no banheiro. Aquilo era uma boa notícia pra mim, ainda mais com a ereção matinal que eu tava. Terminei de mijar e esperei ele ir embora. Depois, saí do banheiro e fui pro quarto da minha tia. Devagar, abri a porta e entrei bem de mansinho, me aproximando da cama. Ela tava deitada de bruços, vestindo só uma calcinha preta pequena que fazia a bunda dela parecer bem grande. Então, me aproximei devagar e comecei a acariciar a bunda dela. A bunda da minha tia Socorro sempre me atraiu, é dura e bem gostosa, e do jeito que ela tava deitada, parecia ainda maior do que é. Comecei a descer a mão devagar pelas duas nádegas dela e, de repente, pensei:
- Por que não dedar o cu dela?
Então, lentamente, comecei a puxar a calcinha dela pra baixo, até deixar a bunda dela toda de fora. Parei uns segundos pra ver se ela não acordava e, como vi que não reagia, peguei um pouco de creme na cômoda dela, passei no dedo e comecei a enfiar devagar entre as nádegas dela. No começo, ela não sentiu nada, até que enfiei um pouco menos da metade. Foi aí que ela começou a reagir, mas claro, eu coloquei todo o meu peso em cima dela e impedi que ela se levantasse.
- Espera aí..!! O que cê tá fazendo… não… tira… seu tio vai nos ver..!!
- Meu tio já foi, O contrário não estaria aqui, dedando você.
Socorro começou a se mexer, tentando se soltar, mas era óbvio que não conseguia, então comecei a enfiar meu dedo um pouco mais e ela, claro, começou a gritar mais alto.
- Já, seu moleque filho da puta, tira o dedo..!!!
- Não, tia.
- Comecei a mexer meu dedo em círculo, fazendo ela gritar cada vez mais alto.
- Já tira, por favor, tira ele...
Mas os gritos dela não me importaram muito e comecei a enfiar e tirar meu dedo da bunda dela, e olha, aquilo tava me excitando pra caralho. Ela era tão apertada e quente que eu pensei logo em meter o pau. Então falei:
- Olha, Socorro, melhor se relaxar porque vou te comer pelo cu... hahahaha
Minha tia começou a se mexer ainda mais e a me implorar pra não fazer aquilo, mas, de novo, não liguei. Consegui virar ela de bruços e puxei ela pra beirada da cama, deixando a bunda dela completamente exposta.
- Já, tia, fica quieta que vai doer mais.
Socorro não parava de se mexer. Segurei meu pau com uma mão enquanto com a outra segurava as costas dela pra manter ela o mais parada possível. Quando consegui, apoiei meu pau entre as nádegas dela e comecei a empurrar até alcançar o cu dela. Socorro, claro, ao sentir a ponta da minha roça roçando a entrada anal dela, falou de novo:
- Você é um filho da puta, já me larga.
Mas eu, igual das outras vezes, não dei bola e continuei empurrando meu pau até enfiar quase até a metade. Minha tia não parava de gritar, mas a sensação de calor que eu sentia me deixava muito excitado.
- Nossa, tia, ainda tem o cu bem fechadinho, hein? O teu marido não te come com frequência... hahahaha
- Já cala a boca e termina logo.
E depois que ela falou isso, escondeu a cabeça entre os braços, o que eu interpretei como um gesto de resignação. Então segurei a bunda dela com as duas mãos e enfiei o pau inteiro.
- Já termina, filho da puta, mas rápido, que sinto que você vai rasgar meu cu.
Não falei nada e comecei a meter e tirar meu pau devagar. A sensação da bunda dela apertando meu pau me deixava mais e mais excitado, então decidi aproveitar aquele momento ao máximo e comecei também a acariciar as nádegas dela. Minhas mãos subiam e desciam sem parar, percorrendo toda a carne dela, enquanto ela só arqueava as costas.
— Cê gosta do meu pau, tia?
Minha tia só gemia e mexia os quadris, acho que tentava tornar a penetração menos dolorosa, mas a única coisa que conseguia era deixar minha pica mais dura. Até que, depois de alguns minutos de ficar comendo ela assim, pensei em acelerar um pouco as coisas. Segurei ela o mais forte que pude pelos quadris e comecei a meter mais forte. Ela, claro, sentiu a brusquidão e começou a se mexer de novo, então tive que dar dois tapas fortes na bunda dela.
— Já, tia, fica quieta, já já eu termino.
— Cê é um filho da puta, tira isso agora, pelo amor...
Ao ver que já tava doendo nela, decidi tirar a pica por uns instantes, e ela, claro, relaxou um pouco. Mas depois de dois ou três segundos, enfiei de novo até o fundo, e logo em seguida tirei de novo.
— Assim não, filho da puta... devagar...
Comecei a mexer a pélvis rapidamente, meu pau entrava e saía de um jeito bem bruto. A putinha tinha conseguido me excitar pra caralho e eu queria aproveitar ela ao máximo. Até que, depois de vários minutos comendo ela assim, não aguentei mais. Segurei ela firme pelos quadris, puxei pra mim e, depois de três metidas fortes, comecei a gozar dentro dela. Minha tia se acalmou um pouco, acho que sentiu meu sêmen dentro do cu dela. Terminei de gozar, soltei ela e saí devagar. Dava pra ver que a bunda dela tava bem vermelha e meio dilatada. Dei um último tapa e me levantei. Minha tia virou na hora e me deu um empurrãozinho.
— Calma, tia, você bem sabia que esse dia ia chegar... hahahaha...
— Mas não assim... você é um filho da puta do caralho.
Comecei a rir enquanto me levantava e fui direto pro banheiro tomar um banho. Saí do chuveiro, minha tia já estava me esperando lá fora. Fiquei olhando pra ela e falei:
- Tia, tu tem uma bunda bem gostosa, espero poder aproveitar mais vezes.
- Cala a boca, já me deixou as nádegas bem vermelhas, tomara que seu tio não perceba.
- Fala pra ele que você sentou de mau jeito e pronto... hahahaha
Sem me responder nada, ela entrou no banho e eu fui pro meu quarto, completamente satisfeito, pensando que teria o dia todo pra continuar aproveitando minha tia.
Naquele dia, eu tava acordando e, quando fui pro banheiro, trombei com meu tio saindo do quarto dele. Cumprimentei ele e, como vi que já tava vestido, perguntei se ia sair.
- Vai sair, tio..?
- Sim, vou com uns amigos ver uns negócios. Sua tia ainda tá dormindo. Fala pra ela que deixei dinheiro na cômoda.
Falei que sim e entrei no banheiro. Aquilo era uma boa notícia pra mim, ainda mais com a ereção matinal que eu tava. Terminei de mijar e esperei ele ir embora. Depois, saí do banheiro e fui pro quarto da minha tia. Devagar, abri a porta e entrei bem de mansinho, me aproximando da cama. Ela tava deitada de bruços, vestindo só uma calcinha preta pequena que fazia a bunda dela parecer bem grande. Então, me aproximei devagar e comecei a acariciar a bunda dela. A bunda da minha tia Socorro sempre me atraiu, é dura e bem gostosa, e do jeito que ela tava deitada, parecia ainda maior do que é. Comecei a descer a mão devagar pelas duas nádegas dela e, de repente, pensei:
- Por que não dedar o cu dela?
Então, lentamente, comecei a puxar a calcinha dela pra baixo, até deixar a bunda dela toda de fora. Parei uns segundos pra ver se ela não acordava e, como vi que não reagia, peguei um pouco de creme na cômoda dela, passei no dedo e comecei a enfiar devagar entre as nádegas dela. No começo, ela não sentiu nada, até que enfiei um pouco menos da metade. Foi aí que ela começou a reagir, mas claro, eu coloquei todo o meu peso em cima dela e impedi que ela se levantasse.
- Espera aí..!! O que cê tá fazendo… não… tira… seu tio vai nos ver..!!
- Meu tio já foi, O contrário não estaria aqui, dedando você.
Socorro começou a se mexer, tentando se soltar, mas era óbvio que não conseguia, então comecei a enfiar meu dedo um pouco mais e ela, claro, começou a gritar mais alto.
- Já, seu moleque filho da puta, tira o dedo..!!!
- Não, tia.
- Comecei a mexer meu dedo em círculo, fazendo ela gritar cada vez mais alto.
- Já tira, por favor, tira ele...
Mas os gritos dela não me importaram muito e comecei a enfiar e tirar meu dedo da bunda dela, e olha, aquilo tava me excitando pra caralho. Ela era tão apertada e quente que eu pensei logo em meter o pau. Então falei:
- Olha, Socorro, melhor se relaxar porque vou te comer pelo cu... hahahaha
Minha tia começou a se mexer ainda mais e a me implorar pra não fazer aquilo, mas, de novo, não liguei. Consegui virar ela de bruços e puxei ela pra beirada da cama, deixando a bunda dela completamente exposta.
- Já, tia, fica quieta que vai doer mais.
Socorro não parava de se mexer. Segurei meu pau com uma mão enquanto com a outra segurava as costas dela pra manter ela o mais parada possível. Quando consegui, apoiei meu pau entre as nádegas dela e comecei a empurrar até alcançar o cu dela. Socorro, claro, ao sentir a ponta da minha roça roçando a entrada anal dela, falou de novo:
- Você é um filho da puta, já me larga.
Mas eu, igual das outras vezes, não dei bola e continuei empurrando meu pau até enfiar quase até a metade. Minha tia não parava de gritar, mas a sensação de calor que eu sentia me deixava muito excitado.
- Nossa, tia, ainda tem o cu bem fechadinho, hein? O teu marido não te come com frequência... hahahaha
- Já cala a boca e termina logo.
E depois que ela falou isso, escondeu a cabeça entre os braços, o que eu interpretei como um gesto de resignação. Então segurei a bunda dela com as duas mãos e enfiei o pau inteiro.
- Já termina, filho da puta, mas rápido, que sinto que você vai rasgar meu cu.
Não falei nada e comecei a meter e tirar meu pau devagar. A sensação da bunda dela apertando meu pau me deixava mais e mais excitado, então decidi aproveitar aquele momento ao máximo e comecei também a acariciar as nádegas dela. Minhas mãos subiam e desciam sem parar, percorrendo toda a carne dela, enquanto ela só arqueava as costas.
— Cê gosta do meu pau, tia?
Minha tia só gemia e mexia os quadris, acho que tentava tornar a penetração menos dolorosa, mas a única coisa que conseguia era deixar minha pica mais dura. Até que, depois de alguns minutos de ficar comendo ela assim, pensei em acelerar um pouco as coisas. Segurei ela o mais forte que pude pelos quadris e comecei a meter mais forte. Ela, claro, sentiu a brusquidão e começou a se mexer de novo, então tive que dar dois tapas fortes na bunda dela.
— Já, tia, fica quieta, já já eu termino.
— Cê é um filho da puta, tira isso agora, pelo amor...
Ao ver que já tava doendo nela, decidi tirar a pica por uns instantes, e ela, claro, relaxou um pouco. Mas depois de dois ou três segundos, enfiei de novo até o fundo, e logo em seguida tirei de novo.
— Assim não, filho da puta... devagar...
Comecei a mexer a pélvis rapidamente, meu pau entrava e saía de um jeito bem bruto. A putinha tinha conseguido me excitar pra caralho e eu queria aproveitar ela ao máximo. Até que, depois de vários minutos comendo ela assim, não aguentei mais. Segurei ela firme pelos quadris, puxei pra mim e, depois de três metidas fortes, comecei a gozar dentro dela. Minha tia se acalmou um pouco, acho que sentiu meu sêmen dentro do cu dela. Terminei de gozar, soltei ela e saí devagar. Dava pra ver que a bunda dela tava bem vermelha e meio dilatada. Dei um último tapa e me levantei. Minha tia virou na hora e me deu um empurrãozinho.
— Calma, tia, você bem sabia que esse dia ia chegar... hahahaha...
— Mas não assim... você é um filho da puta do caralho.
Comecei a rir enquanto me levantava e fui direto pro banheiro tomar um banho. Saí do chuveiro, minha tia já estava me esperando lá fora. Fiquei olhando pra ela e falei:
- Tia, tu tem uma bunda bem gostosa, espero poder aproveitar mais vezes.
- Cala a boca, já me deixou as nádegas bem vermelhas, tomara que seu tio não perceba.
- Fala pra ele que você sentou de mau jeito e pronto... hahahaha
Sem me responder nada, ela entrou no banho e eu fui pro meu quarto, completamente satisfeito, pensando que teria o dia todo pra continuar aproveitando minha tia.
2 comentários - Tia infiel, dormida e de quatro