Fala galera, o próximo conto é com a forista @alimarteta.
Sem mais, espero que vocês, leitores, curtam!!
Tava entediado olhando pra tela do meu PC, a tarde caía pesada, fazia um calorão como não se sentia há muito tempo, minha camisa tava colada no corpo de suor, tinha tirado os sapatos pra ficar mais à vontade, pensei em tomar um banho pra aliviar o calor, nisso tocam a campainha, fiquei curioso porque não esperava ninguém, meus velhos tinham viajado o fim de semana inteiro e eu tinha me desligado do trampo pra descansar, então, curioso pra saber quem era que tava tocando, fui abrir a porta. Era uma mulher mais velha, uns 50, 51, sei lá... uma coroa de cabelo liso na altura dos ombros, vestida com uma blusa amarela folgada que cobria até embaixo da barriga, dava pra adivinhar uns peitões enormes e redondos, uma saia florida comprida quase até o chão, marcando umas cadeiras enormes, mas isso sim, tinha uma cintura não fininha, mas bem definida, usava uns sapatos baixos e dava pra ver uns tornozelos fortes, grossos. Era uma mulher gordinha, mas com um jeito muito feminino, muito voluptuosa, de lábios grossos, traços bem femininos, e ao mesmo tempo muito excitantes, pra mim, claro... que sou viciado em milf.
Ela tava ali de pé, olhando um papel com algo escrito, enquanto esperava eu abrir a porta.
• Sim, quem a senhora procura?
• Oi, boa tarde, olha, tô procurando um endereço, será que é essa rua? Tô há horas andando atrás e não acho, o senhor pode me ajudar?
Dava pra perceber que era de fora da cidade pelo sotaque, era cordobesa.
• Deixa eu ver o endereço, senhora.
Peguei o papel e comecei a ler, tinha o nome de uma rua, o número e o nome de um bairro.
• Senhora, acho que a senhora tá muito longe, essa rua fica do outro lado da cidade, tem certeza que é o endereço certo?
• Sim, senhor, bem, acho que é o endereço certo, minha sobrinha mora aí e vim visitá-la, e o moço do ônibus me disse que era por aqui.
• Hum... senhora, me Receio que não seja por aqui.
Fazendo um gesto de desespero, a senhora me diz:
• Moço, onde posso encontrar um telefone público pra ligar pra minha sobrinha? Assim ela vem me buscar.
• Bom, senhora, por aqui não tem muitos telefones públicos, mas se quiser, pode usar o meu.
• Sério que posso usar? Que gentileza sua, moço, obrigada.
Dizendo isso, eu a faço entrar em casa, ajudando com o par de malas pesadas que ela carregava, e seguindo ela com o olhar, observava o balanço daquele par enorme de bundas. Não via umas tão boas há muito tempo, e com aquele formato tão excitante, não perdi nenhum detalhe do jeito dela andar, de como mal dava pra ver a fio dental que cobria aquela rabeta enorme.
Entramos em casa, convidei ela pra sentar e, aproximando o telefone, ofereci deixá-la sozinha pra ligar. Ela discou o número e esperou atenderem, o que não aconteceu, e desligou. Com um toque de tristeza, conferiu se tinha discado certo e, vendo que sim, concluiu que não tinha ninguém em casa.
• Obrigada, moço, mas minha sobrinha não está, deve ter saído, então vou ligar mais tarde de algum lugar.
Fiquei com pena da situação da senhora e, sorrindo, falei:
• Não se preocupe, senhora, melhor descansar um pouco e depois tentar ligar de novo. Tá muito calor lá fora e dá pra ver que a senhora tá bem cansada.
• É, moço, verdade, tô muito cansada, mas não quero incomodar.
• Não é incômodo nenhum, tô sozinho em casa e a senhora pode descansar tranquila um pouco.
Sorrindo, a senhora, com aquele jeito de quem é de Córdoba (gente muito aberta e confiante), me disse:
• Ah, sendo assim, então vou aceitar sua oferta, se não for incômodo, vou descansar um pouco.
Já mais à vontade e vendo que não tinha nada a temer comigo, a senhora relaxou, se recostou no sofá e esticou as pernas.
• Se quiser, tire os sapatos, senhora.
• Hehehe, não, moço, como é que pode? Depois de tudo que andei, meus pés devem estar fedendo.
Achando graça, eu... comentário, eu caí na gargalhada.
• Kkkkkkk, de boa, fica tranquila, faz de conta que não tô aqui.
• Bom, então vou tirar eles.
E dizendo isso, tirou os pés dos sapatos, fazendo gestos de estar mais à vontade agora sem os sapatos.
• A senhora vem de onde?
• De Carlos Paz (confirmada a origem cordobesa), minha sobrinha vai ter um bebê e vim ajudar ela, mas já viu que azar o meu.
• Não se preocupa, senhora, liga pra sua sobrinha de novo se quiser... ela usa celular?
• Sim, tem celular sim, mas tô com pena de incomodar mais ele.
• Não se preocupa, senhora, pode ligar pra ela.
Convencida e já à vontade, pegou o telefone, discou pro celular da sobrinha, e agora sim, com alegria estampada no rosto, vi como ela atendia a sobrinha.
• Sobrinha, cê tá onde?
• Hummm, já cheguei e, bom, me perdi.
Vi ela ficar calada ouvindo o que a sobrinha dizia, depois de alguns segundos de conversa desligou.
• Minha sobrinha saiu e volta amanhã, e isso me acontece por não avisar que vinha hoje.
• Bom, senhora, não se preocupa, o melhor é que a senhora já achou ela.
• Sim, mas agora tenho que esperar até ela chegar amanhã.
Com um olhar triste, fez menção de se levantar e pegar as coisas.
• Se me disser onde achar um hotelzinho simples, vou agradecer, moço.
• Não, senhora, não tem que agradecer nada, mas por que não espera um pouco antes de ir? Depois eu mesmo levo a senhora num lugar pra passar a noite.
• Não quer uma cerveja? (o pessoal de Córdoba adora tomar cerveja).
Ela me olhou sorrindo, e como já confiava em mim, me disse com seu sotaque característico:
• Bom, aceito por causa do calor.
• Senta aí que vou pegar.
Fui até meu freezer e, pegando 2 latinhas de cerveja, me aproximei da senhora e, estendendo uma, falei:
• Toma, senhora, tão bem geladas.
• Siiim, tá bem gelada, valeu, moço.
E abrindo ela, bebeu de um gole só, me deixando surpreso com o jeito dela beber e, bom, com o calor que tava, imitei ela, tomando de Do mesmo jeito, minha cerveja. Depois de um tempinho bebendo e papeando sobre mil coisas, uma cerveja, outra cerveja, e mais uma, o clima descontraiu e, claro, tanto líquido fez efeito.
• Moço, o senhor me deixa usar seu banheiro?
• Claro, dona Ali (que era o nome dela), mas não me chama de senhor, me faz sentir muito velho.
• Kkkkkkkkkk se aqui a velha sou eu, tenho 51 anos, mas por respeito te chamo de senhor, você podia ser meu filho.
• Kkkk nem tanto, dona Ali, se não me chamar pelo nome vou ficar bravo.
• Tá bom, tá bom, vou te chamar de Oscar, não fica bravo (já tava meio bêbada, igual a mim).
• Beleza, e onde é o banheiro, Oscar?
Lembrando que os reparos do banheiro de baixo não tinham terminado, falei:
• É lá em cima, dona, pode ir.
• Me diz por onde, Oscar, vou me perder nessa casarona.
• A senhora sobe a escada que vou falando.
• Kkkk tá bom, Oscar, como você quiser.
E subindo atrás dela, ia me deliciando com o balanço da bunda dela, se mexiam com uma cadência perfeita, dava pra quase adivinhar como seriam macias, excitantes pra caralho. Era uma bunda enorme, um rabo como não via há muito tempo.
• Olha, dona, entra aí, esse é o banheiro.
• Nossa, Oscar, esse é seu quarto?
• Sim, dona, é meu quarto.
• Ah, é bem bonito, olha que televisão grandona você tem.
E ligando a televisão, falei:
• Bom, dona Ali, vou deixar a senhora no banheiro, vou pegar uma cerveja pra gente tomar mais uma.
• Pode ir, te espero aqui.
E dizendo isso, desci pra cozinha pegar mais uma dose de cerveja, subindo na hora pro meu quarto, onde sentei na cama, abri minha cerveja, ouvindo barulhos no banheiro e esperando dona Ali sair. Uns dois minutos depois, ela saiu do banheiro, ajeitando a saia na cintura e sorrindo.
• Olha o efeito que a cerveja faz em mim kkkkk, dá uma vontade de mijar.
• Kkkk, normal, comigo é a mesma coisa.
Dizendo isso, senta nos pés da cama e, olhando a televisão ligada, me fala:
• Nossa, que grandona a TV, eu sempre tive querido, uma dessas pra ver as comédias, fica muito bom, adoro.
• Dona Ali, senta aqui. Falei, apontando pra cama.
• Assim você pode ver TV à vontade.
E sem dizer mais nada, dona Ali sobe na cama e senta do meu lado.
• Oscar, que macia que é essa cama.
• É, é bem confortável, isso mesmo.
E abrindo outra cerveja pra ela, entreguei.
• Kkkk, Oscar, vou ter que ir no banheiro toda hora, já vou avisando.
• Kkkk, não tem problema, dona, até porque é bem pertinho.
E dizendo isso, continuei bebendo cerveja, a respiração dela tava muito ofegante, os peitões enormes apareciam por baixo do tecido da blusa amarela, os bicos dava pra adivinhar quase a olho nu e eu podia imaginar que eles tavam endurecendo, ou pelo menos era o que eu pensava.

Uma mulher de 51 anos, meio bêbada, na minha cama, e com um corpo do jeito que eu gostava. Não podia acreditar.
Continuamos bebendo e, daqui a pouco, dona Ali já estava bem bêbada e, levantando-se, foi ao banheiro.
— Oscar, já volto, não vai embora.
— Kkkk não, dona Ali, não vou embora.
E dizendo isso, ela entrou no banheiro e saiu um tempo depois, e assim, rindo, subiu na cama, sentando-se de frente pra mim.
— Bom, Oscar, acho que já é hora de ir, tá ficando tarde.
— Nãão, dona Ali, não vai embora, melhor ficar aqui, afinal amanhã quando sua sobrinha chegar a senhora vai.
— E onde eu durmo, Osky?
— Aqui, nessa cama, cabe nós dois.
Falei, e ela me olhando disse:
— Humm na mesma cama, humm tá bom, mas e se você resolver se comportar mal, Oscar?
— Não, dona Ali, como é que a senhora acha que vou me comportar mal, sou um cavalheiro.
— Kkkk é brincadeira, Oscar, como é que vou pensar que você, um rapaz sério, vai querer se comportar mal com uma senhora de bunda grande como eu.
— Kkkk dona Ali, mas a senhora tem muito com que se comportar mal.
E ela, dando risada, bateu na minha palma do peito, rindo alto.
— Kkkk safado kkkk.
Os copos tinham feito efeito nos dois, estávamos deitados na cama quase sem falar, só olhando a TV, dona Ali meio sentada e eu também, as pernas dela esticadas.
— Já volto, Osky.
— Aonde a senhora vai, dona Ali?
— Vou pegar uns lencinhos umedecidos pra limpar o suor.
O álcool tinha deixado ela sem vergonha e, sem cerimônia, ela disse:
— Tô gorda, Osky, e tenho que limpar o suor, senão não consigo dormir.
— Tá bom, dona Ali, mas se quiser, eu tenho lencinhos umedecidos aqui, olha.
— Ahh sim, desses mesmos que eu uso, Osky, me dá um?
E entregando o pote, ela colocou do lado e tirou um, começando a limpar o rosto, os braços, as dobras dos braços, o pescoço, e quando tentou limpar os pés, não alcançou… eu falei:
— Quer ajuda?
— Kkkk não, Osky, como é que pode, deixa que eu consigo.
— Dona Ali, eu ajudo a senhora, me empresta.
E tirando os lencinhos dela, me ajoelhei ao lado. seus pés e comecei a limpá-los devagar, entre os dedos, passando o lenço umedecido, o pé inteiro, o tornozelo, e assim, até terminar, passando para o outro pé, limpando também com cuidado entre os dedos, segurava o pé dela por cima do tornozelo, enchendo minha mão com a perna dela bem macia, ela sorria como se não acreditasse e se recostou na cama, como se estivesse pegando no sono, eu continuei, limpando o pé.
Quando terminei, subi devagar pela perna dela, limpando, levantei a saia dela até o joelho e ela não disse nada, se ajeitou e ela mesma levantou a saia bem até acima do joelho, me deixando limpar, as pernas dela eram grossas com pequenas dobrinhas, comecei limpando devagar... e ao mesmo tempo... com minha mão tocava a perna dela descaradamente, percorrendo o joelho e a coxa dela, bem suavemente, ela tinha fechado os olhos e parecia ter pegado no sono, eu aproveitei e devagar levantei a saia dela, ela não acordou, levantei ela toda, até acima da barriga, era algo excitante olhar aquilo, as pernas dela eram excitantes, dava pra ver a calcinha dela cobrindo até a barriga, era uma espécie de calcinha com cinta, a respiração dela era compassada, as pernas brancas dela estavam à minha disposição, e comecei a limpá-las devagar... até a borda daquela calcinha, larguei os lenços e agora só com as mãos estava apalpando ela, estava muito excitado e me atrevia a tocar ela, com certeza por causa das cervejas que tinha tomado, mas também pelo nível de excitação que me fazia me arriscar cada vez mais.
De repente ela abre os olhos e me olhando diz:
• O que foi Oscar, o que você está fazendo comigo?
• Nada dona Ali, estou limpando a senhora.
• Ah tá bom Oscar, mas já estou bem, se quiser assim me deixa já.
• Se a senhora quiser que eu pare, tudo bem, dona.
Sorrindo ela me diz:
• Mas se você quiser continuar Oscar, vai em frente, mas se comporta.
• Sim, dona, vou me comportar.
E dizendo isso, ela se deita completamente esticando as pernas e se cobrindo com a saia, para um segundo depois, pegar as bordas da A saia dela mesma e levantar até a cintura.
• Osky, me limpa bem.
• Sim, dona, é o que tô fazendo.
• Kkkk, seu safado, o que cê tá fazendo é me deixar com tesão.
• A senhora ficou com tesão, dona?
• Não, Osky, não tanto assim, mas quase, quase me deixa com tesão.
• E como é que fica com tesão?
• Hehehe, Oscar, não seja sem-vergonha, cê é doido, e quem me dá tesão é só meu marido.
• Ok, tá bem, dona Ali, se incomoda, eu paro.
• Oscar, não fica bravo, kkkk, continua me limpando, só não faz coisa errada comigo.
• Coisa errada?
• É, cê sabe, Oscar, não vai querer me comer.
• Não, eu não quero comer a senhora, não.
Menti...
• Ah, tá bom, Oscar, então continua, olha, me limpa aqui. Tô suando muito.
Abrindo as pernas completamente e apontando pra beirada do elástico da calcinha dela.
Devagar, peguei um paninho e comecei a limpar a beirada e, me arriscando mais, enfiei um dedo por baixo do elástico e, puxando a calcinha de lado, pude ver a moita de pelos dela, crespos e enroladinhos, pretos, já saindo pela beirada levantada. Levantei mais o elástico, tentando enfiar meus dedos, quando...
• Oscar, vai rasgar minha calcinha, depois quem paga? Kkkk.
• Eu pago, respondi.
• Ai, Osky, melhor descer minha calcinha, senão nunca vai terminar de me limpar.
Dizendo isso, ela mesma se arqueou, pegou a calcinha e puxou de uma vez. A barriga branca dela com gordurinhas e a moita de pelos estavam na minha frente. Ela, de olhos fechados, fingindo estar com sono, se ajeitou aberta na minha frente, passou a mão na buceta dela e abriu as pernas completamente.

• Agora sim, Osky, me pegou. Limpa, mas não me come, hein.
• Não, dona, não vou te comer.
• O senhor me promete, Osky?
• Sim, dona, eu prometo.
• Bom, então limpa minha buceta que tá toda molhada.
• Ficou com tesão, dona Ali?
Sem dizer nada, ela só abriu as pernas de vez e, com a mão entre elas, separou os lábios da buceta, passando os dedos por todo o caminho até a entrada, que tava molhadíssima, e assim, sem mais, enfiou dois dedos até o fundo, ouvindo o próprio suspiro, tirou os dedos e, se ajeitando bem, disse:
• Ai, Osky, não seja ruim, limpa logo minha buceta que eu não aguento.
• Sim, dona.

Eu já tava quase gozando de tanta excitação, via a cara dela, ela tava quente por causa do álcool e da siririca que eu tinha dado, ela tava ali de pernas abertas pedindo pra eu comer ela, mas sem falar na cara, então sem mais delongas, me inclinei entre as pernas dela e enfiei a cara direto na buceta dela, meu nariz se perdeu entre aquelas dobras molhadas e cremosas, senti ela gritar e empurrar minha cara com a mão contra a buceta dela.
• Ai Osky cadê você......., pussy assim me limpa a pussy.
• Assim bebezinho, assim me chupa a pussy.
• Assim, assim enfia a língua bebezinho, vai, come a velha, come ela.
Ela se mexia como se tivesse possuída, levantava a cintura e eu entre as pernas dela, coloquei minhas mãos debaixo das nádegas dela, e finalmente senti elas, enormes mas deliciosas, excitantes, minhas mãos pegavam e mexiam, apalpando ela... à vontade.
• Oscarooo, Oscaroo, como você me esquenta, seu safadooooo.
• Assim, assim Oscar, mete mais, mete maaaaaaaaaais.
Levantei a cara da pussy dela e ela ainda tava de olhos fechados, então me ajeitei… ela de pernas abertas e de barriga pra cima, eu me ajoelhei entre as pernas dela, abaixei a calça… e puxando a cueca, tirei meu pau. E batendo uma um pouco, me preparei pra enfiar quando ela abriu os olhos.
• Ai Osky o que você tá fazendo??????????
• Nada dona, nada.
• Como nada e por que você tá tirando o pau pussy?, quer enfiar em mim, né?
• Não dona, não quero enfiar não.
• Não???... então pra que você tá tirando?
• É que dói deixar ele guardado.
• E como não Oscar se você tem ele enorme...
• Oscar... você quer me comer pussy?
• Sim dona Ali, quero te comer.
• Ai Osky como eu faço... não quero te deixar na mão, mas não posso deixar você me comer, sou casada e decente.
Ela falava isso e tava de pernas abertas, com a pussy escorrendo da chupada que eu tinha acabado de dar e ela se achando de casada e decente, eu sabia que era uma pose que ela gostava e que talvez ela mesma acreditasse, então entrei na onda dela. Dona, não vou comer ela se ela não quiser.
• Ai Oscar, meu bebê, vou tirar seu leite com a mão, tá bom??? Não posso te deixar assim, vai te fazer mal.
• Hum, com a mão, dona Ali?..
• Sim, Osky, com a mão, ou com o quê você quer que eu tire seu leite? Com os peitos?
• Com a bunda, dona, sim?
• Com essa bundinha pequena você quer, Osky?
• Queria com sua buceta, dona, mas se não der.
• Ai Osky, me desculpa por não deixar você me comer, mas é pecado e nunca ninguém me comeu pela buceta além do meu marido. Ela se levantou da cama e, apoiando-se na televisão, colocou um pé na borda da cama e eu pude ver que o cu dela estava bem fechadinho.

Depois se ajeitou na cama, ficou de quatro com as pernas bem abertas, e, abrindo as nádegas, me mostrou o cu, preto e enrugado.
• Vai, buceta, enfia aqui, vai, anda logo antes que eu me arrependa.

Sem dizer mais nada, coloquei no cu dela e empurrei... entrou devagar... minha pica deslizou naquele cu apertado e, aos poucos, fui enfiando mais e mais, dona Ali tinha as pernas levantadas até minha cabeça e as bundonas enormes debaixo de mim, o cu dela recebia minha rola por completo.
• Ai, bebê, assim, aí termina, meu bebezinho, vai fundo, deixa eu gozar na buceta.
E me mexendo forte, finalmente terminei de me esvaziar no cu de dona Ali. Caí exausto em cima dela, ainda com minha pica no cu dela, que foi perdendo o tamanho devagar e saí daquele cu, e ficamos os dois, eu por cima dela e ela embaixo... respirando devagar.
• Já acabou, Osky?
• Sim, dona, já acabei, embora não onde queria.
• Me perdoa, Osky, mas juro que ninguém enfiou na buceta além do meu marido.
• Sei que não acredita em mim, Osky, mas é verdade.
• Sério, dona, ninguém enfiou?
• Kkkk, pois não, ninguém enfiou na buceta, mas atrás sim.
• Atrás sim? Quem?
• Não seja perguntador, Osky, mas meu compadre José enfiou um dia que tava bêbado com meu marido. E outro dia, um moleque me pegou desprevenida, quase enfiou na buceta, mas eu percebi e, bom, pra não deixar ele com a pica dura, deixei ele me furar pelo rabo, total isso não é pecado.
• Kkkk, dona, e como que um moleque quase te comeu?
• Uai, Osky, um dia foi aquele filho da minha comadre procurar meu marido e me achou limpando debaixo de uma cama, e de repente senti levantarem minha saia... baixarem minha calcinha e quase enfiar o danado do moleque.
• Kkkk, sério, dona?
• Pois é, e virei e vi o danado do moleque atrás de mim, aí não tive escolha, me ajeitei e deixei ele me furar pelo cu.
• Kkkk, e então, cê gosta pelo cu, dona?
• Pois, o que cê acha, Osky? Não gosto, mas bom, não posso te deixar na vontade.
Dizendo isso, dormimos e eu pensava, hmm, será? verdade que ela realmente não se deixa comer, né? use the word: buceta? e aí, falei: daqui a pouco tento de novo. Passaram umas horas quando acordei de novo, e a dona Ali tava dormindo do meu lado, de costas pra mim, as bundonas dela na minha frente, cobertas só pela saia. Abracei ela por trás e, enfiando a mão por dentro da blusa, comecei a pegar nos peitos dela.

Eram enormes. Abri a blusa dela, botão por botão, ela não acordava, tava até roncando, completamente dormindo, então pude tirar aquelas tetonas pra fora e apalpar à vontade. Peguei os bicos grandes e moles dela, levantei a saia pra deixar a bunda dela nua e, colado nela, comecei a me mexer como se tivesse comendo ela. Meu pau se encaixou entre as nadegonas dela, deslizando a mão, bem devagar separei as bandas do rabo e percorri o caminho até o cu dela. Tava molhado, ainda escorrendo porra da foda que eu tinha dado nela. Deslizei a mão mais pra baixo até a buceta dela e, quando sentiu meus dedos ali, abriu as pernas, levantando de lado, deixando meus dedos entrarem na buceta dela... meio sonolenta, ela falou pra mim:

• Mmmm Osky, cê tá com vontade de novo?
• Sim, dona, tô com vontade de novo.
E ela, passando a mão pra trás onde tava meu pau, apertou e começou a acariciar devagar.
• Nossa, buceta, cê tá bem duro, quer meter em mim, Osky?
• Sim, dona.
• Como cê quer que eu fique? Cê já sabe que é por trás que deixo você meter.
• Sim, dona, fica de quatro.
• Sim, buceta.
E dizendo isso, ela se deitou de bruços, ajoelhou e se inclinou, deixando a raba levantada e aberta, colando os peitos na cama.
• Assim, Osky?.. Assim que cê quer ver essa velha gorda?
• Sim, dona, assim que eu gosto, cê é bem gostosa.
• Vai, Osky, mete logo.
E dizendo isso, eu fiquei atrás dela e comecei a tocar com os dedos, deslizando do cu dela até a buceta, que tava molhando pra caralho, os lábios enormes e grossos pendendo pros lados da entrada. Meus dedos separaram os lábios e entraram fácil na buceta dela, na hora ela levou a mão lá, percebeu que eram meus dedos e deixou eu continuar, virou a cabeça e me olhou, falando:
• Oscar, não seja safado, não vai me comer, hein?
• Não, dona, só um pedacinho, pode ser?
• Que pedacinho, menino?
• Cê deixa eu meter só a cabecinha?
• Mmmm. Oscar, não seja pilantra, não me pede isso.
• Vai, dona Ali, deixa eu meter só a cabecinha... isso não é te comer.
• Não é me comer? Tá bom, mas só a pontinha.
Me ajeitei e, colocando meu pau na buceta enorme dela, enfiei metade, e ela virando a cabeça diz:
• Ah, que filho da puta, buceta, já me enfiou tudo.
Ela tentou se soltar quando eu fui pra cima dela... enfiando o resto do meu pau na buceta dela, tava apertada, não parecia virgem, mas apertava muito e tava fervendo.

Dona Ali gemia, não conseguia falar, só se ouviam os gemidos dela.
• Mmjjj...ahhhh...seu safado já me comeu.
• Sim, dona, e vou comer mais.
• É?...bom, já que é segredo, você não vai contar nada, né?
• Não, dona, pra ninguém.
• Então, Oscar, foda-se, com licença, me come, gostoso.
• Me come bem comida, me faz gozar, pussy.
Dizendo isso, eu continuava me movendo atrás dela, enfiando e tirando meu pau da pussy dela, comendo ela com força, quase violentamente, as bundas dela balançavam a cada empurrão que eu dava.
• Pussy, pussy, me come sempre, pussy, vai, me come mais, enfia mais pau, seu safado, enfia mais pau, pussy, vai, enfia tudo.
De repente, ela ficou parada...e se contorcia forte, senti meu pau sendo molhado por todos os lados por um banho fervente, o orgasmo mais quente que já senti no meu pau.
Fiquei parado em cima da bunda dela, devagar eu continuava enfiando e tirando o pau, ouvindo o som do meu pau na pussy molhada dela, quando ela me diz:
• Pussy, desce.
Ela me empurrou e se deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas e disse:
• Agora sim, Oscar, como Deus manda, vem e me come.
Ela se ajeitou e me puxou pra cima dela, pegou meu pau e colocou na pussy dela e...
• Me come, Oscar, vamos, queria me comer?...agora me come até você gozar.
• Sim, dona, é isso que eu quero.

...foi uma noite como nunca tive outra, mesmo tendo comido dona Ali durante toda a estadia dela na minha cidade, nunca foi tão excitante quanto aquela primeira noite. Comi ela de pé, por cima, em todo lugar, na casa da sobrinha dela. Em todo canto.
E bom, de vez em quando, quando ela vem... ainda como ela pra caralho.
No dia seguinte, a sobrinha veio buscá-la, quando bateu na porta eu estava comendo dona Ali na sala da minha casa, ela tava de quatro, empinada, fizemos a sobrinha esperar até que dona Ali não aguentasse mais ser comida.
Sem mais, espero que vocês, leitores, curtam!!
Tava entediado olhando pra tela do meu PC, a tarde caía pesada, fazia um calorão como não se sentia há muito tempo, minha camisa tava colada no corpo de suor, tinha tirado os sapatos pra ficar mais à vontade, pensei em tomar um banho pra aliviar o calor, nisso tocam a campainha, fiquei curioso porque não esperava ninguém, meus velhos tinham viajado o fim de semana inteiro e eu tinha me desligado do trampo pra descansar, então, curioso pra saber quem era que tava tocando, fui abrir a porta. Era uma mulher mais velha, uns 50, 51, sei lá... uma coroa de cabelo liso na altura dos ombros, vestida com uma blusa amarela folgada que cobria até embaixo da barriga, dava pra adivinhar uns peitões enormes e redondos, uma saia florida comprida quase até o chão, marcando umas cadeiras enormes, mas isso sim, tinha uma cintura não fininha, mas bem definida, usava uns sapatos baixos e dava pra ver uns tornozelos fortes, grossos. Era uma mulher gordinha, mas com um jeito muito feminino, muito voluptuosa, de lábios grossos, traços bem femininos, e ao mesmo tempo muito excitantes, pra mim, claro... que sou viciado em milf.
Ela tava ali de pé, olhando um papel com algo escrito, enquanto esperava eu abrir a porta.
• Sim, quem a senhora procura?
• Oi, boa tarde, olha, tô procurando um endereço, será que é essa rua? Tô há horas andando atrás e não acho, o senhor pode me ajudar?
Dava pra perceber que era de fora da cidade pelo sotaque, era cordobesa.
• Deixa eu ver o endereço, senhora.
Peguei o papel e comecei a ler, tinha o nome de uma rua, o número e o nome de um bairro.
• Senhora, acho que a senhora tá muito longe, essa rua fica do outro lado da cidade, tem certeza que é o endereço certo?
• Sim, senhor, bem, acho que é o endereço certo, minha sobrinha mora aí e vim visitá-la, e o moço do ônibus me disse que era por aqui.
• Hum... senhora, me Receio que não seja por aqui.
Fazendo um gesto de desespero, a senhora me diz:
• Moço, onde posso encontrar um telefone público pra ligar pra minha sobrinha? Assim ela vem me buscar.
• Bom, senhora, por aqui não tem muitos telefones públicos, mas se quiser, pode usar o meu.
• Sério que posso usar? Que gentileza sua, moço, obrigada.
Dizendo isso, eu a faço entrar em casa, ajudando com o par de malas pesadas que ela carregava, e seguindo ela com o olhar, observava o balanço daquele par enorme de bundas. Não via umas tão boas há muito tempo, e com aquele formato tão excitante, não perdi nenhum detalhe do jeito dela andar, de como mal dava pra ver a fio dental que cobria aquela rabeta enorme.
Entramos em casa, convidei ela pra sentar e, aproximando o telefone, ofereci deixá-la sozinha pra ligar. Ela discou o número e esperou atenderem, o que não aconteceu, e desligou. Com um toque de tristeza, conferiu se tinha discado certo e, vendo que sim, concluiu que não tinha ninguém em casa.
• Obrigada, moço, mas minha sobrinha não está, deve ter saído, então vou ligar mais tarde de algum lugar.
Fiquei com pena da situação da senhora e, sorrindo, falei:
• Não se preocupe, senhora, melhor descansar um pouco e depois tentar ligar de novo. Tá muito calor lá fora e dá pra ver que a senhora tá bem cansada.
• É, moço, verdade, tô muito cansada, mas não quero incomodar.
• Não é incômodo nenhum, tô sozinho em casa e a senhora pode descansar tranquila um pouco.
Sorrindo, a senhora, com aquele jeito de quem é de Córdoba (gente muito aberta e confiante), me disse:
• Ah, sendo assim, então vou aceitar sua oferta, se não for incômodo, vou descansar um pouco.
Já mais à vontade e vendo que não tinha nada a temer comigo, a senhora relaxou, se recostou no sofá e esticou as pernas.
• Se quiser, tire os sapatos, senhora.
• Hehehe, não, moço, como é que pode? Depois de tudo que andei, meus pés devem estar fedendo.
Achando graça, eu... comentário, eu caí na gargalhada.
• Kkkkkkk, de boa, fica tranquila, faz de conta que não tô aqui.
• Bom, então vou tirar eles.
E dizendo isso, tirou os pés dos sapatos, fazendo gestos de estar mais à vontade agora sem os sapatos.
• A senhora vem de onde?
• De Carlos Paz (confirmada a origem cordobesa), minha sobrinha vai ter um bebê e vim ajudar ela, mas já viu que azar o meu.
• Não se preocupa, senhora, liga pra sua sobrinha de novo se quiser... ela usa celular?
• Sim, tem celular sim, mas tô com pena de incomodar mais ele.
• Não se preocupa, senhora, pode ligar pra ela.
Convencida e já à vontade, pegou o telefone, discou pro celular da sobrinha, e agora sim, com alegria estampada no rosto, vi como ela atendia a sobrinha.
• Sobrinha, cê tá onde?
• Hummm, já cheguei e, bom, me perdi.
Vi ela ficar calada ouvindo o que a sobrinha dizia, depois de alguns segundos de conversa desligou.
• Minha sobrinha saiu e volta amanhã, e isso me acontece por não avisar que vinha hoje.
• Bom, senhora, não se preocupa, o melhor é que a senhora já achou ela.
• Sim, mas agora tenho que esperar até ela chegar amanhã.
Com um olhar triste, fez menção de se levantar e pegar as coisas.
• Se me disser onde achar um hotelzinho simples, vou agradecer, moço.
• Não, senhora, não tem que agradecer nada, mas por que não espera um pouco antes de ir? Depois eu mesmo levo a senhora num lugar pra passar a noite.
• Não quer uma cerveja? (o pessoal de Córdoba adora tomar cerveja).
Ela me olhou sorrindo, e como já confiava em mim, me disse com seu sotaque característico:
• Bom, aceito por causa do calor.
• Senta aí que vou pegar.
Fui até meu freezer e, pegando 2 latinhas de cerveja, me aproximei da senhora e, estendendo uma, falei:
• Toma, senhora, tão bem geladas.
• Siiim, tá bem gelada, valeu, moço.
E abrindo ela, bebeu de um gole só, me deixando surpreso com o jeito dela beber e, bom, com o calor que tava, imitei ela, tomando de Do mesmo jeito, minha cerveja. Depois de um tempinho bebendo e papeando sobre mil coisas, uma cerveja, outra cerveja, e mais uma, o clima descontraiu e, claro, tanto líquido fez efeito.
• Moço, o senhor me deixa usar seu banheiro?
• Claro, dona Ali (que era o nome dela), mas não me chama de senhor, me faz sentir muito velho.
• Kkkkkkkkkk se aqui a velha sou eu, tenho 51 anos, mas por respeito te chamo de senhor, você podia ser meu filho.
• Kkkk nem tanto, dona Ali, se não me chamar pelo nome vou ficar bravo.
• Tá bom, tá bom, vou te chamar de Oscar, não fica bravo (já tava meio bêbada, igual a mim).
• Beleza, e onde é o banheiro, Oscar?
Lembrando que os reparos do banheiro de baixo não tinham terminado, falei:
• É lá em cima, dona, pode ir.
• Me diz por onde, Oscar, vou me perder nessa casarona.
• A senhora sobe a escada que vou falando.
• Kkkk tá bom, Oscar, como você quiser.
E subindo atrás dela, ia me deliciando com o balanço da bunda dela, se mexiam com uma cadência perfeita, dava pra quase adivinhar como seriam macias, excitantes pra caralho. Era uma bunda enorme, um rabo como não via há muito tempo.
• Olha, dona, entra aí, esse é o banheiro.
• Nossa, Oscar, esse é seu quarto?
• Sim, dona, é meu quarto.
• Ah, é bem bonito, olha que televisão grandona você tem.
E ligando a televisão, falei:
• Bom, dona Ali, vou deixar a senhora no banheiro, vou pegar uma cerveja pra gente tomar mais uma.
• Pode ir, te espero aqui.
E dizendo isso, desci pra cozinha pegar mais uma dose de cerveja, subindo na hora pro meu quarto, onde sentei na cama, abri minha cerveja, ouvindo barulhos no banheiro e esperando dona Ali sair. Uns dois minutos depois, ela saiu do banheiro, ajeitando a saia na cintura e sorrindo.
• Olha o efeito que a cerveja faz em mim kkkkk, dá uma vontade de mijar.
• Kkkk, normal, comigo é a mesma coisa.
Dizendo isso, senta nos pés da cama e, olhando a televisão ligada, me fala:
• Nossa, que grandona a TV, eu sempre tive querido, uma dessas pra ver as comédias, fica muito bom, adoro.
• Dona Ali, senta aqui. Falei, apontando pra cama.
• Assim você pode ver TV à vontade.
E sem dizer mais nada, dona Ali sobe na cama e senta do meu lado.
• Oscar, que macia que é essa cama.
• É, é bem confortável, isso mesmo.
E abrindo outra cerveja pra ela, entreguei.
• Kkkk, Oscar, vou ter que ir no banheiro toda hora, já vou avisando.
• Kkkk, não tem problema, dona, até porque é bem pertinho.
E dizendo isso, continuei bebendo cerveja, a respiração dela tava muito ofegante, os peitões enormes apareciam por baixo do tecido da blusa amarela, os bicos dava pra adivinhar quase a olho nu e eu podia imaginar que eles tavam endurecendo, ou pelo menos era o que eu pensava.

Uma mulher de 51 anos, meio bêbada, na minha cama, e com um corpo do jeito que eu gostava. Não podia acreditar.
Continuamos bebendo e, daqui a pouco, dona Ali já estava bem bêbada e, levantando-se, foi ao banheiro.
— Oscar, já volto, não vai embora.
— Kkkk não, dona Ali, não vou embora.
E dizendo isso, ela entrou no banheiro e saiu um tempo depois, e assim, rindo, subiu na cama, sentando-se de frente pra mim.
— Bom, Oscar, acho que já é hora de ir, tá ficando tarde.
— Nãão, dona Ali, não vai embora, melhor ficar aqui, afinal amanhã quando sua sobrinha chegar a senhora vai.
— E onde eu durmo, Osky?
— Aqui, nessa cama, cabe nós dois.
Falei, e ela me olhando disse:
— Humm na mesma cama, humm tá bom, mas e se você resolver se comportar mal, Oscar?
— Não, dona Ali, como é que a senhora acha que vou me comportar mal, sou um cavalheiro.
— Kkkk é brincadeira, Oscar, como é que vou pensar que você, um rapaz sério, vai querer se comportar mal com uma senhora de bunda grande como eu.
— Kkkk dona Ali, mas a senhora tem muito com que se comportar mal.
E ela, dando risada, bateu na minha palma do peito, rindo alto.
— Kkkk safado kkkk.
Os copos tinham feito efeito nos dois, estávamos deitados na cama quase sem falar, só olhando a TV, dona Ali meio sentada e eu também, as pernas dela esticadas.
— Já volto, Osky.
— Aonde a senhora vai, dona Ali?
— Vou pegar uns lencinhos umedecidos pra limpar o suor.
O álcool tinha deixado ela sem vergonha e, sem cerimônia, ela disse:
— Tô gorda, Osky, e tenho que limpar o suor, senão não consigo dormir.
— Tá bom, dona Ali, mas se quiser, eu tenho lencinhos umedecidos aqui, olha.
— Ahh sim, desses mesmos que eu uso, Osky, me dá um?
E entregando o pote, ela colocou do lado e tirou um, começando a limpar o rosto, os braços, as dobras dos braços, o pescoço, e quando tentou limpar os pés, não alcançou… eu falei:
— Quer ajuda?
— Kkkk não, Osky, como é que pode, deixa que eu consigo.
— Dona Ali, eu ajudo a senhora, me empresta.
E tirando os lencinhos dela, me ajoelhei ao lado. seus pés e comecei a limpá-los devagar, entre os dedos, passando o lenço umedecido, o pé inteiro, o tornozelo, e assim, até terminar, passando para o outro pé, limpando também com cuidado entre os dedos, segurava o pé dela por cima do tornozelo, enchendo minha mão com a perna dela bem macia, ela sorria como se não acreditasse e se recostou na cama, como se estivesse pegando no sono, eu continuei, limpando o pé.
Quando terminei, subi devagar pela perna dela, limpando, levantei a saia dela até o joelho e ela não disse nada, se ajeitou e ela mesma levantou a saia bem até acima do joelho, me deixando limpar, as pernas dela eram grossas com pequenas dobrinhas, comecei limpando devagar... e ao mesmo tempo... com minha mão tocava a perna dela descaradamente, percorrendo o joelho e a coxa dela, bem suavemente, ela tinha fechado os olhos e parecia ter pegado no sono, eu aproveitei e devagar levantei a saia dela, ela não acordou, levantei ela toda, até acima da barriga, era algo excitante olhar aquilo, as pernas dela eram excitantes, dava pra ver a calcinha dela cobrindo até a barriga, era uma espécie de calcinha com cinta, a respiração dela era compassada, as pernas brancas dela estavam à minha disposição, e comecei a limpá-las devagar... até a borda daquela calcinha, larguei os lenços e agora só com as mãos estava apalpando ela, estava muito excitado e me atrevia a tocar ela, com certeza por causa das cervejas que tinha tomado, mas também pelo nível de excitação que me fazia me arriscar cada vez mais.
De repente ela abre os olhos e me olhando diz:
• O que foi Oscar, o que você está fazendo comigo?
• Nada dona Ali, estou limpando a senhora.
• Ah tá bom Oscar, mas já estou bem, se quiser assim me deixa já.
• Se a senhora quiser que eu pare, tudo bem, dona.
Sorrindo ela me diz:
• Mas se você quiser continuar Oscar, vai em frente, mas se comporta.
• Sim, dona, vou me comportar.
E dizendo isso, ela se deita completamente esticando as pernas e se cobrindo com a saia, para um segundo depois, pegar as bordas da A saia dela mesma e levantar até a cintura.
• Osky, me limpa bem.
• Sim, dona, é o que tô fazendo.
• Kkkk, seu safado, o que cê tá fazendo é me deixar com tesão.
• A senhora ficou com tesão, dona?
• Não, Osky, não tanto assim, mas quase, quase me deixa com tesão.
• E como é que fica com tesão?
• Hehehe, Oscar, não seja sem-vergonha, cê é doido, e quem me dá tesão é só meu marido.
• Ok, tá bem, dona Ali, se incomoda, eu paro.
• Oscar, não fica bravo, kkkk, continua me limpando, só não faz coisa errada comigo.
• Coisa errada?
• É, cê sabe, Oscar, não vai querer me comer.
• Não, eu não quero comer a senhora, não.
Menti...
• Ah, tá bom, Oscar, então continua, olha, me limpa aqui. Tô suando muito.
Abrindo as pernas completamente e apontando pra beirada do elástico da calcinha dela.
Devagar, peguei um paninho e comecei a limpar a beirada e, me arriscando mais, enfiei um dedo por baixo do elástico e, puxando a calcinha de lado, pude ver a moita de pelos dela, crespos e enroladinhos, pretos, já saindo pela beirada levantada. Levantei mais o elástico, tentando enfiar meus dedos, quando...
• Oscar, vai rasgar minha calcinha, depois quem paga? Kkkk.
• Eu pago, respondi.
• Ai, Osky, melhor descer minha calcinha, senão nunca vai terminar de me limpar.
Dizendo isso, ela mesma se arqueou, pegou a calcinha e puxou de uma vez. A barriga branca dela com gordurinhas e a moita de pelos estavam na minha frente. Ela, de olhos fechados, fingindo estar com sono, se ajeitou aberta na minha frente, passou a mão na buceta dela e abriu as pernas completamente.

• Agora sim, Osky, me pegou. Limpa, mas não me come, hein.
• Não, dona, não vou te comer.
• O senhor me promete, Osky?
• Sim, dona, eu prometo.
• Bom, então limpa minha buceta que tá toda molhada.
• Ficou com tesão, dona Ali?
Sem dizer nada, ela só abriu as pernas de vez e, com a mão entre elas, separou os lábios da buceta, passando os dedos por todo o caminho até a entrada, que tava molhadíssima, e assim, sem mais, enfiou dois dedos até o fundo, ouvindo o próprio suspiro, tirou os dedos e, se ajeitando bem, disse:
• Ai, Osky, não seja ruim, limpa logo minha buceta que eu não aguento.
• Sim, dona.

Eu já tava quase gozando de tanta excitação, via a cara dela, ela tava quente por causa do álcool e da siririca que eu tinha dado, ela tava ali de pernas abertas pedindo pra eu comer ela, mas sem falar na cara, então sem mais delongas, me inclinei entre as pernas dela e enfiei a cara direto na buceta dela, meu nariz se perdeu entre aquelas dobras molhadas e cremosas, senti ela gritar e empurrar minha cara com a mão contra a buceta dela.
• Ai Osky cadê você......., pussy assim me limpa a pussy.
• Assim bebezinho, assim me chupa a pussy.
• Assim, assim enfia a língua bebezinho, vai, come a velha, come ela.
Ela se mexia como se tivesse possuída, levantava a cintura e eu entre as pernas dela, coloquei minhas mãos debaixo das nádegas dela, e finalmente senti elas, enormes mas deliciosas, excitantes, minhas mãos pegavam e mexiam, apalpando ela... à vontade.
• Oscarooo, Oscaroo, como você me esquenta, seu safadooooo.
• Assim, assim Oscar, mete mais, mete maaaaaaaaaais.
Levantei a cara da pussy dela e ela ainda tava de olhos fechados, então me ajeitei… ela de pernas abertas e de barriga pra cima, eu me ajoelhei entre as pernas dela, abaixei a calça… e puxando a cueca, tirei meu pau. E batendo uma um pouco, me preparei pra enfiar quando ela abriu os olhos.
• Ai Osky o que você tá fazendo??????????
• Nada dona, nada.
• Como nada e por que você tá tirando o pau pussy?, quer enfiar em mim, né?
• Não dona, não quero enfiar não.
• Não???... então pra que você tá tirando?
• É que dói deixar ele guardado.
• E como não Oscar se você tem ele enorme...
• Oscar... você quer me comer pussy?
• Sim dona Ali, quero te comer.
• Ai Osky como eu faço... não quero te deixar na mão, mas não posso deixar você me comer, sou casada e decente.
Ela falava isso e tava de pernas abertas, com a pussy escorrendo da chupada que eu tinha acabado de dar e ela se achando de casada e decente, eu sabia que era uma pose que ela gostava e que talvez ela mesma acreditasse, então entrei na onda dela. Dona, não vou comer ela se ela não quiser.
• Ai Oscar, meu bebê, vou tirar seu leite com a mão, tá bom??? Não posso te deixar assim, vai te fazer mal.
• Hum, com a mão, dona Ali?..
• Sim, Osky, com a mão, ou com o quê você quer que eu tire seu leite? Com os peitos?
• Com a bunda, dona, sim?
• Com essa bundinha pequena você quer, Osky?
• Queria com sua buceta, dona, mas se não der.
• Ai Osky, me desculpa por não deixar você me comer, mas é pecado e nunca ninguém me comeu pela buceta além do meu marido. Ela se levantou da cama e, apoiando-se na televisão, colocou um pé na borda da cama e eu pude ver que o cu dela estava bem fechadinho.

Depois se ajeitou na cama, ficou de quatro com as pernas bem abertas, e, abrindo as nádegas, me mostrou o cu, preto e enrugado.
• Vai, buceta, enfia aqui, vai, anda logo antes que eu me arrependa.

Sem dizer mais nada, coloquei no cu dela e empurrei... entrou devagar... minha pica deslizou naquele cu apertado e, aos poucos, fui enfiando mais e mais, dona Ali tinha as pernas levantadas até minha cabeça e as bundonas enormes debaixo de mim, o cu dela recebia minha rola por completo.
• Ai, bebê, assim, aí termina, meu bebezinho, vai fundo, deixa eu gozar na buceta.
E me mexendo forte, finalmente terminei de me esvaziar no cu de dona Ali. Caí exausto em cima dela, ainda com minha pica no cu dela, que foi perdendo o tamanho devagar e saí daquele cu, e ficamos os dois, eu por cima dela e ela embaixo... respirando devagar.
• Já acabou, Osky?
• Sim, dona, já acabei, embora não onde queria.
• Me perdoa, Osky, mas juro que ninguém enfiou na buceta além do meu marido.
• Sei que não acredita em mim, Osky, mas é verdade.
• Sério, dona, ninguém enfiou?
• Kkkk, pois não, ninguém enfiou na buceta, mas atrás sim.
• Atrás sim? Quem?
• Não seja perguntador, Osky, mas meu compadre José enfiou um dia que tava bêbado com meu marido. E outro dia, um moleque me pegou desprevenida, quase enfiou na buceta, mas eu percebi e, bom, pra não deixar ele com a pica dura, deixei ele me furar pelo rabo, total isso não é pecado.
• Kkkk, dona, e como que um moleque quase te comeu?
• Uai, Osky, um dia foi aquele filho da minha comadre procurar meu marido e me achou limpando debaixo de uma cama, e de repente senti levantarem minha saia... baixarem minha calcinha e quase enfiar o danado do moleque.
• Kkkk, sério, dona?
• Pois é, e virei e vi o danado do moleque atrás de mim, aí não tive escolha, me ajeitei e deixei ele me furar pelo cu.
• Kkkk, e então, cê gosta pelo cu, dona?
• Pois, o que cê acha, Osky? Não gosto, mas bom, não posso te deixar na vontade.
Dizendo isso, dormimos e eu pensava, hmm, será? verdade que ela realmente não se deixa comer, né? use the word: buceta? e aí, falei: daqui a pouco tento de novo. Passaram umas horas quando acordei de novo, e a dona Ali tava dormindo do meu lado, de costas pra mim, as bundonas dela na minha frente, cobertas só pela saia. Abracei ela por trás e, enfiando a mão por dentro da blusa, comecei a pegar nos peitos dela.

Eram enormes. Abri a blusa dela, botão por botão, ela não acordava, tava até roncando, completamente dormindo, então pude tirar aquelas tetonas pra fora e apalpar à vontade. Peguei os bicos grandes e moles dela, levantei a saia pra deixar a bunda dela nua e, colado nela, comecei a me mexer como se tivesse comendo ela. Meu pau se encaixou entre as nadegonas dela, deslizando a mão, bem devagar separei as bandas do rabo e percorri o caminho até o cu dela. Tava molhado, ainda escorrendo porra da foda que eu tinha dado nela. Deslizei a mão mais pra baixo até a buceta dela e, quando sentiu meus dedos ali, abriu as pernas, levantando de lado, deixando meus dedos entrarem na buceta dela... meio sonolenta, ela falou pra mim:

• Mmmm Osky, cê tá com vontade de novo?
• Sim, dona, tô com vontade de novo.
E ela, passando a mão pra trás onde tava meu pau, apertou e começou a acariciar devagar.
• Nossa, buceta, cê tá bem duro, quer meter em mim, Osky?
• Sim, dona.
• Como cê quer que eu fique? Cê já sabe que é por trás que deixo você meter.
• Sim, dona, fica de quatro.
• Sim, buceta.
E dizendo isso, ela se deitou de bruços, ajoelhou e se inclinou, deixando a raba levantada e aberta, colando os peitos na cama.
• Assim, Osky?.. Assim que cê quer ver essa velha gorda?
• Sim, dona, assim que eu gosto, cê é bem gostosa.
• Vai, Osky, mete logo.
E dizendo isso, eu fiquei atrás dela e comecei a tocar com os dedos, deslizando do cu dela até a buceta, que tava molhando pra caralho, os lábios enormes e grossos pendendo pros lados da entrada. Meus dedos separaram os lábios e entraram fácil na buceta dela, na hora ela levou a mão lá, percebeu que eram meus dedos e deixou eu continuar, virou a cabeça e me olhou, falando:
• Oscar, não seja safado, não vai me comer, hein?
• Não, dona, só um pedacinho, pode ser?
• Que pedacinho, menino?
• Cê deixa eu meter só a cabecinha?
• Mmmm. Oscar, não seja pilantra, não me pede isso.
• Vai, dona Ali, deixa eu meter só a cabecinha... isso não é te comer.
• Não é me comer? Tá bom, mas só a pontinha.
Me ajeitei e, colocando meu pau na buceta enorme dela, enfiei metade, e ela virando a cabeça diz:
• Ah, que filho da puta, buceta, já me enfiou tudo.
Ela tentou se soltar quando eu fui pra cima dela... enfiando o resto do meu pau na buceta dela, tava apertada, não parecia virgem, mas apertava muito e tava fervendo.

Dona Ali gemia, não conseguia falar, só se ouviam os gemidos dela.
• Mmjjj...ahhhh...seu safado já me comeu.
• Sim, dona, e vou comer mais.
• É?...bom, já que é segredo, você não vai contar nada, né?
• Não, dona, pra ninguém.
• Então, Oscar, foda-se, com licença, me come, gostoso.
• Me come bem comida, me faz gozar, pussy.
Dizendo isso, eu continuava me movendo atrás dela, enfiando e tirando meu pau da pussy dela, comendo ela com força, quase violentamente, as bundas dela balançavam a cada empurrão que eu dava.
• Pussy, pussy, me come sempre, pussy, vai, me come mais, enfia mais pau, seu safado, enfia mais pau, pussy, vai, enfia tudo.
De repente, ela ficou parada...e se contorcia forte, senti meu pau sendo molhado por todos os lados por um banho fervente, o orgasmo mais quente que já senti no meu pau.
Fiquei parado em cima da bunda dela, devagar eu continuava enfiando e tirando o pau, ouvindo o som do meu pau na pussy molhada dela, quando ela me diz:
• Pussy, desce.
Ela me empurrou e se deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas e disse:
• Agora sim, Oscar, como Deus manda, vem e me come.
Ela se ajeitou e me puxou pra cima dela, pegou meu pau e colocou na pussy dela e...
• Me come, Oscar, vamos, queria me comer?...agora me come até você gozar.
• Sim, dona, é isso que eu quero.

...foi uma noite como nunca tive outra, mesmo tendo comido dona Ali durante toda a estadia dela na minha cidade, nunca foi tão excitante quanto aquela primeira noite. Comi ela de pé, por cima, em todo lugar, na casa da sobrinha dela. Em todo canto.
E bom, de vez em quando, quando ela vem... ainda como ela pra caralho.
No dia seguinte, a sobrinha veio buscá-la, quando bateu na porta eu estava comendo dona Ali na sala da minha casa, ela tava de quatro, empinada, fizemos a sobrinha esperar até que dona Ali não aguentasse mais ser comida.
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