Cama de três, culpa da Reserva III

Obrigada a todos que me seguem, queria que deixassem algum comentário pra me animar a continuar escrevendo. Pode até parecer mentira, mas às vezes é difícil por falta de tempo. Mas não quero perder o fio da meada, quero terminar a história, que na verdade não termina até hoje, hahaha. De novo, obrigada.

A cara que o Pablo fez quando me viu indo pra um lugar mais escuro foi um poema, ele ficou desconcertado, e eu já tava quente. Ficamos uns 20 minutos eu e meu Sweetie, nos beijando, nos tocando, já nos conhecíamos, tinha descoberto quais eram os pontos sensíveis dele. Minha experiência tinha ganhado na relação, como era lógico, embora o Facu conseguisse me levar a lugares de excitação que meu corpo nunca tinha experimentado, a gente tinha química. Decidi que já era tempo suficiente, agora vinha a melhor parte: apresentar o Pablo e o Facu.

— Fica um minuto no bar e vem quando eu te chamar.
— O que você vai fazer?
— Falar com o Pablito, pra dizer que já achei meu terceiro favorito, hahaha.
— Posso ir na sua casa hoje?
— Calma, espera eu avisar e a gente vê. — Apertei a cock dele, que tava dura, me afastei pra dar um chupão.

Procurei o Pablo e não achava ele onde tinha deixado, me assustei. Mas não, ele me achou primeiro. Apareceu por trás e falou no meu ouvido:

— Não sabia que você era tão slut.
— Você acha? — respondi. — Não queria uma slut? — A cara dele não mostrava que tava muito contente, parecia irritado.
— Ei, e essa carinha? Você não sabe como aquele guy beija, e eu gostei.
— Não acha que foi muito rápido? E além disso, como você mesma disse, ele é um guy, vão te meter na cadeia.
— Sou a segunda pessoa que me diz isso hoje, hahaha.
— Olha que tem homem, todos os que te comiam com os olhos, e você pega um guy.
— Não, papi, ele me pegou. Você não sabe como ele é ousado. Agora os meninos são diferentes da nossa época, hahaha. A gente tava falando de qualquer coisa e do nada ele me beijou, e você não sabe como é bom...

Enquanto conversávamos, estendi a mão e acariciei a cock dele, que tava dura. fierro,
- epa, mas parece que você gostou do pablin, hein?
- sim, me deixou louco, te ver pela primeira vez beijando outro, tô com ciúme e tesudo, depois te falo quem venceu, se o ciúme ou a tesão.
- adoraria te apresentar ele, é muito maduro apesar da idade, verdade, gosto dele, é novo mas olha o físico que tem, é impressionante, as minas querem comer ele e ele reparou na sua mulherzinha, hahaha
- me apresenta ele e o que você quer fazer?
- ah não, tamos aqui por você, eu te apresento, depois você decide o que a gente faz, hoje eu sou sua gueixa.

Fiz sinal pro Facu e rapidinho ele tava do meu lado, era mais alto que o Pablo e mais fortão no geral, mesmo o Pablo tendo um físico cuidado também.
Ao contrário do que eu podia imaginar, minha Sweetie se virou super natural e já caiu nas graças do meu marido.
- oi, prazer Facundo, aperto de mão
- e aí Pablo, você é bem novo, quantos anos tem?
- poucos ou muitos, os que vocês quiserem – ele disse
- aqui deve ter um monte de admiradoras, né?
- verdade, é a primeira vez que venho, e pra mim a mulher mais gostosa aqui é a sua senhora
- que cavalheiro
- não minto, você sabe, ela é a mais linda de todas
- vejo que já conheceu ela
- não como eu queria, se você me permitir, claro
- epa, o que você me conta do garoto, Naty?
- te falei, não parece a idade que tem
- o que vocês querem beber? eu pago – disse Facu
- não, a gente paga, mas se não te incomodar, lá em casa, não moramos longe
- ah que legal, onde vocês moram? – San Telmo, conhece?
- vou de vez em quando, estudo engenharia perto
- que bom, engenharia, interessante
- vocês, o que fazem?
- depois te contamos, por enquanto vamos, como você veio? – Aí eu entrei, não queria que ele pisasse na bola.
- vim de táxi, caso bebesse
- bora sair que tô com o carro perto – completou Pablo.

Tudo tava indo como planejei, mas tava nervosa do Facu pisar na bola em algo lá em casa.
Chegamos, levei ele pro quarto fingindo que tava mostrando o apê, enquanto o Pablo Preparava uns drinks, aproveitei que o safado tava ali pra passar a mão e chupar ele
— Como eu tô fazendo? ele me pergunta
— Fala pouco, não quero que estrague tudo. Quando a gente tava saindo, peguei a carinha linda dele e dei um chupão suave, enquanto saía falei
— Sweetie, te quero.

A gente sentou num sofá de três lugares, eu com o Facu, e o Pablo num individual. Preparei uns mojitos que ficaram maravilhosos, e a gente conversou por um tempão. O papo foi pra todos os lados, era bem animado.

O Pablo gostou do Facu na hora, percebi na mesma hora, e o Sweetie tava super à vontade com ele, tinha química entre os dois. Falaram de tudo, futebol — pra completar, os dois torciam pro mesmo time —, trabalho, contei que a gente era médico, etc. Até que num surto de loucura o Facu solta:
— O que eu faço muito bem são massagens (nunca tinha me dado uma massagem nem comentado nada). Dizem que tenho umas mãos mágicas.
— Não me diga, por que não testamos na minha wife? O que você acha, Naty, topa umas massagens do Facundo?
— Sim, cairia super bem a essa hora. Fala, onde eu me deito? (com uma voz de total incredulidade)
— No sofá tá ótimo, tira a roupa — ele falou na maior cara de pau. O Pablo me olhou surpreso com a ousadia do Sweetie, mas já tava conquistado e me deu o sinal com um gesto. Então tirei a blusa, tirei a calça legging, e fiquei de sutiã e fio dental. Peguei uma toalha e ele pediu óleo ou algum creme corporal, coisa que eu fiz.

Começou pelos meus pés, delicadamente. Ele realmente manjava do assunto, passou um monte de creme nas minhas panturrilhas e foi massageando.

Pedi pro Pablo colocar uma música suave, e ele obedeceu. Com a taça na mão e o pau duro, ele me olhava do sofá dele, de olhos bem abertos. Tava perplexo e excitado tanto quanto eu.

O Facu, safado, pegou meu pé e começou a chupar meus dedos. A sensação era alucinante, me deixou à beira do primeiro orgasmo sem nem chegar nas minhas zonas erógenas.

Mas ele parecia saber do meu tesão, só que... vez me fazia esperar brincando com a boca, a língua e a barba dele no meu pé, enquanto me encarava nos olhos. Eu tava tão excitada naquele momento que, sem nenhum pudor, meti a mão na minha calcinha fio dental e comecei a roçar meus lábios maiores com a ponta dos dedos, sentindo o calor que irradiava, e encontrei a umidade que quase escorria ao chegar nos meus lábios menores, que se abriam com uma facilidade danada.

Acho que minha necessidade de me dar prazer deve ter despertado o desejo dele de compartilhar, porque ele soltou minha perna pra puxar o elástico da minha calcinha e puxá-la pra baixo, deixando à mostra minha buceta aberta com meus dedos brincando na entrada. De um jeito bem sensual, ele cheirou minha calcinha e abriu minhas pernas pra ter uma visão completa da minha buceta. Naquele momento, não pensei em pudor, vergonha ou boas maneiras, só em não parar de roçar meu clitóris inchado e em dar um jeito de atrair ele pra dentro de mim. Tava morrendo de vontade de tirar a calça dele e alcançar minha presa, mas o olhar dele fixo em mim me hipnotizava enquanto minha respiração acelerava.

Por fim, ele agarra minha perna de novo, mas dessa vez não chupou, nem brincou com meus pés. Devagar, sem tirar os olhos de mim, foi enfiando o corpanzil entre minhas pernas até deixar a cara dele na frente da minha buceta, totalmente aberta diante dos olhos dele, embora minha mão atrapalhasse a visão. Com delicadeza, ele afastou minha mão, ganhando uma vista bem ginecológica, e o veredito dele deve ter agradado, porque repetindo o jogo da calcinha, ele aspirou fundo e imediatamente apertou o rosto na minha buceta, roçando minhas coxas com a barba e buscando com os lábios meu clitóris. Meu gemido deve ter sido brutal, porque a reação dele foi empurrar a língua pra me pegar com ela enquanto o lábio superior sugava meu botão do prazer.

Deixei a cabeça cair pra trás enquanto o ímpeto dele me empurrava contra o encosto. Queria que ele me matasse de tanto meter, mas a chupada na minha buceta me levou ao céu. Tão alto que gozei. gritando como nunca lembrava.
Pablo já tinha tirado o pau pra fora e se masturbava freneticamente, com os olhos arregalados, o olhar dele era de um cordeirinho no auge do prazer, me olhava fascinado com o que tava vendo.

Mas Facu não parava de lamber e chupar. Um líquido escorria em mim, chegando até a bunda e as toalhas, sem saber se era saliva dele ou meu melado. E eu não parava de gritar, sem pensar nos vizinhos, até que não aguentei mais e me calei, sufocando um último grito enquanto o coração quase saía pela boca.

Ao mesmo tempo, Pablo gozava, soltando porra como há muito tempo eu não via, ele tava alucinado, fora de si, igualzinho a mim.

E a noite tava só começando.Cama de três, culpa da Reserva III

trios

8 comentários - Cama de três, culpa da Reserva III

Qué linda cola para que se la coma Mi Novia 😈😈😈
Muy buen relato, segui así que queremos más. Por cierto quien no quisiera cojerte hermosa!