Minha namorada é muito puta.Vou contar pra vocês:
A gente é casal há 3 anos. Ela tem 20 anos e se chama Jéssica.
É muito gostosa de rosto, moreninha, baixinha, peitão bonito, bem grande. Os biquinhos são pequenininhos e rosados. Uma bunda empinada, dá pra meter a mão.
No começo ela faz a tímida, mas depois é uma fera na cama.
Adora que os caras fiquem olhando pra ela e deixar eles de pau duro. E se vestir feito uma puta pra sair.
Essa história é sobre a primeira vez que a gente fez um ménage.
Era fim de verão, ainda fazia um calorão.
Minha mina tava vestida como sempre, marcando a bunda. Com um vestido azul claro, curtinho, justo no corpinho magro e cheio de curvas. Marcando o quadril, mostrando as pernas. Por baixo, uma fio dental branca. E sem sutiã.
(Quando ela se veste assim, anda rebolando a raba com orgulho, sabendo que os caras tão olhando.)
Eram umas 3 da manhã quando a gente voltava do clube meio alterados, passando por um parque escuro.
A Jessy tava mais animada que eu, a gente caminhava junto. Eu segurava a bunda dela, metendo a mão enquanto andava. Ela tava com tesão, já vinha assim da balada de dançar e se esfregar em tanta rola alheia.
De repente, ela me puxa pela mão e me leva pra um banco escuro, debaixo de um poste que não funcionava no parque. Eu fico de pé, apoiado no encosto. Ela logo começa a me beijar e a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Eu falei: — O que cê tá fazendo? Vamo pra casa, a gente tá do lado..
Ela respondeu com a voz trêmula, me olhando nos olhos.
Jessy: — Tô com tesão, não aguento, quero que cê meta a mão em mim aqui e agora.
Não deu pra resistir, comecei a passar a mão na bunda dela por cima da roupa, apertando forte as nádegas, uma contra a outra. O vestido subiu um pouco, deixando a fio dental à mostra. Aí comecei a beijar a orelha dela. Foi quando percebi que, atrás de uma árvore grande, tinha um cara mais velho olhando pra gente.
A Jessy levantou o vestido até a cintura. Deixando toda aquela bunda linda à mostra. Sem perceber que tava dando o maior show pro cara. Aí ela se virou e começou a se esfregar em mim. com aquele rabão.
Eu passava a mão nos peitos dela devagar, sabendo que isso a deixa com tesão.
Aí me deu uma risada, porque vi o cara, que já tava se masturbando.
Jessy: -Por que você tá rindo?
Eu: -Hahahahah é que tem um cara nos olhando há um tempinho.
Ela se assustou, virou de novo pra mim e me abraçou forte. Esquecendo que tava só de fio dental. Rapidinho começou a se cobrir, tentando puxar o vestido pra baixo.
Mas eu falei: -Não tem medo não.
E fui levantando o vestido dela.
Ela ficou vermelha, mas dava pra ver que tava molhada e com tesão.
Eu: -Vou chamar o cara pra ele chupar sua buceta, você topa?
Jessy: -Cê tá louco? Vamos pra casa...
Eu: -Mas você não tava tão safada? Pois agora você fica.
Comecei a fazer sinal pro cara com a mão pra ele vir.
Jessy: -Que que cê tá fazendo, abaixa a mão, cê tá maluco?
Eu: -Tarde demais, ele já vem... hahahahahahha
Na hora ele se aproximou, com um volume, veio duro. Era mais velho, uns 45.
Minha mina tá tremendo, nem olha na cara dele.
A gente se apresenta, ele diz que chama José.
Eu falo, rindo: -Jessy, não seja mal-educada, dá dois beijinhos no moço.
Jessica responde sussurrando: -Não seja filho da puta. Vamos pra casa. E me belisca a mão.
Eu: -José, cê gostou da minha mina? Ela tem uma bunda boa, né?
O cara não pensa duas vezes, antes de responder, já tá chegando pra meter a mão.
Beijo a orelha da minha morena e falo pra ela empinar mais a bunda e afastar o fio dental pra José chupar bem a buceta dela.
Mas ela fica parada, aí vejo o José começar a puxar o fio dental dela até o joelho.
Dou um tapa naquela bunda e falo empina bem, gostosa. Finalmente ela começa a colaborar. José não perde tempo, já vejo ele com o nariz enfiado na bunda da minha mina. Começo a ouvir o barulho da buceta sendo lambida. Dá pra ver que tá escorrendo. Enquanto isso, eu continuo beijando a boca dela. Ela geme e suspira.
Aí pergunto baixinho: -Isso que você queria na balada? Se esfregar em estranhos e eles chuparem sua xereca? Pego ela pela cabeça e digo: —Vem cá, você vai mamar ele.
Abaxo a cabeça dela até meu pau, deixando a bunda dela virada pro José.
Tiro ele da calça, tá durasso. Ela já põe a língua quente pra fora e começa a lamber minha pica. Lambe a cabecinha devagar, olhando na minha cara. Aí começo a sentir ela rebolando a bunda pro José, enquanto enfia meu pau na boca dela. Dá pra ver que o desconhecido tá dedando ela.
Aí o José pergunta: —Posso enfiar um dedo no cu dela?
Eu respondo na hora, enquanto empurro a pica na boca da minha mina:
—Claro, José: —Prepara esse cu também.
(A Jessy não curte muito dar o cu)
Enquanto eu enfiava meu pau na boca dela, o José começou a lamber o cu dela.
Eu mantinha a pica dentro, não deixava ela tirar, pra ela não poder reclamar.
Aí a Jessy começou a gemer mais alto e a recuar o corpo em direção ao meu pau. Cada vez que fazia isso, enfiava meu pênis mais fundo na boca dela. O José já tinha enfiado o indicador naquele cuzinho apertado que ela tem. A buceta da minha mina tá escorrendo. Os sucos da buceta desceram até o cu e pelas pernas até a calcinha fio dental.
Aí o José fala: —Isso tá pronto pra meter.
Eu: —É? Cê gostou da minha putinha? Come ela, você merece, comeu bem a rachinha dela.
(A Jessy continua com meu pau na boca, sem poder falar.)
Eu: —Mas primeiro deixa ela chupar e babar bem ele, né? Como tem que ser.
Aí tiro a pica da boca da putinha (ela tá com os olhos cheios de lágrima, me olhando com tesão) e
falo: —Se comporta com o José.
Ela vira pro desconhecido, me olhando com cara feia, mas com tesão também. E começa a tocar na pica dele, o José já tinha tirado pra fora. Ela começa a bater uma punheta. Quando abaixa a pele, a cabecinha bate na língua da minha putinha. Escuto minha mina batendo punheta pra esse desconhecido. O José não se faz de rogado.
José: —Não seja ruim, tira a mão, chupa só com a boca.
O José segura ela pelo cabelo, enquanto começa a enfiar a pica devagar, mas até o fundo. fundo. Deixa ela assim enfiada uns 5 segundos, Jessi se engasga, falta ar. Aí o desconhecido deixa ela respirar, tira pra depois enfiar de novo na boca dela. Cada vez mais até o fundo. Enquanto isso, aproveita e apalpa os peitos dela.
Apertando uma contra a outra.
E eu, enquanto isso, me masturbando atrás da bunda da minha namorada.
De repente, percebo que o cu dela tá totalmente aberto.
Encosto meu pau perto da bunda dela e quase entra a cabeça sozinha.
Em casa, ela chora e não deixa abrir o cu, e aqui o José tinha enfiado pelo menos dois dedos.
E ela gemendo tão gostoso.
Que puta que ela é, pensei na hora.
Comecei a foder a buceta dela, mas enquanto enfiava os dedos no cu dela.
Só meti umas duas vezes, aí o José pediu pra trocar.
José: — Se eu não meter agora, essa cachorra vai me fazer gozar na boca. Como ela chupa bem, essa vadia.
Respondi: — Pois é, é uma putinha obediente.
E enfiei meu pau na buceta dela pela última vez antes de passar a vez pro José.
Também segurei a cabeça da minha namorada e empurrei ela no pau do outro, falando: — Agora você vai dar o cu pro meu amigo José.
— Se comporta com ele, seja uma boa puta.
— Vamos trocar, gritei.
Ela não tava muito feliz, mas não podia reclamar muito, logo tapei a boca dela com meu pau.
José ficou atrás dela, todo feliz por ia meter o pau no cu dessa menina safada.
Jessy tava de quatro, de costas pro desconhecido, com a calcinha fio dental já no joelho, com meu pau tapando a boca dela.
Aí falei: — Mete logo, olha como ela tá pedindo.
José agarrou ela pela cintura, chegou perto e colocou a ponta do pau na rachinha molhada, começou a esfregar pra depois meter. De uma vez, até o fundo da buceta, e tirou rápido.
José: — Agora, com o pau molhado da sua buceta de puta, vou meter no seu cu.
Então coloquei minhas mãos nas nádegas da minha namorada e abri elas. Vi o pau do José aparecendo na entrada do cu dela.
Falei: — Arrebenta ele! Fode o cu da minha namorada.
Ela começou a gemer com meu pau na boca.
Aí o José começou a empurrar. Vi o pau dele sumindo aos poucos no cu apertado da minha namorada. Isso me deixou com muito tesão. Ela gemia, também tava gostando, gemia que nem uma cadela no cio. E continuava me chupando. Eu metia mais rápido. Dava pra ouvir os colhões do José batendo na buceta depilada da minha putinha. Ele começou a dar tapas na bunda dela. Toda hora batia com a mão e falava como adorava aquele rabo. Ele dizia pra minha namorada: — Isso aí, putinha, vou deixar esse cuzinho bem aberto pra você. Aquilo me deixava com muito tesão. Adorava ver minha mina tendo o cu arrombado. A Jessy tirou a pica da boca, virou pro José e falou com a voz trêmula: — Enche meu cu de porra, por favor, tô doendo muito. Essas palavras nos deixaram loucos de tesão na hora. O José começou a furar ela com mais força. A carinha da minha namorada quicava no meu pau duro. Na hora enfiei de novo na boca dela e metia na garganta como se fosse uma buceta. Não aguentei mais, falei, e comecei a gozar na boca da minha raposinha enquanto o José continuava enfiando no cu dela. A Jessy é bem treinada, enquanto eu gozava, ela não tirava a boca. Continuava chupando, tirando toda a porra. Até me deixar seco. Lambeu meu pau todo bem limpinho, continuou chupando depois de me deixar seco, feito uma boa raposinha, até limpar direitinho. O José continuava metendo no cu dela, mas ao ver aquele espetáculo falou: — Que boqueteira do caralho você tem. A Jessy virou e começou a balançar a cabeça que sim. José: — Ia gozar no seu cu e encher ele com minha porra quente. Mas vendo que você é tão boqueteira, vou acabar na sua garganta, posso? Assim que ouvi isso, peguei minha raposinha pelos cabelos e aproximei ela da pica do José, coloquei ela de joelhos e falei: — Do jeito que você sabe, vagabunda, chupa bem ele. Minha namorada abriu a boca e ele começou a meter enquanto eu segurava ela pelo cabelo. Eu fazia o movimento com a mão, balançando a cabeça da minha mina até o fundo das pernas do José. Ele falava: — Isso aí, vou encher a boca da sua putinha de porra. Chupa até o fundo, até chegar nas bolas. A Jessy chupava bem, se esforçava pra engolir ele inteiro e fazer direito com suavidade. Aí, de repente, o José agarrou a cabeça da minha puta e enfiou até o fundo. Minha namorada tocava as ovos com os lábios enquanto ele gemia e enchia ela de porra, dizendo:
-Isso, sua putinha, toma seu leite.
Mas no último momento, minha namorada não aguentou e jogou a cabeça pra trás enquanto o José gozava. Umas últimas gotas caíram na cara doce da minha mina. Ela sorriu. Na hora, o José deu um tapa nela e meteu de novo. Minha namorada continuava chupando ele com a cara toda suja de porra enquanto ele terminava de gozar na boca dela.
Minha putinha engoliu tudo, depois tirou a tanga de vez e limpou a carinha com ela. E entregou pro desconhecido.
Ela arrumou a roupa direitinho e a gente começou a se despedir, mas antes trocamos os números.
O José falou que tava com mais vontade.
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Primeiro relato, aceito punhetas e críticas :D
A gente é casal há 3 anos. Ela tem 20 anos e se chama Jéssica.
É muito gostosa de rosto, moreninha, baixinha, peitão bonito, bem grande. Os biquinhos são pequenininhos e rosados. Uma bunda empinada, dá pra meter a mão.
No começo ela faz a tímida, mas depois é uma fera na cama.
Adora que os caras fiquem olhando pra ela e deixar eles de pau duro. E se vestir feito uma puta pra sair.
Essa história é sobre a primeira vez que a gente fez um ménage.
Era fim de verão, ainda fazia um calorão.
Minha mina tava vestida como sempre, marcando a bunda. Com um vestido azul claro, curtinho, justo no corpinho magro e cheio de curvas. Marcando o quadril, mostrando as pernas. Por baixo, uma fio dental branca. E sem sutiã.
(Quando ela se veste assim, anda rebolando a raba com orgulho, sabendo que os caras tão olhando.)
Eram umas 3 da manhã quando a gente voltava do clube meio alterados, passando por um parque escuro.
A Jessy tava mais animada que eu, a gente caminhava junto. Eu segurava a bunda dela, metendo a mão enquanto andava. Ela tava com tesão, já vinha assim da balada de dançar e se esfregar em tanta rola alheia.
De repente, ela me puxa pela mão e me leva pra um banco escuro, debaixo de um poste que não funcionava no parque. Eu fico de pé, apoiado no encosto. Ela logo começa a me beijar e a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Eu falei: — O que cê tá fazendo? Vamo pra casa, a gente tá do lado..
Ela respondeu com a voz trêmula, me olhando nos olhos.
Jessy: — Tô com tesão, não aguento, quero que cê meta a mão em mim aqui e agora.
Não deu pra resistir, comecei a passar a mão na bunda dela por cima da roupa, apertando forte as nádegas, uma contra a outra. O vestido subiu um pouco, deixando a fio dental à mostra. Aí comecei a beijar a orelha dela. Foi quando percebi que, atrás de uma árvore grande, tinha um cara mais velho olhando pra gente.
A Jessy levantou o vestido até a cintura. Deixando toda aquela bunda linda à mostra. Sem perceber que tava dando o maior show pro cara. Aí ela se virou e começou a se esfregar em mim. com aquele rabão.
Eu passava a mão nos peitos dela devagar, sabendo que isso a deixa com tesão.
Aí me deu uma risada, porque vi o cara, que já tava se masturbando.
Jessy: -Por que você tá rindo?
Eu: -Hahahahah é que tem um cara nos olhando há um tempinho.
Ela se assustou, virou de novo pra mim e me abraçou forte. Esquecendo que tava só de fio dental. Rapidinho começou a se cobrir, tentando puxar o vestido pra baixo.
Mas eu falei: -Não tem medo não.
E fui levantando o vestido dela.
Ela ficou vermelha, mas dava pra ver que tava molhada e com tesão.
Eu: -Vou chamar o cara pra ele chupar sua buceta, você topa?
Jessy: -Cê tá louco? Vamos pra casa...
Eu: -Mas você não tava tão safada? Pois agora você fica.
Comecei a fazer sinal pro cara com a mão pra ele vir.
Jessy: -Que que cê tá fazendo, abaixa a mão, cê tá maluco?
Eu: -Tarde demais, ele já vem... hahahahahahha
Na hora ele se aproximou, com um volume, veio duro. Era mais velho, uns 45.
Minha mina tá tremendo, nem olha na cara dele.
A gente se apresenta, ele diz que chama José.
Eu falo, rindo: -Jessy, não seja mal-educada, dá dois beijinhos no moço.
Jessica responde sussurrando: -Não seja filho da puta. Vamos pra casa. E me belisca a mão.
Eu: -José, cê gostou da minha mina? Ela tem uma bunda boa, né?
O cara não pensa duas vezes, antes de responder, já tá chegando pra meter a mão.
Beijo a orelha da minha morena e falo pra ela empinar mais a bunda e afastar o fio dental pra José chupar bem a buceta dela.
Mas ela fica parada, aí vejo o José começar a puxar o fio dental dela até o joelho.
Dou um tapa naquela bunda e falo empina bem, gostosa. Finalmente ela começa a colaborar. José não perde tempo, já vejo ele com o nariz enfiado na bunda da minha mina. Começo a ouvir o barulho da buceta sendo lambida. Dá pra ver que tá escorrendo. Enquanto isso, eu continuo beijando a boca dela. Ela geme e suspira.
Aí pergunto baixinho: -Isso que você queria na balada? Se esfregar em estranhos e eles chuparem sua xereca? Pego ela pela cabeça e digo: —Vem cá, você vai mamar ele.
Abaxo a cabeça dela até meu pau, deixando a bunda dela virada pro José.
Tiro ele da calça, tá durasso. Ela já põe a língua quente pra fora e começa a lamber minha pica. Lambe a cabecinha devagar, olhando na minha cara. Aí começo a sentir ela rebolando a bunda pro José, enquanto enfia meu pau na boca dela. Dá pra ver que o desconhecido tá dedando ela.
Aí o José pergunta: —Posso enfiar um dedo no cu dela?
Eu respondo na hora, enquanto empurro a pica na boca da minha mina:
—Claro, José: —Prepara esse cu também.
(A Jessy não curte muito dar o cu)
Enquanto eu enfiava meu pau na boca dela, o José começou a lamber o cu dela.
Eu mantinha a pica dentro, não deixava ela tirar, pra ela não poder reclamar.
Aí a Jessy começou a gemer mais alto e a recuar o corpo em direção ao meu pau. Cada vez que fazia isso, enfiava meu pênis mais fundo na boca dela. O José já tinha enfiado o indicador naquele cuzinho apertado que ela tem. A buceta da minha mina tá escorrendo. Os sucos da buceta desceram até o cu e pelas pernas até a calcinha fio dental.
Aí o José fala: —Isso tá pronto pra meter.
Eu: —É? Cê gostou da minha putinha? Come ela, você merece, comeu bem a rachinha dela.
(A Jessy continua com meu pau na boca, sem poder falar.)
Eu: —Mas primeiro deixa ela chupar e babar bem ele, né? Como tem que ser.
Aí tiro a pica da boca da putinha (ela tá com os olhos cheios de lágrima, me olhando com tesão) e
falo: —Se comporta com o José.
Ela vira pro desconhecido, me olhando com cara feia, mas com tesão também. E começa a tocar na pica dele, o José já tinha tirado pra fora. Ela começa a bater uma punheta. Quando abaixa a pele, a cabecinha bate na língua da minha putinha. Escuto minha mina batendo punheta pra esse desconhecido. O José não se faz de rogado.
José: —Não seja ruim, tira a mão, chupa só com a boca.
O José segura ela pelo cabelo, enquanto começa a enfiar a pica devagar, mas até o fundo. fundo. Deixa ela assim enfiada uns 5 segundos, Jessi se engasga, falta ar. Aí o desconhecido deixa ela respirar, tira pra depois enfiar de novo na boca dela. Cada vez mais até o fundo. Enquanto isso, aproveita e apalpa os peitos dela.
Apertando uma contra a outra.
E eu, enquanto isso, me masturbando atrás da bunda da minha namorada.
De repente, percebo que o cu dela tá totalmente aberto.
Encosto meu pau perto da bunda dela e quase entra a cabeça sozinha.
Em casa, ela chora e não deixa abrir o cu, e aqui o José tinha enfiado pelo menos dois dedos.
E ela gemendo tão gostoso.
Que puta que ela é, pensei na hora.
Comecei a foder a buceta dela, mas enquanto enfiava os dedos no cu dela.
Só meti umas duas vezes, aí o José pediu pra trocar.
José: — Se eu não meter agora, essa cachorra vai me fazer gozar na boca. Como ela chupa bem, essa vadia.
Respondi: — Pois é, é uma putinha obediente.
E enfiei meu pau na buceta dela pela última vez antes de passar a vez pro José.
Também segurei a cabeça da minha namorada e empurrei ela no pau do outro, falando: — Agora você vai dar o cu pro meu amigo José.
— Se comporta com ele, seja uma boa puta.
— Vamos trocar, gritei.
Ela não tava muito feliz, mas não podia reclamar muito, logo tapei a boca dela com meu pau.
José ficou atrás dela, todo feliz por ia meter o pau no cu dessa menina safada.
Jessy tava de quatro, de costas pro desconhecido, com a calcinha fio dental já no joelho, com meu pau tapando a boca dela.
Aí falei: — Mete logo, olha como ela tá pedindo.
José agarrou ela pela cintura, chegou perto e colocou a ponta do pau na rachinha molhada, começou a esfregar pra depois meter. De uma vez, até o fundo da buceta, e tirou rápido.
José: — Agora, com o pau molhado da sua buceta de puta, vou meter no seu cu.
Então coloquei minhas mãos nas nádegas da minha namorada e abri elas. Vi o pau do José aparecendo na entrada do cu dela.
Falei: — Arrebenta ele! Fode o cu da minha namorada.
Ela começou a gemer com meu pau na boca.
Aí o José começou a empurrar. Vi o pau dele sumindo aos poucos no cu apertado da minha namorada. Isso me deixou com muito tesão. Ela gemia, também tava gostando, gemia que nem uma cadela no cio. E continuava me chupando. Eu metia mais rápido. Dava pra ouvir os colhões do José batendo na buceta depilada da minha putinha. Ele começou a dar tapas na bunda dela. Toda hora batia com a mão e falava como adorava aquele rabo. Ele dizia pra minha namorada: — Isso aí, putinha, vou deixar esse cuzinho bem aberto pra você. Aquilo me deixava com muito tesão. Adorava ver minha mina tendo o cu arrombado. A Jessy tirou a pica da boca, virou pro José e falou com a voz trêmula: — Enche meu cu de porra, por favor, tô doendo muito. Essas palavras nos deixaram loucos de tesão na hora. O José começou a furar ela com mais força. A carinha da minha namorada quicava no meu pau duro. Na hora enfiei de novo na boca dela e metia na garganta como se fosse uma buceta. Não aguentei mais, falei, e comecei a gozar na boca da minha raposinha enquanto o José continuava enfiando no cu dela. A Jessy é bem treinada, enquanto eu gozava, ela não tirava a boca. Continuava chupando, tirando toda a porra. Até me deixar seco. Lambeu meu pau todo bem limpinho, continuou chupando depois de me deixar seco, feito uma boa raposinha, até limpar direitinho. O José continuava metendo no cu dela, mas ao ver aquele espetáculo falou: — Que boqueteira do caralho você tem. A Jessy virou e começou a balançar a cabeça que sim. José: — Ia gozar no seu cu e encher ele com minha porra quente. Mas vendo que você é tão boqueteira, vou acabar na sua garganta, posso? Assim que ouvi isso, peguei minha raposinha pelos cabelos e aproximei ela da pica do José, coloquei ela de joelhos e falei: — Do jeito que você sabe, vagabunda, chupa bem ele. Minha namorada abriu a boca e ele começou a meter enquanto eu segurava ela pelo cabelo. Eu fazia o movimento com a mão, balançando a cabeça da minha mina até o fundo das pernas do José. Ele falava: — Isso aí, vou encher a boca da sua putinha de porra. Chupa até o fundo, até chegar nas bolas. A Jessy chupava bem, se esforçava pra engolir ele inteiro e fazer direito com suavidade. Aí, de repente, o José agarrou a cabeça da minha puta e enfiou até o fundo. Minha namorada tocava as ovos com os lábios enquanto ele gemia e enchia ela de porra, dizendo:
-Isso, sua putinha, toma seu leite.
Mas no último momento, minha namorada não aguentou e jogou a cabeça pra trás enquanto o José gozava. Umas últimas gotas caíram na cara doce da minha mina. Ela sorriu. Na hora, o José deu um tapa nela e meteu de novo. Minha namorada continuava chupando ele com a cara toda suja de porra enquanto ele terminava de gozar na boca dela.
Minha putinha engoliu tudo, depois tirou a tanga de vez e limpou a carinha com ela. E entregou pro desconhecido.
Ela arrumou a roupa direitinho e a gente começou a se despedir, mas antes trocamos os números.
O José falou que tava com mais vontade.
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Primeiro relato, aceito punhetas e críticas :D
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