Despedida de solteira ou boas-vindas de casada?

A família da minha parceira é grande. Ela é a mais velha de 4 irmãos: ela e 3 homens. O irmão seguinte, 2 anos mais novo, casado e com dois filhos pequenos; o terceiro, 7 anos mais novo, recém-casado; e o caçula, 10 anos mais novo, solteiro e vivendo a vida louca. Além disso, tem uma tia materna e dois tios paternos. Se a gente soma os "primos" que não são primos de verdade, mas primos distantes que se dão super bem, dá umas 50 pessoas no total.

Há uns meses foi o casamento do terceiro. A garota que hoje é a esposa dele é uma jovem normal, e eu nunca imaginei o que vou contar. Ele sempre foi muito reservado, tanto que a gente só soube que tava namorando quando ele apresentou ela oficialmente como a namorada num domingo — claramente, já estavam saindo há uns meses, mas nunca soubemos de nada antes. Como eu disse, uma jovem normal. Numa apresentação assim, obviamente não deu pra observar muito, e com o nervosismo que ela devia ter, também não deu pra conhecê-la direito.

Com o tempo, tudo foi relaxando, e a gente começou a ter uma relação bem boa, familiar e até de amizade, se quiser. Saíamos pra comer os quatro — eu, minha parceira e eles —, às vezes o irmão mais novo se juntava, nos encontrávamos em casa pra conversar, tomar chimarrão, essas coisas. Uma vez até coincidimos na casa dos meus sogros na praia, e tudo bem. Foi só aí que pude ver ela um pouco melhor. Mesmo não tendo um corpo escultural, ela usava biquíni. Ela é meio grandona, nada de gorda, mas também não é excessivamente magra — tem uns gominhos, digamos. Mas o que o biquíni deixava bem claro era o par de peitos que ela tem… Não quero exagerar, mas acho que deve ser uns 100 ou 105, tudo natural, claro. De bunda não era muito boa, algo normal também, digamos assim. Ela passava horas e horas tomando sol, e de vez em quando a gente jogava frescobol em duplas. Era o que ela mais curtia, porque com aqueles peitos e o biquíni que usava, eles balançavam soltos. Vale dizer que minha parceira também é Pechuguda, um pouco mais baixinha que ela, então não tinha muito do que invejar no meu cunhado. A partir daquelas férias, nosso relacionamento se fortaleceu muito mais. E como a gente se via sempre, e sempre numa boa, nunca perdi a chance de observar o decote dela. Até comentei uma vez com minha parceira. Um dia, num jantar em família, meu cunhado anunciou que eles tinham decidido casar. Claro que todo mundo ficou feliz, porque dava pra ver que eles estavam — e ainda estão — muito felizes. Parabenizamos, abraços, beijos e tudo mais que vem com uma notícia dessas. Nosso relacionamento seguiu super normal, sem nenhum problema, tanto que, num desses jantares entre nós quatro, eles pediram pra gente ser testemunha do casamento. Obviamente, ficamos mais do que contentes. O tempo foi passando, preparando tudo pro casamento. Meu outro cunhado ficou de organizar a despedida de solteiro dele, e como tinha muita família convidada, foi algo tranquilo. Saímos pra comer, vestimos ele de besta e essas coisas que se fazem numa despedida. Não teve mulher, stripper nem nada disso… Pelo que fiquei sabendo depois, ela não teve despedida de solteira, pelo menos com a família. Não sei se as amigas fizeram ou não. Chegou o dia do civil, eles casaram. Eu e minha parceira fomos as testemunhas, como planejado. Na saída do cartório, arroz pra todo lado, abraços, beijos, parabéns e blá blá blá. Fomos almoçar, e no dia seguinte era a cerimônia religiosa. Chegou o dia, foi a cerimônia, e ela apareceu na igreja de um jeito radiante. A verdade é que eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava muito gostosa, e o vestido, embora não fosse provocante, tinha um decote interessante… O casamento foi de dia. Terminada a cerimônia, saímos pra rua e esperamos eles pra cumprimentar. Foi aí que dei um abraço forte nela, e ela retribuiu, acrescentando um "obrigada, te amo…". Eu deixei passar, porque claramente, com a emoção do momento, achei que era só isso. algo totalmente normal. Como era meio-dia, a festa foi numa chácara, preparada pra ocasião, então fomos pra lá. Obviamente chegamos primeiro porque os noivos foram tirar fotos e essas coisas, então enquanto isso, começamos a petiscar e bater papo com todo mundo. Quando chegaram, demos as boas-vindas, aplausos, abraços, choro, emoção… Minutos depois, a tradicional “valsa” dos noivos. Entrei na fila pra dançar com a noiva, até chegar minha vez. Quando me aproximo, beijo na bochecha, coloco minha mão direita nas costas dela, na altura da cintura, e ela abaixa até a cintura, e um pouco mais pra baixo… Fico paralisado, olhando pra ela… Não entendia nada. Um sorrisinho me tirou desse estado, e começamos a dançar, ela com o braço esquerdo por cima do meu ombro. Não paramos de nos olhar nos olhos e sorrir, até que o fotógrafo interrompeu pra foto. Depois da foto, demos mais uma volta, e eu quis sair pra dar lugar a outro. Ao me despedir, ela segurou minha nuca pra me dar o beijo na bochecha… Detalhe que me deixou paralisado de novo… Me soltou com um “te amo, cunhado”. Tentei relaxar, porque não entendia nada. Bom, a música começou, todo mundo foi dançar, eu com minha parceira, mas sem conseguir parar de olhar pra minha cunhada. Ficava procurando o olhar dela o tempo todo, e ela, o meu. Quando nos encontrávamos, sorríamos um pro outro. Parecíamos uns adolescentes numa balada, com vergonha de se falar. Minha parceira me perguntou o que eu tinha, que tava tão distraído, e eu disse que tava olhando pra nova cunhada dela, que tava muito gostosa, bem maquiada, que lindo o vestido e blá blá blá, coisa que ela acreditou e a gente falou sobre isso, e mudamos de assunto, então me safei. Acabou a primeira leva de dança, fomos comer, e de novo a mesma coisa, olhares cruzados o tempo todo. Segunda leva de dança, e ela se aproxima e começa a dançar na minha frente… A música era reggaeton, então ela se colava em mim e quando virava, me “rebolava”… Pra sair daquele momento, fui pegar algo pra beber e voltei a dançar, mas com a minha mina. Óbvio que apoiei ela em tudo que não consegui com minha cunhada… E minha namorada, surpresa, se esfregava cada vez mais em mim, me deixando com tesão e meio de pau duro. Acabou a sequência e fomos comer de novo. Eu tava viajando… Minha cabeça não parava de girar, mas mesmo assim procurava o olhar da minha cunhada… Daí a pouco, os noivos vieram na mesa tirar foto com todo mundo. Levantei pra foto e ela se colocou do meu lado, passando o braço por trás. Eu fiz o mesmo. Na hora da foto, ela baixou a mão delicadamente, sem ninguém perceber, e acariciou minha bunda, terminando com um beliscão na minha nádega direita… Depois da rodada de fotos, a música começou de novo. Logo que saí pra dançar, ela veio me procurar de novo. Dessa vez, a música era de quarteto, que se dança de mãos dadas, dando voltas e fazendo figuras e tal. Numa dessas voltas, ela chegou no meu ouvido e falou: "em 5 minutos, me espera no banheiro que fica do outro lado da piscina…" Que????!!!!! O que ela tava me pedindo?! Mesmo sem entender nada, 5 minutos depois eu tava onde ela mandou. Atrás da piscina tinha uma construção que era um banheiro com chuveiro e um depósito, acho que com as coisas da piscina e tal. Quando eu tava indo embora, ela apareceu. Me pegou pela gravata e me enfiou pra dentro do banheiro. — Que que cê tem? Tá louca? — Shhh, cala a boca! Ela me sentou no vaso, fechou a porta com o ganchinho e veio na minha direção. Levantou o vestido e passou as pernas pelo meu lado, sentando no meu colo… — Eu sei que você gosta dessas, sempre te vi olhando e desejando elas… — e ela pegava naqueles peitos enormes, apertados pelo vestido, tentando escapar daquele decote lindo… Na sequência, pegou minha cabeça e enfiou no decote dela, pressionando contra os peitos… Eu não conseguia falar nada, porque quase não conseguia respirar… — Sabe? Eu não tive despedida de solteira, então Você vai ser minha despedida… Aproveita e apalpa elas à vontade, chupa, são todas suas por enquanto… E ela desabotoou um pouco o vestido, e baixou as alças, liberando aquelas tetas monumentais, de bicos grandes, rosados mas escuros. Quando peguei nelas, claramente não cabiam nas minhas mãos, mas a pele dela toda se arrepiou, e ela suspirou. Um pequeno movimento da pélvis dela me fez perceber que eu tava com o pau durasso. Ela saiu de cima de mim, deu um passo pra trás, levantou o vestido e tirou a calcinha. Eu não conseguia articular palavra. Ela cuidou de tudo. Me desabotoou o cinto, depois o botão da calça, abaixou o zíper com certo ênfase, arrancou a camisa de dentro da minha calça, desabotoou os botões na loucura, meteu a mão na minha cueca e agarrou meu pau com força, e com a outra mão puxou pra baixo. Fez uma mini punheta, descascando a cabeça umas duas vezes. A respiração dela já tava ofegante e dava pra ver que ela tava excitada. Soltou meu pau, levantou o vestido de novo, e sentou em cima de mim outra vez. A única coisa que disse foi “me come!” Não hesitei, peguei minha piroca bem dura na hora, e esfreguei na buceta dela até posicionar no buraquinho. Tão molhada que tava, assim que sentiu na posição, enfiou até o fundo, dando um grito/gemido grave com a garganta, segurando um pouco pra ninguém ouvir a gente, mesmo estando longe. Envolvi ela com meus braços, ela pegou minha cabeça e empurrou contra o peito dela de novo, e começou a mexer os quadris se apertando contra minha pélvis selvagemente. Tudo isso no ritmo que ela mandava, e no grito contido de “me come, vai, me come!” Jogava a cabeça pra trás de prazer. Eu aproveitava pra sair pra respirar, e também pra chupar e morder um pouco os bicos dos peitos dela. Nisso, tirei meus braços das costas dela, e agarrei uma teta com cada mão. Amassava elas como sempre sonhei, e chupava as tetas alternando. Ela continuava se movendo freneticamente em cima do meu pau, e eu começo a Sentir a respiração dela acelerar. Segundos depois, o corpo dela fica tenso, e eu sinto que ela goza. Não devem ter passado nem cinco minutos nisso tudo, bem rápido. Ela me pede pra eu gozar também, e eu falei que se ela continuasse se mexendo daquele jeito, eu gozava na hora. Ela voltou a se mexer, eu ajudei com meus braços. Sentia nossas pelves se chocando e se esfregando num lago de líquidos. Meus olhos reviraram, meu pau ficou duro e, de repente, começou a jorrar gozo dentro da pussy dela, enchendo ela até não poder mais. Ela continuou no mundo dela, e antes que eu terminasse de gozar, ela me deu outro orgasmo. Quando voltamos à realidade, ouvimos baterem na porta: — Amor, você tá bem? — Era meu cunhado, o marido agora corno dela… Ela me mandou calar a boca, se levantou, pegou a calcinha fio dental e vestiu, segurando os sucos dela e os meus. Me mandou esconder no chuveiro, atrás da cortina, enquanto dizia pro marido que tava bem e já ia sair. Ela falou pra eu contar até 500 e depois sair. Se despediu com um beijo. Quando ouvi ela sair e fechar a porta, só aí comecei a me vestir, enquanto escutava ela dizer pro marido que tinha dado uma dor de barriga horrível e que tinha vindo naquele banheiro porque tinha vergonha de ir no que todo mundo usava. Contei até 500 e saí. Bem na hora vinha um garçom pra esse lado, a gente se olhou, ele sorriu e piscou o olho, tipo um sinal de cumplicidade… Será que ele percebeu o que rolou? Voltei pra festa. Minha mina nunca percebeu que eu sumi por uns 15 minutos. Depois daquela vez, com minha cunhada ficou tudo de boa, nunca mais rolou nada, nem a gente tocou no assunto de novo. Eu pelo menos matei a vontade de ver os peitos dela, e acho que ela matou a de ter uma despedida de solteira, embora tenha sido mais uma boas-vindas de casada…

3 comentários - Despedida de solteira ou boas-vindas de casada?

Tremenda experiencia! Muy buena oportunidad aprovechada!
Ufff que buen relato!! Eso me paso pero co n la esposa de un primo
recuerdo que la noche de despedida de soltera de mi cuñada la dejaron desnuda, siempre pense que lindo momento para cogerla. Esta noche me voy a coger a mi señora pensando en ella