Cristina estava bem nervosa. A cirurgia que ela ia fazer não era nada de outro mundo, mas ela estava um caco de nervos, e o abscesso redondo de gordura que saía do pescoço dela era grande o suficiente pra deixá-la assim. Já tinham dado um quarto pra ela, e ela ficava na cama, enquanto um médico entrava e saía com um bloquinho na mão e dava instruções.
- A cirurgia vai começar em meia hora. Espero que você tenha me ouvido e não comido nada desde de manhã.
- Sim, doutor. Segui à risca as suas instruções.
- Muito bem, Cristina. Deixa eu te dizer que eu e o doutor marroquino vamos fazer a cirurgia. Como já te falei, não é grande coisa.
- Confio em vocês, doutor.
O médico saiu do quarto de Cristina e, poucos passos depois, deu de cara com o doutor marroquino.
- Doutor Fonseca, a paciente já tá pronta. Como é o nome dela mesmo...?
- Cristina.
- Cristina, isso, ela.
- Sim, doutor. Só tô checando uns detalhes, mas deixa eu te adiantar: ela é uma verdadeira gostosa. Mulher madura, peitão, uma barriguinha, mas nada que desmereça, cabelo preto e curto, e umas pernas que parecem colunas gregas. Dá pra ver uma cara de putinha, mas acho que é melhor assim... hahahaha.
O doutor marroquino abriu um sorrisão no rosto ao ouvir as palavras do doutor Fonseca, e depois só conseguiu perguntar:
- Você falou pra ela se depilar?
- Completamente, doutor marroquino.
- Você falou que íamos ser três médicos?
- A senhora tá um caco de nervos, acho que não vai ligar.
- Tem razão. Então vamos pro centro cirúrgico.
Os dois médicos foram pros centros cirúrgicos e mandaram uma enfermeira levar Cristina pra sala de operação. Em poucos minutos, todo mundo já tava pronto. Uma enfermeira levou Cristina de maca, e os dois médicos já esperavam na sala de cirurgia. A porta se fechou, e o doutor marroquino a recebeu e começou a dizer:
- Bem, Cristina, não vai levar mais de uma hora para tirar esse abscesso, fique tranquila.
- Que bom, doutor, suas palavras me acalmam.
- Bem, agora vou colocar a máscara com anestesia. Respire fundo e relaxe.
O médico marroquino coloca uma máscara sobre o rosto de Cristina, e ela começa a respirar. Depois de alguns segundos, os olhos dela se fecham. O médico tira a máscara e diz ao colega:
- Pronto, já está pronta. E o doutor Aldama?
- Já está se preparando.
- Ok, então vamos esperar. Seria antiético não fazer isso.
Poucos segundos depois, a porta do centro cirúrgico se abre e o doutor Aldama entra.
- Colegas, boa tarde. Já estamos prontos?
- Claro, doutor Aldama, só faltava o senhor. A paciente é daquelas que o senhor gosta... hahahaha.
- É o que espero, mas primeiro o dever, depois o prazer. Vamos tirar esse abscesso e depois nos divertir.
Os três médicos colocam a mão na massa. O doutor marroquino e o doutor Aldama fazem a parte deles, enquanto o doutor Fonseca manuseia os instrumentos. Em menos de dez minutos, terminam. Costuram e cobrem o ferimento com gazes. Tiram as máscaras, e o doutor marroquino começa a dizer:
- Bem, senhores, vamos nos divertir com essa bonequinha.
Ele se aproxima de Cristina, que está completamente anestesiada, e começa a desabotoar as tiras finas que seguram o avental dos lados. Depois de soltas, ele o retira lentamente, deixando Cristina completamente nua. Os três homens, ao terem uma mulher tão gostosa na frente, começam a dizer:
- Nossa, ela é uma verdadeira beleza. Olha que peitos deliciosos que ela tem.
- E as pernas dela, parecem bem apetitosas.
- E isso que vocês não viram a bunda dela, grande e bem formada.
O doutor Aldama toma a palavra e, virando-se para o doutor Fonseca, pergunta:
- Não vou te perguntar por que ela tinha que se depilar?
- Eu disse que era só por higiene... hahahaha.
- Muito bem, então vamos nos divertir. E a partir deste momento, a A paciente vai ser chamada de puta.
O Dr. Aldama começa a levantar um pouco a mesa de operações e, na parte de baixo, abre uns suportes e coloca as pernas da Cristina sobre eles. Em seguida, gira um pequeno botão e as pernas da Cristina começam a se levantar e abrir devagar.
— Abre bem ela, colega, que a puta tá bem dormida.
— Claro que sim, colega.
Em segundos, a Cristina fica com as pernas levantadas e completamente abertas, deixando à mostra a buceta depilada e já meio roçada. Na sequência, o Dr. Aldama se posiciona entre as pernas da Cristina, tira as luvas e começa a separar os lábios da buceta dela.
— Mmhhh… muito boa, dá pra ver que a puta não teve muitos amantes.
O médico marroquino interrompe e diz:
— A propósito, Dr. Aldama, esqueci de avisar: o senhor pode gozar dentro da puta.
— Maravilhoso, prazer duplicado então… hahahahaha.
O Dr. Aldama continua apalpando a buceta da Cristina, os dedos entrando e saindo, enquanto aperta de leve o clitóris dela. Depois de alguns minutos, o Dr. Aldama desabotoa o jaleco, abaixa o zíper e deixa sair o pau enorme dele. Sacode ele umas duas vezes, se aproxima da Cristina e começa a meter devagar.
— Mmhhh… como eu imaginava, a puta quase não leva pica. Ainda aperta bem, mas agora a gente dá o tratamento necessário.
O médico apoia as mãos na cintura da Cristina e enfia a rola inteira. Mesmo inconsciente, a Cristina solta uns gemidos, mas o médico não para. Ele começa a mexer a pélvis pra trás e pra frente, devagar e num ritmo gostoso, enquanto o Dr. marroquino e o Dr. Fonseca começam a apalpar os peitos dela e o resto do corpo.
— Mmhhh… que gostosa que essa puta tá. A buceta dela tá respondendo muito bem… mmhhhhh…
O Dr. Aldama não para. A rola entra e sai, arrancando gemidinhos da Cristina, mas ninguém liga. Pelo Pelo contrário, Marroquí e Fonseca começaram a apalpar os peitos dela enquanto davam leves chupões, até que, depois de alguns minutos, o doutor Aldama começa a gemer e a colar o corpo no de Cristina.
- Hhaaaaarrrggg... que bom... a buceta dela é excelente, quem é o próximo, colegas?
O doutor Marroquí se oferece na hora e ocupa o lugar de Aldama. Abre o zíper, sacode o pau umas duas vezes e começa a penetrar Cristina.
- Mmhhhh... o doutor Aldama tem razão, a buceta dela aperta bem, e está perfeitamente lubrificada.
O doutor Marroquí se apoia nas pernas de Cristina e começa uma metida e tirada um pouco mais brusca, enquanto os outros dois doutores já se apossaram dos peitos dela e não param de apertá-los e beijá-los. Cristina, apesar de estar anestesiada, solta um gemido, mas nenhum dos doutores para. Eles estão determinados a aproveitar a Cristina. Depois de alguns minutos, o doutor Marroquí começa a gemir e, pela segunda vez, a buceta de Cristina é cheia de porra.
- Aarrgghhh... buceta excelente, e o colega tinha razão, dá pra ver que a puta não leva pica com frequência.
O doutor Marroquí se afasta, e o lugar é ocupado pelo doutor Fonseca. Mas antes de penetrá-la, ele coloca as mãos nas pernas de Cristina e começa a apalpá-las.
- Que pernas firmes ela tem, a puta parece que malha.
As mãos dele sobem e descem pelas coxas de Cristina, amassando e apertando.
- É uma pena que não tenhamos mais tempo para aproveitá-la.
Em seguida, igual aos dois colegas, ele começa a penetrar Cristina. Devagar e com cuidado, vai enfiando o pau até introduzi-lo por completo. Fica parado uns instantes, tentando aproveitar ao máximo a experiência, mas o tempo é curto, então começa uma metida e tirada bem rápida, na verdade mais rápida que a dos colegas, enquanto as mãos dele não param de acariciar as pernas dela. O doutor Fonseca enfia o pau por completo, deixa ele lá dentro uns Instantes depois ela tira, e enfia de novo de uma só vez,
- é uma pena que essa buceta não seja usada direito, mas fazer o quê,
o doutor Fonseca não para de meter nela, tenta aproveitar ao máximo, a pélvis dele parece imparável, o pau dele entra e sai, entra e sai, até que depois de alguns minutos, ele goza também dentro dela,
- bem senhores, a operação foi um sucesso total, agora vamos limpar a putinha e levar ela pro quarto dela,
os três doutores dão os últimos apalpões no corpo gostoso da Cristina, limpam todo o rastro de porra, colocam o avental nela e tiram ela do centro cirúrgico,
Horas depois, a Cristina acorda e o doutor Fonseca já está do lado dela pra atendê-la, ela se espreguiça um pouco e pergunta,
- deu tudo certo, doutor..??
- claro, não era nada demais,
a Cristina se ajeita na cama e começa a perguntar pro doutor,
- tô com uma dorzinha no quadril, doutor,
- isso é normal, você ficou mais de uma hora em cima de uma chapa fria de metal, tomara que não pegue um resfriado,
a Cristina, satisfeita com a resposta, sorri tranquilamente e agradece o doutor, diz que não imaginava que dessem um atendimento tão bom naquele hospital, o doutor Fonseca só sorri e depois sai do quarto, e a Cristina recebe alta horas depois.
- A cirurgia vai começar em meia hora. Espero que você tenha me ouvido e não comido nada desde de manhã.
- Sim, doutor. Segui à risca as suas instruções.
- Muito bem, Cristina. Deixa eu te dizer que eu e o doutor marroquino vamos fazer a cirurgia. Como já te falei, não é grande coisa.
- Confio em vocês, doutor.
O médico saiu do quarto de Cristina e, poucos passos depois, deu de cara com o doutor marroquino.
- Doutor Fonseca, a paciente já tá pronta. Como é o nome dela mesmo...?
- Cristina.
- Cristina, isso, ela.
- Sim, doutor. Só tô checando uns detalhes, mas deixa eu te adiantar: ela é uma verdadeira gostosa. Mulher madura, peitão, uma barriguinha, mas nada que desmereça, cabelo preto e curto, e umas pernas que parecem colunas gregas. Dá pra ver uma cara de putinha, mas acho que é melhor assim... hahahaha.
O doutor marroquino abriu um sorrisão no rosto ao ouvir as palavras do doutor Fonseca, e depois só conseguiu perguntar:
- Você falou pra ela se depilar?
- Completamente, doutor marroquino.
- Você falou que íamos ser três médicos?
- A senhora tá um caco de nervos, acho que não vai ligar.
- Tem razão. Então vamos pro centro cirúrgico.
Os dois médicos foram pros centros cirúrgicos e mandaram uma enfermeira levar Cristina pra sala de operação. Em poucos minutos, todo mundo já tava pronto. Uma enfermeira levou Cristina de maca, e os dois médicos já esperavam na sala de cirurgia. A porta se fechou, e o doutor marroquino a recebeu e começou a dizer:
- Bem, Cristina, não vai levar mais de uma hora para tirar esse abscesso, fique tranquila.
- Que bom, doutor, suas palavras me acalmam.
- Bem, agora vou colocar a máscara com anestesia. Respire fundo e relaxe.
O médico marroquino coloca uma máscara sobre o rosto de Cristina, e ela começa a respirar. Depois de alguns segundos, os olhos dela se fecham. O médico tira a máscara e diz ao colega:
- Pronto, já está pronta. E o doutor Aldama?
- Já está se preparando.
- Ok, então vamos esperar. Seria antiético não fazer isso.
Poucos segundos depois, a porta do centro cirúrgico se abre e o doutor Aldama entra.
- Colegas, boa tarde. Já estamos prontos?
- Claro, doutor Aldama, só faltava o senhor. A paciente é daquelas que o senhor gosta... hahahaha.
- É o que espero, mas primeiro o dever, depois o prazer. Vamos tirar esse abscesso e depois nos divertir.
Os três médicos colocam a mão na massa. O doutor marroquino e o doutor Aldama fazem a parte deles, enquanto o doutor Fonseca manuseia os instrumentos. Em menos de dez minutos, terminam. Costuram e cobrem o ferimento com gazes. Tiram as máscaras, e o doutor marroquino começa a dizer:
- Bem, senhores, vamos nos divertir com essa bonequinha.
Ele se aproxima de Cristina, que está completamente anestesiada, e começa a desabotoar as tiras finas que seguram o avental dos lados. Depois de soltas, ele o retira lentamente, deixando Cristina completamente nua. Os três homens, ao terem uma mulher tão gostosa na frente, começam a dizer:
- Nossa, ela é uma verdadeira beleza. Olha que peitos deliciosos que ela tem.
- E as pernas dela, parecem bem apetitosas.
- E isso que vocês não viram a bunda dela, grande e bem formada.
O doutor Aldama toma a palavra e, virando-se para o doutor Fonseca, pergunta:
- Não vou te perguntar por que ela tinha que se depilar?
- Eu disse que era só por higiene... hahahaha.
- Muito bem, então vamos nos divertir. E a partir deste momento, a A paciente vai ser chamada de puta.
O Dr. Aldama começa a levantar um pouco a mesa de operações e, na parte de baixo, abre uns suportes e coloca as pernas da Cristina sobre eles. Em seguida, gira um pequeno botão e as pernas da Cristina começam a se levantar e abrir devagar.
— Abre bem ela, colega, que a puta tá bem dormida.
— Claro que sim, colega.
Em segundos, a Cristina fica com as pernas levantadas e completamente abertas, deixando à mostra a buceta depilada e já meio roçada. Na sequência, o Dr. Aldama se posiciona entre as pernas da Cristina, tira as luvas e começa a separar os lábios da buceta dela.
— Mmhhh… muito boa, dá pra ver que a puta não teve muitos amantes.
O médico marroquino interrompe e diz:
— A propósito, Dr. Aldama, esqueci de avisar: o senhor pode gozar dentro da puta.
— Maravilhoso, prazer duplicado então… hahahahaha.
O Dr. Aldama continua apalpando a buceta da Cristina, os dedos entrando e saindo, enquanto aperta de leve o clitóris dela. Depois de alguns minutos, o Dr. Aldama desabotoa o jaleco, abaixa o zíper e deixa sair o pau enorme dele. Sacode ele umas duas vezes, se aproxima da Cristina e começa a meter devagar.
— Mmhhh… como eu imaginava, a puta quase não leva pica. Ainda aperta bem, mas agora a gente dá o tratamento necessário.
O médico apoia as mãos na cintura da Cristina e enfia a rola inteira. Mesmo inconsciente, a Cristina solta uns gemidos, mas o médico não para. Ele começa a mexer a pélvis pra trás e pra frente, devagar e num ritmo gostoso, enquanto o Dr. marroquino e o Dr. Fonseca começam a apalpar os peitos dela e o resto do corpo.
— Mmhhh… que gostosa que essa puta tá. A buceta dela tá respondendo muito bem… mmhhhhh…
O Dr. Aldama não para. A rola entra e sai, arrancando gemidinhos da Cristina, mas ninguém liga. Pelo Pelo contrário, Marroquí e Fonseca começaram a apalpar os peitos dela enquanto davam leves chupões, até que, depois de alguns minutos, o doutor Aldama começa a gemer e a colar o corpo no de Cristina.
- Hhaaaaarrrggg... que bom... a buceta dela é excelente, quem é o próximo, colegas?
O doutor Marroquí se oferece na hora e ocupa o lugar de Aldama. Abre o zíper, sacode o pau umas duas vezes e começa a penetrar Cristina.
- Mmhhhh... o doutor Aldama tem razão, a buceta dela aperta bem, e está perfeitamente lubrificada.
O doutor Marroquí se apoia nas pernas de Cristina e começa uma metida e tirada um pouco mais brusca, enquanto os outros dois doutores já se apossaram dos peitos dela e não param de apertá-los e beijá-los. Cristina, apesar de estar anestesiada, solta um gemido, mas nenhum dos doutores para. Eles estão determinados a aproveitar a Cristina. Depois de alguns minutos, o doutor Marroquí começa a gemir e, pela segunda vez, a buceta de Cristina é cheia de porra.
- Aarrgghhh... buceta excelente, e o colega tinha razão, dá pra ver que a puta não leva pica com frequência.
O doutor Marroquí se afasta, e o lugar é ocupado pelo doutor Fonseca. Mas antes de penetrá-la, ele coloca as mãos nas pernas de Cristina e começa a apalpá-las.
- Que pernas firmes ela tem, a puta parece que malha.
As mãos dele sobem e descem pelas coxas de Cristina, amassando e apertando.
- É uma pena que não tenhamos mais tempo para aproveitá-la.
Em seguida, igual aos dois colegas, ele começa a penetrar Cristina. Devagar e com cuidado, vai enfiando o pau até introduzi-lo por completo. Fica parado uns instantes, tentando aproveitar ao máximo a experiência, mas o tempo é curto, então começa uma metida e tirada bem rápida, na verdade mais rápida que a dos colegas, enquanto as mãos dele não param de acariciar as pernas dela. O doutor Fonseca enfia o pau por completo, deixa ele lá dentro uns Instantes depois ela tira, e enfia de novo de uma só vez,
- é uma pena que essa buceta não seja usada direito, mas fazer o quê,
o doutor Fonseca não para de meter nela, tenta aproveitar ao máximo, a pélvis dele parece imparável, o pau dele entra e sai, entra e sai, até que depois de alguns minutos, ele goza também dentro dela,
- bem senhores, a operação foi um sucesso total, agora vamos limpar a putinha e levar ela pro quarto dela,
os três doutores dão os últimos apalpões no corpo gostoso da Cristina, limpam todo o rastro de porra, colocam o avental nela e tiram ela do centro cirúrgico,
Horas depois, a Cristina acorda e o doutor Fonseca já está do lado dela pra atendê-la, ela se espreguiça um pouco e pergunta,
- deu tudo certo, doutor..??
- claro, não era nada demais,
a Cristina se ajeita na cama e começa a perguntar pro doutor,
- tô com uma dorzinha no quadril, doutor,
- isso é normal, você ficou mais de uma hora em cima de uma chapa fria de metal, tomara que não pegue um resfriado,
a Cristina, satisfeita com a resposta, sorri tranquilamente e agradece o doutor, diz que não imaginava que dessem um atendimento tão bom naquele hospital, o doutor Fonseca só sorri e depois sai do quarto, e a Cristina recebe alta horas depois.
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