A namorada do 9 quer mais paus

Todo mundo sabe que eu sou jogador de futebol. Entre os caras do clube, como em qualquer lugar, tem amigos e tem gente com quem você tem que conviver, mas não rola muita afinidade. No nosso caso, um dos personagens menos queridos é o Martín, o 9 titular do time. Pra mim, em particular, ele é um cara bem arrogante. Todo mundo tem seu ego, obviamente, porque você acaba se achando um pouco quando fica num clube e tem certa continuidade nas divisões de base, mas esse maluco é realmente insuportável. Ele acha que é o grande Martín Palermo só por compartilhar o primeiro nome e, como ainda por cima faz gol com frequência, trata o resto de nós como se fôssemos inferiores.

Mas tudo de ruim tem algo bom. O lado bom, nesse caso, eu não consegui encontrar até agora nele, mas sim no entorno dele. A melhor coisa que esse desgraciado tem é a namorada. Ela se chama Florencia, uma loira cordobesa que racha a terra de tão gostosa que é. Magra por todos os lados, com uns peitões e uma bunda sobrenatural. Essa raba não tem nome. Não conheço um único integrante do time que não tenha feito algum comentário sobre esse traseiro absurdo, até vi o técnico e o roupeiro olhando pra bunda dela um dia em que ela passou pra cumprimentar o Martín.

E ainda tem uma boquinha com lábios bem carnudos. Não sei se é colágeno ou algo assim, mas quando você vê ela, a primeira coisa que pensa é num boquete. E ainda é daquelas gatinhas tipo modelinho que não bebe, não fuma, nem nada, então quando a gente se reunia, era comum vê-la tomando um suco ou um shake, esquentando todo mundo quando a víamos brincando com o canudinho do copo.

A parte boa veio quando chegou o aniversário do esnobe do namorado. Obviamente, ele convidou o time todo e lá estávamos nós. Alguns amigos dele. Nossas parceiras e, no meio da multidão, apareceu a espetacular Flor. Ela estava com um vestido branco, bem curto, mas, por cima disso, com a luz negra, dava pra ver tudo malandramente. Dava pra ver claramente o umbigo e aquela barriga chapada que, no final, encontrava o fio de uma calcinha fio dental branca bem pequena. Não dava Acreditar no que via quando ela se virou. Aquele rabo era perfeito. A curva onde começavam as pernas finas era muito apertável. Fiquei duro pra caralho vendo ela de costas, conversando com outras garotas, incluindo minha namorada. Nacho e Nano, meus dois companheiros de time mais próximos, se aproximaram. O primeiro vocês já conhecem do relato anterior. Começamos a falar do quanto a cordobesa era gostosa.

Nano: Esse baú é demais pra esse otário.
Eu: Nem me fala. Me deixa sozinho com ela que eu encho de carne.
Nacho: Acho que essa gatina aguentaria mais de um.
Os três: hahaha, siiim.

Continuamos conversando como se nada. Eu tinha minha mina da época por perto, então não podia bancar muito o doidão. As horas passaram e o álcool começou a fazer estragos. Umas duas e pouco, a maioria já estava meio bêbada. Minha namorada apagou quando exagerou nos tequilas, e Flor a levou pro quarto pra descansar, ficando um tempo cuidando dela. Eu, me vendo sem vigilância, saí com os caras pra varanda e fumamos um baseado nós três. De fora, víamos o Martín tocando violão numa poltrona, com todos os puxa-sacos em volta. Era tipo ver a panelinha do campeão.

Nacho: Olha que fantasma, bancando o cantor. Quem sabe o que a cordobesa tá fazendo.
Nano: Deve estar traindo ele, igual aconteceu na casa do Leandro.
Eu: Ah, essa aí eu não fiquei sabendo. Ela mete chifre?
Nano: Óbvio. Não viu a cara de festeira que ela tem? Sim. Viram ela fazendo um boquete no primo da Lea.
Eu: Caralho, mano, agora deu uma vontade de chegar nela.
Nacho: Talvez já ganharam na sua frente. Por um motivo ela não tá aqui.
Eu: Não. Ela tá cuidando da minha namorada, que tá nocauteada da bebedeira. Seria bom ver se ela tá com vontade de chupar algo mais, já que álcool ela não tá tomando.
Nano: Cara, sua namorada tá fora de combate, você não vai ter oportunidade melhor. Tenta, e se a gente ver que ela afrouxa fácil, a gente faz a festinha.
Nacho: Isso, vai lá, mano. Faz de conta que vai ver sua namorada e joga uns verdes.

Pensei por uns segundos e fui pra cima. Olhei pra Martín e ele estavam empolgados tocando violão e todo mundo pedindo alguma música. Tinha tempo. Cheguei e encontrei Flor acariciando o cabelo da minha namorada.
Flor: Ela acabou de dormir, estava bem tonta kkk
Ela me disse com aquela entonação tão linda que as cordobesas têm
Eu: Obrigado por cuidar dela. Que gostosa você é.
Enquanto dizia isso, fomos nos aproximando da porta, nos afastando da cama onde estava minha mina, pra não acordá-la. Flor me seguiu sem hesitar.
Eu: Na real, queria te agradecer de algum jeito
Falei com uma cara bem atrevida pra ela entender a que eu me referia
Flor: E não sei o que você tem em mente?
Quando perguntou, chegou tão perto que quase nossas narizes se tocaram. Percebi que ela tinha mordido a isca, então peguei sua mão e fomos pro quarto que estava em frente. Fechei a porta e comecei a comer sua boca. A loira meteu a língua como se estivesse desesperada pra foder.
Eu: Que foi, gata? O Martín não te atende como você merece?
Flor: Eu gosto de variedade, e você, a Belu não te deixa satisfeito?
Eu: A Belu não tem isso, bombom
Agarrei uma daquelas bundas durinhas e apertei forte.
Flor: Que tarado você é, isso me deixa com tesão
E me beijou de novo. Aí levantei seu vestido e agarrei sua bunda com as duas mãos enquanto dávamos passos curtos até a cama. Quando suas pernas tocaram na madeira, ela sentou e começou a baixar meu zíper. Aí lembrei do que os caras tinham dito. Peguei o celular e mandei uma mensagem: "subam AGORA"
Flor: O que você tá fazendo? Não vai tirar uma foto de mim, idiota
Eu: Não, linda. Tô desligando pra não encherem o saco.
Vi as duas marcinhas azuis na mensagem e cumpri minha palavra de desligar. Enquanto isso, ela terminou de baixar minhas calças e saboreou aqueles lábios grossos de mestre do oral. Agarrei sua nuca e enfiei meu pau na sua boca. Aqueles olhos azuis maquiados como se fosse uma china me olhavam enquanto ela fazia meu pau desaparecer. Nisso, vejo a porta se abrir e o rosto do Nano aparecer. Nesse Naquele momento, a loira tinha tirado meu pau da boca e estava lambendo por baixo com a língua como se fosse um sorvete derretendo. Ela me olhava com uma cara de puta que me esquentava tanto quanto a língua dela.
Quando olhei de novo, o Nacho já tinha aparecido também. Os dois estavam mordendo os lábios ao ver como a namorada do nosso amigo brincava com a língua desde as bolas até a ponta do meu pau.

Eu: parece que temos plateia, bombom.
Disse enquanto acariciava o cabelo dela. A loira olhou para a porta e viu os dois punheteiros quentes como água no fogo. Ela me olhou, afastou-se alguns centímetros e disse:

Flor: "Tô apagando o incêndio", né? Filho de uma puta. Entrem e fechem bem.

Meus amigos ficaram felizes como crianças na Disney. Entraram e se aproximaram. A loira começou a abaixar o zíper do Nacho, e o Nano não quis esperar e fez sozinho. A putinha olhou para eles e enfiou a primeira na boca. O Nachito estava no céu. Fechava os olhos ao sentir aqueles lábios percorrendo lentamente o pau dele. Ainda não estava totalmente ereto, mas com aquela boca ficou duro como pedra. Ela tirou da boca fazendo aquele som gostoso de rolha que as boas chupadoras fazem e engoliu a do Nano. O tratamento foi bem parecido, mas esse outro é mais tarado. Ele agarrou o cabelo dela e enfiou até a garganta, fazendo a cordobesa engasgar. Aí eu me coloquei ao lado deles, e ela ficou rodeada pelos três paus.

Não se intimidou nem um pouco com a cena e foi chupando um por um enquanto punhetava os outros dois. Ela nos tinha no céu, nós três, com aquela boca. A linda chupa-pau queria nos fazer gozar, mas eu queria experimentar aquele corpinho. Levantei ela pelo braço e tirei o vestido por cima. O Nano seguiu minha onda e puxou a calcinha enquanto lambia as pernas dela. Mal joguei o vestido fora, comecei a chupar os peitos para esquentá-la mais e fazer ela se entregar por completo. A loira gemeu enquanto o Nacho se enfiou entre aquelas pernas e dava pra ver que estava dando uma boa chupada na buceta. O Nacho chupou um dedo e começou a... explorar entre essas bundas.
Flor: mmm que brutos vocês são
Eu: Isso, gostosa. Você vai ver o que é bom e você é tão puta
Flor: eu gosto muito do pau, o que você quer?
Quando ela disse isso, fiquei muito excitado. Peguei ela pelo cabelo e a fiz se abaixar para continuar chupando meu pau. Dava para ver que ela estava excitada por tudo que os outros dois estavam fazendo entre suas pernas, porque agora ela chupava mais rápido e parava para gemer. Eu estava a mil.
Eu: Vamos para a cama, vamos dar o foda da vida dela.
Sugeri tão excitado que soou como uma ordem. Meus amigos adoraram a ideia. Nos jogamos na cama. Eu fui primeiro e abri as pernas dela. Ela estava quente como uma chaleira. Passei o pau pelos lábios dela e senti o quanto estava molhada pelo trabalho dos meus amigos, que já estavam ajoelhados
ao lado do rosto dela, aproveitando aquela boca linda.
Enfiei de uma vez e comecei a meter forte. Que delícia, a puta tinha uma buceta. Bem apertada e depilada, exceto por um triângulo fino e claro em cima. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e fui metendo firme e constante. Flor se sacudia, mas tentava continuar chupando como uma boa gauchinha do interior.
Aí o Nacho me sinalizou para eu sair, e eu me movi para o lado. Ele começou a comer ela, mas colocou as duas pernas dela para o lado e a embestiu assim, dando tapas naquela bunda tremenda. Eu me coloquei no lugar dele, ao lado do travesseiro, e recebia as mamadas intermitentes. Aí sentimos que ela começou a tremer mais do que com a foda. Olhei para baixo e vi que meu amigo estava começando a meter no cu dela. A puta não se opôs de jeito nenhum. A Belén nunca me entrega assim, então me excitei ainda mais que ela entregasse com tanta facilidade. O Nacho tinha uma cara de prazer. Aquela bunda devorou o pau todo até o fundo. O Nano se acomodou na frente e, enquanto chupava os peitos dela, encaixou o pau na buceta e começou a meter sem perguntar. A puta estava com três paus dentro e estava curtindo como uma louca. Eu, que estava de frente para o rosto dela chupando meu pau, eu sentia como ela se sacudia com a dupla penetração. Nunca vi uma gostosa que aguente tão bem três paus. Ela se movia marcando o ritmo. Trocamos de lugar com o Nacho e entrei naquela bunda, ela já estava quase gozando. Não durou muito, aquela bunda apertada foi como espremer meu pau em busca de porra.
Eu: Vou encher seu cu de porra, sua vagabunda
Falei enquanto acelerava a foda e sentia aquele rabinho começando a se encher da minha porra branca. Fechei os olhos e jorrou o resto até que tirei e vi aquela bunda aberta transbordando porra escorrendo por aquela nádega grande e dura. Meus amigos mais tarados tiraram os dois paus, pegaram ela pelo cabelo e fizeram ela botar a língua pra fora. Aquele rosto perfeito foi ficando coberto de fios brancos e grossos no meio dos gemidos dos dois. Quando cada um esvaziou seu pau naquela linda vagabunda. A loira deu um beijo em cada pau e sorrindo nos disse
Flor: Bom, degenerados, agora desçam vocês, eu me lavo e desço daqui a pouco pra não ficar tão óbvio.
Enquanto ela se limpava com os dedos e víamos os fios brancos entre a bochecha e os dedos dela. Era incrível ver aquela gostosona cheia de porra. Abrimos a porta e ouvimos aplausos e alguns gritos de "outra, outra" pro Martín. Nos olhamos, descemos e nos juntamos aos aplausos. Tinha que parabenizar, ele tinha uma namorada que cavalgava como uma campeã, mas o sexo que a gente deu em casa ele não consegue. A namorada do nosso amigo não gosta tanto de um só, ela prefere mais jogar em equipe.

2 comentários - A namorada do 9 quer mais paus

megak-- +1
jajajja,
si haces de esto una saga seria perfecto