Me chamo Ivan e o que vou contar pode parecer meio estranho. Então, o negócio é que meu amigo Nacho é tipo família pra mim. Meu melhor amigo, sem dúvida. Nunca tenho nada pra reclamar dele, mas tem uma coisa que nos coloca em lados opostos. Uma baixinha de cabelo liso pintado de loiro chamada Antonella, a irmãzinha dele. Falo irmãzinha porque é a irmã dele, mas a verdade é que ela não tem nada de menina. A mina tem um corpaço pornô. A primeira coisa que você vê são os peitões grandes, que a safada ainda vive apertando e mostrando num decote, pronta pra endurecer a rola de qualquer um. Se você não ficou hipnotizado vendo essas melancias e desce pela cintura, encontra umas cadeiras de dar inveja que são de arrasar, mas o melhor nesse quesito não é quando ela vem, é quando ela vai. A raba que essa mulher tem não tem nome. Muito grande, bem redonda, daquelas de agarrar e enfiar a cara entre essas nádegas. E, assim como os peitos, ela não tem medo de exibir. Usa umas leggings que te deixam de queixo caído.
Por essas paradas de código, a gente tenta ficar na dela, mas também sou de carne e osso, né. E, por mais que eu goste do Nachito como de poucos, não vou cair naquela frase feita de que irmã de amigo tem bigode, porque nesse caso nem eu acredito. A real é que eu e meu amigo nos conhecemos no clube onde a gente joga bola, não era muito de ir na casa dele até que um dia ele me chamou pra tomar uns mates. Tava tudo tranquilo até que, do nada, apareceu a besta com um conjunto esportivo branco. O impacto de ver uma mulherão dessas pela primeira vez, nunca mais esqueço. Também não esqueço a frase "minha irmãzinha", como se eu não soubesse que aquela loba já comia sozinha há muito tempo. A franja estilo girl clássica de head master e aquele loiro exagerado davam um visual bem de guerreira pra gata. Mas eu analisei cada detalhe daquele rabo espetacular, claro, quando meu amigo falava com ela e virava as costas. Não sou tão suicida assim.
Uma noite a gente se juntou pra ver se saía. Na real, a gente não tinha muita grana nem lá muitas opções, então a gente ficou por lá mesmo. Compramos umas bebidas e ficamos de bobeira. O bom da casa do Nacho é que a mãe dele trabalha até de madrugada num cassino, então é tipo uma casa de solteiro. A parte meio foda é que na casa não tinha só meu amigo, mas também a Anto, aquela gostosa que tava no andar de cima ouvindo música e trocando ideia com as amigas. Daí, depois de um tempo, a baixinha aparece. Quase tive um treco quando vi ela. Tava de dar uma foda no seco. Ela tava com uma camiseta bem justa, com a barriga de fora e por baixo só uma fio dental! E olha a fio dental que ela tava usando! Era um triângulo vermelho com umas tirinhas que se perdiam no meio de tanta bunda.
Não me dei ao trabalho de disfarçar quando olhei toda a lombar da irmã do Nacho. Ainda por cima, ela passou e ficou na ponta dos pés pra pegar um pote que tava no armário. Quando se virou, me olhou e falou.
Anto: Ai, desculpa, gato! Pensei que não tinha ninguém em casa. Que vergonha.
Mas ela não se cobriu e ficou rindo. Eu, que pra ser sincero não tava numa fase boa, mandei uma bola na área pro meu parceiro.
Eu: E se a gente falar pra Anto convidar umas amigas? Alguma gatinha gaúcha tu deve conhecer, né?
Nacho: Nem fodendo. Não dá pra passar a noite com a minha irmã e as amigas. Vamos tomar alguma coisa e ver se rola organizar algo, senão a gente sai amanhã.
Ela cortou minha ilusão. Na real, não tava nem aí se a Anto apresentasse umas amigas, mas era uma desculpa pra passar a noite com ela, já que o irmão não me dá muita folga. Fomos pro quarto do Nacho e ficamos de bobeira no computador. Batemos papo com umas gatinhas e entramos num site pornô pra ver um pouco de carne. A noite e a cerveja passavam entre mensagens com respostas negativas, e parecia que ia morrer ali, quando lembrei que na mochila tinha uns baseados. Com a monotonia da noite, vieram a calhar. Acendemos um e começamos a delirar e falar merda. Ouvíamos a música do quarto da Anto no talo, tipo pra sentir ela por perto, e com a clássica voz de chapado soltei sem filtro a primeira coisa que veio na cabeça:
Cara: Mano, que gostosa que é tua irmã. Quero casar com ela kkkkk
Nacho: Nem me fala. Quero morrer. Como é que aparece assim com essa buceta de fora!
Ele falou como se fosse uma reclamação, mas quando mencionou a bunda, não soou tão cuidadoso como de costume. Parece que a fumaça estava fazendo efeito e meu amigo estava se soltando demais, ou o efeito estava em mim e eu tava viajando legal. Uma das duas. Mas não seria estranho ele dar uma olhada naquele par de nalgas enormes e gostosas.
Eu: cê tem namorado ou algo assim, Anto?
N: Ela não vai arrumar namorado. Todo mundo sabe que ela é uma puta por isso ninguém quer namorar sério com ela.
Eu: Ah, olha ela aí. Não sabia que essa baixinha era tão guerreira.
N: Essa mina curte mais uma rola do que chocolate.
Com essas declarações, a verdade é que fiquei bem excitado. Eu já desconfiava que ela devia ser meio promíscua, mas não a conhecia direito. Sou de outro bairro, por isso. A parada é que ela já tinha uma fama consolidada e o irmão contava como se estivesse falando da lista do supermercado. Tranquilão.
Eu: Fuma também?
N: Acho que sim, por quê?
Eu: Posso te convidar? Já que não tem outras minas por sua culpa.
N: Por minha culpa? Você não conseguiu as gostosas.
Eu: Mas tu não quis chamar as amigas da Anto.
N: bom, já foi, vai perguntar pra ela se quer.
Não podia acreditar! Tava muito feliz. Dei um pulo e tentei não ficar com cara de bunda na hora de falar com a loirona. Cheguei na porta do quarto e bati. Nisso, ouvi a música baixar.
Anto: Ivan. O que você tá fazendo aqui?
Eu: Não. Nada. Você deve ter percebido pelo cheiro o que a gente tava fazendo, né?
Anto: Sim sim, vocês são mó maconheiros kkk
Eu: Bom, por isso mesmo. Ainda sobrou um e a gente não quis ser egoísta. Vai encarar?
Ela deu um sorriso bem de putinha e balançou a cabeça que sim. Se virou e desligou o som. Quando fez isso, a fio dental entrou de vez na racha da bunda dela. Não dava pra acreditar naquele fio vermelho enfiado naquele pedaço de rabão. Quase me joguei de boca pra chupar aquilo. Com o som desligado, voltamos pro quarto do Nachito.
Meu amigo tava largado no tapete de barriga pra cima, todo doidão, enquanto tocava uma música suave no computador.
Anto sentou no meio dos dois e eu tirei o segundo baseado da mochila. A peituda esfregava as mãos e eu, por dentro, fazia o mesmo olhando pra ela.
Acendi ele e ele começou a girar. Entre risadas e frases ridículas, a Anto parecia estar no ponto pra levar uma boa surra de buceta. Nisso, enquanto o Nacho tragava o último do baseado, ela se levanta e coloca aquela bunda minúscula do lado da minha cara, quase dava pra roçar aquela pele.
Anto: essa música é um porre, vou procurar algo eu
Disse sem dar chance de discussão e foi pro computador trocar a música.
Anto: ah, legal! olha o que eu achei aqui!
Disse e gozou, deixando a gente ver a tela. Uma das janelas do pornô tinha ficado aberta e era um dos sites mais putaria. Vídeos bem pesados em close.
Nacho cobriu o rosto, mas dava pra ver nas laterais como ele tinha ficado vermelho, e eu comecei a rir sem conseguir me controlar. Mas a cutie, longe de se horrorizar ou zoar, ficou olhando pra página.
Nós dois vimos ela tão concentrada que chegamos perto pra ver o que ela tava olhando.
Anto: esse vídeo parece divertido, né?
Eu: O do trio dos dois caras com a gostosa?
Anto: É esse mesmo. Pra ser sincero, me excita pra caralho essa ideia, e aí Nacho?
N: A verdade é que sim. Agora mais.
Quando ela disse isso, a Antonela já tinha começado a passar a mão nas nossas picas por cima da roupa. Eu tava com o pau durasso e com medo de alguém desistir, então me apressei e tirei o meu pra fora. A Anto girou a cadeira do computador e começou a chupar que nem uma puta. Segurei a cabeça dela e comecei a enfiar até a garganta. O irmão tinha razão. Ela era uma puta mesmo. O Nacho tinha tirado o dele, e a irmã batia uma pra ele enquanto se afogava no meu pau.
Eu: Que pedaço de rabuda gostosa! Como você chupa, meu amor
Anto: Tu tens uma rola divina e você também.
Aí ela se virou e começou a chupar o Nacho, que não conseguia acreditar no que tava rolando. Nunca tinha visto incesto ao vivo, então também fiquei meio chocado vendo ela mamando ele e como meu amigo tava curtindo a puta da irmã dele.
Ela ficava trocando de pau na boca a toda hora. A gente arrancou a blusa dela e ela levantou os braços. Nós apalpamos bem aqueles peitões enormes. Uma mão só não dava pra pegar inteiro uma daquelas tetas. Os bicos estavam durinhos. A puta tava tão tarada quanto a gente.
Eu: que puta é sua irmã
N: é assim que você chupa, maninha
A: Vamos pra cama?
Os dois; Isso aí!
Terminamos de tirar a roupa e, enquanto eu tirava os sapatos, o Nacho puxou a tanga dela pra baixo. Ela já tinha se deitado e tava se tocando nos peitos. Pulamos na cama de uma vez. Eu me ajoelhei do lado do travesseiro e ela continuou me chupando. O Nacho queria mais. Abriu as pernas dela e começou a chupar a pussy dela. A baixinha soltava uns gemidos bem pornô. Eu fiquei com tesão e metia rápido naqueles lábios grossos de head master que ela tem.
Nacho foi enfiando um dedo naquela buceta jugosa. Ele via com admiração como a irmã dele se arrepiada com o dedo maior penetrando ela.
Eu: Vira aí, fica de quatro.
Anto: mmm, assim que você gosta?
Ela me perguntou, se colocando na pose com as costas bem arqueadas e a raba bem empinada, toda entregue pro Nacho.
Eu: Sim, gata, mas prefiro assim mesmo.
E meti de novo meu pau naquela boca. Com meu pau atravessando a boca dela, o irmão aproveitou e começou a meter. A cara de prazer do meu amigo ao meter, apertando aquelas bundas grandes e redondas, não tinha preço. Provavelmente, a putaria de anos começava a ser descarregada naquele momento. Ele começou a sacudir ela com força, e eu segurei a nuca com as duas mãos, imitando os movimentos dele. Estávamos dando nela como se fosse uma puta qualquer, e me excitava muito ela se entregar tão submissa assim. As tetas enormes balançavam com a sacudida nos dois lados. Os gemidos da Anto já eram gritos.
Eu queria ter aquela buceta só pra mim e apertar aquele rabo, então fiz uma sugestão.
Eu: Não quer gozar com a putinha te olhando nos olhos, melhor?
Nacho: Sim. Come ela bem gostoso e enche ela de porra. Quer, irmãzinha?
Anto; Quero que você me coma e que encha minha boca de porra quentinha
Ela respondeu agitada e suada. Tava um bagaço. O cabelo molhado e o rosto vermelho e brilhante. Era uma puta bem macetada. Fiquei por trás e usei a buceta que já tava toda molhada. Entrou sem pedir licença meu pau. Senti o gemido dela e como ela se arqueava ao me receber. Agarrei naquele rabo empinado e amassava forte. Sentia como meu amigo entalado a sufocava. O sufoco da mina deixava a gente doido. Comecei a meter com tudo e a puta gritava como podia com o pau do irmão enchendo a boca dela.
Não deu pra esticar muito. A gente tava muito na pica os dois, então com uns segundos de diferença enchemos a buceta e a boca dela de porra bem grossa e caímos junto com ela na cama. Um de cada lado.
Nacho: Que putinha que tu é, gata.
Anto: e você, que pervertido. comer a sua irmã.
Ela disse enquanto limpava os restos de porra ao redor da boca e passava a outra mão entre as pernas com cara de gatinha satisfeita.
Eu: com uma irmã tão puta que nem você, eu pensaria bem.
Eu falei pra ela e ela riu enquanto chupava os dedos com a porra que tinha escapado da boca dela e da entreperna. Ela beijou a gente com gosto do nosso próprio leite, nos dois, e fez questão de deixar a gente bem excitado. Juntou as duas peças de roupa e foi tomar banho, rebolando aquela bunda enorme pra nós.
Eu: Não sei você, mas pra mim essa reunião foi melhor do que nunca.
Nacho: Sim, e você queria dar em cima das amigas, otário.
Nós rimos, vestimos a roupa e deixamos aquilo como um excesso causado pelo estado dos três.
A verdade é que eu tinha que compartilhar. Foi uma das melhores experiências que tive com esses irmãozinhos incestuosos.
Por essas paradas de código, a gente tenta ficar na dela, mas também sou de carne e osso, né. E, por mais que eu goste do Nachito como de poucos, não vou cair naquela frase feita de que irmã de amigo tem bigode, porque nesse caso nem eu acredito. A real é que eu e meu amigo nos conhecemos no clube onde a gente joga bola, não era muito de ir na casa dele até que um dia ele me chamou pra tomar uns mates. Tava tudo tranquilo até que, do nada, apareceu a besta com um conjunto esportivo branco. O impacto de ver uma mulherão dessas pela primeira vez, nunca mais esqueço. Também não esqueço a frase "minha irmãzinha", como se eu não soubesse que aquela loba já comia sozinha há muito tempo. A franja estilo girl clássica de head master e aquele loiro exagerado davam um visual bem de guerreira pra gata. Mas eu analisei cada detalhe daquele rabo espetacular, claro, quando meu amigo falava com ela e virava as costas. Não sou tão suicida assim.
Uma noite a gente se juntou pra ver se saía. Na real, a gente não tinha muita grana nem lá muitas opções, então a gente ficou por lá mesmo. Compramos umas bebidas e ficamos de bobeira. O bom da casa do Nacho é que a mãe dele trabalha até de madrugada num cassino, então é tipo uma casa de solteiro. A parte meio foda é que na casa não tinha só meu amigo, mas também a Anto, aquela gostosa que tava no andar de cima ouvindo música e trocando ideia com as amigas. Daí, depois de um tempo, a baixinha aparece. Quase tive um treco quando vi ela. Tava de dar uma foda no seco. Ela tava com uma camiseta bem justa, com a barriga de fora e por baixo só uma fio dental! E olha a fio dental que ela tava usando! Era um triângulo vermelho com umas tirinhas que se perdiam no meio de tanta bunda.
Não me dei ao trabalho de disfarçar quando olhei toda a lombar da irmã do Nacho. Ainda por cima, ela passou e ficou na ponta dos pés pra pegar um pote que tava no armário. Quando se virou, me olhou e falou.
Anto: Ai, desculpa, gato! Pensei que não tinha ninguém em casa. Que vergonha.
Mas ela não se cobriu e ficou rindo. Eu, que pra ser sincero não tava numa fase boa, mandei uma bola na área pro meu parceiro.
Eu: E se a gente falar pra Anto convidar umas amigas? Alguma gatinha gaúcha tu deve conhecer, né?
Nacho: Nem fodendo. Não dá pra passar a noite com a minha irmã e as amigas. Vamos tomar alguma coisa e ver se rola organizar algo, senão a gente sai amanhã.
Ela cortou minha ilusão. Na real, não tava nem aí se a Anto apresentasse umas amigas, mas era uma desculpa pra passar a noite com ela, já que o irmão não me dá muita folga. Fomos pro quarto do Nacho e ficamos de bobeira no computador. Batemos papo com umas gatinhas e entramos num site pornô pra ver um pouco de carne. A noite e a cerveja passavam entre mensagens com respostas negativas, e parecia que ia morrer ali, quando lembrei que na mochila tinha uns baseados. Com a monotonia da noite, vieram a calhar. Acendemos um e começamos a delirar e falar merda. Ouvíamos a música do quarto da Anto no talo, tipo pra sentir ela por perto, e com a clássica voz de chapado soltei sem filtro a primeira coisa que veio na cabeça:
Cara: Mano, que gostosa que é tua irmã. Quero casar com ela kkkkk
Nacho: Nem me fala. Quero morrer. Como é que aparece assim com essa buceta de fora!
Ele falou como se fosse uma reclamação, mas quando mencionou a bunda, não soou tão cuidadoso como de costume. Parece que a fumaça estava fazendo efeito e meu amigo estava se soltando demais, ou o efeito estava em mim e eu tava viajando legal. Uma das duas. Mas não seria estranho ele dar uma olhada naquele par de nalgas enormes e gostosas.
Eu: cê tem namorado ou algo assim, Anto?
N: Ela não vai arrumar namorado. Todo mundo sabe que ela é uma puta por isso ninguém quer namorar sério com ela.
Eu: Ah, olha ela aí. Não sabia que essa baixinha era tão guerreira.
N: Essa mina curte mais uma rola do que chocolate.
Com essas declarações, a verdade é que fiquei bem excitado. Eu já desconfiava que ela devia ser meio promíscua, mas não a conhecia direito. Sou de outro bairro, por isso. A parada é que ela já tinha uma fama consolidada e o irmão contava como se estivesse falando da lista do supermercado. Tranquilão.
Eu: Fuma também?
N: Acho que sim, por quê?
Eu: Posso te convidar? Já que não tem outras minas por sua culpa.
N: Por minha culpa? Você não conseguiu as gostosas.
Eu: Mas tu não quis chamar as amigas da Anto.
N: bom, já foi, vai perguntar pra ela se quer.
Não podia acreditar! Tava muito feliz. Dei um pulo e tentei não ficar com cara de bunda na hora de falar com a loirona. Cheguei na porta do quarto e bati. Nisso, ouvi a música baixar.
Anto: Ivan. O que você tá fazendo aqui?
Eu: Não. Nada. Você deve ter percebido pelo cheiro o que a gente tava fazendo, né?
Anto: Sim sim, vocês são mó maconheiros kkk
Eu: Bom, por isso mesmo. Ainda sobrou um e a gente não quis ser egoísta. Vai encarar?
Ela deu um sorriso bem de putinha e balançou a cabeça que sim. Se virou e desligou o som. Quando fez isso, a fio dental entrou de vez na racha da bunda dela. Não dava pra acreditar naquele fio vermelho enfiado naquele pedaço de rabão. Quase me joguei de boca pra chupar aquilo. Com o som desligado, voltamos pro quarto do Nachito.
Meu amigo tava largado no tapete de barriga pra cima, todo doidão, enquanto tocava uma música suave no computador.
Anto sentou no meio dos dois e eu tirei o segundo baseado da mochila. A peituda esfregava as mãos e eu, por dentro, fazia o mesmo olhando pra ela.
Acendi ele e ele começou a girar. Entre risadas e frases ridículas, a Anto parecia estar no ponto pra levar uma boa surra de buceta. Nisso, enquanto o Nacho tragava o último do baseado, ela se levanta e coloca aquela bunda minúscula do lado da minha cara, quase dava pra roçar aquela pele.
Anto: essa música é um porre, vou procurar algo eu
Disse sem dar chance de discussão e foi pro computador trocar a música.
Anto: ah, legal! olha o que eu achei aqui!
Disse e gozou, deixando a gente ver a tela. Uma das janelas do pornô tinha ficado aberta e era um dos sites mais putaria. Vídeos bem pesados em close.
Nacho cobriu o rosto, mas dava pra ver nas laterais como ele tinha ficado vermelho, e eu comecei a rir sem conseguir me controlar. Mas a cutie, longe de se horrorizar ou zoar, ficou olhando pra página.
Nós dois vimos ela tão concentrada que chegamos perto pra ver o que ela tava olhando.
Anto: esse vídeo parece divertido, né?
Eu: O do trio dos dois caras com a gostosa?
Anto: É esse mesmo. Pra ser sincero, me excita pra caralho essa ideia, e aí Nacho?
N: A verdade é que sim. Agora mais.
Quando ela disse isso, a Antonela já tinha começado a passar a mão nas nossas picas por cima da roupa. Eu tava com o pau durasso e com medo de alguém desistir, então me apressei e tirei o meu pra fora. A Anto girou a cadeira do computador e começou a chupar que nem uma puta. Segurei a cabeça dela e comecei a enfiar até a garganta. O irmão tinha razão. Ela era uma puta mesmo. O Nacho tinha tirado o dele, e a irmã batia uma pra ele enquanto se afogava no meu pau.
Eu: Que pedaço de rabuda gostosa! Como você chupa, meu amor
Anto: Tu tens uma rola divina e você também.
Aí ela se virou e começou a chupar o Nacho, que não conseguia acreditar no que tava rolando. Nunca tinha visto incesto ao vivo, então também fiquei meio chocado vendo ela mamando ele e como meu amigo tava curtindo a puta da irmã dele.
Ela ficava trocando de pau na boca a toda hora. A gente arrancou a blusa dela e ela levantou os braços. Nós apalpamos bem aqueles peitões enormes. Uma mão só não dava pra pegar inteiro uma daquelas tetas. Os bicos estavam durinhos. A puta tava tão tarada quanto a gente.
Eu: que puta é sua irmã
N: é assim que você chupa, maninha
A: Vamos pra cama?
Os dois; Isso aí!
Terminamos de tirar a roupa e, enquanto eu tirava os sapatos, o Nacho puxou a tanga dela pra baixo. Ela já tinha se deitado e tava se tocando nos peitos. Pulamos na cama de uma vez. Eu me ajoelhei do lado do travesseiro e ela continuou me chupando. O Nacho queria mais. Abriu as pernas dela e começou a chupar a pussy dela. A baixinha soltava uns gemidos bem pornô. Eu fiquei com tesão e metia rápido naqueles lábios grossos de head master que ela tem.
Nacho foi enfiando um dedo naquela buceta jugosa. Ele via com admiração como a irmã dele se arrepiada com o dedo maior penetrando ela.
Eu: Vira aí, fica de quatro.
Anto: mmm, assim que você gosta?
Ela me perguntou, se colocando na pose com as costas bem arqueadas e a raba bem empinada, toda entregue pro Nacho.
Eu: Sim, gata, mas prefiro assim mesmo.
E meti de novo meu pau naquela boca. Com meu pau atravessando a boca dela, o irmão aproveitou e começou a meter. A cara de prazer do meu amigo ao meter, apertando aquelas bundas grandes e redondas, não tinha preço. Provavelmente, a putaria de anos começava a ser descarregada naquele momento. Ele começou a sacudir ela com força, e eu segurei a nuca com as duas mãos, imitando os movimentos dele. Estávamos dando nela como se fosse uma puta qualquer, e me excitava muito ela se entregar tão submissa assim. As tetas enormes balançavam com a sacudida nos dois lados. Os gemidos da Anto já eram gritos.
Eu queria ter aquela buceta só pra mim e apertar aquele rabo, então fiz uma sugestão.
Eu: Não quer gozar com a putinha te olhando nos olhos, melhor?
Nacho: Sim. Come ela bem gostoso e enche ela de porra. Quer, irmãzinha?
Anto; Quero que você me coma e que encha minha boca de porra quentinha
Ela respondeu agitada e suada. Tava um bagaço. O cabelo molhado e o rosto vermelho e brilhante. Era uma puta bem macetada. Fiquei por trás e usei a buceta que já tava toda molhada. Entrou sem pedir licença meu pau. Senti o gemido dela e como ela se arqueava ao me receber. Agarrei naquele rabo empinado e amassava forte. Sentia como meu amigo entalado a sufocava. O sufoco da mina deixava a gente doido. Comecei a meter com tudo e a puta gritava como podia com o pau do irmão enchendo a boca dela.
Não deu pra esticar muito. A gente tava muito na pica os dois, então com uns segundos de diferença enchemos a buceta e a boca dela de porra bem grossa e caímos junto com ela na cama. Um de cada lado.
Nacho: Que putinha que tu é, gata.
Anto: e você, que pervertido. comer a sua irmã.
Ela disse enquanto limpava os restos de porra ao redor da boca e passava a outra mão entre as pernas com cara de gatinha satisfeita.
Eu: com uma irmã tão puta que nem você, eu pensaria bem.
Eu falei pra ela e ela riu enquanto chupava os dedos com a porra que tinha escapado da boca dela e da entreperna. Ela beijou a gente com gosto do nosso próprio leite, nos dois, e fez questão de deixar a gente bem excitado. Juntou as duas peças de roupa e foi tomar banho, rebolando aquela bunda enorme pra nós.
Eu: Não sei você, mas pra mim essa reunião foi melhor do que nunca.
Nacho: Sim, e você queria dar em cima das amigas, otário.
Nós rimos, vestimos a roupa e deixamos aquilo como um excesso causado pelo estado dos três.
A verdade é que eu tinha que compartilhar. Foi uma das melhores experiências que tive com esses irmãozinhos incestuosos.
8 comentários - A irmã do meu amigo é uma puta
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Contamos si hubo mas!