Tava louca, louca, não conseguia pensar, pedalei o mais rápido que pude, queria fugir da Reserva, sentia que todo mundo que eu cruzava me olhava, me deixei levar por um tesão, como nunca aconteceu na minha vida, e ainda dei meu cartão profissional pra ele, doida varrida, era uma sensação estranha, por um lado me recriminava por ter sido infiel, a primeira vez na minha vida, e com o Pablo, que era um amor, com um cara que por pouco podia ser meu filho, mesmo sem perguntar nada, certeza que não tinha mais de 20 ou 22 anos.
A gente mora em San Telmo, perto da Reserva. Cheguei em tempo recorde em casa, tirei a roupa, sentia a gozada do Facundo ainda escorrendo entre minhas pernas, quando joguei a calcinha fio dental no cesto da lavanderia, abri o chuveiro, a água quente ia me fazer pensar e me acalmar.
Fiquei debaixo d'água, uns 30 minutos, pensando no que tinha acabado de fazer, se por um lado sentia uma vergonha do caralho, por outro uma sensação nova, diferente, como explicar, aqueles 15 ou 20 minutos de sexo sem freio com certeza tinham mudado minha vida monótona pra sempre. Como olhar na cara do Pablo, ele ia perceber na hora que alguma coisa tava errada comigo, os remorsos me atormentavam, a tarde foi longa, muito longa, não conseguia tirar o Facundo da cabeça, a cara linda dele, o corpo sarado, o pau torto, grosso, como eu tinha sentido, sensações novas, intensas, em 20 minutos gozei três vezes, nunca me aconteceu, nem quando eu era bem novinha.
Me acalmei, pensando que foi algo passageiro, com certeza esse garoto amanhã nem lembra de mim, com as gostosas que ele deve ter à disposição, isso me deixou mais tranquila, certeza que até rasgou e jogou fora o cartão. Ia parar de ir na Reserva por um tempo, só por precaução.
Pablo chegou, cansado, o dia inteiro operando no hospital, esperei ele com uma taça de vinho, pra ele relaxar e não perceber minha cara estranha, mas ele percebeu na hora, "aconteceu alguma coisa?", "não, nada, discuti com a Soriano" (é uma médica chefe). Nossa, na clínica, bem rabugenta), menti.
Jantamos numa boa, contamos o que fizemos durante o dia, falei como de costume que fui na Reserva de bike, que o dia tava maravilhoso, com sol, etc, etc. Já não tinha mais o que contar, nem queria, então desviei a conversa pro trabalho dele, pras cirurgias que ele fez. Tava nessa quando chegou um WhatsApp. Normalmente, como tenho vários grupos, chega um monte, mas não olho na hora, deixo pra quando tiver tranquila, quase nunca é urgência, pra esses casos a gente tem o telefone.
Não me perguntem por que, mas levantei, peguei o celular e quase derrubei a taça que tava na mão.
Uma carinha linda e conhecida, e um número de telefone que dizia:
"Tô te atrapalhando? Só queria te falar que hoje conheci um anjo, e não quero perder ele. Tô pensando em você desde que você foi embora."
Desliguei, não quis ler mais. Depois ia apagar. Acho que o Pablo percebeu que algo tava rolando, porque minha cara deve ter se transformado, e ele perguntou:
P: O que foi, tá com uma cara...
EU: Nada importante, a Laura me contou que o pai da Letícia morreu. Lembra dela, minha colega da faculdade?
P: Lembro sim, mas tá com uma cara...
Menti, isso aconteceu, mas fazia uma semana, e eu nem tinha contado pra ele.
EU: É que eu falei com a Letícia outro dia e ela não disse que o pai tava mal, por isso me surpreendeu. E mudei de assunto.
Não queria ir pro banheiro com o celular, nunca fazia isso. Não via a hora do Pablo ir pra cama pra poder responder e falar pra ele, por favor, não me incomodar mais, que era errado, que eu era uma mulher casada, que foi uma loucura o que eu fiz. O Pablo foi dormir morto de cansaço, eu fiquei sozinha, abri o celular e não falei nada, só um "oi".
EU: Oi, cê tá louco? Tava com meu marido.
F: Já conheci ele pela foto.
A fotinho do WhatsApp, que somos nós dois.
EU: Sabe que você me compromete? Nunca mais me manda nada nesse horário. Já tava dizendo que queria que ele continuasse. escrevendo, mas não nessa hora, éguaaa eu
F: e aí, doutora?? bom, pelo menos fico tranquila, porque não sei se você ficou sabendo, mas a gente fez no pelo hoje
EU: o que a gente fez hoje foi uma loucura minha, que nunca mais vai se repetir, não sei o que tava pensando, eu não sou assim, não se engana, aliás, tô arrependida de ter te dado o cartão
F: Naty, me desculpa, não pensei que te incomodava tanto, justamente porque você me deu o cartão, pensei... não quero te chatear, não vou fazer mais, mas não quero te atrapalhar, só que, já fiquei com muitas minas, mas o de hoje foi único, era isso que eu queria te dizer, você é única.
EU: Facu, você é novo, eu sou uma coroa pra você, podemos ser amigos se quiser, mas com cuidado, não ia gostar que descobrissem que eu tô pervertendo menor, só amigos, aliás, quantos anos você tem?
F: 22, estudo engenharia, e trabalho com meu pai numa loja de ferragens industrial da família.
EU: Vinte e doiss, eu tenho muito mais
F: não me importa nem me interessa quantos a mais, você é maravilhosa, tem um corpo que muitas da minha idade iam querer, o de hoje foi mágico pra mim
Esse garoto sabia como tratar uma mulher, sem dúvida, com argumentos ele desmontava tudo que eu podia falar, senti de novo aquele frio na barriga, tava louca mas tava gostando,
EU: não seja puxa-saco, não esquece que sou casada, meu marido agora dorme a três metros de onde eu tô
F: também é médico??
EU: sim
F: mora perto da reserva?
EU: sim, San Telmo
F: a gente fica perto, eu em Puerto Madero. ainda com meus pais. hahaha
EU: por isso a reserva?
F: sim, vou direto, em que parte de San Telmo você tá?
De novo, idiota que sou, podia ter falado qualquer lugar, mas falei a rua e o número
EU: Defesa, 500
ELE: a gente mora a 10 quadras
EU: sim, mas nunca tô pela área, trabalho numa clínica em Palermo e num hospital na zona norte também
só terça-feira tenho um tempo livre como hoje
Tava feliz de conversar com ele, era legal, mas nessa última parte ele não respondeu, pensei Cansou de uma coroa como eu, de ouvir as meninas da idade dele falarem... até vi que ele leu minha última mensagem, mas não tive resposta.
Fui no banheiro escovar os dentes, eram 11 e tava com sono, já ia dormir, de novo o WhatsApp.
ELE: oi de novo, tô na defensa 500, cê desce???
EU: cê tá loucooooooo, que cara folgado, te dei meu endereço, mas não pra tu vir, como cê chegou tão rápido?
ELE: de carro, a gente tá a 10 quadras, só quero te ver, te vejo uma vez e nunca mais te encho o saco, vaiii
EU: não, não posso descer, meu marido tá dormindo, cê tá louco mesmo, vai embora
ELE: vou ficar aqui dormindo no carro até tu sair amanhã, e te vejo, é um minuto, hoje a gente se viu que nem um relâmpago, quero ver teus olhos, mais de boa, vai, desce, te vejo e vou embora, por favor, sim sim
EU: me dá um minuto
Tava louca., já sabia, mas alguma coisa me pegava nesse cara e queria me livrar dele o mais rápido possível, não podia ser um moleque de 22 anos, bagunçar minha vida, assim do nada, eu, que era a mulher mais centrada do grupo de amigas da faculdade, a mais séria, me criticavam, e aqui tava, arrastada por um pivete pra cometer outra loucura.
Fui pro quarto, conferi que o Pablo roncava que nem um anjo, me troquei, com uma coisa leve, uma calça de ginástica folgada e uma camiseta, não tava de sutiã em casa, nem coloquei, passei o número exato do meu endereço, arrumei o cabelo com as mãos, passei um batom nos lábios, me olhei no espelho, tava gostosa, tinha saído dos meus eixos, com certeza, mas desci............
Meu prédio é antigo, como quase todos em San Telmo, com elevador de grade no meio de uma escada caracol que rodeia ele, de mármore, mora pouca gente, quase tudo idoso, nessa hora é difícil alguém vir no prédio, ainda mais numa terça à noite.
Desci e lá tava ele na porta, que gostoso que era, com uma camiseta cinza, uma calça jeans que marcava tudo, era um tesão, fiz ele entrar no hall,
EU: oi, bom, aqui tô você tem, a doutora devoradora de bebês
ELE: você é divina, que sorte que tive hoje, você é tão gostosa, fiquei tão vidrado em você, que não consigo dormir sem te ver de novo
EU: Facu, não vamos nos enganar, o de hoje foi único, eu também curti pra caralho, mas você sabe que não pode continuar, foi assim, não sei como saiu, nunca fiz, juro, mas saiu, aproveitei, muito, mas é isso..
Enquanto eu dizia tudo isso, ele me olhava com aqueles olhos penetrantes, se aproximou e ali no hall do meu prédio, me deu um beijo, suave, com minha boca fechada, gosto muito de você, Naty, desculpa, e se afastou. Tem uma segunda porta no prédio, e depois o elevador, arrastei ele até atrás daquela porta, que já não dá pra ver da rua, abracei ele com toda minha força e chupei ele com gosto, tava com tanta vontade de repetir..
Me abaixei e desabotoei a calça dele, tirei a piroca morena, grossa, linda, coloquei na minha boca saboreando com minha língua, sentindo ainda como crescia, e quando senti que tava dura o suficiente, comecei a chupar freneticamente com movimento de pescoço, tentando roçar o máximo com meus lábios e língua. Quando cansava, tentava engolir o máximo até as lágrimas escorrerem e começava de novo. A surpresa dele virou rapidamente numa espécie de gemidos, mais pelo tesão da situação do que pela qualidade do meu boquete, mas pelo menos ele gostava e tava curtindo. Cansava da posição, então me apoiei na parede puxando as bolas dele pra que ele mesmo marcasse o ritmo com a cintura. Ele começou a foder minha boca bem fundo. Nunca tinham metido tanta piroca na minha boca. A baba escorria pelo meu queixo, a camiseta tava encharcada, embora ele só roçasse a mão por cima da calça.
Senti ele gozar no fundo da minha garganta, seis ou sete vezes, tentei engolir tudo, não queria deixar escapar nada, fiquei com a piroca na boca um tempão, chupando, limpando, até perder a rigidez. Levantei, dei um beijo nele com gosto de sêmen, e levei ele até a Porta,
EU: agora pra sua casa, sem reclamar, outro dia a gente conversa
Ele ficou mudo, me olhando meio besta
F: você é mais que divina, foi sensacional, quando te vejo, quero te foder devagar e por muito tempo,
EU: por hoje se contenta com isso, amanhã é outro dia, dei um beijinho e mandei ele embora.
Subi, entrei no chuveiro e me masturbei, desesperada, tava precisando disso...
A gente mora em San Telmo, perto da Reserva. Cheguei em tempo recorde em casa, tirei a roupa, sentia a gozada do Facundo ainda escorrendo entre minhas pernas, quando joguei a calcinha fio dental no cesto da lavanderia, abri o chuveiro, a água quente ia me fazer pensar e me acalmar.
Fiquei debaixo d'água, uns 30 minutos, pensando no que tinha acabado de fazer, se por um lado sentia uma vergonha do caralho, por outro uma sensação nova, diferente, como explicar, aqueles 15 ou 20 minutos de sexo sem freio com certeza tinham mudado minha vida monótona pra sempre. Como olhar na cara do Pablo, ele ia perceber na hora que alguma coisa tava errada comigo, os remorsos me atormentavam, a tarde foi longa, muito longa, não conseguia tirar o Facundo da cabeça, a cara linda dele, o corpo sarado, o pau torto, grosso, como eu tinha sentido, sensações novas, intensas, em 20 minutos gozei três vezes, nunca me aconteceu, nem quando eu era bem novinha.
Me acalmei, pensando que foi algo passageiro, com certeza esse garoto amanhã nem lembra de mim, com as gostosas que ele deve ter à disposição, isso me deixou mais tranquila, certeza que até rasgou e jogou fora o cartão. Ia parar de ir na Reserva por um tempo, só por precaução.
Pablo chegou, cansado, o dia inteiro operando no hospital, esperei ele com uma taça de vinho, pra ele relaxar e não perceber minha cara estranha, mas ele percebeu na hora, "aconteceu alguma coisa?", "não, nada, discuti com a Soriano" (é uma médica chefe). Nossa, na clínica, bem rabugenta), menti.
Jantamos numa boa, contamos o que fizemos durante o dia, falei como de costume que fui na Reserva de bike, que o dia tava maravilhoso, com sol, etc, etc. Já não tinha mais o que contar, nem queria, então desviei a conversa pro trabalho dele, pras cirurgias que ele fez. Tava nessa quando chegou um WhatsApp. Normalmente, como tenho vários grupos, chega um monte, mas não olho na hora, deixo pra quando tiver tranquila, quase nunca é urgência, pra esses casos a gente tem o telefone.
Não me perguntem por que, mas levantei, peguei o celular e quase derrubei a taça que tava na mão.
Uma carinha linda e conhecida, e um número de telefone que dizia:
"Tô te atrapalhando? Só queria te falar que hoje conheci um anjo, e não quero perder ele. Tô pensando em você desde que você foi embora."
Desliguei, não quis ler mais. Depois ia apagar. Acho que o Pablo percebeu que algo tava rolando, porque minha cara deve ter se transformado, e ele perguntou:
P: O que foi, tá com uma cara...
EU: Nada importante, a Laura me contou que o pai da Letícia morreu. Lembra dela, minha colega da faculdade?
P: Lembro sim, mas tá com uma cara...
Menti, isso aconteceu, mas fazia uma semana, e eu nem tinha contado pra ele.
EU: É que eu falei com a Letícia outro dia e ela não disse que o pai tava mal, por isso me surpreendeu. E mudei de assunto.
Não queria ir pro banheiro com o celular, nunca fazia isso. Não via a hora do Pablo ir pra cama pra poder responder e falar pra ele, por favor, não me incomodar mais, que era errado, que eu era uma mulher casada, que foi uma loucura o que eu fiz. O Pablo foi dormir morto de cansaço, eu fiquei sozinha, abri o celular e não falei nada, só um "oi".
EU: Oi, cê tá louco? Tava com meu marido.
F: Já conheci ele pela foto.
A fotinho do WhatsApp, que somos nós dois.
EU: Sabe que você me compromete? Nunca mais me manda nada nesse horário. Já tava dizendo que queria que ele continuasse. escrevendo, mas não nessa hora, éguaaa eu
F: e aí, doutora?? bom, pelo menos fico tranquila, porque não sei se você ficou sabendo, mas a gente fez no pelo hoje
EU: o que a gente fez hoje foi uma loucura minha, que nunca mais vai se repetir, não sei o que tava pensando, eu não sou assim, não se engana, aliás, tô arrependida de ter te dado o cartão
F: Naty, me desculpa, não pensei que te incomodava tanto, justamente porque você me deu o cartão, pensei... não quero te chatear, não vou fazer mais, mas não quero te atrapalhar, só que, já fiquei com muitas minas, mas o de hoje foi único, era isso que eu queria te dizer, você é única.
EU: Facu, você é novo, eu sou uma coroa pra você, podemos ser amigos se quiser, mas com cuidado, não ia gostar que descobrissem que eu tô pervertendo menor, só amigos, aliás, quantos anos você tem?
F: 22, estudo engenharia, e trabalho com meu pai numa loja de ferragens industrial da família.
EU: Vinte e doiss, eu tenho muito mais
F: não me importa nem me interessa quantos a mais, você é maravilhosa, tem um corpo que muitas da minha idade iam querer, o de hoje foi mágico pra mim
Esse garoto sabia como tratar uma mulher, sem dúvida, com argumentos ele desmontava tudo que eu podia falar, senti de novo aquele frio na barriga, tava louca mas tava gostando,
EU: não seja puxa-saco, não esquece que sou casada, meu marido agora dorme a três metros de onde eu tô
F: também é médico??
EU: sim
F: mora perto da reserva?
EU: sim, San Telmo
F: a gente fica perto, eu em Puerto Madero. ainda com meus pais. hahaha
EU: por isso a reserva?
F: sim, vou direto, em que parte de San Telmo você tá?
De novo, idiota que sou, podia ter falado qualquer lugar, mas falei a rua e o número
EU: Defesa, 500
ELE: a gente mora a 10 quadras
EU: sim, mas nunca tô pela área, trabalho numa clínica em Palermo e num hospital na zona norte também
só terça-feira tenho um tempo livre como hoje
Tava feliz de conversar com ele, era legal, mas nessa última parte ele não respondeu, pensei Cansou de uma coroa como eu, de ouvir as meninas da idade dele falarem... até vi que ele leu minha última mensagem, mas não tive resposta.
Fui no banheiro escovar os dentes, eram 11 e tava com sono, já ia dormir, de novo o WhatsApp.
ELE: oi de novo, tô na defensa 500, cê desce???
EU: cê tá loucooooooo, que cara folgado, te dei meu endereço, mas não pra tu vir, como cê chegou tão rápido?
ELE: de carro, a gente tá a 10 quadras, só quero te ver, te vejo uma vez e nunca mais te encho o saco, vaiii
EU: não, não posso descer, meu marido tá dormindo, cê tá louco mesmo, vai embora
ELE: vou ficar aqui dormindo no carro até tu sair amanhã, e te vejo, é um minuto, hoje a gente se viu que nem um relâmpago, quero ver teus olhos, mais de boa, vai, desce, te vejo e vou embora, por favor, sim sim
EU: me dá um minuto
Tava louca., já sabia, mas alguma coisa me pegava nesse cara e queria me livrar dele o mais rápido possível, não podia ser um moleque de 22 anos, bagunçar minha vida, assim do nada, eu, que era a mulher mais centrada do grupo de amigas da faculdade, a mais séria, me criticavam, e aqui tava, arrastada por um pivete pra cometer outra loucura.
Fui pro quarto, conferi que o Pablo roncava que nem um anjo, me troquei, com uma coisa leve, uma calça de ginástica folgada e uma camiseta, não tava de sutiã em casa, nem coloquei, passei o número exato do meu endereço, arrumei o cabelo com as mãos, passei um batom nos lábios, me olhei no espelho, tava gostosa, tinha saído dos meus eixos, com certeza, mas desci............
Meu prédio é antigo, como quase todos em San Telmo, com elevador de grade no meio de uma escada caracol que rodeia ele, de mármore, mora pouca gente, quase tudo idoso, nessa hora é difícil alguém vir no prédio, ainda mais numa terça à noite.
Desci e lá tava ele na porta, que gostoso que era, com uma camiseta cinza, uma calça jeans que marcava tudo, era um tesão, fiz ele entrar no hall,
EU: oi, bom, aqui tô você tem, a doutora devoradora de bebês
ELE: você é divina, que sorte que tive hoje, você é tão gostosa, fiquei tão vidrado em você, que não consigo dormir sem te ver de novo
EU: Facu, não vamos nos enganar, o de hoje foi único, eu também curti pra caralho, mas você sabe que não pode continuar, foi assim, não sei como saiu, nunca fiz, juro, mas saiu, aproveitei, muito, mas é isso..
Enquanto eu dizia tudo isso, ele me olhava com aqueles olhos penetrantes, se aproximou e ali no hall do meu prédio, me deu um beijo, suave, com minha boca fechada, gosto muito de você, Naty, desculpa, e se afastou. Tem uma segunda porta no prédio, e depois o elevador, arrastei ele até atrás daquela porta, que já não dá pra ver da rua, abracei ele com toda minha força e chupei ele com gosto, tava com tanta vontade de repetir..
Me abaixei e desabotoei a calça dele, tirei a piroca morena, grossa, linda, coloquei na minha boca saboreando com minha língua, sentindo ainda como crescia, e quando senti que tava dura o suficiente, comecei a chupar freneticamente com movimento de pescoço, tentando roçar o máximo com meus lábios e língua. Quando cansava, tentava engolir o máximo até as lágrimas escorrerem e começava de novo. A surpresa dele virou rapidamente numa espécie de gemidos, mais pelo tesão da situação do que pela qualidade do meu boquete, mas pelo menos ele gostava e tava curtindo. Cansava da posição, então me apoiei na parede puxando as bolas dele pra que ele mesmo marcasse o ritmo com a cintura. Ele começou a foder minha boca bem fundo. Nunca tinham metido tanta piroca na minha boca. A baba escorria pelo meu queixo, a camiseta tava encharcada, embora ele só roçasse a mão por cima da calça.
Senti ele gozar no fundo da minha garganta, seis ou sete vezes, tentei engolir tudo, não queria deixar escapar nada, fiquei com a piroca na boca um tempão, chupando, limpando, até perder a rigidez. Levantei, dei um beijo nele com gosto de sêmen, e levei ele até a Porta,
EU: agora pra sua casa, sem reclamar, outro dia a gente conversa
Ele ficou mudo, me olhando meio besta
F: você é mais que divina, foi sensacional, quando te vejo, quero te foder devagar e por muito tempo,
EU: por hoje se contenta com isso, amanhã é outro dia, dei um beijinho e mandei ele embora.
Subi, entrei no chuveiro e me masturbei, desesperada, tava precisando disso...
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