Tocando a Glória em Sydney… (V)




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Próximo postGloria me olhava tensa, agarrada na outra ponta do sofá. Os olhinhos azuis dela brilhavam e os lábios tremiam de nervoso. Já eu, vendo ela daquele jeito, me desmontava por inteiro.

— Não vou negar que tenho vontade de transar com você! — confessei de algum jeito. — Mas sei que te incomoda a parada do Oscar… e você pode me dizer não.

Lembro que naquela hora, sentia que tava perdendo a cabeça.

— Caralho, hoje eu passei a mão na sua bunda! — falei pra mim mesmo, olhando pra minha mão sem acreditar.

Acho que Gloria me olhava confusa, mas ao mesmo tempo, satisfeita. Era a primeira vez que eu realmente não sabia o que fazer ou dizer na frente dela…

Mas aí, depois de suspirar e me acalmar um pouco, coloquei meus sentimentos pra fora de um jeito coerente.

— Gloria, você me dá tesão! — confessei sem rodeios, olhando nos olhos dela. — E adoraria te comer, agora, aproveitando que a gente tá junto e sozinho… mas se você disser que não, vou entender…

Ela também ficou meio atordoada com minhas palavras e precisou de uns segundos pra responder.

*— Chefe, o senhor é casado! E eu… tô com o Oscar! — respondeu, sem me dar um não.

Meu coração deu um pulo e eu sorri de novo…

— Eu sei!… E sei que se um deles tivesse aqui, eu não taria te pedindo isso!… Mas pelo menos, adoraria provar um dos seus beijos…

E apesar de minhas palavras deixarem ela desconfortável, dava pra perceber só nos gestos dela, não na linguagem corporal.

Tipo, ela tava sentada na outra ponta do sofá branco de três lugares, com os braços esticados na borda e as pernas dobradas, formando tipo um “C”, diferente de uma posição mais defensiva, onde ela esconderia os atributos pra eu não ficar olhando com tesão, o que não era o caso.

Mesmo assim, esses gestos me preocupavam e ao mesmo tempo soltavam minha língua sem eu conseguir controlar.

— Esses dias que fiquei te preparando… por pouco não perdi a cabeça.

Ela me olhou com mais atenção e um sorriso suave começou a se formar na seus lindos e apetitosos lábios.

—Você tinha um aroma maravilhoso! — falei, sentando na outra ponta do sofá, com os ombros encolhidos e mais desamparado que ela. — Seu cabelo cheirava a coco e, em outros dias, a maçã; seu perfume era suave e atraente, e o brilho e o cheiro dos seus lábios me lembravam morangos…

(Na verdade, foi a Marisol quem percebeu isso. Como já mencionei, naqueles dias eu tinha que contar pra minha mulher o que fazia com minha secretária e descrever como ela estava vestida. Minha esposa, sorrindo, me perguntou se os lábios dela brilhavam de um jeito especial naqueles dias em que cheiravam a morango, e sentiu uma satisfação enorme quando confirmei. Então, ela me explicou que era um tipo de gloss que deixa os lábios “beijáveis”. Quando perguntei por que ela não usava, minha esposa corou com o mais lindo e saudável tom rosado nas bochechas e respondeu que não usava por dois motivos: porque já gostava dos beijos que eu dava e porque outros homens também achariam chamativo.)

—E sei que vai soar mal… mas meus olhos seguiam sua bunda quando você se inclinava… e algumas vezes, quando revisava seu trabalho, também me perdia no decote dos seus peitos…

Foi aí que a Gloria mudou de posição, apoiando os braços nos joelhos e brincando com os dedos, com um sorriso lindo. Ela ainda não dizia nada, e aqueles lábios continuavam me hipnotizando.

—Olha, sei que é uma obsessão minha e que não vai me deixar em paz até eu fazer isso! — falei, tomando uma decisão definitiva. — Gloria, somos adultos… e um beijo não pode significar nada entre nós… mas acredite, não vou ficar tranquilo se não fizer isso…

E, embora na hora eu não tenha processado direito, ela olhou para o lado e, discretamente, começou a lamber os lábios.

*—Só um beijo?* — perguntou ela, corada de um jeito delicioso, quando olhou pra mim de novo.

—Só um beijo… — respondi, mas ao vê-la tão disposta, não consegui evitar soltar um suspiro e completar. e depois, a gente vê o que mais rola…

A gente começou a se aproximar devagar, nervosos. Dava pra sentir cada micrômetro de desespero, só pra conseguir aquele contato, e aí o beijo veio suave, delicioso e tranquilo.

Quando expliquei pra Marisol, falei que foi como um banco de neblina, que te pega de surpresa e bagunça seus sentidos. Nossos lábios só se roçavam, e eu comparava com a abertura de uma peça magnífica de música, ou em termos que minha esposa pudesse entender, tipo a nata de um sorvete com recheio de chocolate.

No começo, não teve língua, só um jogo sedutor de sugadas entre nossos lábios, e sinceramente, me senti em paz.

A língua chegou quando os lábios dela começaram a se abrir um pouco mais. Na real, foi a minha que foi visitar, mas a gente tava imerso numa atmosfera sem igual. Não teve rejeição, e dava pra ver, nos olhos fechados dela, que ela tava curtindo tanto quanto eu. Nossa respiração era calma, sem pressa, e naqueles momentos, nossas mãos estavam congeladas no ar, indecisas se a gente queria parar o que tava rolando entre nós.

Forcei minha cabeça um pouco, virando a dela pra baixo, porque queria acariciar a língua calma dela com a minha. Como eu esperava, a saliva dela tinha um gostinho sutil de morango, que foi se misturando devagar com a nossa saliva.

Aquele beijo pareceu eterno, mas no máximo deve ter durado um minuto. Mas quando expliquei pra minha esposa, falei o quanto me lembrava o primeiro beijo dela e como os lábios de Marisol ficaram grudados nos meus, num laço.

Por sua vez, Marisol me confessou que aquele primeiro beijo que a gente deu fez ela gozar. Corada, linda e como a amiga tímida que eu dava aula, ela revelou que tinha esperado tanto tempo por aquele momento mágico que "se entregou toda". Sorrindo, preciosa e gostosa, reconheceu que se eu tivesse tentado pegar a virgindade dela, ela teria deixado… mas pra aquele encontro maravilhoso, Passariam alguns meses.

A culminação daquele beijo também foi eterna. Eu contava os séculos, enquanto nossos rostos se separavam.

Gloria estava em êxtase. Os olhos dela continuavam fechados e a respiração dela permanecia lenta, tendo aproveitado o que rolou entre nós.

— Isso foi melhor do que eu esperava! — confessei, quase num sussurro.

— *Sim, foi sim!* — reconheceu ela.

— Você se importaria se eu te beijar de novo?

— *Não!* — respondeu ela, inconsciente do que tinha acontecido, e eu parti pra cima, antes que ela se arrependesse.

Marisol riu quando eu disse que o segundo dela foi como “nosso segundo beijo”: o sabor da boca da que acabou se tornando minha mulher me encantou e, inesperado pra ela, eu a beijei de novo com mais ansiedade.

A diferença, isso sim, foi que nessa oportunidade, minhas mãos sabiam o que fazer com uma mulher e tinham certeza do que procuravam.

Forcei ela de novo pro outro lado do sofá, com minhas mãos apalpando os ombros dela e tateando os lados, até chegar nos peitos dela.

— Desculpa, Gloria, não consigo evitar! — falei pra ela, embora, mais uma vez, ela não ligasse.

Ela se deixava levar pelos meus lábios e apoiava os braços nos meus ombros, pra impedir que a gente se separasse.

Comecei a descobrir ela de forma apressada e, exatamente como eu tinha imaginado de manhã, um lindo sutiã branco anunciava o tesão que escondia por dentro.

Minhas mãos, febris e suadas, acariciavam aquelas estruturas maleáveis, arrancando dela suspiros leves que eram processados pela minha boca, ao notar como a língua dela se esfregava na minha.

Comecei a lamber ela pelos lados do rosto, numa cavalgada louca e quente em direção ao pescoço dela, igual faço com a Marisol, e ela se agarrava mais nas minhas costas e suspirava agradecida, no meu ombro.

Quando liberei a peça que cobria a intimidade dela, fiquei pasmo vendo eles: eram dois pezinhos lindos, com bicos em formato de chupeta, do tamanho das falanges dos meus dedinhos.

Eles tinham um rosa Impolluto. Como se nunca um par de lábios tivesse pousado neles.

Glória me olhava curiosa pela minha atitude…

— Glória, se você não tivesse o Oscar, eu morderia eles até deixar marcas! — avisei, hipnotizado.

E parti pra cima rapidamente, beijando sem parar o contorno deles. Minha secretária reclamava gostoso e, sem perceber, abriu as pernas, me dando campo aberto pra mão suada que se enfiava por baixo da saia dela.

Glória soltou um gemido esplêndido ao sentir meu anelar e o dedo do meio entrarem na sua fenda encharcada, desviando habilmente da calcinha que guardava sua feminilidade. Eu levava um ritmo enérgico, enquanto bombardeava a maior superfície dos seus peitos puritanos e lambia com a ponta da língua a ponta dos mamilos dela, fazendo-a vibrar de prazer.

Ela estava de pernas abertas e eu já bombeava a seco sobre minha secretária, que soltava mais e mais suspiros conforme meus dedos avançavam lá dentro.

E foi então que senti um orgasmo poderoso, iminente e longo, onde enfiei meus dedos até o fundo e os mantive dentro dela, enquanto ela gozava estrepitosamente na minha mão.

Não deixei que ela se soltasse e acompanhei seus movimentos, o que a fez literalmente uivar de tesão. Os espasmos foram violentos e a sucção, poderosa, mas como toda grande tempestade feminina, terminou com uma beleza incrível e relaxada no rosto dela.

O cabelo dela estava bagunçado e o sorriso, jubiloso. Eu podia me sentir satisfeito…

Continuei beijando ela um pouco mais, esfregando minha hombridade presa na entreperna dela. Ela não reclamava, porque estava muito entretida me beijando sem parar, e minhas mãos já tinham levantado a saia deliciosa dela e aproveitavam pra agarrar as coxas exuberantes dela com total liberdade.

— Bem, Glória! — anunciei, após um longo suspiro… — até aqui posso ir.

*Por quê, Chefe? Já acabou? — perguntou, claramente alterada.

E de fato, era tanto o terror dela, que não me restavam dúvidas de que ela teve Experiências frustrantes no passado.

— Não, pelo contrário! — esclareci, pegando na mão dela para que me apalpasse. — Se eu continuar te beijando, vou ter que usar camisinhas e elas estão no meu quarto…

E depois de fazer uma breve expressão com os olhos, como se a ideia de usar preservativos nunca tivesse passado pela cabeça dela, seus lindos olhos se arregalaram de espanto ao sentir que a mais forte das minhas irritações se queixava dolorosa e terrivelmente inchada dentro da minha calça, exigindo ser libertada na hora.
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1 comentários - Tocando a Glória em Sydney… (V)

de locura! eso si es tocar la gloria y un poquito de cielo, un abrazo y pasenla bien
saludos
La gloria, el cielo, las estrellas y los angeles. Un abrazo, mi amigo y fuerza por allá.