Olá, me atrevi a escrever essa história, porque, sinceramente, mesmo tendo amigas, nunca teria coragem de contar pra elas o que aconteceu comigo na Reserva Ecológica. Pra ninguém. Às vezes leio em outras histórias que entre amigas se conta tudo e cada coisa!!!!, mas não acredito. Não é fácil contar com todos os detalhes pra alguém, por mais amiga que seja, que você traiu seu marido assim, do nada, e ainda mais do jeito que aconteceu comigo. Não é meu estilo e eu nunca contaria.
Primeiramente, vou contar mais ou menos quem sou. Meu nome verdadeiro é Natália, 36 anos, casada há 5 com Pablo, 39, da mesma profissão que eu. Na verdade, nos conhecemos bem jovens no trabalho. Ainda não temos filhos. O nosso é muito estressante, vivemos o dia todo na correria, então fomos adiando a decisão de ser pais. Acho que sou uma mulher bonita, cabelo curto, castanho bem claro, olhos esverdeados, tenho um corpo bonito, meço 1,65 descalça e peso 59 kg, bem distribuídos. Pelo meu visual, hahaha, o que mais se destaca é minha bunda, que é bem durinha. A única atividade física que faço desde pequena é ciclismo. Amo andar de bike, e nos dias de folga ou nas tardes quando posso, saio pra matar a vontade. Isso herdei do meu pai, que era ciclista amador, participava de corridas e tal. Tenho uns peitos de dar água na boca, segundo meu marido, tamanho 95, com auréolas grandes e escuras, e dois biquinhos que são meu ponto fraco. O gaúcho do Pablo sabe disso e me deixa louca quando aperta eles com força. Hoje temos uma vida sexual normal, umas duas vezes por semana. Antes era quase todo dia, mas é assim, hahaha, nos casamentos. Mas somos abertos na cama, gostamos de nos satisfazer mutuamente. Só que a rotina, o trabalho, o normal de quase todos os casais que conheço, foram diminuindo a atividade sexual.
Pelo meu uniforme de trabalho, não fico mostrando minhas qualidades. Dá pra ver que tenho um corpo bom, mas como é solto, não provoco, então passo despercebida. despercebida, já com meu traje de ciclista, roupa de lycra, justa e na altura da coxa, fica muito bem em mim, aí sim, recebo todo tipo de cantada, como toda mulher gosta, desde que não sejam grossos, eu tolero. Quando estou na bike, os motoristas às vezes são o problema, se puderem, te dão uma mão e saem correndo, babacas e covardes. Então, tento ir geralmente para a Reserva Ecológica, é ideal porque você fica protegida e confortável, é muito bem cuidada, e durante a semana, quando costumo ir, normalmente está vazia, principalmente lá pelas 3 da tarde. Faço os 9 km ao redor e às vezes dou duas voltas, volto mais relaxada e de quebra fortaleço minhas pernas e o booty, recomendo para todas as mulheres.
Uns meses atrás, o calorzinho estava começando, o dia estava ideal, então saí para pedalar. Cheguei na entrada sul, tem escada, então você tem que descer da bike para subi-la. Caminhei uns cem metros até um banco de praça, queria arrumar as meias e os tênis antes de começar. Estava nisso, com a perna apoiada em cima do assento, minha bunda bem exposta, não percebi esse descuido, até que senti alguém vindo correndo. Dava para ouvir bem porque a rua é de pedrinhas, fazem muito barulho quando correm. Eu amarrando os cadarços, virei para ver quem era, e vi: um espécime lindo, correndo, um físico muito trabalhado, costas largas, uns músculos que impressionavam, com o torso descoberto, sem camisa, só com a calça de corrida, que como vocês sabem, é bem pequena, o que fazia sobressair umas coxas de jogador de futebol excitantes. Fiquei tão impressionada que não consegui ver bem o rosto dele, era jovem, mas aquele físico me deixou tão besta que não tive tempo de olhar direito para a cara. Ele sim olhou bem para a minha bunda, quando eu tentei olhar nos olhos dele, ele acelerou e desapareceu da minha vista. Naquele momento, estávamos a uns 20 metros um do outro.
Aqui tenho que esclarecer uma coisa, juro e rejuro, que nunca, nem Quando eu era bem novinha, fiquei tão hipnotizada por um cara, não sei se era o momento certo, ou se eu tava com tesão, ou o que passou pela minha cabeça, mas juro que em questão de segundos, percebi que minha buceta ficou molhada. Isso nunca tinha acontecido. Respirei fundo, estiquei os braços e saí andando, tentando tirar da mente o que acabara de ver. Como vocês podem imaginar, cinco minutos depois ele já tava correndo a 100 metros na minha frente. Me aproximei sem acelerar o passo e pude estudar cada detalhe do corpo dele — era perfeito. Os músculos dele se contraíam, ele suava, e isso dava um brilho exótico nas costas dele. Era um macho alfa, em todos os sentidos, pelo menos fisicamente. "Se acalma, Naty", eu dizia pra mim mesma, "você tá louca, seguindo um cara igual uma doida tarada. Você é casada, não é assim." Mas o que tava rolando comigo era muito forte, e o sol tava cada vez mais quente.
Primeiramente, vou contar mais ou menos quem sou. Meu nome verdadeiro é Natália, 36 anos, casada há 5 com Pablo, 39, da mesma profissão que eu. Na verdade, nos conhecemos bem jovens no trabalho. Ainda não temos filhos. O nosso é muito estressante, vivemos o dia todo na correria, então fomos adiando a decisão de ser pais. Acho que sou uma mulher bonita, cabelo curto, castanho bem claro, olhos esverdeados, tenho um corpo bonito, meço 1,65 descalça e peso 59 kg, bem distribuídos. Pelo meu visual, hahaha, o que mais se destaca é minha bunda, que é bem durinha. A única atividade física que faço desde pequena é ciclismo. Amo andar de bike, e nos dias de folga ou nas tardes quando posso, saio pra matar a vontade. Isso herdei do meu pai, que era ciclista amador, participava de corridas e tal. Tenho uns peitos de dar água na boca, segundo meu marido, tamanho 95, com auréolas grandes e escuras, e dois biquinhos que são meu ponto fraco. O gaúcho do Pablo sabe disso e me deixa louca quando aperta eles com força. Hoje temos uma vida sexual normal, umas duas vezes por semana. Antes era quase todo dia, mas é assim, hahaha, nos casamentos. Mas somos abertos na cama, gostamos de nos satisfazer mutuamente. Só que a rotina, o trabalho, o normal de quase todos os casais que conheço, foram diminuindo a atividade sexual.
Pelo meu uniforme de trabalho, não fico mostrando minhas qualidades. Dá pra ver que tenho um corpo bom, mas como é solto, não provoco, então passo despercebida. despercebida, já com meu traje de ciclista, roupa de lycra, justa e na altura da coxa, fica muito bem em mim, aí sim, recebo todo tipo de cantada, como toda mulher gosta, desde que não sejam grossos, eu tolero. Quando estou na bike, os motoristas às vezes são o problema, se puderem, te dão uma mão e saem correndo, babacas e covardes. Então, tento ir geralmente para a Reserva Ecológica, é ideal porque você fica protegida e confortável, é muito bem cuidada, e durante a semana, quando costumo ir, normalmente está vazia, principalmente lá pelas 3 da tarde. Faço os 9 km ao redor e às vezes dou duas voltas, volto mais relaxada e de quebra fortaleço minhas pernas e o booty, recomendo para todas as mulheres.
Uns meses atrás, o calorzinho estava começando, o dia estava ideal, então saí para pedalar. Cheguei na entrada sul, tem escada, então você tem que descer da bike para subi-la. Caminhei uns cem metros até um banco de praça, queria arrumar as meias e os tênis antes de começar. Estava nisso, com a perna apoiada em cima do assento, minha bunda bem exposta, não percebi esse descuido, até que senti alguém vindo correndo. Dava para ouvir bem porque a rua é de pedrinhas, fazem muito barulho quando correm. Eu amarrando os cadarços, virei para ver quem era, e vi: um espécime lindo, correndo, um físico muito trabalhado, costas largas, uns músculos que impressionavam, com o torso descoberto, sem camisa, só com a calça de corrida, que como vocês sabem, é bem pequena, o que fazia sobressair umas coxas de jogador de futebol excitantes. Fiquei tão impressionada que não consegui ver bem o rosto dele, era jovem, mas aquele físico me deixou tão besta que não tive tempo de olhar direito para a cara. Ele sim olhou bem para a minha bunda, quando eu tentei olhar nos olhos dele, ele acelerou e desapareceu da minha vista. Naquele momento, estávamos a uns 20 metros um do outro.
Aqui tenho que esclarecer uma coisa, juro e rejuro, que nunca, nem Quando eu era bem novinha, fiquei tão hipnotizada por um cara, não sei se era o momento certo, ou se eu tava com tesão, ou o que passou pela minha cabeça, mas juro que em questão de segundos, percebi que minha buceta ficou molhada. Isso nunca tinha acontecido. Respirei fundo, estiquei os braços e saí andando, tentando tirar da mente o que acabara de ver. Como vocês podem imaginar, cinco minutos depois ele já tava correndo a 100 metros na minha frente. Me aproximei sem acelerar o passo e pude estudar cada detalhe do corpo dele — era perfeito. Os músculos dele se contraíam, ele suava, e isso dava um brilho exótico nas costas dele. Era um macho alfa, em todos os sentidos, pelo menos fisicamente. "Se acalma, Naty", eu dizia pra mim mesma, "você tá louca, seguindo um cara igual uma doida tarada. Você é casada, não é assim." Mas o que tava rolando comigo era muito forte, e o sol tava cada vez mais quente.
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