Estudo arquitectura e tinha que fazer um trabalho prático com uma amiga, fui à sua casa procurá-la. Saiu seu pai e me disse que ela havia saído da cidade de urgência e não pôde avisar-me, um parente havia falecido e que havia ido com a mãe. Le dei que eu sentia. Me despedi e fui para casa. Meus pais haviam saído e eles tinham as chaves de casa, coisa que me esqueci em uma campera. Assim tive que armear-me de paciência para esperá-los na praça frente à casa da minha amiga.
O céu se havia nublado, estava próximo de chover. Enquanto isso saiu Osky, o pai da minha amiga que havia viajado. Ia comprar. Me olhou e me saudou. Ao retornar a sua casa viu que eu ainda me encontrava ali. Me perguntou se não estava molhando, pois havia começado a cair uma suave chuvisca. Me perguntou se meus pais haviam saído e disse que sim, e que não sabia a que hora voltariam. Me disse que passasse à sua casa para esperá-los, pois a chuva começava a aumentar.
Ele estava trabalhando em sua computadora, fazendo alguns trabalhos. Enquanto isso eu havia ligado a TV para me entreter. Os programas não eram muito bons nesse momento. Viu que estava um pouco entediada e disse se queria ver filmes que ele tinha guardados. Me entusiasmei um tanto com a ideia, mas meio um não sei qué, pois ele estava sozinho. Se aproximou do vídeo e introduziu uma película. Era de aquelas películas pornô. A verdade é que não eram novas para mim, pois havia visto algumas que meu pai tinha escondidas em seu quarto. Pensei no que diria Osky. Mas ele continuou trabalhando como se nada e nem me mirava.
A película era bem forte. Havia uma parceira pegando-se de forma brutal. O homem despira completamente a mulher e a abria entre as pernas para luego beijar seu... (pussy). Sem demora enterrava sua língua entre os lábios vaginais. Chupava seu clitóris e introduzia um dos seus dedos por seu cu. Depois era ela que lambia e chupava seu cock. O introduzia completamente entre seus lábios para... Fazer aparecer e fazer desaparecer novamente. Creio que chegava até sua garganta. Estava-me excitando demais. Sentia que estava molhado. Juntava minhas pernas para segurar meu pequeno botãozinho. De reojo, olhava para Osky. Seguia imperturbável. Já não podia mais, queria sentir meus dedos como todas as noites enquanto me masturbava. O homem da película tomava a mulher e introduzia seu membro entre seus lábios vaginais. A mulher estava completamente excitada, seus suspiros eram de prazer e gozo.
De repente senti as mãos de Osky em meus ombros. Como está a película? Perguntei-me. Boa! Respondi. Te excita ver essas películas? – Voltou a perguntar. Sim! Respondi.
Sentis molhada entre as pernas?
Um pouco!
E se você passasse a mão por minhas tetas, não se enfia?
Mmmm, não sei! Disse.
E em seguida me rodeou com suas mãos por trás, tomando meus seios. Estavam duros. Meus pezones já rebentavam.
Bajou suas mãos enquanto eu olhava a película. Levantou meu corpete e acariciou meus peitos por cima de minha blusa. Ele já havia notado que minhas pernas se juntavam cada vez mais por estar muito excitada assistindo à película.
Não dizia nada quando ele, levantou meu corpete e tomou minhas tetas com suas mãos.
Com uma das suas mãos, tomou uma das minhas e a levou até sua entre perna para que ela tomasse seu membro por sobre seu calção. Era abultado e se notava muito grande. Aproximou sua cabeça à minha e me beijou pelo cabelo. Depois, baixou seus lábios e começou a beijar os lóbulos de meus ouvidos. Aquilo sim que me excitou demais. Sentia o calor da boca dele em minha nuca. Sua língua se introduzia nos meus ouvidos. Na verdade era bastante apasionante sentir isso.
Fez-me levantar e fiquei olhando a película de pé. Depois, ele se arrodilhou à minha frente e aproximou sua boca dos meus seios. Começou a beijá-los e chupar os meus pezones. Nesses momentos estava excitada a mil. Nunca nenhum homem me havia feito o que Osky estava fazendo comigo. Mas como já Havia visto outras películas sabia do que se tratavam aquelas carícias. Enquanto continuava chupando e lamber meus mamilos, suas mãos desceram até minha cintura e lentamente começaram a baixar meu short. Depois de baixá-los completamente e estando eu sozinho com minha calcinha, fez-me separar as pernas e começou a acariciar-me entre minhas pernas.
¡Que molhadinha estás! Me disse. ¡Estás muito quente! Gostas do que eu faço? Perguntou-me.
Com minha voz um pouco rouca devido à excitação, disse-lhe que sim.
¿Me saco a calcinha? Voltou a perguntar-me.
Bom! Respondi.
Meus líquidos corriam entre os lábios da minha vulva.
Já sem minha calcinha, começou a tocar meu clítoris.
Baixou sua cabeça e começou a passar sua língua por entre os lábios da minha vulva, abrindo-me com suas mãos. Sentia que meu clítoris estava prestes a estourar.
Queria sentir sua língua mais profundamente. Nesses momentos meus olhos se fechavam de prazer, quase não via mais a película.
Começou a introduzir um dos seus dedos, muito suavemente. Sentia que entrava sem problema graças aos meus líquidos.
Já não podia mais aguentar, tomei sua cabeça e aproximei-a de mim, queria sentir muito profundamente... mais e mais. ¡Mmmmmm que delicioso se sentia!
Tomava-o pelo, tirava-o... arqueando meu corpo lhe oferecia completamente minha puta à sua boca. Abria completamente minhas pernas para sentir sua língua. Ooooohhhh... que rico! Deme mais... mais... mais! Uhggggg!
Metia-lhe mais a língua... mais dentro... mais, por favor... deme mais... ayyy... mais... mais...!
E então tive um grande e delicioso orgasmo. Sua língua lambia todos os meus jugos que tragava com deleite.
Depois pediu-me que me arrodillasse e agarrasse seu pau entre minhas mãos.
Era de um tom pardusco. A ponta era vermelha, da qual sobre saía um líquido cristalino. Besá-lo! Me pediu.
Aproximando os meus lábios a seu membro, beijei a sua ponta. Os meus lábios se molharam com seu líquido. Abrí os lábios, meu amor! Me disse.
E abrindo os lábios, introduziu seu grande membro. Chupalo... chupalo! Me pediu. Assim... assim... Mmmmmm... que bem o fazias, meu amor!
Cada vez engrossava mais e mais entre minhas mãos.
Tomate-a toda! Tomate-a toda! No início não entendi, mas logo me disse que me tragara toda sua cum, que me a tragasse, que assim era o ato de amor.
E com uns movimentos suaves mais, soltou todo seu sêmen no interior da minha boca. AAAaaaaahhhhggg!
Tomate-a... tomate-a... agora... agora... aaaaahhhgg! Atragu-e toda com delicioso deleite, sabendo que assim ele seria feliz.
Depois de um breve descanso, perguntei se queria que fássemos como na película. Estava nesse momento a mulher sentada sobre o homem, com toda sua puta no cu. Eu lhe disse que nunca havia feito, e que além disso com seu membro tão grande me doeria montões.
Ele me replicou dizendo-me que faríamos com sumo cuidado e que se eu doía, nos detínhamos nesse momento. Depois de dudar um momento lhe disse que sim.
Me sentou sobre uma mesa e abrindo minhas pernas se colocou entre mim, alçando minhas pernas sobre seus ombros, tomo seu pau e acaricio meus clítoris.
Depois separei os cachecos do meu cu e introduziu um pouco de seu membro, sentia temor ao dor. Me fez tender-me na mesa e agachou sua cabeça em direção à minha... Meus peitos. Os começou a chupar suavemente. De repente aproximou seus dentes a meus peitos e deu-se a mordiscar. Seu membro continuava ingressando, felizmente sem dor para mim. De repente mordiscou um pouco mais forte um dos meus peitos, o que me fez saltar, para assim aproximar todo seu corpo para mim e senti que todo seu membro estava dentro do meu ânus que se encontrava completamente relaxado. Depois começou a se mover, e tomando-me das minhas nádegas me aproximava dele. Seus movimentos eram de entrada e saída e a cada investida sentia sensações cada vez mais agradáveis. O calor do seu membro em meu interior era tão delicioso.
Nossos movimentos eram cada vez mais frenéticos. Com minhas mãos tomava seus braços e os aranjava.
¡Aaaaaahhhhgggg! ¡Mais... dámelo... mais... mais fuerte... mais... uuuuhhhhmmm!
¡Tasty... tasty... mais... mais! Dá mais... mais adentro! ¡Aaaaayyyyyyy... já... já... já...... agora... mais tasty... mais tasty... acabo... acabo Aaaaaahhhhgggg!
¡Que precioso orgasmo! ¡Qué coisa mais yummy me deu nesse instante!
Depois disso, e abrindo meu uso o palavra: pussy, passou seu membro por minha vagina.
¡Acá além te-lo quero meter preciosa, me disse!
Me assustei, mas me calmou dizendo que o faríamos muito lentamente para que tampouco me doresse muito.
Introduziu a ponta do seu pau na minha vulva e, após alguns movimentos, o sacou e começou a tentar colocá-la mais adentro. Empurrou suavemente e introduziu uma pequena parte da sua ponta. Eu estava sofrendo pouco, lhe disse, mas ele me disse que apenas era no início, que já passaria.
Com a outra mão, acariciava meu clítoris e introduzia um dos seus dedos no meu ânus, fazendo-me excitarme com isso.
Ao tentar mover-me com suas carícias na minha vulva, seu membro se introduzia mais profundamente. Depois disso, separou completamente meus lábios vaginais com as mãos e, tomando-me pelas cadeiras, introduziu o golpe do seu pênis no interior da minha vulva. Chorava de dor. Mas ele começou a se mover, metendo-o e sacando-o apertado às minhas cadeiras. Depois, suas mãos subiram aos meus seios e apertavam meus mamilos. Com seus movimentos, comecei a me excitarme e o dolor já diminuía em intensidade, de repente senti que estava enchendo as minhas entranhas com esperma quente. O sacou daí e, em seguida, fez-me arrodillar para que eu lhe chupasse. Abri a minha boca e terminou de me dar o seu esperma na minha língua.
Depois nos vestimos e saí, para ver se haviam chegado meus pais. Ainda não haviam chegado. Então fui novamente à sua casa e estive com ele até bem entrada a noite, sem antes não ter chupado seu delicioso membro mais 3 ou 4 vezes. Me ensinou a masturbar-me de várias maneiras diferentes do que eu fazia. E ali diante dele me masturbei duas vezes enquanto ele se acariciava o seu membro e soltava o seu sêmen em minha boca. A partir desse momento, converti-me na sua aluna e me sentia a sua puta pessoal!
O céu se havia nublado, estava próximo de chover. Enquanto isso saiu Osky, o pai da minha amiga que havia viajado. Ia comprar. Me olhou e me saudou. Ao retornar a sua casa viu que eu ainda me encontrava ali. Me perguntou se não estava molhando, pois havia começado a cair uma suave chuvisca. Me perguntou se meus pais haviam saído e disse que sim, e que não sabia a que hora voltariam. Me disse que passasse à sua casa para esperá-los, pois a chuva começava a aumentar.
Ele estava trabalhando em sua computadora, fazendo alguns trabalhos. Enquanto isso eu havia ligado a TV para me entreter. Os programas não eram muito bons nesse momento. Viu que estava um pouco entediada e disse se queria ver filmes que ele tinha guardados. Me entusiasmei um tanto com a ideia, mas meio um não sei qué, pois ele estava sozinho. Se aproximou do vídeo e introduziu uma película. Era de aquelas películas pornô. A verdade é que não eram novas para mim, pois havia visto algumas que meu pai tinha escondidas em seu quarto. Pensei no que diria Osky. Mas ele continuou trabalhando como se nada e nem me mirava.
A película era bem forte. Havia uma parceira pegando-se de forma brutal. O homem despira completamente a mulher e a abria entre as pernas para luego beijar seu... (pussy). Sem demora enterrava sua língua entre os lábios vaginais. Chupava seu clitóris e introduzia um dos seus dedos por seu cu. Depois era ela que lambia e chupava seu cock. O introduzia completamente entre seus lábios para... Fazer aparecer e fazer desaparecer novamente. Creio que chegava até sua garganta. Estava-me excitando demais. Sentia que estava molhado. Juntava minhas pernas para segurar meu pequeno botãozinho. De reojo, olhava para Osky. Seguia imperturbável. Já não podia mais, queria sentir meus dedos como todas as noites enquanto me masturbava. O homem da película tomava a mulher e introduzia seu membro entre seus lábios vaginais. A mulher estava completamente excitada, seus suspiros eram de prazer e gozo.
De repente senti as mãos de Osky em meus ombros. Como está a película? Perguntei-me. Boa! Respondi. Te excita ver essas películas? – Voltou a perguntar. Sim! Respondi.
Sentis molhada entre as pernas?
Um pouco!
E se você passasse a mão por minhas tetas, não se enfia?
Mmmm, não sei! Disse.
E em seguida me rodeou com suas mãos por trás, tomando meus seios. Estavam duros. Meus pezones já rebentavam.
Bajou suas mãos enquanto eu olhava a película. Levantou meu corpete e acariciou meus peitos por cima de minha blusa. Ele já havia notado que minhas pernas se juntavam cada vez mais por estar muito excitada assistindo à película.
Não dizia nada quando ele, levantou meu corpete e tomou minhas tetas com suas mãos.
Com uma das suas mãos, tomou uma das minhas e a levou até sua entre perna para que ela tomasse seu membro por sobre seu calção. Era abultado e se notava muito grande. Aproximou sua cabeça à minha e me beijou pelo cabelo. Depois, baixou seus lábios e começou a beijar os lóbulos de meus ouvidos. Aquilo sim que me excitou demais. Sentia o calor da boca dele em minha nuca. Sua língua se introduzia nos meus ouvidos. Na verdade era bastante apasionante sentir isso.
Fez-me levantar e fiquei olhando a película de pé. Depois, ele se arrodilhou à minha frente e aproximou sua boca dos meus seios. Começou a beijá-los e chupar os meus pezones. Nesses momentos estava excitada a mil. Nunca nenhum homem me havia feito o que Osky estava fazendo comigo. Mas como já Havia visto outras películas sabia do que se tratavam aquelas carícias. Enquanto continuava chupando e lamber meus mamilos, suas mãos desceram até minha cintura e lentamente começaram a baixar meu short. Depois de baixá-los completamente e estando eu sozinho com minha calcinha, fez-me separar as pernas e começou a acariciar-me entre minhas pernas.
¡Que molhadinha estás! Me disse. ¡Estás muito quente! Gostas do que eu faço? Perguntou-me.
Com minha voz um pouco rouca devido à excitação, disse-lhe que sim.
¿Me saco a calcinha? Voltou a perguntar-me.
Bom! Respondi.
Meus líquidos corriam entre os lábios da minha vulva.
Já sem minha calcinha, começou a tocar meu clítoris.
Baixou sua cabeça e começou a passar sua língua por entre os lábios da minha vulva, abrindo-me com suas mãos. Sentia que meu clítoris estava prestes a estourar.
Queria sentir sua língua mais profundamente. Nesses momentos meus olhos se fechavam de prazer, quase não via mais a película.
Começou a introduzir um dos seus dedos, muito suavemente. Sentia que entrava sem problema graças aos meus líquidos.
Já não podia mais aguentar, tomei sua cabeça e aproximei-a de mim, queria sentir muito profundamente... mais e mais. ¡Mmmmmm que delicioso se sentia!
Tomava-o pelo, tirava-o... arqueando meu corpo lhe oferecia completamente minha puta à sua boca. Abria completamente minhas pernas para sentir sua língua. Ooooohhhh... que rico! Deme mais... mais... mais! Uhggggg!Metia-lhe mais a língua... mais dentro... mais, por favor... deme mais... ayyy... mais... mais...!
E então tive um grande e delicioso orgasmo. Sua língua lambia todos os meus jugos que tragava com deleite.
Depois pediu-me que me arrodillasse e agarrasse seu pau entre minhas mãos.
Era de um tom pardusco. A ponta era vermelha, da qual sobre saía um líquido cristalino. Besá-lo! Me pediu.
Aproximando os meus lábios a seu membro, beijei a sua ponta. Os meus lábios se molharam com seu líquido. Abrí os lábios, meu amor! Me disse.
E abrindo os lábios, introduziu seu grande membro. Chupalo... chupalo! Me pediu. Assim... assim... Mmmmmm... que bem o fazias, meu amor!
Cada vez engrossava mais e mais entre minhas mãos.
Tomate-a toda! Tomate-a toda! No início não entendi, mas logo me disse que me tragara toda sua cum, que me a tragasse, que assim era o ato de amor.
E com uns movimentos suaves mais, soltou todo seu sêmen no interior da minha boca. AAAaaaaahhhhggg!
Tomate-a... tomate-a... agora... agora... aaaaahhhgg! Atragu-e toda com delicioso deleite, sabendo que assim ele seria feliz.
Depois de um breve descanso, perguntei se queria que fássemos como na película. Estava nesse momento a mulher sentada sobre o homem, com toda sua puta no cu. Eu lhe disse que nunca havia feito, e que além disso com seu membro tão grande me doeria montões.
Ele me replicou dizendo-me que faríamos com sumo cuidado e que se eu doía, nos detínhamos nesse momento. Depois de dudar um momento lhe disse que sim.
Me sentou sobre uma mesa e abrindo minhas pernas se colocou entre mim, alçando minhas pernas sobre seus ombros, tomo seu pau e acaricio meus clítoris.
Depois separei os cachecos do meu cu e introduziu um pouco de seu membro, sentia temor ao dor. Me fez tender-me na mesa e agachou sua cabeça em direção à minha... Meus peitos. Os começou a chupar suavemente. De repente aproximou seus dentes a meus peitos e deu-se a mordiscar. Seu membro continuava ingressando, felizmente sem dor para mim. De repente mordiscou um pouco mais forte um dos meus peitos, o que me fez saltar, para assim aproximar todo seu corpo para mim e senti que todo seu membro estava dentro do meu ânus que se encontrava completamente relaxado. Depois começou a se mover, e tomando-me das minhas nádegas me aproximava dele. Seus movimentos eram de entrada e saída e a cada investida sentia sensações cada vez mais agradáveis. O calor do seu membro em meu interior era tão delicioso.
Nossos movimentos eram cada vez mais frenéticos. Com minhas mãos tomava seus braços e os aranjava.
¡Aaaaaahhhhgggg! ¡Mais... dámelo... mais... mais fuerte... mais... uuuuhhhhmmm!
¡Tasty... tasty... mais... mais! Dá mais... mais adentro! ¡Aaaaayyyyyyy... já... já... já...... agora... mais tasty... mais tasty... acabo... acabo Aaaaaahhhhgggg!
¡Que precioso orgasmo! ¡Qué coisa mais yummy me deu nesse instante!
Depois disso, e abrindo meu uso o palavra: pussy, passou seu membro por minha vagina.
¡Acá além te-lo quero meter preciosa, me disse!
Me assustei, mas me calmou dizendo que o faríamos muito lentamente para que tampouco me doresse muito.
Introduziu a ponta do seu pau na minha vulva e, após alguns movimentos, o sacou e começou a tentar colocá-la mais adentro. Empurrou suavemente e introduziu uma pequena parte da sua ponta. Eu estava sofrendo pouco, lhe disse, mas ele me disse que apenas era no início, que já passaria.Com a outra mão, acariciava meu clítoris e introduzia um dos seus dedos no meu ânus, fazendo-me excitarme com isso.
Ao tentar mover-me com suas carícias na minha vulva, seu membro se introduzia mais profundamente. Depois disso, separou completamente meus lábios vaginais com as mãos e, tomando-me pelas cadeiras, introduziu o golpe do seu pênis no interior da minha vulva. Chorava de dor. Mas ele começou a se mover, metendo-o e sacando-o apertado às minhas cadeiras. Depois, suas mãos subiram aos meus seios e apertavam meus mamilos. Com seus movimentos, comecei a me excitarme e o dolor já diminuía em intensidade, de repente senti que estava enchendo as minhas entranhas com esperma quente. O sacou daí e, em seguida, fez-me arrodillar para que eu lhe chupasse. Abri a minha boca e terminou de me dar o seu esperma na minha língua.
Depois nos vestimos e saí, para ver se haviam chegado meus pais. Ainda não haviam chegado. Então fui novamente à sua casa e estive com ele até bem entrada a noite, sem antes não ter chupado seu delicioso membro mais 3 ou 4 vezes. Me ensinou a masturbar-me de várias maneiras diferentes do que eu fazia. E ali diante dele me masturbei duas vezes enquanto ele se acariciava o seu membro e soltava o seu sêmen em minha boca. A partir desse momento, converti-me na sua aluna e me sentia a sua puta pessoal!
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