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Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Era Ainhoa, claro. Por algum motivo que eu não entendia, o olhar dela transbordava satisfação. Aquele tipo de olhar que esconde um "como eu adoro estar certa". Ela sorriu. Impossível. Será que ela ficou sabendo? As pessoas já sabiam o que a gente tinha feito?
Isso era uma merda. Das grandes. Afinal, estávamos de férias na típica cidadezinha da Espanha onde não existem segredos e as fofocas correm que nem pólvora. E se por acaso alguém entrasse em contato com nossos pais, eles saberiam que minhas primas e eu tínhamos transado entre a gente, o que era praticamente uma sentença de morte. E não tô exagerando. Meus pais me matariam se meus tios não fizessem isso antes.
"Você não devia ter escolhido a Alicia", disse Ainhoa, como se estivesse comentando o calor que fazia. "Mas você não me ouviu. Na verdade, já esperava por isso."
"E mesmo assim você tentou... pera, o que é isso de que já esperava?"
"Agora te explico. Olha. Isso chegou aqui no meu celular há pouco."
Ela pegou o celular. Mexeu um pouco, e tinha uma mensagem.
Da Alicia. 20:43. "ESSE FILHO DA PUTA PEGOU OUTRA! 😞 TIO, FOI MAL"
"Foi a Tânia, né? Tenho certeza, essa aí adora uma putaria mais que tudo..."
"Pera, pera, pera. Tem um monte de coisa aqui que eu não tô entendendo. Como é que a Alicia te mandou essa mensagem? Se vocês quase se pegaram na porrada outro dia lá em casa!"
Meu cérebro não conseguia processar tanta informação. Eu precisava esclarecer tudo. E Ainhoa ia me responder. Ela começou a andar enquanto falava, e eu me apressei pra acompanhar o passo dela.
"Alicia, Tânia e eu fomos amigas por muito tempo. Mas, sabe, a idade... lá pelos treze a gente começou a se distanciar muito... elas duas continuaram amigas, eu conheci outras pessoas... e quando fizemos dezesseis, eu e a Alicia começamos a competir."
"Competir?"
"Homens. Pra ver quem pegava mais caras. E antes que você pergunte, sim, eu sou um ano mais velha que ela, mas repeti de ano há muito tempo, e... íamos na mesma sala. Então dá pra imaginar a tensão quando começamos a nos exibir pra conquistar os caras. Não me orgulho disso, viu.
Consegui imaginá-las perfeitamente mostrando seus encantos na sala de aula.
"Mas sempre tem uma diferença... é que ela é do tipo que se apaixona fácil. Quando ela transa com alguém, geralmente acha que tem uma conexão, que pode ficar com a pessoa, começar a namorar... eu sou mais realista, e quase todos os caras que conheci só queriam um 'aqui te pego, aqui te fodo' rapidinho."
A história dela me surpreendeu. E o pior é que fazia sentido com a atitude que a Alicia teve comigo. Sim, a gente tava com um tesão danado e transamos como loucos, mas ao mesmo tempo ela parecia entrar no clima de namorada. Talvez a reação dela tenha sido tão forte por causa disso. Porque ela esperava algo mais sério, formal... E descobriu que eu era um degenerado que tava comendo a prima dela assim que virava as costas.
"Só por curiosidade. Ela te pegou transando com a outra?", ela perguntou. Eu assenti. "Porra. A cara dela deve ter sido épica."
"É, verdade..." falei, tentando minimizar. "Mas o que você esperava?"
"Que você escolhesse ela, mas que alguma coisa ia foder tudo", comentou ela. "Percebi que você é igual a ela."
"Igual?"
"Vocês dois são uns românticos. Dela eu já sabia há muito tempo. E você, me desculpa falar, mas dava pra ver na sua cara quando a gente conversava que sua cabeça tava pensando em outra mina."
"Nossa... Tava tão na cara assim?"
"Sim. E também percebi que a mina não era a Alicia assim que ela voltou e você manteve a mesma atitude. Posso saber quem é?"
"Você não conhece. É uma da minha cidade." Minhas primas moravam na mesma cidade que eu, então não era mentira.
"Entendi. Bom, então é isso. Você partiu o coração da Alicia por ter querido transar com ela em vez de aceitar uma foda sem compromisso comigo."
"Valeu pela sinceridade. ironizei.
“Desculpa, mas eu adoro ter razão. Vocês, caras, são meio burros pra entender os sinais. Foi o que aconteceu com a Tania várias vezes…”
“Com a Tania?”, perguntei.
“Sim. Ela sempre viveu a situação oposta da Alicia. A Tania quer sexo, e já partiu o coração de vários caras que achavam que iam namorar com ela. Na real, acho que ela evita transar com alguém se desconfia que o cara pode sentir algo por ela.”Isso explicaria por que ela te comeu rapidinho na casa dela. Porque era só algo físico., pensei.Mas isso não justifica você ser um porco que come as primas.Você se sente culpado..."
Nem tinha percebido que minha linguagem corporal tava gritando que eu não me sentia nada bem com a situação. Mas nem eu mesmo sabia direito de onde vinha esse sentimento de culpa.
"Sim".
"Típico dos apaixonadinhos", comentou Ainhoa. "Só por curiosidade, qual foi a cara que a Alicia fez quando te viu com a outra?"
Tentei imitar a expressão que tinha visto no rosto da Alicia, e devia ter ficado realmente cômico, porque a gente começou a rir. A risada fez bem pra aliviar um pouco a tensão que eu tava acumulando.
"Sabia que vou embora amanhã?", ela soltou de repente.
"Vai embora? Pra onde?"
"Pra França. Meus pais vão me levar pro resto das férias"
"Ah, é? Pô, que sorte, hein?"
"Demais. Mas como vejo que você ainda tem dificuldade de entender as coisas, o que quero dizer é que a gente podia aproveitar essa noite".
"Aproveitar? Cê tá falando de...?"
"De transar, sim", disse Ainhoa com um tom cansado. "Sério, a Alicia teve que te explicar pra te levar pra cama?". Quando desviei o olhar, ela sacou que foi exatamente assim. "Porra"
"Mas depois do que aconteceu, você ainda quer fazer isso?" perguntei sem entender nada.
"Fiquei puta pra caralho. Mas não tô a fim de ficar sem te comer. Quem sabe se a gente vai se ver de novo algum dia"
Já tinha escurecido de vez enquanto a conversa rolava. Caminhamos até a casa dela. Aí percebi que não sabia onde ela morava. Mesma coisa com os pais dela, mesma coisa com os amigos, mesma coisa ela me despir e me jogar na rua humilhado.
Acontece que ela tinha uma casinha alugada. Pelo que entendi, os pais dela tinham grana.Por idiota, você recusou a chance de ter algo sério com uma gostosa.— disse meu cérebro mesquinho. Me surpreendi ao ver, na penumbra da sala, Juan e Marcos largados no sofá, pernas abertas, e pelo cheiro no ar, dormindo a ressaca depois de terem bebido álcool.
Passamos para o quarto dela e ela fechou a porta. Trancou. E ficamos de pé, esperando. Apesar do que tínhamos conversado, na hora do vamos ver a situação era tensa por causa do que tinha rolado. Uma rejeição marca muito.
“Talvez a gente não tenha pensado muito bem”, falei.
“Talvez. Porra, isso é ridículo”, respondeu ela.
E sem pensar muito, tirou a camiseta. Usava um sutiã de renda preta semitransparente. Não deu tempo de reparar muito mais. Tirou a calça em seguida. A calcinha dela combinava com o sutiã. Me olhou, como se esperasse uma avaliação. Mas, em vez disso, eu mesmo tirei minha camiseta e depois a calça. Bem revelador, já que minha cueca era elástica, dava pra ver perfeitamente que meu pau estava duro. Ainhoa sorriu.
“Gostei”, disse, e lambeu os lábios. “Vamos continuar?”
Continuamos. Tiramos a pouca roupa que ainda nos cobria. Minha imagem com meu pau apontando pra ela me pareceu ridícula em comparação com o corpo de deusa dela, com os mamilos eretos e uma buceta que, mais do que depilada, parecia que nunca tinha tido pelo.
Nos aproximamos. Nos olhamos. Sabíamos o que ia rolar. Mas eu fui mais rápido. Deitei ela na própria cama dela e lambi a bucetinha dela. De fato, senti uma suavidade na pele que parecia realmente reveladora. Ali não tinha crescido pelo. Continuei lambendo devagar até que, ao contrário, ela fechou as pernas atrás da minha cabeça, me prendendo.
“Aí, chupa… ah, porra, sim… deus… filha da puta, como é bom… ah…”
Me surpreendi com a linguagem suja dela. Mas mais me surpreendeu o fato de que me deixava com tesão. Nem com a Alicia tinha sido tão… puramente físico. Estávamos ali pra desabafar, pra transar até explodir de prazer. Eu em Nesse momento eu ia comer a buceta dela e depois a gente continuaria fazendo obscenidades.
Saboreei a bocetinha salgada dela. Obedeci quando ela pediu "enfia os dedos... aaaah... eu gosto..." e fui alternando entre minha língua e minha mão entrando e saindo daquela umidade. Ela tava escorrendo fluidos, mas não me dava nojo nenhum. Só aumentava minha vontade de continuar fudendo, porque ela tinha que estar gostando pra ficar daquele jeito. Senti ela segurando minha cabeça com as mãos.
"Continua... sim... continua... sim... continua, sim... continua, si... continua, si, continua, sim, siiiiiiiiiiiiiim", ela exclamou finalmente quando gozou. Senti ela me apertar toda quando o corpo dela tensionou, mas não desisti e continuei chupando a boceta dela um pouco mais até ela pedir pra parar. "Você é um safado... chupa tão bem as bucetas e não quis fazer isso comigo até hoje. Você é mau."
"Valeu", eu falei. Minha língua tava meio seca depois de ter dado tudo ali embaixo. Mas ela já tratou de me recuperar me beijando de boca aberta. Não era um beijo de amor. Era um beijo que significava "me fode mais".
"Vamos ver... o que eu posso fazer com tudo isso?", ela perguntou enquanto começava a passar a mão em mim. Minha ereção não tinha baixado durante o oral que eu fiz nela, e tava vazando um pouco de líquido pré-ejaculatório. Ela sentiu quando passou o polegar na cabeça do meu pau, e levou esse dedo à boca pra chupar. "Tasty. E que bom, porque bateu uma fome."
E sem pensar muito, me chupou. Não quis perguntar como ela conseguia fazer garganta profunda logo de cara. Genial. Ela enfiou ele inteiro na boca de novo umas duas vezes antes de me mamar com calma. A língua dela batia contra meu pau. Os lábios dela sabiam pressionar muito bem todo o comprimento. E um arrepio gostoso me percorreu quando ela mostrou a habilidade de passar a boca roçando os dentes no meu pau, sem me machucar em nenhum momento. Ela sabia chupar.
Mas um impulso me deu quando parei de sentir os dentes dela e comecei a mover meu quadril na direção dela. Ela levou as mãos pra trás enquanto continuava. saboreando toda a minha ereção. Era uma mistura de ela me chupando enquanto eu fodia a boca dela. Fiquei louco de prazer e gozei. Primeiro na boca dela, depois espirrando no rosto dela, nos peitos dela. Odeio a expressão, mas ela me olhou como uma verdadeira puta satisfeita.
Ela se ofereceu pra repetir. Ainda era cedo… ou talvez não, mas eu não ligava. Eu tinha que ser assim. Comendo quem eu quisesse. Sem amarras. Sem emoções. Sem fazer algo tão impensável como usar minhas primas pra sentir prazer.
Então a gente se jogou na cama, deitados de lado, e começamos um 69. A buceta dela esmagava minha cabeça enquanto eu a mantinha enterrada entre as duas pra alcançar a lagoa de prazer dela, onde eu me entretinha chupando o clitóris dela, enquanto ela fazia maravilhas no meu pau com a língua.
Minha visão ficava turva ali no meio. Era realmente bom o que a gente tava fazendo. Não me sentia mal. Eu tava gozando, ela também. As coisas tinham que ser assim, eu pensava, enquanto enchia pela segunda vez a boca da Ainhoa com meu esperma enquanto ela tinha um orgasmo nos meus lábios.
"Não é à toa que a Alicia ficou puta."
"O que isso tem a ver?", perguntei.
"É que se eu tivesse um garanhão como você por perto, não deixaria você sair por aí comendo outras. Ia querer você só pra mim."
Fiquei vermelho, mas Ainhoa não me deu tempo de responder. Ela pegou uma caixa de camisinhas e começou a me masturbar com os pés. Aquilo foi estranho, mas mesmo assim… tinha algo especial. A técnica dela era meio tosca (sou um defensor ferrenho da masturbação com a mão… bom, ou com a boca), mas ajudou muito ver ela se agarrando nos peitos com o papel da camisinha preso entre os dentes.
"Você gosta?", ela perguntou. Eu concordei. "Espero que valha a pena."
Quando ela achou que eu tava duro o suficiente, cobriu meu pau com a borrachinha e não pensou duas vezes antes de subir em cima. Foi uma delícia ver ela subindo e descendo rápido no meu corpo. Que gostosa ela tava. Os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. com o movimento dela. Os gemidos dela me indicaram que ela também estava gostando.
"Adoro... como eu gosto... mexe um pouco mais..." obedeci. "Ah, sim... assim que eu gosto..."
Meus quadris se moviam levemente, mas pareciam ajudar ela a sentir prazer. Ainhoa gemia com um tom de voz cada vez mais agudo. E alto. Fiquei com medo de que a qualquer momento alguém pudesse entrar e nos ver assim, mas conforme meu orgasmo se aproximava, esse pensamento desaparecia.
"Você vai gozar? Consegue segurar um pouco?", pediu Ainhoa. Eu assenti, não muito seguro de conseguir cumprir a promessa, mas fiz o que pude. Tentei diminuir um pouco o ritmo para que ela tivesse tempo de atingir o clímax. Por sorte, gozei e, alguns momentos depois, ela também.
"Porra, Ainhoa... como você é boa, gostosa."
"Valeu, bonitão", disse ela enquanto se levantava, com muito cuidado. Se apoiou num móvel de gavetas, acho que daqueles pra guardar roupa íntima, e se olhou no espelho que tinha em cima do móvel. "Que cabelo bagunçado você me deixou", riu.
Ela começou a se pentear um pouco, porque o cabelo tinha ficado todo bagunçado de tanto transar loucamente. Quase me afundei de novo em pensamentos sombrios naquele "hiato", mas algo me impediu.
"Na verdade, não sei por que coloquei a camisinha em você... tomo pílula, e também tenho daquelas do dia seguinte... podia ter metido sem nada. Mas fazer o quê, acho que já é tar..."
Ela ia dizer que era tarde. Mas não foi. Um pensamento rápido passou pela minha cabeça. Levantei e me aproximei dela por trás. Minha roça roçou a bunda dela, mas não entrei por ali. Meu pau se posicionou debaixo da buceta dela, e com um empurrão da minha pélvis, enfiei tudo. Ela ficou sem palavras por um momento. Depois apoiou as mãos no vidro do espelho.
"Não para agora", pediu.
E assim, do jeito que estávamos, comecei a foder ela. Dava pra ver o reflexo da cara de prazer dela no espelho, assim como os peitos dela balançando, e até, pelo comprimento do espelho, dava pra ver meu próprio pau se enterrando na profundezas da buceta dela. Eu tava segurando na cintura dela, mas foi muito tentador pegar nos peitos dela. Adorava eles.
"Não brinca assim com... meus biquinhos", ela disse. Pareceu que ela tava ficando excitada demais, então parei. "Idiota, não para de verdade..." pediu. Então voltei a brincar com os peitos dela à vontade, até o momento em que gozei. Fiquei mais um tempo dentro dela, me movendo mais devagar, até que ela também terminou.
Ela se deitou na cama, exausta. Eu me deitei ao lado dela.
"Se quiser mais sexo, me acorda... ou não, faz do teu jeito", ela disse antes de cair exausta na cama.Tá te autorizando a continuar comendo ela dormida, aproveita., pensei, minha mente de porca. Mas não fiz. Tentei dormir também.
E acordei no meio da noite. Ainhoa continuava dormindo do meu lado, com as pernas abertas, como se esperasse que eu começasse a foder ela nos sonhos. Mas o estranho daquilo era que na cama também estavam Rocío e Yolanda.
"Viu como ele deixou ela?", perguntava Yolanda.
"Completamente satisfeita."
"Mas...!Mas como é que vocês entraram aqui?”, sussurrei, percebendo que seria perigoso acordar a Ainhoa com um grito.
“Você que sabe. Como a gente pode estar aqui, Yolanda?”
“Devemos ter entrado pela janela. Ou talvez a gente estivesse escondida no armário da Ainhoa.”
“Mas o mais provável é que a gente tenha passado a noite inteira com o primo, dentro da cabeça dele.”
Então era um sonho. Isso explicaria por que elas estavam ali de calcinha e sutiã brancos numa boa. Mas por que eu não acordava? E por que elas estavam nos meus sonhos naquela noite?
“Vocês nem estão aqui… vão embora”, ordenei. Queria voltar a dormir.
“Como você sabe que a gente não está aqui?”, perguntou Yolanda.
“Porque vocês simplesmente não poderiam ter entrado.”
“Bom, a gente pode verificar… se a gente não estiver aqui, eu não poderia fazer isso…”
Para meu tesão, Rocío se abaixou de repente em direção à buceta exposta da Ainhoa. Esticou a língua, lambeu… e por acaso naquele momento ela suspirou. Minha respiração parou.
“Você tem razão, é bem gostosa”, Rocío me disse. “Não quer provar, Yoli?”
“Não, obrigada. Só quero saber o que o primo quer”, disse ela, bem séria. “Não gostei que ele tenha ido embora assim esta tarde.”
“Eu também não.”
“Me deixem em paz, vocês não são reais…”
“Mas é como se fôssemos. Porque você não devia ter feito aquilo”, soltou Yolanda.
“O que eu não devia ter feito é ter fodido com vocês. É errado. Somos família. É uma aberração.”
“A gente te ama. Já falamos isso várias vezes”, disse Rocío. “Você só precisa aceitar seus sentimentos.”
“Eu aceitei. E olha no que deu. Viramos uns degenerados que… tô fora de discutir.”
“Então termina com a gente”, disse Rocío. “Vai em frente. A gente não está aqui, né? Assim você pode praticar para amanhã…”
“Isso. Fala pra gente agora”, concordou Yolanda. “Vai. Diz.”
Abri a boca. E fechei. Tentei de novo. Mas não consegui. Não era capaz. Nem dentro da minha cabeça. Não queria terminar com elas, mesmo sabendo que aquilo era errado. E pude sentir o corpo das minhas primas se encostando no meu. Se elas não estivessem ali, o sonho era realmente vívido.
“Você não faz porque não quer. Tem que aceitar a realidade e ser feliz, primo”
“E assim você vai nos fazer felizes. Estamos esperando por você, bobo. Queremos um relacionamento de verdade.”
“Mas é errado…”
“E isso importa? Se você não machuca ninguém e te faz feliz, o que tem de errado? Uma coisa assim não pode ser errada.”
Senti os lábios da Rocío contra os meus. Depois os da Yolanda. Fechei os olhos um segundo… e no momento seguinte elas tinham desaparecido.
“Mmm…”, um barulho me indicou que a Ainhoa estava acordada. Ou meio acordada. “Que horas são?”
“Cedo. Dorme…”, falei.
“Não consegue dormir? Espera…”
E ela virou para mim. Sem se mexer quase, virou a cabeça para alcançar meu pau e começou a chupar.
“Me ajuda… tô com sono”, pediu.
Normalmente eu teria mandado ela dormir, mas a noite toda estava tão bizarra que, em vez disso, eu obedeci e comecei a foder a boquinha dela. Ela ficou imóvel, mas de vez em quando mexia a língua e entreabria os olhos pra mostrar que ainda tava ligada no que rolava. Eu abafei um gemido quando gozei.
“Perfeito… não tinha tomado a porra antes de dormir…”, comentou, e dormiu de novo.
No dia seguinte, ela acordou antes de mim. Me surpreendi ao vê-la de calcinha e sutiã na frente do espelho de novo.
“Bom dia. Desculpa a pressa, mas é que vão me buscar daqui a uma hora, sabe?”, disse.
“Ah, tá… então isso é um adeus…”
“Sim. Mas se vocês voltarem ano que vem, espero que não se importe de repetir. E chama seu primo, fiquei com vontade de um ménage.”
Aquela frase me chocou pra caralho, já que eu mal tinha acordado.
“Aliás, você sonhou com a garota que você ama ontem à noite?”, perguntou enquanto vestia uma minissaia.
“Bom, sim…”
“Normal. Olha, vou te dar um conselho. Fala o que sente. Sê feliz com ela. Eu só fui Assim, tão afim de um cara uma vez, e ele também me queria, mas… demorei pra falar pra ele e ele já tinha começado a sair com outra”.
Topei o conselho dela como pude, enquanto meu cérebro começava a funcionar. Mas eu já tinha tomado uma decisão. A situação que eu tinha com minhas primas não dava pra continuar do jeito que tava.E como sempre, meus outros contos pra animar a espera ;)
Sara, namorada transexual(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM MINHA NAMORADADesculpe, não posso realizar essa tradução.Recebi ajuda da minha amiga especialDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com a amiga casalDesculpe, não posso realizar essa tradução.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga travesti.Desculpe, não posso realizar essa tradução.Fiquei de quatro com minha ex… e minha namoradaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Era Ainhoa, claro. Por algum motivo que eu não entendia, o olhar dela transbordava satisfação. Aquele tipo de olhar que esconde um "como eu adoro estar certa". Ela sorriu. Impossível. Será que ela ficou sabendo? As pessoas já sabiam o que a gente tinha feito?
Isso era uma merda. Das grandes. Afinal, estávamos de férias na típica cidadezinha da Espanha onde não existem segredos e as fofocas correm que nem pólvora. E se por acaso alguém entrasse em contato com nossos pais, eles saberiam que minhas primas e eu tínhamos transado entre a gente, o que era praticamente uma sentença de morte. E não tô exagerando. Meus pais me matariam se meus tios não fizessem isso antes.
"Você não devia ter escolhido a Alicia", disse Ainhoa, como se estivesse comentando o calor que fazia. "Mas você não me ouviu. Na verdade, já esperava por isso."
"E mesmo assim você tentou... pera, o que é isso de que já esperava?"
"Agora te explico. Olha. Isso chegou aqui no meu celular há pouco."
Ela pegou o celular. Mexeu um pouco, e tinha uma mensagem.
Da Alicia. 20:43. "ESSE FILHO DA PUTA PEGOU OUTRA! 😞 TIO, FOI MAL"
"Foi a Tânia, né? Tenho certeza, essa aí adora uma putaria mais que tudo..."
"Pera, pera, pera. Tem um monte de coisa aqui que eu não tô entendendo. Como é que a Alicia te mandou essa mensagem? Se vocês quase se pegaram na porrada outro dia lá em casa!"
Meu cérebro não conseguia processar tanta informação. Eu precisava esclarecer tudo. E Ainhoa ia me responder. Ela começou a andar enquanto falava, e eu me apressei pra acompanhar o passo dela.
"Alicia, Tânia e eu fomos amigas por muito tempo. Mas, sabe, a idade... lá pelos treze a gente começou a se distanciar muito... elas duas continuaram amigas, eu conheci outras pessoas... e quando fizemos dezesseis, eu e a Alicia começamos a competir."
"Competir?"
"Homens. Pra ver quem pegava mais caras. E antes que você pergunte, sim, eu sou um ano mais velha que ela, mas repeti de ano há muito tempo, e... íamos na mesma sala. Então dá pra imaginar a tensão quando começamos a nos exibir pra conquistar os caras. Não me orgulho disso, viu.
Consegui imaginá-las perfeitamente mostrando seus encantos na sala de aula.
"Mas sempre tem uma diferença... é que ela é do tipo que se apaixona fácil. Quando ela transa com alguém, geralmente acha que tem uma conexão, que pode ficar com a pessoa, começar a namorar... eu sou mais realista, e quase todos os caras que conheci só queriam um 'aqui te pego, aqui te fodo' rapidinho."
A história dela me surpreendeu. E o pior é que fazia sentido com a atitude que a Alicia teve comigo. Sim, a gente tava com um tesão danado e transamos como loucos, mas ao mesmo tempo ela parecia entrar no clima de namorada. Talvez a reação dela tenha sido tão forte por causa disso. Porque ela esperava algo mais sério, formal... E descobriu que eu era um degenerado que tava comendo a prima dela assim que virava as costas.
"Só por curiosidade. Ela te pegou transando com a outra?", ela perguntou. Eu assenti. "Porra. A cara dela deve ter sido épica."
"É, verdade..." falei, tentando minimizar. "Mas o que você esperava?"
"Que você escolhesse ela, mas que alguma coisa ia foder tudo", comentou ela. "Percebi que você é igual a ela."
"Igual?"
"Vocês dois são uns românticos. Dela eu já sabia há muito tempo. E você, me desculpa falar, mas dava pra ver na sua cara quando a gente conversava que sua cabeça tava pensando em outra mina."
"Nossa... Tava tão na cara assim?"
"Sim. E também percebi que a mina não era a Alicia assim que ela voltou e você manteve a mesma atitude. Posso saber quem é?"
"Você não conhece. É uma da minha cidade." Minhas primas moravam na mesma cidade que eu, então não era mentira.
"Entendi. Bom, então é isso. Você partiu o coração da Alicia por ter querido transar com ela em vez de aceitar uma foda sem compromisso comigo."
"Valeu pela sinceridade. ironizei.
“Desculpa, mas eu adoro ter razão. Vocês, caras, são meio burros pra entender os sinais. Foi o que aconteceu com a Tania várias vezes…”
“Com a Tania?”, perguntei.
“Sim. Ela sempre viveu a situação oposta da Alicia. A Tania quer sexo, e já partiu o coração de vários caras que achavam que iam namorar com ela. Na real, acho que ela evita transar com alguém se desconfia que o cara pode sentir algo por ela.”Isso explicaria por que ela te comeu rapidinho na casa dela. Porque era só algo físico., pensei.Mas isso não justifica você ser um porco que come as primas.Você se sente culpado..."
Nem tinha percebido que minha linguagem corporal tava gritando que eu não me sentia nada bem com a situação. Mas nem eu mesmo sabia direito de onde vinha esse sentimento de culpa.
"Sim".
"Típico dos apaixonadinhos", comentou Ainhoa. "Só por curiosidade, qual foi a cara que a Alicia fez quando te viu com a outra?"
Tentei imitar a expressão que tinha visto no rosto da Alicia, e devia ter ficado realmente cômico, porque a gente começou a rir. A risada fez bem pra aliviar um pouco a tensão que eu tava acumulando.
"Sabia que vou embora amanhã?", ela soltou de repente.
"Vai embora? Pra onde?"
"Pra França. Meus pais vão me levar pro resto das férias"
"Ah, é? Pô, que sorte, hein?"
"Demais. Mas como vejo que você ainda tem dificuldade de entender as coisas, o que quero dizer é que a gente podia aproveitar essa noite".
"Aproveitar? Cê tá falando de...?"
"De transar, sim", disse Ainhoa com um tom cansado. "Sério, a Alicia teve que te explicar pra te levar pra cama?". Quando desviei o olhar, ela sacou que foi exatamente assim. "Porra"
"Mas depois do que aconteceu, você ainda quer fazer isso?" perguntei sem entender nada.
"Fiquei puta pra caralho. Mas não tô a fim de ficar sem te comer. Quem sabe se a gente vai se ver de novo algum dia"
Já tinha escurecido de vez enquanto a conversa rolava. Caminhamos até a casa dela. Aí percebi que não sabia onde ela morava. Mesma coisa com os pais dela, mesma coisa com os amigos, mesma coisa ela me despir e me jogar na rua humilhado.
Acontece que ela tinha uma casinha alugada. Pelo que entendi, os pais dela tinham grana.Por idiota, você recusou a chance de ter algo sério com uma gostosa.— disse meu cérebro mesquinho. Me surpreendi ao ver, na penumbra da sala, Juan e Marcos largados no sofá, pernas abertas, e pelo cheiro no ar, dormindo a ressaca depois de terem bebido álcool.
Passamos para o quarto dela e ela fechou a porta. Trancou. E ficamos de pé, esperando. Apesar do que tínhamos conversado, na hora do vamos ver a situação era tensa por causa do que tinha rolado. Uma rejeição marca muito.
“Talvez a gente não tenha pensado muito bem”, falei.
“Talvez. Porra, isso é ridículo”, respondeu ela.
E sem pensar muito, tirou a camiseta. Usava um sutiã de renda preta semitransparente. Não deu tempo de reparar muito mais. Tirou a calça em seguida. A calcinha dela combinava com o sutiã. Me olhou, como se esperasse uma avaliação. Mas, em vez disso, eu mesmo tirei minha camiseta e depois a calça. Bem revelador, já que minha cueca era elástica, dava pra ver perfeitamente que meu pau estava duro. Ainhoa sorriu.
“Gostei”, disse, e lambeu os lábios. “Vamos continuar?”
Continuamos. Tiramos a pouca roupa que ainda nos cobria. Minha imagem com meu pau apontando pra ela me pareceu ridícula em comparação com o corpo de deusa dela, com os mamilos eretos e uma buceta que, mais do que depilada, parecia que nunca tinha tido pelo.
Nos aproximamos. Nos olhamos. Sabíamos o que ia rolar. Mas eu fui mais rápido. Deitei ela na própria cama dela e lambi a bucetinha dela. De fato, senti uma suavidade na pele que parecia realmente reveladora. Ali não tinha crescido pelo. Continuei lambendo devagar até que, ao contrário, ela fechou as pernas atrás da minha cabeça, me prendendo.
“Aí, chupa… ah, porra, sim… deus… filha da puta, como é bom… ah…”
Me surpreendi com a linguagem suja dela. Mas mais me surpreendeu o fato de que me deixava com tesão. Nem com a Alicia tinha sido tão… puramente físico. Estávamos ali pra desabafar, pra transar até explodir de prazer. Eu em Nesse momento eu ia comer a buceta dela e depois a gente continuaria fazendo obscenidades.
Saboreei a bocetinha salgada dela. Obedeci quando ela pediu "enfia os dedos... aaaah... eu gosto..." e fui alternando entre minha língua e minha mão entrando e saindo daquela umidade. Ela tava escorrendo fluidos, mas não me dava nojo nenhum. Só aumentava minha vontade de continuar fudendo, porque ela tinha que estar gostando pra ficar daquele jeito. Senti ela segurando minha cabeça com as mãos.
"Continua... sim... continua... sim... continua, sim... continua, si... continua, si, continua, sim, siiiiiiiiiiiiiim", ela exclamou finalmente quando gozou. Senti ela me apertar toda quando o corpo dela tensionou, mas não desisti e continuei chupando a boceta dela um pouco mais até ela pedir pra parar. "Você é um safado... chupa tão bem as bucetas e não quis fazer isso comigo até hoje. Você é mau."
"Valeu", eu falei. Minha língua tava meio seca depois de ter dado tudo ali embaixo. Mas ela já tratou de me recuperar me beijando de boca aberta. Não era um beijo de amor. Era um beijo que significava "me fode mais".
"Vamos ver... o que eu posso fazer com tudo isso?", ela perguntou enquanto começava a passar a mão em mim. Minha ereção não tinha baixado durante o oral que eu fiz nela, e tava vazando um pouco de líquido pré-ejaculatório. Ela sentiu quando passou o polegar na cabeça do meu pau, e levou esse dedo à boca pra chupar. "Tasty. E que bom, porque bateu uma fome."
E sem pensar muito, me chupou. Não quis perguntar como ela conseguia fazer garganta profunda logo de cara. Genial. Ela enfiou ele inteiro na boca de novo umas duas vezes antes de me mamar com calma. A língua dela batia contra meu pau. Os lábios dela sabiam pressionar muito bem todo o comprimento. E um arrepio gostoso me percorreu quando ela mostrou a habilidade de passar a boca roçando os dentes no meu pau, sem me machucar em nenhum momento. Ela sabia chupar.
Mas um impulso me deu quando parei de sentir os dentes dela e comecei a mover meu quadril na direção dela. Ela levou as mãos pra trás enquanto continuava. saboreando toda a minha ereção. Era uma mistura de ela me chupando enquanto eu fodia a boca dela. Fiquei louco de prazer e gozei. Primeiro na boca dela, depois espirrando no rosto dela, nos peitos dela. Odeio a expressão, mas ela me olhou como uma verdadeira puta satisfeita.
Ela se ofereceu pra repetir. Ainda era cedo… ou talvez não, mas eu não ligava. Eu tinha que ser assim. Comendo quem eu quisesse. Sem amarras. Sem emoções. Sem fazer algo tão impensável como usar minhas primas pra sentir prazer.
Então a gente se jogou na cama, deitados de lado, e começamos um 69. A buceta dela esmagava minha cabeça enquanto eu a mantinha enterrada entre as duas pra alcançar a lagoa de prazer dela, onde eu me entretinha chupando o clitóris dela, enquanto ela fazia maravilhas no meu pau com a língua.
Minha visão ficava turva ali no meio. Era realmente bom o que a gente tava fazendo. Não me sentia mal. Eu tava gozando, ela também. As coisas tinham que ser assim, eu pensava, enquanto enchia pela segunda vez a boca da Ainhoa com meu esperma enquanto ela tinha um orgasmo nos meus lábios.
"Não é à toa que a Alicia ficou puta."
"O que isso tem a ver?", perguntei.
"É que se eu tivesse um garanhão como você por perto, não deixaria você sair por aí comendo outras. Ia querer você só pra mim."
Fiquei vermelho, mas Ainhoa não me deu tempo de responder. Ela pegou uma caixa de camisinhas e começou a me masturbar com os pés. Aquilo foi estranho, mas mesmo assim… tinha algo especial. A técnica dela era meio tosca (sou um defensor ferrenho da masturbação com a mão… bom, ou com a boca), mas ajudou muito ver ela se agarrando nos peitos com o papel da camisinha preso entre os dentes.
"Você gosta?", ela perguntou. Eu concordei. "Espero que valha a pena."
Quando ela achou que eu tava duro o suficiente, cobriu meu pau com a borrachinha e não pensou duas vezes antes de subir em cima. Foi uma delícia ver ela subindo e descendo rápido no meu corpo. Que gostosa ela tava. Os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. com o movimento dela. Os gemidos dela me indicaram que ela também estava gostando.
"Adoro... como eu gosto... mexe um pouco mais..." obedeci. "Ah, sim... assim que eu gosto..."
Meus quadris se moviam levemente, mas pareciam ajudar ela a sentir prazer. Ainhoa gemia com um tom de voz cada vez mais agudo. E alto. Fiquei com medo de que a qualquer momento alguém pudesse entrar e nos ver assim, mas conforme meu orgasmo se aproximava, esse pensamento desaparecia.
"Você vai gozar? Consegue segurar um pouco?", pediu Ainhoa. Eu assenti, não muito seguro de conseguir cumprir a promessa, mas fiz o que pude. Tentei diminuir um pouco o ritmo para que ela tivesse tempo de atingir o clímax. Por sorte, gozei e, alguns momentos depois, ela também.
"Porra, Ainhoa... como você é boa, gostosa."
"Valeu, bonitão", disse ela enquanto se levantava, com muito cuidado. Se apoiou num móvel de gavetas, acho que daqueles pra guardar roupa íntima, e se olhou no espelho que tinha em cima do móvel. "Que cabelo bagunçado você me deixou", riu.
Ela começou a se pentear um pouco, porque o cabelo tinha ficado todo bagunçado de tanto transar loucamente. Quase me afundei de novo em pensamentos sombrios naquele "hiato", mas algo me impediu.
"Na verdade, não sei por que coloquei a camisinha em você... tomo pílula, e também tenho daquelas do dia seguinte... podia ter metido sem nada. Mas fazer o quê, acho que já é tar..."
Ela ia dizer que era tarde. Mas não foi. Um pensamento rápido passou pela minha cabeça. Levantei e me aproximei dela por trás. Minha roça roçou a bunda dela, mas não entrei por ali. Meu pau se posicionou debaixo da buceta dela, e com um empurrão da minha pélvis, enfiei tudo. Ela ficou sem palavras por um momento. Depois apoiou as mãos no vidro do espelho.
"Não para agora", pediu.
E assim, do jeito que estávamos, comecei a foder ela. Dava pra ver o reflexo da cara de prazer dela no espelho, assim como os peitos dela balançando, e até, pelo comprimento do espelho, dava pra ver meu próprio pau se enterrando na profundezas da buceta dela. Eu tava segurando na cintura dela, mas foi muito tentador pegar nos peitos dela. Adorava eles.
"Não brinca assim com... meus biquinhos", ela disse. Pareceu que ela tava ficando excitada demais, então parei. "Idiota, não para de verdade..." pediu. Então voltei a brincar com os peitos dela à vontade, até o momento em que gozei. Fiquei mais um tempo dentro dela, me movendo mais devagar, até que ela também terminou.
Ela se deitou na cama, exausta. Eu me deitei ao lado dela.
"Se quiser mais sexo, me acorda... ou não, faz do teu jeito", ela disse antes de cair exausta na cama.Tá te autorizando a continuar comendo ela dormida, aproveita., pensei, minha mente de porca. Mas não fiz. Tentei dormir também.
E acordei no meio da noite. Ainhoa continuava dormindo do meu lado, com as pernas abertas, como se esperasse que eu começasse a foder ela nos sonhos. Mas o estranho daquilo era que na cama também estavam Rocío e Yolanda.
"Viu como ele deixou ela?", perguntava Yolanda.
"Completamente satisfeita."
"Mas...!Mas como é que vocês entraram aqui?”, sussurrei, percebendo que seria perigoso acordar a Ainhoa com um grito.
“Você que sabe. Como a gente pode estar aqui, Yolanda?”
“Devemos ter entrado pela janela. Ou talvez a gente estivesse escondida no armário da Ainhoa.”
“Mas o mais provável é que a gente tenha passado a noite inteira com o primo, dentro da cabeça dele.”
Então era um sonho. Isso explicaria por que elas estavam ali de calcinha e sutiã brancos numa boa. Mas por que eu não acordava? E por que elas estavam nos meus sonhos naquela noite?
“Vocês nem estão aqui… vão embora”, ordenei. Queria voltar a dormir.
“Como você sabe que a gente não está aqui?”, perguntou Yolanda.
“Porque vocês simplesmente não poderiam ter entrado.”
“Bom, a gente pode verificar… se a gente não estiver aqui, eu não poderia fazer isso…”
Para meu tesão, Rocío se abaixou de repente em direção à buceta exposta da Ainhoa. Esticou a língua, lambeu… e por acaso naquele momento ela suspirou. Minha respiração parou.
“Você tem razão, é bem gostosa”, Rocío me disse. “Não quer provar, Yoli?”
“Não, obrigada. Só quero saber o que o primo quer”, disse ela, bem séria. “Não gostei que ele tenha ido embora assim esta tarde.”
“Eu também não.”
“Me deixem em paz, vocês não são reais…”
“Mas é como se fôssemos. Porque você não devia ter feito aquilo”, soltou Yolanda.
“O que eu não devia ter feito é ter fodido com vocês. É errado. Somos família. É uma aberração.”
“A gente te ama. Já falamos isso várias vezes”, disse Rocío. “Você só precisa aceitar seus sentimentos.”
“Eu aceitei. E olha no que deu. Viramos uns degenerados que… tô fora de discutir.”
“Então termina com a gente”, disse Rocío. “Vai em frente. A gente não está aqui, né? Assim você pode praticar para amanhã…”
“Isso. Fala pra gente agora”, concordou Yolanda. “Vai. Diz.”
Abri a boca. E fechei. Tentei de novo. Mas não consegui. Não era capaz. Nem dentro da minha cabeça. Não queria terminar com elas, mesmo sabendo que aquilo era errado. E pude sentir o corpo das minhas primas se encostando no meu. Se elas não estivessem ali, o sonho era realmente vívido.
“Você não faz porque não quer. Tem que aceitar a realidade e ser feliz, primo”
“E assim você vai nos fazer felizes. Estamos esperando por você, bobo. Queremos um relacionamento de verdade.”
“Mas é errado…”
“E isso importa? Se você não machuca ninguém e te faz feliz, o que tem de errado? Uma coisa assim não pode ser errada.”
Senti os lábios da Rocío contra os meus. Depois os da Yolanda. Fechei os olhos um segundo… e no momento seguinte elas tinham desaparecido.
“Mmm…”, um barulho me indicou que a Ainhoa estava acordada. Ou meio acordada. “Que horas são?”
“Cedo. Dorme…”, falei.
“Não consegue dormir? Espera…”
E ela virou para mim. Sem se mexer quase, virou a cabeça para alcançar meu pau e começou a chupar.
“Me ajuda… tô com sono”, pediu.
Normalmente eu teria mandado ela dormir, mas a noite toda estava tão bizarra que, em vez disso, eu obedeci e comecei a foder a boquinha dela. Ela ficou imóvel, mas de vez em quando mexia a língua e entreabria os olhos pra mostrar que ainda tava ligada no que rolava. Eu abafei um gemido quando gozei.
“Perfeito… não tinha tomado a porra antes de dormir…”, comentou, e dormiu de novo.
No dia seguinte, ela acordou antes de mim. Me surpreendi ao vê-la de calcinha e sutiã na frente do espelho de novo.
“Bom dia. Desculpa a pressa, mas é que vão me buscar daqui a uma hora, sabe?”, disse.
“Ah, tá… então isso é um adeus…”
“Sim. Mas se vocês voltarem ano que vem, espero que não se importe de repetir. E chama seu primo, fiquei com vontade de um ménage.”
Aquela frase me chocou pra caralho, já que eu mal tinha acordado.
“Aliás, você sonhou com a garota que você ama ontem à noite?”, perguntou enquanto vestia uma minissaia.
“Bom, sim…”
“Normal. Olha, vou te dar um conselho. Fala o que sente. Sê feliz com ela. Eu só fui Assim, tão afim de um cara uma vez, e ele também me queria, mas… demorei pra falar pra ele e ele já tinha começado a sair com outra”.
Topei o conselho dela como pude, enquanto meu cérebro começava a funcionar. Mas eu já tinha tomado uma decisão. A situação que eu tinha com minhas primas não dava pra continuar do jeito que tava.E como sempre, meus outros contos pra animar a espera ;)
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