Olá, comunidade do p!
Sou nova nessa parada de putaria e agora que já vi bastante, quero contar um relato. Não tenho lá muitas experiências sexuais como outras pessoas que fazem ménage e essas coisas, vou só contar um pouco da minha vida aproveitando o anonimato, espero desabafar e me soltar mais um pouco.
Pra resumir rápido sobre mim: desde pequena meus pais se separaram, então tive que morar um tempo com meu pai, mas não rolou, não me sentia à vontade, e a mesma coisa com minha mãe. Nem com ela consegui ficar, até que, no meio de uma novela, acabei indo morar com meus avós. Na casa deles não moravam só meus avós, mas também minhas tias.
O tempo passou e fiquei morando lá. Tudo sempre foi normal e, geralmente, eu não era muito popular na escola, nem no ensino fundamental, nem no ensino médio, porque era meio gordinha. Mas no ensino médio mudou tudo: já me notavam mais, mas só pelos peitos que eu tinha. Mesmo usando suéter, por ser gordinha, eu tinha muito peito, e isso sempre chamava atenção.
E então vou contar que foi no ensino médio que perdi minha virgindade. Mas não foi com nenhum colega de escola, e sim com meu avô. Antes de me julgarem ou pensarem algo ruim, vou contar como foi.
Meu avô sempre foi o que sustenta a casa e cuida de todo mundo. Mesmo que minhas tias trabalhem, elas só ajudam, mas quem manda mais é meu avô, e ele, sem exagero, é um cara muito bom.
Quando entrei no ensino médio, foi quando me senti mais atraída por ele. E tudo começou um dia em que, sem querer, entrei no banheiro enquanto ele tomava banho. E, mesmo que tenham sido só alguns segundos, aquilo ficou muito gravado na minha mente. Nessas noites, antes de conseguir dormir, eu me lembrava dele e do que vi, então acabava me tocando, mesmo sem querer.
Depois, cada vez que me lembrava, ficava com muito tesão. Imaginava fazendo de vários jeitos, e em todos só imaginava ele. E o fato de ser meu avô me excitava cada vez mais.
Um dia, saindo do ensino médio, passei pra comprar roupas, especialmente calcinhas fio dental, pensando só em como eu queria que ele me visse assim, que ele gostasse. E aí aconteceu. Tempo até que um dia, quando todos estavam fora, voltei rápido pra casa pra encontrá-lo rápido. Me arrumei pra quando ele chegasse, não sabia nem o que dizer nem o que fazer, mas me vesti do jeito mais provocante que pude. Tirei o sutiã e só coloquei uma blusa fininha, velhinha, que deixava ver a cor dos meus bicos. Coloquei uma das tangas que comprei e deixei a saia da escola. Tirei os sapatos e as meias e coloquei as sandálias.
E, sendo sincera, quando ele chegou e entrou, eu não queria sair, me senti muito estranha. Mas saí e perguntei se ele queria comer. Assim que ele me viu, notei o olhar dele e me senti envergonhada. Fiquei com vergonha do meu avô me ver daquele jeito e, antes que ele dissesse qualquer coisa, falei que ele me pegou desprevenida, que eu estava me trocando porque saí cedo da escola e ia me trocar de roupa.
Fomos pra cozinha e, enquanto esquentava a comida, sabia que ele me olhava, sentia o olhar dele, e isso me excitou como nunca. Meus bicos estavam bem durinhos, era impossível ele não notar através da blusa, mas, mesmo excitada, me senti idiota, boba, por querer chamar a atenção dele daquele jeito. Quando terminei, arrumei as coisas e me inclinei pra guardar uns pratos, e, diferente dos outros dias, deixei a saia um pouco levantada, e ele percebeu que mostrar minha tanga era um convite.
Naquele momento, senti as mãos dele me tocando de um jeito tão forte e rápido que me deu medo. Ele disse que eu era muito linda e perguntou se era aquilo que eu queria. E eu não disse nada de tudo que ele falou, só um "sim", com mais medo do que vontade. E quando ele começou a lamber e chupar, eu só me sentia mal comigo mesma pelo que estava fazendo. E quando meu avô tirou o pau dele, não podia acreditar que ele ia fazer aquilo, pensei que não conseguiria. Era grande e eu tinha mais medo do que qualquer outra coisa. Ele me sentou na mesa, levantou minha blusa e perguntou se eu estava pronta. E, sem responder, ele enfiou a coisa dele na minha buceta. E na mesma hora eu disse que não, que não queria mais fazer aquilo, que não dava, porque doía muito. Ele me olhou e perguntou se eu era virgem, e eu respondi que sim. E naquele momento... Beijei, mas ao mesmo tempo ele enfiou tudo e senti um monte de fluido saindo de mim, escorrendo, e os dedos dos meus pés não paravam de se contrair. Depois ele continuou e continuou, e cada vez doía menos e ficava mais gostoso.
NO FINAL, antes de terminar, ele tirou e gozou fora de mim. Ficou me olhando, eu arrumei minha calcinha e abracei ele, ainda sentada na borda da mesa.
Depois disso não vou contar mais, porque depois rolou mais coisa que vou contar depois.
Sou nova nessa parada de putaria e agora que já vi bastante, quero contar um relato. Não tenho lá muitas experiências sexuais como outras pessoas que fazem ménage e essas coisas, vou só contar um pouco da minha vida aproveitando o anonimato, espero desabafar e me soltar mais um pouco.
Pra resumir rápido sobre mim: desde pequena meus pais se separaram, então tive que morar um tempo com meu pai, mas não rolou, não me sentia à vontade, e a mesma coisa com minha mãe. Nem com ela consegui ficar, até que, no meio de uma novela, acabei indo morar com meus avós. Na casa deles não moravam só meus avós, mas também minhas tias.
O tempo passou e fiquei morando lá. Tudo sempre foi normal e, geralmente, eu não era muito popular na escola, nem no ensino fundamental, nem no ensino médio, porque era meio gordinha. Mas no ensino médio mudou tudo: já me notavam mais, mas só pelos peitos que eu tinha. Mesmo usando suéter, por ser gordinha, eu tinha muito peito, e isso sempre chamava atenção.
E então vou contar que foi no ensino médio que perdi minha virgindade. Mas não foi com nenhum colega de escola, e sim com meu avô. Antes de me julgarem ou pensarem algo ruim, vou contar como foi.
Meu avô sempre foi o que sustenta a casa e cuida de todo mundo. Mesmo que minhas tias trabalhem, elas só ajudam, mas quem manda mais é meu avô, e ele, sem exagero, é um cara muito bom.
Quando entrei no ensino médio, foi quando me senti mais atraída por ele. E tudo começou um dia em que, sem querer, entrei no banheiro enquanto ele tomava banho. E, mesmo que tenham sido só alguns segundos, aquilo ficou muito gravado na minha mente. Nessas noites, antes de conseguir dormir, eu me lembrava dele e do que vi, então acabava me tocando, mesmo sem querer.
Depois, cada vez que me lembrava, ficava com muito tesão. Imaginava fazendo de vários jeitos, e em todos só imaginava ele. E o fato de ser meu avô me excitava cada vez mais.
Um dia, saindo do ensino médio, passei pra comprar roupas, especialmente calcinhas fio dental, pensando só em como eu queria que ele me visse assim, que ele gostasse. E aí aconteceu. Tempo até que um dia, quando todos estavam fora, voltei rápido pra casa pra encontrá-lo rápido. Me arrumei pra quando ele chegasse, não sabia nem o que dizer nem o que fazer, mas me vesti do jeito mais provocante que pude. Tirei o sutiã e só coloquei uma blusa fininha, velhinha, que deixava ver a cor dos meus bicos. Coloquei uma das tangas que comprei e deixei a saia da escola. Tirei os sapatos e as meias e coloquei as sandálias.
E, sendo sincera, quando ele chegou e entrou, eu não queria sair, me senti muito estranha. Mas saí e perguntei se ele queria comer. Assim que ele me viu, notei o olhar dele e me senti envergonhada. Fiquei com vergonha do meu avô me ver daquele jeito e, antes que ele dissesse qualquer coisa, falei que ele me pegou desprevenida, que eu estava me trocando porque saí cedo da escola e ia me trocar de roupa.
Fomos pra cozinha e, enquanto esquentava a comida, sabia que ele me olhava, sentia o olhar dele, e isso me excitou como nunca. Meus bicos estavam bem durinhos, era impossível ele não notar através da blusa, mas, mesmo excitada, me senti idiota, boba, por querer chamar a atenção dele daquele jeito. Quando terminei, arrumei as coisas e me inclinei pra guardar uns pratos, e, diferente dos outros dias, deixei a saia um pouco levantada, e ele percebeu que mostrar minha tanga era um convite.
Naquele momento, senti as mãos dele me tocando de um jeito tão forte e rápido que me deu medo. Ele disse que eu era muito linda e perguntou se era aquilo que eu queria. E eu não disse nada de tudo que ele falou, só um "sim", com mais medo do que vontade. E quando ele começou a lamber e chupar, eu só me sentia mal comigo mesma pelo que estava fazendo. E quando meu avô tirou o pau dele, não podia acreditar que ele ia fazer aquilo, pensei que não conseguiria. Era grande e eu tinha mais medo do que qualquer outra coisa. Ele me sentou na mesa, levantou minha blusa e perguntou se eu estava pronta. E, sem responder, ele enfiou a coisa dele na minha buceta. E na mesma hora eu disse que não, que não queria mais fazer aquilo, que não dava, porque doía muito. Ele me olhou e perguntou se eu era virgem, e eu respondi que sim. E naquele momento... Beijei, mas ao mesmo tempo ele enfiou tudo e senti um monte de fluido saindo de mim, escorrendo, e os dedos dos meus pés não paravam de se contrair. Depois ele continuou e continuou, e cada vez doía menos e ficava mais gostoso.
NO FINAL, antes de terminar, ele tirou e gozou fora de mim. Ficou me olhando, eu arrumei minha calcinha e abracei ele, ainda sentada na borda da mesa.
Depois disso não vou contar mais, porque depois rolou mais coisa que vou contar depois.
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