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Compêndio ITivemos sorte.
Em nenhum momento, Lizzie atrapalhou meu casamento. Também não falhou em tomar os anticoncepcionais ou engravidar de propósito, e o salário que eu pagava pra ela, ela ganhava de forma honesta e digna: posso dizer com orgulho que minhas filhas aprenderam a desenhar graças à nossa babá, já que nem eu nem Marisol temos muito talento pra pincéis.
Aliás, ela levava uma vida organizada e, de um jeito parecido com minha esposa, também tinha seus conflitos não resolvidos com o pai que nunca conheceu, os quais ela resolvia (assim como Marisol) em longas sessões de sexo comigo.
Por isso, e apesar de me manter prisioneiro, com nossos corpos banhados numa leve camada de suor, nos olhávamos com certa compreensão, apesar do orgasmo que tínhamos vivido.
— Não pense que quero te largar porque não te quero mais! — falei, com o nervosismo típico e atropelado de um apaixonado, numa situação prestes a desandar. — É que não posso te oferecer nada…
Silêncio eterno entre nós dois.
Ela também estava envergonhada de me olhar. Sabia que o que fazíamos “não era certo” ou “não cabia”: eu era casado, apaixonado como um louco pela minha esposa, e ela era minha babá/amante.
Não podia dar filhos a ela, pedi-la em casamento ou imaginar uma vida juntos. Essa era nossa limitação e, por sorte, Lizzie a respeitava.
*— Tá bom! Te entendo! — sentenciou, com as bochechas vermelhas.
— Não, não acredito! — insisti, ao ler seus gestos. — Olha… você sabe como eu sou… e também sabe quanto trabalho dá cuidar de um filho… se continuar comigo, vou te engravidar… e não quero foder sua vida.
Ela bufou, como se o que eu disse fosse uma piada.
*— Tá bom! Relaxa! — e sentenciou num tom mais baixo. — Sei me cuidar sozinha!
Não disse com sarcasmo, rancor ou desprezo. Disse com um tom de resignação, do qual não podia ficar calado.
— Talvez, eu pudesse continuar te pagando por um tempo!
O rosto de Lizzie se amargou demais.
*— Não preciso do teu esmolas!
Esse jeito da Lizzie me encantava, porque ela tinha seu orgulho.
— Não é esmola! — respondi. — Pensa que é… um investimento.
Quando as palavras saíram da minha boca, ela sorriu, já que ninguém nunca tinha “investido” nela…
No entanto, surgiu em mim a mais grata epifania e o motivo do título desses relatos.
*— Um investimento? — repetiu ela, num tom suave e cativante, de uma gatinha brincando com um rato.
— Um negócio… queria te propor um negócio…
O olhar dela mudou radicalmente, intrigada porque eu disse aquilo com mais firmeza nas palavras.
*— Que tipo de negócio?
Acariciei a bochecha dela com ternura, deslizando um pouco do cabelo.
— Que você abrisse sua própria floricultura.
Ela ficou paralisada, a ponto de ter que levar as mãos às bochechas rosadas.
Da minha parte, comecei a traçar os primeiros esboços daquele projeto…
Desde o momento em que Marisol foi aceita na Universidade de Adelaide, comecei a economizar para comprar um carro pra ela. As constantes recusas da minha esposa fizeram essa poupança crescer generosamente, a ponto de, no final daquele ano, conseguirmos pagar a lua de mel no Japão que eu devia à minha mulher e uma viagem de lazer para a Indonésia. Também nos permitiu viajar para visitar nossa terra (na companhia da Lizzie) e, até o final do ano passado, era tanto dinheiro que dava pra comprar 4 carros como o que finalmente comprei pra minha esposa (motivo pelo qual tiramos umas férias 5 estrelas no verão e patrocinei o casamento de uma amiga da minha mulher…).
Além disso, sabia que Lizzie tinha economizado grande parte do salário dela (porque, assim como nós, não é de se dar luxos com frequência) e os gastos dela eram cobertos pelas despesas comuns de alimentação e serviços que a empresa pagava.
— Poderia alugar um ponto pra você… uma loja… e você venderia suas flores…
*— O que você tá dizendo? Seu bobo! — retrucou ela, sem acreditar na minha oferta.
Dava pra sentir como ela se contraía de emoção (continuava preso dentro dela), mas eu a olhava Desconcertado ao vê-la chorando sem consolo.
—Você não acredita em mim?
Ela tentou sorrir entre as lágrimas.
*Por que você faria isso por mim?
—Porque me importo com você, tenho dinheiro e sei que vai dar certo…
Os olhos dela se arregalaram ainda mais com a última parte.
—Lizzie, você realmente acha que sou um idiota? — perguntei, intrigado.
Ela não ousava me responder, porque suas lágrimas eram tão abundantes e não tínhamos um lenço à mão para ela limpar o nariz.
—Você acha que não confio em você? Que não acho que você pode se dar bem?
O olhar dela escapava para os murais na parede. Não queria acreditar ou, talvez, não queria ouvir. Mas, segurando seu rosto com delicadeza, a fiz olhar para mim de novo.
—Você acha que paguei seus cursos de Ikebana por acaso? Porque vi como um hobby?
E, na verdade, desde que descobri que Lizzie tem talento para a arte (um dia em que ela estava fazendo um esboço das minhas meninas, quando ainda eram bebês. Ela considerou um fracasso, mas ao ver a semelhança com minha linda Verito e a delicadeza dos traços, soube que estava diante de uma artista), fiz de tudo para ajudá-la.
Infelizmente, ela não conseguia se soltar: suas lindas e ardentes bochechas eram enfeitadas por pequenas pérolas, que rolavam sem parar. Ela estava linda, com sua cintura fina e aqueles peitos gostosos que eram um verdadeiro espetáculo.
Segurei seu pulso com cuidado e o coloquei sobre meu coração, concentrando-me no formato dos dedos dela para que não tentasse escapar.
—Não, eu acredito que você tem talento!
E um sorriso jovem e delicioso apareceu em seus lábios, com beijos suaves para completar.
*Você realmente faria isso por mim?
Forcei ela a olhar nos meus olhos…
—Só por alguns meses. Até você poder me pagar parte da dívida… e se não der certo (porque essa possibilidade também existia…), pelo menos você terá algo divertido para fazer.
Ela sorriu e me beijou com delicadeza, ansiosa pelo que eu prometia e pela certeza que tinha de que sou um cara de palavra. Finalmente, aconteceu o que tinha que acontecer e nos separamos.
O rosto dela mostrava tanta satisfação e seus olhinhos brilhavam ao ver minha hombridade ainda inchada, mas na expectativa.
*Isso é o que vou sentir mais falta!* — sentenciou alegre, para me dar uma chupada suculenta que me fazia tremer desde a base da coluna.
Ainda acho que era ela quem mais curtia o boquete, porque assim como minha esposa, o estilo particular de lambida dela já não era mais pra me fazer gozar o mais rápido possível.
Ela tirava o tempo dela lambendo, engolindo e degustando meu sabor. Às vezes, enfiava até a metade. Em outras, brincava lambendo minha pontinha e chupando com vontade. Depois, uns beijinhos nas minhas bolas inchadas, feliz por conseguir esconder metade do rosto com meu pau e voltava a lamber, da base até a ponta.
E enquanto ela se divertia brincando comigo, eu fazia o mesmo com ela, deslizando meus dedos nas buracas dela, sem nenhum pudor.
Em especial, ela curtia com meus 2 dedos mais longos, serpenteando dentro do templo apertado do prazer dela, gemendo suave e com ternura, enquanto apertava mais um pouco meu rabo e colocava na altura dos mamilos dela.
Eu já tava de volta animado e ela sabia, porque o sorriso safado dela não parava de me seguir e meus movimentos pra tentar me ajeitar eram cada vez mais frequentes.
— Encosta na parede!
Ela continuava sorrindo, enquanto se colocava de quatro, imaginando o que vinha pela frente e com uma voz sensual e envolvente, me perguntou:
*O que você quer fazer? O que você quer fazer com esse troço tão grande?*
O que eu não sabia era que minha esposa não tinha aguentado a curiosidade e tava do lado da nossa porta, sentada no chão, se dando prazer do mesmo jeito que mexia com minha cabeça, mas a Lizzie tinha percebido.
E pra ela (assim como pra mim), era algo que já tava começando a virar rotina com minha esposa.
*Nãooo! Não enfia esse tremendo em mim!* — sentenciou num tom levemente mais alto. — O que será que sua esposa vai pensar… se nos ver fudendo?
Depois, Marisol me confessaria que aquilo tocou num nervo, que quase fez ela gozar na hora.
*É tão grande! Não mete assim! — ela pedia, enquanto eu penetrava devagar, me segurando nas suas cadeiras gostosas.
Ela reclamava de um jeito delicioso, e os movimentos dela, o tesão e a umidade, eram um prazer incomparável pra mim.
*Nãooo!... Não mete tão fundo!... Que você vai me engravidar! — ela pedia de vez em quando, mas ao mesmo tempo, deslizando a mão até minha bunda, pra garantir que eu não fosse tirar.
E pra Marisol, isso desencadeava orgasmo atrás de orgasmo, já que, segundo ela me contava, a ideia de eu engravidar qualquer uma delas aparecia com frequência nas conversas e que, praticamente, nenhuma das duas se importava, porque sabiam que meu tratamento seria o mesmo com ambas e que eu não ia deixar elas de lado.
No entanto, embora fosse um espetáculo montado pra diversão da Marisol, também tinha momentos em que ela fazia comentários sinceros.
*Não!... Não lambe assim meu pescoço!... — ela sentenciava num outro tom de voz, muito mais gostoso e feminino. — Não, por favor!... Não belisca assim meus peitos!... Ohhh!... É tão maravilhoso!
Lembro que minhas investidas eram profundas e seguidas, porque eu chegava a esticar parte do útero da Lizzie e, mais que o teatro que ela montava pra minha esposa, o prazer era genuíno pra ela.
*Não para!... Não para!... Por favor!... Goza dentro de mim!... Me engravida!... Me engravida, por favor!
E minhas arremetidas ficavam cada vez mais profundas. Gozei o mais fundo que pude e, extasiados, ficamos colados.
Marisol também ficou exausta com a briga e por pouco não dormiu no tapete, mas depois de um tempo cochilando, minha esposa ouviu a gente voltando à ação…
*Não lambe isso! Tá sujo! — Lizzie reclamava de forma brincalhona, enquanto eu deslizava minha língua na buceta dela. retaguarda.
Na real, as minas eram bem limpinhas e ligadas em cheirar bem, então não tinha problema nenhum em eu lamber a bunda delas.
Eu lambia devagarzinho o rego dela, e apesar dos protestos e dos rebolados, dava pra perceber que a Lizzie tava adorando. Com meus dedos, eu me molhava com o mel que escorria entre as pernas dela.
*— Seu tarado! Cê gosta de me comer por trás! — ela reclamava, gostosa, mas sem se opor às minhas investidas.
No fim, chegou num ponto que nós dois queríamos que eu entrasse, e sem tanta reclamação, já sabendo bem como era o esquema, ela se entregou ao destino com um entusiasmo danado.
Mais um arrepio da parte dela, e o avanço lento recomeçava…
*— É tão grossa!... Cê é melhor que o Fred nisso!
E, embora o ex-namorado/chefe dela tivesse estreado ela no anal, o verdadeiro prazer de curtir por trás ela aprendeu com este que vos fala.
Aliás, mesmo que a juventude jogasse a favor do hippie fracassado e temperamental, que até se recuperava rápido depois de gozar, as sessões de sexo dele, quando muito, duravam uns 45 minutos nas mais longas. Já comigo, podiam passar de 2 horas, com a mesma satisfação de arrebentar a rabeta que a Marisol tem.
*— Não para!... Não para!... Mais forte!
Segundo a Marisol contava, ela também gritava a mesma coisa, mesmo sem poder nos ver — e a minha esposinha maravilhosa tava se esbaldando com os próprios dedos.
— Ah, Lizzie!... Ah, Lizzie!... Não aguento mais!... Não aguento mais! — avisei.
*— Sim!... Siim!... Enche meu cu de novo!... Quero sua porra!... Quero sua porra!... Ahhh!... Ahhh!... Ahhhhh!...
E os três desabamos, exaustos. A Marisol não aguentava mais o cansaço e se arrastou de volta pro nosso quarto de casal.
De manhã, a Lizzie não me deu um boquete pra me acordar, como minha esposa faz, mas aproveitou pra encher a barriga dela de um jeito mais… produtiva e, embora aquela não tenha sido a última vez que dormi com a Lizzie (o último ménage que tivemos com a Marisol foi de longe o melhor…), foi o pontapé inicial pra mais uma conquista minha e uma nova fase na vida da minha babá.Post seguinte
1 comentários - Meus acordos com Lizzie… (IV)