Assim que entrei na sala de operações, fiquei fascinado. A iluminação geral do lugar estava baixa, mas havia luzes fortes sobre a maca e a Dra. Annette, que estava de pé ao lado de uma espécie de carrinho com uma máquina de anestesia. Meu coração acelerou de novo. A primeira impressão veio da maca, que parecia mais aquelas cadeiras novas que os dentistas usam. Na verdade, parecia uma cadeira de dentista, mas com algumas diferenças significativas. Estava totalmente coberta por uma espécie de látex ou borracha branca, e descobri que era extremamente acolchoada e macia, excepcionalmente confortável. A Dra. Annette vestia igual à s Dras. Helga e Brigitte. Era delicada e claramente tinha mais de 40 anos. Mas tinha os atributos mais eróticos. Só de ver a maca e a Dra. Annette, tive uma ereção tremenda, e respirei fundo algumas vezes para evitar gozar num orgasmo. As duas doutoras perceberam a situação, e a Dra. Annette avançou para me cumprimentar de forma calorosa e sensual. — Eu sou a Dra. Annette e quero dar minhas boas-vindas junto com as das Dras. Brigitte e Helga. Sente-se na mesa de operações. As luzes sobre a maca foram diminuÃdas, e a luz geral aumentou, permitindo que eu apreciasse a cena. Havia umas dez mesas móveis de aço inoxidável com instrumentos médicos e de outros tipos. A sala de operações tinha azulejos brancos do chão ao teto. Era impressionante! A cadeira estava na posição de qualquer cadeira comum, então pude sentar de forma simples e confortável. Depois percebi que o apoio para os pés era dividido em dois para segurar cada perna separadamente, deixando espaço entre elas. Essa abertura se estendia por toda a cadeira até chegar à s minhas nádegas. — Deite-se enquanto a colocamos em posição para o seu tratamento. Você vai ficar na mesa de operações por algumas horas — disse a Dra. Annette. A cadeira era realmente confortável e macia, e o estofamento de A goma dava um aroma prazeroso e sensual. A Dra. Annette começou a reclinar a cadeira e, ao mesmo tempo, minhas pernas começaram a se elevar e se afastar. Nesse estado, a Dra. Annette amarrou minhas pernas e tornozelos na maca. As pernas continuaram subindo, deixando minhas nádegas na posição vertical e as pernas abaixo dos joelhos na horizontal, o mais afastadas possÃvel. Outras seções da cadeira se moveram para me deixar numa posição em que eu pudesse ver entre minhas pernas. Meu ânus estava completamente exposto. Nem preciso dizer que meu saco e pinto também ficaram totalmente expostos. Eu estava deitado confortavelmente. Percebi que havia quatro lâmpadas móveis sobre a maca. Não consegui evitar um suspiro de satisfação. As doutoras sorriram, sabendo que essa parte do processo tinha sido satisfatória.
— Minha tarefa durante o tratamento é monitorar suas funções corporais e sua resposta ao tratamento — explicou a Dra. Annette — e administrar certas substâncias para ajudar as Dras. Helga e Brigitte a atingir seus objetivos. Vou administrar gases através de uma máscara, vou injetar por via intravenosa e intramuscular, não se preocupe. Fui anestesista. Não vou anestesiar você, mas pode ser que de vez em quando sinta uma tontura gostosa. Você vai ficar consciente durante todos os procedimentos. Normalmente não vou precisar cobrir sua boca, exceto talvez durante uma parte do tratamento, e você vai poder se comunicar com a gente o tempo todo. Vou te dar soro para garantir que não desidrate e glicose para te nutrir. Entendeu?
Eu assenti com a cabeça e apenas murmurei.
— Sim, doutora.
— Agora vou começar a preparar você antes de receber as instruções da Dra. Helga. Primeiro, deixa eu colocar o capacete.
A Dra. Annette pegou uma espécie de capacete de borracha preta e passou pela minha cabeça. Era bem apertado e cobria toda a minha cabeça e pescoço, deixando só meu rosto descoberto.
— O capacete Tem eletrodos que me permitem monitorar a atividade cerebral dela.
Ele aproximou um carrinho com o equipamento de monitoramento, colou quatro eletrodos no meu peito e conectou os eletrodos do capacete.
— Os eletrodos no peito são pra monitorar o coração. Agora relaxa. Daqui a alguns minutos a gente volta pra começar.
Ele me cobriu com uma espécie de manta de borracha e saiu com a Dra. Brigitte.
Fiquei de boa, com um relaxamento impossÃvel de descrever. Já estava na clÃnica há uma hora, tinha chegado quase no ponto do orgasmo várias vezes, três das doctoras mais gostosas que já vi tinham me atendido e o tratamento ainda nem tinha começado! Essa era realmente a clÃnica dos meus sonhos.
— Minha tarefa durante o tratamento é monitorar suas funções corporais e sua resposta ao tratamento — explicou a Dra. Annette — e administrar certas substâncias para ajudar as Dras. Helga e Brigitte a atingir seus objetivos. Vou administrar gases através de uma máscara, vou injetar por via intravenosa e intramuscular, não se preocupe. Fui anestesista. Não vou anestesiar você, mas pode ser que de vez em quando sinta uma tontura gostosa. Você vai ficar consciente durante todos os procedimentos. Normalmente não vou precisar cobrir sua boca, exceto talvez durante uma parte do tratamento, e você vai poder se comunicar com a gente o tempo todo. Vou te dar soro para garantir que não desidrate e glicose para te nutrir. Entendeu?
Eu assenti com a cabeça e apenas murmurei.
— Sim, doutora.
— Agora vou começar a preparar você antes de receber as instruções da Dra. Helga. Primeiro, deixa eu colocar o capacete.
A Dra. Annette pegou uma espécie de capacete de borracha preta e passou pela minha cabeça. Era bem apertado e cobria toda a minha cabeça e pescoço, deixando só meu rosto descoberto.
— O capacete Tem eletrodos que me permitem monitorar a atividade cerebral dela.
Ele aproximou um carrinho com o equipamento de monitoramento, colou quatro eletrodos no meu peito e conectou os eletrodos do capacete.
— Os eletrodos no peito são pra monitorar o coração. Agora relaxa. Daqui a alguns minutos a gente volta pra começar.
Ele me cobriu com uma espécie de manta de borracha e saiu com a Dra. Brigitte.
Fiquei de boa, com um relaxamento impossÃvel de descrever. Já estava na clÃnica há uma hora, tinha chegado quase no ponto do orgasmo várias vezes, três das doctoras mais gostosas que já vi tinham me atendido e o tratamento ainda nem tinha começado! Essa era realmente a clÃnica dos meus sonhos.
0 comentários - La ClÃnica de mis Sueños - CapÃtulo 2: Preparación