Uma coisa que sempre marcou minha família foi a quantidade de festas pra onde a gente era convidado, e, por consequência, a lista de contatos da minha mãe era bem generosa. Ela ia de festa em festa, às vezes acompanhada do Henry, o melhor amigo dela. Quando papai não podia ir, não era fácil arrumar outro homem pra substituir ele.
— Mas olha só que gostosa você tá, jovem Scarleth — disse Alfredo assim que me viu entrar no estábulo, onde ele tava escovando um cavalo preto. — Cê vai aonde?
— Pra uma festa com a minha mãe. Não quero ir, mas não tenho escolha.
— Assim, quem sabe você até arruma um namorado por lá. Já tá na idade de experimentar esses prazeres.
Sorri enquanto dava um beijo no focinho do bicho.
— Que isso, hein? Namorado é o que menos me passa pela cabeça. Como cê tá? Pensei que cê tivesse uma parceira, ou esposa.
— Nada disso, mocinha — ele disse, estendendo a mão e me ajudando a subir no cavalo. Depois ele montou atrás de mim, e a gente saiu andando devagar do estábulo. As rédeas do animal estavam bem firmes nas minhas mãos brancas. — Por enquanto, tô de boa só servindo sua família.
A voz dele sussurrada no meu pescoço me deu arrepios. Alfredo afastou uma das minhas mechas ruivas e deu uma mordida de brincadeira na minha garganta. Eu ri e me mexi. Desde pequena, ele adorava me morder e me fazer cócegas. Depois disso, puxei as rédeas e fiz o cavalo trotar suave pelo campo. As mãos de Alfredo acariciavam minha cintura, e eu sentia a barba dele encostada no meu ombro.
— Vou sentir muita falta sua no dia que cê for embora.
— Te falei que não vou — repeti. — Isso é coisa da minha mãe. Ela insiste que eu arrume alguém, mas não vai rolar. Prometo.
— Cê é só minha, né?
— Sim. Cê é um dos meus melhores amigos, Alfredo.
Ele fez cócegas com a barba no meu pescoço, e eu senti que derretia de novo.
A gente foi pra festa no carro do papai. Um Ford novinho, que lá pelos anos trinta, era o máximo. O melhor que podia ter nas ruas. Era dirigido por um dos criados da casa, e chegamos lá pelas cinco da tarde na mansão dos Flecher. Uma família rica que tinha negócios com o papai. A filha deles estava fazendo aniversário.
—Venham, meninas, e lembrem-se de cumprimentar —avisou a mamãe.
Lembro que a festa foi meio chata pra mim e pra Teresa. A gente passou o tempo sentadas numa das mesas enquanto minha mãe e minha irmã dançavam valsas pomposas com vários homens convidados, que não paravam de tentar olhar o que tinha no decote delas.
—Ei, amigas —falou o Eric, que também estava convidado—. Venham comigo.
A gente seguiu ele sem esperar mais um segundo. Ele nos levou até um dos quartos vazios da mansão. Trancou a porta com a chave e foi até a cama. Lá, coberta com os lençóis, estava uma das criadas.
—Ela tá dormindo? —perguntou a Teresinha.
—Dei algo pra ela tomar, e ela apagou —Eric deu de ombros—. Vamos tirar a roupa dela e ver o tamanho dos peitos dela.
—Você é um porco —exclamou nossa amiguinha.
—Pra mim tá de boa —falei rindo. Era melhor do que ficar sentada vendo a mamãe e minha irmã dançarem.
A Teresa, que não queria participar, mas também não queria ir embora, foi pra um canto ler um livro. Eu e o Eric subimos na cama, cada um de um lado da mulher. Ela tinha uns dezoito anos, uma cabeleira preta e pele branca. Eu e o Eric nos olhamos e sorrimos, igual fazíamos quando crianças ao aprontar alguma travessura. Ele começou tirando a roupa dela aos poucos, a mulher que se chamava Cláudia, segundo a identificação dela.
Ajudei ele com algumas peças, até deixar ela de calcinha e sutiã. Depois, lambendo os lábios, a gente jogou o sutiã dela longe da cama, bem em cima da Teresa.
—Olha esses peitos —exclamou o Eric—. Esses bicos parecem deliciosos.
—Pequenos demais —ri e toquei neles—. Olha como balançam.
—É. São enormes. Maiores que os seus.
—Hehe! É estranho —ri apertando os biquinhos da Cláudia.
O Eric saiu da cama e Ele baixou as calças.
—O que você tá fazendo? — perguntei, arqueando as sobrancelhas.
—Uma coisa que vi minha mãe fazer com meu pai, um dia que eu tava espiando eles.
Eu me afastei, enquanto Eric se sentava em cima da Claudia e colocava o pau dele entre os peitos da mulher. Eles eram tão grandes que abraçavam ele por completo. Eu comecei a me sentir meio estranha e me sentei de novo. Não parava de olhar pro pênis do meu amigo. Grande e vermelho, igual um falo de carne, e de repente deu uma vontade de tocar. Me segurei pra não fazer isso, e no lugar, tirei a calcinha da Claudia.
— Teresa, vem ver.
Minha amiga se aproximou, e enquanto meu amigo se divertia com o pau entre os seios da Claudia, a Tere e eu abrimos as pernas da garota e ficamos olhando a buceta dela. Tava bem depilada, e os lábios meio pra fora.
— Cadê o clitóris? — perguntou minha amiga, toda idiota.
— Burra. Como se você não conhecesse — me apressei em abrir a xota da empregada —. Olha. É esse botãozinho aqui. É bem pequeno, mas meu amigo Alfredo diz que faz muita cócega quando você toca.
— É? Vamos ver se ela ri — Teresa tocou o clitóris da Claudia e começou a sacudir ele igual uma louca.
— Assim não, tonta. É assim. Segura as pernas dela.
Ela segurou. Mesmo não sabendo muito, comecei a esfregar a bucetinha da Claudia. De repente, Eric soltou um gemido e o corpo dele se sacudiu. Larguei a xota e fui perto dele. Tinha saído porra do pau dele, e tava lambuzando a cara da empregada.
— Gozou — exclamou a Teresa, felizona por ver porra tão de perto. Não hesitou em pegar com o dedo e brincar com a textura —. Dizem que isso dá filhos.
— Sim, mas tem que entrar no teu corpo.
Ela olhou pra gente, e enfiou o dedo cheio de esperma na boca. Eric e eu caímos na gargalhada. Não dá pra culpar ela por não saber. A família dela devia ter dito que os bebês vinham de cegonha.
— Não, burra. Você tem que enfiar na buceta.
— Não, nem louca — ela falou —. Mas tem um gosto estranho.
— Então come — eu ri e chamei o Eric pra me ajudar. investigando a buceta da Claudia. Enquanto isso, Teresita, seguindo nossa sugestão, começou a catar o sêmen com a mão e a comer como se fosse creme.
—Uau, que delícia —sorriu Eric. O pau dele ainda pendia, meio grande.
—O que os homens veem nisso? —perguntei, abrindo os lábios da buceta da Claudia e olhando lá dentro—. É só um buraco, e aqui embaixo tem outro.
—É o cu.
—Eu sei, idiota.
—Cê acha que meu pinto cabe lá dentro?
—É pra ser assim —olhei pro pau dele, cada vez menor—. Mas duvido que o seu entre.
—Porra!
—Babão. Nossa, Teresa. Você limpou bem a cara da empregada.
Mantendo as pernas da Claudia abertas, nós três ficamos olhando um bom tempo pra buceta dela.
—O que mais a gente faz com ela?
—Vamos enfiar umas coisas —sugeri, e fui pegar uma das velas apagadas do candelabro. Com muita curiosidade, enfiei a vela dentro da buceta dela—. Parece que ainda aguenta mais.
—Vi cenouras na mesa —disse Teresa.
—Vou buscar.
Deixei eles com a empregada e voltei pra onde estavam os convidados. Mamãe e minha irmã pareciam dançar uma valsa bem lenta juntas. Estavam segurando uma na cintura da outra, as testas bem juntas e os peitos se apertando. Falavam algo baixinho, e as duas sorriam, mostrando dentes brancos lindos. Nisso, mamãe deu um beijo na ponta dos lábios da Alondra.
Tomara que eu e mamãe nos déssemos tão bem assim.
Voltei com o pepino, e foi nessa hora que vi que Teresa já tinha as pernas da Claudia bem abertas, e o Eric fazia uns movimentos estranhos.
—Não precisa mais —disse minha amiga—. O Eric já tá metendo tudo.
—Deixa eu ver —larguei o vegetal e olhei. Com efeito, o pau do meu amigo tava duro de novo, entrando e saindo da cavidade da Claudia. Ele fazia isso bem rápido. O suor escorria pelo peito nu do meu amigo, e os ovos dele batiam nos da empregada. Teresita não parava de olhar pro falo, e eu só sorria com vergonha vendo como os peitos da as garotas se sacudiam a cada estocada.
—Tá gostoso?
—Sim. Maravilhoso. Apertadinha!
Ele se afastou e tirou um pouco mais de sêmen, com o qual manchou a barriga da criada. Teresa suspirou, enquanto eu tinha umas ideias meio estranhas. Então, me apressei em meter meus dois dedos dentro da buceta que acabara de ser penetrada, e gostei do que senti. Era algo meio esquisito, escorregadio e quente. Tirei meus dedos cobertos de uma substância pegajosa.
—Uhm…
—Ele vai acordar! —exclamou Teresa, e nos apressamos a sair dali o mais rápido possível.
Uma vez em casa, entrei na banheira com minha irmã Alondra.
—Vem, gostosa. Deixa eu te esfregar.
Me acomodei entre as pernas dela, de modo que sentia os peitos dela contra minhas costas. Com muito cuidado, minha irmã mais velha encheu as mãos de espuma e começou a passar nos meus seios e na barriga.
—Que pezinhos lindos —riu, me dando um beijo na nuca.
—Não são tão lindos quanto os da mamãe.
—É que a mamãe é a mais linda de todas as mulheres da casa, mas você também tem uns peitos muito bonitos, irmã.
—Valeu —ri, relaxando e deixando Alondra beliscar minhas pontinhas e puxá-las até doer um pouco.
—Ai.
—Hehe! Como minha irmãzinha ficou sensível.
—O que vocês tão fazendo? —perguntou a pequena Clarita, entrando no banheiro. Ela estava pronta pra tomar um banho.
—Ah, pequena linda —exclamou minha irmã ao vê-la—. Faz tempo que não te olhava direito. Vem aqui que vou te ajudar a se lavar.
—Bom, eu vou me vestir —falei pra minha irmã, enquanto Clarita tomava meu lugar.
Depois de vestida com minha camisola e tal, saí pros estábulos onde o Alfredo estava. Só que ao me aproximar, notei ele meio estranho. Tava escuro, mas ele fazia uns barulhos meio esquisitos.
—Tá bem, senhor? —perguntei ao entrar. Quando iluminei ele com a lanterna, vi que ele tava sem calças, com o pau preso na boca de uma das criadas da casa—Ai! Desculpa!
Me virei pra correr e saí do estábulo. Esperei. Pouco depois, A criada saiu.
—Mil perdões, senhorita. Eu não…
—Já, já. Tudo bem —falei sorrindo, e entrei no estábulo—. Alfredo?
—Desculpa por ser tão porco, senhorita. Só queria… cê sabe.
—O quê? —franzi a testa—. Cê sabe bem que se envolver com as criadas é errado.
—Tava doendo —ele se apressou a dizer, fechando a calça.
—O que tava doendo, senhor?
—As bolas —disse ele, sorrindo—. Olha, senhorita. Vem cá.
Me sentindo mais calma, fui até ele, e nos deitamos na palha. Ele tirou a calça de novo, e com a lamparina, iluminei a rola dele. Ele afastou o pau e me mostrou o saco.
—Os homens sentem dor nas bolas quando tem muito sêmen acumulado, e precisam soltar. Uma mulher tem que ajudar.
—Hum… —engoli seco e ri nervosa—. E ela tava chupando o pau dele?
—É o melhor jeito —respondeu animado—. Sugar. Como se tivesse bebendo algo.
—Mas eu não sabia que sêmen se comia… até pouco tempo —lembrei da Maria engolindo a porra do pai.
—Se come, claro. É gostoso e bom pro rosto.
—Hehe! Sei não.
—Olha. Tá subindo de novo.
—É, tô vendo. É grande também.
Meu bom amigo Alfredo começou a bater punheta forte. Eu olhava, meio contrariada por ele estar fazendo aquilo tão perto de mim. Mas continuei olhando, encostando a cabeça no ombro dele.
—Ah… ah… me dá sua mão.
—Assim?
Ele colocou a cabeça do pau na minha palma, e gozou um pouco de porra quente nela. Era bem líquida.
—Agora cê pode provar, se quiser.
—É… acho que não.
—Então é bom pro rosto.
—Sério? —valia a pena tentar, então tocando o esperma quente com a mão, passei nas bochechas como se fosse maquiagem—. Como é que tá?
—Perfeito, e me desculpa. Não queria que me visse… batendo punheta.
—Batendo o quê?
—Punheta. É quando a pessoa se toca pra se sentir bem.
—Ah… —naquela época, eu praticava sem saber—. Relaxa. Acho que são coisas bem normais entre as pessoas. Tipo mijar, né?
—Mais ou menos. —assim —riu Alfredo, me dando um beijo enquanto o pau dele diminuía de tamanho depois de gozar—. Você já aprendeu a se tocar?
—Só coloco as mãos, mas dá vontade de mijar.
—É algo muito melhor que isso. Se me permitir, com prazer vou te ensinar.
Eu ri nervosamente.
—Não, obrigada. Na verdade, tenho que ir. Descanse, Alfredo.
No entanto, a curiosidade de saber se eu estava me masturbando direito era grande demais. Então, fui pro quarto da minha irmã Alondra. Ela estava deitada na cama, lendo com um robe de cetim transparente sobre o corpo gostoso dela.
—O que foi, Scarleth?
Perguntei sobre masturbação, e ela, surpresa, sorriu e mandou eu chegar perto. Sentei na beira da cama dela.
—Masturbação feminina é uma coisa linda demais. Mamãe me ensinou a fazer, e você?
—Não —murmurei, triste. Eu e mamãe não tínhamos momentos próximos.
—Então vou te ensinar. Vai, tira a roupa.
Rindo, me despi na frente da minha irmã. Ela também tirou o robe e, depois, entrelaçamos nossas pernas na cama dela, de um jeito que nossas bucetas ficavam separadas por uns poucos centímetros. Alondra tinha a ppk totalmente lisinha, e quando abriu, vi o rosa das dobras dela.
—Esse é o clitóris. Me dá a mão —eu dei, e ela colocou na ppk dela. Eu ficava meio envergonhada da minha irmã, quase nos vinte e poucos anos, estar me ensinando coisas que eu já devia saber—. O que você sente?
—Tá quente —respondi, deixando ela me guiar com movimentos circulares. Alondra se deitou pra trás, se apoiando nas mãos e mostrando os peitos, cujos bicos começavam a endurecer como duas pedrinhas—. Tô fazendo certo?
—Perfeito. Ah… irmãzinha.
Ela esticou uma mão e tocou meu clitóris. Dei um pulo de susto quando ela começou a mexer os dedos em círculos ao redor da minha ppk, cujo calor aumentava. Minha respiração falhou, e por causa disso, soltei um gemido.
—Nossa! Te fiz gemer, docinho. Agora enfia seus dedinhos dentro da minha buceta. Franzindo as sobrancelhas, penetrei minha irmã com dois dedos longos. Lá dentro estava tão cheia de sucos quanto os da criada. Ela fez o mesmo comigo, mas esbarrou no meu hímen, e eu gemi de dor ao sentir que queria me penetrar.
— Não.
— Eu sei, eu sei — ela sorriu. Depois, se jogando pra trás, levantou as pernas até expor a bunda por completo. O buraco do cu dela estava à mostra, e se mexia como se pedisse pra ser penetrado por algo. — Minha irmã, se você lamber uma buceta, vai dar mais prazer, sabia?
— Sério?
— Mamãe me mostrou. Vai. Come.
Eu não tava muito certa do que ela queria dizer, então, timidamente, naquela noite provei a buceta da minha irmã mais velha. Passei a língua sentindo a fenda da racha dela, e recolhendo os sucos que ela tava me oferecendo. Exalava um aroma peculiar, mas de repente peguei o gosto, e me agarrando nas pernas dela, me dediquei a chupar a boceta dela até arrancar gemidos gostosos de prazer.
— Ah… isso. Isso, meu amor — ela gritou, me fazendo rir por um tempão.
Essa foi minha primeira experiência com o lesbianismo. Ah… faz tanto tempo que isso aconteceu, que é impossível não lembrar como se fosse ontem à noite.
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Sinceramente, o que vocês acham da história? Pessoalmente, sinto que falta… sei lá. Mais sexo, mais… sacanagem. Me digam sinceramente o que acharam ou o que gostariam de ver.
— Mas olha só que gostosa você tá, jovem Scarleth — disse Alfredo assim que me viu entrar no estábulo, onde ele tava escovando um cavalo preto. — Cê vai aonde?
— Pra uma festa com a minha mãe. Não quero ir, mas não tenho escolha.
— Assim, quem sabe você até arruma um namorado por lá. Já tá na idade de experimentar esses prazeres.
Sorri enquanto dava um beijo no focinho do bicho.
— Que isso, hein? Namorado é o que menos me passa pela cabeça. Como cê tá? Pensei que cê tivesse uma parceira, ou esposa.
— Nada disso, mocinha — ele disse, estendendo a mão e me ajudando a subir no cavalo. Depois ele montou atrás de mim, e a gente saiu andando devagar do estábulo. As rédeas do animal estavam bem firmes nas minhas mãos brancas. — Por enquanto, tô de boa só servindo sua família.
A voz dele sussurrada no meu pescoço me deu arrepios. Alfredo afastou uma das minhas mechas ruivas e deu uma mordida de brincadeira na minha garganta. Eu ri e me mexi. Desde pequena, ele adorava me morder e me fazer cócegas. Depois disso, puxei as rédeas e fiz o cavalo trotar suave pelo campo. As mãos de Alfredo acariciavam minha cintura, e eu sentia a barba dele encostada no meu ombro.
— Vou sentir muita falta sua no dia que cê for embora.
— Te falei que não vou — repeti. — Isso é coisa da minha mãe. Ela insiste que eu arrume alguém, mas não vai rolar. Prometo.
— Cê é só minha, né?
— Sim. Cê é um dos meus melhores amigos, Alfredo.
Ele fez cócegas com a barba no meu pescoço, e eu senti que derretia de novo.
A gente foi pra festa no carro do papai. Um Ford novinho, que lá pelos anos trinta, era o máximo. O melhor que podia ter nas ruas. Era dirigido por um dos criados da casa, e chegamos lá pelas cinco da tarde na mansão dos Flecher. Uma família rica que tinha negócios com o papai. A filha deles estava fazendo aniversário.
—Venham, meninas, e lembrem-se de cumprimentar —avisou a mamãe.
Lembro que a festa foi meio chata pra mim e pra Teresa. A gente passou o tempo sentadas numa das mesas enquanto minha mãe e minha irmã dançavam valsas pomposas com vários homens convidados, que não paravam de tentar olhar o que tinha no decote delas.
—Ei, amigas —falou o Eric, que também estava convidado—. Venham comigo.
A gente seguiu ele sem esperar mais um segundo. Ele nos levou até um dos quartos vazios da mansão. Trancou a porta com a chave e foi até a cama. Lá, coberta com os lençóis, estava uma das criadas.
—Ela tá dormindo? —perguntou a Teresinha.
—Dei algo pra ela tomar, e ela apagou —Eric deu de ombros—. Vamos tirar a roupa dela e ver o tamanho dos peitos dela.
—Você é um porco —exclamou nossa amiguinha.
—Pra mim tá de boa —falei rindo. Era melhor do que ficar sentada vendo a mamãe e minha irmã dançarem.
A Teresa, que não queria participar, mas também não queria ir embora, foi pra um canto ler um livro. Eu e o Eric subimos na cama, cada um de um lado da mulher. Ela tinha uns dezoito anos, uma cabeleira preta e pele branca. Eu e o Eric nos olhamos e sorrimos, igual fazíamos quando crianças ao aprontar alguma travessura. Ele começou tirando a roupa dela aos poucos, a mulher que se chamava Cláudia, segundo a identificação dela.
Ajudei ele com algumas peças, até deixar ela de calcinha e sutiã. Depois, lambendo os lábios, a gente jogou o sutiã dela longe da cama, bem em cima da Teresa.
—Olha esses peitos —exclamou o Eric—. Esses bicos parecem deliciosos.
—Pequenos demais —ri e toquei neles—. Olha como balançam.
—É. São enormes. Maiores que os seus.
—Hehe! É estranho —ri apertando os biquinhos da Cláudia.
O Eric saiu da cama e Ele baixou as calças.
—O que você tá fazendo? — perguntei, arqueando as sobrancelhas.
—Uma coisa que vi minha mãe fazer com meu pai, um dia que eu tava espiando eles.
Eu me afastei, enquanto Eric se sentava em cima da Claudia e colocava o pau dele entre os peitos da mulher. Eles eram tão grandes que abraçavam ele por completo. Eu comecei a me sentir meio estranha e me sentei de novo. Não parava de olhar pro pênis do meu amigo. Grande e vermelho, igual um falo de carne, e de repente deu uma vontade de tocar. Me segurei pra não fazer isso, e no lugar, tirei a calcinha da Claudia.
— Teresa, vem ver.
Minha amiga se aproximou, e enquanto meu amigo se divertia com o pau entre os seios da Claudia, a Tere e eu abrimos as pernas da garota e ficamos olhando a buceta dela. Tava bem depilada, e os lábios meio pra fora.
— Cadê o clitóris? — perguntou minha amiga, toda idiota.
— Burra. Como se você não conhecesse — me apressei em abrir a xota da empregada —. Olha. É esse botãozinho aqui. É bem pequeno, mas meu amigo Alfredo diz que faz muita cócega quando você toca.
— É? Vamos ver se ela ri — Teresa tocou o clitóris da Claudia e começou a sacudir ele igual uma louca.
— Assim não, tonta. É assim. Segura as pernas dela.
Ela segurou. Mesmo não sabendo muito, comecei a esfregar a bucetinha da Claudia. De repente, Eric soltou um gemido e o corpo dele se sacudiu. Larguei a xota e fui perto dele. Tinha saído porra do pau dele, e tava lambuzando a cara da empregada.
— Gozou — exclamou a Teresa, felizona por ver porra tão de perto. Não hesitou em pegar com o dedo e brincar com a textura —. Dizem que isso dá filhos.
— Sim, mas tem que entrar no teu corpo.
Ela olhou pra gente, e enfiou o dedo cheio de esperma na boca. Eric e eu caímos na gargalhada. Não dá pra culpar ela por não saber. A família dela devia ter dito que os bebês vinham de cegonha.
— Não, burra. Você tem que enfiar na buceta.
— Não, nem louca — ela falou —. Mas tem um gosto estranho.
— Então come — eu ri e chamei o Eric pra me ajudar. investigando a buceta da Claudia. Enquanto isso, Teresita, seguindo nossa sugestão, começou a catar o sêmen com a mão e a comer como se fosse creme.
—Uau, que delícia —sorriu Eric. O pau dele ainda pendia, meio grande.
—O que os homens veem nisso? —perguntei, abrindo os lábios da buceta da Claudia e olhando lá dentro—. É só um buraco, e aqui embaixo tem outro.
—É o cu.
—Eu sei, idiota.
—Cê acha que meu pinto cabe lá dentro?
—É pra ser assim —olhei pro pau dele, cada vez menor—. Mas duvido que o seu entre.
—Porra!
—Babão. Nossa, Teresa. Você limpou bem a cara da empregada.
Mantendo as pernas da Claudia abertas, nós três ficamos olhando um bom tempo pra buceta dela.
—O que mais a gente faz com ela?
—Vamos enfiar umas coisas —sugeri, e fui pegar uma das velas apagadas do candelabro. Com muita curiosidade, enfiei a vela dentro da buceta dela—. Parece que ainda aguenta mais.
—Vi cenouras na mesa —disse Teresa.
—Vou buscar.
Deixei eles com a empregada e voltei pra onde estavam os convidados. Mamãe e minha irmã pareciam dançar uma valsa bem lenta juntas. Estavam segurando uma na cintura da outra, as testas bem juntas e os peitos se apertando. Falavam algo baixinho, e as duas sorriam, mostrando dentes brancos lindos. Nisso, mamãe deu um beijo na ponta dos lábios da Alondra.
Tomara que eu e mamãe nos déssemos tão bem assim.
Voltei com o pepino, e foi nessa hora que vi que Teresa já tinha as pernas da Claudia bem abertas, e o Eric fazia uns movimentos estranhos.
—Não precisa mais —disse minha amiga—. O Eric já tá metendo tudo.
—Deixa eu ver —larguei o vegetal e olhei. Com efeito, o pau do meu amigo tava duro de novo, entrando e saindo da cavidade da Claudia. Ele fazia isso bem rápido. O suor escorria pelo peito nu do meu amigo, e os ovos dele batiam nos da empregada. Teresita não parava de olhar pro falo, e eu só sorria com vergonha vendo como os peitos da as garotas se sacudiam a cada estocada.
—Tá gostoso?
—Sim. Maravilhoso. Apertadinha!
Ele se afastou e tirou um pouco mais de sêmen, com o qual manchou a barriga da criada. Teresa suspirou, enquanto eu tinha umas ideias meio estranhas. Então, me apressei em meter meus dois dedos dentro da buceta que acabara de ser penetrada, e gostei do que senti. Era algo meio esquisito, escorregadio e quente. Tirei meus dedos cobertos de uma substância pegajosa.
—Uhm…
—Ele vai acordar! —exclamou Teresa, e nos apressamos a sair dali o mais rápido possível.
Uma vez em casa, entrei na banheira com minha irmã Alondra.
—Vem, gostosa. Deixa eu te esfregar.
Me acomodei entre as pernas dela, de modo que sentia os peitos dela contra minhas costas. Com muito cuidado, minha irmã mais velha encheu as mãos de espuma e começou a passar nos meus seios e na barriga.
—Que pezinhos lindos —riu, me dando um beijo na nuca.
—Não são tão lindos quanto os da mamãe.
—É que a mamãe é a mais linda de todas as mulheres da casa, mas você também tem uns peitos muito bonitos, irmã.
—Valeu —ri, relaxando e deixando Alondra beliscar minhas pontinhas e puxá-las até doer um pouco.
—Ai.
—Hehe! Como minha irmãzinha ficou sensível.
—O que vocês tão fazendo? —perguntou a pequena Clarita, entrando no banheiro. Ela estava pronta pra tomar um banho.
—Ah, pequena linda —exclamou minha irmã ao vê-la—. Faz tempo que não te olhava direito. Vem aqui que vou te ajudar a se lavar.
—Bom, eu vou me vestir —falei pra minha irmã, enquanto Clarita tomava meu lugar.
Depois de vestida com minha camisola e tal, saí pros estábulos onde o Alfredo estava. Só que ao me aproximar, notei ele meio estranho. Tava escuro, mas ele fazia uns barulhos meio esquisitos.
—Tá bem, senhor? —perguntei ao entrar. Quando iluminei ele com a lanterna, vi que ele tava sem calças, com o pau preso na boca de uma das criadas da casa—Ai! Desculpa!
Me virei pra correr e saí do estábulo. Esperei. Pouco depois, A criada saiu.
—Mil perdões, senhorita. Eu não…
—Já, já. Tudo bem —falei sorrindo, e entrei no estábulo—. Alfredo?
—Desculpa por ser tão porco, senhorita. Só queria… cê sabe.
—O quê? —franzi a testa—. Cê sabe bem que se envolver com as criadas é errado.
—Tava doendo —ele se apressou a dizer, fechando a calça.
—O que tava doendo, senhor?
—As bolas —disse ele, sorrindo—. Olha, senhorita. Vem cá.
Me sentindo mais calma, fui até ele, e nos deitamos na palha. Ele tirou a calça de novo, e com a lamparina, iluminei a rola dele. Ele afastou o pau e me mostrou o saco.
—Os homens sentem dor nas bolas quando tem muito sêmen acumulado, e precisam soltar. Uma mulher tem que ajudar.
—Hum… —engoli seco e ri nervosa—. E ela tava chupando o pau dele?
—É o melhor jeito —respondeu animado—. Sugar. Como se tivesse bebendo algo.
—Mas eu não sabia que sêmen se comia… até pouco tempo —lembrei da Maria engolindo a porra do pai.
—Se come, claro. É gostoso e bom pro rosto.
—Hehe! Sei não.
—Olha. Tá subindo de novo.
—É, tô vendo. É grande também.
Meu bom amigo Alfredo começou a bater punheta forte. Eu olhava, meio contrariada por ele estar fazendo aquilo tão perto de mim. Mas continuei olhando, encostando a cabeça no ombro dele.
—Ah… ah… me dá sua mão.
—Assim?
Ele colocou a cabeça do pau na minha palma, e gozou um pouco de porra quente nela. Era bem líquida.
—Agora cê pode provar, se quiser.
—É… acho que não.
—Então é bom pro rosto.
—Sério? —valia a pena tentar, então tocando o esperma quente com a mão, passei nas bochechas como se fosse maquiagem—. Como é que tá?
—Perfeito, e me desculpa. Não queria que me visse… batendo punheta.
—Batendo o quê?
—Punheta. É quando a pessoa se toca pra se sentir bem.
—Ah… —naquela época, eu praticava sem saber—. Relaxa. Acho que são coisas bem normais entre as pessoas. Tipo mijar, né?
—Mais ou menos. —assim —riu Alfredo, me dando um beijo enquanto o pau dele diminuía de tamanho depois de gozar—. Você já aprendeu a se tocar?
—Só coloco as mãos, mas dá vontade de mijar.
—É algo muito melhor que isso. Se me permitir, com prazer vou te ensinar.
Eu ri nervosamente.
—Não, obrigada. Na verdade, tenho que ir. Descanse, Alfredo.
No entanto, a curiosidade de saber se eu estava me masturbando direito era grande demais. Então, fui pro quarto da minha irmã Alondra. Ela estava deitada na cama, lendo com um robe de cetim transparente sobre o corpo gostoso dela.
—O que foi, Scarleth?
Perguntei sobre masturbação, e ela, surpresa, sorriu e mandou eu chegar perto. Sentei na beira da cama dela.
—Masturbação feminina é uma coisa linda demais. Mamãe me ensinou a fazer, e você?
—Não —murmurei, triste. Eu e mamãe não tínhamos momentos próximos.
—Então vou te ensinar. Vai, tira a roupa.
Rindo, me despi na frente da minha irmã. Ela também tirou o robe e, depois, entrelaçamos nossas pernas na cama dela, de um jeito que nossas bucetas ficavam separadas por uns poucos centímetros. Alondra tinha a ppk totalmente lisinha, e quando abriu, vi o rosa das dobras dela.
—Esse é o clitóris. Me dá a mão —eu dei, e ela colocou na ppk dela. Eu ficava meio envergonhada da minha irmã, quase nos vinte e poucos anos, estar me ensinando coisas que eu já devia saber—. O que você sente?
—Tá quente —respondi, deixando ela me guiar com movimentos circulares. Alondra se deitou pra trás, se apoiando nas mãos e mostrando os peitos, cujos bicos começavam a endurecer como duas pedrinhas—. Tô fazendo certo?
—Perfeito. Ah… irmãzinha.
Ela esticou uma mão e tocou meu clitóris. Dei um pulo de susto quando ela começou a mexer os dedos em círculos ao redor da minha ppk, cujo calor aumentava. Minha respiração falhou, e por causa disso, soltei um gemido.
—Nossa! Te fiz gemer, docinho. Agora enfia seus dedinhos dentro da minha buceta. Franzindo as sobrancelhas, penetrei minha irmã com dois dedos longos. Lá dentro estava tão cheia de sucos quanto os da criada. Ela fez o mesmo comigo, mas esbarrou no meu hímen, e eu gemi de dor ao sentir que queria me penetrar.
— Não.
— Eu sei, eu sei — ela sorriu. Depois, se jogando pra trás, levantou as pernas até expor a bunda por completo. O buraco do cu dela estava à mostra, e se mexia como se pedisse pra ser penetrado por algo. — Minha irmã, se você lamber uma buceta, vai dar mais prazer, sabia?
— Sério?
— Mamãe me mostrou. Vai. Come.
Eu não tava muito certa do que ela queria dizer, então, timidamente, naquela noite provei a buceta da minha irmã mais velha. Passei a língua sentindo a fenda da racha dela, e recolhendo os sucos que ela tava me oferecendo. Exalava um aroma peculiar, mas de repente peguei o gosto, e me agarrando nas pernas dela, me dediquei a chupar a boceta dela até arrancar gemidos gostosos de prazer.
— Ah… isso. Isso, meu amor — ela gritou, me fazendo rir por um tempão.
Essa foi minha primeira experiência com o lesbianismo. Ah… faz tanto tempo que isso aconteceu, que é impossível não lembrar como se fosse ontem à noite.
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Sinceramente, o que vocês acham da história? Pessoalmente, sinto que falta… sei lá. Mais sexo, mais… sacanagem. Me digam sinceramente o que acharam ou o que gostariam de ver.
4 comentários - Diário sexual e tarado da Scarleth cap 2
Dejo +10 como siempre!