Deliciosa sobrinha II

(Pajera, virgem, minha putinha)Acordei antes da Sele, com medo da reação dela quando percebesse as manchas de porra. Enquanto preparava o café da manhã pra nós duas, ouvi ela tomando banho. Virava as torradas quando senti o corpinho da minha sobrinha nas minhas costas e as duas mãozinhas macias dela tapando meus olhos por trás.

- Adivinha quem dormiu gostoso e sonhou com você... - falou uma voz doce.

- Deve ser uma mina muito gostosa... - respondi sorrindo, enquanto me virava. Ela tava de minissaia preta, mostrando as pernas lindas dela. Enrolei a cintura dela, levantei e apertei contra o meu corpo, e beijei o lado esquerdo do canto dos lábios carnudos dela.
Deliciosa sobrinha IINo café da manhã, contei que ia ficar em casa trabalhando e perguntei que horas ela voltava. Antes de ela sair pra faculdade, falei que ia tirar umas fotos dela pra atualizar o álbum de família.

Assim que ela saiu, fui direto pro que tinha planejado.

Manjo bastante de informática e redes, então instalei quatro câmeras minúsculas com sensores de movimento e voz, além de microfones, tudo conectado no meu computador e celular. Testei tudo, conferindo que ia ver e ouvir cada detalhe do que a Sele fazia no quarto dela.

Depois, olhei pra cama arrumada da sobrinha. Levantei o cobertor e os lençóis e vi os restos secos da minha porra. Me deu na telha de dar uma olhada debaixo do travesseiro. Encontrei uma calcinha de dormir.

Percebi que na parte da virilha tava manchada e durinha. Levei até o nariz e senti o cheiro dos fluidos dela: a gostosa tinha se masturbado!
Diário de punhetasMe despi, coloquei a peça no meu pau e caí na cama, pronto pra bater uma e lambuzar tudo de porra. Nessa hora, vi o notebook da Sele. Encontrei uma pasta escondida chamada "meu pornô", com as subpastas "Fodas", "Sapatão gostosa", "Festa", e "Eu". Nessa última, tinha quase 100 fotos da minha sobrinha, a maioria se masturbando, com dedos e punho, até enfiando consolos na buceta e no cu.garota
masturbacaoMolhada e pulsante, a pica pedia ação, mas o nome de outra pasta segurou meu tesão. "Meu diário", se chamava, e estava dividido em anos (cinco anteriores) e meses.
Fui pro ano, mês atual e dia da chegada da Sele em casa.
Transcrevo alguns parágrafos:
10 de fevereiro. Cheguei na casa do tio e adorei como ele olhou pras minhas pernas e pra minha bunda pequena… Ele continua interessante… À noite, dediquei a primeira punheta pra ele.
12 de fevereiro. Em três dias, já são sete punhetas… Percebi que o tio também bate uma, tenho que descobrir se é por minha causa… À noite, ele mandou eu vestir o short que eu usava na minha casa… Como fica bem justinho, coloquei sem calcinha… Deixei o tio duro, vi o volume da vara dele… fingi que tava triste e deixei ele encostar o pau na minha bunda… depois senti ele na minha buceta… Vou parar de escrever porque tô molhada e quero gozar imaginando a pica dele dentro de mim…
Assim que terminei de ler, só me toquei e meu leite jorrou.Use a palavra bucetaMe limpei com o shortinho da Sele e coloquei de volta debaixo do travesseiro dela.Bêbado de luxúriaDepois de copiar todos os arquivos, tomei um banho e fui comprar uns shorts e lingerie erótica pra minha sobrinha. Decidi esperar ela deitado no sofá grande da sala, vestindo a legging usada pra andar de bicicleta. Sem cueca, bola e pau estavam bem evidentes.

A Sele entrou em casa às 19h. Fingi que tava dormindo e percebi que ela aproveitou, por alguns minutos, pra me observar. Depois me chamou:

- Oi, tio! Sentiu minha falta?

- Oi, gostosa! Claro que senti! – respondi enquanto me levantava e me aproximei pra abraçar ela, encostando minha ereção nela.

- Você é tão carinhoso! – falou, se afastando.

- Sele, comprei umas roupas pra você; deixei na sua cama. Ah, só por precaução, fiz uma manutenção no seu notebook...

- Ehh... Valeu... Vou deitar um pouquinho... – disse ela, confusa.

Quando entrou no quarto e fechou a porta, algo incomum, peguei meu laptop pra observar os movimentos dela. Ela olhou, satisfeita, as roupas que ganhou, se despiu e deitou pra se acariciar. Agitada, pegou um short, vestiu e acelerou a punheta.
companheiraEu me despipei e comecei a me tocar. Parei quando vi no monitor que ela se levantou, procurou na mochila e tirou um consolador grosso com base. Ela apoiou no chão, se agachou e devagar foi descendo a buceta, se enfiando no pau sintético.

Louco pela beleza dela, bêbado de luxúria, com o pau duro que nem um tronco, fui até o quarto da Sele e abri a porta…
(Continua: "Gostosura")

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