Sou Luis, homem de 44 anos, 1,85 m, 100 kg, moreno, forte, culto e dominante com suas mulheres. No domingo passado, numa reunião de família, dominei minha cunhada, uma mulher madura e de personalidade forte, casada, mas uma gata submissa na hora que é penetrada e levada no cu, como uma mulher deve ser dominada. Uma mulher, quanto mais mulher é, mais putinha é — e é isso que rola com minha cunhada.
Na segunda-feira seguinte, acordei cedo ainda com meu pau duro, preto, venoso, viscoso e grosso. Fui pra cozinha e encontrei a Martha fazendo café, com a raba empinada e os mamilos aparecendo pelo pijama. Senti meu pau pulsar. Fui até minha nova puta e, sem dizer nada, baixei a cabeça dela, beijei seu pescoço e falei: "Dá um salve pro seu macho de um jeito mais adequado". Mostrei a ferramenta do desejo dela, tirei pra fora, inclinei. Ela se lambuzou, abriu a boca e esperou meu membro entrar até a garganta. Ela babou todo meu pau, e eu aproveitei o apetite dela e fodi aquela boquinha faminta até explodir na cara e na boca dela.
Ouvimos um barulho, me viro e vejo a Cristina, filha da Marta. Ela nos viu e ficou perplexa olhando pra mãe dela virada numa puta. Sai correndo pra um quarto, minha puta fica desesperada, sai correndo pra se limpar. Todo mundo se levanta, as coisas ficam escondidas durante o dia. Umas quatro da tarde, vou nadar na piscina enquanto todo mundo joga na mesa. Vejo que a Cristina tá me seguindo.
Decido sentar na borda da piscina enquanto vejo a sobrinha de biquíni, com uma bunda igual da mãe, peitos empinados, olhos verdes, cabelo comprido, toda uma gostosa de 18 anos. Ela vem na minha direção com um andar arrogante e cara de adolescente, levanta a voz me recriminando por ter a mãe dela como uma puta.
Como eu disse antes, adoro domar fêmeas, pego pelo cabelo, um dos meus fetiches, pra dominar uma gostosa, seja novinha ou coroa. A outra mão no clitóris apertando ele, e surpresa: a novinha tá molhada pra caralho, igual a mãe dela. Vejo que você gostou do que viu, putinha, essa pica vai te foder também, vadiazinha.
Tiro o sutiã dela e mando ela entrar na piscina, eu sento na borda e ela fica com a cara entre minhas pernas. Pego de novo as rédeas da minha égua, tiro a pica pra fora e, puxando pelo cabelo, aproximo ela. Dou um sorriso, putinha, sua mãe já te mostrou? Esfrego minha pica na cara dela. Instintivamente, ela abre a boca e me dá um boquete dos sonhos até eu gozar na cara e na boca dela. Limpa isso, vagabunda, que agora vou pro seu cu.
Tio, não sou virgem, melhor putinha vai ser minha hoje. Tira essa calcinha, vagabunda. Desço até a piscina, enfio um dedinho na buceta dela, com a outra mão amasso os peitos dela. Você tá molhada, meu dedo entra e sai. Aproveito e meto dois dedos, ela fraqueja e geme igualzinho à mãe. Penetro ela sem piedade pra ela saber quem é o dono. Ela solta um grito abafado de dor e continuo metendo e tirando sem contemplação. Ela goza e eu sinto explodir dentro dela. Ela se acaba. Falo no ouvido dela: de agora em diante, vai ser minha putinha e eu sou seu dono. Ela concorda e mando tatuar uma flor perto da buceta dela.
Na quarta-feira a gente se encontra no centro, a Martha e a Cristina estavam saindo da loja de tatuagem, eu pego elas e começa a terceira parte.
Na segunda-feira seguinte, acordei cedo ainda com meu pau duro, preto, venoso, viscoso e grosso. Fui pra cozinha e encontrei a Martha fazendo café, com a raba empinada e os mamilos aparecendo pelo pijama. Senti meu pau pulsar. Fui até minha nova puta e, sem dizer nada, baixei a cabeça dela, beijei seu pescoço e falei: "Dá um salve pro seu macho de um jeito mais adequado". Mostrei a ferramenta do desejo dela, tirei pra fora, inclinei. Ela se lambuzou, abriu a boca e esperou meu membro entrar até a garganta. Ela babou todo meu pau, e eu aproveitei o apetite dela e fodi aquela boquinha faminta até explodir na cara e na boca dela.
Ouvimos um barulho, me viro e vejo a Cristina, filha da Marta. Ela nos viu e ficou perplexa olhando pra mãe dela virada numa puta. Sai correndo pra um quarto, minha puta fica desesperada, sai correndo pra se limpar. Todo mundo se levanta, as coisas ficam escondidas durante o dia. Umas quatro da tarde, vou nadar na piscina enquanto todo mundo joga na mesa. Vejo que a Cristina tá me seguindo.
Decido sentar na borda da piscina enquanto vejo a sobrinha de biquíni, com uma bunda igual da mãe, peitos empinados, olhos verdes, cabelo comprido, toda uma gostosa de 18 anos. Ela vem na minha direção com um andar arrogante e cara de adolescente, levanta a voz me recriminando por ter a mãe dela como uma puta.
Como eu disse antes, adoro domar fêmeas, pego pelo cabelo, um dos meus fetiches, pra dominar uma gostosa, seja novinha ou coroa. A outra mão no clitóris apertando ele, e surpresa: a novinha tá molhada pra caralho, igual a mãe dela. Vejo que você gostou do que viu, putinha, essa pica vai te foder também, vadiazinha.
Tiro o sutiã dela e mando ela entrar na piscina, eu sento na borda e ela fica com a cara entre minhas pernas. Pego de novo as rédeas da minha égua, tiro a pica pra fora e, puxando pelo cabelo, aproximo ela. Dou um sorriso, putinha, sua mãe já te mostrou? Esfrego minha pica na cara dela. Instintivamente, ela abre a boca e me dá um boquete dos sonhos até eu gozar na cara e na boca dela. Limpa isso, vagabunda, que agora vou pro seu cu.
Tio, não sou virgem, melhor putinha vai ser minha hoje. Tira essa calcinha, vagabunda. Desço até a piscina, enfio um dedinho na buceta dela, com a outra mão amasso os peitos dela. Você tá molhada, meu dedo entra e sai. Aproveito e meto dois dedos, ela fraqueja e geme igualzinho à mãe. Penetro ela sem piedade pra ela saber quem é o dono. Ela solta um grito abafado de dor e continuo metendo e tirando sem contemplação. Ela goza e eu sinto explodir dentro dela. Ela se acaba. Falo no ouvido dela: de agora em diante, vai ser minha putinha e eu sou seu dono. Ela concorda e mando tatuar uma flor perto da buceta dela.
Na quarta-feira a gente se encontra no centro, a Martha e a Cristina estavam saindo da loja de tatuagem, eu pego elas e começa a terceira parte.
4 comentários - Passando da minha cunhada pra minha sobrinha