Dominando minha cunhada gostosa

Martha é uma mulher de 38 anos, linda, olhos verdes, branca, cabelo preto e uma bunda empinada. É mãe de duas filhas e esposa do Manuel, a quem domina com seu temperamento forte.

A família é unida e a gente adora fazer reuniões juntos. Domingo passado nos encontramos num sítio pra tomar cerveja. Manuel acabou dormindo, e ficamos eu e Martha conversando. Num dado momento, falo com voz de comando: "Me traz uma cerveja!" Ela obedece. Isso me agrada. E, conversando, digo: "Não sabia que você gostava de obedecer." Ela sorri e responde: "Gosto de agradar um homem que saiba mandar numa mulher."

Na hora, aproveitando que todo mundo já tava bêbado, ordeno: "Vamos pro estábulo! Quero montar uma gostosa igual você." Percebo um suspiro nela. Ela se levanta, mostrando a bunda enquanto caminha. Chegamos no estábulo, pego ela pelo cabelo e falo: "Hoje você vai obedecer como uma puta, submissa, obediente e complacente. Entendeu, putinha?" Ela não responde, mas balança a cabeça.

Era alucinante ver a Martha com cara de submissa, entregue ao seu homem. Pego ela pelo cabelo e a faço se abaixar. A boca dela fica na altura da minha pica. "Tira ela e chupa!" Ela me olha nos olhos, abre meu zíper e tira minha pica morena, grossa, veiuda e viscosa. Dá um beijo na ponta. Agarro a cabeça dela e enfio até a garganta, uma vez e outra. Tiro e esfrego a pica na cara toda dela. Puxo a blusa e o sutiã pra liberar os pezões lindos dela. Acaricio os bicos, ela solta um suspiro. Chupo os peitos e levanto ela. Beijo a boca dela, e ela leva a mão pra boceta, mas eu falo: "Hoje não. Quero teu cu." Ela diz: "Sou virgem no cu." Dou risada e falo: "Até hoje. Tira esse short. Vou te comer esse rabo." Enfiei um dedo na boceta dela, e ela tava muito molhada. Molhei o dedo e fiz círculos no cuzinho apertado dela. Depois, dois dedos, e ela resmunga de dor, mas tá submissa à minha vontade. Enfio a pica no buraco dela, meto a cabeça. Ela reclama e implora pra eu tirar. Pego ela pelo cabelo e meto fundo. Piedade. Ela chora, mas eu ordeno: "Fica quieta, putinha". Ela obedece. E começo a penetrar ela com violência, sentia a buceta dela pulsar. Chupo os bicos dos peitos dela e quero arrancá-los. Ela geme e me diz: "Me parte no meio, você é meu macho e a você eu obedeço". Ela goza jorrando uma vez atrás da outra, me pede leite, mas eu viro ela e gozo na boca e no rosto dela. Mandei ela limpar meu pau. Digo que de agora em diante você vai ser mais uma das minhas putas, igual sua irmã e a sobrinha dela. Amanhã você vai tatuar uma flor perto da sua buceta e vai me obedecer. Ela me beija e me diz: "Sim, meu amo".

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