Internado (primeira parte)

Tinha sentido uma dor na parte de baixo da barriga por uns dois dias, mas quando ficou mais forte, fui pro pronto-socorro do hospital. Já com bastante dor, estacionei o carro em algum lugar entre o prédio novo e o velho do hospital, que só é usado quando tão cheios de paciente. Fui na recepção e me deram um monte de formulário pra preencher. Completei o mais rápido que pude e voltei pro meu lugar. Depois de ficar sentado na sala de espera por um tempão que pareceu interminável, me levaram pra um cubículo e fizeram uns exames. Finalmente uma residente veio me dizer que aparentemente meu apêndice tinha estourado e que eu precisava operar assim que um cirurgião chegasse. Ela explicou que como tavam com pouco pessoal e muito trabalho, as enfermeiras iam me preparando pra cirurgia de emergência. Um anestesista veio e me fez perguntas pra ver se eu tinha algum tipo de alergia ou se usava drogas. Falei que não, que na verdade era bem resistente a drogas. Ele pareceu ficar feliz e disse que ia garantir que eu não acordasse durante a operação. Me deram uma injeção que aliviou a dor e mandaram eu vestir uma espécie de bata. Fiquei lá deitado na maca, com um pouco de frio. Depois de uns minutos, apareceu uma enfermeira morena. Jovem e muito gostosa. Me perguntou como eu tava e se a injeção tinha diminuído a dor. Falei que sim e fiquei na maca olhando pro teto. Notei que no bolso do seu avental azul tinha um crachá que dizia "Alexa".
- Bom, temos que raspar você pra cirurgia.
Ela foi até a pia e encheu um recipiente grande com água morna. Abriu uma gaveta e tirou uma navalha e creme de barbear.
- Levanta a bata assim eu posso começar - falou com um ar autoritário enquanto calçava umas luvas de látex. Com certeza notou a reação na minha cara, e me disse que normalmente colocariam um enfermeiro pra me raspar, mas que naquele momento não tinha nenhum.
Obedeci e levantei a bata. Deixando meu abdômen e púbis expostos. Primeiro, ela passou uma depiladora elétrica na área. Conforme se aproximava do meu púbis, meu pau começou a se mexer. Ela ignorou e terminou o serviço o mais rápido que pôde. Depois, umedeceu a área com uma toalha morna e abriu o creme de barbear. Quando passou a toalha no meu pau, ela teve mais cuidado e atenção.

— Desculpa — consegui dizer.

Ela espalhou a espuma e senti a mão macia e enluvada dela no meu estômago e púbis. O sangue subiu pro meu pau e a vergonha me fez ficar vermelho. Ela pegou a navalha na mesa e começou a cortar o pelo restante. Conforme se aproximava do meu pau duro, acho que vi ela balançar a cabeça e sussurrar um "tsk". De repente, tava tudo raspado e ela me limpou de novo.

— Daqui a pouco vem alguém colocar um acesso venoso em você — ela disse enquanto saía. Eu me cobri de novo com a bata e fiquei me perguntando como pude ficar tão excitado no meio de tudo que tava rolando. Imaginei que fosse por causa do calmante. Depois de alguns minutos, outra enfermeira chamada Tara apareceu e começou a enfiar uma agulha e um cateter na minha veia. Assim que começou a drenar, ela injetou uns centímetros cúbicos de um líquido transparente.

A enfermeira era loira e muito gostosa e, olhando nos meus olhos, disse que era um calmante pra me ajudar a relaxar antes da anestesia. Deitei no travesseiro e fechei os olhos. A droga começou a fazer efeito e eu apaguei. Pensei que a enfermeira tinha um olhar estranho, como se sentisse prazer no controle que tinha sobre mim e como se eu fosse a vítima indefesa dela. Essa ideia ficou rodando na minha cabeça. Não tenho certeza se não foi minha imaginação, mas senti como se tivessem tocado no meu pau de novo e depois dormi.

Quando acordei, horas depois, tava numa cama num quarto. O cateter com o acesso ainda tava no meu braço e lá fora dava pra sentir todo o burburinho do hospital. Uma dor forte na parte de baixo da minha barriga me fez... Percebi que obviamente já tinham me operado. Fiquei deitado lá, meio acordado por um tempo, ouvindo o que tinha acontecido comigo. Descobri outro internado no meu quarto e, depois de alguns minutos, consegui falar "Oi". Conversamos um pouco sobre os motivos que nos levaram até aquele lugar, trabalhos, atividades... Quando nos ouviram conversando, uma enfermeira entrou pra perguntar como eu estava. Disse que me sentia bem, mas que agradeceria um calmante.

- Vou ver quais ordens a médica deixou pra você - respondeu sorrindo enquanto media meu pulso. Na hora, percebi que tinha uns adesivos colados no peito com fios ligados a um monitor. A expressão da enfermeira indicou que estava tudo bem quando saiu do quarto. Uns minutos depois, voltou sorrindo pra dizer que a médica tinha autorizado me dar morfina pra dor.

- Com isso você não vai sentir mais dor. Mas antes, preciso que você urine - e me deu um "papagaio" - Tem que esvaziar a bexiga nos próximos 30 minutos, sabia? Tivemos que te hidratar bastante e queremos ter certeza de que sua bexiga tá funcionando direitinho. Volto daqui a pouco.

Ela foi fazer as coisas dela. Fiquei na cama, coloquei o "papagaio" debaixo dos lençóis e meu pau dentro. Forcei, mas não saiu nada. Na verdade, nem tava com vontade de mijar. Resolvi descansar um pouco e tentar de novo em meia hora. Liguei a TV e assisti as notícias. Quando o jornal acabou, tentei mijar de novo sem sucesso. Dez minutos depois, a enfermeira colocou a cabeça na porta do quarto e perguntou se eu tinha conseguido mijar.

- Desculpa... não... talvez... não tô com vontade - falei hesitando.

- Acho que não - respondeu - Vamos te dar mais uma chance, mas se não mijar em 20 minutos, vamos tomar medidas mais drásticas.

Saiu e me deixou fazendo uma força danada pra mijar por 20 minutos. Sem sorte. A enfermeira voltou ao quarto e, sem dizer uma palavra, olhou. o "papagaio" vazio.
- Vamos ter que colocar um cateter em você. Não se preocupa, temos uma expert. Assim que puder, ela vem pra cá.
"Legal", pensei, "Outra enfermeira me apalpando". Esperava que a morfina evitasse que eu tivesse outra ereção. Enquanto esperava, cada vez mais ansioso, levaram meu companheiro de quarto pra fazer uns exames. Um tempo depois, uma enfermeira muito gostosa, vestida com um jaleco branco, entrou com uma mesinha com rodinhas. Fechou a porta e parou do meu lado, com as mãos nos bolsos do jaleco.
- Parece que temos um probleminha, mas não se preocupa que eu vou resolver. Parece que estamos só nós dois aqui, então vamos fazer do meu jeito - anunciou enquanto tirava um par de luvas de látex do bolso e as colocava devagar - Isso é rápido e, se você fizer o que eu mando, vou fazer doer só um pouquinho... entendeu?
Ela me olhava nos olhos e parecia que me penetrava. Era de novo aquele olhar que achei ter visto na enfermeira antes da operação. Num movimento, puxou os lençóis e minha bata e segurou meu pau com a mão enluvada. Examinou, virou-se e com uma pinça pegou um pedaço de algodão com água e desinfetante, puxou meu prepúcio e desinfetou a glande toda. Na hora comecei a sentir meu pau ganhando vida.
- Quietinho... - ela disse enquanto com uma seringa lubrificava minha uretra e depois o cateter. Com uma mão segurava firme meu pau e com a outra o cateter de borracha bem a milímetros do meu buraco uretral. Me olhou nos olhos. E devagar começou a penetrar minha uretra.
- Goste ou não, vou te penetrar do mesmo jeito, tá claro? - eu só consegui balançar a cabeça que sim - Se você se submeter, é mais fácil.
E enquanto uma mão segurava meu pau completamente duro, a outra deslizava o tubo de borracha pra dentro. Me senti desamparado e muito excitado ao mesmo tempo. Cada vez mais duro, e a enfermeira parecia ter tudo sob controle. O cateter chegou na minha próstata. Me Doeu quando entrou na bexiga. Ela sorriu, diria que com um toque de maldade, mas pode ter sido coisa da minha cabeça. Olhou minha urina começar a fluir e ficou satisfeita quando drenou quase meio litro na bolsa coletora.
— Exatamente o que imaginávamos... Você vai ter que ficar internado esta noite, gatinho — disse a enfermeira enquanto acariciava meu rosto quase com ternura — A doutora vai decidir de manhã se tiramos o cateter... Mas a verdade é que você se comportou muito bem — tirou as luvas e juntou as coisas — Boa noite, gatinho.

Fiquei na cama, confuso. Lá pelas 10 da noite, entrou no quarto uma médica com um jaleco branco por cima do avental cirúrgico verde.
— Oi, Miguel, sou a Dra. Schmidt. Fui eu quem operou você esta manhã. Como está se sentindo? — disse sorrindo, enquanto parava ao lado da cama.
— Tão bem quanto se pode esperar, mas sinto que a morfina está passando e acho que vou precisar de mais. Como foi a cirurgia? — perguntei.
— Bom, tivemos que limpar bastante e demorou mais do que esperávamos, mas diria que correu muito bem. Você está obedecendo as enfermeiras?
— Sim, claro... por quê? — enquanto conversávamos, eu a observava e percebi que ela era realmente gostosa. Os olhos dela mostravam inteligência e o rosto angelical combinava perfeitamente com o corpo bem proporcionado. Nem o avental e o jaleco conseguiam esconder a silhueta esbelta.
— Quando os pacientes são obedientes, tudo dá certo. Os que não obedecem têm que aguentar consequências desagradáveis. E com você não queremos consequências desagradáveis, né? — parecia haver uma ameaça velada nas palavras dela, mas a sensação de excitação que me provocava era inconfundível. A médica observava minhas reações como se lesse minha mente.
— Vamos dar uma olhada em você — disse ela amigavelmente. Tirou os lençóis e o avental. Olhou meu pau enquanto calçava um par de luvas de látex. Pegou meu pau na mão suas mãos examinaram o cateter saindo da minha uretra.
— Não temos inflamação, então vamos deixar assim esta noite — a mão enluvada deslizou pelo meu pau e ela olhou de novo nos meus olhos. Puxou meu prepúcio e apalpou minha glande enquanto perguntava profissionalmente: — Dói?
— Não... — respondi olhando nos olhos dela. Achei ver um brilho de safadeza.
— Sente alguma coisa se eu tocar aqui?
— Sim... Doutora... — baixei o olhar, mas juro que antes disso ela estava sorrindo.
— Bom, então talvez não precise ficar com isso por muito tempo. Vamos te monitorar esta noite. Durma bem — Ela tirou as luvas, jogou no lixo e saiu, me deixando tentando entender tudo que eu tinha sentido nas últimas horas. Tinha um subtexto em tudo que estava rolando. As enfermeiras e a Dra. Schmidt pareciam ter uma natureza controladora. Sempre achei mulheres fortes sedutoras, e até tenho umas revistas "femdom" no meu material pornô, mas nunca fui além de deixar alguma namorada me amarrar com um lenço. O que descobri com o tempo foi que meu gosto por "femdom" tinha se desenvolvido. Mas nada além de uma fantasia de punheta. Essas mulheres tinham descoberto minhas fantasias mais profundas de algum jeito? Era um sonho se tornando realidade, e estava me invadindo naquele estado de semi-consciência. Também notei que meu colega de quarto não tinha voltado. Lá pelas onze, a Dra. Schmidt e duas das enfermeiras que tinham me atendido mais cedo entraram no quarto. Reconheci a enfermeira que tinha me dado o calmante antes da cirurgia (Tara) e a que tinha colocado a sonda uretral.
— Ei... vocês trabalham até tarde — falei. A enfermeira sorriu pra mim e explicou que na verdade tinha acabado de chegar e que de manhã só tinha feito uma substituição.
— Eu vou cuidar de você esta noite — ela disse — Agora vamos te dar a morfina e depois você vai ter o quarto é só pra você, porque o outro paciente recebeu alta. Agora dorme - e, assim que disse isso, a outra enfermeira carregou uma seringa com algum líquido e injetou no cateter. A droga correu pelas minhas veias. Deitado, a última coisa que pensei antes de dormir foi "por que três mulheres só pra me dar um calmante?".

Acordei na manhã seguinte, me sentindo muito melhor. Ainda não podia comer, então chamei pra pedir à enfermeira uns cubos de gelo pra chupar. Karen, a enfermeira da noite passada, trouxe o gelo e ficou conversando.

- Dormiu bem? Tá doendo alguma coisa?
- Tudo bem. Como foi a noite? - perguntei.
- Tivemos que atender um dos pacientes do andar, mas foi bem tranquilo. Falei com a doutora e ela disse pra tirar sua sonda assim que você acordasse. Deixa eu te examinar - e mais uma vez a enfermeira calçou um par de luvas de látex e começou a examinar meu pau. Aproximou uma bandeja de aço inoxidável, pegou uma seringa. Enfiou na ponta da sonda e aspirou o ar que prendia a sonda dentro da minha bexiga. Tirou a seringa e segurou meu pau bem firme.

- Relaxa - falou enquanto segurava o cateter e começava a puxar. Pareceu que demorou uma eternidade puxando e aparentemente curtindo meu desconforto. Depois de uns 30 segundos a sonda saiu completamente e a enfermeira enxaguou toda a minha glande com álcool. Ardeu um pouco e eu me mexi na cama.

- Não seja moleque! - me avisou enquanto me cobria de novo com os lençóis - Queremos que hoje você levante e ande. A Adriana vem ao meio-dia e vai te ajudar. Você vai ficar sob os cuidados dela esta manhã - Ao meio-dia, como prometido, a enfermeira Adriana entrou no meu quarto e disse pra eu me preparar pra sair pra caminhar. Sentei na cama e coloquei as pernas pra fora. Desembaraçamos o cateter do soro e me cobri com o avental. A enfermeira me ajudou a calçar umas pantufas e eu fiquei de pé. Segurando o suporte Do soro, dei os primeiros passos hesitantes no quarto em direção ao corredor. Adriana caminhou ao meu lado enquanto eu percorria o corredor. Passei pela sala das enfermeiras e juro que vi uns olhares safados entre elas.
— Vamos voltar pro quarto — disse a enfermeira, e eu a segui por um corredor vazio. Viramos numa esquina e ela me deu um tapa na bunda — Anda, caminha mais rápido, não tenho o dia inteiro pra ficar passeando com você! — Acelerei o passo até o quarto — Vamos te dar dieta líquida no almoço pra ver como você tolera — falou Adriana antes de ir. Um tempo depois, trouxeram um pouco de gelatina, sopa e chá. Mesmo com fome, a verdade é que nada na bandeja me agradava. Tomei uns goles e deixei a bandeja de lado. Umas vinte minutos depois, Adriana voltou e viu a comida quase intacta.
— Eu falei que queria ver como você ia aguentar a dieta líquida — sentenciou — E quando eu digo algo, quero que você faça! Come seu almoço!
— Mas... a sopa... esfriou...
— Devia ter tomado quando te deixaram... agora toma fria mesmo! — ordenou. Então comi a gelatina, a sopa e o chá. Tava horrível, mas por algum motivo não ousava discutir com minha enfermeira. E meu estado de submissão me parecia particularmente excitante. O resto do dia passou sem novidades, mas me ver com a enfermeira Adriana já tinha me deixado tesudo. A essa altura, a dor na minha barriga estava diminuindo e sendo substituída por uma dor totalmente diferente nos meus testículos. O vai e vem constante das enfermeiras não ajudava. Todas de uniforme azul, que em alguns casos destacavam bundas gostosas ou peitos sedutores que se inclinavam sobre minha cama. O charme dessas jovens só aumentava minha excitação. À noite, cheguei a um ponto que me fez começar a me tocar até ficar completamente duro. Quando chegou a hora do meu calmante, não tinha certeza se conseguiria fazer meu pau voltar ao normal. Normal, sem chamar atenção. De qualquer forma, a enfermeira Karen não fez nenhum comentário quando me deu minha dose noturna. No dia seguinte, a rotina continuou. A Dra. Schmidt me examinou, tratou meu ferimento, fez novos curativos e disse que eu estava muito bem. Eu estava entediado e sem ter o que pensar, só as imagens das médicas e enfermeiras ocupavam minha cabeça. Naquela mesma tarde, uma camareira particularmente gostosa estava trocando os lençóis da minha cama. Sentei na cadeira para deixá-la trabalhar e admirar aquela bunda maravilhosa. Comecei a ter uma ereção e cruzei as pernas para disfarçar. Assim que ela saiu do quarto, me meti na cama, me cobri até o pescoço e comecei a me masturbar. Sem nenhum aviso, a porta se abriu e a camareira voltou com uma mesinha com rodinhas.

— Vamos te dar um banho — disse ela enquanto vestia um avental de plástico transparente por cima do uniforme azul e calçava um par de luvas de látex. Mal consegui levantar as pernas, tentando esconder minha ereção, mas sabia que ia precisar de mais tempo para conseguir que ela baixasse.

Ela me mandou sentar para lavar minhas costas. A água morna descendo pelas minhas costas era gostosa. Depois de três dias na cama, minha pele tinha ressecado. A fricção suave e molhada era tão estimulante que, enquanto minha mente mandava a ereção baixar, meu corpo, à mercê das luvas macias e da espuma, tornava meus esforços inúteis.

— Agora deita que vou lavar teu peito — sussurrou Susana. Quando me virei, li o nome dela no crachá. Ela pegou meus ombros e gentilmente me ajudou a deitar. Quando fiz isso, formou-se uma "barraca" com meu avental. A camareira rapidamente puxou meu avental e deixou meu pau ereto à mostra.

— Miguel, que nojo! Abaixa isso imediatamente! O que você pensa que é?

Disparei milhões de desculpas, mas a expressão de nojo dela nunca foi embora. Susana continuou trabalhando e, conforme se aproximava da região do meu pau, eu ficava cada vez mais duro. Quando ela se dedicou a limpar meu pau comecei a sentir espasmos e acho que ela também percebeu porque apressou o serviço. Se tivesse demorado um pouco mais, eu teria gozado. Na hora, a camareira saiu do quarto. Passou menos de um minuto até a Karen aparecer com meu calmante.
— Parece que você precisa de um sedativo — ela disse. Fiquei na dúvida se ela tinha falado com algum duplo sentido, mas me resignei a ver a droga entrando no meu corpo. Sabia que meu estado de frustração ia continuar a noite toda, porque o calmante fazia efeito rápido.

Um dia e meio se passaram sem novidades. A Dra. Schmidt passou várias vezes para me examinar e parecia satisfeita com minha evolução. Ela mencionou que eu não tinha seguido as instruções dela de obedecer sempre às minhas enfermeiras e me perguntou por quê. Disse que tinha tentado obedecer, mas algumas vezes as coisas tinham saído do controle.
— Você gostaria que eu pedisse pra Psicóloga passar aqui pra conversar com você? Às vezes, depois de uma cirurgia, os pacientes têm sequelas ocultas, mas podemos te ajudar com isso.
— Se a senhora acha que ajuda, Doutora... mas não acho que seja necessário — respondi.
— Mal não vai te fazer. E talvez te ajude — ela disse — Vou pedir pra Dra. Negri passar aqui antes de você ir embora. — A Dra. Schmidt saiu e murmurou algo pra enfermeira que naquele exato momento entrava e cruzava com ela. Nada de incomum aconteceu naquele dia, exceto que parecia que todas as enfermeiras tinham adotado uma atitude mais autoritária quando falavam comigo.

Na mesma tarde, bateram na porta e entrou uma morena de aparência bem profissional. Um jaleco branco impecável, aberto, deixava ver uma camisa de seda branca e uma saia de couro preta. Botas pretas e um par de óculos completavam o visual.
— Boa tarde. Sou a Dra. Negri, psicóloga. A Dra. Schmidt sugeriu que eu viesse visitá-lo e ver se posso ajudá-lo. Me conte, Miguel, como você está se sentindo? — ela parou na minha frente com as mãos nos bolsos do jaleco. guardapós.
- Bom... a verdade é que... não sei por onde começar... mas... outro dia passei por uma... como dizer?... uma situação... bastante... vergonhosa. Tenho certeza de que foi por isso que pediram pra você me visitar - suspirei.
- Conte-me - ela ordenou - Com todos os detalhes. Não omita nada.
E eu contei o episódio da ereção enquanto me banhavam e a reação da camareira.
- Acha que a reação foi justificada?
Eu queria me enfiar debaixo dos lençóis quando respondi.
- Acho que sim.
- E então, como acha que devemos proceder agora? - a Dra. Negri se aproximou como se não quisesse perder minha resposta.
- Não sei... não me vem nenhum castigo à mente... - falei.
- Um castigo? Isso lhe parece o certo se encontrarmos um adequado?
Eu encolhi os ombros e ela segurou minhas mãos, olhando nos meus olhos.
- Miguel, acho que há algumas questões em que podemos ajudá-lo. Permite que eu o hipnotize para chegar à raiz do problema? Prometo que isso ficará entre você e eu e o hospital.
Eu não estava muito seguro, mas também sentia as pernas ficarem moles e precisava aceitar qualquer coisa que essa mulher sugerisse.
- Não vou a lugar nenhum até amanhã, então por que não? - respondi.
- Muito bem. Daqui a pouco volto e talvez possamos resolver isso em uma única sessão esta noite - ela saiu e um tempo depois voltou com uma lâmpada, um saco de papel e um tocador de CDs. Apertou "play" e começaram a soar algo parecido com cantos monásticos.
- Precisamos que você fique concentrado e os ruídos externos podem distraí-lo. Esses sons suaves ajudam o paciente. Considero também prudente amarrar o paciente. Nunca se sabe o que vamos encontrar no subconsciente e se você começar a lutar, pode se machucar. Especialmente depois de uma cirurgia, pode causar muito dano a si mesmo.
Apesar de ter dúvidas sobre tudo isso, era difícil discutir seus argumentos. Então deixei que ela amarrasse meus pulsos e tornozelos à estrutura da cama. cama. Percebi que realmente não conseguia me mexer e estava no poder dela. Esse pensamento me deu uma ereção imediata. Ela não notou, ou pelo menos não comentou nada enquanto apontava a lanterna nos meus olhos. Apertou um botão e uma imagem começou a girar.
- Agora me escuta - ela ordenou - Você só vai ouvir minha voz, não vai pensar em mais nada. Vai ignorar todo o resto. Só vai respirar e ouvir minha voz. Vai sentir suas pálpebras cada vez mais pesadas, mas não vai fechar os olhos até eu mandar. Só escuta minha voz - O canto de sereia dela me fez sucumbir aos desejos dela. Só me concentrei na voz dela e na imagem giratória. Parecia que eu estava à deriva. As ordens dela eram constantes e persuasivas - E agora... você dorme!
Acordei na manhã seguinte. Olhei ao redor e encontrei um bilhete da Dra. Negri: "Ontem à noite fizemos um grande progresso e acho que seus problemas estão resolvidos. Fico feliz em ter sido útil. Dra. Negri"
Eu não lembrava de nada depois de ter dormido, mas se ela achava que tinha resolvido um problema, melhor! Uma residente apareceu no meu quarto e disse que iam me dar alta ao meio-dia. Juntei minhas coisas e esperei terminarem a papelada. Saí sem problemas e fui pra casa terminar minha recuperação. Fiquei de repouso por três ou quatro dias e depois voltei a trabalhar. Uma semana depois da alta, voltei ao hospital pra um check-up. A Dra. Schmidt examinou meu ferimento no consultório e mandou fazer uns raios-X só pra garantir que estava tudo bem. Disse que como a incisão foi maior do que o esperado, queria fazer outro check-up na próxima semana. Um pouco decepcionado por não conseguir encerrar esse assunto, marquei uma nova consulta. Uma semana sem novidades passou. Duas horas antes da minha consulta, recebi uma ligação do hospital dizendo que a Dra. Schmidt não ia poder me atender no consultório dela. Que eu me apresentasse direto no escritório da Enfermeiras do andar onde eu tinha estado internado.
Terminei meu trabalho e fui pro hospital.
Quando cheguei na sala das enfermeiras, me designaram um quarto, mandaram eu tirar a roupa e esperar, e me entregaram um avental. Tirei tudo e fiquei sentado na beirada da cama. Daí a pouco entrou a Dra. Schmidt.
— Recebi o laudo das suas radiografias — ela disse.
— O que que tem?
— Vou ter que fazer uns exames pra confirmar que tá tudo certo — afirmou.
— Vai ser... muito... demorado?
— Não. Se estiver tudo bem. Quero te passar uma medicação, então é melhor te colocarem um acesso. Vou chamar uma enfermeira pra cuidar disso — Ela saiu do quarto bem na hora que a enfermeira Adriana entrou com o material e enfiou uma agulha no meu braço. A cama tinha rodinhas, a enfermeira levantou as laterais e me avisou que ia me levar pra área de exames. Num instante apareceu a enfermeira Karen, e as duas começaram a me empurrar pelo corredor. No caminho, a Dra. Schmidt se juntou a nós.
— O equipamento que eu preciso tá no prédio velho. Vamos te levar pra lá — explicou a Dra. Schmidt — A gente vai pelo túnel subterrâneo, assim não sai na rua. — Pegamos um elevador até o subsolo e atravessamos uma espécie de túnel meio escuro. Subimos outro elevador até o quarto andar.
— Pensei que esse prédio já tivesse desativado, tirando os dois primeiros andares — comentei.
— Era o plano, mas ainda não terminaram de mudar todos os equipamentos — respondeu Karen, enquanto saíamos do elevador. Mesmo assim, reparei que quase todas as luzes do hospital estavam apagadas. Adriana acionou um interruptor e as luzes acenderam. Esse andar tava realmente abandonado! Me levaram até uma sala com um equipamento grande e pude sentir movimento atrás de mim. Os passos das enfermeiras era tudo que eu conseguia ouvir, além do barulho das rodas da minha cama. Me levaram até um quarto e vi a enfermeira Adriana preparando uma injeção.
— Miguel, preciso te aplicar isso" - disse Adriana enquanto injetava o líquido na veia. E ali fiquei, com uma luz forte iluminando meu rosto. Comecei a me sentir tonto e a me perguntar o que diabos estava acontecendo.
- Acabamos de te dar uma droga que chamamos de "crepúsculo" - sussurrou Karen - Ela vai te permitir ouvir e entender tudo que a gente diz, mas você não vai conseguir reagir.
A Dra. Schmidt começou a colocar tiras de contenção nos meus pulsos e tornozelos e iniciou seu monólogo.
- Talvez você esteja se perguntando o que rolou com você nas últimas semanas, e acho que já é hora de esclarecer. Lembra do primeiro dia que você se internou no hospital? Quando a enfermeira Alexa te depilou, você ficou excitado sexualmente e teve uma ereção. Isso irritou ela pra caralho, e ela reportou pra Chefe das Enfermeiras, Tara. Quando Tara foi colocar seu primeiro acesso, ela percebeu que você era bem submisso. Isso podia ser só coincidência por causa da internação, ou podia ser que essa seja sua verdadeira natureza. Só tinha um jeito de descobrir. Talvez você se pergunte por que a gente se importaria com uma parada dessas. Bom, algumas mulheres aqui nessa instituição são claramente dominantes. Dominatrix. Na real, já formamos um grupinho maneiro e trabalhamos no mesmo andar. E o destino quis que você se internasse exatamente nesse andar. A gente adora torturar homens e usá-los pro nosso prazer. Mas tentamos achar caras mais complacentes que a média dos neandertais que andam por aí. Então submetemos nossos candidatos a um processo de observação. Você passou pelo processo e se mostrou perfeito pra nossas necessidades. Além disso, temos a oportunidade maravilhosa de usar três andares desse hospital pra fazer nossos "experimentos". Temos as chaves, os ambientes são à prova de som e todas as saídas estão cobertas; não tem chance de ninguém nos interromper durante os "procedimentos" nem de você escapar. fugas. Então deixa eu continuar te contando sua história. Lembra da segunda noite, quando te demos o "calmante"? — eu assenti com a cabeça — Bom, na verdade te demos pentotal sódico, a "droga da verdade". E depois te fizemos todo tipo de perguntas sobre suas fantasias sexuais. Afinal, queremos ter nosso "paciente perfeito". E o que é melhor do que chegar ao fundo da sua mente? Você nos contou mais do que pode imaginar. Depois, só tivemos que começar a te programar pra aceitar nossas ordens. O processo começou com algumas sugestões. E depois te convenci a se submeter à hipnose. Isso foi crucial, já que implantamos uma palavra no seu cérebro que tem o efeito de você perder toda a força imediatamente. Assim, vamos prevenir qualquer tipo de resistência quando estivermos tentando te segurar ou você se recusar a cooperar de alguma forma. Agora chegou a hora de te raspar de novo e te preparar pra diversão — disse ela sorrindo.
Eu sentia que as pernas pesavam uma tonelada e realmente não conseguia movê-las. Isso não foi problema pras enfermeiras, que levantaram as laterais da cama e me amarraram com as pernas abertas. No meu estado de semi-consciência, não tinha muita noção do tempo, mas consegui sentir como meu púbis era coberto com creme de barbear. Numa série de toques suaves, meus pelos pubianos desapareceram e uma toalha removeu o excesso de creme.
— Limpem a área com álcool e comecemos com os procedimentos.
Meus testículos arderam bastante quando passaram o algodão com álcool. Me sacudi um pouco, mas realmente dava pra aguentar um pouco mais.
— Ele tem menos sensibilidade do que o desejado. Enfermeiras, levem ele pra sala de procedimentos e prendam ele. Depois quero ele totalmente consciente pra que possamos aproveitar ao máximo. Acho que vamos começar examinando a capacidade de retenção dele — disse a doutora sorrindo.
As enfermeiras levaram minha cama até um lugar mais amplo, com azulejos brancos. Piso ao teto e uma grande maca de aço inoxidável no meio. Por todo o lugar, havia pequenos armários e mesas de aço inoxidável com todo tipo de instrumento médico. Karen me desamarrou e me conduziu sem problemas até a maca, e imediatamente me prenderam de novo. Meus braços esticados para os lados em cruz, com o acesso venoso colocado e minhas pernas em estribos, como os usados em ginecologia, amarradas na altura dos tornozelos, panturrilhas e coxas. Outra cinta na altura do peito me mantinha fixado na maca. As enfermeiras vestiram aventais plásticos por cima de seus uniformes azuis, e a Dra. Schmidt, assim que entrou, tirou seu jaleco branco, fez um rabo de cavalo com seu cabelo ruivo e colocou outro avental de plástico por cima do seu uniforme verde. As enfermeiras e a doutora me rodearam enquanto amarravam as tiras dos aventais nas costas, e eu lentamente começava a sentir os efeitos da droga se dissipando, conseguindo organizar meus pensamentos. Mal tentei dizer alguma palavra, a enfermeira Adriana falou:

— Amordaço ele? Seria uma pena que ele nos distraísse no meio dos procedimentos.

— A senhora tem razão, enfermeira. Mas vamos começar com algo não muito grande, não quero rasgar a boca dele... por enquanto. Tenho outros procedimentos planejados para isso — disse a doutora, ameaçadora.

Em seguida, a enfermeira Adriana apareceu sobre meu rosto, segurando uma mordaça com uma bola de borracha vermelha.

— Abre bem grande a boca... — ordenou, como se eu fosse um menino. E eu obedeci. — Muito bem... você está se comportando muito bem... Vai ser obediente? — dizia enquanto colocava e ajustava a mordaça, e eu concordava com a cabeça, percebendo que qualquer chance de reclamar tinha desaparecido.

Por alguns segundos, a enfermeira Karen e a Dra. Schmidt saíram, mas logo Karen voltou trazendo um equipo de enema, e do irrigador saía vapor. A enfermeira Karen calçou luvas de borracha e colocou um dedo dentro da água. Quente... mas duvido que o suficiente pra queimar teus intestinos. Sei lá... talvez eu esteja enganada - ela riu e começou a lubrificar os dedos e passá-los pelo meu ânus. Senti quando me penetrou com um dedo, enfiando e tirando várias vezes de leve.
- Ahhh.... mmmm.... - não consegui evitar uma ereção.
- Olha só isso! - disse a enfermeira Adriana enquanto calçava as luvas de borracha - Se controla agora mesmo! - e pegou meu pau, dando uns tapinhas nele. Senti uma boa dor, mas não o suficiente pra fazer a ereção baixar - Você tá se comportando mal e vamos ter que te dar um castigo bem dado pra você não esquecer.
E senti uma cânula deslizando dentro do meu ânus e, depois de ouvir um "click", a água fluiu pros meus intestinos. Fiquei deitado e fechei os olhos. Dava pra sentir quando tocavam de leve nas minhas bolas e no pau e, de repente, algum tapinha, suficiente pra doer. Abri os olhos e lá estava a Dra. Schmidt, me tocando com as luvas lubrificadas.
- Viu como ele responde à dor? Tá claramente gostando... e a gente também - todas riam e comentavam. De repente senti uma pancada mais forte no pau. Mais risadas e de novo os toques suaves. Dava pra sentir meus intestinos enchendo até o ponto de ficarem completamente cheios. Mas entre o prazer e a dor, minha cabeça ia de um lado pro outro o tempo todo. Aí parei de sentir tanto prazer na barriga e percebi que o enema tinha acabado. Ninguém mais me tocava e eu tava deitado na maca sem ideia do que essas três mulheres estavam fazendo. As primeiras cãibras me atacaram e não consegui evitar o gemido.
- Aagghhh....
- Enfermeira, distraia o paciente. Quero que ele segure o enema por dez minutos, não quero que ele pense que vai se livrar tão rápido.
- Com prazer, doutora.
Não fazia ideia do que tava rolando, mas de repente senti picadas bem agudas nas minhas bolas. A enfermeira passava uma rodinha de agulhas de Wartenberg pelo meu testíbooties. A tortura foi dos meus testíbooties até meu pau umas doze vezes. Pra cima e pra baixo e pra cima e pra baixo enquanto eu me revirava na maca e as enfermeiras e a doutora sorriam. Logo senti elas pegarem firme no meu pau e a rodinha de agulhas começou a deslizar pela minha glande. Dei um pulo, ou pra ser mais exato, tentei dar um pulo, enquanto o "tratamento" continuou umas seis vezes atravessando aquele ponto tão vulnerável da minha anatomia. Pela mordaça, implorei por piedade, sem resultado nenhum. De repente, pararam.
- Viram? Ele nem pensou na água toda que tem na barriga. Soltem ele e deixem ir cagar.
Enquanto a enfermeira Adriana tirava minha mordaça, a enfermeira Karen soltava as amarras das pernas e braços. Desconectaram o cateter do soro e prenderam no meu braço com fita. Vi elas rindo e apontando o caminho pro banheiro.
- Vai e expulsa toda a enema. Quando terminar, volta - disse a enfermeira Adriana. Corri pro banheiro e sentei na privada. A água saía em jatos e senti o primeiro alívio em horas. Fiquei soltando ondas de enema. Sentado, pensava em como escapar. Talvez desse pra correr empurrando as três mulheres, mas me sentia fraco e desorientado. Tava pensando em outra estratégia, quando falaram comigo de trás da porta.
- Toma seu tempo, mas quando terminar, volta pra maca. Se tiver pensando em fugir, no seu lugar eu repensaria. Temos um par de choqueiras e também a palavra mágica. A choqueira vai te dar um choque e a palavra mágica vai te fazer cair onde quer que esteja e você pode se machucar. Nenhuma das opções é agradável.
Não sabia se a tal palavra mágica existia de verdade, mas a ameaça era de temer e elas estavam alerta. Apesar de o futuro imediato não parecer promissor e eu não ter intenção de aguentar mais dor, parecia fazer sentido esperar por outra oportunidade menos óbvia pra tentar uma fuga. Terminei de expulsar o que restava do enema e engoli toda a minha raiva, abri a porta e voltei para a sala de procedimentos. As duas enfermeiras estavam com os choques e a doutora me agarrou pelo braço e me levou até a maca. Subi e me amarraram de novo.
- Hoje queremos te transformar no perfeito receptor da dor que administramos. Você precisa estar receptivo ao sofrimento que te oferecemos. Outro enema parece ser o mais adequado. O que acham, senhoritas?
- Absolutamente - responderam em uníssono.
- O que preparo, Doutora? - perguntou Karen.
- Um litro de sabão mentolado me parece uma boa opção.
- Uma das minhas favoritas! - e vi a enfermeira Karen sair levando o irrigador. Enquanto isso, a enfermeira Adriana e a Dra. Schmidt foram buscar outros instrumentos. Quando voltaram, senti a doutora lavando meu pau com um algodão suave e, de novo, fiquei de pau duro.
- Viu, doutora? Parece que ele não consegue evitar faltar com o respeito. Posso tentar algo para ensiná-lo a respeitar a equipe médica?
- Claro, enfermeira, pode prosseguir.
Comecei a sentir uma picada atrás da outra em todo o meu saco.
- Adoro as pinças Backhaus, doutora, causam mais dor quanto mais tempo ficam. Se doer muito, me avisa, sabe, Miguel?... ah, e a Karen chegou com seu enema - e senti de novo me lubrificarem o cu e enfiarem uma cânula de borracha que deslizava pra dentro de mim, e uma espécie de balão inflando lá dentro, e depois outro fora do meu cu, apertando.
- Aaaggghhhh.....
- Quietinho!.... Lá vai!!!
E senti o jato de líquido começando a encher meus intestinos. Enquanto isso, trouxeram uma bandeja com mais pinças Backhaus e as entregaram para a Dra. Schmidt, que as aplicava cuidadosamente no meu saco. Gritei, mas não podia fazer mais nada. Por cinco minutos, senti a água com sabão entrando na minha barriga. Três minutos depois, começaram as cãibras. Me queixei e me contorci na maca, tentando aliviar a dor em vão. Depois, a doutora começou a aplicar pinças Backhaus no meu pau ereto. Eu batia na maca de agonia. Finalmente consegui sentir como o fluxo de água parou e a pressão dentro do meu corpo não era tanta. Colocaram mais um par de pinças e as mulheres pararam para contemplar o trabalho delas. Eu tentava me dobrar, mas nada acalmava a dor.
- Não é lindo ver ele sofrer? - disse a Dra. Schmidt, e completou - Você vai ficar sozinho um tempinho, enquanto a gente vai discutir como continuar seu tratamento.
Todas tiraram as luvas e os aventais e saíram. Eu sofri ondas de cãibras e a dor no meu saco e pau aumentava a cada momento, exatamente como elas tinham previsto. Eu estava ficando louco de dor quando a Dra. Schmidt voltou com as enfermeiras.
- Tirem as pinças e deixem ele expelir o enema - disse a doutora. As enfermeiras colocaram de novo as luvas de látex e tiraram as pinças uma por uma, e o fluxo de sangue voltou pro meu pau e minhas bolas. As enfermeiras riam entre si enquanto me liberavam da tortura. Tiraram as correias e eu corri pro banheiro. Sentei, mas os balões dentro e fora do meu cu não deixavam eu soltar o líquido.
- Algum problema? - perguntou a enfermeira Adriana da porta do banheiro.
- Na minha frente, de joelhos - ordenou a enfermeira Karen, e eu obedeci. Fiquei de joelhos na frente dela e ela tirou a mordaça.
- Aaaahhhhh.... - suspirei aliviado e na hora levei um tapa - Como é que você vai se dirigir a gente?
- Eh... Senhora... Senhora Enfermeira...
- Muito bem, paciente... O que você quer?
- Por... por favor... Senhora Enfermeira... posso ir ao... banheiro... por favor?
- Muito bem - disse a enfermeira Adriana sorrindo - cotovelos e joelhos no chão... abaixa a cabeça - e eu fiquei nessa posição humilhante até ela soltar as válvulas que mantinham a sonda Bardex inflada. De um puxão, tiraram a sonda.
- Agora sim, expulsa todo o enema - me disse Karen enquanto eu já corria pro vaso.
Expulsei ondas de enema. De vez em quando Sentia umas cãibras e, logo em seguida, expulsava mais enema.
— Fica aí. Garante que vai expulsar tudo. A gente tem o dia inteiro... e quando terminar, toma um banho.
Eu me mexia e fazia flexões pra aliviar as dores, uma e outra vez. Depois de uns vinte minutos, me limpei o melhor que pude e saí do vaso. Quando saí, lá estava a enfermeira Adriana apontando pro chuveiro. Notei que ela tava com o choque e percebi de novo que não era inteligente escolher aquele momento pra fugir. Além disso, um banho quente era minha melhor opção naquela hora. A enfermeira me acompanhou até o chuveiro e mandou eu ficar de frente pra parede. Ligou a água e, com um chuveirinho de mão, me borrifou. Tava gelada! Eu me desviei pra evitar a água, mas a enfermeira ordenou que eu me expusesse pra limpeza. De má vontade, obedeci e a água levou meu suor e a porcaria que cobria meu corpo inteiro. Jogaram uma toalha pra mim e me sequei rápido, tentando me aquecer. Fiquei tremendo.
— Você é muito friorento, vamos ter que fazer alguma coisa pra te ajudar — disse Adriana — Vem, vou te deixar descansar num lugar mais quentinho.
A essa altura, eu desconfiava de tudo, mas não tinha opção e segui ela até um quarto com uma cama e obedeci quando mandou eu deitar. Me deu um travesseiro e vários cobertores pra me cobrir. O tremor passou e consegui relaxar pela primeira vez depois de muitas horas. Nessa hora, a enfermeira Karen também entrou no quarto e começou o processo de me prender na cama com várias tiras. As tiras estavam bem apertadas, e meus pulsos e tornozelos também foram amarrados nas laterais da cama. Mesmo assim, tava bem confortável.
— Tenta descansar — disse Karen, e as duas enfermeiras se viraram e fecharam a porta ao sair. Eu não podia ir pra lugar nenhum, então fechei os olhos e dormi.
Acho que passou uma hora, mais ou menos, quando uma luz fraca acendeu no quarto. Lá estava a Dra. Schmidt com as mãos nos bolsos do seu jaleco branco e com outra enfermeira que logo reconheci como a enfermeira Alexa da minha primeira noite no hospital.
- Oi, Miguel - disse a doutora - Você lembra quem é essa senhora?
- Sim, doutora.
- E lembra o que você fez com ela?
- Sim, doutora.
- O que você fez, Miguel?
Eu corei e respondi.
- Eu... faltei com... respeito... Fiquei... duro...
- Sim, você tratou ela muito mal, Miguel, e agora temos que mostrar que você está se comportando melhor, que estamos te ensinando bons modos. Bem, bons modos incluem respeitar as mulheres e fazer coisas para as mulheres sem receber nada em troca. Entendeu, Miguel?
- Não... não tenho... certeza... Dra. Schmidt
- Dar prazer a uma mulher e não receber nada em troca. Na verdade, é isso que vamos te ensinar agora. Enfermeira Alexa, pode se preparar, por favor?
- Com prazer, doutora - respondeu a enfermeira Alexa enquanto tirava a calça do uniforme e a calcinha.
- Em posição - ordenou a doutora, e a enfermeira Alexa subiu na cama. A Dra. Schmidt gentilmente ajudou ela a colocar as pernas de cada lado da minha cabeça e levar a buceta bem na frente do meu rosto - Agora, Miguel, você vai fazer ela gozar de prazer ou vai sofrer as consequências.
Eu comecei a beijar e lamber a buceta e logo sentia o fluido dela na minha boca. Ao mesmo tempo, ouvi o som clássico de "clique" "clique" da doutora colocando as luvas e as mãos macias dela puxando meu prepúcio para expor minha glande. Eu me arrepiei quando a enfermeira Alexa chegou ao orgasmo e, quando ela relaxou, eu também relaxei.
- Quem disse que você pode parar de chupar? Continua trabalhando! - disse a Dra. Schmidt brava, dando um puxão forte nas minhas bolas. Voltei a lamber e logo Alexa começou a se mexer em cima de mim. Minha mandíbula começou a doer, mas eu continuei tentando agradar ela. Enquanto isso, continuavam acariciando meu pau e eu já sentia a tensão nas minhas bolas. Embora ainda não estivesse à beira de gozar, Eu tava indo por esse caminho. Tentei afastar meus quadris num esforço pra me soltar, mas a Doutora me empurrava contra a cama e continuava me estimulando. Eu tentava enfiar minha língua o mais fundo que podia na buceta da Alexa e lambia o clitóris dela. Ela gritou e teve outro orgasmo. Se jogou na minha cara e não me deixava respirar. Virei a cabeça pro lado pra pegar um pouco de ar, mas não era suficiente.

- Bom... você fez um bom trabalho com a Alexa, Miguel, mas ainda não entendeu o que significa não sentir nenhum prazer. Continua ignorando minhas ordens... olha... tem secreção pré-ejaculatória na sua uretra. Enfermeira Alexa, leve o paciente de volta pra sala de procedimentos - e as duas saíram.

Fiquei na cama sem conseguir me mexer, esperando a enfermeira voltar. Quando ela voltou, tirou as tiras de contenção e logo depois a Dra. Schmidt entrou no quarto de novo.

- Vai buscar a enfermeira Karen, Alexa, só pra garantir que ele não tente nada estranho.

Alexa saiu e a doutora ficou do meu lado com as mãos nos bolsos do jaleco e falou baixinho comigo.

- Miguel... você é muito desobediente.... vou ter que te punir. Vou te dar outro enema e colocar um cateter. Parece que você não consegue evitar essas ereções e a gente precisa achar um jeito de você aprender a se controlar. Se os tratamentos normais falharem, talvez eu tenha que te operar. Se eu fosse você, tentaria aprender rápido a me controlar - ela disse, com um sorriso malvado - Você tá na nossa mão e não tem escolha sobre o que a gente decidir fazer com você, pelo menos até aprender a se comportar como um bom paciente.

Nessa hora, Karen e Alexa entraram no quarto. Eu ainda tava solto e pensei que podia ser minha única chance de fugir. Me virei e fiquei de pé pra começar a correr. As duas enfermeiras me seguraram pelos braços, e acho que teria conseguido me soltar, se não fosse pela Dra. Schmidt que de repente gritou:

- "Sappho!"

E de repente Perdi toda minha força nos membros. Quase caí de cara no chão, mas as enfermeiras me seguraram. Me arrastaram até a sala de procedimentos e me jogaram na maca. Comecei a sentir meus braços e pernas de novo, mas já era tarde demais. Eu tava completamente nu e firmemente preso na maca e nos estribos ginecológicos. Bom, agora eu sabia qual era a "palavra mágica" e que realmente funcionava.
- Preparem ele pra aguentar um plug de retenção, Adriana, por favor, faz o primeiro toque nele - disse a Dra. Schmidt. A enfermeira Adriana se aproximou, calçando as luvas de látex.
- Relaxa - ela falou enquanto lubrificava os dedos.
Senti o dedo dela cutucando lá dentro. Logo entrou mais um dedo, e depois outro. Devagar, ela enfiava e depois tirava, sem soltar completamente. Cada vez, os dedos abriam um pouco mais.
- Ahhhh....
- Vamos... aceita... - disse Adriana, olhando nos meus olhos. E enfiou quatro dedos que deslizavam suave, entrando e saindo. Era demais pro meu pau, que começou a acordar. Nessa hora, a enfermeira Karen entrou, trouxe um par de luvas de látex e bateu no meu pau com elas antes de calçar. Meu pau pulou no ar.
- Doutora, o paciente não obedece... podemos ajudar ele a refletir? Que tal dilatar ele antes de colocar o cateter?
- Enfermeira, tem razão - começou a Dra. Schmidt, tirando o jaleco branco e colocando uma touca verde, da mesma cor do uniforme cirúrgico - Uma série de sondas Van Buren, de repente com uma cobertura irritante pra ajudar a lubrificar. Preparem ele.
- Nãooo... pelo amor de Deus... - gritei.
- Psiu... você fica quietinho - disse a enfermeira Karen.
- Já tô com o cu bem dilatadinho e lubrificado, Doutora... o que a gente faz? - perguntou Adriana.
- Ah sim, não vamos desperdiçar um trabalho tão bem feito. Coloca um plug médio nele... por enquanto.
A enfermeira Adriana foi até uma gaveta, pegou um plug de borracha preta e começou a lubrificar ele. Voltou e se posicionou entre minhas pernas.
– Respira fundo...
– Por favor... por favor, senhora enfermeira... por favor...
– Respira fundo!
E senti a ponta arredondada pressionando meu ânus. A enfermeira empurrou devagar, fazendo entrar e sair.
– Aaagghhhh..... aaaggghhhhh....
O processo se repetiu uma dúzia de vezes, cada vez um pouco mais fundo até que, com um empurrão final, introduziu completamente dentro de mim.
– Aaaaoooohhhhh..... – me sacudi com uma onda de dor que me invadia, mas logo a dor cedeu e fiquei agitado sobre a maca, à mercê das enfermeiras e da Dra. Schmidt, que agora tinham colocado máscaras e luvas cirúrgicas e posicionavam uma luz forte sobre meu pau. Sobre meu rosto apareceu a enfermeira Karen com a mordaça de bola de borracha vermelha nas mãos.
– Miguel, já sabe... bem aberta a boquinha....
Eu obedeci e abri a boca para ser amordaçado. A doutora se posicionou entre minhas pernas ajustando as luvas e as enfermeiras de cada lado.
– Desinfetante – pediu a Doutora, e entregaram a ela uma espécie de pinça com um algodão na ponta. A Doutora segurou firmemente meu pau e retraiu meu prepúcio para trabalhar na minha glande. Começou a limpar meu pau com o algodão, que logo percebi estar encharcado de álcool, e a ardência começou. A Doutora devolveu a pinça e a enfermeira Adriana lhe entregou uma seringa cheia de lubrificante cirúrgico. A Doutora introduziu a ponta da seringa no meu pau e, quando apertou o êmbolo, senti o gel frio injetado dentro da minha uretra.
– Vamos proceder devagar, senhoras. Vamos aproveitar o procedimento – foram as palavras que saíram por trás da máscara da Doutora.
– Começamos com a 24, Doutora? – perguntou a enfermeira Adriana.
– Sim, por favor.
A enfermeira levantou uma fina haste de aço inoxidável da bandeja de instrumentos e a entregou à Dra. Schmidt. Ela levou a ponta da haste até minha glande e a inseriu. A sonda penetrou a ao longo do meu pau e, uma vez lá dentro, ela girou. Apesar de ser bem sensível, não era doloroso.
— Vinte, por favor.
Uma nova sonda foi entregue à Doutora e devidamente inserida dentro do meu pau. Ela deslizou bem fundo até quase sumir. Ela a moveu para cima e para baixo umas doze vezes antes de trocar por outra sonda 18. O processo com essa sonda foi idêntico ao anterior, mas o tamanho aumentava e esticava minha uretra a cada movimento de sobe e desce. Finalmente, uma sonda ainda maior foi colocada na entrada do meu buraco uretral. Quando começou a entrar, pensei que ia rasgar. Lentamente, a Dra. Schmidt a introduziu no meu pau.
— Não é excitante, Miguel? — ela perguntou — E o melhor é que não tem nada que você possa fazer. Você tem que se submeter a nós... e sofrer — ela brincava com a sonda enorme, acariciando meu pau. De repente, mostrou ela na frente dos meus olhos — Grande demais?
Eu balancei a cabeça, implorando com o olhar.
— Enfermeira, vamos voltar para a sonda 18. Mas parece que o paciente está perdendo a lubrificação. Prepare outra seringa de lubrificante — disse, piscando um olho para a enfermeira.
A enfermeira sacou na hora e preparou uma seringa nova com uma mistura de lubrificante cirúrgico e um tipo de óleo. Injeta ram no meu pau e na hora começou a arder. Quando inseriram a sonda e empurraram até o fundo, a ardência aumentou. A Dra. Schmidt intencionalmente me penetrava enquanto as enfermeiras me zoavam.
— Parece que o paciente está respondendo ao tratamento com óleo de menta e eucalipto.
— Sim, Doutora... responde claramente.
— Acha que com essa dilatação vai ser suficiente?
As três ficaram me observando por uns segundos. As mãos enluvadas, cobertas de lubrificante e um pouco de sangue, erguidas acima da cintura como num centro cirúrgico.
— Vamos ter que dar um descanso pro nosso paciente. Enfermeira Karen, prepare o cateter. A enfermeira abriu o cateter de borracha laranja e preparou tudo que era necessário pra enfiar dentro de mim. Já tinham tirado a sonda, mas lubrificaram meu canal uretral um pouco mais, e o cateter deslizou pelo meu pau. Quando chegou na próstata, eu dei um pulo, mas ele passou rápido e foi até a bexiga. Encheram o balão que segura o cateter no lugar, e a urina começou a escorrer pra bolsa coletora. A Doutora murmurou algo pra enfermeira Adriana, e ela se aproximou e se posicionou entre minhas pernas.
— Respira fundo — ela disse, e tirou o plug do meu cu. Pegou outro tubo de borracha da mesa de instrumentos e me mostrou — Se você relaxar essa bunda pequena, nem vai sentir — E, dito isso, começou a enfiar a cânula bem fundo dentro de mim. Depois, pegou uma seringa enorme, cheia de um líquido escuro. Conectou a seringa na cânula e eu senti ela me dando mais um enema.
— Queremos ajudar você a descansar, então esse enema tem um componente "sedativo" — falou a enfermeira Karen, enquanto trocava a seringa vazia por outra cheia e continuava injetando nos meus intestinos. De repente, comecei a sentir um gosto de vinho na boca e, depois de um tempo, também sentia o cheiro. Ela tava me dando um enema de vinho! E as seringas foram se sucedendo até eu ter quase um litro no estômago. Tava meio tonto, mas senti quando tiraram a cânula e colocaram o plug de volta no meu cu.
— Vamos pro quarto, Miguel. É hora da soneca — disse a enfermeira Adriana.
As três mulheres me desamarraram e me passaram pra outra maca, até o quarto. Lá, prenderam de novo meus pulsos e tornozelos nas bordas da cama.
— Queremos que você tire uma soneca, Miguel. E nós também vamos descansar — explicou a Dra. Schmidt, que ainda usava a máscara pendurada no pescoço delicado.
— Doutora, todas nós precisamos descansar. E se de repente nosso paciente ficar com sede? Quem vai Ajudar?... coitadinho - disse Karen, irônica.
- No que é que eu tô pensando...? - disse a Dra. Schmidt com falso pudor - Não podemos deixar isso acontecer. Vamos garantir que o Miguel não fique com sede durante a sonequinha dele.

As três entenderam a piada, mas eu não. Elas colocaram novas luvas de látex e começaram a preparar sei lá o quê. A enfermeira Karen parou do meu lado e tirou a mordaça.

- Aaahhhhh... mu... muito obrigado... senhora enfermeira... - mal terminei a frase, ela pegou algo da bandeja e mostrou pra mim. Era outra mordaça.

- Não... pelo amor de Deus... - implorei.

- Miguel... abre bem bem a boquinha - e ela colocou a nova mordaça, que não era tão apertada quanto a anterior, mas não tinha como tirar da boca. Tinha um buraco no centro da bola de borracha.

- Vamos dar algo pra ele beber quando tiver sede, Karen - e Karen desconectou o cateter da bolsa de coleta e conectou num tubo transparente. A outra ponta do tubo, ela passou pelo buraco na bola de borracha da minha mordaça. Nenhum líquido vinha pelo tubo, então o gosto forte de plástico do tubo invadiu minha boca.

- O vinho vai chegar na sua bexiga, e com certeza vai te dar sede. Mas antes queremos que você descanse. Isso vai te ajudar - disse a enfermeira Karen. Ela colocou uma venda cega de borracha preta cobrindo meus olhos e fiquei na mais completa escuridão. Percebi que, agora que não podia ver, também não ia conseguir me preparar pra ver a urina chegando na minha boca. O tubo tava fundo o suficiente, quase na minha garganta, de modo que eu também não conseguiria tampar com a língua.

- Dorme bem - ela sussurrou no meu ouvido e ouvi a porta fechar quando saiu do quarto. O vinho tava fazendo efeito e eu me sentia cada vez mais tonto. Também tava cansado e comecei a cochilar. Acordei com o gosto da urina morna escorrendo pela minha boca. Engoli, sabendo que, uma vez que o fluxo começasse, não ia parar. Tentei mexer as mãos, os pulsos e o corpo todo pra tirar O cano da minha boca, mas não tinha como alcançar, tava longe demais do meu alcance.
A urina caía em pequenas doses e continuou caindo o tempo todo enquanto eu ficava deitado no quarto escuro. Depois de meia hora desde que a primeira gota de urina chegou na minha garganta, ouvi a porta abrir e as luzes acenderem.

- Olha que lindo que tá! Enfermeira, ele já tomou bastante e precisa dormir. Reconecta a bolsa coletora e deixa ele descansar até amanhã.

Ouvi a voz e, depois de um tempo, reconheci que era da Dra. Negri. Senti tirarem o cano da minha boca. Ouvi coisas se mexendo ao redor da minha cama e assumi que as enfermeiras estavam seguindo as instruções. Pensei como seria bom dormir um pouco e parar de sentir a pressão na bexiga.

- Acho que o pênis do paciente tá irritado. Passem creme no pênis e no escroto e depois uma faixa elástica pra cobrir a área. Cubram bem, tirem a mordaça e deixem ele descansar. Vou deitar umas horas. O paciente fica sob sua responsabilidade. Cuida dele. A Dra. Schmidt e as outras enfermeiras também só voltam amanhã. Se tiver alguma emergência, me chama, enfermeira Tara.

Tiraram os cobertores e fiquei completamente exposto. Levantaram minha cabeça e tiraram a mordaça e a venda cega. Minha visão voltou a focar e vi o quarto com uma luz fraca. A linda enfermeira loira se movia pelo quarto profissionalmente e preparava tudo que ia precisar numa bandeja ao lado da cama.

- Talvez isso arda um pouco, mas a doutora quer que isso cure o mais rápido possível e esse é o melhor jeito - ela disse enquanto levantava as sobrancelhas, dando a entender que a realidade era bem diferente do que tinha falado. A enfermeira Tara calçou suas luvas de látex apertadas, abriu um pote e colocou bastante creme entre os dedos. Agarrou firme meu pênis e começou a espalhar o creme por todo o comprimento e depois sobre minhas testíbooties. Ela ficou uns trinta segundos passando o creme nos meus testíbooties. Depois pegou um rolo de banda elástica e enfaixou em volta da base do meu pau. Prendeu a banda com um pouco de fita adesiva e começou a enfaixar meus testíbooties e, a partir dali, subiu ao longo do meu pau. A área toda estava enfaixada e coberta, e das ataduras saía o cateter que eu tava usando. Desde o momento em que ela começou a aplicar o creme, comecei a sentir uma ardência crescendo. Sentia cheiro de eucalipto e, conforme o tempo passava, a ardência aumentava. Eu me sacudia e me contorcia na cama, mas não achava alívio.
- Augh... - não consegui evitar o gemido, mas só fiz a Alexa apoiar um dos dedos enluvados nos meus lábios, num claro sinal de "silêncio".
- Shhh... Isso é pro teu bem... E vou te dar outro conselho. Não grite, porque você vai se arrepender. Provavelmente eu sou tua única amiga aqui, mas se você acordar a Dra. Negri, vou ficar muito puta. A dor vai passar em uns dez minutos e te sugiro que durma, porque amanhã você vai ter um dia bem longo. Dorme.
A dor no pau era insuportável, mas lembrei do aviso e soltei um gemido baixinho. A Tara tinha razão e depois de um tempo a dor passou. Fechei os olhos e dormi.

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