Essas minhas primas...

Fazia muito tempo que não as via, uns quatro anos, porque moram em Cardiff, Inglaterra (já que, embora minha tia seja espanhola, casou-se com um inglês, Steve). E, claro, as mudanças que acontecem dos 14 aos 18 anos são consideráveis... Elas chegaram com a mãe na primeira semana de agosto, em plenas férias; fui com meus pais buscá-las no aeroporto. Nem preciso dizer que ficariam hospedadas na minha casa, claro. Levei uma surpresa agradável. Eu me lembrava de uma loira (Jennifer) e outra morena (Sophie); e não eram grande coisa em termos de atrativo físico. Mas ao vê-las no aeroporto, e depois de me receberem com um sugestivo "Oi" com sotaque inglês (a língua principal delas é o inglês, mas falam um espanhol perfeito, graças à minha tia) e dois beijos cada uma na bochecha; me pus a examiná-las bem com os olhos: de cima a baixo.

A Jennifer tinha dado um estirão e agora estava mais ou menos da minha altura, mantendo sua longa cabeleira loira. Além disso, com o calor, ela veio vestindo uma saia um pouco longa, mas que deixava à mostra umas pernas bem compridas; e uma espécie de camiseta justa que deixava ver um piercing curioso; e também uns peitos lindos e bem generosos, com umas marquinhas que naturalmente eram seus mamilos.
A Sophie tinha um cabelinho curto, tingido de castanho; e era um pouco mais baixa que a irmã. O que mais me chamou a atenção foi seu bumbum perfeito, além de curvas impressionantes que ficavam bem evidentes graças à calça justa que ela vestia e uns lábios carnudos e grossos: impressionantes.
Com esses dois bombons na minha casa, já tinha me preparado para a ideia de que a semana delas aqui seria bem quente... Percebi um detalhe na volta, quando tive que ir com elas no banco de trás do táxi. Às vezes conversávamos os três, mas sobre coisas sem importância (estudos, o tempo...). Mas algumas vezes elas cochichavam entre si em inglês, achando que eu não ia entender; mas graças a Deus eu era fera em inglês e de vez em quando conseguia decifrar algo do que diziam; sem tirar os olhos das pernas da Jennifer (que numa ocasião abriu mais do que devia e vi um lindo fio-dental preto... dava pra ver que estava calor...).
Cinco dias sem "ação"; eu só ficava observando elas (às vezes elas se vestiam com pouca roupa; Sophie eu vi várias vezes no corredor só de calcinha...) e batendo uma no banheiro por causa delas.
Na sexta, a gente saiu, os mais jovens, pra beber até bem tarde, o que fez a gente dormir no dia seguinte até o final da tarde... No começo eu acompanhei elas em alguns lugares com música boa e um clima legal. Depois eu fui com meus amigos, porque tava com vergonha de ficar com duas minas que estavam um tesão e não poder pegar nem beijar...
Enfim. Era sábado, o penúltimo dia que minha tia e minhas primas gostosas ficariam conosco. Quem saiu dessa vez foram meus pais com a mãe delas, para jantar fora. Eu não fui, alegando que estava cansado, e minhas priminhas também não, pelo mesmo motivo. Eles avisaram que chegariam um pouco tarde, que não os esperássemos acordados. Foram embora. Ficaram na casa Jennifer, Sophie e eu.
Nós três ficamos vendo TV na sala. Eu estava de calça de pijama e uma camiseta; normal. O atrevido era elas, só de calcinha e uma camiseta sem sutiã por baixo (a da Sophie era bem transparente... o que me fez vislumbrar por um momento uns mamilos redondos e grandes). Concentrei meu olhar na televisão, porque se eu olhasse para elas, meu pau com certeza começaria a acordar e aquela calça de merda não disfarçava muito... Depois de um bom tempo, minhas primas disseram que iam para a cama. Eu, como não estava com sono, fiquei na sala. Quando já estavam indo, pude entender como a Jennifer dizia para a Sophie em inglês algo como se iam tomar um banho antes, ao que ela respondeu afirmativamente. Estava claro que eu não poderia perder esse espetáculo. Me aproximei sorrateiramente e entreabri a porta do banheiro. Deduzi que estavam tomando banho juntas, embora não pudesse vê-las; e observei a roupa íntima espalhada pelo chão. Quando terminaram de se lavar, pude contemplar pela primeira vez aquelas duas esculturas nuas. As duas se mostrando em todo seu esplendor: seus bundões, seus peitos, suas bucetas (a da Jenni muito bem depiladinha, por sinal). De repente, não sei o que pude fazer, que incompreensivelmente Jennifer direcionou o olhar para a porta. Deu tempo de me esquivar para escapar e voltar para a sala; mas ficou a dúvida se ela me tinha visto ou não. Eu achei que não, meu movimento tinha sido muito rápido...
Depois daquele incidente, a luz do corredor apagou; então imaginei que eles tinham ido dormir. Meu pau estava bem duro depois de ver aquilo, o que me deu vontade de ligar no canal pornô da TV digital, já que fiquei muito excitado. Comecei a me masturbar bem devagar.
Entre a televisão e o sofá havia uma mesa bem alta, o que criava um pequeno corredor entre a TV e a mesa. Algo estava fazendo barulho naquela área e eu me assustei. Como por mágica: Jennifer e Sophie se levantaram daquele pequeno corredor – elas não tinham ido para a cama. Elas estavam me espionando e rastejando pelo chão sem que eu percebesse, até chegarem ali. Portanto, já presumi que me viram na porta do banheiro. Não podia dizer nada a elas, já que eu as espionei antes e não tinha nenhum direito de reclamar por me verem peladão.
As duas ficaram me encarando fixamente, bloqueando minha visão da TV. Estavam ambas com a mesma roupa: um sutiã e um fio-dental pretos. Sophie desligou a TV sem tirar os olhos de mim. Eu, excitado e com medo ao mesmo tempo, só consegui dizer:
Então... Sophie... o que você tá fazendo?
Ela nem pestanejou. Foi a Jennifer que veio até mim, que estava sentado. Ela subiu no sofá e abriu as pernas para sentar sobre minhas coxas, colocando o rosto a poucos centímetros do meu. Acariciou meu pau (totalmente empinado) e, sem parar de me olhar nos olhos, disse sensual:
Parece mentira, Rober. Você prefere uma merda de filme pornô antes do sexo real com duas gostosas.
Eu tinha que aproveitar a situação, que, claro, não aparecia todo dia:
Não, minhas priminhas queridas. Vou ficar encantado em satisfazê-las.
Jennifer se afastou e ficou de pé. Tirei completamente o pijama, com meu pau ereto e prestes a explodir. Jenni olhou com luxúria e começou a dar lambidas lentas na ponta, o que me excitava demais. Sophie não queria ficar de fora da brincadeira... Então, enquanto caminhava até mim, foi desabotochando o sutiã e observei seus peitos lindos, pequenos mas com dois mamilos enormes. Jennifer finalmente decidiu enfiar tudo dentro da boca, e aumentou o ritmo das chupadas. Em Sophie comecei a apalpar aquele par de globinhos enquanto enfiava minha língua em sua boca. Jenni já estava pegando um ritmo animal, alternando chupadas fortes com lambidas nas minhas bolas. Depois de explorarmos as bocas, comecei a mamar como um bebê aqueles mamilos descomunais da putinha da Sophie. Não conseguia acreditar, parecia um sonho... Com uma mão segurava Jennifer pelo cabelo e com a outra apalpava o peito de Sophie que não estava comendo...
Quando Jennifer cansou de me chupar, deitou de costas no tapete e abriu as pernas pra mim como quem diz "me paga o favor". Satisfeito, comecei a devorar aquela bucetinha encharcada de mel... Sophie, por sua vez, vendo que meu pau estava livre, tomou posse dele dando outra rodada de mamadas. Pra ser sincero, Sophie chupa, de longe, melhor que a irmã. Enquanto isso, tinha descoberto que essa última era daquelas que gritam. Eu não parava de brincar com seu clitóris; tanto com a língua, quanto mordiscando de leve com os dentes; e ela respondia com gemidos estridentes "Aiiiiiiiiii!" e suspiros sonoros tipo "Isso, porra!". Sophie continuava mandando ver no meu pau. De repente parou de chupar, e eu parei de comer o bucetão da irmã loira. Jennifer quis tomar a iniciativa. Ficou de quatro, dizendo:
Sophie, vem cá.
Sophie chegou e abriu as pernas bem na frente da Jenni, que começou a chupar sua bucetinha peluda. Deu duas lambidas, antes de se lembrar de mim. Não me pegou pela cintura nem pela mão, nem mesmo disse nada... me agarrou pelo pau e me posicionou atrás dela. Me olhou com cara de puta, passando a língua entre os lábios enquanto esfregava a mão na boceta. Entendi na hora o que ela queria. Em 30 segundos Sophie já estava gemendo pelas lambidas da irmã, uma verdadeira artista com a língua, e eu estava metendo por trás na Jennifer. Ficamos um bom tempo nessa posição. Às vezes, a Jenni empurrava pra trás, me fazendo entender que eu devia aumentar o ritmo, e eu aceitava com prazer. Enquanto metia na Jenni por trás, levava minhas mãos dos quadris até os peitões dela. Uma delícia ver os peitos balançando no ritmo da foda. Sophie, depois de ter uns três ou quatro orgasmos, se afastou da Jenni e veio até mim. Ficou de joelhos, enquanto eu continuava comendo sua irmã, e me beijou de um jeito incrível. Depois voltei a chupar os mamilos enormes dela, que estavam durinhos pra caralho e me deixavam louco. Apenas consegui acariciá-los um pouco, devido ao ritmo descomunal com que estava enfiando na Jennifer. Ela deve ter percebido, e mudamos de posição para ficarmos os três mais confortáveis. Dessa vez, Sophie e eu ficamos na clássica posição papai e mamãe, já que a Jenni ainda estava com vontade de brincar mais: ela ficou de joelhos, com a cabeça da Sophie debaixo da sua xota; então, enquanto eu fodia a Sophie e lambia os peitos da Jennifer, a irmã dela lambia a boceta desta última. Se antes os gemidos eram altos, agora estavam ensurdecedores.
Por uns sete minutos, transamos naquela posição tão gostosa... até que Jenni, que definitivamente tinha assumido o comando do trio, se afastou. Perdi ela de vista enquanto continuava a dar orgasmos prazerosos para Sophie. Vi ela voltar com um pote de um tipo de creme... e passou no cu. Enquanto eu comia a Sophie, fiquei vendo ela se untar com o creme e enfiar um, dois, três dedos no cuzinho... Não resisti mais, e depois do último orgasmo da Sophie (para não deixá-la insatisfeita), fui até ela. Ela deu umas chupadas na minha pica para lubrificar ainda mais e aplicou aquele creme... Deu um tapa na própria bunda como dizendo "vamos lá, garoto!". Acariciei as nádegas dela com a ponta do meu pau para esquentar ainda mais, quando finalmente decidi meter por trás. Sophie, enquanto isso, observava a situação se masturbando... No começo, ouviram-se os clássicos gritos de dor. Quando tentei penetrar pela última vez, sem sucesso, já estava me preparando para desistir da manobra; mas foi exatamente nesse momento que Jenni deu uma empurrada seca para trás e minha pica entrou por completo, enfiou até as bolas. Sophie se levantou e, enquanto eu penetrava analmente a Jennifer lentamente, veio por trás e começou a acariciar minhas costas, minha bunda, minhas bolas; a dar mordidinhas com a boca e sussurrava putarias no meu ouvido; o que me deixava ainda mais excitado. Aumentei o ritmo com Jenni e os gritos ecoavam por toda a casa (sorte que não tenho vizinhos próximos). Como estava possuído pela excitação, já não traduzia o que ela gritava: "Oh, yeah!", "Oh, my God!", "Don’t stop!". As nádegas da Jenni batiam selvagemente a cada enfiada, o que me deixava com muito tesão... Não durou muito: toda essa ação anal não durou mais que três ou quatro minutos. Decidi tirar a pica para fora, já que seria injusto gozar dentro da Jenni, Sophie tinha o direito de saborear minha porra. Então, elas se ajoelharam na frente do meu pau e eu pedi que repetiram aquele gesto de passar a língua entre os lábios, igual as atrizes pornô; e aquilo foi o ápice: o orgasmo mais espetacular da minha vida começava.
Já que Sophie teve um papel um pouco secundário nessa parte final, deixei que fosse ela quem me masturbasse com a mão. Ela fez incrivelmente rápido: cinco jatos de porra cobriram o rosto e os peitos dela; depois peguei o pau e direcionei mais uns dois para a Jenni...
Fiquei exausto de tanto prazer que tinha dado (e recebido). Sentei no sofá enquanto as duas irmãs lambiam uma à outra os restos de porra.
No dia seguinte, era o dia da despedida. Enquanto fazíamos as malas, toda vez que nos esbarramos, trocávamos risadinhas e tapinhas na bunda quando ninguém estava olhando. Já no aeroporto, nos esgueiramos um instante para o banheiro e nos beijamos enquanto nos apalpávamos sacanamente por cima da roupa. Lembrando do que aconteceu, as punhetas que eu bati na semana seguinte foram impressionantes; e mais ainda quando pela internet me mandaram algumas fotos que tinham tirado com a webcam, peladas e em posições comprometedoras. Até que um dia recebi um vídeo confirmando que, quando uma irmã queria prazer, a outra providenciava...--------------------------Já que você chegou até aqui, gostaria de pedir uma coisa. Não uma rosa ou dinheiro (embora, se desse último sobrar, um pouquinho não me faria mal), tampouco um beijo ou seu número de telefone. A única coisa que peço a você, querido leitor, é um comentário. Não há maior alegria para um escritor do que descobrir se a história que escreveu agradou seus leitores, então escreva um. É de graça, não faz mal à saúde e você vai dar uma alegria a este cara. Um saludo, um forte abraço e meus mais sinceros agradecimentos por ter chegado até aqui. Nos vemos na próxima história.

8 comentários - Essas minhas primas...

No soy de leer mucho, pero tengo que decir que tu historia me gusto y espero ver mas de tus relatos, van puntos.
Muy bueno el relato solo te faltaron las foticos hermano
Mis 10, muy buen relato, aunque te recomiendo escribir más sagas, o al menos, relatos más largos