Fazia um tempão que não via elas, uns quatro anos, porque moram em Cardiff, na Inglaterra (já que, embora minha tia seja espanhola, casou com um inglês, o Steve). E, claro, as mudanças dos 14 para os 18 anos são enormes... Elas chegaram com a mãe na primeira semana de agosto, bem nas férias; fui com meus pais buscá-las no aeroporto. Nem preciso dizer que iam ficar na minha casa, né. Foi uma surpresa e tanto. Eu lembrava delas: uma loira (Jennifer) e outra de cabelo castanho (Sophie); e não eram lá essas coisas em termos de beleza. Mas quando vi as duas no aeroporto, depois de me cumprimentarem com um "Oi" bem sugestivo com sotaque inglês (o idioma principal delas é o inglês, mas falam um espanhol perfeito graças à minha tia) e dois beijinhos no rosto cada uma, me peguei examinando bem com os olhos: de cima a baixo.
A Jennifer tinha dado um estirão e ficou mais ou menos da minha altura, mantendo a longa cabeleira loira. Além disso, com o calor, ela veio vestida com uma saia um pouco comprida, mas que deixava à mostra umas pernas longas; e uma espécie de regata justa que revelava um piercing curioso; e também uns peitos lindos de tamanho considerável, com umas marquinhas que, claro, eram os bicos.
Sophie usava um cabelo curtinho, tingido de castanho escuro; e era um pouco mais baixa que a irmã. O que mais me chamou a atenção foi a bunda perfeita dela, além de umas curvas impressionantes que dava pra ver graças à calça justa que ela tava usando e uns lábios carnudos e grossos: sensacionais.
Com essas duas gostosas na minha casa, já fui me preparando que a semana que elas iam ficar aqui ia ser quente pra caralho... Reparei num detalhe na volta, quando tive que ir com elas no banco de trás do táxi. Às vezes a gente conversava os três, mas sobre coisas bestas (faculdade, o tempo...). Mas de vez em quando elas cochichavam entre si em inglês, achando que eu não ia sacar nada; mas graças a Deus eu era fera em inglês e de vez em quando conseguia captar um pouco do que elas diziam, sem tirar os olhos das pernas da Jennifer (que numa hora abriu mais do que devia e eu vi uma linda calcinha fio dental preta... dá pra ver que tava calor...).
Passaram cinco dias sem "ação"; só fiquei observando elas (às vezes se vestiam com pouca roupa; vi a Sophie várias vezes pelo corredor de calcinha e sutiã...) e batendo umas punhetas no banheiro graças a elas.
Na sexta, a gente, os mais novos, saiu pra beber até bem tarde, o que fez a gente dormir no dia seguinte até o fim da tarde... No começo, acompanhei elas em uns lugares com música boa e clima legal. Depois, fui com meus amigos, porque me dava vergonha ficar com duas minas que eram um tesão e não poder apalpar nem beijar elas...
Enfim. Era sábado, o penúltimo dia que minha tia e minhas primas gostosas iam ficar com a gente. Quem saiu dessa vez foram meus pais com a mãe delas, pra jantar fora. Eu não fui, falei que tava muito cansado, e minhas priminhas também não, pelo mesmo motivo. Elas avisaram que iam chegar um pouco tarde, que não esperássemos acordados. Foram embora. A casa ficou só com a Jennifer, a Sophie e eu.
Nós três fomos ver TV na sala. Eu estava de calça de pijama e camiseta; normal. As descaradas eram elas, de calcinha e camiseta sem sutiã por baixo (a da Sophie era bem transparente... o que me fez ver por um momento uns pezões redondos e grandes). Concentrei meu olhar na televisão, porque se eu olhasse pra elas, meu pau com certeza começaria a acordar e aquela merda de calça não disfarçava muito... Depois de um bom tempo, minhas primas disseram que iam pra cama. Eu, como não tava com sono, fiquei na sala. Quando elas já iam saindo, consegui entender que a Jennifer falou pra Sophie em inglês algo tipo "vamos tomar um banho antes", e ela respondeu que sim. Tava claro que eu não podia perder aquele espetáculo. Me aproximei sorrateiramente e entreabri a porta do banheiro. Deduzi que estavam tomando banho juntas, embora não pudesse vê-las; e observei a roupa íntima espalhada pelo chão. Quando terminaram o banho, pude contemplar pela primeira vez aquelas duas esculturas peladas. As duas se mostrando em todo seu esplendor: suas bundinhas, seus peitos, suas bucetas (a da Jenni bem depiladinha, por sinal). De repente, não sei o que fiz, que incomprensivelmente a Jennifer olhou na direção da porta. Deu tempo de me esquivar pra escapar e voltar pra sala; mas fiquei na dúvida se ela tinha me visto ou não. Achei que não, meu movimento tinha sido muito rápido...
Depois daquele incidente, a luz do corredor apagou; então imaginei que eles tinham ido pra cama. Minha pica tava bem dura depois de ver aquilo, o que me animou a colocar o canal pornô da TV digital, já que fiquei muito tarado. Comecei a me masturbar bem devagar.
Entre a televisão e o sofá tinha uma mesa bem alta, o que criava um corredorzinho entre a TV e a mesa. Algo tava fazendo barulho por ali e eu me assustei. Como num passe de mágica: Jennifer e Sophie se levantaram desse corredorzinho — não tinham ido pra cama. Elas estavam me espionando e rastejando pelo chão sem eu perceber, até chegar lá. Então, já deduzi que me viram na porta do banheiro. Não podia falar nada, porque eu tinha espionado elas antes e não tinha o menor direito de reclamar delas me verem pelada.
As duas ficaram me encarando, me impedindo de ver a TV. Estavam as duas com a mesma roupa: um sutiã e uma fio dental pretos. Sophie desligou a TV sem tirar os olhos de mim. Eu, excitado e com medo ao mesmo tempo, só consegui falar:
Então... Sophie... o que cê tá fazendo?
Nem se incomodou. Foi a Jennifer que veio até mim, que tava sentado. Subiu no sofá e abriu as pernas pra sentar nas minhas coxas, colocando o rosto a poucos centímetros do meu. Passou a mão na minha pica (dura pra caralho) e, sem tirar os olhos dos meus, falou sensual:
Parece mentira, Rober. Prefere uma porcaria de filme pornô do que o sexo real com duas gostosas.
Eu tinha que aproveitar a situação, que, claro, não aparecia todo dia:
Não, priminhas queridas. Vou adorar satisfazer vocês.
Jennifer se afastou e se levantou. Tirei completamente a calça do pijama, com meu pau duro e prestes a explodir. Jenni olhou pra ele com tesão e começou a dar lambidas lentas na ponta, o que me excitava pra caralho. Sophie não queria ficar de fora... Então, enquanto caminhava em minha direção, foi desabotoando o sutiã e eu vi aqueles peitos lindos, pequenos mas com dois mamões enormes. Jennifer finalmente resolveu enfiar ele inteiro na boca e foi aumentando o ritmo do boquete. Comecei a apalpar aquele par de peitinhos da Sophie enquanto enfiava minha língua na boca dela. Jenni já tava num ritmo animal, alternando boquetes fortes com lambidas nas minhas bolas. Depois de explorarmos as bocas uma da outra, comecei a chupar como um bebê aqueles mamões descomunais da putinha da Sophie. Não podia acreditar, parecia um sonho... Com uma mão segurava a juba da Jennifer e com a outra apalpava o peito que não tava chupando da Sophie.
Quando a Jennifer encheu o saco de me chupar, ela se deitou de costas no tapete e abriu as pernas, como quem diz "me paga o favor". Solícito, comecei a devorar aquela bucetinha encharcada de sucos... Sophie, por sua vez, vendo que meu pau ficou livre, o agarrou e me deu mais uma rodada de boquetes. Pra falar a verdade, Sophie chupa, de longe, melhor que a irmã. Enquanto isso, descobri que essa última é do tipo que berra. Eu não parava de brincar com o clitóris dela; tanto com a língua, quanto mordiscando de leve com os dentes; e ela respondia com gemidos agudos tipo "Aiiiiiiiiiiii!" e suspiros sonoros como "Aí, yeah!". Sophie continuava no meu pau. De repente, ela parou de chupar, e eu parei de lamber a bucetinha da irmã loira dela. Jennifer quis tomar a iniciativa. Ficou de quatro, dizendo:
Sophie, vem aqui.
Sophie atendeu e abriu as pernas na frente da Jenni, que começou a chupar a buceta peludinha dela. Deu duas lambidas, antes de se lembrar de mim. Não me pegou pela cintura nem pela mão, nem sequer falou comigo... me agarrou pelo meu pau e me posicionou atrás dela. Me olhou com cara de puta, passando a língua entre os lábios enquanto passava a mão na própria buceta. Entendi na hora o que ela queria. Em 30 segundos, Sophie já gemia com as lambidas da irmã, uma artista com a língua, e eu metia por trás na buceta da Jennifer. Ficamos nessa posição por um bom tempo. De vez em quando, Jenni empurrava pra trás, me fazendo saber que era pra acelerar o ritmo, e eu topava de boa. Enquanto eu comia a Jenni por trás, levava minhas mãos dos quadris dela pros peitões. Uma delícia ver os peitos balançando no ritmo da foda. Depois de uns três ou quatro orgasmos, Sophie se afastou da Jenni e veio até mim. Ajoelhou, enquanto eu continuava comendo a irmã dela, e me beijou de um jeito incrível. Depois voltei a chupar os mamões enormes dela, que estavam duríssimos e me deixavam louco. Passei a mão neles o pouco que dava, por causa do ritmo desgraçado que eu tava metendo na Jennifer. Ela deve ter percebido, e aí trocamos de posição pra ficar mais confortável pra nós três. Dessa vez, Sophie e eu ficamos na posição clássica de papai e mamãe, porque a Jenni queria brincar mais: ela ajoelhou com a cabeça da Sophie debaixo da bocetinha dela; então, enquanto eu comia a Sophie e chupava os peitos da Jennifer, a irmã dela lambia a rachuda da última. Se antes os gemidos eram altos, agora estavam ensurdecedores.
Por uns sete minutos a gente ficou transando naquela posição tão gostosa... até que a Jenni, que com certeza já tinha assumido o controle do trio, se afastou. Perdi ela de vista enquanto eu continuava dando uns orgasmos deliciosos pra Sophie. Vi ela voltar com um pote de uma espécie de creme... e passou ele no cu dela. Enquanto eu tava cuidando da Sophie, fui vendo ela passar o creme e enfiar um, dois, três dedos no rabo... Não aguentei mais, e depois do último orgasmo da Sophie (pra não deixar ela na mão), fui pra cima dela. Ela deu umas chupadas no meu pau pra lubrificar ainda mais e passou aquele creme... Deu um tapa na própria bunda como quem diz "vamos, garoto!". Passei a ponta do meu pau nas nádegas dela pra esquentar ainda mais quando finalmente decidi meter por trás. A Sophie, enquanto isso, ficou olhando a cena se masturbando... No começo, vieram os gritos clássicos de dor. Quando tentei penetrar ela pela última vez, sem sucesso, já ia desistir da parada; mas foi nesse exato momento que a Jenni deu uma arrancada seca pra trás e meu pau entrou inteiro, foi até o talo. A Sophie se levantou, e enquanto eu metia devagar no cu da Jennifer, ela veio por trás e começou a passar a mão nas minhas costas, na minha bunda, nos meus ovos; a dar mordidinhas com a boca e sussurrar putaria no meu ouvido; aí eu fiquei ainda mais tesudo. Aumentei o ritmo com a Jenni e os gritos ecoavam pela casa toda (sorte que não tenho vizinhos perto). Como eu tava possuído de tesão, já não traduzia o que ela gritava: "Oh, yeah!", "Oh, my God!", "Don’t stop!". A bunda da Jenni quicava selvagem a cada metida, o que me deixava louco de tesão... Não aguentei muito: toda essa ação anal não durou mais de três ou quatro minutos. Resolvi tirar o pau fora porque seria injusto gozar dentro da Jenni, a Sophie tinha direito de saborear meu leite. Aí elas se ajoelharam na frente do meu pau e eu pedi pra elas repetissem aquele gesto de passar a língua entre os lábios, igual atriz pornô; e aí foi o ápice: o orgasmo mais espetacular da minha vida começava.
Já que a Sophie teve um papel meio secundário nessa parte final, deixei ela me masturbar com a mão. Ela fez isso incrivelmente rápido: cinco jatos de porra encheram a cara e os peitos dela; aí eu peguei a rola e mandei mais uns dois pra Jenni...
Fiquei exausto de tanto prazer que tinha dado (e recebido). Sentei no sofá enquanto as duas irmãs se limpavam mutuamente com as línguas os restos de porra.
No dia seguinte, era o dia da despedida. Enquanto arrumavam as malas, toda vez que a gente se cruzava, trocávamos risadinhas e palmadinhas na bunda quando ninguém tava olhando. Já no aeroporto, a gente deu uma fugida pro banheiro e se beijou enquanto se apalpava safadamente por cima da roupa. Lembrando do que rolou, as punhetas que eu bati na semana seguinte foram fodas; e mais ainda quando pela internet me mandaram umas fotos que tinham tirado com a webcam peladas e em posições comprometedoras. Até que um dia chegou um vídeo confirmando que quando uma irmã queria prazer, a outra dava conta...--------------------------Já que você chegou até aqui, queria te pedir uma coisa. Não é uma rosa nem dinheiro (embora, se sobrar uma graninha, um pouquinho não faria mal), também não é um beijo ou seu número de telefone. A única coisa que peço de você, querido leitor, é um comentário. Não há alegria maior para um escritor do que descobrir se a história que escreveu agradou seus leitores, então escreve um aí. É de graça, não faz mal à saúde e vai dar uma alegria pra esse pobre coitado. Um abraço, um forte aperto e meus mais sinceros agradecimentos por ter chegado até aqui. A gente se vê na próxima história.
A Jennifer tinha dado um estirão e ficou mais ou menos da minha altura, mantendo a longa cabeleira loira. Além disso, com o calor, ela veio vestida com uma saia um pouco comprida, mas que deixava à mostra umas pernas longas; e uma espécie de regata justa que revelava um piercing curioso; e também uns peitos lindos de tamanho considerável, com umas marquinhas que, claro, eram os bicos.
Sophie usava um cabelo curtinho, tingido de castanho escuro; e era um pouco mais baixa que a irmã. O que mais me chamou a atenção foi a bunda perfeita dela, além de umas curvas impressionantes que dava pra ver graças à calça justa que ela tava usando e uns lábios carnudos e grossos: sensacionais.
Com essas duas gostosas na minha casa, já fui me preparando que a semana que elas iam ficar aqui ia ser quente pra caralho... Reparei num detalhe na volta, quando tive que ir com elas no banco de trás do táxi. Às vezes a gente conversava os três, mas sobre coisas bestas (faculdade, o tempo...). Mas de vez em quando elas cochichavam entre si em inglês, achando que eu não ia sacar nada; mas graças a Deus eu era fera em inglês e de vez em quando conseguia captar um pouco do que elas diziam, sem tirar os olhos das pernas da Jennifer (que numa hora abriu mais do que devia e eu vi uma linda calcinha fio dental preta... dá pra ver que tava calor...).
Passaram cinco dias sem "ação"; só fiquei observando elas (às vezes se vestiam com pouca roupa; vi a Sophie várias vezes pelo corredor de calcinha e sutiã...) e batendo umas punhetas no banheiro graças a elas.
Na sexta, a gente, os mais novos, saiu pra beber até bem tarde, o que fez a gente dormir no dia seguinte até o fim da tarde... No começo, acompanhei elas em uns lugares com música boa e clima legal. Depois, fui com meus amigos, porque me dava vergonha ficar com duas minas que eram um tesão e não poder apalpar nem beijar elas...
Enfim. Era sábado, o penúltimo dia que minha tia e minhas primas gostosas iam ficar com a gente. Quem saiu dessa vez foram meus pais com a mãe delas, pra jantar fora. Eu não fui, falei que tava muito cansado, e minhas priminhas também não, pelo mesmo motivo. Elas avisaram que iam chegar um pouco tarde, que não esperássemos acordados. Foram embora. A casa ficou só com a Jennifer, a Sophie e eu.
Nós três fomos ver TV na sala. Eu estava de calça de pijama e camiseta; normal. As descaradas eram elas, de calcinha e camiseta sem sutiã por baixo (a da Sophie era bem transparente... o que me fez ver por um momento uns pezões redondos e grandes). Concentrei meu olhar na televisão, porque se eu olhasse pra elas, meu pau com certeza começaria a acordar e aquela merda de calça não disfarçava muito... Depois de um bom tempo, minhas primas disseram que iam pra cama. Eu, como não tava com sono, fiquei na sala. Quando elas já iam saindo, consegui entender que a Jennifer falou pra Sophie em inglês algo tipo "vamos tomar um banho antes", e ela respondeu que sim. Tava claro que eu não podia perder aquele espetáculo. Me aproximei sorrateiramente e entreabri a porta do banheiro. Deduzi que estavam tomando banho juntas, embora não pudesse vê-las; e observei a roupa íntima espalhada pelo chão. Quando terminaram o banho, pude contemplar pela primeira vez aquelas duas esculturas peladas. As duas se mostrando em todo seu esplendor: suas bundinhas, seus peitos, suas bucetas (a da Jenni bem depiladinha, por sinal). De repente, não sei o que fiz, que incomprensivelmente a Jennifer olhou na direção da porta. Deu tempo de me esquivar pra escapar e voltar pra sala; mas fiquei na dúvida se ela tinha me visto ou não. Achei que não, meu movimento tinha sido muito rápido...
Depois daquele incidente, a luz do corredor apagou; então imaginei que eles tinham ido pra cama. Minha pica tava bem dura depois de ver aquilo, o que me animou a colocar o canal pornô da TV digital, já que fiquei muito tarado. Comecei a me masturbar bem devagar.
Entre a televisão e o sofá tinha uma mesa bem alta, o que criava um corredorzinho entre a TV e a mesa. Algo tava fazendo barulho por ali e eu me assustei. Como num passe de mágica: Jennifer e Sophie se levantaram desse corredorzinho — não tinham ido pra cama. Elas estavam me espionando e rastejando pelo chão sem eu perceber, até chegar lá. Então, já deduzi que me viram na porta do banheiro. Não podia falar nada, porque eu tinha espionado elas antes e não tinha o menor direito de reclamar delas me verem pelada.
As duas ficaram me encarando, me impedindo de ver a TV. Estavam as duas com a mesma roupa: um sutiã e uma fio dental pretos. Sophie desligou a TV sem tirar os olhos de mim. Eu, excitado e com medo ao mesmo tempo, só consegui falar:
Então... Sophie... o que cê tá fazendo?
Nem se incomodou. Foi a Jennifer que veio até mim, que tava sentado. Subiu no sofá e abriu as pernas pra sentar nas minhas coxas, colocando o rosto a poucos centímetros do meu. Passou a mão na minha pica (dura pra caralho) e, sem tirar os olhos dos meus, falou sensual:
Parece mentira, Rober. Prefere uma porcaria de filme pornô do que o sexo real com duas gostosas.
Eu tinha que aproveitar a situação, que, claro, não aparecia todo dia:
Não, priminhas queridas. Vou adorar satisfazer vocês.
Jennifer se afastou e se levantou. Tirei completamente a calça do pijama, com meu pau duro e prestes a explodir. Jenni olhou pra ele com tesão e começou a dar lambidas lentas na ponta, o que me excitava pra caralho. Sophie não queria ficar de fora... Então, enquanto caminhava em minha direção, foi desabotoando o sutiã e eu vi aqueles peitos lindos, pequenos mas com dois mamões enormes. Jennifer finalmente resolveu enfiar ele inteiro na boca e foi aumentando o ritmo do boquete. Comecei a apalpar aquele par de peitinhos da Sophie enquanto enfiava minha língua na boca dela. Jenni já tava num ritmo animal, alternando boquetes fortes com lambidas nas minhas bolas. Depois de explorarmos as bocas uma da outra, comecei a chupar como um bebê aqueles mamões descomunais da putinha da Sophie. Não podia acreditar, parecia um sonho... Com uma mão segurava a juba da Jennifer e com a outra apalpava o peito que não tava chupando da Sophie.
Quando a Jennifer encheu o saco de me chupar, ela se deitou de costas no tapete e abriu as pernas, como quem diz "me paga o favor". Solícito, comecei a devorar aquela bucetinha encharcada de sucos... Sophie, por sua vez, vendo que meu pau ficou livre, o agarrou e me deu mais uma rodada de boquetes. Pra falar a verdade, Sophie chupa, de longe, melhor que a irmã. Enquanto isso, descobri que essa última é do tipo que berra. Eu não parava de brincar com o clitóris dela; tanto com a língua, quanto mordiscando de leve com os dentes; e ela respondia com gemidos agudos tipo "Aiiiiiiiiiiii!" e suspiros sonoros como "Aí, yeah!". Sophie continuava no meu pau. De repente, ela parou de chupar, e eu parei de lamber a bucetinha da irmã loira dela. Jennifer quis tomar a iniciativa. Ficou de quatro, dizendo:
Sophie, vem aqui.
Sophie atendeu e abriu as pernas na frente da Jenni, que começou a chupar a buceta peludinha dela. Deu duas lambidas, antes de se lembrar de mim. Não me pegou pela cintura nem pela mão, nem sequer falou comigo... me agarrou pelo meu pau e me posicionou atrás dela. Me olhou com cara de puta, passando a língua entre os lábios enquanto passava a mão na própria buceta. Entendi na hora o que ela queria. Em 30 segundos, Sophie já gemia com as lambidas da irmã, uma artista com a língua, e eu metia por trás na buceta da Jennifer. Ficamos nessa posição por um bom tempo. De vez em quando, Jenni empurrava pra trás, me fazendo saber que era pra acelerar o ritmo, e eu topava de boa. Enquanto eu comia a Jenni por trás, levava minhas mãos dos quadris dela pros peitões. Uma delícia ver os peitos balançando no ritmo da foda. Depois de uns três ou quatro orgasmos, Sophie se afastou da Jenni e veio até mim. Ajoelhou, enquanto eu continuava comendo a irmã dela, e me beijou de um jeito incrível. Depois voltei a chupar os mamões enormes dela, que estavam duríssimos e me deixavam louco. Passei a mão neles o pouco que dava, por causa do ritmo desgraçado que eu tava metendo na Jennifer. Ela deve ter percebido, e aí trocamos de posição pra ficar mais confortável pra nós três. Dessa vez, Sophie e eu ficamos na posição clássica de papai e mamãe, porque a Jenni queria brincar mais: ela ajoelhou com a cabeça da Sophie debaixo da bocetinha dela; então, enquanto eu comia a Sophie e chupava os peitos da Jennifer, a irmã dela lambia a rachuda da última. Se antes os gemidos eram altos, agora estavam ensurdecedores.
Por uns sete minutos a gente ficou transando naquela posição tão gostosa... até que a Jenni, que com certeza já tinha assumido o controle do trio, se afastou. Perdi ela de vista enquanto eu continuava dando uns orgasmos deliciosos pra Sophie. Vi ela voltar com um pote de uma espécie de creme... e passou ele no cu dela. Enquanto eu tava cuidando da Sophie, fui vendo ela passar o creme e enfiar um, dois, três dedos no rabo... Não aguentei mais, e depois do último orgasmo da Sophie (pra não deixar ela na mão), fui pra cima dela. Ela deu umas chupadas no meu pau pra lubrificar ainda mais e passou aquele creme... Deu um tapa na própria bunda como quem diz "vamos, garoto!". Passei a ponta do meu pau nas nádegas dela pra esquentar ainda mais quando finalmente decidi meter por trás. A Sophie, enquanto isso, ficou olhando a cena se masturbando... No começo, vieram os gritos clássicos de dor. Quando tentei penetrar ela pela última vez, sem sucesso, já ia desistir da parada; mas foi nesse exato momento que a Jenni deu uma arrancada seca pra trás e meu pau entrou inteiro, foi até o talo. A Sophie se levantou, e enquanto eu metia devagar no cu da Jennifer, ela veio por trás e começou a passar a mão nas minhas costas, na minha bunda, nos meus ovos; a dar mordidinhas com a boca e sussurrar putaria no meu ouvido; aí eu fiquei ainda mais tesudo. Aumentei o ritmo com a Jenni e os gritos ecoavam pela casa toda (sorte que não tenho vizinhos perto). Como eu tava possuído de tesão, já não traduzia o que ela gritava: "Oh, yeah!", "Oh, my God!", "Don’t stop!". A bunda da Jenni quicava selvagem a cada metida, o que me deixava louco de tesão... Não aguentei muito: toda essa ação anal não durou mais de três ou quatro minutos. Resolvi tirar o pau fora porque seria injusto gozar dentro da Jenni, a Sophie tinha direito de saborear meu leite. Aí elas se ajoelharam na frente do meu pau e eu pedi pra elas repetissem aquele gesto de passar a língua entre os lábios, igual atriz pornô; e aí foi o ápice: o orgasmo mais espetacular da minha vida começava.
Já que a Sophie teve um papel meio secundário nessa parte final, deixei ela me masturbar com a mão. Ela fez isso incrivelmente rápido: cinco jatos de porra encheram a cara e os peitos dela; aí eu peguei a rola e mandei mais uns dois pra Jenni...
Fiquei exausto de tanto prazer que tinha dado (e recebido). Sentei no sofá enquanto as duas irmãs se limpavam mutuamente com as línguas os restos de porra.
No dia seguinte, era o dia da despedida. Enquanto arrumavam as malas, toda vez que a gente se cruzava, trocávamos risadinhas e palmadinhas na bunda quando ninguém tava olhando. Já no aeroporto, a gente deu uma fugida pro banheiro e se beijou enquanto se apalpava safadamente por cima da roupa. Lembrando do que rolou, as punhetas que eu bati na semana seguinte foram fodas; e mais ainda quando pela internet me mandaram umas fotos que tinham tirado com a webcam peladas e em posições comprometedoras. Até que um dia chegou um vídeo confirmando que quando uma irmã queria prazer, a outra dava conta...--------------------------Já que você chegou até aqui, queria te pedir uma coisa. Não é uma rosa nem dinheiro (embora, se sobrar uma graninha, um pouquinho não faria mal), também não é um beijo ou seu número de telefone. A única coisa que peço de você, querido leitor, é um comentário. Não há alegria maior para um escritor do que descobrir se a história que escreveu agradou seus leitores, então escreve um aí. É de graça, não faz mal à saúde e vai dar uma alegria pra esse pobre coitado. Um abraço, um forte aperto e meus mais sinceros agradecimentos por ter chegado até aqui. A gente se vê na próxima história.
8 comentários - Estas primas mias....