Essa aventura que vou contar aconteceu na casa da Tita, que conheço desde moleque, já que é a melhor amiga da minha avó. Era uma senhora de uns 74 anos na época, casada com um homem da mesma idade, mas não por amor, pelo que eu tinha ouvido quando era guri, escondido, enquanto os mais velhos tomavam chimarrão na cozinha. Acontece que, fugindo da guerra na Europa, os pais dela mandaram ela pra cá pra casar com o filho de uns conterrâneos que tinham emigrado antes. Desse casamento nasceram dois filhos que deram vários netos pra ela, mas que não a fizeram feliz como mulher. Uma tardinha, estando em casa, minha avó me disse: "Moleque, você que é jeitoso, vai lá na casa da Tita que ela tá sem luz e sozinha." "Beleza, já vou", respondi enquanto pegava umas ferramentas. Chegando na porta da Tita, bati e ela abriu, dizendo: "Valeu por vir, guri, tô sozinha, meu marido foi pescar com os amigos e só volta amanhã, então não sei o que fazer sem luz." "Fica tranquila, Tita, cheguei pra trazer solução." "Que doido você é, meu neto postiço", ela disse rindo. Entrando, fui até a garagem, que atrás, num quartinho, tem a caixa de elétrica. Esse quartinho tá cheio de tralha que não deixa entrar à vontade, então, ao passar, rocei a mão na bunda da Tita, que é uma senhora rotunda, não tem corpo bonito, mas é grandona, peitão e, acima de tudo, bundão. Revirei os disjuntores e, como imaginei, um tinha desarmado. Arrumei, coloquei no lugar, liguei a corrente e fez-se a luz. Tita virou de costas, espiando pela porta do quartinho pra ver se as luzes da casa tinham acendido, e foi nesse momento que eu não consegui segurar meus instintos de moleque de 16 anos. Apoiei minha mão com os dedos pra baixo, em forma de garra, naquela bunda que eu achava linda e apertei. A velha deu um pulo: "O que cê tá fazendo, guri? Quem você pensa que eu sou? Sou uma senhora!" "Já sei, vó Tita", respondi, "e eu já sou um homem com necessidade de estar com uma mulher. E quem melhor do que você pra me ensinar? Como devo agir? Ela me olhou com os olhos cheios de amor, e de repente esses olhos se transformaram e viraram olhos de desejo. Me beijou a boca apaixonadamente e murmurou: "Mas isso não sai deste quarto". Me puxou contra aqueles peitões enormes, e com minha inexperiência rasguei o vestido e, como pude, tirei as tetas daquele sutiã e chupei, mordendo os bicos, enquanto ela tentava me afastar, dizendo: "Não me marca com os dentes". E foi deslizando o vestido e a calcinha. Eu abaixei a calça e a cueca de uma só vez, e meu pau disparou pra frente, tentando entrar pela primeira vez numa buceta, com lábios carnudos e peluda, igual às que eu tinha visto em muitas fotos, escondido. E com a mão dela mesma lubrificada, Tita pegou minha poronga e colocou na entrada da vagina dela e, sem me dar tempo pra nada, com uma sentada fez com que entrasse de uma vez meu pau inteiro, e que eu descarregasse todo o meu leite acumulado. Depois que não tinha mais porra pra dar, ela deixou eu tirar e, com os lábios dela, limpou toda a minha glande. Levantou minha cueca, disse: "Se veste e vai pra casa. Avisa que hoje à noite te convidei pra jantar em agradecimento, e umas oito horas volta, assim a gente come tranquilo e depois fode você de sobremesa". Me deu um beijo e eu fui embora.
Quando cheguei em casa, falei que Tita me convidou pra jantar. Minha avó, vendo que não tinha ninguém por perto, me disse: "Você deve ter feito um baita serviço pra ela te convidar pra jantar com o marido fora, né?" Ela sorriu pra mim e piscou um olho.
Quando cheguei em casa, falei que Tita me convidou pra jantar. Minha avó, vendo que não tinha ninguém por perto, me disse: "Você deve ter feito um baita serviço pra ela te convidar pra jantar com o marido fora, né?" Ela sorriu pra mim e piscou um olho.
4 comentários - A amiga gostosa da minha avó