Como qualquer outro desempregado de quarta-feira, acordei meio sonolento e fui fazer café. O celular toca. Número bloqueado. Provavelmente é meu velho enchendo o saco, mas fazer o quê, não dá pra fugir de alguém pra sempre. Atendo, me surpreendo... era uma voz feminina.
— Oi, bebezão.
— Quê?
— Oi, bebezão — ri baixinho — sou sua bebezinha.
— Desculpa, te conheço?
— Sabe por que sou sua bebezinha?
Com essas cinco palavras, fui dela. Pode crer, me fisgou. A voz dela transbordava sexo, tesão.
— Me conta.
— Porque eu tô com a buceta toda depiladinha.
Ah, tá. Pronto. Além do motivo ser meio creepy, a mina era agressivamente sedutora.
— Que delícia, e me conta, você depila pra sentir meus dedinhos ou pra ver a cara do cara quando puxa a calcinha?
Ela riu de novo, quase em câmera lenta, saboreando.
— Mmmm... as duas coisinhas, e também porque gosto de ter a buceta assim, sem pelinhos.
— Gosta muito de se tocar?
— Vivo me tocando... me tocar e ver pornô.
— Sempre com os dedos ou enfia alguma coisa?
— Com dedinhos — gemeu — molhadinhos, bem gostosos.
— E nunca enfiou nada?
— Aaahhhh sim, uma cenoura.
— E agora tá enfiando um dedinho?
— Doooissss
A respiração dela ficou ofegante, os gemidos intermitentes... Nem preciso dizer que eu tava duro. Queria esquentar ela, queria que ela se molhasse toda e gozasse bem gostoso do outro lado da linha.
— Aperta suas tetinhas, cê gosta?
— Siiim! Adoro.
A respiração dela.
— Enfia esses dedinhos, vai?
— Siiiiim!! siiiim, adoro!!! Aiaaaaa!
Num instante, ela emudeceu.
— Gata?
Instantes.
— Valeu.
A ligação terminou. Nunca soube como nem por quê. Mas foi assim que fui usado pra uma punheta.
Baseado numa conversa real do Tinder.
— Oi, bebezão.
— Quê?
— Oi, bebezão — ri baixinho — sou sua bebezinha.
— Desculpa, te conheço?
— Sabe por que sou sua bebezinha?
Com essas cinco palavras, fui dela. Pode crer, me fisgou. A voz dela transbordava sexo, tesão.
— Me conta.
— Porque eu tô com a buceta toda depiladinha.
Ah, tá. Pronto. Além do motivo ser meio creepy, a mina era agressivamente sedutora.
— Que delícia, e me conta, você depila pra sentir meus dedinhos ou pra ver a cara do cara quando puxa a calcinha?
Ela riu de novo, quase em câmera lenta, saboreando.
— Mmmm... as duas coisinhas, e também porque gosto de ter a buceta assim, sem pelinhos.
— Gosta muito de se tocar?
— Vivo me tocando... me tocar e ver pornô.
— Sempre com os dedos ou enfia alguma coisa?
— Com dedinhos — gemeu — molhadinhos, bem gostosos.
— E nunca enfiou nada?
— Aaahhhh sim, uma cenoura.
— E agora tá enfiando um dedinho?
— Doooissss
A respiração dela ficou ofegante, os gemidos intermitentes... Nem preciso dizer que eu tava duro. Queria esquentar ela, queria que ela se molhasse toda e gozasse bem gostoso do outro lado da linha.
— Aperta suas tetinhas, cê gosta?
— Siiim! Adoro.
A respiração dela.
— Enfia esses dedinhos, vai?
— Siiiiim!! siiiim, adoro!!! Aiaaaaa!
Num instante, ela emudeceu.
— Gata?
Instantes.
— Valeu.
A ligação terminou. Nunca soube como nem por quê. Mas foi assim que fui usado pra uma punheta.
Baseado numa conversa real do Tinder.
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