Meu nome é Gabriela Sartori. Sou morena de cachos. Um pouco baixinha, 1,55m, peitões e um rabo gostoso. Tenho um sinal perto da boca que me deixa com um ar bem sensual. Eu tinha 19 anos e tinha ido dançar numa balada que tinha em Pacheco, o CADALSO, caso alguém se lembre. Naquela época, no final da noite, botavam músicas lentas e era o momento em que dava pra transar ou ficar de beijação.
Eu tinha dançado a noite toda com um gato magrelo que, na hora das lentas, obviamente me chamou pra dançar e a gente começou a se beijar e a se apalpar. Eu estava no ponto, com minha buceta emanando fluidos corporais aos borbotões. Quando acenderam as luzes, eu esperava a proposta do meu acompanhante de ir pra um motel. Ele me deu um beijo e disse: "Me espera, vou ao banheiro?" "Sim, bombom", respondi.
A balada esvaziou completamente e o fdp do meu companheiro me deixou lá, com uma vontade do caralho de rola em todos os meus buracos. Pra vocês terem ideia, eu estava com um vestido preto justo que destacava toda minha figura. Saí na rua e decidi caminhar, já que não estava frio e pra ver se apagava meu fogo andando. Estava passando por baixo de um viaduto quando dois mendigos começaram a gritar obscenidades pra mim:
— Mami, te fodo todinha!
— Te espremo esses peitos até arrancar!
— Te enfio uma laranja na boca e te chupo o cu até sair Fanta!
Os "elogios" deles, na verdade, em vez de me irritar, só aumentaram a temperatura do tesão que eu já estava. Eu: "Não têm vergonha de falar assim com uma garotinha como eu?"
Mendigo 1: "Que garotinha o quê. Tá na cara que você já tomou mais sacudida que pandeiro de escola de samba."
Mendigo 2: "Vem, mami, vem com a gente que a gente te faz a festa."
Me aproximei deles com uma mistura de medo e febre vaginal. Coloquei as mãos nos paus deles e disse: "Com esses paus sujos vocês querem me enfestar???"
Eles me pegaram, um em cada braço, e me levaram pra trás de um terreno abandonado onde tinha uma espécie de galpão, que era onde eles aparentemente passavam a noite. Me pegaram pelo cabelo e abaixaram as calças. Eles realmente cheiravam muito mal, mas minha... A tesão pôde mais. Eca, esses paus são um nojo, se vão me foder tem que limpá-los. Peguei um com cada mão e ia revezando na boca, tinham um gosto horrível, como de urina, mas logo minha boca foi limpando eles. Os vagabundos me agarravam pelo cabelo e eu chupava com muita vontade, queria que enchessem minha boca de porra. Um deles, o mais jovem, gozou primeiro na minha boca e não deixei escapar uma gota. O mais velho me disse: continua chupando, puta. Enquanto fazia isso, o outro se colocou atrás de mim e me fez ficar como um pombinho bebendo água, pra eu não parar de chupar o pau do amigo dele, levantou meu vestido, puxou minha calcinha e começou a meter seus dedos sujos na minha intimidade... mmmmm, que gostoso que estavam esses dedos. Ele os tirou da minha buceta, cheios de mel, levou à minha boca e eu os chupei de maneira lenta e sensual. Eles se olhavam e sorriam, sem acreditar no que estava acontecendo. O mais jovem e gordo continuava brincando com minha buceta e, com meus próprios fluidos, lubrificava meu cu e ia metendo um dedo. Vou arrombar seu cu, ele disse, e antes que eu pudesse falar algo, deslizou completamente dentro da minha cavidade anal. O pau dele era grosso e eu sentia que estava me rasgando. Quis gritar, mas a gozada do outro afogou meu grito com uma porra de qualidade que nunca tinha visto. O sabor era delicioso e eu deixei que ele soubesse. Que porra gostosa você tem, velho nojento, eu disse. Ele me deu um tapa que deixou minha bochecha ardendo. O outro tirou o pau e sentou numa caixa que tinha por perto, me sentando de uma vez no meu cu. O mais velho começou a chupar minha buceta de um jeito único, e olha que ele quase não tinha dentes, enquanto fazia isso me dizia: que putinha linda você é, dá pra ver que estava com vontade de pau. E mexia os dedos de um jeito grotesco, mas que me excitava pra caralho. Tirou os dedos da minha buceta, os chupou e disse: ahhhhh, esse guisadinho de puta está pronto pra comer, só falta mexer. Enterrou o pau até o fundo e meus dois amantes de rua se moviam no mesmo ritmo. arrancando múltiplos orgasmos de mim. Eu, por minha parte, com uma mão beliscava meus mamilos para ver se não era um sonho e com a outra esfregava meu monte de Vênus. O mais velho, que era mais agressivo, me fodia agora com mais força, me deixando delirante de prazer. Ele agarrou com as mãos a parte do decote do meu vestido e rasgou, destruindo-o. A situação me enlouqueceu e eu pedia que eles me comessem, seus filhos da puta safados. Eles aceleraram o ritmo e eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer. O mais jovem abria minhas nádegas para entrar mais fundo no meu cu, que estava super aberto; não só metia o pau, mas também enfiava o polegar dentro do meu ânus. Que sensação deliciosa. O mais velho me agarrou pelo cabelo e me levantou, liberando o pau do amigo do meu cu, que se apertava para que não saísse. Me jogaram em cima de um cobertor sujo que havia no chão, com o vestido e a calcinha tudo rasgado, e eles se masturbaram e logo cobriram meu corpo, cabelo e rosto de porra. Eu abria minha boca esperando que algum jato de sêmen caísse dentro da minha boca sedenta. Quando terminaram, subiram as calças e me deixaram lá jogada, satisfeita e cheia de porra. Antes de irem, perguntei os nomes: Gustavo Dure, o mais jovem e gordo; o outro, Luigifer Yucta. Daí em diante, depois da dança, vou ver meus amantes furtivos para que me fodam da maneira mais suja e gostosa.
Eu tinha dançado a noite toda com um gato magrelo que, na hora das lentas, obviamente me chamou pra dançar e a gente começou a se beijar e a se apalpar. Eu estava no ponto, com minha buceta emanando fluidos corporais aos borbotões. Quando acenderam as luzes, eu esperava a proposta do meu acompanhante de ir pra um motel. Ele me deu um beijo e disse: "Me espera, vou ao banheiro?" "Sim, bombom", respondi.
A balada esvaziou completamente e o fdp do meu companheiro me deixou lá, com uma vontade do caralho de rola em todos os meus buracos. Pra vocês terem ideia, eu estava com um vestido preto justo que destacava toda minha figura. Saí na rua e decidi caminhar, já que não estava frio e pra ver se apagava meu fogo andando. Estava passando por baixo de um viaduto quando dois mendigos começaram a gritar obscenidades pra mim:
— Mami, te fodo todinha!
— Te espremo esses peitos até arrancar!
— Te enfio uma laranja na boca e te chupo o cu até sair Fanta!
Os "elogios" deles, na verdade, em vez de me irritar, só aumentaram a temperatura do tesão que eu já estava. Eu: "Não têm vergonha de falar assim com uma garotinha como eu?"
Mendigo 1: "Que garotinha o quê. Tá na cara que você já tomou mais sacudida que pandeiro de escola de samba."
Mendigo 2: "Vem, mami, vem com a gente que a gente te faz a festa."
Me aproximei deles com uma mistura de medo e febre vaginal. Coloquei as mãos nos paus deles e disse: "Com esses paus sujos vocês querem me enfestar???"
Eles me pegaram, um em cada braço, e me levaram pra trás de um terreno abandonado onde tinha uma espécie de galpão, que era onde eles aparentemente passavam a noite. Me pegaram pelo cabelo e abaixaram as calças. Eles realmente cheiravam muito mal, mas minha... A tesão pôde mais. Eca, esses paus são um nojo, se vão me foder tem que limpá-los. Peguei um com cada mão e ia revezando na boca, tinham um gosto horrível, como de urina, mas logo minha boca foi limpando eles. Os vagabundos me agarravam pelo cabelo e eu chupava com muita vontade, queria que enchessem minha boca de porra. Um deles, o mais jovem, gozou primeiro na minha boca e não deixei escapar uma gota. O mais velho me disse: continua chupando, puta. Enquanto fazia isso, o outro se colocou atrás de mim e me fez ficar como um pombinho bebendo água, pra eu não parar de chupar o pau do amigo dele, levantou meu vestido, puxou minha calcinha e começou a meter seus dedos sujos na minha intimidade... mmmmm, que gostoso que estavam esses dedos. Ele os tirou da minha buceta, cheios de mel, levou à minha boca e eu os chupei de maneira lenta e sensual. Eles se olhavam e sorriam, sem acreditar no que estava acontecendo. O mais jovem e gordo continuava brincando com minha buceta e, com meus próprios fluidos, lubrificava meu cu e ia metendo um dedo. Vou arrombar seu cu, ele disse, e antes que eu pudesse falar algo, deslizou completamente dentro da minha cavidade anal. O pau dele era grosso e eu sentia que estava me rasgando. Quis gritar, mas a gozada do outro afogou meu grito com uma porra de qualidade que nunca tinha visto. O sabor era delicioso e eu deixei que ele soubesse. Que porra gostosa você tem, velho nojento, eu disse. Ele me deu um tapa que deixou minha bochecha ardendo. O outro tirou o pau e sentou numa caixa que tinha por perto, me sentando de uma vez no meu cu. O mais velho começou a chupar minha buceta de um jeito único, e olha que ele quase não tinha dentes, enquanto fazia isso me dizia: que putinha linda você é, dá pra ver que estava com vontade de pau. E mexia os dedos de um jeito grotesco, mas que me excitava pra caralho. Tirou os dedos da minha buceta, os chupou e disse: ahhhhh, esse guisadinho de puta está pronto pra comer, só falta mexer. Enterrou o pau até o fundo e meus dois amantes de rua se moviam no mesmo ritmo. arrancando múltiplos orgasmos de mim. Eu, por minha parte, com uma mão beliscava meus mamilos para ver se não era um sonho e com a outra esfregava meu monte de Vênus. O mais velho, que era mais agressivo, me fodia agora com mais força, me deixando delirante de prazer. Ele agarrou com as mãos a parte do decote do meu vestido e rasgou, destruindo-o. A situação me enlouqueceu e eu pedia que eles me comessem, seus filhos da puta safados. Eles aceleraram o ritmo e eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer. O mais jovem abria minhas nádegas para entrar mais fundo no meu cu, que estava super aberto; não só metia o pau, mas também enfiava o polegar dentro do meu ânus. Que sensação deliciosa. O mais velho me agarrou pelo cabelo e me levantou, liberando o pau do amigo do meu cu, que se apertava para que não saísse. Me jogaram em cima de um cobertor sujo que havia no chão, com o vestido e a calcinha tudo rasgado, e eles se masturbaram e logo cobriram meu corpo, cabelo e rosto de porra. Eu abria minha boca esperando que algum jato de sêmen caísse dentro da minha boca sedenta. Quando terminaram, subiram as calças e me deixaram lá jogada, satisfeita e cheia de porra. Antes de irem, perguntei os nomes: Gustavo Dure, o mais jovem e gordo; o outro, Luigifer Yucta. Daí em diante, depois da dança, vou ver meus amantes furtivos para que me fodam da maneira mais suja e gostosa.
3 comentários - Dois vagabundos me comeram de tesão