Nos capítulos anteriores
Autoexperimentando
Fantasia: troca de papéis com a minha mina
Recebi ajuda da minha amiga especial
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga travesti.
Tô de putaria com minha ex… e minha mina
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bixsexual (ou algo parecido)
Fim de semana com os amigos (I)
Fim de semana com os amigos (II)
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Tá indo bem, amor?", Sara me perguntou.
Eu assenti. Já fazia duas semanas desde que Ana tinha terminado o relacionamento com Fernando, e ela se refugiou na nossa casa. Se entregou pra gente desde o primeiro momento, deixando claro que não queria interferir na nossa relação, mas só nos ajudar a transar de formas mais variadas com ela no meio. Garantiu que assim evitaria pensar nele.
"E aí, como é ter duas minas em casa?", ela perguntou de novo.
"Muito bom. Mas cê sabe que com você sempre foi o suficiente. Ai, cuidado aí."
A gente tinha entrado no banheiro. Ela tava sentada na borda da banheira, e eu tava deitado no colo dela, enquanto ela se dedicava a depilar minha bunda com todo cuidado. Usava a gilete nas nádegas primeiro, e agora se aproximava cada vez mais do meu cu.
Mas eu confiava totalmente nela e não tinha medo. As mãos dela se moviam seguras. E ela sabia fazer com tanta delicadeza e cuidado pra evitar que eu tivesse qualquer pelo encravado.
"Tá ficando bem lisinho", ela disse. "Mas ajuda que você também não tem muito pelo."
Era verdade. Tanto ela quanto eu éramos de pouco pelo, mas a gente tinha conversado, e não ligava de raspar tudo pra continuar brincando. E ali estava ela, dedicando o sábado a me deixar sem um único fio.
Pra deixar como mais uma brincadeira sexual e, claro, com a minha aprovação, ela tinha enfiado um vibrador com todo cuidado, na desculpa de evitar que caísse espuma no meu cu, embora fosse inevitável que de vez em quando ela tentasse mexer o brinquedo, me masturbando a bunda.
"Bom, acho que já foi", ela disse. "Me dá um segundo."
Fiquei um pouco mais assim, até sentir ela tirar o brinquedo, e ouvi o som do celular dela tirando uma foto. Ela me mostrou. E pude ver minha bunda perfeitamente depilada. Muito apetitosa, pra falar a verdade, tão limpa, tão lisinha, e tão aberta.
"Que maravilha."
"Verdade, né."
Ana tinha chegado de fazer as compras. comprou, e tinha entrado no banheiro também. Ficou atrás de mim e admirou o trabalho da Sara. Apoiou a cabeça numa das minhas nádegas.
"Você fez um trabalho incrível."
"Mas é melhor a gente se mexer, ou vou acabar montando nele agora mesmo", disse a Sara.
"E qual é o problema?", perguntei, excitado demais.
"Façam", disse a Ana. "Vocês me deixam olhar?"
Claro que deixávamos ela ver. A Sara tirou a pouca roupa que ainda vestia e ficou atrás de mim, ali no banheiro. Senti a pica da Sara se abrindo caminho dentro do meu cu. Gemi de prazer. Ela me comia com a delicadeza de sempre. As mãos dela nos meus quadris me davam uma puta tranquilidade.
Virei a cabeça e vi a Ana, que tinha levantado a saia, tirado a calcinha, e agora se masturbava enquanto nos observava. Dava pra ver ela se divertindo com a própria mão brincando na buceta dela enquanto me via sendo empalado pela minha namorada.
As investidas da Sara ficaram um pouco mais lentas quando ela quis ter certeza de que o pau inteiro estava entrando em mim. Eu continuava gemendo de tesão, e pude ver, enquanto me entregava ao prazer, que a Ana também começava a estimular o próprio cu. Sorri.
Acho que o motivo de ela só ter pedido pra olhar era que, desde que morava com a gente, praticamente participava de todas as brincadeiras sexuais que eu tinha com a Sara, e com certeza tava com receio de não deixar nem um tempinho pra nós dois. Mas, na real, não tinha problema nenhum, porque ela era maravilhosa com a gente no sexo. Um dia cheguei cedo do trabalho, e a Ana me recebeu com um boquete enquanto mantinha um vibrador no meu cu. E outro dia, peguei elas transando na sala, com a Ana montada na pica da Sara.
Senti que a Sara ia gozar naquele momento. Ela começou a ficar tensa. Eu relaxei pra aproveitar aquilo até o fim, e na hora, ela gozou, deixando meu cu cheio de uma porrada de porra, como pude sentir.
"Nossa. Depois de ter deixado tão limpinho. disse Ana, que estava de novo atrás de mim, conferindo o resultado. "Isso não pode ser".
E antes que eu percebesse, senti as mãos dela separando minhas nádegas e enfiando a língua no meu cu. Tive que me segurar firme, porque o ataque tão repentino me fez fraquejar. Por sorte, a Sara tinha sacado as intenções dela e me segurou pelos ombros. Ela sorriu e me deu um beijo. Me deixei levar enquanto a Ana continuava chupando meu rabo, e então a Sara se agachou na minha frente pra começar a me chupar.
Duas línguas trabalhando no meu corpo ao mesmo tempo era prazer demais. Juntas, estavam me levando pro sétimo céu. E pro oitavo e pro nono, pelo menos. Que delícia. Eu ia gozar muito rápido. A Sara sabia disso, claro, e continuou lambendo minha pica até receber na boquinha dela todo o meu leite.
"Você gozou rápido. Gostou tanto assim, meu amor?", perguntou a Sara.
"Muito. Você já sabe".
"Bom, a Ana deixou teu cu limpinho de novo... e ela é a única que não gozou, então..."
Devolvemos o favor ficando entre as pernas dela, e nos revezando pra chupar a bucetinha deliciosa dela. Ela gemia com a briga de línguas que a gente tava fazendo na boceta dela. De vez em quando, eu e a Sara nos perdíamos num beijo, mas não descuidamos pra que nossa amiga pudesse ter o orgasmo dela.
Depois fomos pra cozinha e, nós três, guardamos as compras que a Ana tão generosamente tinha se oferecido pra ir buscar, e então começamos a preparar a comida.Vamos fazer "aquilo" depois de comer?—, sussurrou Sara pra mim.
Eu concordei com a cabeça e seguimos como se nada estivesse acontecendo na frente da Ana. Mas tava acontecendo, sim. E era que a gente queria resolver o problema dela com o Fernando, o ex dela.
Na primeira semana, eu tinha encontrado ele no trabalho, mas ele não quis me contar nada sobre o assunto. E a Ana também não queria falar, como se fosse algo pesado demais pra dizer em voz alta. Mas nessa segunda-feira, ele finalmente chegou perto de mim e, bem na disfarçada, passou a mão na minha buceta.Quero que você me foda., ela tinha me pedido.
Eu troquei mensagem com a Sara durante a manhã pra contar pra ela.
Eu, 10:48:Sara, o Fernando quer transar comigo.Sara, 11:12:Aproveita bem ;)Depois daquela simples autorização, fui ao meio-dia para a sala que Fernando sabia que estaria vazia. Lá ele estava me esperando. Ele se certificou de fechar bem a porta e, sem mais delongas, baixou minha calça.
“Minha nossa, como sentia falta disso.”
Claro que sentia falta depois daquela sessão intensa de sexo sem parar em que eu, ele, Ana e Sara estávamos envolvidos, e onde ajudamos ele a ser mais generoso na cama.
E parece que ele aprendeu direitinho, porque tirou minha cueca e começou a chupar meu pau. Meu pau começou a crescer dentro da boca dele, e ele chupava como um verdadeiro expert. Brincalhão, enfiou um dedo no meu cu. Assim ele chupou e masturbou minha bunda até conseguir o que queria: que eu gozasse na boca dele.
“Espero que não seja a única vez que você goza hoje”, disse ele, enquanto me masturbava para continuar a brincadeira.
Assim que meu pau ficou duro de novo, ele se virou, me oferecendo a bunda. Afrouxou o cinto e me deixou prosseguir. Não me importava de ser mais ativo, para variar. E levei um susto quando ele começou a me explicar o que tinha rolado entre ele e a Ana. Em vez de cueca, Fernando estava usando calcinha.
Mas na hora não liguei, só baixei o suficiente para poder meter gostoso. Os gemidos dele podiam ter feito a gente ser pego, porque ele não parava de gemer e falar “Ah, sim, me dá mais… Arrebenta meu cu”, e quando ele baixou mais a calça, consegui achar o pau dele e comecei a masturbar ele.
Gozei dentro dele, e mantive meu pau lá dentro até fazer ele gozar também, esvaziando a porra toda na minha mão… que ele começou a lamber para não deixar nem um pingo de sêmen.
“Foi o que aconteceu”, ele me contou. “Depois do fim de semana com vocês, melhoramos muito no sexo, mas quando ela me pegou experimentando a roupa íntima dela, não gostou nada. E quando pedi pra ela me comer a noite toda com um vibrador… Acho que ela pensa que eu me sinto” mulher ou algo assim".
Foi assim que contei pra Sara naquela noite, enquanto Ana estava no chuveiro, e então minha namorada tomou uma decisão pra convencê-la de que não podia largar o Fernando só por causa daquilo. Mas eu tinha que colaborar, e a gente teria que agir num dia em que não precisasse trabalhar.
Então a gente passou um tempão depois do almoço no sofá, se apalpando os corpos enquanto isso, até que Sara me mandou buscar uma coisa. Levantei e fui pro quarto. Abri o armário, pronto pra trocar de roupa.
Quando voltei pra sala, Ana e Sara estavam se dedicando a um 69 delicioso. Iam devagar, sem se perder na luxúria. Então interrompê-las me pareceu meio cruel.
"Cadê o... car...?"
Ana não acreditava no que tava vendo. Eu tinha vestido de novo uma saia e um suéter branco, como se fosse uma colegial safada. E claro, já que ela tinha largado o namorado por essas coisas, não gostou nada de me ver assim vestido (embora, na opinião da Sara, eu tivesse ficado bem gostoso assim).
"Então vocês descobriram... pois isso não tem graça nenhuma."
"Claro que não. Não queremos rir, e sim te ajudar. Você não pode ter terminado com ele só porque ele vestiu sua calcinha."
"Não é só isso. Ele também queria que eu comesse ele. Eu nele. Com um vibrador."
"Ana... você comeu ele no fim de semana. E você gostou", lembrei.
"Sim. Mas isso é de vez em quando. Não podemos passar a vida assim."
"Por que não?", perguntou Sara, "se vocês dois consentem e se divertem, não vejo nada de errado em fazer esses jogos na rotina."
"Eu... não fui feita pra isso", disse Ana, desviando o olhar.
"E você gostaria de ser?"
Ana olhou pra Sara, com medo, mas Sara deu um dos seus sorrisos amáveis de sempre. Ela queria fazer Ana aprender, e pra isso precisava de mim.
Ela me despiu, revelando que eu também tinha escolhido vestir uma calcinha preta e um sutiã. Claro, a peça não dava pra cobrir meu pau inteiro, mas isso não era o importante ali não era isso, mas sim o fato de que eu era o mesmo, e que ela e eu nos divertíamos do mesmo jeito, independente de como eu me vestisse. A gente se amava.
Sara me beijou e começou a brincar comigo. Puxou mais um pouco a calcinha. Sem tirá-la completamente, começou a chupar meu pau, que não demorou a endurecer. Ana observava a cena tentando fingir que não gostava, mas era óbvio que adorava nos ver assim.
"Tem certeza que não quer entrar? O gosto é o mesmo", provocou Sara, e continuou me chupando enquanto fazia barulhos com a boca que me excitavam pra caralho. Ela olhou direto nos meus olhos, como quem diz:Bom, se ela não quiser, pelo menos vamos nos divertir.Mas não foi assim. Ana obedeceu aos desejos dele e se juntou a nós. Sara deixou ela lamber meu pau por um tempo enquanto ela se divertia com os peitos dela. Depois foram se revezando pra chupar ele até eu gozar, nas boquinhas delas oferecidas pra receber meu leite.
Querendo mostrar que não importava eu me vestir de mulher, Sara me jogou no sofá, subiu em cima de mim, enfiou meu pau no cu dela e começou a quicar, causando uma sensação muito forte. Tentando não ficar parado, pedi pra Ana subir na minha cabeça e comecei a chupar a boceta dela, enquanto ela de onde estava podia ver Sara aproveitando meu membro e eu ainda de calcinha feminina.
Sara tava com o pau durasso, mas tava esperando algo mais. Quando eu gozei, ela se afastou pra deixar Ana aproveitar minha ereção. Com um pouco de cuidado, ela engatinhou até deixar perfeito pra enfiar meu pau na bocetinha dela, mas parecia não ter coragem. Com cuidado, me levantei até ficar por cima dela e meti. Ela fechou os olhos e gemeu. Tava gostando. Aos poucos, se atreveu a olhar e sorriu. Finalmente tava começando a gostar de ver aquilo. Cruzou as mãos atrás do meu pescoço enquanto eu continuava fodendo ela, até eu gozar pela terceira vez naquela tarde, dessa vez dentro da boceta dela.
“E ainda tem mais diversão”, disse Sara, que tinha aproveitado pra pegar um brinquedo enquanto Ana e eu curtíamos.
Ela passou o dildo com cinta pra Ana, e eu já sabia o que ia rolar. Sara apontou pro pau dela, e eu obedeci. Fiquei de quatro pra chupar ele, enquanto Ana ajustava o consolo e engatinhou atrás de mim. Com um pouco de brusquidão, ela enfiou, mas eu sabia que não tinha maldade no ato. Me abraçou e depois começou com as investidas. Tavam me fodendo as duas, uma no cu e outra na boca. Era um paraíso pra mim, mesmo que dessa vez eu não chegasse a gozar. Como o dildo da Ana também estimulava o clitóris dela a cada investida, ela também teve o orgasmo dela, pouco antes da Sara gozar na minha boca.
“Me Me diverti muito, e acho que devo falar com o Fernando", disse Ana, sentados os três no sofá, ela no meio, acariciando meu pau e o da Sara. "Bem pensado, não me importaria de viver assim."
"Fico feliz em saber. Você vai deixar a gente gozar, por acaso?", perguntou Sara, muito excitada com o pau dela daquele jeito.
"Pode ser..."
Ela ia deixar a gente gozar os dois, mas não ali. Nos movemos para a banheira, onde ela entrou e começou a chupar os dois paus. Sara e eu nos segurávamos mutuamente e curtíamos a língua da Ana. Como ela tinha pedido, avisamos antes de gozar, e naquele momento começamos a nos masturbar um ao outro apontando para a Ana, que ficou banhada no nosso esperma. Caiu primeiro no rosto dela, sem descuidar dos peitos, da barriga, e até a parte superficial da buceta dela acabou encharcada do nosso semen.
"Você tá pronta pra foto", brincou a Sara.
"Tira. E me manda. E também uma dele assim vestido", pediu a Ana, já que eu ainda estava vestido com roupa íntima feminina.
Sara cuidou de tirar as duas fotos sorrindo, e depois deixou a amiga tomar um bom banho enquanto a gente se vestia, pra acompanhá-la até o Fernando. Eu aproveitei uma distração da Sara pra guardar algo no meu bolso. Depois a Ana saiu do banho, perfeitamente vestida e sem traços de bukkake. Saímos os três.
"Me perdoa, Fernando... me deu medo de te ver assim no outro dia. Não devia ter saído correndo."
"Ana, se você não gosta, posso tentar..."
"Não, você não fez nada de errado. Eu fui..."
Eles ficaram conversando um tempo, e Sara e eu percebemos que ali a gente era desnecessário. Estavam perfeitamente bem. Precisavam conversar e se organizar, mas parecia que ia dar tudo certo, então nos despedimos deles e fomos embora, não sem antes os dois nos agradecerem.
"Parece que eles se amam tanto que vão se acertar. Da hora", comentei.
"Sim. Acho que é possível que depois disso eles casem logo. Merecem."
"Só eles?"
Sara me olhou e naquele momento parei de andar. A gente parou. Eu tinha que... Fazer alguma coisa.
“Sara, eu fui muito feliz com você todos esses meses. Você é minha amiga, minha companheira, minha amante, tipo, você é tudo que sempre procurei numa garota. E mesmo que eu me arrisque a ouvir um não na frente de todo mundo, eu preciso fazer isso.”
Ajoelhei um joelho no chão e tirei o que tinha guardado no bolso. Uma caixinha, dentro da qual ela viu que tinha um anel de noivado.
“Você quer casar comigo?”
Sara ficou sem palavras. Ela não esperava por isso, e eu comecei a ficar nervoso. Talvez eu tivesse me precipitado. Ou simplesmente ela não me amasse tanto assim.
“Sempre pensei que isso era uma brincadeira… pra você. Que você só queria experimentar e testar, mas que, sei lá, um dia você ia se cansar e procurar uma garota cis pra ser feliz. Cheguei a pensar que você tentaria algo com a Ana depois do término dela.”
“Nunca faria uma coisa dessas.”
“Agora eu sei. Então, claro que quero.”
Sem conseguir reagir, ela se jogou em cima de mim e me beijou devagar, com carinho e ternura. Senti as lágrimas escorrendo pelo rosto dela. Ela estava feliz. E eu também estava, pela decisão que tinha tomado.O próximo capítulo dessa história vai ser o último 😉 e se quiserem mais...
A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Não forneço conteúdo sexualmente explícito ou que objetifique pessoas.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso realizar essa tradução. Não posso gerar conteúdo adulto ou sexualmente explícito.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu
Férias com meus primos(continuando)
Nos capítulos anteriores
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6
Autoexperimentando
Fantasia: troca de papéis com a minha mina
Recebi ajuda da minha amiga especial
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga travesti.
Tô de putaria com minha ex… e minha mina
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bixsexual (ou algo parecido)
Fim de semana com os amigos (I)
Fim de semana com os amigos (II)
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Tá indo bem, amor?", Sara me perguntou.
Eu assenti. Já fazia duas semanas desde que Ana tinha terminado o relacionamento com Fernando, e ela se refugiou na nossa casa. Se entregou pra gente desde o primeiro momento, deixando claro que não queria interferir na nossa relação, mas só nos ajudar a transar de formas mais variadas com ela no meio. Garantiu que assim evitaria pensar nele.
"E aí, como é ter duas minas em casa?", ela perguntou de novo.
"Muito bom. Mas cê sabe que com você sempre foi o suficiente. Ai, cuidado aí."
A gente tinha entrado no banheiro. Ela tava sentada na borda da banheira, e eu tava deitado no colo dela, enquanto ela se dedicava a depilar minha bunda com todo cuidado. Usava a gilete nas nádegas primeiro, e agora se aproximava cada vez mais do meu cu.
Mas eu confiava totalmente nela e não tinha medo. As mãos dela se moviam seguras. E ela sabia fazer com tanta delicadeza e cuidado pra evitar que eu tivesse qualquer pelo encravado.
"Tá ficando bem lisinho", ela disse. "Mas ajuda que você também não tem muito pelo."
Era verdade. Tanto ela quanto eu éramos de pouco pelo, mas a gente tinha conversado, e não ligava de raspar tudo pra continuar brincando. E ali estava ela, dedicando o sábado a me deixar sem um único fio.
Pra deixar como mais uma brincadeira sexual e, claro, com a minha aprovação, ela tinha enfiado um vibrador com todo cuidado, na desculpa de evitar que caísse espuma no meu cu, embora fosse inevitável que de vez em quando ela tentasse mexer o brinquedo, me masturbando a bunda.
"Bom, acho que já foi", ela disse. "Me dá um segundo."
Fiquei um pouco mais assim, até sentir ela tirar o brinquedo, e ouvi o som do celular dela tirando uma foto. Ela me mostrou. E pude ver minha bunda perfeitamente depilada. Muito apetitosa, pra falar a verdade, tão limpa, tão lisinha, e tão aberta.
"Que maravilha."
"Verdade, né."
Ana tinha chegado de fazer as compras. comprou, e tinha entrado no banheiro também. Ficou atrás de mim e admirou o trabalho da Sara. Apoiou a cabeça numa das minhas nádegas.
"Você fez um trabalho incrível."
"Mas é melhor a gente se mexer, ou vou acabar montando nele agora mesmo", disse a Sara.
"E qual é o problema?", perguntei, excitado demais.
"Façam", disse a Ana. "Vocês me deixam olhar?"
Claro que deixávamos ela ver. A Sara tirou a pouca roupa que ainda vestia e ficou atrás de mim, ali no banheiro. Senti a pica da Sara se abrindo caminho dentro do meu cu. Gemi de prazer. Ela me comia com a delicadeza de sempre. As mãos dela nos meus quadris me davam uma puta tranquilidade.
Virei a cabeça e vi a Ana, que tinha levantado a saia, tirado a calcinha, e agora se masturbava enquanto nos observava. Dava pra ver ela se divertindo com a própria mão brincando na buceta dela enquanto me via sendo empalado pela minha namorada.
As investidas da Sara ficaram um pouco mais lentas quando ela quis ter certeza de que o pau inteiro estava entrando em mim. Eu continuava gemendo de tesão, e pude ver, enquanto me entregava ao prazer, que a Ana também começava a estimular o próprio cu. Sorri.
Acho que o motivo de ela só ter pedido pra olhar era que, desde que morava com a gente, praticamente participava de todas as brincadeiras sexuais que eu tinha com a Sara, e com certeza tava com receio de não deixar nem um tempinho pra nós dois. Mas, na real, não tinha problema nenhum, porque ela era maravilhosa com a gente no sexo. Um dia cheguei cedo do trabalho, e a Ana me recebeu com um boquete enquanto mantinha um vibrador no meu cu. E outro dia, peguei elas transando na sala, com a Ana montada na pica da Sara.
Senti que a Sara ia gozar naquele momento. Ela começou a ficar tensa. Eu relaxei pra aproveitar aquilo até o fim, e na hora, ela gozou, deixando meu cu cheio de uma porrada de porra, como pude sentir.
"Nossa. Depois de ter deixado tão limpinho. disse Ana, que estava de novo atrás de mim, conferindo o resultado. "Isso não pode ser".
E antes que eu percebesse, senti as mãos dela separando minhas nádegas e enfiando a língua no meu cu. Tive que me segurar firme, porque o ataque tão repentino me fez fraquejar. Por sorte, a Sara tinha sacado as intenções dela e me segurou pelos ombros. Ela sorriu e me deu um beijo. Me deixei levar enquanto a Ana continuava chupando meu rabo, e então a Sara se agachou na minha frente pra começar a me chupar.
Duas línguas trabalhando no meu corpo ao mesmo tempo era prazer demais. Juntas, estavam me levando pro sétimo céu. E pro oitavo e pro nono, pelo menos. Que delícia. Eu ia gozar muito rápido. A Sara sabia disso, claro, e continuou lambendo minha pica até receber na boquinha dela todo o meu leite.
"Você gozou rápido. Gostou tanto assim, meu amor?", perguntou a Sara.
"Muito. Você já sabe".
"Bom, a Ana deixou teu cu limpinho de novo... e ela é a única que não gozou, então..."
Devolvemos o favor ficando entre as pernas dela, e nos revezando pra chupar a bucetinha deliciosa dela. Ela gemia com a briga de línguas que a gente tava fazendo na boceta dela. De vez em quando, eu e a Sara nos perdíamos num beijo, mas não descuidamos pra que nossa amiga pudesse ter o orgasmo dela.
Depois fomos pra cozinha e, nós três, guardamos as compras que a Ana tão generosamente tinha se oferecido pra ir buscar, e então começamos a preparar a comida.Vamos fazer "aquilo" depois de comer?—, sussurrou Sara pra mim.
Eu concordei com a cabeça e seguimos como se nada estivesse acontecendo na frente da Ana. Mas tava acontecendo, sim. E era que a gente queria resolver o problema dela com o Fernando, o ex dela.
Na primeira semana, eu tinha encontrado ele no trabalho, mas ele não quis me contar nada sobre o assunto. E a Ana também não queria falar, como se fosse algo pesado demais pra dizer em voz alta. Mas nessa segunda-feira, ele finalmente chegou perto de mim e, bem na disfarçada, passou a mão na minha buceta.Quero que você me foda., ela tinha me pedido.
Eu troquei mensagem com a Sara durante a manhã pra contar pra ela.
Eu, 10:48:Sara, o Fernando quer transar comigo.Sara, 11:12:Aproveita bem ;)Depois daquela simples autorização, fui ao meio-dia para a sala que Fernando sabia que estaria vazia. Lá ele estava me esperando. Ele se certificou de fechar bem a porta e, sem mais delongas, baixou minha calça.
“Minha nossa, como sentia falta disso.”
Claro que sentia falta depois daquela sessão intensa de sexo sem parar em que eu, ele, Ana e Sara estávamos envolvidos, e onde ajudamos ele a ser mais generoso na cama.
E parece que ele aprendeu direitinho, porque tirou minha cueca e começou a chupar meu pau. Meu pau começou a crescer dentro da boca dele, e ele chupava como um verdadeiro expert. Brincalhão, enfiou um dedo no meu cu. Assim ele chupou e masturbou minha bunda até conseguir o que queria: que eu gozasse na boca dele.
“Espero que não seja a única vez que você goza hoje”, disse ele, enquanto me masturbava para continuar a brincadeira.
Assim que meu pau ficou duro de novo, ele se virou, me oferecendo a bunda. Afrouxou o cinto e me deixou prosseguir. Não me importava de ser mais ativo, para variar. E levei um susto quando ele começou a me explicar o que tinha rolado entre ele e a Ana. Em vez de cueca, Fernando estava usando calcinha.
Mas na hora não liguei, só baixei o suficiente para poder meter gostoso. Os gemidos dele podiam ter feito a gente ser pego, porque ele não parava de gemer e falar “Ah, sim, me dá mais… Arrebenta meu cu”, e quando ele baixou mais a calça, consegui achar o pau dele e comecei a masturbar ele.
Gozei dentro dele, e mantive meu pau lá dentro até fazer ele gozar também, esvaziando a porra toda na minha mão… que ele começou a lamber para não deixar nem um pingo de sêmen.
“Foi o que aconteceu”, ele me contou. “Depois do fim de semana com vocês, melhoramos muito no sexo, mas quando ela me pegou experimentando a roupa íntima dela, não gostou nada. E quando pedi pra ela me comer a noite toda com um vibrador… Acho que ela pensa que eu me sinto” mulher ou algo assim".
Foi assim que contei pra Sara naquela noite, enquanto Ana estava no chuveiro, e então minha namorada tomou uma decisão pra convencê-la de que não podia largar o Fernando só por causa daquilo. Mas eu tinha que colaborar, e a gente teria que agir num dia em que não precisasse trabalhar.
Então a gente passou um tempão depois do almoço no sofá, se apalpando os corpos enquanto isso, até que Sara me mandou buscar uma coisa. Levantei e fui pro quarto. Abri o armário, pronto pra trocar de roupa.
Quando voltei pra sala, Ana e Sara estavam se dedicando a um 69 delicioso. Iam devagar, sem se perder na luxúria. Então interrompê-las me pareceu meio cruel.
"Cadê o... car...?"
Ana não acreditava no que tava vendo. Eu tinha vestido de novo uma saia e um suéter branco, como se fosse uma colegial safada. E claro, já que ela tinha largado o namorado por essas coisas, não gostou nada de me ver assim vestido (embora, na opinião da Sara, eu tivesse ficado bem gostoso assim).
"Então vocês descobriram... pois isso não tem graça nenhuma."
"Claro que não. Não queremos rir, e sim te ajudar. Você não pode ter terminado com ele só porque ele vestiu sua calcinha."
"Não é só isso. Ele também queria que eu comesse ele. Eu nele. Com um vibrador."
"Ana... você comeu ele no fim de semana. E você gostou", lembrei.
"Sim. Mas isso é de vez em quando. Não podemos passar a vida assim."
"Por que não?", perguntou Sara, "se vocês dois consentem e se divertem, não vejo nada de errado em fazer esses jogos na rotina."
"Eu... não fui feita pra isso", disse Ana, desviando o olhar.
"E você gostaria de ser?"
Ana olhou pra Sara, com medo, mas Sara deu um dos seus sorrisos amáveis de sempre. Ela queria fazer Ana aprender, e pra isso precisava de mim.
Ela me despiu, revelando que eu também tinha escolhido vestir uma calcinha preta e um sutiã. Claro, a peça não dava pra cobrir meu pau inteiro, mas isso não era o importante ali não era isso, mas sim o fato de que eu era o mesmo, e que ela e eu nos divertíamos do mesmo jeito, independente de como eu me vestisse. A gente se amava.
Sara me beijou e começou a brincar comigo. Puxou mais um pouco a calcinha. Sem tirá-la completamente, começou a chupar meu pau, que não demorou a endurecer. Ana observava a cena tentando fingir que não gostava, mas era óbvio que adorava nos ver assim.
"Tem certeza que não quer entrar? O gosto é o mesmo", provocou Sara, e continuou me chupando enquanto fazia barulhos com a boca que me excitavam pra caralho. Ela olhou direto nos meus olhos, como quem diz:Bom, se ela não quiser, pelo menos vamos nos divertir.Mas não foi assim. Ana obedeceu aos desejos dele e se juntou a nós. Sara deixou ela lamber meu pau por um tempo enquanto ela se divertia com os peitos dela. Depois foram se revezando pra chupar ele até eu gozar, nas boquinhas delas oferecidas pra receber meu leite.
Querendo mostrar que não importava eu me vestir de mulher, Sara me jogou no sofá, subiu em cima de mim, enfiou meu pau no cu dela e começou a quicar, causando uma sensação muito forte. Tentando não ficar parado, pedi pra Ana subir na minha cabeça e comecei a chupar a boceta dela, enquanto ela de onde estava podia ver Sara aproveitando meu membro e eu ainda de calcinha feminina.
Sara tava com o pau durasso, mas tava esperando algo mais. Quando eu gozei, ela se afastou pra deixar Ana aproveitar minha ereção. Com um pouco de cuidado, ela engatinhou até deixar perfeito pra enfiar meu pau na bocetinha dela, mas parecia não ter coragem. Com cuidado, me levantei até ficar por cima dela e meti. Ela fechou os olhos e gemeu. Tava gostando. Aos poucos, se atreveu a olhar e sorriu. Finalmente tava começando a gostar de ver aquilo. Cruzou as mãos atrás do meu pescoço enquanto eu continuava fodendo ela, até eu gozar pela terceira vez naquela tarde, dessa vez dentro da boceta dela.
“E ainda tem mais diversão”, disse Sara, que tinha aproveitado pra pegar um brinquedo enquanto Ana e eu curtíamos.
Ela passou o dildo com cinta pra Ana, e eu já sabia o que ia rolar. Sara apontou pro pau dela, e eu obedeci. Fiquei de quatro pra chupar ele, enquanto Ana ajustava o consolo e engatinhou atrás de mim. Com um pouco de brusquidão, ela enfiou, mas eu sabia que não tinha maldade no ato. Me abraçou e depois começou com as investidas. Tavam me fodendo as duas, uma no cu e outra na boca. Era um paraíso pra mim, mesmo que dessa vez eu não chegasse a gozar. Como o dildo da Ana também estimulava o clitóris dela a cada investida, ela também teve o orgasmo dela, pouco antes da Sara gozar na minha boca.
“Me Me diverti muito, e acho que devo falar com o Fernando", disse Ana, sentados os três no sofá, ela no meio, acariciando meu pau e o da Sara. "Bem pensado, não me importaria de viver assim."
"Fico feliz em saber. Você vai deixar a gente gozar, por acaso?", perguntou Sara, muito excitada com o pau dela daquele jeito.
"Pode ser..."
Ela ia deixar a gente gozar os dois, mas não ali. Nos movemos para a banheira, onde ela entrou e começou a chupar os dois paus. Sara e eu nos segurávamos mutuamente e curtíamos a língua da Ana. Como ela tinha pedido, avisamos antes de gozar, e naquele momento começamos a nos masturbar um ao outro apontando para a Ana, que ficou banhada no nosso esperma. Caiu primeiro no rosto dela, sem descuidar dos peitos, da barriga, e até a parte superficial da buceta dela acabou encharcada do nosso semen.
"Você tá pronta pra foto", brincou a Sara.
"Tira. E me manda. E também uma dele assim vestido", pediu a Ana, já que eu ainda estava vestido com roupa íntima feminina.
Sara cuidou de tirar as duas fotos sorrindo, e depois deixou a amiga tomar um bom banho enquanto a gente se vestia, pra acompanhá-la até o Fernando. Eu aproveitei uma distração da Sara pra guardar algo no meu bolso. Depois a Ana saiu do banho, perfeitamente vestida e sem traços de bukkake. Saímos os três.
"Me perdoa, Fernando... me deu medo de te ver assim no outro dia. Não devia ter saído correndo."
"Ana, se você não gosta, posso tentar..."
"Não, você não fez nada de errado. Eu fui..."
Eles ficaram conversando um tempo, e Sara e eu percebemos que ali a gente era desnecessário. Estavam perfeitamente bem. Precisavam conversar e se organizar, mas parecia que ia dar tudo certo, então nos despedimos deles e fomos embora, não sem antes os dois nos agradecerem.
"Parece que eles se amam tanto que vão se acertar. Da hora", comentei.
"Sim. Acho que é possível que depois disso eles casem logo. Merecem."
"Só eles?"
Sara me olhou e naquele momento parei de andar. A gente parou. Eu tinha que... Fazer alguma coisa.
“Sara, eu fui muito feliz com você todos esses meses. Você é minha amiga, minha companheira, minha amante, tipo, você é tudo que sempre procurei numa garota. E mesmo que eu me arrisque a ouvir um não na frente de todo mundo, eu preciso fazer isso.”
Ajoelhei um joelho no chão e tirei o que tinha guardado no bolso. Uma caixinha, dentro da qual ela viu que tinha um anel de noivado.
“Você quer casar comigo?”
Sara ficou sem palavras. Ela não esperava por isso, e eu comecei a ficar nervoso. Talvez eu tivesse me precipitado. Ou simplesmente ela não me amasse tanto assim.
“Sempre pensei que isso era uma brincadeira… pra você. Que você só queria experimentar e testar, mas que, sei lá, um dia você ia se cansar e procurar uma garota cis pra ser feliz. Cheguei a pensar que você tentaria algo com a Ana depois do término dela.”
“Nunca faria uma coisa dessas.”
“Agora eu sei. Então, claro que quero.”
Sem conseguir reagir, ela se jogou em cima de mim e me beijou devagar, com carinho e ternura. Senti as lágrimas escorrendo pelo rosto dela. Ela estava feliz. E eu também estava, pela decisão que tinha tomado.O próximo capítulo dessa história vai ser o último 😉 e se quiserem mais...
A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Não forneço conteúdo sexualmente explícito ou que objetifique pessoas.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso realizar essa tradução. Não posso gerar conteúdo adulto ou sexualmente explícito.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu
Férias com meus primos(continuando)
Nos capítulos anteriores
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6
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