Desde sempre curti cheirar calcinha usada da minha mãe, irmã, namoradas, amigas, etc. Toda chance que tenho, pego e levo no nariz pra sentir aquela mistura de sucos e suor. Sempre que vou na casa de alguém, invento uma desculpa pra dar uma olhada no cesto de roupa suja.
Um dia, minha tia me chamou pra ajudar a limpar a casa dela, já que tinha se mudado fazia pouco. Aceitei na hora, claro. Minha tia é uma quarentona recém-feita, divorciada. Não entendo como o marido dela conseguiu largar ela. Ela se cuida bem, é um pouco gordinha, mas tem uns peitos que me deixam louco desde moleque. Ela tem um filho de uns x anos.
Quando cheguei na casa, ia com boas intenções, mas quando ela abriu a porta, tava de pijama, com uma blusa branca sem sutiã que deixava os peitos bem visíveis. Meu pau já começou a endurecer, apertando a calça.
— Uff, tem muita coisa pra fazer.
— Tô vendo. Por onde a gente começa?
— Tava arrumando o quarto do meu filho antes de você chegar. Se puder, leva essas caixas pro meu quarto.
Os peitos dela estavam totalmente durinhos e, com o suor de tanto arrumar, dava pra ver um pouco através da blusa. Dava vontade de me masturbar ali mesmo. Fiquei imaginando como deviam cheirar as calcinhas que ela tava usando. Peguei as caixas e fui pro quarto dela.
Chegando lá, a primeira coisa que fiz foi procurar onde estavam as calcinhas dela. Revirei as gavetas e lá estavam: de todas as cores, vermelhas, pretas, brancas, a maioria de renda. Mas, infelizmente, estavam lavadas, e o único cheiro era de sabão. Então comecei a arrumar o que tinha nas caixas. Umas uns 15 minutos depois, minha tia entrou no quarto.
— Vou tomar um banho, tô fedendo de suor.
O quarto dela tinha banheiro, então ela entrou lá mesmo. Eu tava a uma porta de ver minha tia pelada. Meu pau tava explodindo. Aí ouvi o chuveiro. Era minha chance de cheirar aquelas calcinhas. Entrei com cuidado, tentando não fazer barulho, e vi a roupa dela num cesto. Meu coração tava batendo muito rápido. Só via a silhueta da minha tia no cortina, rápido, pega sua calcinha e sai. me joguei na cama, desabotoei minha calça, comecei a me masturbar cheirando aquela calcinha, o cheiro dela era forte, lambia e me masturbava, perdi a noção do tempo quando de repente a porta abre. O que minha tia via era um pau de 18,6 cm sendo masturbado enquanto cheirava a calcinha dela, com cara de raiva e choque ela disse. —O que você tá fazendo?! Levei um susto danado, me cobri com o lençol. —Desculpa, desculpa, me perdoa. —Você é louco? Sou sua tia. —Me desculpa, é algo que não consigo controlar. —Você é um tarado. Ela falava enquanto olhava a barraca que tinha se formado no lençol por causa da minha ereção. Deu um suspiro fundo e disse: —Olha, eu entendo que você é novo e que seus hormônios estão loucos, mas sou sua tia. Me diz, o que você tava fazendo cheirando minha calcinha? Deve feder, não te dá nojo? —É isso que eu gosto de cheirar, a mistura de sucos e suor faz ela ficar dura. —É, já vi o quanto ficou dura. Soltou uma risadinha. Quando você chegou, dava pra ver seus mamilos marcados na blusa e, bem, sou homem... O clima já não era mais tenso, minha tia parada com o roupão e já mais calma me disse. —Vou deixar você terminar, deixa elas onde estavam, vou ficar lá fora. —Ah, tá. Falei meio nervoso. Ela saiu do quarto, eu meio desorientado com o que tinha acabado de acontecer, minha tia me deixou me masturbar com a calcinha dela, peguei elas de novo e continuei na minha, passaram uns 5 minutos quando minha tia entra sem bater. —Desculpa, vou me pentear e o toucador é aqui, mas continua no teu. Sentou e ficou na frente do espelho, dava pra ver como ela dava umas olhadas pelo reflexo. —Valeu por deixar eu fazer isso. —Haha, que seja a última vez, hein tarado. Falou entre risadas. Quando ela se levantou pra ir, peguei no braço dela. —Por favor, pode ficar mais um pouco, só senta do meu lado. —Tá bom, mas só um pouquinho. Era alucinante o que tava rolando, minha tia sentou do lado da cama e enquanto observava, depois de um longo silêncio comecei a puxar papo.
—Seu marido tinha maior?
—Que perguntas kkk, não, ele tinha pequena, uns 10 cm.
Enquanto me masturbava, dava pra ver ela mordendo os lábios e mexendo as pernas de um lado pro outro.
—Você gosta do cheiro da minha calcinha?
—Muito, quero comer ela.
—Nunca esteve com alguém desse tamanho de pau antes?
—Não, só vi o do meu marido.
—Toca nele, não tem problema.
—Que isso, menino.
—Vai, só um pouquinho.
—Tá bom, mas espero que sua mãe não fique sabendo disso.
Ela começou a tocar, depois de um tempo mudou os movimentos e começou a me masturbar, meu pau olhava atentamente pra ela, ficamos os dois com tesão, segurei a cabeça dela e começamos a nos beijar loucamente, apalpava os peitos dela por cima do roupão, ela parecia ter esquecido que era minha tia, a falta de foda por tanto tempo devia ter deixado ela doida, acelerou os movimentos com a mão.
—Quero provar ele. Fiquei surpreso quando ela disse isso.
Ela se abaixou e começou a chupar minhas bolas, lambia com a língua todo o pau, começou a acelerar a chupada, dava pra ouvir os engasgos, meu pau todo babado.
—Meu Deus! Que grande que você tem.
—Chupa, engole ele todo.
Ela se levantou, tirou o roupão, aqueles peitos eram incríveis, a buceta dela totalmente depilada.
—Mesmo sendo meu sobrinho, eu preciso de um pau na minha buceta agora. Coloquei ela na beira da cama e comecei a meter com força, a buceta dela já tava molhada, só se ouvia o barulho dos sucos batendo.
—Assim, continua, continua, não para.
—Que gostosa você é!
—Sim, sim! Filho da puta, me dá mais forte. Entre gemidos.
—Você é a melhor tia.
—Kkk, quem diria que eu tinha um sobrinho tão bem dotado.
—Vou comer essa buceta suculenta.
Comecei a lamber, era incrível como ela se contorcia de prazer, dava pra ver que tava precisando de uma boa fodida, gemidos invadiam o quarto, comecei a meter meus dedos que saíam brilhando.
—Prova eles, gostosa.
—Mmmm, sim, sim, sou sua putinha.
Trocamos de Posição agora ela tava por cima de mim, o som da bunda dela batendo ecoava, os gemidos dela... nunca pensei que minha tia fosse tão gostosa.
— Se minha irmã soubesse o puta garanhão que criou.
— Ou se soubesse que a irmã dela é tão foxy.
Nós dois rimos.
— Caralho! Se eu fosse sua mãe, te comia todo santo dia.
— E eu você.
— Bate mais forte, porra.
Os fluidos dela escorriam pelo meu pau todo, entrava e saía fácil da buceta dela, eu mordia e chupava aqueles peitos, nossos corpos suados, eu metia e ela olhava de olhos fechados pro teto, rebolava o quadril de um jeito magistral, já não aguentava mais com aquela mulherão.
— Vou gozar.
— Espera. Peguei a calcinha que usei pra me masturbar.
— Goza na minha calcinha.
Saiu uma porrada, encharcando ela toda, e eu entreguei.
— Chupa.
Ela pegou e começou a lamber, com uma cara de safada.
— Porra, não sabia que você era tão promíscua.
— Sempre fui, meu marido era muito careta na hora de transar, fora o tamanho ridículo do pau dele. Eu queria ser comida de verdade, e achei que essa era minha chance.
Deu uma última chupada no meu pau.
— Vamos nos vestir, que tenho que passar no meu filho.
O que me surpreendeu é que ela vestiu a mesma calcinha que lambeu meu gozo.
— Vai usar essa?
— Amanhã você passa pra pegar, vejo que adora cheirar elas.
Desde aquele dia, vou direto na casa da minha tia. Chegando, ela tira a calcinha que usou no dia anterior e me dá pra cheirar, depois a gente transa de novo, aproveitando que o filho dela tá na escola.
Um dia, minha tia me chamou pra ajudar a limpar a casa dela, já que tinha se mudado fazia pouco. Aceitei na hora, claro. Minha tia é uma quarentona recém-feita, divorciada. Não entendo como o marido dela conseguiu largar ela. Ela se cuida bem, é um pouco gordinha, mas tem uns peitos que me deixam louco desde moleque. Ela tem um filho de uns x anos.
Quando cheguei na casa, ia com boas intenções, mas quando ela abriu a porta, tava de pijama, com uma blusa branca sem sutiã que deixava os peitos bem visíveis. Meu pau já começou a endurecer, apertando a calça.
— Uff, tem muita coisa pra fazer.
— Tô vendo. Por onde a gente começa?
— Tava arrumando o quarto do meu filho antes de você chegar. Se puder, leva essas caixas pro meu quarto.
Os peitos dela estavam totalmente durinhos e, com o suor de tanto arrumar, dava pra ver um pouco através da blusa. Dava vontade de me masturbar ali mesmo. Fiquei imaginando como deviam cheirar as calcinhas que ela tava usando. Peguei as caixas e fui pro quarto dela.
Chegando lá, a primeira coisa que fiz foi procurar onde estavam as calcinhas dela. Revirei as gavetas e lá estavam: de todas as cores, vermelhas, pretas, brancas, a maioria de renda. Mas, infelizmente, estavam lavadas, e o único cheiro era de sabão. Então comecei a arrumar o que tinha nas caixas. Umas uns 15 minutos depois, minha tia entrou no quarto.
— Vou tomar um banho, tô fedendo de suor.
O quarto dela tinha banheiro, então ela entrou lá mesmo. Eu tava a uma porta de ver minha tia pelada. Meu pau tava explodindo. Aí ouvi o chuveiro. Era minha chance de cheirar aquelas calcinhas. Entrei com cuidado, tentando não fazer barulho, e vi a roupa dela num cesto. Meu coração tava batendo muito rápido. Só via a silhueta da minha tia no cortina, rápido, pega sua calcinha e sai. me joguei na cama, desabotoei minha calça, comecei a me masturbar cheirando aquela calcinha, o cheiro dela era forte, lambia e me masturbava, perdi a noção do tempo quando de repente a porta abre. O que minha tia via era um pau de 18,6 cm sendo masturbado enquanto cheirava a calcinha dela, com cara de raiva e choque ela disse. —O que você tá fazendo?! Levei um susto danado, me cobri com o lençol. —Desculpa, desculpa, me perdoa. —Você é louco? Sou sua tia. —Me desculpa, é algo que não consigo controlar. —Você é um tarado. Ela falava enquanto olhava a barraca que tinha se formado no lençol por causa da minha ereção. Deu um suspiro fundo e disse: —Olha, eu entendo que você é novo e que seus hormônios estão loucos, mas sou sua tia. Me diz, o que você tava fazendo cheirando minha calcinha? Deve feder, não te dá nojo? —É isso que eu gosto de cheirar, a mistura de sucos e suor faz ela ficar dura. —É, já vi o quanto ficou dura. Soltou uma risadinha. Quando você chegou, dava pra ver seus mamilos marcados na blusa e, bem, sou homem... O clima já não era mais tenso, minha tia parada com o roupão e já mais calma me disse. —Vou deixar você terminar, deixa elas onde estavam, vou ficar lá fora. —Ah, tá. Falei meio nervoso. Ela saiu do quarto, eu meio desorientado com o que tinha acabado de acontecer, minha tia me deixou me masturbar com a calcinha dela, peguei elas de novo e continuei na minha, passaram uns 5 minutos quando minha tia entra sem bater. —Desculpa, vou me pentear e o toucador é aqui, mas continua no teu. Sentou e ficou na frente do espelho, dava pra ver como ela dava umas olhadas pelo reflexo. —Valeu por deixar eu fazer isso. —Haha, que seja a última vez, hein tarado. Falou entre risadas. Quando ela se levantou pra ir, peguei no braço dela. —Por favor, pode ficar mais um pouco, só senta do meu lado. —Tá bom, mas só um pouquinho. Era alucinante o que tava rolando, minha tia sentou do lado da cama e enquanto observava, depois de um longo silêncio comecei a puxar papo.
—Seu marido tinha maior?
—Que perguntas kkk, não, ele tinha pequena, uns 10 cm.
Enquanto me masturbava, dava pra ver ela mordendo os lábios e mexendo as pernas de um lado pro outro.
—Você gosta do cheiro da minha calcinha?
—Muito, quero comer ela.
—Nunca esteve com alguém desse tamanho de pau antes?
—Não, só vi o do meu marido.
—Toca nele, não tem problema.
—Que isso, menino.
—Vai, só um pouquinho.
—Tá bom, mas espero que sua mãe não fique sabendo disso.
Ela começou a tocar, depois de um tempo mudou os movimentos e começou a me masturbar, meu pau olhava atentamente pra ela, ficamos os dois com tesão, segurei a cabeça dela e começamos a nos beijar loucamente, apalpava os peitos dela por cima do roupão, ela parecia ter esquecido que era minha tia, a falta de foda por tanto tempo devia ter deixado ela doida, acelerou os movimentos com a mão.
—Quero provar ele. Fiquei surpreso quando ela disse isso.
Ela se abaixou e começou a chupar minhas bolas, lambia com a língua todo o pau, começou a acelerar a chupada, dava pra ouvir os engasgos, meu pau todo babado.
—Meu Deus! Que grande que você tem.
—Chupa, engole ele todo.
Ela se levantou, tirou o roupão, aqueles peitos eram incríveis, a buceta dela totalmente depilada.
—Mesmo sendo meu sobrinho, eu preciso de um pau na minha buceta agora. Coloquei ela na beira da cama e comecei a meter com força, a buceta dela já tava molhada, só se ouvia o barulho dos sucos batendo.
—Assim, continua, continua, não para.
—Que gostosa você é!
—Sim, sim! Filho da puta, me dá mais forte. Entre gemidos.
—Você é a melhor tia.
—Kkk, quem diria que eu tinha um sobrinho tão bem dotado.
—Vou comer essa buceta suculenta.
Comecei a lamber, era incrível como ela se contorcia de prazer, dava pra ver que tava precisando de uma boa fodida, gemidos invadiam o quarto, comecei a meter meus dedos que saíam brilhando.
—Prova eles, gostosa.
—Mmmm, sim, sim, sou sua putinha.
Trocamos de Posição agora ela tava por cima de mim, o som da bunda dela batendo ecoava, os gemidos dela... nunca pensei que minha tia fosse tão gostosa.
— Se minha irmã soubesse o puta garanhão que criou.
— Ou se soubesse que a irmã dela é tão foxy.
Nós dois rimos.
— Caralho! Se eu fosse sua mãe, te comia todo santo dia.
— E eu você.
— Bate mais forte, porra.
Os fluidos dela escorriam pelo meu pau todo, entrava e saía fácil da buceta dela, eu mordia e chupava aqueles peitos, nossos corpos suados, eu metia e ela olhava de olhos fechados pro teto, rebolava o quadril de um jeito magistral, já não aguentava mais com aquela mulherão.
— Vou gozar.
— Espera. Peguei a calcinha que usei pra me masturbar.
— Goza na minha calcinha.
Saiu uma porrada, encharcando ela toda, e eu entreguei.
— Chupa.
Ela pegou e começou a lamber, com uma cara de safada.
— Porra, não sabia que você era tão promíscua.
— Sempre fui, meu marido era muito careta na hora de transar, fora o tamanho ridículo do pau dele. Eu queria ser comida de verdade, e achei que essa era minha chance.
Deu uma última chupada no meu pau.
— Vamos nos vestir, que tenho que passar no meu filho.
O que me surpreendeu é que ela vestiu a mesma calcinha que lambeu meu gozo.
— Vai usar essa?
— Amanhã você passa pra pegar, vejo que adora cheirar elas.
Desde aquele dia, vou direto na casa da minha tia. Chegando, ela tira a calcinha que usou no dia anterior e me dá pra cheirar, depois a gente transa de novo, aproveitando que o filho dela tá na escola.
5 comentários - Minha tia me pega cheirando a calcinha dela