O dia que tanto esperava tinha chegado quando minha professora de história me convidou pra casa dela porque ganhei o apreço dela por ser o melhor da sala. Vou dar uma leve descrição da minha professora: ela tem uns olhos muito lindos, uns lábios carnudos e um corpo monumental. Pra completar, ela tem mais ou menos um metro e setenta, não tem filhos. O marido dela também é professor. Naquele dia, ela deixou um dever pra gente. Terminando a aula, ela me disse:
PROFESSORA: Oi, Omar, como você tá? Escuta, tava pensando se você gostaria de ir lá em casa jantar. Quero te apresentar ao meu marido, já falei muito do meu aluno favorito. O que acha?
OMAR: Claro, por que não? Vai ser um prazer conhecer seu marido.
PROFESSORA: Então vou te passar o endereço e a gente se vê às 8.
OMAR: Beleza, a gente se vê lá.
Naquela hora, fui falar com um amigo que vende droga. Ele me deu um pó que disse que deixaria qualquer um sem fala e o corpo não se mexia, e se misturasse com álcool, a pessoa dormia completamente e no dia seguinte esquecia tudo. Paguei bem barato porque eu salvei ele de um assalto e ele me devia essa. Fui me trocar e me mandei pra casa dela. Bati na porta e ela abriu:
PROFESSORA: Oi, Omar, que bom que você veio! Não se perdeu, não?
OMAR: Não, seu endereço é bem perto daqui.
PROFESSORA: Que bom, mas entra.
Entrei e era uma casa muito bonita e espaçosa.
PROFESSORA: Quero te apresentar ao meu marido. Meu amor, ele é o Omar, o aluno que te falei. É um jovem muito dedicado. Omar, ele é o Roberto, meu marido.
ROBERTO: Omar, é um prazer te conhecer. Também fico feliz que você caia tão bem pra minha esposa.
OMAR: O prazer é meu, senhor. Sua casa é muito bonita.
ROBERTO: Obrigado.
PROFESSORA: Vamos pra mesa, o jantar tá servido.
Então fomos pra mesa e sentamos pra comer. Durante todo o jantar, conversamos sobre estratégias pra estudar melhor e parece que surpreendi os dois com meu intelecto. O jantar acabou e fomos pra sala.
ROBERTO: Omar, quer um drinque? Não gosto de me gabar, mas faho uns cubas muito bons.
OMAR: Tá bom, vou acompanhar pra ver como você faz.
Depois que os três Continuamos conversando agora sobre coisas mais íntimas, tipo da família. Depois de uns copos, falei:
OMAR: Deixa que eu vou. Já vi como você faz, vou fazer eu mesmo.
Aí fui pra cozinha e preparei, coloquei metade do pó e o melhor de tudo é que a professora não tinha bebido nada.
OMAR: Toma, Roberto, vê se ficou bom.
Ela provou e gostou. Acho que o pó deu um gostinho bom. Depois comecei a conversar com a professora e percebemos que o marido dela tinha dormido. Me ofereci pra levar ele pra cama e no quarto dele procurei as coisas dele e achei as chaves da casa. Voltei pra professora.
PROFESSORA: Me desculpa, ele nunca faz isso. Acho que ele se embebedou porque gostou de você.
OMAR: É, acho que sim. Desculpa, a senhora não quer que eu prepare um chá?
PROFESSORA: Tá bom.
Fui pra cozinha e preparei, coloquei o que sobrou do pó e dei pra ela.
PROFESSORA: Hummm, que chá gostoso, ficou muito tasty.
Acho que também deu um gostinho bom no chá.
OMAR: Bom, acho que já vou, já tá meio tarde. Até amanhã.
Fui embora e dei uma volta de 5 minutos, depois voltei pra casa dela. Entrei e não tinha ninguém, mas a luz do banheiro tava acesa e vi a professora tentando colocar o pijama de duas peças. Ela colocou, mas depois vomitou e sujou a parte de cima, tirou com pouca energia e se enrolou numa toalha. Aí falei:
OMAR: Professora, precisa de ajuda?
Ela virou e disse:
PROFESSORA: Omar, o que você tá fazendo aqui?
OMAR: Só voltei pra pegar uma coisa que esqueci.
PROFESSORA: Pois se já achou essa coisa, peço que se retire.
E tentou sair, mas eu me atravessei e não deixei ela passar.
PROFESSORA: O que você tá fazendo? Sai do caminho!
OMAR: Deixa eu ajudar a senhora, professora.
E na hora puxei a toalha, e ela reagindo rápido tentou cruzar os braços, mas eu segurei os braços dela e ela só baixou a cabeça pra tentar, inutilmente, cobrir os peitos com o cabelo, e não conseguia se puxar porque não tinha energia nenhuma. Com os braços, enrolei o corpo dela e a espremi na parede, beijando ela. pescoço e encostando meu pau nela, quando de repente ela se puxou muito forte, mas caiu ela e eu por cima, então comecei a beijar os peitos dela, ela tentava dizer pra eu parar, mas não conseguia falar, então carreguei ela e levei pra sala e coloquei no tapete, tirei a parte de baixo do pijama dela, e agora que ela tava completamente pelada, em vez de começar a meter, só comecei a acariciar e beijar o corpo todo dela com muita delicadeza. Uns 5 minutos depois percebi que a professora já tava bem molhada e se contorcia de tesão, aí foi quando comecei a penetrar ela e só vi que ela fechava os olhos. Depois que gozei, tentei levantar ela e pra terminar, coloquei ela na frente de um sofá e fiz ela se apoiar nos antebraços e comecei a acariciar os glúteos e as coxas dela e comecei a fazer sexo anal nela, e depois de 15 minutos gozei de novo. Ouvi um gemido enorme que ela deu, que ecoou pela casa toda, e ela dormiu. Descansei um pouco e limpei tudo, lavei o corpo dela todo, vesti a professora com outro pijama que ela tinha no quarto, lavei o outro pijama dela e o banheiro porque tinha sujado tudo quando ela vomitou, levei ela pra cama junto com o marido e cobri ela, devolvi as chaves pro marido e fui embora satisfeito.
No outro dia na escola, depois da aula de história, a professora me disse pra ficar que queria conversar comigo. Fiquei tão nervoso que até mudei de cor: "Será que aquela transa não serviu e ela lembra de tudo? Se for assim, vou me ferrar."
PROFESSORA: Omar, você acredita que não lembro nada do que aconteceu ontem? Só quando meu marido dormiu.
OMAR: A senhora não lembra que eu levei a senhora pra cama, conversamos um pouco e fui embora? Ela até foi me levar na porta.
PROFESSORA: Não, não lembro de nada. Meu marido também não e pede desculpas pelo que aconteceu.
OMAR: Tudo bem, isso acontece com todo mundo.
Dois meses depois, a professora me disse que tava grávida e eu parabenizei ela, ainda com o arrependimento do que eu fiz
PROFESSORA: Oi, Omar, como você tá? Escuta, tava pensando se você gostaria de ir lá em casa jantar. Quero te apresentar ao meu marido, já falei muito do meu aluno favorito. O que acha?
OMAR: Claro, por que não? Vai ser um prazer conhecer seu marido.
PROFESSORA: Então vou te passar o endereço e a gente se vê às 8.
OMAR: Beleza, a gente se vê lá.
Naquela hora, fui falar com um amigo que vende droga. Ele me deu um pó que disse que deixaria qualquer um sem fala e o corpo não se mexia, e se misturasse com álcool, a pessoa dormia completamente e no dia seguinte esquecia tudo. Paguei bem barato porque eu salvei ele de um assalto e ele me devia essa. Fui me trocar e me mandei pra casa dela. Bati na porta e ela abriu:
PROFESSORA: Oi, Omar, que bom que você veio! Não se perdeu, não?
OMAR: Não, seu endereço é bem perto daqui.
PROFESSORA: Que bom, mas entra.
Entrei e era uma casa muito bonita e espaçosa.
PROFESSORA: Quero te apresentar ao meu marido. Meu amor, ele é o Omar, o aluno que te falei. É um jovem muito dedicado. Omar, ele é o Roberto, meu marido.
ROBERTO: Omar, é um prazer te conhecer. Também fico feliz que você caia tão bem pra minha esposa.
OMAR: O prazer é meu, senhor. Sua casa é muito bonita.
ROBERTO: Obrigado.
PROFESSORA: Vamos pra mesa, o jantar tá servido.
Então fomos pra mesa e sentamos pra comer. Durante todo o jantar, conversamos sobre estratégias pra estudar melhor e parece que surpreendi os dois com meu intelecto. O jantar acabou e fomos pra sala.
ROBERTO: Omar, quer um drinque? Não gosto de me gabar, mas faho uns cubas muito bons.
OMAR: Tá bom, vou acompanhar pra ver como você faz.
Depois que os três Continuamos conversando agora sobre coisas mais íntimas, tipo da família. Depois de uns copos, falei:
OMAR: Deixa que eu vou. Já vi como você faz, vou fazer eu mesmo.
Aí fui pra cozinha e preparei, coloquei metade do pó e o melhor de tudo é que a professora não tinha bebido nada.
OMAR: Toma, Roberto, vê se ficou bom.
Ela provou e gostou. Acho que o pó deu um gostinho bom. Depois comecei a conversar com a professora e percebemos que o marido dela tinha dormido. Me ofereci pra levar ele pra cama e no quarto dele procurei as coisas dele e achei as chaves da casa. Voltei pra professora.
PROFESSORA: Me desculpa, ele nunca faz isso. Acho que ele se embebedou porque gostou de você.
OMAR: É, acho que sim. Desculpa, a senhora não quer que eu prepare um chá?
PROFESSORA: Tá bom.
Fui pra cozinha e preparei, coloquei o que sobrou do pó e dei pra ela.
PROFESSORA: Hummm, que chá gostoso, ficou muito tasty.
Acho que também deu um gostinho bom no chá.
OMAR: Bom, acho que já vou, já tá meio tarde. Até amanhã.
Fui embora e dei uma volta de 5 minutos, depois voltei pra casa dela. Entrei e não tinha ninguém, mas a luz do banheiro tava acesa e vi a professora tentando colocar o pijama de duas peças. Ela colocou, mas depois vomitou e sujou a parte de cima, tirou com pouca energia e se enrolou numa toalha. Aí falei:
OMAR: Professora, precisa de ajuda?
Ela virou e disse:
PROFESSORA: Omar, o que você tá fazendo aqui?
OMAR: Só voltei pra pegar uma coisa que esqueci.
PROFESSORA: Pois se já achou essa coisa, peço que se retire.
E tentou sair, mas eu me atravessei e não deixei ela passar.
PROFESSORA: O que você tá fazendo? Sai do caminho!
OMAR: Deixa eu ajudar a senhora, professora.
E na hora puxei a toalha, e ela reagindo rápido tentou cruzar os braços, mas eu segurei os braços dela e ela só baixou a cabeça pra tentar, inutilmente, cobrir os peitos com o cabelo, e não conseguia se puxar porque não tinha energia nenhuma. Com os braços, enrolei o corpo dela e a espremi na parede, beijando ela. pescoço e encostando meu pau nela, quando de repente ela se puxou muito forte, mas caiu ela e eu por cima, então comecei a beijar os peitos dela, ela tentava dizer pra eu parar, mas não conseguia falar, então carreguei ela e levei pra sala e coloquei no tapete, tirei a parte de baixo do pijama dela, e agora que ela tava completamente pelada, em vez de começar a meter, só comecei a acariciar e beijar o corpo todo dela com muita delicadeza. Uns 5 minutos depois percebi que a professora já tava bem molhada e se contorcia de tesão, aí foi quando comecei a penetrar ela e só vi que ela fechava os olhos. Depois que gozei, tentei levantar ela e pra terminar, coloquei ela na frente de um sofá e fiz ela se apoiar nos antebraços e comecei a acariciar os glúteos e as coxas dela e comecei a fazer sexo anal nela, e depois de 15 minutos gozei de novo. Ouvi um gemido enorme que ela deu, que ecoou pela casa toda, e ela dormiu. Descansei um pouco e limpei tudo, lavei o corpo dela todo, vesti a professora com outro pijama que ela tinha no quarto, lavei o outro pijama dela e o banheiro porque tinha sujado tudo quando ela vomitou, levei ela pra cama junto com o marido e cobri ela, devolvi as chaves pro marido e fui embora satisfeito.
No outro dia na escola, depois da aula de história, a professora me disse pra ficar que queria conversar comigo. Fiquei tão nervoso que até mudei de cor: "Será que aquela transa não serviu e ela lembra de tudo? Se for assim, vou me ferrar."
PROFESSORA: Omar, você acredita que não lembro nada do que aconteceu ontem? Só quando meu marido dormiu.
OMAR: A senhora não lembra que eu levei a senhora pra cama, conversamos um pouco e fui embora? Ela até foi me levar na porta.
PROFESSORA: Não, não lembro de nada. Meu marido também não e pede desculpas pelo que aconteceu.
OMAR: Tudo bem, isso acontece com todo mundo.
Dois meses depois, a professora me disse que tava grávida e eu parabenizei ela, ainda com o arrependimento do que eu fiz
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