Olá, meu nome é Manuel e criei esta conta junto com minha irmã Pamela pra contar uma coisa que aconteceu com a gente e que nos dá muito tesão poder escrever aqui. Hoje vou relatar eu, mas com certeza no futuro ela vai fazer isso também pra poder dar a visão dela dos fatos.
Eu tenho 18 e a Pame tem 22, além disso temos outro irmão de 20 que não participa dessa história. Até aqui, todos os dados são reais, a Pame disse que ia ficar com muito tesão se a gente não mentisse nos nomes.
O que vou contar aconteceu há uma semana, a Pame e eu moramos com nosso irmão e nossa mãe em capital federal, mas nascemos no interior e chegamos na capital uns 6 anos atrás. Eu, acho que como todo moleque de 18 anos, sou bem punheteiro, e não sou particularmente bom com as mulheres, de vez em quando consigo algo numa saída, mas não é o normal. A Pame é bem saideira, sai muito pra dançar e com certeza deve foder bastante seguido porque não só é uma gatinha gostosa, com um corpo ótimo, mas também se veste bem puta quando sai, muito short e mini de couro, decote (belos peitos), etc.
Pra não me alongar mais, vou contar direto o que aconteceu. Era sábado à noite, meu irmão tinha saído com a namorada e minha mãe não tava, já que tinha ido pro nosso lugar de nascimento visitar a família por 4 dias. Ficamos o sábado inteiro sozinhos com a Pame e eu, como quase sempre, tava bem tarado. Apesar de ser inverno, dentro de casa tava bem quente e a Pame tava de short, tipo legging preta, bem curto, e uma regata branca. Eu normalmente olho pra ela, mesmo sabendo que não é normal já que é minha irmã, mas a verdade é que sendo tão gostosa e andando com pouca roupa é foda não fazer isso. De vez em quando tive fantasias com ela e até cheguei a bater uma pensando nela ou com alguma calcinha fio dental que ela tinha deixado no banheiro depois de tomar banho (isso eu contei pra Pame depois do que aconteceu nesse relato).
À tarde ela foi tirar um cochilo no sofá, a casa é pequena, minha mãe dorme num quarto, um de nós três dorme no sofá da sala e os outros dois no outro quarto. Eu tava no computador na sala e podia ver ela dormindo de bruços com aquele shortão gostoso, aí comecei a ficar com tesão, muito... ia bater uma, mas preferi ver um pornozinho antes. Pra usar o computador, tava de costas pra ela e, se ela acordasse, podia ver a tela, então era meio arriscado. Entrei num site porno e procurei direto "irmã" no buscador, achei uma tal de Mandy Flores que tem uns vídeos do caralho, que me deixaram de pau duro (tava de fone) e depois fui ver uns hentai, também sobre irmãos. De vez em quando virava pra ver se ela ainda tava dormindo e de quebra dava uma olhadinha nela, agora tava de barriga pra cima, então imaginava enchendo os peitos dela de porra. A questão é que num momento não aguentei mais e comecei a bater uma, ali mesmo, com a mão dentro da cueca até que de repente sinto uma mão no ombro e a voz da Pame me dizendo:
- O que cê tá fazendo, Manu?
- Nada!! falei, enquanto tentava fechar a janela.
Impossível, tinha muitas abas abertas, então uma delas, justo um dos vídeos da Mandy Flores, ficou aberta.
- Vendo porno? Relaxa, não tem nada de mais, eu também vejo às vezes e sei que você vê direto!!
Nisso ela vê o título do vídeo "sister lost a bet" (irmã perde aposta) e dá play no vídeo desde o começo. Eu tentei tirar o mouse dela, mas ela disse que queria ver. Depois de um tempo, percebeu que no vídeo os caras tão fodendo entre "irmãos" e me perguntou:
- Isso te excita? Cê sempre vê coisas desse tipo?
- Na real, não, de vez em quando, sei lá, agora bateu a vontade de ver isso
- Tem a ver comigo estar dormindo ali com pouca roupa?
- Um pouco, sim, desculpa, não vou fazer de novo, nem percebi, achei que você não ia acordar
Nisso tudo, eu tava Não tinha perdido a ereção, pelo contrário, tava cada vez mais dura.
- E você tava se masturbando e eu te interrompi, né?
- De boa, esquece.
- Não seja idiota, pode falar comigo, a gente tem intimidade, não tem?
- Sim, mas não rola, verdade, somos irmãos.
- E daí? Por acaso você não tava vendo vídeos de irmãos? Além disso, agora que te vejo assim, verdade, eu também tô ficando com um pouco de tesão, sei lá, a situação me excita, acho que é normal.
- Não sei se é normal ou não, mas eu tô puto de tesão (falei e levantei pra ir pro banheiro).
Entro no banheiro e fico pensando no que rolou, tudo parecia muito estranho, aí minha irmã entra e me diz:
- Te proponho uma coisa, se quiser, senão tá tudo bem, sem problema. Quero que você se masturbe, aqui, agora na minha frente, pensando em mim, e eu fico aqui, pode me olhar enquanto faz, topa?
- QUE??? Tá falando sério ou é zoeira?
- Tô com tesão e você pelo visto também, quero ver você bater uma pra me excitar mais, foda-se, não dá nada, é uma vez, sem tocar, sem nada, só te ver batendo uma e você me vê, se quiser tiro o short e fico de fio dental.
- Tem certeza? Olha que eu vou fazer.
Aí ela me olha, dá uma risadinha, vira de costas e abaixa o short, ficando de fio dental com a bunda virada pra mim, a menos de um metro.
- Começa! - Ela fala e vira de novo de frente pra poder olhar.
Então eu começo... meto a mão na cueca e começo a bater uma, a ponta da rola escapava por cima do short porque tava muito dura, não aguentava mais de tesão, ela fazia carinhas e esfregava um pouco a barriga e em volta dos peitos, e eu conseguia ver pela fio dental branca que ela tava muito molhada.
- Abaixa o short, quero te ver direito e quero ver você gozar, aponta pra banheira...
Obedeci, afinal, já sabia que ela tava falando sério... quando fiquei pelado, ela mordeu os lábios, mas não disse nada, comecei a me sacudir mais forte e não tirei os olhos de cima dela.
— Não aguento mais, já vou gozar (devem ter passado 30 segundos, 45 no máximo...)
— Sim, por favor, goza que quero ver como sai seu leite, vê se isso te ajuda.
Aí ela mete a mão na calcinha e enfia um dedo, uma imagem foda que nunca vou esquecer, e foi isso, comecei a gozar como nunca, deixei uma bagunça do caralho, enquanto ela soltava uns gemidos baixinhos. Quando consegui me recuperar, olho pra ela, tirando a mão da calcinha, com o dedo todo molhado, e ela me diz:
— Gostei muito, tomara que um dia se repita
e foi embora... eu fui tomar banho.
Naquele dia praticamente não conversamos, pelo menos não sobre o que rolou, mas uns dias depois sim, e toda vez que a gente falava, terminávamos super excitados e eu batia uma (sozinho). Comentei com ela sobre escrever a história aqui e ela adorou a ideia, disse que ia deixar ela com muito tesão.
Ontem, em um momento, ela me mandou um WhatsApp enquanto estava no trampo (eu não trabalho, estudo) e escreveu: sábado a gente fica sozinho, se quiser, a gente repete...
Eu tenho 18 e a Pame tem 22, além disso temos outro irmão de 20 que não participa dessa história. Até aqui, todos os dados são reais, a Pame disse que ia ficar com muito tesão se a gente não mentisse nos nomes.
O que vou contar aconteceu há uma semana, a Pame e eu moramos com nosso irmão e nossa mãe em capital federal, mas nascemos no interior e chegamos na capital uns 6 anos atrás. Eu, acho que como todo moleque de 18 anos, sou bem punheteiro, e não sou particularmente bom com as mulheres, de vez em quando consigo algo numa saída, mas não é o normal. A Pame é bem saideira, sai muito pra dançar e com certeza deve foder bastante seguido porque não só é uma gatinha gostosa, com um corpo ótimo, mas também se veste bem puta quando sai, muito short e mini de couro, decote (belos peitos), etc.
Pra não me alongar mais, vou contar direto o que aconteceu. Era sábado à noite, meu irmão tinha saído com a namorada e minha mãe não tava, já que tinha ido pro nosso lugar de nascimento visitar a família por 4 dias. Ficamos o sábado inteiro sozinhos com a Pame e eu, como quase sempre, tava bem tarado. Apesar de ser inverno, dentro de casa tava bem quente e a Pame tava de short, tipo legging preta, bem curto, e uma regata branca. Eu normalmente olho pra ela, mesmo sabendo que não é normal já que é minha irmã, mas a verdade é que sendo tão gostosa e andando com pouca roupa é foda não fazer isso. De vez em quando tive fantasias com ela e até cheguei a bater uma pensando nela ou com alguma calcinha fio dental que ela tinha deixado no banheiro depois de tomar banho (isso eu contei pra Pame depois do que aconteceu nesse relato).
À tarde ela foi tirar um cochilo no sofá, a casa é pequena, minha mãe dorme num quarto, um de nós três dorme no sofá da sala e os outros dois no outro quarto. Eu tava no computador na sala e podia ver ela dormindo de bruços com aquele shortão gostoso, aí comecei a ficar com tesão, muito... ia bater uma, mas preferi ver um pornozinho antes. Pra usar o computador, tava de costas pra ela e, se ela acordasse, podia ver a tela, então era meio arriscado. Entrei num site porno e procurei direto "irmã" no buscador, achei uma tal de Mandy Flores que tem uns vídeos do caralho, que me deixaram de pau duro (tava de fone) e depois fui ver uns hentai, também sobre irmãos. De vez em quando virava pra ver se ela ainda tava dormindo e de quebra dava uma olhadinha nela, agora tava de barriga pra cima, então imaginava enchendo os peitos dela de porra. A questão é que num momento não aguentei mais e comecei a bater uma, ali mesmo, com a mão dentro da cueca até que de repente sinto uma mão no ombro e a voz da Pame me dizendo:
- O que cê tá fazendo, Manu?
- Nada!! falei, enquanto tentava fechar a janela.
Impossível, tinha muitas abas abertas, então uma delas, justo um dos vídeos da Mandy Flores, ficou aberta.
- Vendo porno? Relaxa, não tem nada de mais, eu também vejo às vezes e sei que você vê direto!!
Nisso ela vê o título do vídeo "sister lost a bet" (irmã perde aposta) e dá play no vídeo desde o começo. Eu tentei tirar o mouse dela, mas ela disse que queria ver. Depois de um tempo, percebeu que no vídeo os caras tão fodendo entre "irmãos" e me perguntou:
- Isso te excita? Cê sempre vê coisas desse tipo?
- Na real, não, de vez em quando, sei lá, agora bateu a vontade de ver isso
- Tem a ver comigo estar dormindo ali com pouca roupa?
- Um pouco, sim, desculpa, não vou fazer de novo, nem percebi, achei que você não ia acordar
Nisso tudo, eu tava Não tinha perdido a ereção, pelo contrário, tava cada vez mais dura.
- E você tava se masturbando e eu te interrompi, né?
- De boa, esquece.
- Não seja idiota, pode falar comigo, a gente tem intimidade, não tem?
- Sim, mas não rola, verdade, somos irmãos.
- E daí? Por acaso você não tava vendo vídeos de irmãos? Além disso, agora que te vejo assim, verdade, eu também tô ficando com um pouco de tesão, sei lá, a situação me excita, acho que é normal.
- Não sei se é normal ou não, mas eu tô puto de tesão (falei e levantei pra ir pro banheiro).
Entro no banheiro e fico pensando no que rolou, tudo parecia muito estranho, aí minha irmã entra e me diz:
- Te proponho uma coisa, se quiser, senão tá tudo bem, sem problema. Quero que você se masturbe, aqui, agora na minha frente, pensando em mim, e eu fico aqui, pode me olhar enquanto faz, topa?
- QUE??? Tá falando sério ou é zoeira?
- Tô com tesão e você pelo visto também, quero ver você bater uma pra me excitar mais, foda-se, não dá nada, é uma vez, sem tocar, sem nada, só te ver batendo uma e você me vê, se quiser tiro o short e fico de fio dental.
- Tem certeza? Olha que eu vou fazer.
Aí ela me olha, dá uma risadinha, vira de costas e abaixa o short, ficando de fio dental com a bunda virada pra mim, a menos de um metro.
- Começa! - Ela fala e vira de novo de frente pra poder olhar.
Então eu começo... meto a mão na cueca e começo a bater uma, a ponta da rola escapava por cima do short porque tava muito dura, não aguentava mais de tesão, ela fazia carinhas e esfregava um pouco a barriga e em volta dos peitos, e eu conseguia ver pela fio dental branca que ela tava muito molhada.
- Abaixa o short, quero te ver direito e quero ver você gozar, aponta pra banheira...
Obedeci, afinal, já sabia que ela tava falando sério... quando fiquei pelado, ela mordeu os lábios, mas não disse nada, comecei a me sacudir mais forte e não tirei os olhos de cima dela.
— Não aguento mais, já vou gozar (devem ter passado 30 segundos, 45 no máximo...)
— Sim, por favor, goza que quero ver como sai seu leite, vê se isso te ajuda.
Aí ela mete a mão na calcinha e enfia um dedo, uma imagem foda que nunca vou esquecer, e foi isso, comecei a gozar como nunca, deixei uma bagunça do caralho, enquanto ela soltava uns gemidos baixinhos. Quando consegui me recuperar, olho pra ela, tirando a mão da calcinha, com o dedo todo molhado, e ela me diz:
— Gostei muito, tomara que um dia se repita
e foi embora... eu fui tomar banho.
Naquele dia praticamente não conversamos, pelo menos não sobre o que rolou, mas uns dias depois sim, e toda vez que a gente falava, terminávamos super excitados e eu batia uma (sozinho). Comentei com ela sobre escrever a história aqui e ela adorou a ideia, disse que ia deixar ela com muito tesão.
Ontem, em um momento, ela me mandou um WhatsApp enquanto estava no trampo (eu não trabalho, estudo) e escreveu: sábado a gente fica sozinho, se quiser, a gente repete...
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