A primeira e única vez que fiz um ménage com minha mulher foi há dois dias, embora já estejamos casados há um tempão e sejamos o que chamam de maduros.
Ela tem um amigo, um ex-colega de trabalho que ela dizia ser gay. A gente já tinha se encontrado várias vezes, e eu não via nada de homossexual nele. Era muito educado e gentil, mas em momento algum percebi qualquer sinal do contrário.
Ele também já tinha vindo aqui em casa um par de vezes, mas as conversas sempre giravam em torno de outros colegas do antigo trabalho dele e pouco mais.
Anteontem, ela me disse que ele tinha ligado pra perguntar se podia passar em casa, porque queria falar com ela. Claro que ela disse que sim, e a gente já tinha terminado de jantar e estava tomando vinho no sofá quando ele bateu na porta. Fui abrir e vi que ele estava com o rosto meio abalado. Sentou no sofá do lado da minha mulher, e ofereci uma taça de vinho pra ele. Me surpreendeu quando perguntou se eu não me importava e se a gente tinha algo mais forte, tipo uísque. Fui na cozinha e trouxe uma dose generosa. Ele deu um gole que quase secou o copo na hora. Depois de falar sobre como andava a vida e outras bobeiras, acho que criou coragem pra falar na minha frente e comentou que tinha se separado do parceiro. Como eles tinham mais intimidade, pensei que ele se sentia desconfortável comigo ali e perguntei, mas ele disse que não, que não se importava que eu ficasse. Continuou falando, e a gente viu os olhos dele começarem a marejar. Deu outro gole de uísque que zerou o copo. Peguei o copo e me levantei pra encher de novo. Quando voltei da cozinha, ele estava com a cabeça apoiada no ombro dela, e ela envolvia os ombros dele com o braço. Aquela imagem me deu um segundo do que acho que foram ciúmes, mas logo deu lugar a uma sensação mais física e, sem saber ainda por quê, meu pau ficou duríssimo. Deixei o copo na mesinha e fui pra cozinha de novo pra ajeitar o pacote, porque meu pau tinha entortado com a ereção repentina. Ereção, mas agora era mais evidente do que antes que eu estava duro, já que dava pra ver claramente o volume alongado por baixo da calça. Voltei tentando disfarçar e me sentei no sofá do outro lado. Ele estava agradecendo a ela pelo apoio e tinha uma mão na perna dela. Sem virar a cabeça e sem olhar, estendeu a outra mão e colocou em cima da minha rola enquanto dizia:
— E a você também. Amo muito vocês dois.
Por um momento fiquei paralisado, e então ele desceu a mão mais para o joelho, mas não demonstrou surpresa. Acho (embora não tenha certeza) que, por não olhar onde colocava a mão, pousou muito em cima e se deparou com minha ereção. Ela, ao acompanhar a mão dele, percebeu que eu estava prestes a estourar a calça e me olhou nos olhos.
Os olhos dela são muito expressivos, e eu aprendi a lê-los. Em algumas ocasiões, depois de alguma transa, a gente tinha conversado sobre como seria fazer um ménage, e ambos dizíamos que provavelmente seria legal, e depois brincávamos sobre se o terceiro seria homem ou mulher. Ela dizia que, com certeza, eu, como todo homem, preferiria uma mulher, mas ela preferia outro homem. Essas conversas eram de cama e nunca surgiam em outros contextos.
Ao olhar nos olhos dela e ver um meio sorriso, me vieram à cabeça aquelas conversas, e senti minha rola se mexer com pequenas contrações que eu não conseguia controlar. Ela continuava me olhando, e ele separou a cabeça do ombro dela, inclinou-se um pouco para frente e começou a acariciar nossas pernas, sobre as quais tinha as mãos, de cima para baixo, até roçar de novo na minha rola várias vezes, enquanto continuava dizendo o quanto nos valorizava porque éramos muito bons amigos…
Então ela fez ele virar a cabeça e colocou os lábios nos dele de forma hesitante, e a reação dele foi imediata. Abriu a boca e enfiou a língua na dela ao mesmo tempo em que subia a mão que estava na minha perna e agarrava meu pacote como se quisesse Esmagá-lo. Aquilo já era suficiente para quebrar barreiras. Os queixos deles subiam e desciam, indicando que as línguas estavam brigando dentro das bocas, e ela me olhava como quem diz:
"Essa é a oportunidade."
Ela esticou a mão, pegou meu braço para que eu me mexesse e fizesse alguma coisa, e foi o que fiz, sem mais disfarces. Levantei, fiquei na frente deles e desabotoei o cinto e a calça, liberando minha rola oprimida, que ficou bem na altura das cabeças deles. Ao mesmo tempo, os dois viraram e se jogaram para chupar e lamber, um de cada lado, revezando para enfiar na boca.
Já tive vários encontros sexuais com homens, mas sempre em lugares bem discretos e com pouca luz, como saunas, cinemas e sex shops. De vez em quando, se tenho tempo, vou a algum desses lugares, dou umas voltas e sempre acabo pegando alguém. Como gosto de tudo, às vezes chupo uma rola, às vezes chupam a minha, às vezes como um cu e às vezes sou comido, mas minha mulher não sabe nada disso. Ela só conhece minhas ideias pelas nossas conversas, e sempre num nível teórico.
Mas pra mim, a situação do outro dia foi completamente nova e excitante. À luz do dia, com ela e outro cara. As bocas deles se encontravam e eles lambiam a saliva que ficava cada vez mais abundante, tanto no meu pau quanto nas bocas deles. Minha mulher, que sabe do que eu gosto, passou a mão na própria língua e colocou uma mão por trás de mim até que um dos dedos dela encontrou o que procurava. Depois de massagear um pouco pra relaxar os músculos, ela enfiou o dedo devagar até os nós dos dedos, enquanto continuava lambendo meu pau e chupando a língua dele. Ver ela daquele jeito era desconcertante, porque a gente já experimentou quase tudo que um casal pode experimentar, mas isso era diferente. Ver ela enfiando a língua na boca do amigo enquanto me comia o cu com o dedo tava me deixando louco. De novo, foi ela quem tomou a iniciativa; pegou na mão de cada um de nós e nos levou pra cama. Lá, a gente se despiu os três e eu vi, com grata surpresa, que ele também tinha um bom pau preparado pra ocasião. Eu teria me jogado nela pra chupar na hora, mas me segurei pra ver como o negócio ia se desenrolar. Me deitei na cama de barriga pra cima, pelado, segurando meu pau apontando pro teto. Tava inchadérrimo. Poucas vezes vi ele tão grande. Não esperava o que veio a seguir. Ela colocou os joelhos dos dois lados do meu corpo, agarrou meu pau e sentou nele, enfiando até o fundo, e ele se posicionou por cima do meu rosto, oferecendo o pau dele que roçava no meu nariz. Do jeito que eu tava, não conseguia enfiar na boca, embora estivesse morrendo de vontade. Então, como pude, com o peso dela em cima, fui me deslizando até que minha cabeça saiu pela borda da cama e eu inclinei pra baixo. Ele percebeu na hora, desceu da cama e, forçando um pouco o pau duro pra baixo, enfiou na minha boca, começando a me foder devagar. Do jeito que eu tava, não conseguia ver o que rolava em cima, mas sentia ela cavalgando em mim. fazendo força pra que entrasse o máximo possível dentro da buceta, e os barulhos das bocas e línguas deles continuavam estalando, cheias de saliva. Depois de pouco tempo, eu já tava quase gozando. Não porque ela tava me fodendo, porque a buceta dela tava tão molhada que meu pau quase não sentia nenhum atrito.
Ele tinha as duas mãos dos lados do meu rosto, segurando firme enquanto continuava o vai e vem fodendo minha boca. Antes de explodir, ele tirou o pau da minha boca e, enquanto eu babava pelo canto dos lábios, pude ver ela de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Quando percebeu que ele tinha se mexido, ela parou e se deitou na cama de barriga pra cima, ainda ofegante. Ele esfregava o pau, acho que pra manter ele duro, e eu me deitei do lado da minha mulher. Mas a pausa já tinha acabado. Ele se deitou em cima de mim pra colocar a buceta na minha boca e começamos um 69. Nessa posição, eu também não via o que rolava lá em cima, mas logo senti duas bocas no meu pau de novo enquanto eu chupava a buceta dela e o clitóris grande.
Ficamos assim uns minutos até que notei ele se ajoelhar atrás da minha cabeça, e meu coração acelerou ainda mais. Pude ver perfeitamente o pau dele bem duro na minha cara. Não sei de onde ele tirou, mas tinha colocado uma camisinha. Naquele momento, passou pela minha cabeça que ele tinha vindo com um propósito bem claro, mas eu tava curtindo pra caralho e não ligava.
Ele abaixou a cabeça e, com a língua pra fora, passou ela no cuzinho da minha mulher, molhando até meu nariz, que tava bem ali. Eu afastei um pouco a bunda dela pra ter mais visão e, enquanto ela gemia de tesão, ele lambia o buraquinho, enfiando a língua como se tivesse fodendo ela com ela. O cu dela escorria saliva que caía na minha boca, e quando ele viu que eu abria mais a boca pra cair tudo dentro, deixou a boca entreaberta e começou a cair uma cachoeira de saliva lá dentro. minha. Eu já não aguentava mais, tava me segurando pra não gozar enquanto minha mulher me fazia um boquete como poucas vezes.
Tava me segurando porque sabia o que ia rolar a qualquer momento.
Depois de deixar minha boca cheia de saliva, ele pegou a pica e esfregou a ponta várias vezes contra a bunda dela. Quase na hora, pareceu que a bunda se abriu pra dar passagem pra pica do amigo dele. Naquele momento, a única coisa que eu queria era que aquela bunda fosse minha e que eu tivesse fodendo ela, mas isso veio depois.
Ele fodeu devagar, como se já soubesse que ela gosta assim, enquanto eu lambia os ovos dele que balançavam e tentava enfiá-los na minha boca.
Gozei então com uma abundância que nunca senti.
Claro que não consegui ver, mas senti minha pica cuspindo uns 7 ou 8 jatos de porra dentro da boca da minha mulher, que aumentava os gemidos de prazer a cada gole.
Eles demoraram um pouco mais pra gozar. Com a bunda dela já dilatada ao máximo e quase chegando lá, as estocadas dele ficavam cada vez mais fortes. Ela se virou e, entre ofegos, repetiu várias vezes:
"Sim, sim. Continua, mais, mais forte…"
Com o último empurrão, ele parou com a pica enfiada nela até os ovos, e percebi que ele tinha gozado, mas como ela continuou batendo a bunda nele, ele aguentou até ela começar a dar os gritos clássicos dela:
"Siim, siim, eu vou gozar, vou gozar…"
E ajoelhada como estava, ela se deitou ou melhor caiu em cima de mim, esmagando minha pica com os peitos dela, sem parar de ofegar e tremer. Sim, os orgasmos dela podem ser assim intensos.
Ele ficou com a pica em cima da minha cara, pegou a camisinha pela ponta e puxou até tirar, e claro, caiu toda a porra que tinha dentro na minha cara. Fiz um movimento de surpresa com a cabeça que fez ela se virar, e vendo minha cara coberta daquele líquido branco que ela tanto ama, ela se aproximou e lambeu tudo até a última gota.
Depois, nós três ficamos deitados sem Não dissemos nada por uns minutos, enquanto recuperávamos o fôlego e sem saber o que dizer.
Foi uma delícia – ela disse depois de um momento.
E pra mim também – nós dois falamos ao mesmo tempo.
Já fazia um tempo que eu pensava nessa situação – ele disse, confirmando o que eu já imaginava. Sorri por dentro.
Querem saber um segredo? Eu já me masturbei algumas vezes fantasiando a gente assim, os três – ela disse, me surpreendendo, porque nunca tinha me contado antes, já que ela tinha dito que ele era gay. E no fim, ele era bissexual, igual a mim.
Ah, é? – eu falei. E foi como você imaginou?
Muito melhor, mas tem cenas da minha fantasia que não rolaram.
Não tinham passado nem quinze minutos e, sem saber que cenas eram aquelas, meu pau já endureceu de novo.
Ah, dá pra saber? – perguntei.
Bem… – ela hesitou. Eu queria… ver vocês dois enquanto, enquanto… eu me masturbo. – Dizendo isso, ela abriu minhas pernas e enfiou a mão na fenda da minha bunda, massageando de leve, e ao mesmo tempo pegou no pau dele, que já estava a ponto de estourar.
Tava claro o que ela queria, e eu, mesmo fingindo um pouco de surpresa, era exatamente o que eu mais desejava desde que ele tinha baixado as calças.
Minha mulher me fez entender que eu ficasse de joelhos, e eu obedeci. Abri as pernas o máximo que pude, oferecendo minha bunda pra aquela pica linda que eu tinha visto tão de perto, e apoiei as mãos no travesseiro com a cabeça em cima delas, olhando pra minha mulher que, sentada na beira da cama, já enfiava uns dedos na buceta molhada dela. Estendi uma mão pra fazer o mesmo, mas ela se afastou, sem querer contato direto. Enquanto isso, o amigo dela (e agora meu também) fez a mesma coisa que tinha feito com ela antes. Lambeu meu cu até deixar pronto pra ser fodido, tirou um camisinha do bolso das calças caídas no chão, colocou e, encostando a ponta do pau no meu buraco, apertou até a cabeça entrar. Da minha boca, eu Saiu um som como se eu tivesse feito um esforço e fechei os olhos, mordendo o lábio inferior. Ele parou um momento pra eu ficar confortável com a rola dele dentro de mim. Aí abri os olhos e vi minha mulher chupando o próprio peito e se masturbando feito uma louca. Pensei que se continuasse assim, ela ia gozar cedo demais, mas também lembrei que como ela é multiorgásmica, tanto faz.
Ele foi molhando o pau com saliva pra entrar mais fácil, enquanto se movia pra frente e pra trás, devagar, aprofundando cada vez mais. Eu queria fechar os olhos pra me concentrar naquilo, mas a visão da minha mulher esfregando o clitóris e sorrindo de um jeito safado não me deixava. Ele nem tinha enfiado tudo ainda quando minha mulher já tinha gozado. Ela fez uma coisa que eu amo e que sempre faz assim que acaba de gozar: tira os dedos melados da buceta e enfia a mão na minha boca. Eu, claro, chupo todos. Naquele momento, fui eu que empurrei pra trás até sentir os ovos dele batendo nas minhas pernas. Ele ficou parado com o pau até o fundo, e eu comecei a me mexer enquanto olhava nos olhos da minha mulher, até que ele também pegou o ritmo e a gente sincronizou. Quando eu empurrava a bunda pra fora, ele metia. Tava sendo uma delícia, ainda mais quando minha mulher pegou no meu pau e deu uns puxões pra baixo. Ele também enfiou a mão por baixo do meu corpo e agarrou meus ovos. O prazer que eu sentia cada vez que sentia o quadril e os ovos dele batendo na minha bunda, junto com os puxões nos ovos e no pau, ia me fazer gozar já, mas aí a diretora do espetáculo mandou a gente trocar de posição. Eu me estiquei de barriga pra cima, ele colocou uma camisinha e sentou no meu pau, enfiando de uma vez. A bunda dele era mais acostumada que a minha, pelo que pareceu, e não custou nada ele começar a se foder com meu pau. Eu teria continuado do jeito que a gente tava antes, mas logo não me importei mais. Bom, ela sentou na minha cara, esfregando a buceta dela na minha boca. Percebi que ela se inclinou pra frente, então levantei um pouco a bunda dela pra ver, e mesmo com os peitos dela tampando minha visão, consegui ver que ela tava chupando ele. De repente, um por um, gozamos de novo e caímos na cama exaustos, mas passou rápido porque ela ficou pra dormir aquela noite…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela tem um amigo, um ex-colega de trabalho que ela dizia ser gay. A gente já tinha se encontrado várias vezes, e eu não via nada de homossexual nele. Era muito educado e gentil, mas em momento algum percebi qualquer sinal do contrário.
Ele também já tinha vindo aqui em casa um par de vezes, mas as conversas sempre giravam em torno de outros colegas do antigo trabalho dele e pouco mais.
Anteontem, ela me disse que ele tinha ligado pra perguntar se podia passar em casa, porque queria falar com ela. Claro que ela disse que sim, e a gente já tinha terminado de jantar e estava tomando vinho no sofá quando ele bateu na porta. Fui abrir e vi que ele estava com o rosto meio abalado. Sentou no sofá do lado da minha mulher, e ofereci uma taça de vinho pra ele. Me surpreendeu quando perguntou se eu não me importava e se a gente tinha algo mais forte, tipo uísque. Fui na cozinha e trouxe uma dose generosa. Ele deu um gole que quase secou o copo na hora. Depois de falar sobre como andava a vida e outras bobeiras, acho que criou coragem pra falar na minha frente e comentou que tinha se separado do parceiro. Como eles tinham mais intimidade, pensei que ele se sentia desconfortável comigo ali e perguntei, mas ele disse que não, que não se importava que eu ficasse. Continuou falando, e a gente viu os olhos dele começarem a marejar. Deu outro gole de uísque que zerou o copo. Peguei o copo e me levantei pra encher de novo. Quando voltei da cozinha, ele estava com a cabeça apoiada no ombro dela, e ela envolvia os ombros dele com o braço. Aquela imagem me deu um segundo do que acho que foram ciúmes, mas logo deu lugar a uma sensação mais física e, sem saber ainda por quê, meu pau ficou duríssimo. Deixei o copo na mesinha e fui pra cozinha de novo pra ajeitar o pacote, porque meu pau tinha entortado com a ereção repentina. Ereção, mas agora era mais evidente do que antes que eu estava duro, já que dava pra ver claramente o volume alongado por baixo da calça. Voltei tentando disfarçar e me sentei no sofá do outro lado. Ele estava agradecendo a ela pelo apoio e tinha uma mão na perna dela. Sem virar a cabeça e sem olhar, estendeu a outra mão e colocou em cima da minha rola enquanto dizia:
— E a você também. Amo muito vocês dois.
Por um momento fiquei paralisado, e então ele desceu a mão mais para o joelho, mas não demonstrou surpresa. Acho (embora não tenha certeza) que, por não olhar onde colocava a mão, pousou muito em cima e se deparou com minha ereção. Ela, ao acompanhar a mão dele, percebeu que eu estava prestes a estourar a calça e me olhou nos olhos.
Os olhos dela são muito expressivos, e eu aprendi a lê-los. Em algumas ocasiões, depois de alguma transa, a gente tinha conversado sobre como seria fazer um ménage, e ambos dizíamos que provavelmente seria legal, e depois brincávamos sobre se o terceiro seria homem ou mulher. Ela dizia que, com certeza, eu, como todo homem, preferiria uma mulher, mas ela preferia outro homem. Essas conversas eram de cama e nunca surgiam em outros contextos.
Ao olhar nos olhos dela e ver um meio sorriso, me vieram à cabeça aquelas conversas, e senti minha rola se mexer com pequenas contrações que eu não conseguia controlar. Ela continuava me olhando, e ele separou a cabeça do ombro dela, inclinou-se um pouco para frente e começou a acariciar nossas pernas, sobre as quais tinha as mãos, de cima para baixo, até roçar de novo na minha rola várias vezes, enquanto continuava dizendo o quanto nos valorizava porque éramos muito bons amigos…
Então ela fez ele virar a cabeça e colocou os lábios nos dele de forma hesitante, e a reação dele foi imediata. Abriu a boca e enfiou a língua na dela ao mesmo tempo em que subia a mão que estava na minha perna e agarrava meu pacote como se quisesse Esmagá-lo. Aquilo já era suficiente para quebrar barreiras. Os queixos deles subiam e desciam, indicando que as línguas estavam brigando dentro das bocas, e ela me olhava como quem diz:
"Essa é a oportunidade."
Ela esticou a mão, pegou meu braço para que eu me mexesse e fizesse alguma coisa, e foi o que fiz, sem mais disfarces. Levantei, fiquei na frente deles e desabotoei o cinto e a calça, liberando minha rola oprimida, que ficou bem na altura das cabeças deles. Ao mesmo tempo, os dois viraram e se jogaram para chupar e lamber, um de cada lado, revezando para enfiar na boca.
Já tive vários encontros sexuais com homens, mas sempre em lugares bem discretos e com pouca luz, como saunas, cinemas e sex shops. De vez em quando, se tenho tempo, vou a algum desses lugares, dou umas voltas e sempre acabo pegando alguém. Como gosto de tudo, às vezes chupo uma rola, às vezes chupam a minha, às vezes como um cu e às vezes sou comido, mas minha mulher não sabe nada disso. Ela só conhece minhas ideias pelas nossas conversas, e sempre num nível teórico.
Mas pra mim, a situação do outro dia foi completamente nova e excitante. À luz do dia, com ela e outro cara. As bocas deles se encontravam e eles lambiam a saliva que ficava cada vez mais abundante, tanto no meu pau quanto nas bocas deles. Minha mulher, que sabe do que eu gosto, passou a mão na própria língua e colocou uma mão por trás de mim até que um dos dedos dela encontrou o que procurava. Depois de massagear um pouco pra relaxar os músculos, ela enfiou o dedo devagar até os nós dos dedos, enquanto continuava lambendo meu pau e chupando a língua dele. Ver ela daquele jeito era desconcertante, porque a gente já experimentou quase tudo que um casal pode experimentar, mas isso era diferente. Ver ela enfiando a língua na boca do amigo enquanto me comia o cu com o dedo tava me deixando louco. De novo, foi ela quem tomou a iniciativa; pegou na mão de cada um de nós e nos levou pra cama. Lá, a gente se despiu os três e eu vi, com grata surpresa, que ele também tinha um bom pau preparado pra ocasião. Eu teria me jogado nela pra chupar na hora, mas me segurei pra ver como o negócio ia se desenrolar. Me deitei na cama de barriga pra cima, pelado, segurando meu pau apontando pro teto. Tava inchadérrimo. Poucas vezes vi ele tão grande. Não esperava o que veio a seguir. Ela colocou os joelhos dos dois lados do meu corpo, agarrou meu pau e sentou nele, enfiando até o fundo, e ele se posicionou por cima do meu rosto, oferecendo o pau dele que roçava no meu nariz. Do jeito que eu tava, não conseguia enfiar na boca, embora estivesse morrendo de vontade. Então, como pude, com o peso dela em cima, fui me deslizando até que minha cabeça saiu pela borda da cama e eu inclinei pra baixo. Ele percebeu na hora, desceu da cama e, forçando um pouco o pau duro pra baixo, enfiou na minha boca, começando a me foder devagar. Do jeito que eu tava, não conseguia ver o que rolava em cima, mas sentia ela cavalgando em mim. fazendo força pra que entrasse o máximo possível dentro da buceta, e os barulhos das bocas e línguas deles continuavam estalando, cheias de saliva. Depois de pouco tempo, eu já tava quase gozando. Não porque ela tava me fodendo, porque a buceta dela tava tão molhada que meu pau quase não sentia nenhum atrito.
Ele tinha as duas mãos dos lados do meu rosto, segurando firme enquanto continuava o vai e vem fodendo minha boca. Antes de explodir, ele tirou o pau da minha boca e, enquanto eu babava pelo canto dos lábios, pude ver ela de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Quando percebeu que ele tinha se mexido, ela parou e se deitou na cama de barriga pra cima, ainda ofegante. Ele esfregava o pau, acho que pra manter ele duro, e eu me deitei do lado da minha mulher. Mas a pausa já tinha acabado. Ele se deitou em cima de mim pra colocar a buceta na minha boca e começamos um 69. Nessa posição, eu também não via o que rolava lá em cima, mas logo senti duas bocas no meu pau de novo enquanto eu chupava a buceta dela e o clitóris grande.
Ficamos assim uns minutos até que notei ele se ajoelhar atrás da minha cabeça, e meu coração acelerou ainda mais. Pude ver perfeitamente o pau dele bem duro na minha cara. Não sei de onde ele tirou, mas tinha colocado uma camisinha. Naquele momento, passou pela minha cabeça que ele tinha vindo com um propósito bem claro, mas eu tava curtindo pra caralho e não ligava.
Ele abaixou a cabeça e, com a língua pra fora, passou ela no cuzinho da minha mulher, molhando até meu nariz, que tava bem ali. Eu afastei um pouco a bunda dela pra ter mais visão e, enquanto ela gemia de tesão, ele lambia o buraquinho, enfiando a língua como se tivesse fodendo ela com ela. O cu dela escorria saliva que caía na minha boca, e quando ele viu que eu abria mais a boca pra cair tudo dentro, deixou a boca entreaberta e começou a cair uma cachoeira de saliva lá dentro. minha. Eu já não aguentava mais, tava me segurando pra não gozar enquanto minha mulher me fazia um boquete como poucas vezes.
Tava me segurando porque sabia o que ia rolar a qualquer momento.
Depois de deixar minha boca cheia de saliva, ele pegou a pica e esfregou a ponta várias vezes contra a bunda dela. Quase na hora, pareceu que a bunda se abriu pra dar passagem pra pica do amigo dele. Naquele momento, a única coisa que eu queria era que aquela bunda fosse minha e que eu tivesse fodendo ela, mas isso veio depois.
Ele fodeu devagar, como se já soubesse que ela gosta assim, enquanto eu lambia os ovos dele que balançavam e tentava enfiá-los na minha boca.
Gozei então com uma abundância que nunca senti.
Claro que não consegui ver, mas senti minha pica cuspindo uns 7 ou 8 jatos de porra dentro da boca da minha mulher, que aumentava os gemidos de prazer a cada gole.
Eles demoraram um pouco mais pra gozar. Com a bunda dela já dilatada ao máximo e quase chegando lá, as estocadas dele ficavam cada vez mais fortes. Ela se virou e, entre ofegos, repetiu várias vezes:
"Sim, sim. Continua, mais, mais forte…"
Com o último empurrão, ele parou com a pica enfiada nela até os ovos, e percebi que ele tinha gozado, mas como ela continuou batendo a bunda nele, ele aguentou até ela começar a dar os gritos clássicos dela:
"Siim, siim, eu vou gozar, vou gozar…"
E ajoelhada como estava, ela se deitou ou melhor caiu em cima de mim, esmagando minha pica com os peitos dela, sem parar de ofegar e tremer. Sim, os orgasmos dela podem ser assim intensos.
Ele ficou com a pica em cima da minha cara, pegou a camisinha pela ponta e puxou até tirar, e claro, caiu toda a porra que tinha dentro na minha cara. Fiz um movimento de surpresa com a cabeça que fez ela se virar, e vendo minha cara coberta daquele líquido branco que ela tanto ama, ela se aproximou e lambeu tudo até a última gota.
Depois, nós três ficamos deitados sem Não dissemos nada por uns minutos, enquanto recuperávamos o fôlego e sem saber o que dizer.
Foi uma delícia – ela disse depois de um momento.
E pra mim também – nós dois falamos ao mesmo tempo.
Já fazia um tempo que eu pensava nessa situação – ele disse, confirmando o que eu já imaginava. Sorri por dentro.
Querem saber um segredo? Eu já me masturbei algumas vezes fantasiando a gente assim, os três – ela disse, me surpreendendo, porque nunca tinha me contado antes, já que ela tinha dito que ele era gay. E no fim, ele era bissexual, igual a mim.
Ah, é? – eu falei. E foi como você imaginou?
Muito melhor, mas tem cenas da minha fantasia que não rolaram.
Não tinham passado nem quinze minutos e, sem saber que cenas eram aquelas, meu pau já endureceu de novo.
Ah, dá pra saber? – perguntei.
Bem… – ela hesitou. Eu queria… ver vocês dois enquanto, enquanto… eu me masturbo. – Dizendo isso, ela abriu minhas pernas e enfiou a mão na fenda da minha bunda, massageando de leve, e ao mesmo tempo pegou no pau dele, que já estava a ponto de estourar.
Tava claro o que ela queria, e eu, mesmo fingindo um pouco de surpresa, era exatamente o que eu mais desejava desde que ele tinha baixado as calças.
Minha mulher me fez entender que eu ficasse de joelhos, e eu obedeci. Abri as pernas o máximo que pude, oferecendo minha bunda pra aquela pica linda que eu tinha visto tão de perto, e apoiei as mãos no travesseiro com a cabeça em cima delas, olhando pra minha mulher que, sentada na beira da cama, já enfiava uns dedos na buceta molhada dela. Estendi uma mão pra fazer o mesmo, mas ela se afastou, sem querer contato direto. Enquanto isso, o amigo dela (e agora meu também) fez a mesma coisa que tinha feito com ela antes. Lambeu meu cu até deixar pronto pra ser fodido, tirou um camisinha do bolso das calças caídas no chão, colocou e, encostando a ponta do pau no meu buraco, apertou até a cabeça entrar. Da minha boca, eu Saiu um som como se eu tivesse feito um esforço e fechei os olhos, mordendo o lábio inferior. Ele parou um momento pra eu ficar confortável com a rola dele dentro de mim. Aí abri os olhos e vi minha mulher chupando o próprio peito e se masturbando feito uma louca. Pensei que se continuasse assim, ela ia gozar cedo demais, mas também lembrei que como ela é multiorgásmica, tanto faz.
Ele foi molhando o pau com saliva pra entrar mais fácil, enquanto se movia pra frente e pra trás, devagar, aprofundando cada vez mais. Eu queria fechar os olhos pra me concentrar naquilo, mas a visão da minha mulher esfregando o clitóris e sorrindo de um jeito safado não me deixava. Ele nem tinha enfiado tudo ainda quando minha mulher já tinha gozado. Ela fez uma coisa que eu amo e que sempre faz assim que acaba de gozar: tira os dedos melados da buceta e enfia a mão na minha boca. Eu, claro, chupo todos. Naquele momento, fui eu que empurrei pra trás até sentir os ovos dele batendo nas minhas pernas. Ele ficou parado com o pau até o fundo, e eu comecei a me mexer enquanto olhava nos olhos da minha mulher, até que ele também pegou o ritmo e a gente sincronizou. Quando eu empurrava a bunda pra fora, ele metia. Tava sendo uma delícia, ainda mais quando minha mulher pegou no meu pau e deu uns puxões pra baixo. Ele também enfiou a mão por baixo do meu corpo e agarrou meus ovos. O prazer que eu sentia cada vez que sentia o quadril e os ovos dele batendo na minha bunda, junto com os puxões nos ovos e no pau, ia me fazer gozar já, mas aí a diretora do espetáculo mandou a gente trocar de posição. Eu me estiquei de barriga pra cima, ele colocou uma camisinha e sentou no meu pau, enfiando de uma vez. A bunda dele era mais acostumada que a minha, pelo que pareceu, e não custou nada ele começar a se foder com meu pau. Eu teria continuado do jeito que a gente tava antes, mas logo não me importei mais. Bom, ela sentou na minha cara, esfregando a buceta dela na minha boca. Percebi que ela se inclinou pra frente, então levantei um pouco a bunda dela pra ver, e mesmo com os peitos dela tampando minha visão, consegui ver que ela tava chupando ele. De repente, um por um, gozamos de novo e caímos na cama exaustos, mas passou rápido porque ela ficou pra dormir aquela noite…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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