Na primeira segunda-feira das Férias de Inverno, o Charly entra no meu escritório todo feliz e fala: "Gor, a cabana de San Martín de los Andes tá vazia, meu pai falou que eles voltam antes! A gente sai quarta-feira pra lá! Cancela tudo que vamos esquiar!"
Chan, ele me ferrou, eu tinha que me encontrar com o Peter quarta às 3 da tarde num hotel divino em Pilar e já tinha montado a desculpa perfeita!! Tô me tornando uma trambiqueira terrível, kkk.
Por outro lado, sabia que vinham 15 dias de tédio, porque depois de 4 ou 5 dias de montanha, eu quero ficar perto da lareira lendo um livro.
Quarta-feira, 4 da manhã, pegamos a Rota 6, em Chivilcoy paramos pra tomar café e, do nada na conversa, ele fala: — Ontem joguei tênis com o Peter e contei que a gente ia pra Chapelco, e ele topou. A mulher dele foi pra Miami com a filha uns dias e ele ficou com o Juani (o filho de 20 anos), então pediu pra eu alugar algo pra ele, que viaja sábado! No fim, te incomoda se eles ficarem em casa? Ficam uma semana.
Falo: — Não, Char, sua filha tem 17 e não acho legal todo mundo conviver junto. Por enquanto escapei, a ideia é me divertir, mas não cortando pregos!!
Quando chegamos lá, sexta passamos o dia na montanha. Num momento, olho o celular num abrigo e tenho 15 mensagens daquelas que prometem dias bem quentes. Só respondo: — VOCÊ TÁ LOUCO, e se nos descobrirem, vai tudo pro caralho! A próxima mensagem diz: — Fica tranquila, gata, o Charly me propôs um menage com você e eu topei na hora, ele falou que ia tentar te amolecer esse fim de semana!
Aí ligo pro Charly falando que emprestaram um apartamento pra ele e que eles vêm de caminhonete porque não acharam passagens. Combinam de jantar sábado em casa. Eu tô entre excitada e preocupada, porque o Peter vem pra tudo.
Sábado:
Acordo cedíssimo, tô louca. Será verdade essa história do menage? Que filho da puta gostoso, me deixou molhada com uma mensagem, adoro!
De tarde, o ritual pra esquentar. Quando a gente chega da montanha, é acender a lareira e tomar um banho bem quentinho. Subo e entro no chuveiro, tô nervosa e preciso relaxar, em algumas horas ele chega e não quero que meu marido perceba nada. Charly entra no banheiro e, sem dizer nada, entra no chuveiro comigo. A gente ri porque faz um tempão que não fazíamos isso assim. Tô entregue, preciso que ele tire essa quentura de mim, ele tá duríssimo, passa a mão nas minhas tetas com paixão, morde meus bicos. Desço e chupo o pau dele do jeito que a gente gosta, começo pela cabeça e vou descendo, como ele todo, até a garganta, sobe e desce, a água molha a gente inteira, respiro fundo e continuo. Ele me levanta de repente, não aguenta mais, precisa parar um pouco, e a gente se beija com desespero. Falamos que nos amamos, é verdade, o resto é só matar a vontade!! Agora sim, ele me vira, minhas tetas estão contra a parede, isso me enlouquece, ele se abaixa um pouco e procura minha buceta, meus fluidos inundam ela, e ele empurra devagar, mergulhando até o fundo. Gemo gostoso e ele me monta, morde meus ombros, geme também. Quase ao mesmo tempo, a gente chega ao clímax, meu orgasmo é épico, uma mistura de sexo e amor. O dele é abundante, enche minha buceta com uma porra bem grossa e quente, me abraça, me viro e a gente se beija. Ele me ensaboa, eu ensaboo ele, e a gente começa de novo. 20 minutos depois, exaustos, a gente se deita pra descansar no nosso quarto.
Lá pelas 22:30, buzinam, são o Peter e o filho dele que acabaram de chegar. Charly e os meninos vão recebê-los, a Lola, minha filha, convida o Juani pra ir na balada com umas amigas do clube que tão aqui também. Eu aproveito e ponho a comida na mesa, prefiro não sair. Grito pra eles virem, que tá esfriando.
Depois da janta, os meninos saem com a caminhonete do Peter, e ele, meio de passagem, fala pra gente acompanhar ele pra procurar um hotelzinho, porque amanhã entregam a chave do apê dele. Charly fala: "Por uma noite, fica aqui, sem problema." Minha cara muda, mas eu seguro a onda. O pequeno sobe pro quarto dele pra jogar videogame, e a gente vai. Tamo indo tomar umas. Eles abrem um champanhe, Charly sabe que me domina, prepara umas mimosas, tô sentindo um cheiro estranho. Bebemos por um tempão, eles passam pro vodka e outras bebidas brancas, eu não tenho resistência e as bolhas me deixam tonta rápido. Tamo todo mundo meio bêbado e Charly senta do meu lado e começa a me apalpar, Peter chega perto e eu deixo. Eles me beijam, perguntam: "É isso que você queria, sua puta?"
Tô entregue, a gente se beija e nossas mãos se misturam tocando, acariciando. Precisamos achar outro lugar, ali podem nos ver.
Vamo pra sauna que fica no porão, não sei quando ele ligou. Tô bêbada mas não sou otária e falo isso, finjo que fiquei ofendida, dura 1 segundo. A roupa voa, não tava preparada, Peter ri da minha calcinha de algodão, fala pro Charly: "Essa gordinha é muito santinha!" Os dois filhos da puta caem na risada, mas tão com os paus duros igual poste, me abaixo e começo a chupar eles, olhando pra eles. Tão loucos, Charly me levanta, senta e faz eu continuar chupando ele. Enquanto isso, Peter atrás de mim, chupa minha buceta que já tá toda molhada. Primeiro ele passa a língua como se tivesse lambendo um sorvete e de repente endurece a língua e mete entre os lábios da buceta, entrando e saindo. Tô morrendo de tesão e meu frenesi faz Charly aproveitar o boquete que tô dando, chupo ele inteiro da ponta até a base, engasgo, me afogo, mas alivia a putaria e peço, exijo ser penetrada já!!
Eles trocam e Charly encosta a ponta do pau duro e molhado na entrada da minha pussy, arremete, entra com tudo até o fundo e me monta com vontade, cheio de tesão. Peter me puxa pelo cabelo e leva até o falo dele, me inclino e chupo ele, adoro, doce, cheio de líquido seminal, a cabeça brilhando. Sinto as estocadas e engulo o pau, chupo ele louca, tô quase gozando, minhas pernas tremem, tiro o pau da boca e aviso. Peter me agarra com violência e fode minha boca. Charly avisa que vai gozar. Geme, ahggg, ahggg, tira a pica e goza tudo no meu cu. Não consigo respirar de tanto que o Peter tá me mamando, e ele avisa: "Você vai engolir porra, sua puta!" Ele goza, é uma quantidade absurda, me engasga, impossível engolir tudo, mas mesmo com ânsia, me submeto aos desejos dele e deixo a pica dele limpinha.
Nós três ficamos largados na sauna, o calor tá matando, precisamos sair. O problema é onde continuar, o pequeno tá jogando Play no quarto dele e tenho medo que ele ouça.
Vou no quarto dele, ele tá na cama dormindo, pronto!! Subimos pro nosso quarto, trancamos a porta, de novo a roupa voa, as picas prontas pro segundo round. Meu marido pega o lubrificante rápido e me avisa que vai rolar dupla penetração, tô nervosa, nunca fiz isso, peço pra eles terem cuidado, óbvio que eles se cagam de rir. O Peter me fala: "Você não queria um ménage? Agora aguenta." Ele tem razão, penso comigo.
O Peter deita e pede pra eu chupar a pica dele, meu marido vai lubrificando devagar, vai enfiando um consolador pequeno aos poucos e me abrindo, enquanto me come suave. Tô adorando, dois machos gostosos só pra mim, tô no paraíso.
Meu cu abre, já tô pronta. Sobe em cima do Peter, enfio a pica dele na minha buceta, que prazer! e encosto as tetas no peito dele. Meu marido sobe na cama, ajoelha com uma perna de cada lado das nossas pernas e vai enfiando a pica dele no meu cu devagar, AHHHH, fico imóvel, tão me matando. Eles esperam e pedem pra eu me mexer no meu ritmo, do jeito que der, a gente tá tentando. Sinto uma mistura de dor e prazer, depois de uns 3 ou 4 minutos já vou me acostumando e me mexo melhor. Não é o que mais gosto, mas foi o que pedi e aguento. Vai melhorando, já sinto prazer, me mexo mais rápido. Meu marido fala com o Peter: "O que eu te disse, é uma puta no cio, com a minha não basta!" O Peter responde: "Você ficou devendo, que puta gostosa você tem, me tira do sério! Vamos encher ela de porra, ela merece!"
Não aguento mais de tesão, gozo. Tudo, me sinto completa. Me enchem de porra, primeiro um, depois o outro. Exaustos, a gente se joga na cama. Dormimos os três juntos. Sou feliz!!
As noites seguintes foram bem parecidas!! hahaha não aguento mais. Hoje fiquei na cabana pra descansar e de quebra escrever isso pra compartilhar com vocês. Não tem mais volta, o menage me fascina.
Chan, ele me ferrou, eu tinha que me encontrar com o Peter quarta às 3 da tarde num hotel divino em Pilar e já tinha montado a desculpa perfeita!! Tô me tornando uma trambiqueira terrível, kkk.
Por outro lado, sabia que vinham 15 dias de tédio, porque depois de 4 ou 5 dias de montanha, eu quero ficar perto da lareira lendo um livro.
Quarta-feira, 4 da manhã, pegamos a Rota 6, em Chivilcoy paramos pra tomar café e, do nada na conversa, ele fala: — Ontem joguei tênis com o Peter e contei que a gente ia pra Chapelco, e ele topou. A mulher dele foi pra Miami com a filha uns dias e ele ficou com o Juani (o filho de 20 anos), então pediu pra eu alugar algo pra ele, que viaja sábado! No fim, te incomoda se eles ficarem em casa? Ficam uma semana.
Falo: — Não, Char, sua filha tem 17 e não acho legal todo mundo conviver junto. Por enquanto escapei, a ideia é me divertir, mas não cortando pregos!!
Quando chegamos lá, sexta passamos o dia na montanha. Num momento, olho o celular num abrigo e tenho 15 mensagens daquelas que prometem dias bem quentes. Só respondo: — VOCÊ TÁ LOUCO, e se nos descobrirem, vai tudo pro caralho! A próxima mensagem diz: — Fica tranquila, gata, o Charly me propôs um menage com você e eu topei na hora, ele falou que ia tentar te amolecer esse fim de semana!
Aí ligo pro Charly falando que emprestaram um apartamento pra ele e que eles vêm de caminhonete porque não acharam passagens. Combinam de jantar sábado em casa. Eu tô entre excitada e preocupada, porque o Peter vem pra tudo.
Sábado:
Acordo cedíssimo, tô louca. Será verdade essa história do menage? Que filho da puta gostoso, me deixou molhada com uma mensagem, adoro!
De tarde, o ritual pra esquentar. Quando a gente chega da montanha, é acender a lareira e tomar um banho bem quentinho. Subo e entro no chuveiro, tô nervosa e preciso relaxar, em algumas horas ele chega e não quero que meu marido perceba nada. Charly entra no banheiro e, sem dizer nada, entra no chuveiro comigo. A gente ri porque faz um tempão que não fazíamos isso assim. Tô entregue, preciso que ele tire essa quentura de mim, ele tá duríssimo, passa a mão nas minhas tetas com paixão, morde meus bicos. Desço e chupo o pau dele do jeito que a gente gosta, começo pela cabeça e vou descendo, como ele todo, até a garganta, sobe e desce, a água molha a gente inteira, respiro fundo e continuo. Ele me levanta de repente, não aguenta mais, precisa parar um pouco, e a gente se beija com desespero. Falamos que nos amamos, é verdade, o resto é só matar a vontade!! Agora sim, ele me vira, minhas tetas estão contra a parede, isso me enlouquece, ele se abaixa um pouco e procura minha buceta, meus fluidos inundam ela, e ele empurra devagar, mergulhando até o fundo. Gemo gostoso e ele me monta, morde meus ombros, geme também. Quase ao mesmo tempo, a gente chega ao clímax, meu orgasmo é épico, uma mistura de sexo e amor. O dele é abundante, enche minha buceta com uma porra bem grossa e quente, me abraça, me viro e a gente se beija. Ele me ensaboa, eu ensaboo ele, e a gente começa de novo. 20 minutos depois, exaustos, a gente se deita pra descansar no nosso quarto.
Lá pelas 22:30, buzinam, são o Peter e o filho dele que acabaram de chegar. Charly e os meninos vão recebê-los, a Lola, minha filha, convida o Juani pra ir na balada com umas amigas do clube que tão aqui também. Eu aproveito e ponho a comida na mesa, prefiro não sair. Grito pra eles virem, que tá esfriando.
Depois da janta, os meninos saem com a caminhonete do Peter, e ele, meio de passagem, fala pra gente acompanhar ele pra procurar um hotelzinho, porque amanhã entregam a chave do apê dele. Charly fala: "Por uma noite, fica aqui, sem problema." Minha cara muda, mas eu seguro a onda. O pequeno sobe pro quarto dele pra jogar videogame, e a gente vai. Tamo indo tomar umas. Eles abrem um champanhe, Charly sabe que me domina, prepara umas mimosas, tô sentindo um cheiro estranho. Bebemos por um tempão, eles passam pro vodka e outras bebidas brancas, eu não tenho resistência e as bolhas me deixam tonta rápido. Tamo todo mundo meio bêbado e Charly senta do meu lado e começa a me apalpar, Peter chega perto e eu deixo. Eles me beijam, perguntam: "É isso que você queria, sua puta?"
Tô entregue, a gente se beija e nossas mãos se misturam tocando, acariciando. Precisamos achar outro lugar, ali podem nos ver.
Vamo pra sauna que fica no porão, não sei quando ele ligou. Tô bêbada mas não sou otária e falo isso, finjo que fiquei ofendida, dura 1 segundo. A roupa voa, não tava preparada, Peter ri da minha calcinha de algodão, fala pro Charly: "Essa gordinha é muito santinha!" Os dois filhos da puta caem na risada, mas tão com os paus duros igual poste, me abaixo e começo a chupar eles, olhando pra eles. Tão loucos, Charly me levanta, senta e faz eu continuar chupando ele. Enquanto isso, Peter atrás de mim, chupa minha buceta que já tá toda molhada. Primeiro ele passa a língua como se tivesse lambendo um sorvete e de repente endurece a língua e mete entre os lábios da buceta, entrando e saindo. Tô morrendo de tesão e meu frenesi faz Charly aproveitar o boquete que tô dando, chupo ele inteiro da ponta até a base, engasgo, me afogo, mas alivia a putaria e peço, exijo ser penetrada já!!
Eles trocam e Charly encosta a ponta do pau duro e molhado na entrada da minha pussy, arremete, entra com tudo até o fundo e me monta com vontade, cheio de tesão. Peter me puxa pelo cabelo e leva até o falo dele, me inclino e chupo ele, adoro, doce, cheio de líquido seminal, a cabeça brilhando. Sinto as estocadas e engulo o pau, chupo ele louca, tô quase gozando, minhas pernas tremem, tiro o pau da boca e aviso. Peter me agarra com violência e fode minha boca. Charly avisa que vai gozar. Geme, ahggg, ahggg, tira a pica e goza tudo no meu cu. Não consigo respirar de tanto que o Peter tá me mamando, e ele avisa: "Você vai engolir porra, sua puta!" Ele goza, é uma quantidade absurda, me engasga, impossível engolir tudo, mas mesmo com ânsia, me submeto aos desejos dele e deixo a pica dele limpinha.
Nós três ficamos largados na sauna, o calor tá matando, precisamos sair. O problema é onde continuar, o pequeno tá jogando Play no quarto dele e tenho medo que ele ouça.
Vou no quarto dele, ele tá na cama dormindo, pronto!! Subimos pro nosso quarto, trancamos a porta, de novo a roupa voa, as picas prontas pro segundo round. Meu marido pega o lubrificante rápido e me avisa que vai rolar dupla penetração, tô nervosa, nunca fiz isso, peço pra eles terem cuidado, óbvio que eles se cagam de rir. O Peter me fala: "Você não queria um ménage? Agora aguenta." Ele tem razão, penso comigo.
O Peter deita e pede pra eu chupar a pica dele, meu marido vai lubrificando devagar, vai enfiando um consolador pequeno aos poucos e me abrindo, enquanto me come suave. Tô adorando, dois machos gostosos só pra mim, tô no paraíso.
Meu cu abre, já tô pronta. Sobe em cima do Peter, enfio a pica dele na minha buceta, que prazer! e encosto as tetas no peito dele. Meu marido sobe na cama, ajoelha com uma perna de cada lado das nossas pernas e vai enfiando a pica dele no meu cu devagar, AHHHH, fico imóvel, tão me matando. Eles esperam e pedem pra eu me mexer no meu ritmo, do jeito que der, a gente tá tentando. Sinto uma mistura de dor e prazer, depois de uns 3 ou 4 minutos já vou me acostumando e me mexo melhor. Não é o que mais gosto, mas foi o que pedi e aguento. Vai melhorando, já sinto prazer, me mexo mais rápido. Meu marido fala com o Peter: "O que eu te disse, é uma puta no cio, com a minha não basta!" O Peter responde: "Você ficou devendo, que puta gostosa você tem, me tira do sério! Vamos encher ela de porra, ela merece!"
Não aguento mais de tesão, gozo. Tudo, me sinto completa. Me enchem de porra, primeiro um, depois o outro. Exaustos, a gente se joga na cama. Dormimos os três juntos. Sou feliz!!
As noites seguintes foram bem parecidas!! hahaha não aguento mais. Hoje fiquei na cabana pra descansar e de quebra escrever isso pra compartilhar com vocês. Não tem mais volta, o menage me fascina.
3 comentários - Chapelco pegou fogo!!!