Excelentes notícias descobri hoje! Finalmente... o autor dessa história maravilhosa decidiu continuá-la para nosso deleite... aproveitem!
Pensei em avisar a Vane sobre as intenções do Guille, mas não sabia como ela reagiria, se acreditaria em mim ou não... se fizesse isso, ela poderia acusá-lo ao pai, que não hesitaria em mandar dar uma surra nele, deixando-o todo ferrado, até inválido, se não mandasse fazê-lo desaparecer...
Não achava que estava exagerando, já tinha ouvido histórias de líderes de sindicato nas empresas dele que acabavam no hospital, e um exagero de um cara que tiveram que montar como um quebra-cabeça... não podia deixar isso acontecer com meu amigo... Então fiz a coisa mais decente que me veio à cabeça...
- Alô, senhora... a senhora é a avó da Vane, né?...
Do outro lado da linha, uma velhinha de voz doce me respondia, ninguém desconfiaria que por trás daquela voz delicada se escondia uma pessoa de pulso firme...
- Sim... sou avó da Vane... com quem estou falando?...
- A senhora não me conhece... sou amigo da Vane...
Contei que tinha visto a neta dela num clube, dividindo uma cabana com um mestiço, que aquilo não parecia nada bom... apelando para o racismo da senhora, que quase teve um infarto ao saber que a neta estava se misturando com a ralé, ainda mais vindo de uma família que achavam que ficou rica contrabandeando drogas.
Claramente exagerei as coisas, meti medo na senhora, não era a melhor maneira, mas consegui meu objetivo... no dia seguinte os pais da Vane chegariam e talvez a levassem de férias para afastá-la dessas más companhias ou sei lá... o importante era que a levassem até a poeira baixar...
Pelo menos assim eu ficaria tranquilo... desse jeito achei que tinha pago o favor que devia à Vane... mas só cortei o elo entre a Vane e nós... e formaria um novo elo entre o Guille e eu, de algum jeito ele desconfiaria que eu interferi para afastar a Vane dele, evitar a vingança dele e não me perdoaria fácil... mas mesmo assim eu me arriscaria a fazer isso. certo pra evitar desatar mais loucuras...
Tinha que somar também que Javier tava de olho em mim. Também sabia que quando o Guille descobrisse, ele ia me ligar ou me procurar pra acertar as contas... e foi mais rápido do que eu pensei, recebi uma ligação...
- Quem diabos você pensa que é pra se meter na minha vida?... gritou uma voz ofendida.
- Ei... tô tentando fazer o certo... expliquei.
- O certo pra mim ou pra você... por que você quer me afastar? Será que sente alguma coisa por mim?... respondeu a Vane, apelando pro ego feminino dela.
Tive que desmontar o castelo dela, onde, segundo a Vane, eu tava me apaixonando por ela e queria afastá-la pra não atrapalhar meu relacionamento com a Mili. Só restava a verdade, era hora de parar de evitar coisas que no fim só complicavam tudo. Contei que o Guille soube do clube e que tava descontrolado, planejando umas paradas absurdas e perigosas.
- Eu sei me cuidar sozinha... ela gritou.
- Isso é diferente... você levou ele ao limite da loucura... não reconheço o Guille.
- Tá bem... disse ela, pensando já meio assustada, talvez entendendo que as ações dela geraram isso.
- Até que enfim você entendeu... respondi aliviado.
- Só te peço uma coisa... falou ela, toda compungida.
- Claro... o que for... respondi, talvez ela quisesse que eu desse um recado pro Guille antes de ir.
- Na verdade... você ainda me deve um favor... o que a gente combinou no clube... disse ela, maliciosa.
- É sério?... retruquei, atônito, um preocupado com a integridade física dela e ela excitada, talvez pela situação ou por entender que os pais iam afastá-la por muito tempo.
- Se você quer que eu vá pra me proteger, só peço isso... senão, posso fugir e evitar ir com meus pais, o Guille pode me achar e vai acabar mal... disse ela, inocente, a chantagista.
Porra... essa mina é o capeta... me fez responsável pelo que acontecesse, se eu não cumprisse o desejo dela de arrebentar a buceta dela mais uma vez e espalhar meu gozo na cara dela. Eu tinha visto o que ela fazia com a Mili… não sabia se ela era louca por me pedir isso ou eu por recusar…
Naquele momento, pensei que, embora tivesse comido a Vane duas vezes, tinha sido algo circunstancial e confuso… na primeira vez, ela me amarrou e eu achei que era a Mili… na segunda, meio bêbado, entrei no quarto dela e possuí ela de novo pensando que era a Mili… nunca foi porque nós dois quiséssemos, ela sabia disso e era exatamente isso que queria… um encontro consentido, sem confusões nem erros…
- Bom… tá… certo… respondi resignado, enquanto pensava… Foda-se… não tem outro jeito.
Talvez esse fosse o ponto final que tudo isso precisava… talvez eu devesse ter feito isso desde o começo para evitar todas essas merdas… no fim, os pais dela iam levá-la para a Europa, talvez até trocassem ela de faculdade para evitar más companhias ou que ela caísse de novo no gosto por mestiços…
Então, talvez fosse a última vez que visse a Vane, e se era para afastá-la do meu relacionamento com a Mili, que ficasse… sem mais mentiras, sem mais vinganças, eu poderia continuar com a Mili em paz… bom, com o Javier e o Guille querendo me matar por me meter nos assuntos deles… mas preferia isso ao jogo da Vane… posso trocar porrada com eles, mas o da Vane era psicológico e desgastante, você nunca sabia com o que ela ia aparecer, era tipo uma guerra de guerrilha…
Eu impus minhas condições: com isso, tudo estaria quitado, sem mais vinganças, chantagens, nem ameaças de contar as coisas para a Mili ou o Guille para provocar outro encontro íntimo entre a gente. Ao mesmo tempo, ela impôs as condições dela: tinha que ser naquela noite porque no dia seguinte os pais dela chegavam, e eu tinha que ir buscá-la na casa dela porque, depois do que contei pra avó dela, não a deixariam sair fácil.
Foi o que fiz, me arrumei rápido e, bom, com a consciência pesando, liguei para a Mili, mas me disseram que ela estava dormindo, pelo menos não ia me ligar depois de todas as fodas e o cansaço do que rolou no clube. Me vesti com as melhores roupas e fui para a casa da Vane, afundado em mil pensamentos… pensamentos.
A casa dela era uma mansão, muito maior e mais bem decorada que a do Guille, mas eu me fiz de indiferente. Se queria impressionar a avó, não podia ficar de boca aberta feito turista. Conversei com a senhora, ela soltou um pouco do veneno racista dela, mas tive que disfarçar meu desconforto.
Até que a Vane desceu. Sem dúvida era uma mulher gostosa, com pouca maquiagem e nem precisava pra se destacar, um vestido preto justinho, meio decotado e que terminava numa minissaia… aí sim fiquei de boca aberta… coisa que a avó olhou satisfeita por ver a neta ser tão admirada.
Teve uma conversinha pra criar intimidade, e pra senhora saber com quem tava deixando a neta, mas na verdade quem devia ter medo era eu… depois de saber meus feitos acadêmicos, esportivos e profissionais, a avó deu a entender pra neta que caras como eu deviam visitar ela mais vezes.
No fim, a avó deixou a gente ir, com toque de recolher à meia-noite, os pais da Vane chegavam de madrugada e tinham que encontrá-la na cama. Saímos rápido no carro dela, rumo a um hotel bonito onde tinha desvirginado minha ex Viviana… mas no fim não quis sujar aquela lembrança, e entrei em outro perto, mais caro. Suponho que a Vane esperava um detalhe desses pra esse suposto encontro consentido…
Na real, quase não nos falamos no caminho… ela talvez presa de ansiedade, eu nos meus pensamentos sobre a Mili, o Guille, o Javier e até a Vivi… sobre como tudo tinha ido degenerando de mal a pior… talvez minha ansiedade fosse mais pelo lado de que as coisas terminassem naquela noite de uma vez por todas…
Ao entrar e fazer a reserva, suei na hora de pagar, pra não ficar acanhado e manter as aparências no hotel, tentei ser carinhoso com a Vane, que também tava meio dura… no elevador também tentei abraçar ela, mas quando não tem aquela empatia e confiança, tudo parece forçado… atração física tinha e era óbvia… mas depois de tudo que rolou, não tinha paixão, sabíamos que íamos transar…
- E… como é que Quer?... perguntei, entre frio e nervoso, não tava com o menor pique.
- Óbvio... com essa atitude... não... respondeu, decepcionada.
- Bom... e o que você esperava?... retruquei, sobrecarregado, me sentindo na obrigação.
Talvez o Javier nessa situação já tivesse de calça arriada e a pica em riste... mas eu tava atordoado com tudo: com a Vane e as loucuras que nos levaram a isso... com a Mili, de quem achava que tinha me apaixonado... e também com meu soldado, não sabia se com esse estresse todo ele ia subir...
- Bom... talvez a gente só precise conversar... ela disse, meio triste.
Vesti minhas melhores roupas, ela tava muito gostosa e desejável, paguei o hotel mais caro da minha vida... pra conversar... bom, pelo menos minha consciência em relação à Mili ia ficar tranquila, mas meu bolso tava chorando...
Começamos a conversar besteiras da faculdade, zoando os professores e quem a gente não aguentava. Nisso, a Vane já tinha descoberto o frigobar do quarto... comecei a suar porque a conta ia engrossar... felizmente, com o bom humor dela, ela se ofereceu pra pagar pelo menos aquilo... mina independente.
Quando entrei naquele quarto, pensei que depois de um tempo começariam a sair gemidos... mas só se ouvia risada vindo de lá... ainda mais animada pelas cervejas e pelas garrafinhas de outras bebidas que a gente tava tomando... até que... a porta bateu de repente...
Naquela hora, a bebedeira inicial sumiu na hora. Quem seria?... A Vane tinha chamado o Javier de novo pra tirar fotos da gente?... O Guille tinha nos seguido pra vigiar a Vane?...
- Serviço de quarto... falaram do outro lado da porta, vendo que a gente não abria.
Achei estranho, a gente não tinha pedido nada... quando abri, era um garçom do hotel trazendo uma garrafa de champanhe. Ele disse que era um cortesia do hotel, que vinha incluída com a suíte matrimonial... óbvio, se tão te dando algo, você não reclama...
Com a mistura de bebidas, entre garrafas de cerveja, garrafinhas de rum, vodka, etc... e agora ainda com o Champagne, tudo virava piada, qualquer coisa era motivo de risada, cheguei a pensar que iam nos expulsar pelo barulho que a gente fazia. Deu até vontade de cantar e colocamos um canal de música.
Com os cantos desafinados, nos duetos, sem querer fomos nos aproximando, nos refrões estávamos bochecha com bochecha, nos solos dançávamos quase como baladas… até que entre brincadeira e brincadeira veio mais roçada, olhares, ameaças de beijo… no pouco que me restava de consciência, decidi mudar de canal, muita música romântica não era boa ideia…
Na real, a Vane, entre as brincadeiras, disputava o controle comigo, o que acabou fazendo a gente apertar vários botões e canais, até que o controle voou e parou num canal pornô…
Nós dois nos olhamos sério e depois rimos das imagens… aí ficamos encarando a tela, era sexo pesado, sexo forte, um cara puxando e metendo brutalmente numa mina, por onde ele quisesse, e ela, louca de tesão, se deixava manipular e maltratar, até pedia mais.
— Isso… isso que quero que você faça comigo… — falou Vane depois de um silêncio meio estranho.
De repente, na bebedeira dela, aquelas imagens excitaram ela, que devo confessar que também me excitaram… e não deu tempo de protestar também… já que estávamos perto, ela só se inclinou, puxou meu pescoço na direção dela e me deu um beijo suculento de língua…
Enquanto eu tentava reagir a essa avalanche, ela já tinha a mão no meu pau, batendo uma pra mim, e pra ser sincero, não precisei de muito, com as imagens e a reação dela… já tava duro e meio escorrendo líquido… senti uma risadinha de felicidade entre os gemidos e beijos dela…
Não falei nada… ela sozinha, bruscamente, se ajoelhou e, puxando meu pau pra fora da calça, enfiou ele na boca… excitada, quase não respirava de tanto meter tudo na boca…
— Você vai se engasgar… ai caralho… porra… — exclamei sentindo o efeito das carícias dela.
Ela sorriu de novo, me olhando de baixo… e parando um pouco as manobras pra contemplar-me… eu, com um pingo de culpa, não queria ver o rosto dela no lugar que era da Mili… então fiz o mais decente que pude…
Peguei ela pelos cabelos dos dois lados do rosto e forcei ela a me chupar com mais gosto, já não me importava se ela engasgava ou não… não ia ver a cara manipuladora dela… foda-se, ela queria sexo pesado… queria ser dominada, ia descontar tudo que essa mina me fez passar…
Quando senti que já era suficiente, puxei ela de novo pelos cabelos e levei pro sofá na frente da TV… deitei ela na marra, de barriga pra baixo, contra um dos braços do sofá… com uma mão segurei os dois pulsos dela nas costas e com a outra, na marra, levantei a minissaia preta e afastei a calcinha fio-dental preta minúscula…
- Ahhh… finalmente… ela gemia, prevendo a enfiada que tanto queria, as pernas tremendo.
Quase por instinto, queria fazer ela sofrer, fazer ela esperar… me virei pra tirar a calça e deixei a cueca por perto… olhei pra bunda branca e enorme dela, bem desenhada, atlética…
- Foda-se… tudo… que isso acabe aqui… falei, louco de tesão e desejo de vingança…
- Oh my god… Vane exclamou, tremendo, se preparando pra me receber…
Não queria ouvir os gemidos idiotas dela em inglês, já bastava ter que comer ela e bloquear a lembrança da Mili… então enfiei minha cueca na boca dela, pra não escutar… o que pareceu excitá-la ainda mais… a submissão era total…
Sem piedade e pra não me arrepender ou pensar muito, só parti pra enfiar meu pau no cu dela, vendo que ela tinha momentos de contração pela excitação, seguidos de relaxamento… aproveitei uma dessas brechas de soltura e, sem soltar os braços e pulsos dela nas costas com uma mão, com a outra tentei abrir o cu dela na marra…
Ela deu uma contraída nas costas, adivinhando que eu ia meter no cu, talvez esperasse que eu fosse mais suave e começasse pela buceta dela, toda melada… mas não… um tapa e ela parou de forçar e nessa relaxação, nesses segundos… enfiei alguns centímetros do meu pau no anelzinho mal lubrificado dela…
Ela começou a espernear, vi o rosto dela vermelho e lacrimejando, por momentos os olhos dela saíam das órbitas, só deixando um branco enquanto ela abafava os gritos e reclamações na minha roupa íntima na boca dela…
- É isso que você queria, não?... agora você vai ter… eu increpei, febril…
Deixei meu próprio peso fazer o trabalho, e fui enfiando bruscamente meu pau no cu dela… por momentos ela contraía os glúteos, mas quando percebeu que era em vão… só tentou relaxar e me deixar entrar… sentia meu pau dolorido por causa do forcejo… mas mesmo assim, continuei, queria castigar aquela puta mimada, insidiosa, manipuladora… etc…
Era desconfortável segurar os braços dela e penetrá-la, então num descuido, soltei as mãos dela e só me apoiei na cintura dela pra evitar que escapasse, enquanto a estampava contra o móvel… Vane, em vez de forçar, só optou por se agarrar no encosto do móvel e arranhá-lo enquanto aguentava minhas estocadas…
- Uggg…. Uhmmm… ouuu… ouvia os gemidos abafados dela na garganta com minha roupa íntima.
O rosto dela estava vermelho, igual às nádegas dela que eram batidas pela minha virilha, igual ao cu dela em brasa pela fricção forte… essa posição estava me cansando, o equilíbrio era difícil… então decidi aplicar o que vi no vídeo.
Sem tirar meu pau enfiado fundo, procurei me deitar de lado, colocando uma perna entre as dela e ao lado do móvel, enquanto minha outra perna buscava apoio na parte alta do móvel… nessa manobra, os olhos dela ficaram brancos de novo… eu estava torcendo meu pau no cu até então virgem dela…
- Ouuu… uhmmm…. Vane se queixava, mas eu tava nem aí.
- Cala a boca, puta… falei dando outro tapa nas nádegas musculosas e brancas dela.
Ao fazer isso, minha perna apoiada no móvel escorregou um pouco e acabei pisando na cabeça dela, e pelo que me parecia, nessa posição, eu tinha melhor equilíbrio, então não me mexi, na verdade comecei a me mover de novo… enfiando sem piedade…
Para minha surpresa, naqueles minutos em que ela ficou com as mãos livres, nunca tirou minha calcinha da boca, acho que aquela sensação de sufocar, ou o cheiro da minha intimidade, agradavam ela… na verdade, ela usou as mãos de outro jeito, me vendo febril e sabendo que eu não ia ceder ao castigo que estava dando… Vane optou por usar as mãos pra abrir as próprias nádegas…
Estavam dando a surra anal da vida dela, só restou não resistir, na verdade ela entendeu que tinha que facilitar as coisas pra mim… agora, entre um gemido e outro, a minha cueca ia escapando da boca dela…
- O que você tá fazendo comigo?... uhmmmm… gemeu enquanto sentia meu pau dobrado empalando ela e meu pé subjugando a cabeça dela.
Eu já tinha ido longe, nos gemidos dela eu ouvia dor misturada com um pouco de prazer… e eu não queria que a Vane aproveitasse… queria fazê-la sofrer, padecer, por tudo que ela nos fez… então tirei meu pau, peguei ela de novo pelo cabelo, ela destruída em lágrimas e suor me seguia que nem uma zumbi… empurrei ela contra um espelho…
- Uhmmm… O quê?... reclamou surpresa, quase batendo de cara no espelho.
Por sorte ela colocou as mãos na frente, que evitaram um impacto maior, com a violência do puxão, fácil podia quebrar o espelho… naquele momento não pensei muito, só empalei ela de novo contra o vidro frio… fazendo ela fazer outra careta de dor, dessa vez ela contraiu as costas…
- Ouuu… Ahhh… de novo os olhos dela fora de órbita e um lacrimejando.
Com a veemência das minhas estocadas contra as nádegas bem formadas e agora vermelhas dela… os peitos dela iam quicando, enquanto o vestido justo dela foi escorregando aos poucos… deixando à mostra a renda do sutiã delicado e translúcido dela… que eu puxei, deixando os bicos dela ao ar e os peitos meio de fora…
Com os peitos dela quicando, as mãos dela contra o espelho e as minhas mãos na cintura dela, apertando as nádegas gordas dela, a calcinha dela puxada pro lado pra me permitir subjugar ela… pela maneira como ele tratava ela, se alguém reclamasse do barulho e entrasse… qualquer um pensaria que era um estupro…
- Aii… Ahh… mais devagaaaar… ouu… ela reclamava entre gemidos.
Pior ainda, não liguei pra os pedidos dela, enfiei violentamente até o talo, quase esmagando ela contra o espelho… ela arqueou a coluna de novo, os peitos dela incharam segurando o ar e aguentando aquela invasão brutal… contraiu o pescoço e a cabeça pra trás… deixando os cabelos dela à minha mercê… peguei um punhado e puxei pra trás… pra colocar a orelha dela perto da minha boca…
- Você queria isso, né? Agora aguenta, sua vagabunda… sussurrei sem parar de meter.
Pela primeira vez desde que tava na frente do espelho, a Vane abriu os olhos timidamente no começo, antes tinha aguentado todo o castigo de olhos semi-cerrados, como se tivesse gostando… agora tava mais com uma cara de surpresa… ao ver a imagem dela como a de uma puta… sim, aquela menina gostosa sendo tratada como uma vulgar prostituta de rua, sendo estuprada na frente de um espelho…
Com a maquiagem borrada, o rosto vermelho e gotas de choro e suor escorrendo pela cara delicada dela, a calcinha fina quase toda rasgada, o vestido justo levantado nas coxas deixando a buceta meio à mostra pela calcinha fio dental puxada, os biquinhos rosados apontando pro espelho enquanto os peitos dela mal eram segurados por um sutiã todo fudido e o vestido decotado que já não escondia nada…
Os peitos bem formados dela balançando no meu ritmo cruel, a bunda dela vermelha de tanto bater contra minha virilha… enquanto atrás dela tava eu, também vermelho de tesão, com uma cara entre morbosa e violenta, segurando ela pelo cabelo com uma mão e mantendo a coluna dela arqueada com a outra mão na cintura… montando nela…
- Eu sou uma puta?... se perguntou entre absorta e excitada aquela menina mimada, vendo os peitos dela vibrarem até quase tocar o espelho…
- Nãooo… você é uma cadelaaa… gritei com raiva.
De novo Puxei ela... dessa vez pra virar de lado, apoiei as mãos no armário ao lado do espelho... queria mostrar como tava possuindo ela como uma puta, não era um ato de carinho ou amor, era um ato selvagem de vingança, misturado com tesão e prazer... era um castigo...
Dessa vez, perdendo toda a timidez, em vez de ficar olhando pro móvel, o olhar dela se fixou de novo no espelho... contemplando a silhueta cheia no peito e na bunda, fina na cintura... o vestido preto era quase uma cinta na cintura dela, as nádegas firmes e carnudas vibravam com a minha batida contínua, os peitos dela, agora soltos, pulando a cada estocada...
Puxei ela mais um pouco até virar a bunda dela de lado, pra ela ver aqueles glúteos brancos e polpudos marcados e vermelhos de tanto bater com minha virilha... pra ela ver o reflexo do meu pau martelando o cu rosado dela... melhor dizendo, agora vermelho e meio molhado...
- Aiii Danyyy... me arrombou toda!... ouuu... ela exclamou ao ver um fio de sangue saindo do anelzinho enrugado dela.
- É assim que se trata putas chantagistas como você... increpei, febril.
Da posição dela, ela virou o rosto pra me olhar, chorosa e reclamando... acho que aquela imagem, em vez de me inibir, me excitou mais... enquanto ela virava o rosto de novo contra o móvel, parecendo soluçar pelo cu arrombado... por um segundo senti pena, tava tratando ela como uma qualquer...
Num instante, a Vane virou pro espelho, olhos fechados, rosto vermelho e cheio de lágrimas, maquiagem borrada... bufando e resistindo... e aí começou a sorrir, gostosa... e apesar dos puxões no cabelo dela, das palmadas na bunda... ela começou a rebolar, entrou no meu ritmo...
- Tá vendo?... te falei que ia me fazer isso... uhmmm... falou meio sarcástica, se contraindo no que parecia um orgasmo vibrante.
Depois de um breve soluço ou teatrinho pra me deixar mais louco, a Vane parecia mais era estar adorando... parecia que tinha me incentivado a castigar ela mais... com ela eu não ganhava... quanto mais maltrato, mais prazer ela sentia... naquele Momento de fraqueza na moral, minha sensibilidade também fraqueja... Afinal, a imagem que a Vane me oferecia, que era linda, ainda mais submissa como uma puta de luxo...
- Porra... vou gozar... falei por instinto, costumava avisar a Mili, porra... Mili... pensei, mas já estava feito.
- Nããão... quero na minha boca... me exigi.
Ela se soltou rápido e se ajoelhou... eu sem querer dei tempo, que nem um idoso segurei meu pau pra não sair a porra, pensando que se meus líquidos não saíssem não tinha traição... mas idiota que sou, era inevitável, ia explodir meu pau se eu continuasse apertando... só me restou soltar meu pau e minha porra saiu fervendo em jorros...
Enquanto a Vane aguentou uma enxurrada de porra na cara, abrindo a boca, engolindo o máximo que podia... depois do esguicho inicial que espalhou líquidos nas bochechas dela e até nas pálpebras, escorrendo pelos peitos... depois agarrou com uma mão meu pau, que parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, quando ela teve controle, se dedicou a chupar as rajadas de esperma morno que meu pau cuspia...
- Aaai... tantooo... reclamou surpresa, quase se engasgando.
Num último surto de raiva, apesar do cansaço, peguei a Vane pelo cabelo de novo e forcei ela a engolir meu pau... na verdade, um pouco de culpa começava a me invadir e eu não queria ver o rosto dela... ela, mais obediente, não resistiu e se deixou levar pelo maltrato que eu tinha imposto.
Na verdade, quando pegou o ritmo, ela deu um jeito de respirar entre meu pau e o pouco espaço que eu deixava pra ela manobrar a cabeça pra trás... e com a linguada e sucção dela, conseguiu espremer mais uns jorros, achei que tava mijando... isso eu não aguentei e forcei pra me soltar, eu não segurei mais por causa do cansaço...
- Cofff... Cofff... aiii... exclamou meio engasgada, espalhando líquidos.
Quando conseguiu respirar, voltou a limpar meu pau... dessa vez só acariciei a cabeça dela, afinal... tinha suportei todas as humilhações que fiz com ela, o pior tratamento... num momento eu me desconheci, porque não lembrava de ter tratado tão bruto nem mesmo a Mili, que me tirou do sério umas duas vezes...
Vane me olhou gostosa da posição ajoelhada dela... eu estava exausto, mal respirando... vermelho e suado... não quis olhar pra ela... só senti uma tontura e parecia que só me segurava a mão da Vane agarrando meu pau e os lábios dela limpando os líquidos da cabecinha do meu pênis... assim que soltou... eu caí de lado, me apoiando no chão e num lado da cama que nunca usamos...
Ela fez um gesto de querer me ajudar ao me ver desmaiando, mas depois tapou a boca, acho que sentiu os líquidos no corpo dela e começou a olhar os peitos branquinhos manchados pelos meus restos de porra que tinham escapado.
Fica olhando absorta toda suja que estava, quase feliz... começou a catar com os dedos os líquidos que escaparam, e quase por instinto foi levando à boca... engolindo no começo e depois saboreando... era tipo uma limpeza no estilo dos gatos...
- Então era assim que tinha gosto?... hummm... falou Vane curiosa.
Eu só fiquei olhando besta como aquela menina mimada engolia meus líquidos, Vane finalmente tinha conseguido o que queria e às minhas custas... Por uns momentos tinha flashes da Mili na cabeça, tentava bloquear, tava dolorido e cansado, quase travado e me sentia derrotado, sem vontade de me mexer... parecia que o violentado tinha sido eu...
Depois daquele choque, tivemos que nos arrumar e ir embora, se fosse a Mili teria me espremido mais umas duas vezes no chuveiro e onde desse, pensei... mas com a Vane, não queria mais... eu tava tipo zumbi enquanto a Vane feliz era carinhosa comigo... deixei ela em casa, sorte que o vestido não sujou e que a avó não fez perguntas, confiando que eu era um "bom moço"...
Naquele dia os pais da Vane chegaram e levaram ela pra viajar... acharam que deixaram ela sozinha muito tempo e que ela tava chamando atenção ela tinha se metido com más companhias… afastaram ela da cidade e da fúria violenta do Guille… pelo menos eu a tirei do perigo e cortei a corrente de vinganças… mas…
- O Guille me contou tudo… ouvi a voz indignada da Mili no telefone.
- Puta que pariu… suspirei.
Continua…?
Pensei em avisar a Vane sobre as intenções do Guille, mas não sabia como ela reagiria, se acreditaria em mim ou não... se fizesse isso, ela poderia acusá-lo ao pai, que não hesitaria em mandar dar uma surra nele, deixando-o todo ferrado, até inválido, se não mandasse fazê-lo desaparecer...
Não achava que estava exagerando, já tinha ouvido histórias de líderes de sindicato nas empresas dele que acabavam no hospital, e um exagero de um cara que tiveram que montar como um quebra-cabeça... não podia deixar isso acontecer com meu amigo... Então fiz a coisa mais decente que me veio à cabeça...
- Alô, senhora... a senhora é a avó da Vane, né?...
Do outro lado da linha, uma velhinha de voz doce me respondia, ninguém desconfiaria que por trás daquela voz delicada se escondia uma pessoa de pulso firme...
- Sim... sou avó da Vane... com quem estou falando?...
- A senhora não me conhece... sou amigo da Vane...
Contei que tinha visto a neta dela num clube, dividindo uma cabana com um mestiço, que aquilo não parecia nada bom... apelando para o racismo da senhora, que quase teve um infarto ao saber que a neta estava se misturando com a ralé, ainda mais vindo de uma família que achavam que ficou rica contrabandeando drogas.
Claramente exagerei as coisas, meti medo na senhora, não era a melhor maneira, mas consegui meu objetivo... no dia seguinte os pais da Vane chegariam e talvez a levassem de férias para afastá-la dessas más companhias ou sei lá... o importante era que a levassem até a poeira baixar...
Pelo menos assim eu ficaria tranquilo... desse jeito achei que tinha pago o favor que devia à Vane... mas só cortei o elo entre a Vane e nós... e formaria um novo elo entre o Guille e eu, de algum jeito ele desconfiaria que eu interferi para afastar a Vane dele, evitar a vingança dele e não me perdoaria fácil... mas mesmo assim eu me arriscaria a fazer isso. certo pra evitar desatar mais loucuras...
Tinha que somar também que Javier tava de olho em mim. Também sabia que quando o Guille descobrisse, ele ia me ligar ou me procurar pra acertar as contas... e foi mais rápido do que eu pensei, recebi uma ligação...
- Quem diabos você pensa que é pra se meter na minha vida?... gritou uma voz ofendida.
- Ei... tô tentando fazer o certo... expliquei.
- O certo pra mim ou pra você... por que você quer me afastar? Será que sente alguma coisa por mim?... respondeu a Vane, apelando pro ego feminino dela.
Tive que desmontar o castelo dela, onde, segundo a Vane, eu tava me apaixonando por ela e queria afastá-la pra não atrapalhar meu relacionamento com a Mili. Só restava a verdade, era hora de parar de evitar coisas que no fim só complicavam tudo. Contei que o Guille soube do clube e que tava descontrolado, planejando umas paradas absurdas e perigosas.
- Eu sei me cuidar sozinha... ela gritou.
- Isso é diferente... você levou ele ao limite da loucura... não reconheço o Guille.
- Tá bem... disse ela, pensando já meio assustada, talvez entendendo que as ações dela geraram isso.
- Até que enfim você entendeu... respondi aliviado.
- Só te peço uma coisa... falou ela, toda compungida.
- Claro... o que for... respondi, talvez ela quisesse que eu desse um recado pro Guille antes de ir.
- Na verdade... você ainda me deve um favor... o que a gente combinou no clube... disse ela, maliciosa.
- É sério?... retruquei, atônito, um preocupado com a integridade física dela e ela excitada, talvez pela situação ou por entender que os pais iam afastá-la por muito tempo.
- Se você quer que eu vá pra me proteger, só peço isso... senão, posso fugir e evitar ir com meus pais, o Guille pode me achar e vai acabar mal... disse ela, inocente, a chantagista.
Porra... essa mina é o capeta... me fez responsável pelo que acontecesse, se eu não cumprisse o desejo dela de arrebentar a buceta dela mais uma vez e espalhar meu gozo na cara dela. Eu tinha visto o que ela fazia com a Mili… não sabia se ela era louca por me pedir isso ou eu por recusar…
Naquele momento, pensei que, embora tivesse comido a Vane duas vezes, tinha sido algo circunstancial e confuso… na primeira vez, ela me amarrou e eu achei que era a Mili… na segunda, meio bêbado, entrei no quarto dela e possuí ela de novo pensando que era a Mili… nunca foi porque nós dois quiséssemos, ela sabia disso e era exatamente isso que queria… um encontro consentido, sem confusões nem erros…
- Bom… tá… certo… respondi resignado, enquanto pensava… Foda-se… não tem outro jeito.
Talvez esse fosse o ponto final que tudo isso precisava… talvez eu devesse ter feito isso desde o começo para evitar todas essas merdas… no fim, os pais dela iam levá-la para a Europa, talvez até trocassem ela de faculdade para evitar más companhias ou que ela caísse de novo no gosto por mestiços…
Então, talvez fosse a última vez que visse a Vane, e se era para afastá-la do meu relacionamento com a Mili, que ficasse… sem mais mentiras, sem mais vinganças, eu poderia continuar com a Mili em paz… bom, com o Javier e o Guille querendo me matar por me meter nos assuntos deles… mas preferia isso ao jogo da Vane… posso trocar porrada com eles, mas o da Vane era psicológico e desgastante, você nunca sabia com o que ela ia aparecer, era tipo uma guerra de guerrilha…
Eu impus minhas condições: com isso, tudo estaria quitado, sem mais vinganças, chantagens, nem ameaças de contar as coisas para a Mili ou o Guille para provocar outro encontro íntimo entre a gente. Ao mesmo tempo, ela impôs as condições dela: tinha que ser naquela noite porque no dia seguinte os pais dela chegavam, e eu tinha que ir buscá-la na casa dela porque, depois do que contei pra avó dela, não a deixariam sair fácil.
Foi o que fiz, me arrumei rápido e, bom, com a consciência pesando, liguei para a Mili, mas me disseram que ela estava dormindo, pelo menos não ia me ligar depois de todas as fodas e o cansaço do que rolou no clube. Me vesti com as melhores roupas e fui para a casa da Vane, afundado em mil pensamentos… pensamentos.
A casa dela era uma mansão, muito maior e mais bem decorada que a do Guille, mas eu me fiz de indiferente. Se queria impressionar a avó, não podia ficar de boca aberta feito turista. Conversei com a senhora, ela soltou um pouco do veneno racista dela, mas tive que disfarçar meu desconforto.
Até que a Vane desceu. Sem dúvida era uma mulher gostosa, com pouca maquiagem e nem precisava pra se destacar, um vestido preto justinho, meio decotado e que terminava numa minissaia… aí sim fiquei de boca aberta… coisa que a avó olhou satisfeita por ver a neta ser tão admirada.
Teve uma conversinha pra criar intimidade, e pra senhora saber com quem tava deixando a neta, mas na verdade quem devia ter medo era eu… depois de saber meus feitos acadêmicos, esportivos e profissionais, a avó deu a entender pra neta que caras como eu deviam visitar ela mais vezes.
No fim, a avó deixou a gente ir, com toque de recolher à meia-noite, os pais da Vane chegavam de madrugada e tinham que encontrá-la na cama. Saímos rápido no carro dela, rumo a um hotel bonito onde tinha desvirginado minha ex Viviana… mas no fim não quis sujar aquela lembrança, e entrei em outro perto, mais caro. Suponho que a Vane esperava um detalhe desses pra esse suposto encontro consentido…
Na real, quase não nos falamos no caminho… ela talvez presa de ansiedade, eu nos meus pensamentos sobre a Mili, o Guille, o Javier e até a Vivi… sobre como tudo tinha ido degenerando de mal a pior… talvez minha ansiedade fosse mais pelo lado de que as coisas terminassem naquela noite de uma vez por todas…
Ao entrar e fazer a reserva, suei na hora de pagar, pra não ficar acanhado e manter as aparências no hotel, tentei ser carinhoso com a Vane, que também tava meio dura… no elevador também tentei abraçar ela, mas quando não tem aquela empatia e confiança, tudo parece forçado… atração física tinha e era óbvia… mas depois de tudo que rolou, não tinha paixão, sabíamos que íamos transar…
- E… como é que Quer?... perguntei, entre frio e nervoso, não tava com o menor pique.
- Óbvio... com essa atitude... não... respondeu, decepcionada.
- Bom... e o que você esperava?... retruquei, sobrecarregado, me sentindo na obrigação.
Talvez o Javier nessa situação já tivesse de calça arriada e a pica em riste... mas eu tava atordoado com tudo: com a Vane e as loucuras que nos levaram a isso... com a Mili, de quem achava que tinha me apaixonado... e também com meu soldado, não sabia se com esse estresse todo ele ia subir...
- Bom... talvez a gente só precise conversar... ela disse, meio triste.
Vesti minhas melhores roupas, ela tava muito gostosa e desejável, paguei o hotel mais caro da minha vida... pra conversar... bom, pelo menos minha consciência em relação à Mili ia ficar tranquila, mas meu bolso tava chorando...
Começamos a conversar besteiras da faculdade, zoando os professores e quem a gente não aguentava. Nisso, a Vane já tinha descoberto o frigobar do quarto... comecei a suar porque a conta ia engrossar... felizmente, com o bom humor dela, ela se ofereceu pra pagar pelo menos aquilo... mina independente.
Quando entrei naquele quarto, pensei que depois de um tempo começariam a sair gemidos... mas só se ouvia risada vindo de lá... ainda mais animada pelas cervejas e pelas garrafinhas de outras bebidas que a gente tava tomando... até que... a porta bateu de repente...
Naquela hora, a bebedeira inicial sumiu na hora. Quem seria?... A Vane tinha chamado o Javier de novo pra tirar fotos da gente?... O Guille tinha nos seguido pra vigiar a Vane?...
- Serviço de quarto... falaram do outro lado da porta, vendo que a gente não abria.
Achei estranho, a gente não tinha pedido nada... quando abri, era um garçom do hotel trazendo uma garrafa de champanhe. Ele disse que era um cortesia do hotel, que vinha incluída com a suíte matrimonial... óbvio, se tão te dando algo, você não reclama...
Com a mistura de bebidas, entre garrafas de cerveja, garrafinhas de rum, vodka, etc... e agora ainda com o Champagne, tudo virava piada, qualquer coisa era motivo de risada, cheguei a pensar que iam nos expulsar pelo barulho que a gente fazia. Deu até vontade de cantar e colocamos um canal de música.
Com os cantos desafinados, nos duetos, sem querer fomos nos aproximando, nos refrões estávamos bochecha com bochecha, nos solos dançávamos quase como baladas… até que entre brincadeira e brincadeira veio mais roçada, olhares, ameaças de beijo… no pouco que me restava de consciência, decidi mudar de canal, muita música romântica não era boa ideia…
Na real, a Vane, entre as brincadeiras, disputava o controle comigo, o que acabou fazendo a gente apertar vários botões e canais, até que o controle voou e parou num canal pornô…
Nós dois nos olhamos sério e depois rimos das imagens… aí ficamos encarando a tela, era sexo pesado, sexo forte, um cara puxando e metendo brutalmente numa mina, por onde ele quisesse, e ela, louca de tesão, se deixava manipular e maltratar, até pedia mais.
— Isso… isso que quero que você faça comigo… — falou Vane depois de um silêncio meio estranho.
De repente, na bebedeira dela, aquelas imagens excitaram ela, que devo confessar que também me excitaram… e não deu tempo de protestar também… já que estávamos perto, ela só se inclinou, puxou meu pescoço na direção dela e me deu um beijo suculento de língua…
Enquanto eu tentava reagir a essa avalanche, ela já tinha a mão no meu pau, batendo uma pra mim, e pra ser sincero, não precisei de muito, com as imagens e a reação dela… já tava duro e meio escorrendo líquido… senti uma risadinha de felicidade entre os gemidos e beijos dela…
Não falei nada… ela sozinha, bruscamente, se ajoelhou e, puxando meu pau pra fora da calça, enfiou ele na boca… excitada, quase não respirava de tanto meter tudo na boca…
— Você vai se engasgar… ai caralho… porra… — exclamei sentindo o efeito das carícias dela.
Ela sorriu de novo, me olhando de baixo… e parando um pouco as manobras pra contemplar-me… eu, com um pingo de culpa, não queria ver o rosto dela no lugar que era da Mili… então fiz o mais decente que pude…
Peguei ela pelos cabelos dos dois lados do rosto e forcei ela a me chupar com mais gosto, já não me importava se ela engasgava ou não… não ia ver a cara manipuladora dela… foda-se, ela queria sexo pesado… queria ser dominada, ia descontar tudo que essa mina me fez passar…
Quando senti que já era suficiente, puxei ela de novo pelos cabelos e levei pro sofá na frente da TV… deitei ela na marra, de barriga pra baixo, contra um dos braços do sofá… com uma mão segurei os dois pulsos dela nas costas e com a outra, na marra, levantei a minissaia preta e afastei a calcinha fio-dental preta minúscula…
- Ahhh… finalmente… ela gemia, prevendo a enfiada que tanto queria, as pernas tremendo.
Quase por instinto, queria fazer ela sofrer, fazer ela esperar… me virei pra tirar a calça e deixei a cueca por perto… olhei pra bunda branca e enorme dela, bem desenhada, atlética…
- Foda-se… tudo… que isso acabe aqui… falei, louco de tesão e desejo de vingança…
- Oh my god… Vane exclamou, tremendo, se preparando pra me receber…
Não queria ouvir os gemidos idiotas dela em inglês, já bastava ter que comer ela e bloquear a lembrança da Mili… então enfiei minha cueca na boca dela, pra não escutar… o que pareceu excitá-la ainda mais… a submissão era total…
Sem piedade e pra não me arrepender ou pensar muito, só parti pra enfiar meu pau no cu dela, vendo que ela tinha momentos de contração pela excitação, seguidos de relaxamento… aproveitei uma dessas brechas de soltura e, sem soltar os braços e pulsos dela nas costas com uma mão, com a outra tentei abrir o cu dela na marra…
Ela deu uma contraída nas costas, adivinhando que eu ia meter no cu, talvez esperasse que eu fosse mais suave e começasse pela buceta dela, toda melada… mas não… um tapa e ela parou de forçar e nessa relaxação, nesses segundos… enfiei alguns centímetros do meu pau no anelzinho mal lubrificado dela…
Ela começou a espernear, vi o rosto dela vermelho e lacrimejando, por momentos os olhos dela saíam das órbitas, só deixando um branco enquanto ela abafava os gritos e reclamações na minha roupa íntima na boca dela…
- É isso que você queria, não?... agora você vai ter… eu increpei, febril…
Deixei meu próprio peso fazer o trabalho, e fui enfiando bruscamente meu pau no cu dela… por momentos ela contraía os glúteos, mas quando percebeu que era em vão… só tentou relaxar e me deixar entrar… sentia meu pau dolorido por causa do forcejo… mas mesmo assim, continuei, queria castigar aquela puta mimada, insidiosa, manipuladora… etc…
Era desconfortável segurar os braços dela e penetrá-la, então num descuido, soltei as mãos dela e só me apoiei na cintura dela pra evitar que escapasse, enquanto a estampava contra o móvel… Vane, em vez de forçar, só optou por se agarrar no encosto do móvel e arranhá-lo enquanto aguentava minhas estocadas…
- Uggg…. Uhmmm… ouuu… ouvia os gemidos abafados dela na garganta com minha roupa íntima.
O rosto dela estava vermelho, igual às nádegas dela que eram batidas pela minha virilha, igual ao cu dela em brasa pela fricção forte… essa posição estava me cansando, o equilíbrio era difícil… então decidi aplicar o que vi no vídeo.
Sem tirar meu pau enfiado fundo, procurei me deitar de lado, colocando uma perna entre as dela e ao lado do móvel, enquanto minha outra perna buscava apoio na parte alta do móvel… nessa manobra, os olhos dela ficaram brancos de novo… eu estava torcendo meu pau no cu até então virgem dela…
- Ouuu… uhmmm…. Vane se queixava, mas eu tava nem aí.
- Cala a boca, puta… falei dando outro tapa nas nádegas musculosas e brancas dela.
Ao fazer isso, minha perna apoiada no móvel escorregou um pouco e acabei pisando na cabeça dela, e pelo que me parecia, nessa posição, eu tinha melhor equilíbrio, então não me mexi, na verdade comecei a me mover de novo… enfiando sem piedade…
Para minha surpresa, naqueles minutos em que ela ficou com as mãos livres, nunca tirou minha calcinha da boca, acho que aquela sensação de sufocar, ou o cheiro da minha intimidade, agradavam ela… na verdade, ela usou as mãos de outro jeito, me vendo febril e sabendo que eu não ia ceder ao castigo que estava dando… Vane optou por usar as mãos pra abrir as próprias nádegas…
Estavam dando a surra anal da vida dela, só restou não resistir, na verdade ela entendeu que tinha que facilitar as coisas pra mim… agora, entre um gemido e outro, a minha cueca ia escapando da boca dela…
- O que você tá fazendo comigo?... uhmmmm… gemeu enquanto sentia meu pau dobrado empalando ela e meu pé subjugando a cabeça dela.
Eu já tinha ido longe, nos gemidos dela eu ouvia dor misturada com um pouco de prazer… e eu não queria que a Vane aproveitasse… queria fazê-la sofrer, padecer, por tudo que ela nos fez… então tirei meu pau, peguei ela de novo pelo cabelo, ela destruída em lágrimas e suor me seguia que nem uma zumbi… empurrei ela contra um espelho…
- Uhmmm… O quê?... reclamou surpresa, quase batendo de cara no espelho.
Por sorte ela colocou as mãos na frente, que evitaram um impacto maior, com a violência do puxão, fácil podia quebrar o espelho… naquele momento não pensei muito, só empalei ela de novo contra o vidro frio… fazendo ela fazer outra careta de dor, dessa vez ela contraiu as costas…
- Ouuu… Ahhh… de novo os olhos dela fora de órbita e um lacrimejando.
Com a veemência das minhas estocadas contra as nádegas bem formadas e agora vermelhas dela… os peitos dela iam quicando, enquanto o vestido justo dela foi escorregando aos poucos… deixando à mostra a renda do sutiã delicado e translúcido dela… que eu puxei, deixando os bicos dela ao ar e os peitos meio de fora…
Com os peitos dela quicando, as mãos dela contra o espelho e as minhas mãos na cintura dela, apertando as nádegas gordas dela, a calcinha dela puxada pro lado pra me permitir subjugar ela… pela maneira como ele tratava ela, se alguém reclamasse do barulho e entrasse… qualquer um pensaria que era um estupro…
- Aii… Ahh… mais devagaaaar… ouu… ela reclamava entre gemidos.
Pior ainda, não liguei pra os pedidos dela, enfiei violentamente até o talo, quase esmagando ela contra o espelho… ela arqueou a coluna de novo, os peitos dela incharam segurando o ar e aguentando aquela invasão brutal… contraiu o pescoço e a cabeça pra trás… deixando os cabelos dela à minha mercê… peguei um punhado e puxei pra trás… pra colocar a orelha dela perto da minha boca…
- Você queria isso, né? Agora aguenta, sua vagabunda… sussurrei sem parar de meter.
Pela primeira vez desde que tava na frente do espelho, a Vane abriu os olhos timidamente no começo, antes tinha aguentado todo o castigo de olhos semi-cerrados, como se tivesse gostando… agora tava mais com uma cara de surpresa… ao ver a imagem dela como a de uma puta… sim, aquela menina gostosa sendo tratada como uma vulgar prostituta de rua, sendo estuprada na frente de um espelho…
Com a maquiagem borrada, o rosto vermelho e gotas de choro e suor escorrendo pela cara delicada dela, a calcinha fina quase toda rasgada, o vestido justo levantado nas coxas deixando a buceta meio à mostra pela calcinha fio dental puxada, os biquinhos rosados apontando pro espelho enquanto os peitos dela mal eram segurados por um sutiã todo fudido e o vestido decotado que já não escondia nada…
Os peitos bem formados dela balançando no meu ritmo cruel, a bunda dela vermelha de tanto bater contra minha virilha… enquanto atrás dela tava eu, também vermelho de tesão, com uma cara entre morbosa e violenta, segurando ela pelo cabelo com uma mão e mantendo a coluna dela arqueada com a outra mão na cintura… montando nela…
- Eu sou uma puta?... se perguntou entre absorta e excitada aquela menina mimada, vendo os peitos dela vibrarem até quase tocar o espelho…
- Nãooo… você é uma cadelaaa… gritei com raiva.
De novo Puxei ela... dessa vez pra virar de lado, apoiei as mãos no armário ao lado do espelho... queria mostrar como tava possuindo ela como uma puta, não era um ato de carinho ou amor, era um ato selvagem de vingança, misturado com tesão e prazer... era um castigo...
Dessa vez, perdendo toda a timidez, em vez de ficar olhando pro móvel, o olhar dela se fixou de novo no espelho... contemplando a silhueta cheia no peito e na bunda, fina na cintura... o vestido preto era quase uma cinta na cintura dela, as nádegas firmes e carnudas vibravam com a minha batida contínua, os peitos dela, agora soltos, pulando a cada estocada...
Puxei ela mais um pouco até virar a bunda dela de lado, pra ela ver aqueles glúteos brancos e polpudos marcados e vermelhos de tanto bater com minha virilha... pra ela ver o reflexo do meu pau martelando o cu rosado dela... melhor dizendo, agora vermelho e meio molhado...
- Aiii Danyyy... me arrombou toda!... ouuu... ela exclamou ao ver um fio de sangue saindo do anelzinho enrugado dela.
- É assim que se trata putas chantagistas como você... increpei, febril.
Da posição dela, ela virou o rosto pra me olhar, chorosa e reclamando... acho que aquela imagem, em vez de me inibir, me excitou mais... enquanto ela virava o rosto de novo contra o móvel, parecendo soluçar pelo cu arrombado... por um segundo senti pena, tava tratando ela como uma qualquer...
Num instante, a Vane virou pro espelho, olhos fechados, rosto vermelho e cheio de lágrimas, maquiagem borrada... bufando e resistindo... e aí começou a sorrir, gostosa... e apesar dos puxões no cabelo dela, das palmadas na bunda... ela começou a rebolar, entrou no meu ritmo...
- Tá vendo?... te falei que ia me fazer isso... uhmmm... falou meio sarcástica, se contraindo no que parecia um orgasmo vibrante.
Depois de um breve soluço ou teatrinho pra me deixar mais louco, a Vane parecia mais era estar adorando... parecia que tinha me incentivado a castigar ela mais... com ela eu não ganhava... quanto mais maltrato, mais prazer ela sentia... naquele Momento de fraqueza na moral, minha sensibilidade também fraqueja... Afinal, a imagem que a Vane me oferecia, que era linda, ainda mais submissa como uma puta de luxo...
- Porra... vou gozar... falei por instinto, costumava avisar a Mili, porra... Mili... pensei, mas já estava feito.
- Nããão... quero na minha boca... me exigi.
Ela se soltou rápido e se ajoelhou... eu sem querer dei tempo, que nem um idoso segurei meu pau pra não sair a porra, pensando que se meus líquidos não saíssem não tinha traição... mas idiota que sou, era inevitável, ia explodir meu pau se eu continuasse apertando... só me restou soltar meu pau e minha porra saiu fervendo em jorros...
Enquanto a Vane aguentou uma enxurrada de porra na cara, abrindo a boca, engolindo o máximo que podia... depois do esguicho inicial que espalhou líquidos nas bochechas dela e até nas pálpebras, escorrendo pelos peitos... depois agarrou com uma mão meu pau, que parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, quando ela teve controle, se dedicou a chupar as rajadas de esperma morno que meu pau cuspia...
- Aaai... tantooo... reclamou surpresa, quase se engasgando.
Num último surto de raiva, apesar do cansaço, peguei a Vane pelo cabelo de novo e forcei ela a engolir meu pau... na verdade, um pouco de culpa começava a me invadir e eu não queria ver o rosto dela... ela, mais obediente, não resistiu e se deixou levar pelo maltrato que eu tinha imposto.
Na verdade, quando pegou o ritmo, ela deu um jeito de respirar entre meu pau e o pouco espaço que eu deixava pra ela manobrar a cabeça pra trás... e com a linguada e sucção dela, conseguiu espremer mais uns jorros, achei que tava mijando... isso eu não aguentei e forcei pra me soltar, eu não segurei mais por causa do cansaço...
- Cofff... Cofff... aiii... exclamou meio engasgada, espalhando líquidos.
Quando conseguiu respirar, voltou a limpar meu pau... dessa vez só acariciei a cabeça dela, afinal... tinha suportei todas as humilhações que fiz com ela, o pior tratamento... num momento eu me desconheci, porque não lembrava de ter tratado tão bruto nem mesmo a Mili, que me tirou do sério umas duas vezes...
Vane me olhou gostosa da posição ajoelhada dela... eu estava exausto, mal respirando... vermelho e suado... não quis olhar pra ela... só senti uma tontura e parecia que só me segurava a mão da Vane agarrando meu pau e os lábios dela limpando os líquidos da cabecinha do meu pênis... assim que soltou... eu caí de lado, me apoiando no chão e num lado da cama que nunca usamos...
Ela fez um gesto de querer me ajudar ao me ver desmaiando, mas depois tapou a boca, acho que sentiu os líquidos no corpo dela e começou a olhar os peitos branquinhos manchados pelos meus restos de porra que tinham escapado.
Fica olhando absorta toda suja que estava, quase feliz... começou a catar com os dedos os líquidos que escaparam, e quase por instinto foi levando à boca... engolindo no começo e depois saboreando... era tipo uma limpeza no estilo dos gatos...
- Então era assim que tinha gosto?... hummm... falou Vane curiosa.
Eu só fiquei olhando besta como aquela menina mimada engolia meus líquidos, Vane finalmente tinha conseguido o que queria e às minhas custas... Por uns momentos tinha flashes da Mili na cabeça, tentava bloquear, tava dolorido e cansado, quase travado e me sentia derrotado, sem vontade de me mexer... parecia que o violentado tinha sido eu...
Depois daquele choque, tivemos que nos arrumar e ir embora, se fosse a Mili teria me espremido mais umas duas vezes no chuveiro e onde desse, pensei... mas com a Vane, não queria mais... eu tava tipo zumbi enquanto a Vane feliz era carinhosa comigo... deixei ela em casa, sorte que o vestido não sujou e que a avó não fez perguntas, confiando que eu era um "bom moço"...
Naquele dia os pais da Vane chegaram e levaram ela pra viajar... acharam que deixaram ela sozinha muito tempo e que ela tava chamando atenção ela tinha se metido com más companhias… afastaram ela da cidade e da fúria violenta do Guille… pelo menos eu a tirei do perigo e cortei a corrente de vinganças… mas…
- O Guille me contou tudo… ouvi a voz indignada da Mili no telefone.
- Puta que pariu… suspirei.
Continua…?
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