Primeira Parte
O que vem depois de ceder ao tabu do desejo, o amor fraternal...
Mirna acordou com o rosto meio grudento de porra, só uns segundos pra ela cair na real e perceber o que tinha rolado.
Completamente nua, atordoada e com medo, viu que aos seus pés dormia mais que placidamente o sobrinho, que segurava seu tornozelo quase como se afirmasse que ela era propriedade dele… Por um instante, sentiu até um certo pavor, mas ver o rosto de João e sentir o corpo dele totalmente satisfeito lhe trouxe de repente uma sensação de serenidade e ternura; ela tinha dado ao sobrinho um prazer que ele nunca conhecera e, ao mesmo tempo, se sentia completamente saciada.
Mesmo tendo acordado há pouco tempo, parecia que aquela descarga intensa que João teve sobre a tia o deixara muito cansado e ele não acordava… Mirna aproveitou para tomar outro banho e lidar com todas as sensações que a invadiam; não lembrava de ter tido três orgasmos em tão pouco tempo, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar que era o seu amado sobrinho quem os tinha provocado, seu menino mimado… Depois do banho, serviu-se de uma taça de vinho e se deitou na cama da cunhada.
Mesmo tendo acordado há pouco tempo, parecia que aquela descarga intensa que João teve sobre a tia o deixara muito cansado e ele não acordava… Mirna aproveitou para tomar outro banho e lidar com todas as sensações que a invadiam; não lembrava de ter tido três orgasmos em tão pouco tempo, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar que era o seu amado sobrinho quem os tinha provocado, seu menino mimado… Depois do banho, serviu-se de uma taça de vinho e se deitou na cama da cunhada.
Ela tirou a toalha e, com a mão, percorria suavemente o próprio corpo, olhando para o nada, pensando e bebendo.
Ela se tocava nos peitos e sorria, passava a mão na virilha por cima da calcinha fio dental e se sentia estranhamente sensacional. Levou pouco mais de uma hora para terminar a garrafa de vinho, que claro, ela mesma tinha trazido, já que a cunhada não aprovava bebidas alcoólicas, e voltou a dormir.
Juan acordou com uma sensação de satisfação absoluta, sentia que tinha conseguido algo que o frustrava. Obviamente, na mesma hora, a mente dele se encheu de imagens da tia montando nele, beijando ele, chupando ele... Não conseguia acreditar que tinha possuído uma mulher, e muito menos quem era.
Juan acordou com uma sensação de satisfação absoluta, sentia que tinha conseguido algo que o frustrava. Obviamente, na mesma hora, a mente dele se encheu de imagens da tia montando nele, beijando ele, chupando ele... Não conseguia acreditar que tinha possuído uma mulher, e muito menos quem era.
Ele tocou no pau que já começava a endurecer, a recuperar a excitação, sentia um gosto na boca que não conhecia, sem perceber estava se masturbando… Caiu em si e entendeu que Mirna não estava com ele, aí talvez começou a perceber que tinha transado com a tia dele.
Ele se levantou e foi pro banheiro, depois pra sala e pra cozinha, se sentiu abandonado por um momento, até que foi pro quarto da mãe e lá pôde vê-la, deitada na cama, com os peitos apontando pros lados. Pensou em se jogar em cima dela e possuí-la de novo, mas ao ver a garrafa, reagiu e pensou na mãe dele.
Ele cuidou de levar o copo e a garrafa do quarto, e cobriu a tia com o lençol.
Se sentiu o próprio macho por essa atitude, cuidando da sua mulher, e tão satisfeito assim tomou um banho e sentou na sala pra ver TV.
Se sentiu o próprio macho por essa atitude, cuidando da sua mulher, e tão satisfeito assim tomou um banho e sentou na sala pra ver TV.
O telefone tocou e era a mãe dele – tá tudo bem? Ela perguntou… – sim, mãe, a tia tá dormindo e eu tô vendo TV… respondi, me sentindo feliz que aquilo, embora fosse verdade, escondia o que tinha rolado um tempinho atrás no meu próprio quarto… – chego em casa depois das 10 da noite… a mãe dele disse e continuou – faz a janta pra sua tia e não vai dormir tarde que amanhã preciso de você aqui na paróquia… Juan por dentro queria responder que nunca mais voltaria pra igreja, que nunca mais ia seguir as instruções dela, que ia ser homem, mas só respondeu – ok mãe, beijo… Ao desligar o telefone, não conseguia conter toda aquela sensação de vitória, de avanço, se sentia num mundo novo, e de novo completamente excitado… Foi até onde a Mirna estava e olhava pra ela com desejo e paixão, queria pegar ela na hora… Mirna acordou e viu Juan olhando pra ela, devorando ela com o olhar, se sentiu um pouco intimidada mas quando ele disse – oi.
Com um rostinho de anjo, a ternura tomou conta dela de novo.
Olhou ao redor e percebeu que Juan tinha limpado tudo e coberto ela com o lençol… que cavalheiro, pensou… – Dormi muito? – perguntou, e Juan respondeu que não… Ele se aproximou da cama, mas Mirna o segurou, dizendo: – Amor, não foi certo o que a gente fez… Juan, de repente, perdeu toda aquela coragem que tinha ganhado, ficou todo vermelho.
Olhou ao redor e percebeu que Juan tinha limpado tudo e coberto ela com o lençol… que cavalheiro, pensou… – Dormi muito? – perguntou, e Juan respondeu que não… Ele se aproximou da cama, mas Mirna o segurou, dizendo: – Amor, não foi certo o que a gente fez… Juan, de repente, perdeu toda aquela coragem que tinha ganhado, ficou todo vermelho.
– sou sua tia, sou uma velha… Mirna gaguejava, não tinha certeza se eram aquelas as palavras que queria dizer… houve um silêncio constrangedor e Juan soltou – cê tá com fome, tia? Mirna se sentiu aliviada e disse que sim… O garoto preparou um sanduíche e um copo de refrigerante e levou pra cama dela…
Ficaram vendo TV um tempão, sem falar nada… De vez em quando se olhavam e sorriam, Juan foi se inclinando devagar até deitar no braço dela, Mirna se deixou escorregar até ficar deitada e Juan aproveitou pra se deitar no peito dela, ela começou a acariciar a cabeça e as costas dele – quer que a tia te faça dormir que nem quando cê era pequeno? Perguntou num tom de brincadeira, mas ele levou a sério e balançou a cabeça que sim.
Ficaram vendo TV um tempão, sem falar nada… De vez em quando se olhavam e sorriam, Juan foi se inclinando devagar até deitar no braço dela, Mirna se deixou escorregar até ficar deitada e Juan aproveitou pra se deitar no peito dela, ela começou a acariciar a cabeça e as costas dele – quer que a tia te faça dormir que nem quando cê era pequeno? Perguntou num tom de brincadeira, mas ele levou a sério e balançou a cabeça que sim.
Ela guiou o garoto pra ele ficar deitado em cima dela, pelo peso ele teve que abrir as pernas e ali ficou Juan, sobre a tia dele, apoiando o pau na virilha da Mirna e com a boca colada no pescoço dela... Mirna passava a mão por toda as costas do sobrinho e com a outra mão na cabeça dele brincava com os cabelos.
Juan estava totalmente à vontade e também brincava com os cabelos da tia – te amo muito, tia… disse ele, e Mirna o abraçou forte e respondeu – meu menino lindo, eu também te amo… e Juan começou a beijar o pescoço dela, suave, passava a língua bem de leve contra aquele pescoço sedoso.
Mirna fechava os olhos, parecia lutar contra o prazer que aquilo lhe causava.
Juan começou a mexer a cintura, fazendo o pau endurecer e roçar contra a buceta da tia… Ela não conseguia evitar se sentir tão gostoso, sentir aqueles beijos e aquele caralho duro se esfregando na sua racha, mesmo com um shortinho, o lençol e uma calcinha fio dental separando eles – meu menino lindo… repetia sem parar, e cada vez a voz dela ficava mais trêmula.
Juan diminuiu os beijos enquanto puxava o lençol, ficando de frente para aqueles peitos deliciosos com os bicos duros de tesão – não, meu amor, não devemos fazer isso… disse Mirna, sem oferecer muita resistência.
Mirna fechava os olhos, parecia lutar contra o prazer que aquilo lhe causava.
Juan começou a mexer a cintura, fazendo o pau endurecer e roçar contra a buceta da tia… Ela não conseguia evitar se sentir tão gostoso, sentir aqueles beijos e aquele caralho duro se esfregando na sua racha, mesmo com um shortinho, o lençol e uma calcinha fio dental separando eles – meu menino lindo… repetia sem parar, e cada vez a voz dela ficava mais trêmula.
Juan diminuiu os beijos enquanto puxava o lençol, ficando de frente para aqueles peitos deliciosos com os bicos duros de tesão – não, meu amor, não devemos fazer isso… disse Mirna, sem oferecer muita resistência.
O jovem pegou os dois peitos com as mãos e começou a beijá-los, apertá-los, chupá-los… brincava com a língua nos bicos, rodeava eles e chupava de novo, esfregava o rosto naquelas tetas macias e sedosas… Mirna já não segurava a excitação, não parava de balbuciar – cê gosta das tetas da tia? Perguntava com voz suave e relaxada… – mmm.
meu anjinho… repetia quase sem pensar, entregue e aproveitando.
Juan se virou de lado pra tirar o lençol de vez e Mirna ficou de perfil, os dois na conchinha, ela esfregava a bunda no volume do sobrinho… Juan tocava as pernas dela, subia até os peitos, descia até a virilha de Mirna, e com cuidado passou a mão por baixo da calcinha fio dental até chegar na racha molhada, quase encharcada da tia, esfregando entre os lábios da buceta e o clitóris… Mirna jogava o braço pra trás acariciando a cabeça do sobrinho, soltando suspiros leves, e ele a virou devagar até deixá-la de bruços pra poder apalpar as nádegas quentes do atrito.
Mirna esticou os braços na cama se entregando ao que o sobrinho quisesse, que sem saber o que tava fazendo se deixava levar pelos impulsos, quase como se improvisasse.
Juan se virou de lado pra tirar o lençol de vez e Mirna ficou de perfil, os dois na conchinha, ela esfregava a bunda no volume do sobrinho… Juan tocava as pernas dela, subia até os peitos, descia até a virilha de Mirna, e com cuidado passou a mão por baixo da calcinha fio dental até chegar na racha molhada, quase encharcada da tia, esfregando entre os lábios da buceta e o clitóris… Mirna jogava o braço pra trás acariciando a cabeça do sobrinho, soltando suspiros leves, e ele a virou devagar até deixá-la de bruços pra poder apalpar as nádegas quentes do atrito.
Mirna esticou os braços na cama se entregando ao que o sobrinho quisesse, que sem saber o que tava fazendo se deixava levar pelos impulsos, quase como se improvisasse.
Acariciava e apertava as bundas da Mirna e o coração dele batia de tesão, passou os dedos no meio do cu da tia até chegar na buceta e por cima da calcinha fio-dental esfregar e empurrar, pra cima e pra baixo… Mirna levantava a cintura, se mexia pra cima e pra baixo, pegava fogo sentindo aqueles dedos masturbando ela tão docemente, e ficava louca sentindo a respiração do sobrinho tão acelerada e quente.
Juan começou a beijar as costas dela, a esfregar os lábios e a língua na pele sedosa da tia, e devagar foi descendo, pensava em virá-la pra poder chupar os sucos que saíam daquela pussy fervendo, e quando chegou com os beijos no cu da tia, instintivamente começou a beijar as bundas dela, enquanto Mirna colocou uma mão na calcinha fio-dental e puxou pro lado, deixando livre aquele cu quente.
Juan entendeu então que a tia pedia beijos bem ali e começou a passar a língua nele, brincava docemente, passava a língua toda, depois a ponta, de novo a língua toda e de novo a ponta, empurrando, como se quisesse penetrar, chupou e lambeu, enquanto com as mãos apertava e separava as bundas e a tia segurava a cabeça dele empurrando mais contra o cu, dizendo – ai Juan, ai meu amor!!… Ele se afastou um pouco pra ver como aquele cu delicioso e molhado pulsava no ritmo dos gemidos da Mirna, e rapidamente sem pensar tirou o short e a cueca de uma vez, e se inclinou sobre a tia esfregando toda a racha do cu com o pau babão… Mirna sentiu os sucos seminais molhando ela e ficava ainda mais excitada e, gaguejando, olhando de lado pro sobrinho, disse – devagar meu amor… e Juan entendeu e colocou a ponta do pau pulsante na entrada do cu já lubrificado, e com uma mão ajudou a empurrar, entrando devagar no cu quente da tia, que rebolava entre suspiros, gemidos e exclamações… Juan começou instintivamente com o vai e vem, suavemente enquanto com as mãos segurava a tia pela cintura e acompanhava o Movimento… Mirna, completamente entregada, só apertava os lençóis e exclamava — ai, Juan, meu amor… e gemia de prazer.
Depois de um ritmo suave, Juan começou a acelerar as investidas e se apoiou nas costas de Mirna, segurando suas mãos. Os dedos deles se entrelaçaram, e Mirna ofegava e dizia — meu gatinho, meu gatinho… Juan começou a respirar mais forte, percebeu que a tia teve um tremor no corpo, se sacudindo e exclamando com a boca afundada no travesseiro, sem saber direito que Mirna tinha tido um orgasmo violento… acelerou o ritmo até sentir as pernas endurecerem, quase como se fossem cãibras, e o pau dele dentro do cu da tia começou a tremer. De repente, soltou quatro jorros fortes de porra que encharcaram aquele buraco que ardia… E ficou exausto, parecendo que podia morrer naquele instante, deitado sobre a tia, que sentia o cu pulsando cheio de porra e o pau do sobrinho.
Juan se virou para o lado, ainda com a respiração ofegante, enquanto Mirna sentia a porra grossa e quente escorrendo do cu, as pernas tremendo, a barriga ainda dando uns pequenos espasmos por causa do orgasmo e da investida do sobrinho no cu dela… Os dois se olharam e sorriram.
Juan começou a beijar as costas dela, a esfregar os lábios e a língua na pele sedosa da tia, e devagar foi descendo, pensava em virá-la pra poder chupar os sucos que saíam daquela pussy fervendo, e quando chegou com os beijos no cu da tia, instintivamente começou a beijar as bundas dela, enquanto Mirna colocou uma mão na calcinha fio-dental e puxou pro lado, deixando livre aquele cu quente.
Juan entendeu então que a tia pedia beijos bem ali e começou a passar a língua nele, brincava docemente, passava a língua toda, depois a ponta, de novo a língua toda e de novo a ponta, empurrando, como se quisesse penetrar, chupou e lambeu, enquanto com as mãos apertava e separava as bundas e a tia segurava a cabeça dele empurrando mais contra o cu, dizendo – ai Juan, ai meu amor!!… Ele se afastou um pouco pra ver como aquele cu delicioso e molhado pulsava no ritmo dos gemidos da Mirna, e rapidamente sem pensar tirou o short e a cueca de uma vez, e se inclinou sobre a tia esfregando toda a racha do cu com o pau babão… Mirna sentiu os sucos seminais molhando ela e ficava ainda mais excitada e, gaguejando, olhando de lado pro sobrinho, disse – devagar meu amor… e Juan entendeu e colocou a ponta do pau pulsante na entrada do cu já lubrificado, e com uma mão ajudou a empurrar, entrando devagar no cu quente da tia, que rebolava entre suspiros, gemidos e exclamações… Juan começou instintivamente com o vai e vem, suavemente enquanto com as mãos segurava a tia pela cintura e acompanhava o Movimento… Mirna, completamente entregada, só apertava os lençóis e exclamava — ai, Juan, meu amor… e gemia de prazer.
Depois de um ritmo suave, Juan começou a acelerar as investidas e se apoiou nas costas de Mirna, segurando suas mãos. Os dedos deles se entrelaçaram, e Mirna ofegava e dizia — meu gatinho, meu gatinho… Juan começou a respirar mais forte, percebeu que a tia teve um tremor no corpo, se sacudindo e exclamando com a boca afundada no travesseiro, sem saber direito que Mirna tinha tido um orgasmo violento… acelerou o ritmo até sentir as pernas endurecerem, quase como se fossem cãibras, e o pau dele dentro do cu da tia começou a tremer. De repente, soltou quatro jorros fortes de porra que encharcaram aquele buraco que ardia… E ficou exausto, parecendo que podia morrer naquele instante, deitado sobre a tia, que sentia o cu pulsando cheio de porra e o pau do sobrinho.
Juan se virou para o lado, ainda com a respiração ofegante, enquanto Mirna sentia a porra grossa e quente escorrendo do cu, as pernas tremendo, a barriga ainda dando uns pequenos espasmos por causa do orgasmo e da investida do sobrinho no cu dela… Os dois se olharam e sorriram.
Mirna acariciou o rosto de Juan, olhando pra ele com amor e ternura.
Ele não parava de sorrir pra ela.
— Meu gatinho lindo, meu homenzinho… — disse Mirna.
— Te amo muito, tia.
Foi a resposta de Juan.
E o desejo de um jovem virgem foi saciado pelo amor fraternal de uma tia que se entregou por inteiro.
Ele não parava de sorrir pra ela.
— Meu gatinho lindo, meu homenzinho… — disse Mirna.
— Te amo muito, tia.
Foi a resposta de Juan.
E o desejo de um jovem virgem foi saciado pelo amor fraternal de uma tia que se entregou por inteiro.
4 comentários - Tia que entrega tudo (2ª parte)