Ela me ensinou a arte de foder
Antes de tudo, a história a seguir é real:
Isso aconteceu no verão de 1996, entre fevereiro e março. Naquela época, meu irmão, minha cunhada e meu sobrinho viajaram para minha província para passar umas boas férias. Eu tinha 16 anos, era um magro bonitão, corpo atlético porque praticava esportes. Ela tinha 28 anos, corpo muito bom, medidas quase perfeitas e uma bunda que, desde que a conheci (uns três anos antes de ela se casar com meu irmão), já me dava um tesão danado.
Uma tarde, eu estava deitado na cama da minha mãe vendo um programa de TV quando ela entrou e me pediu se podia assistir junto comigo. Claro que não neguei, porque naquela época, apesar de desejá-la, não a via com outros olhos além dos de um cunhado. Bem, entre conversas e conversas, ela me perguntou se eu já tinha estado com alguma garota, queria saber um pouco da minha vida sexual. Com essa pergunta, fiquei vermelho e hesitei em responder, mas depois aceitei e contei um pouco das minhas experiências anteriores, que não tinham sido boas. Ela, com voz de gatinha, me disse: "Sabe, cara, desde que te conheço, você me excita, e eu queria ser só por um minuto a puta que você teve nos seus braços." Ao que eu respondi ironicamente: "Hum, para ser minha puta, primeiro você tem que saber chupar." Hehe, o que eu não imaginava é que ela faria isso na hora. Como era verão, eu estava de short e cueca, que estava apertando meu pedaço. Ela puxou um pouco, olhou para a porta do quarto como se verificasse se ninguém estava vendo, e me deu duas chupadas infernais, e parou.
Eu disse: "Ah, não, agora você termina o que começou." Ela me olhou e disse: "Vem." A gente se aproximou da porta que dá para o corredor de casa, e enquanto ela olhava, mostrava a bunda enorme com a calça transparente, o que me fez ficar de pau duro de novo. Ela disse: "Olha você se ninguém vem." Fiz isso enquanto ela me dava um boquete maravilhoso. Percebi que já tinha mamado várias picas, porque ela virava um pouco a rola cada vez que chupava. De repente, ela parou de novo, perguntei por que fazia aquilo, ela disse que não queria que eu gozasse ainda e me pediu pra ficar de olho no corredor, pra ver se alguém não vinha da sala de jantar. Obviamente, colocou a bunda de novo na minha cara, e dessa vez eu não resisti: puxei a calça dela de uma vez e comecei a chupar o clitóris dela e o buraquinho do cu, que era muito gostoso, só tinha cheiro de limpeza, e eu tava provando pela primeira vez. Enquanto isso, eu me acariciava a rola, morrendo de vontade de gozar de novo. Ela cedeu o lugar pra mim e falou: "Essa porra não pode cair no chão, vai nos delatar". Aí pegou minha rola e começou a chupar que nem uma louca, até que eu não aguentei mais e gozei tudo dentro da boca linda dela. Ela se levantou e mostrou que não tinha nada na boca, engoliu tudo feito uma menina obediente. Eu tava morrendo de vontade de foder ela, mas ela recusou e disse que ia comer toda aquela sobremesa à noite, depois do jantar.
Aquela tarde toda fiquei lembrando de cada momento daquele encontro e esperei ansioso pela noite. Meu medo era só que meu irmão e meu sobrinho dormiam no mesmo quarto que ela. Como eu ia comer aquela delicinha com eles ali? O que eu nunca imaginei é que ela ia se atrever a colocar dois soníferos na bebida do jantar, no copo que trouxe só pra ele, e depois ia pedir pra ele dormir com meu sobrinho pra fazer o menino pegar no sono. Era umas uma da manhã, eu tava deitado na minha cama começando a cochilar, quando de repente ela entra no meu quarto, se abaixa e começa a chupar minha rola pra me acordar. Ela fala baixinho pra eu ir com ela até o quarto dela, e eu aceitei. Me joguei na cama de um empurrão, deixando minha cabeça pendurada, e ela subiu já pelada da cintura pra baixo na minha cara pra eu chupar a buceta dela enquanto ela chupava minhas bolas e a rola. Eu sentia ela gozar uma e outra vez na minha boca, pra mim eram uns sucos estranhos que não me causavam nada. Nojo, e pra mim era néctar da buceta linda dela. Continuamos assim por uns 10 minutos, mais ou menos, até que ela me mandou descer da cama e ficou de quatro na minha frente, me oferecendo aquela raba enorme e dizendo: "Agora você termina o que começou à tarde." Eu, meio inexperiente no assunto, meti de uma vez naquele cu lindo dela e senti a maior sensação que já tinha sentido até então — a de comer algo proibido. Sentia meu pau entrando no cu dela e via, contra a luz, como ele ficava vermelho enquanto ela gemia de dor ou de prazer — até hoje não sei — mas, pela primeira vez, estava com uma mulher de verdade. Depois de gozar dentro do cu dela, ela me chupou de novo, e eu fiquei duro outra vez, coisa que ela aproveitou pra montar em mim de forma desenfreada, uma vez e outra. Contei mais ou menos 14 orgasmos nela, mas no dia seguinte ela disse que foram mais. Depois daquela noite, tivemos dois anos seguidos em que, toda vez que nos víamos, a gente se entregava de tudo. Hoje, 12 anos depois dessa experiência, posso garantir que ela me ensinou "A ARTE DE COMER"............ Espero que tenham gostado dessa história que vivi quando ainda era um moleque.
Antes de tudo, a história a seguir é real:
Isso aconteceu no verão de 1996, entre fevereiro e março. Naquela época, meu irmão, minha cunhada e meu sobrinho viajaram para minha província para passar umas boas férias. Eu tinha 16 anos, era um magro bonitão, corpo atlético porque praticava esportes. Ela tinha 28 anos, corpo muito bom, medidas quase perfeitas e uma bunda que, desde que a conheci (uns três anos antes de ela se casar com meu irmão), já me dava um tesão danado.
Uma tarde, eu estava deitado na cama da minha mãe vendo um programa de TV quando ela entrou e me pediu se podia assistir junto comigo. Claro que não neguei, porque naquela época, apesar de desejá-la, não a via com outros olhos além dos de um cunhado. Bem, entre conversas e conversas, ela me perguntou se eu já tinha estado com alguma garota, queria saber um pouco da minha vida sexual. Com essa pergunta, fiquei vermelho e hesitei em responder, mas depois aceitei e contei um pouco das minhas experiências anteriores, que não tinham sido boas. Ela, com voz de gatinha, me disse: "Sabe, cara, desde que te conheço, você me excita, e eu queria ser só por um minuto a puta que você teve nos seus braços." Ao que eu respondi ironicamente: "Hum, para ser minha puta, primeiro você tem que saber chupar." Hehe, o que eu não imaginava é que ela faria isso na hora. Como era verão, eu estava de short e cueca, que estava apertando meu pedaço. Ela puxou um pouco, olhou para a porta do quarto como se verificasse se ninguém estava vendo, e me deu duas chupadas infernais, e parou.
Eu disse: "Ah, não, agora você termina o que começou." Ela me olhou e disse: "Vem." A gente se aproximou da porta que dá para o corredor de casa, e enquanto ela olhava, mostrava a bunda enorme com a calça transparente, o que me fez ficar de pau duro de novo. Ela disse: "Olha você se ninguém vem." Fiz isso enquanto ela me dava um boquete maravilhoso. Percebi que já tinha mamado várias picas, porque ela virava um pouco a rola cada vez que chupava. De repente, ela parou de novo, perguntei por que fazia aquilo, ela disse que não queria que eu gozasse ainda e me pediu pra ficar de olho no corredor, pra ver se alguém não vinha da sala de jantar. Obviamente, colocou a bunda de novo na minha cara, e dessa vez eu não resisti: puxei a calça dela de uma vez e comecei a chupar o clitóris dela e o buraquinho do cu, que era muito gostoso, só tinha cheiro de limpeza, e eu tava provando pela primeira vez. Enquanto isso, eu me acariciava a rola, morrendo de vontade de gozar de novo. Ela cedeu o lugar pra mim e falou: "Essa porra não pode cair no chão, vai nos delatar". Aí pegou minha rola e começou a chupar que nem uma louca, até que eu não aguentei mais e gozei tudo dentro da boca linda dela. Ela se levantou e mostrou que não tinha nada na boca, engoliu tudo feito uma menina obediente. Eu tava morrendo de vontade de foder ela, mas ela recusou e disse que ia comer toda aquela sobremesa à noite, depois do jantar.
Aquela tarde toda fiquei lembrando de cada momento daquele encontro e esperei ansioso pela noite. Meu medo era só que meu irmão e meu sobrinho dormiam no mesmo quarto que ela. Como eu ia comer aquela delicinha com eles ali? O que eu nunca imaginei é que ela ia se atrever a colocar dois soníferos na bebida do jantar, no copo que trouxe só pra ele, e depois ia pedir pra ele dormir com meu sobrinho pra fazer o menino pegar no sono. Era umas uma da manhã, eu tava deitado na minha cama começando a cochilar, quando de repente ela entra no meu quarto, se abaixa e começa a chupar minha rola pra me acordar. Ela fala baixinho pra eu ir com ela até o quarto dela, e eu aceitei. Me joguei na cama de um empurrão, deixando minha cabeça pendurada, e ela subiu já pelada da cintura pra baixo na minha cara pra eu chupar a buceta dela enquanto ela chupava minhas bolas e a rola. Eu sentia ela gozar uma e outra vez na minha boca, pra mim eram uns sucos estranhos que não me causavam nada. Nojo, e pra mim era néctar da buceta linda dela. Continuamos assim por uns 10 minutos, mais ou menos, até que ela me mandou descer da cama e ficou de quatro na minha frente, me oferecendo aquela raba enorme e dizendo: "Agora você termina o que começou à tarde." Eu, meio inexperiente no assunto, meti de uma vez naquele cu lindo dela e senti a maior sensação que já tinha sentido até então — a de comer algo proibido. Sentia meu pau entrando no cu dela e via, contra a luz, como ele ficava vermelho enquanto ela gemia de dor ou de prazer — até hoje não sei — mas, pela primeira vez, estava com uma mulher de verdade. Depois de gozar dentro do cu dela, ela me chupou de novo, e eu fiquei duro outra vez, coisa que ela aproveitou pra montar em mim de forma desenfreada, uma vez e outra. Contei mais ou menos 14 orgasmos nela, mas no dia seguinte ela disse que foram mais. Depois daquela noite, tivemos dois anos seguidos em que, toda vez que nos víamos, a gente se entregava de tudo. Hoje, 12 anos depois dessa experiência, posso garantir que ela me ensinou "A ARTE DE COMER"............ Espero que tenham gostado dessa história que vivi quando ainda era um moleque.
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