Punheta de mau agouro

— Amor, como tu me tira essa onda, é um prazer, juro que tô me apaixonando
— E meu clitóris. Cê não acha que ele é grande?
— Sim, é duro e tem um tamanho bom, tipo uma amêndoa durinha
— Viu? E eu gosto de esfregar ele com dois dedos pros lados
— Ah, não de cima pra baixo?
— Não, assim, olha
— Que delícia, como você goza, putinha, posso eu? Coloca meus dedos no lugar certo
— Aí, exato aí, vai, vamos, ufffffffffffffffffff, não tão forte, vai mais rápido
— Desculpa, amor, que lindo é te ver gozar e eu ser tipo seu demiurgo, o intermediário entre você e seu prazer.
— Ahhh, filho da puta, foca (a mão dela pegou a minha e colocou de volta no lugar certo e manteve o ritmo certo no clitóris dela)
— Uau, cê tá toda molhada. Me diz de 0 a 10 quanto cê tá pra gozar, me fala?
— Diria que 3
— Falta muito, pensei que cê tava mais perto
— Não, geralmente demoro pra chegar lá, e mais, pra mim já não importa muito como eu chego, gosto de brincar com o corpo do outro, perdi toda a vergonha. Olha, vou cuidar do corpo se você curte ele e eu adoro que você curta.
— Mas eu gostaria de sentir você gozar
— E isso tem o que a ver?
— É que pra mim é um prazer saber que você tira seu leite quando quer, e curte meu orgasmo.
— Claro que sim, mas já faz anos que não tenho orgasmo se não for me masturbando.
— Então, não importa o que eu faça, tente o que tentar, você não vai gozar?
— Tenho certeza que não, na verdade, não.
— Entendi.
— Vem, deixa eu chupar mais um pouco sua rola
— Sei não, fiquei meio triste.

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